Perguntas do paciente (19)

  • É possível tratar a ansiedade social em pessoas com problemas de cognição ou baixa velocidade de rac

    É possível tratar a ansiedade social em pessoas com problemas de cognição ou baixa velocidade de raciocínio?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Luiz Carlos Costa Silveira

    Sim, é possível tratar a ansiedade social em pessoas com problemas de cognição ou baixa velocidade de raciocínio. No entanto, o tratamento pode exigir algumas adaptações e abordagens específicas.

    Compreendendo a relação entre ansiedade social e cognição:

    Dificuldades cognitivas: Problemas de cognição ou baixa velocidade de raciocínio podem dificultar a compreensão e o processamento de informações durante as interações sociais, aumentando a ansiedade.
    Ansiedade social: A ansiedade social, por sua vez, pode prejudicar ainda mais a cognição, dificultando a concentração, a memória e a tomada de decisões em situações sociais.
    Abordagens de tratamento adaptadas:

    Terapia cognitivo-comportamental (TCC) adaptada: A TCC é uma abordagem eficaz para a ansiedade social, mas pode precisar ser adaptada para pessoas com dificuldades cognitivas. Isso pode incluir:
    Sessões mais curtas e frequentes.
    Uso de linguagem simples e clara.
    Recursos visuais e exemplos práticos.
    Técnicas de relaxamento adaptadas.
    Exposição gradual a situações sociais, com foco em pequenos passos.
    Treino de habilidades sociais: O treino de habilidades sociais pode ajudar a pessoa a desenvolver estratégias para lidar com situações sociais desafiadoras, como iniciar e manter conversas, fazer e responder a perguntas e expressar opiniões.
    Medicação: Em alguns casos, a medicação pode ser útil para controlar os sintomas da ansiedade social. No entanto, é importante que o médico psiquiatra leve em consideração as dificuldades cognitivas da pessoa ao prescrever a medicação.
    Apoio familiar e social: O apoio da família e de amigos pode ser fundamental para o sucesso do tratamento. É importante que as pessoas próximas compreendam as dificuldades da pessoa e ofereçam apoio emocional e prático.
    Considerações importantes:

    É fundamental que o tratamento seja individualizado e adaptado às necessidades específicas de cada pessoa.
    O profissional de saúde mental deve ter experiência no tratamento de ansiedade social em pessoas com dificuldades cognitivas.
    O tratamento pode levar tempo e exigir paciência e perseverança.
    Recursos adicionais:

    Associações de apoio a pessoas com ansiedade social.
    Profissionais de saúde mental especializados em transtornos de ansiedade.
    Lembre-se: a ansiedade social é tratável, mesmo em pessoas com problemas de cognição. Com o tratamento adequado e o apoio necessário, é possível melhorar a qualidade de vida e o bem-estar social.


  • É possível desenvolver transtorno de estresse pós-traumático em decorrência de bullying e ambientes

    É possível desenvolver transtorno de estresse pós-traumático em decorrência de bullying e ambientes inóspitos?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Luiz Carlos Costa Silveira

    Sim, é possível desenvolver transtorno de estresse pós-traumático (TEPT) em decorrência de bullying e ambientes inóspitos. Embora o TEPT seja mais frequentemente associado a eventos traumáticos únicos e intensos, como acidentes ou violência, a exposição prolongada a situações estressantes e traumatizantes, como o bullying, pode levar ao desenvolvimento do transtorno.

    Como o bullying e ambientes inóspitos podem levar ao TEPT:

    Trauma cumulativo: O bullying, quando persistente e intenso, pode gerar um trauma cumulativo, ou seja, o acúmulo de experiências negativas que sobrecarregam a capacidade da pessoa de lidar com o estresse.
    Sentimento de impotência: A vítima de bullying muitas vezes se sente impotente e incapaz de escapar da situação, o que pode levar a sentimentos de desesperança e vulnerabilidade.
    Isolamento social: O bullying pode levar ao isolamento social, o que agrava o sofrimento emocional e aumenta o risco de desenvolver TEPT.
    Ambientes inóspitos: Ambientes inóspitos, como locais de trabalho ou escolas onde o bullying é tolerado ou incentivado, podem intensificar o trauma e dificultar a recuperação.
    Sintomas do TEPT relacionados ao bullying:

    Os sintomas do TEPT decorrentes do bullying podem incluir:

    Revivência do trauma: flashbacks, pesadelos ou pensamentos intrusivos sobre as experiências de bullying.
    Evitamento: evitar lugares, pessoas ou situações que lembrem o bullying.
    Hipervigilância: estado constante de alerta e ansiedade, com dificuldade para relaxar.
    Alterações de humor: irritabilidade, raiva, tristeza profunda ou dificuldade em sentir emoções positivas.
    Dificuldades de concentração e memória.
    Problemas de sono.
    Importância do tratamento:

    É fundamental que as vítimas de bullying que apresentam sintomas de TEPT busquem ajuda profissional. O tratamento adequado, que pode incluir psicoterapia e medicação, pode ajudar a pessoa a superar o trauma e recuperar a qualidade de vida.

    Recursos adicionais:

    Associações de apoio a vítimas de bullying.
    Profissionais de saúde mental especializados em transtornos de trauma.
    Se você ou alguém que você conhece está sofrendo com os efeitos do bullying, saiba que existe ajuda disponível. Não hesite em buscar apoio.


  • Qual profissional pode dar laudo técnico de TDAH?

    Qual profissional pode dar laudo técnico de TDAH?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Luiz Carlos Costa Silveira

    O diagnóstico do Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) é um processo complexo que geralmente envolve a avaliação de um profissional de saúde mental qualificado. No Brasil, os profissionais mais indicados para diagnosticar e elaborar laudos técnicos de TDAH são:

    Psiquiatras: Especialistas em saúde mental, os psiquiatras são os profissionais mais indicados para diagnosticar o TDAH em adultos e crianças. Eles podem prescrever medicamentos e fornecer acompanhamento terapêutico.
    Neurologistas: Especialistas em distúrbios neurológicos, os neurologistas também podem diagnosticar o TDAH, especialmente em casos onde há suspeita de comorbidades neurológicas.
    Neuropediatras: Especialistas em neurologia infantil, os neuropediatras são os profissionais mais indicados para diagnosticar o TDAH em crianças e adolescentes.
    Psicólogos: Embora não possam prescrever medicamentos, os psicólogos desempenham um papel fundamental na avaliação e acompanhamento do TDAH. Eles podem aplicar testes neuropsicológicos, realizar entrevistas e fornecer terapia cognitivo-comportamental.
    É importante ressaltar que o diagnóstico do TDAH deve ser feito por um profissional de saúde mental qualificado, após uma avaliação completa que inclua:

    Histórico médico e familiar
    Avaliação dos sintomas
    Aplicação de testes neuropsicológicos
    Observação do comportamento
    O laudo técnico de TDAH é um documento importante que pode ser utilizado para solicitar adaptações escolares, acesso a benefícios sociais e outros fins.


  • Como lidar com sentimentos intensos de culpa, vergonha e sensação de sujidade após um contato sexual

    Como lidar com sentimentos intensos de culpa, vergonha e sensação de sujidade após um contato sexual com uma pessoa mais velha e que não corresponde ao tipo físico que me atrai? O que pode estar causando esses pensamentos recorrentes e como encontrar formas de superá-los?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Luiz Carlos Costa Silveira

    Lidar com sentimentos intensos de culpa, vergonha e "sujidade" após um encontro sexual pode ser um processo desafiador, mas é possível superá-los com autocompaixão e apoio. Aqui estão algumas reflexões e sugestões que podem te ajudar:

    Entendendo os sentimentos:

    Culpa e vergonha: Esses sentimentos podem surgir de crenças pessoais, valores morais ou experiências passadas. É importante questionar essas crenças e entender se elas são realmente suas ou se foram internalizadas de outras fontes.
    Sensação de "sujidade": Essa sensação pode estar relacionada a sentimentos de violação, falta de controle ou desconexão com o próprio corpo. É fundamental lembrar que o sexo consensual não torna ninguém "impuro".
    Idade e tipo físico: A discrepância de idade ou a falta de atração física podem intensificar os sentimentos negativos, especialmente se houver sentimentos de exploração ou manipulação.
    Possíveis causas:

    Experiências passadas: Traumas sexuais, abuso ou experiências negativas podem influenciar suas reações emocionais.
    Crenças internalizadas: Mensagens negativas sobre sexo, idade ou aparência física podem ter sido internalizadas ao longo da vida.
    Falta de comunicação: A falta de comunicação aberta e honesta durante o encontro sexual pode levar a mal-entendidos e sentimentos negativos.
    Dissonância cognitiva: Pode haver um conflito entre seus valores e suas ações, causando desconforto emocional.
    Estratégias para superar os sentimentos:

    Autocompaixão: Trate-se com gentileza e compreensão. Lembre-se que você é humano e que todos cometem erros.
    Converse com alguém de confiança: Compartilhar seus sentimentos com um amigo, familiar ou terapeuta pode te ajudar a processá-los e a obter diferentes perspectivas.
    Busque ajuda profissional: Um terapeuta pode te ajudar a explorar as causas profundas desses sentimentos e a desenvolver estratégias para lidar com eles.
    Pratique o autocuidado: Invista em atividades que te tragam prazer e bem-estar, como exercícios físicos, meditação ou hobbies.
    Reconecte-se com seu corpo: Pratique atividades que te ajudem a se reconectar com seu corpo de forma positiva, como yoga, dança ou massagem.
    Questionar os pensamentos: Identifique os pensamentos negativos e questione sua validade. Eles são realmente verdadeiros? Existem outras maneiras de interpretar a situação?
    Definir limites: Reflita sobre seus limites e valores em relação ao sexo. O que é importante para você? O que você não está disposto a tolerar?
    Recursos adicionais:

    Centros de Atenção Psicossocial (CAPS): Oferecem atendimento psicológico e psiquiátrico gratuito.
    CVV - Centro de Valorização da Vida: Oferece apoio emocional gratuito 24 horas por dia, através do telefone 188.
    Lembre-se que você não está sozinho e que é possível superar esses sentimentos. Buscar ajuda profissional pode ser um passo importante nesse processo.


  • Ola, bom dia! Estou em um relacionamento a quase dois anos e fazem uns meses (3/4) que me pergunt

    Ola, bom dia!

    Estou em um relacionamento a quase dois anos e fazem uns meses (3/4) que me pergunto se realmente gosto do meu namorado.
    Ultimamente isso tem piorado, antes eu sentia isso quando estava longe dele e as vezes perto, mas ultimamente eu me pergunto isso todos os dias.
    Quando sinto isso perto dele não consigo aceitar abraços nem beijos, sinto um vazio, como se tivesse algo aqui me sufocando.
    Ele é uma pessoa perfeita, eu nunca tive alguém tão incrível assim na minha vida e não sei se talvez possa estar ligado mais a mim do que a ele.
    Já tentei passar uns dias longe dele para ver se funcionava e até que funcionou mas ultimamente isso tá bem forte.
    Não sei mais o que fazer para não pensar nisso ou para ter uma resposta para essa pergunta

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Luiz Carlos Costa Silveira

    Olá! É compreensível que você esteja se sentindo confusa e angustiada com essa situação. Questionar os próprios sentimentos em um relacionamento é algo que pode acontecer, e é importante buscar entender o que está acontecendo.

    Algumas reflexões que podem te ajudar:

    Autoconhecimento:
    Você mencionou que ele é "perfeito" e que nunca teve alguém assim. Às vezes, idealizamos o parceiro e nos esquecemos de nossas próprias necessidades e desejos.
    Reserve um tempo para se reconectar consigo mesma. O que te faz feliz? Quais são seus valores e prioridades?
    Explore seus sentimentos sem julgamentos. Permita-se sentir o que quer que surja, sem tentar forçar uma resposta.
    Comunicação:
    A comunicação aberta e honesta é fundamental em qualquer relacionamento.
    Encontre um momento tranquilo para conversar com seu namorado. Explique como você está se sentindo, sem culpá-lo.
    Seja sincera sobre suas dúvidas e incertezas. Ele merece saber o que está acontecendo.
    Tempo e espaço:
    Você já tentou passar um tempo longe dele, e isso te ajudou. Talvez seja necessário repetir essa experiência.
    Às vezes, precisamos de espaço para clarear nossos pensamentos e sentimentos.
    Use esse tempo para se dedicar a atividades que te dão prazer e para refletir sobre o relacionamento.
    Terapia:
    A terapia individual pode ser muito útil para te ajudar a entender seus sentimentos e a lidar com essa situação.
    Um terapeuta pode te auxiliar a explorar suas emoções, identificar padrões de comportamento e tomar decisões mais conscientes.
    A terapia de casal também pode ser uma boa opção, para que vocês possam ter um espaço adequado para conversar sobre o que estão sentindo e como podem lidar com isso.
    Outras questões:
    É sempre importante analisar se não existem outras questões que podem estar influenciando a forma como você se sente, como por exemplo questões hormonais, estresse, entre outros. Caso ache necessário, procure ajuda profissional.
    Lembre-se:

    Não existe uma resposta certa ou errada. Seus sentimentos são válidos.
    Não se pressione a tomar uma decisão precipitada. Dê-se tempo para refletir e buscar ajuda.
    Você merece um relacionamento que te faça feliz e realizada.
    Espero que estas reflexões te ajudem a encontrar clareza e a tomar a melhor decisão para você.


  • É possível ter pensamentos e emoções positivas o dia inteiro????

    É possível ter pensamentos e emoções positivas o dia inteiro????

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Luiz Carlos Costa Silveira

    Oi,

    Não, não é realista esperar ter pensamentos e emoções positivas o tempo todo. A vida é feita de altos e baixos, e todos nós experimentamos uma variedade de emoções ao longo do dia, incluindo alegria, tristeza, raiva, frustração e ansiedade.

    Por que não é possível ter positividade constante:

    A natureza das emoções: As emoções são respostas naturais aos eventos da vida. É normal sentir tristeza diante de uma perda, raiva diante de uma injustiça ou ansiedade diante de um desafio.
    A importância das emoções negativas: As emoções negativas desempenham um papel importante em nos alertar sobre problemas, nos motivar a agir e nos ajudar a aprender com nossas experiências.
    O mito da positividade tóxica: A ideia de que devemos ser positivos o tempo todo pode levar à repressão de emoções genuínas, o que pode ser prejudicial à saúde mental.
    O que é possível alcançar:

    Equilíbrio emocional: Em vez de buscar a positividade constante, o objetivo deve ser alcançar um equilíbrio emocional, onde você reconhece e aceita todas as suas emoções, sem se deixar dominar por elas.
    Resiliência: Desenvolver resiliência emocional permite que você lide melhor com os desafios da vida e se recupere mais rapidamente de experiências negativas.
    Bem-estar: Cultivar o bem-estar envolve práticas como autocuidado, exercícios físicos, alimentação saudável, sono adequado e relacionamentos positivos.
    Dicas para cultivar o bem-estar:

    Pratique a gratidão: Reserve um tempo todos os dias para refletir sobre as coisas pelas quais você é grato.
    Cultive relacionamentos positivos: Passe tempo com pessoas que te fazem bem e te apoiam.
    Pratique atividades que te dão prazer: Dedique tempo a hobbies e atividades que te relaxam e te fazem feliz.
    Cuide da sua saúde física: Faça exercícios físicos regularmente, alimente-se de forma saudável e durma bem.
    Pratique a atenção plena (mindfulness): A atenção plena pode te ajudar a se conectar com o momento presente e a lidar melhor com as emoções.
    Lembre-se que buscar ajuda profissional de um psicólogo ou terapeuta pode ser muito benéfico para desenvolver habilidades de inteligência emocional e lidar com suas emoções de forma saudável.


  • Sinto a necessidade de começar a terapia, mas me sinto desconfortável e constrangida porque nunca fi

    Sinto a necessidade de começar a terapia, mas me sinto desconfortável e constrangida porque nunca fiz e estou em uma fase talvez de crises existenciais que não saberia responder nem o básico sobre mim mesma, não sei nem do que gosto mais ou como me sinto sobre algo, parece que estou em um limbo e com zero clareza. Como posso contornar esse desconforto e procurar ajuda?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Luiz Carlos Costa Silveira

    Oi,

    É completamente compreensível sentir desconforto e constrangimento ao iniciar a terapia, especialmente quando se está em um momento de incertezas e crises existenciais. A sensação de não saber nem o básico sobre si mesma é mais comum do que se imagina, e a terapia pode ser justamente o espaço para explorar essas questões e encontrar clareza.

    Como contornar o desconforto e procurar ajuda:

    Encontre um profissional com quem você se identifique:
    A relação terapêutica é fundamental. Pesquise profissionais com diferentes abordagens e especialidades, e agende uma primeira consulta para conhecer o terapeuta e ver se você se sente à vontade.
    Muitos profissionais oferecem a primeira consulta gratuita ou com valor reduzido.
    Não se preocupe em ter todas as respostas:
    A terapia é um processo de descoberta, e o terapeuta está lá para te ajudar a explorar seus pensamentos e sentimentos, mesmo que você não saiba como expressá-los.
    Você não precisa ter um roteiro ou saber exatamente o que falar. Apenas comece a falar sobre o que te incomoda, e o terapeuta te guiará.
    Comece pequeno:
    Se a ideia de falar sobre tudo te assusta, comece com um ou dois tópicos que te incomodam mais.
    Você pode começar falando sobre a sensação de estar em um "limbo" e a dificuldade em se conectar com seus próprios sentimentos.
    Lembre-se que a terapia é um espaço seguro:
    O terapeuta é um profissional treinado para te ouvir sem julgamentos e te ajudar a lidar com suas emoções.
    Tudo o que você disser na terapia é confidencial, então você pode se sentir à vontade para se expressar livremente.
    Seja paciente consigo mesma:
    A terapia é um processo gradual, e leva tempo para se sentir confortável e para começar a ver resultados.
    Não se pressione para ter respostas imediatas ou para mudar da noite para o dia.
    Explore diferentes modalidades de terapia:
    Existem diversas abordagens terapêuticas, como a terapia cognitivo-comportamental, a psicanálise, a gestalt-terapia e a abordagem centrada na pessoa.
    Pesquise sobre as diferentes abordagens e veja qual delas te parece mais adequada.
    Considere a terapia online:
    Se você se sente muito desconfortável com a ideia de ir a um consultório, a terapia online pode ser uma boa opção.
    A terapia online oferece a mesma qualidade de atendimento, mas com a comodidade de fazer as sessões em casa.
    Lembre-se:

    Procurar ajuda é um sinal de força, não de fraqueza.
    A terapia pode ser um espaço transformador para o autoconhecimento e o crescimento pessoal.
    A primeira consulta serve para que o terapeuta e o paciente se conheçam, e para que o paciente possa tirar as dúvidas sobre o processo terapeutico.
    Espero que estas dicas te ajudem a dar o primeiro passo e a encontrar o apoio que você precisa.









  • Estou a tomar sertalina 100mg há 15 dias e estou com gases e diarreia é normal? Quanto tempo demora

    Estou a tomar sertalina 100mg há 15 dias e estou com gases e diarreia é normal? Quanto tempo demora a passar os efeitos secundários?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Luiz Carlos Costa Silveira

    Sim, gases e diarreia são efeitos colaterais comuns da sertralina, especialmente no início do tratamento. Esses sintomas geralmente são leves e tendem a diminuir ou desaparecer dentro de algumas semanas, à medida que o corpo se adapta à medicação.

    Quanto tempo duram os efeitos colaterais?

    Primeiras semanas: A maioria dos efeitos colaterais, como gases, diarreia, náuseas e dores de cabeça, tende a diminuir ou desaparecer dentro de 1 a 2 semanas.
    Adaptação completa: Alguns efeitos colaterais, como alterações no sono ou na libido, podem levar mais tempo para se estabilizar, às vezes até 4 a 6 semanas.
    O que você pode fazer para aliviar os sintomas:

    Gases:
    Evite alimentos que causam gases, como feijão, brócolis e refrigerantes.
    Tome chás de ervas como camomila ou hortelã.
    Use medicamentos de venda livre para gases, como simeticona.
    Diarreia:
    Beba bastante líquido para evitar a desidratação.
    Coma alimentos leves e fáceis de digerir, como arroz branco, torradas e bananas.
    Evite alimentos gordurosos, picantes ou ricos em fibras.
    Use medicamentos antidiarreicos de venda livre, como a loperamida, se necessário.
    Quando procurar um médico:

    Se os efeitos colaterais forem muito intensos ou persistentes.
    Se você tiver outros sintomas preocupantes, como sangramento retal, febre alta ou vômitos persistentes.
    Se você tiver pensamentos suicidas ou piora da depressão.
    Importante:

    Nunca interrompa o uso da sertralina sem consultar o seu médico. A interrupção abrupta pode causar sintomas de abstinência.
    Converse com o seu médico sobre os efeitos colaterais que você está experimentando. Ele pode ajustar a dose da medicação ou recomendar outras estratégias para aliviar os sintomas.
    Lembre-se que a sertralina leva algumas semanas para fazer efeito completo. Seja paciente e continue o tratamento conforme prescrito pelo seu médico.


  • Qual é o autocuidado para quem sofre com o Transtorno Da Personalidade Borderline (TPB) ?

    Qual é o autocuidado para quem sofre com o Transtorno Da Personalidade Borderline (TPB) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Luiz Carlos Costa Silveira

    Oi!

    O autocuidado é fundamental para pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), ajudando a gerenciar as emoções intensas, a impulsividade e a instabilidade nos relacionamentos. Aqui estão algumas estratégias importantes:

    1. Terapia:

    Terapia Comportamental Dialética (DBT): É a terapia mais eficaz para TPB, ensinando habilidades de regulação emocional, tolerância ao mal-estar, mindfulness e efetividade interpessoal.
    Outras terapias: Outras abordagens, como a Terapia do Esquema e a Terapia Focada na Transferência, também podem ser úteis.
    2. Gerenciamento de Emoções:

    Identifique e nomeie suas emoções: Aprenda a reconhecer os diferentes sentimentos e a dar-lhes nomes.
    Pratique técnicas de relaxamento: Meditação, respiração profunda e yoga podem ajudar a acalmar a mente e o corpo.
    Desenvolva um plano de crise: Tenha um plano em mente para lidar com momentos de angústia intensa, incluindo atividades que o acalmem e pessoas com quem possa conversar.
    3. Habilidades de Enfrentamento:

    Tolerância ao mal-estar: Aprenda a lidar com situações difíceis sem recorrer a comportamentos impulsivos ou autodestrutivos.
    Mindfulness: Pratique a atenção plena para se conectar com o momento presente e reduzir a ruminação.
    Efetividade interpessoal: Melhore suas habilidades de comunicação e relacionamento para construir conexões saudáveis.
    4. Estilo de Vida Saudável:

    Sono regular: Mantenha uma rotina de sono consistente para melhorar o humor e a regulação emocional.
    Alimentação equilibrada: Uma dieta saudável pode influenciar positivamente o bem-estar mental.
    Exercício físico: A atividade física regular libera endorfinas, que têm efeitos antidepressivos e ansiolíticos.
    Evite o uso de substâncias: O álcool e outras drogas podem piorar os sintomas do TPB.
    5. Rede de Apoio:

    Conecte-se com pessoas de confiança: Compartilhe seus sentimentos com amigos, familiares ou grupos de apoio.
    Busque apoio profissional: Um psiquiatra ou psicólogo pode fornecer orientação e suporte adicionais.
    6. Autocompaixão:

    Seja gentil consigo mesmo: Reconheça que você está fazendo o melhor que pode e trate-se com compaixão.
    Desafie o pensamento negativo: Questione os pensamentos autocríticos e substitua-os por afirmações mais positivas.
    Lembre-se que o autocuidado é um processo contínuo e que cada pessoa com TPB pode encontrar estratégias que funcionem melhor para si. É importante ter paciência e persistência, e buscar ajuda profissional quando necessário.


  • Em quais doenças psiquiátricas o ciúme patológico pode se manifestar?

    Em quais doenças psiquiátricas o ciúme patológico pode se manifestar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Luiz Carlos Costa Silveira

    Oi!

    O ciúme patológico pode se manifestar em diversas doenças psiquiátricas, incluindo:

    Transtorno Delirante:
    Nesse transtorno, a pessoa pode ter delírios de ciúme, acreditando firmemente que o parceiro é infiel, mesmo sem evidências.
    Transtorno de Personalidade Borderline (TPB):
    Indivíduos com TPB podem apresentar ciúme intenso e instável, devido ao medo do abandono e à dificuldade em regular as emoções.
    Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC):
    O ciúme obsessivo pode se manifestar como pensamentos intrusivos e compulsões relacionadas à infidelidade do parceiro.
    Esquizofrenia Paranóide:
    Em alguns casos, a esquizofrenia paranóide pode incluir delírios de ciúme, nos quais a pessoa acredita que o parceiro está conspirando contra ela.
    Transtornos relacionados ao uso de substâncias:
    O uso de substâncias psicoativas, como o álcool, pode exacerbar o ciúme e levar a comportamentos patológicos.
    Transtorno de personalidade paranóide:
    Indivíduos com transtorno de personalidade paranóide podem apresentar suspeitas recorrentes e injustificadas sobre a fidelidade do parceiro.
    É importante ressaltar que o ciúme patológico é um sintoma que pode estar presente em diferentes transtornos, e o diagnóstico preciso deve ser feito por um profissional de saúde mental.


  • Num relacionamento conjugal, a opinião do outro é muito importante?

    Num relacionamento conjugal, a opinião do outro é muito importante?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Luiz Carlos Costa Silveira

    Oi!

    Se o objetivo do casal for permanecer juntos, sim!
    A opinião do outro é muito importante, isso não implica em dizer que épreciso se anular em detrimento do outro, mas que o outro deve ser ouvido com atenção e que as suas ponderações devem ser consideradas no momento de tomar decisões, principalmente as decisões que implicam na modificação da rotina de ambos.


  • O que pode desencadear uma crise existencial de uma pessoa adulta ?

    O que pode desencadear uma crise existencial de uma pessoa adulta ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Luiz Carlos Costa Silveira

    Oi!
    O que pode desencadear uma crise existencial de uma pessoa adulta, é o fato dela ser adulta!
    Quanto mais amadurecemos e nos tornamos conscientes de quem somos, do lugar que ocupamos no mundo e das nossas responsabilidades, mais sentimos falta, uma falta inexplicável, o tão falado vazio existencial.


  • Qual é a relação entre abuso emocional na infância e transtorno de personalidade borderline ?

    Qual é a relação entre abuso emocional na infância e transtorno de personalidade borderline ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Luiz Carlos Costa Silveira

    O trauma na infância é um fator de risco significativo para o desenvolvimento do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB). Experiências traumáticas podem interferir no desenvolvimento emocional e psicológico da criança, levando a padrões de comportamento e pensamento disfuncionais que caracterizam o TPB.

    Como o trauma infantil contribui para o TPB:

    Desenvolvimento emocional prejudicado:
    Traumas como abuso físico, sexual ou emocional, negligência e separação dos pais podem impedir o desenvolvimento de habilidades saudáveis de regulação emocional.
    Crianças traumatizadas podem ter dificuldade em identificar, expressar e lidar com suas emoções, levando a reações intensas e instáveis.
    Dificuldade em construir relacionamentos saudáveis:
    O trauma pode levar a padrões de apego inseguros, nos quais a criança tem dificuldade em confiar nos outros e em estabelecer relacionamentos estáveis.
    Isso pode resultar em medo do abandono, relacionamentos intensos e instáveis, e dificuldade em manter limites saudáveis.
    Desenvolvimento de crenças negativas sobre si mesmo e o mundo:
    Experiências traumáticas podem levar a criança a internalizar crenças negativas sobre si mesma, como se sentir indigna, incompetente ou má.
    Essas crenças podem levar a comportamentos autodestrutivos, como automutilação e tentativas de suicídio.
    Dificuldade em lidar com o estresse:
    O trauma pode deixar a criança com um sistema nervoso hipersensível, tornando-a mais propensa a reagir de forma exagerada ao estresse.
    Isso pode levar a comportamentos impulsivos, como explosões de raiva, uso de substâncias e comportamentos de risco.
    Tipos de trauma infantil associados ao TPB:

    Abuso: Físico, sexual ou emocional.
    Negligência: Física ou emocional.
    Separação dos pais: Perda de um dos pais ou cuidadores.
    Exposição à violência: Testemunhar violência doméstica ou comunitária.
    É importante ressaltar que nem todas as crianças que vivenciam traumas desenvolvem TPB. No entanto, o trauma infantil é um fator de risco significativo, e quanto mais grave e prolongado o trauma, maior o risco.


  • Como o trauma da infância pode levar ao transtorno de personalidade borderline ?

    Como o trauma da infância pode levar ao transtorno de personalidade borderline ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Luiz Carlos Costa Silveira

    Oi!

    O trauma na infância é um fator de risco significativo para o desenvolvimento do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB). Experiências traumáticas podem interferir no desenvolvimento emocional e psicológico da criança, levando a padrões de comportamento e pensamento disfuncionais que caracterizam o TPB.

    Como o trauma infantil contribui para o TPB:

    Desenvolvimento emocional prejudicado:
    Traumas como abuso físico, sexual ou emocional, negligência e separação dos pais podem impedir o desenvolvimento de habilidades saudáveis de regulação emocional.
    Crianças traumatizadas podem ter dificuldade em identificar, expressar e lidar com suas emoções, levando a reações intensas e instáveis.
    Dificuldade em construir relacionamentos saudáveis:
    O trauma pode levar a padrões de apego inseguros, nos quais a criança tem dificuldade em confiar nos outros e em estabelecer relacionamentos estáveis.
    Isso pode resultar em medo do abandono, relacionamentos intensos e instáveis, e dificuldade em manter limites saudáveis.
    Desenvolvimento de crenças negativas sobre si mesmo e o mundo:
    Experiências traumáticas podem levar a criança a internalizar crenças negativas sobre si mesma, como se sentir indigna, incompetente ou má.
    Essas crenças podem levar a comportamentos autodestrutivos, como automutilação e tentativas de suicídio.
    Dificuldade em lidar com o estresse:
    O trauma pode deixar a criança com um sistema nervoso hipersensível, tornando-a mais propensa a reagir de forma exagerada ao estresse.
    Isso pode levar a comportamentos impulsivos, como explosões de raiva, uso de substâncias e comportamentos de risco.
    Tipos de trauma infantil associados ao TPB:

    Abuso: Físico, sexual ou emocional.
    Negligência: Física ou emocional.
    Separação dos pais: Perda de um dos pais ou cuidadores.
    Exposição à violência: Testemunhar violência doméstica ou comunitária.
    É importante ressaltar que nem todas as crianças que vivenciam traumas desenvolvem TPB. No entanto, o trauma infantil é um fator de risco significativo, e quanto mais grave e prolongado o trauma, maior o risco.


  • Oi, Ontem Eu Esqueci de Tomar a Fluoxetina no Horário Correto 9hrs da Manhã, Aí Só Tomei Quando Lemb

    Oi, Ontem Eu Esqueci de Tomar a Fluoxetina no Horário Correto 9hrs da Manhã, Aí Só Tomei Quando Lembrei Era Entre 17:00 a 18:00, Posso Tomar as 9 da Manhã no Dia Seguinte?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Luiz Carlos Costa Silveira

    Oi...

    Sim, Você pode tomar no horário nalmal no dia seguinte. O ideal seria tomar sempre no mesmo horário. Enacarar como um compromisso cinsigo mesmo (a). Programar um alarme no celular pode ajudar nesta demanda.


  • Existem sinais comportamentais precoces que anunciam o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)

    Existem sinais comportamentais precoces que anunciam o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) durante a infância e adolescência?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Luiz Carlos Costa Silveira

    Oi!

    Embora o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) seja geralmente diagnosticado na idade adulta, alguns sinais comportamentais precoces podem surgir durante a infância e adolescência, indicando uma maior vulnerabilidade ao desenvolvimento do transtorno. É importante ressaltar que a presença desses sinais não garante o diagnóstico de TPB, mas serve como um alerta para a necessidade de acompanhamento profissional.

    Sinais comportamentais precoces:

    Instabilidade emocional:
    Mudanças de humor intensas e frequentes.
    Reações emocionais exageradas a situações cotidianas.
    Dificuldade em regular as emoções.
    Comportamentos impulsivos:
    Comportamentos de risco, como uso de substâncias, sexo desprotegido ou direção perigosa.
    Dificuldade em controlar os impulsos.
    Acessos de raiva frequentes.
    Dificuldades nos relacionamentos:
    Medo intenso de abandono e dificuldade em manter relacionamentos estáveis.
    Relacionamentos intensos e instáveis, alternando entre idealização e desvalorização do outro.
    Dificuldade em confiar nos outros.
    Problemas de identidade:
    Sentimentos crônicos de vazio e falta de identidade.
    Mudanças frequentes de objetivos, valores e amigos.
    Dificuldade em saber quem é.
    Comportamentos autodestrutivos:
    Automutilação, como cortes ou queimaduras.
    Tentativas de suicídio.
    Comportamentos de risco que colocam a vida em perigo.
    Traumas:
    Histórico de abuso físico, sexual ou emocional.
    Negligência emocional.
    Separação dos pais ou perda de um ente querido.
    Importância do acompanhamento profissional:

    Se você observar esses sinais em um adolescente, é fundamental procurar ajuda profissional de um psicólogo ou psiquiatra.
    O diagnóstico precoce e o tratamento adequado podem melhorar significativamente a qualidade de vida da pessoa com TPB.
    Observações:

    É crucial não confundir os comportamentos típicos da adolescência com os sinais de TPB.
    Nem todos os adolescentes que apresentam esses sinais desenvolverão TPB.
    A avaliação de um profissional de saúde mental é essencial para um diagnóstico preciso.


  • Com qual idade uma pessoa pode começar a apresentar sintomas do Transtorno da Personalidade Borderli

    Com qual idade uma pessoa pode começar a apresentar sintomas do Transtorno da Personalidade Borderline (TPB)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Luiz Carlos Costa Silveira

    Oi!

    O Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) geralmente se manifesta no final da adolescência ou no início da idade adulta, por volta dos 16 aos 25 anos. No entanto, é importante observar que:

    Sintomas precoces:
    Alguns traços emocionais e comportamentais característicos do TPB podem surgir na infância ou no início da adolescência.
    Crianças e adolescentes que sofreram traumas, como abuso ou negligência, podem apresentar padrões de comportamento que se assemelham aos sintomas do TPB.
    Diagnóstico na adolescência:
    Embora o diagnóstico formal de TPB geralmente seja feito na idade adulta, ele pode ser diagnosticado na adolescência em casos específicos.
    Para um diagnóstico de TPB na adolescência, os sintomas devem estar presentes de forma consistente por pelo menos um ano.
    Um diagnóstico de TPB na adolescência, não necessariamente indica que o transtorno continuará na idade adulta.
    Atenuação dos sintomas:
    Em muitos casos, a gravidade dos sintomas do TPB tende a diminuir com o tempo, especialmente com o tratamento adequado.
    Sinais de alerta na adolescência:

    Instabilidade emocional intensa e frequente.
    Comportamentos impulsivos e autodestrutivos.
    Medo intenso de abandono e dificuldade em manter relacionamentos estáveis.
    Sentimentos crônicos de vazio e identidade instável.
    Se você observar esses sinais em um adolescente, é importante procurar ajuda profissional de um psicólogo ou psiquiatra. O diagnóstico precoce e o tratamento adequado podem melhorar significativamente a qualidade de vida da pessoa com TPB.


  • Tomei decanoato e tô sem emoção não tenho prazer em ouvir música queria saber se isto vai voltar se

    Tomei decanoato e tô sem emoção não tenho prazer em ouvir música queria saber se isto vai voltar se esse colateral vai sair ou vou ter que trocar de medicamento pois não estou aguentando mais

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Luiz Carlos Costa Silveira

    Entendo que você esteja passando por um momento difícil com a falta de emoção e prazer após o uso de decanoato. É importante lembrar que os medicamentos podem afetar cada pessoa de forma diferente, e os efeitos colaterais variam.

    O que você está sentindo é comum?

    A falta de emoção, também conhecida como embotamento afetivo, é um efeito colateral relatado por algumas pessoas que usam decanoato. A diminuição do prazer em atividades que antes eram prazerosas, como ouvir música, também pode ocorrer.

    O que posso fazer?

    Converse com seu médico: É fundamental que você relate esses sintomas ao seu médico o mais rápido possível. Ele poderá avaliar a situação, ajustar a dose do medicamento ou considerar outras opções de tratamento.
    Não interrompa o uso do medicamento por conta própria: A interrupção abrupta do medicamento pode causar efeitos colaterais desagradáveis e até mesmo perigosos.
    Seja paciente: Alguns efeitos colaterais podem diminuir com o tempo, à medida que seu corpo se adapta ao medicamento. No entanto, se os sintomas persistirem ou forem muito incômodos, seu médico poderá ajudá-lo a encontrar uma solução.
    Possíveis soluções:

    Ajuste da dose: Seu médico pode ajustar a dose do decanoato para minimizar os efeitos colaterais.
    Troca de medicamento: Se os efeitos colaterais forem muito intensos, seu médico pode considerar a troca do decanoato por outro medicamento com menos efeitos colaterais.
    Terapia adjuvante: Em alguns casos, a terapia psicológica pode ajudar a lidar com os efeitos colaterais emocionais.
    Lembre-se:

    Cada pessoa reage de forma diferente aos medicamentos.
    É importante ter uma comunicação aberta e honesta com seu médico.
    Não hesite em buscar ajuda profissional se você estiver se sentindo sobrecarregado.
    Espero que você encontre alívio em breve.


  • Olá. Tenho 20 anos de idade. Sou uma pessoa ansiosa, intensa, estressado, e, na maior parte dos meus

    Olá. Tenho 20 anos de idade. Sou uma pessoa ansiosa, intensa, estressado, e, na maior parte dos meus dias sinto uma mistura de raiva e desgosto! Sensível, porém não demostro. Várias situações me atormentam, mas infelizmente não consigo desabafar com ninguém, guardo tudo pra mim. Gostaria de falar com um profissional que pudesse me ouvir e orientar. Tenho muita coisa na cabeça, talvez seja só coisas bestas ou até mesmo dramas... Mas de qualquer maneira isso me incomoda bastante e me impede de viver bem comigo mesmo. A quem devo recorrer? À um psicólogo? Um psicanalista? Quem devo procurar? Desde já, agradeço.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Luiz Carlos Costa Silveira

    Oi,

    As duas opções que você coloca são válidas, e sugiro que você inicie o quanto antes um acompanhamento psicoterápico. A diferença entre os profissionais diz respeito a abordagem que ele utilizará durante as sessões, as percepções individuais de cada profissional e a relação de confiança que se estabelecerá entre você e o seu terapeuta.
    Há o risco de você não desenvolver esse laço de confiança com o primeiro profissional que você fizer contato, portanto não desista! Procure outro terapeuta até que você encontre alguém que se "encaixe" com o seu estilo.


Perguntas frequentes

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