Perguntas do paciente (80)
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Faz um mês que conheci um menino, tudo aconteceu muito rápido, porém ele nesse tempo tem se mostrado
Faz um mês que conheci um menino, tudo aconteceu muito rápido, porém ele nesse tempo tem se mostrado uma pessoa difícil e estamos discutindo constantemente, nossa primeira discussão foi porque ele começou a questionar respostas de comentários das minhas fotos de 2022, época que eu não estava com ele, e nos comentários não tinha nada de mais. Ele sempre questiona coisas bobas e sempre faz muitas perguntas e quer saber muitos detalhes sempre, ele viu uma foto antiga com um amigo meu e começou a questionar, vocês estão muito perto não acha? Como vocês conversavam? porque tirou essa foto? para quem mandou? porque tirou para mandar para outra pessoa?... Isso me incomoda e ao falar sobre com ele, ele fala que só está tentando me entender melhor e que não tem culpa de eu só ter tido relacionamentos rasos e que passado importa para ele, isso está acabando com a minha cabeça e eu não estou conseguindo ficar feliz, pois sei que quando ele está perto e estamos conversando eu posso falar algo ou fazer e ele começar a questionar e acabar com o momento feliz. Ele já falou que não é ciúmes e nem desconfiança. Sinto que nenhuma resposta e o suficiente para ele. O que fazer? Devo procurar um especialista?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Pelo que você relata, parece que essa relação tem gerado mais ansiedade e desgaste do que tranquilidade, especialmente considerando que vocês se conhecem há apenas um mês. Independentemente da intenção dele, é importante observar como você tem se sentido dentro dessa dinâmica. Em um relacionamento saudável, existem limites que precisam ser respeitados, e você não deve sentir que precisa justificar constantemente situações do seu passado ou viver com receio de ser questionada a todo momento.
A psicoterapia pode ser muito útil para te ajudar a compreender melhor seus sentimentos, identificar padrões nos relacionamentos, fortalecer seus limites e tomar decisões mais alinhadas com o que faz sentido para você. Mais do que lidar com esse relacionamento específico, a terapia é um espaço de autoconhecimento que contribui para viver e se relacionar de forma mais leve e saudável. Se você sentir que essa situação está afetando seu bem-estar, buscar acompanhamento psicológico pode ser um passo muito valioso, e eu posso te ajudar nesse processo!
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Estou numa relação e aconteceu uma interação com um amigo que me deixou desconfortável. O meu parcei
Estou numa relação e aconteceu uma interação com um amigo que me deixou desconfortável. O meu parceiro não ficou incomodado quando lhe contei, mas desde então tenho pensamentos repetitivos sobre se fiz algo errado. Passo muito tempo a rever mentalmente o que aconteceu, a analisar cada detalhe e a sentir culpa, apesar de procurar confirmação junto de outras pessoas. Como posso lidar com esta necessidade constante de ter a certeza de que não fiz algo errado? Sinto a necessidade de perguntar a toda a gente se considera traição, se eu agi errado, e minha cabeça fica o tempo todo “isso é traição” “coitado do seu namorado, vc não merece ele” “será que eu dei abertura?” “Será que eu fiz com intenção?”
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Imagino o quanto isso deve estar sendo angustiante para você... Pelo que você descreve, parece que o sofrimento não está apenas na situação que aconteceu, mas principalmente na quantidade de dúvidas, culpa e questionamentos que vieram depois dela. Você já conversou com seu parceiro, buscou a opinião de outras pessoas e, ainda assim, sua mente continua voltando ao assunto, analisando cada detalhe e tentando encontrar uma certeza absoluta de que não fez nada errado! :/
Quando entramos nesse ciclo, é comum que a busca por respostas traga um alívio momentâneo, mas não resolva a angústia de forma duradoura. A psicoterapia pode ser um espaço muito importante para compreender melhor esses pensamentos, acolher esse sofrimento e investigar por que essa situação tem gerado tanta culpa e necessidade de validação. Você não precisa carregar tudo isso sozinha(o). Com apoio adequado, é possível desenvolver uma relação mais tranquila com seus pensamentos, suas emoções e seus relacionamentos. Se desejar, posso te acompanhar nesse processo!
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Estou a passar por uma situação que me está a causar muita angústia. Há cerca de dois anos tive uma
Estou a passar por uma situação que me está a causar muita angústia. Há cerca de dois anos tive uma conversa por mensagens com uma pessoa que conhecia do passado, com quem tinha tido uma experiência típica da pré-adolescência, sem qualquer relação amorosa ou sentimento romântico envolvido mas que ja rolou uns beijos
Na altura não vi nada de problemático nessa conversa. Falámos sobre assuntos normais, como estudos, amizades em comum e outros temas do dia a dia. No entanto, recentemente comecei a questionar-me sobre essa interação e a sentir muita culpa.
O problema é que não me lembro da conversa em detalhe, apenas dos temas gerais. Por isso surgem pensamentos constantes como: 'E se eu tiver dado abertura?', 'E se houve algum flerte e eu não me lembro?', 'E se tive alguma intenção inadequada sem perceber?', 'E se fiz algo que vai contra os meus valores?'
Já falei sobre isto com o meu parceiro e ele não ficou incomodado nem desconfiou de mim. Mesmo assim, continuo a duvidar de mim própria e a sentir necessidade de procurar a opinião de outras pessoas para ter a certeza de que não fiz nada de errado.
Gostaria de perceber porque é que fico tão presa a estas dúvidas sobre acontecimentos passados, especialmente quando não me lembro de todos os detalhes, e porque a tranquilização dos outros parece não ser suficiente para me deixar em pazRESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você descreve parece estar gerando um sofrimento muito grande, e é compreensível que se sinta angustiada. Quando não temos acesso a todos os detalhes de uma situação passada, nossa mente pode tentar preencher esses espaços com hipóteses, dúvidas e cenários imaginados, especialmente quando o assunto envolve valores importantes para nós, como fidelidade, honestidade e respeito ao parceiro.
Algo que me chama atenção no seu relato é que, mesmo após conversar com seu parceiro e buscar a opinião de outras pessoas, a tranquilidade não permanece por muito tempo. Isso pode estar acontecendo porque, muitas vezes, a questão central não está no que aconteceu há dois anos, mas na dificuldade de conviver com a incerteza e na necessidade de ter absoluta certeza de que não houve erro algum. A psicoterapia pode ajudar muito a compreender esse padrão, acolher esse sofrimento e desenvolver uma relação mais saudável com as dúvidas, a culpa e os próprios pensamentos. Você não precisa lidar com isso sozinha! Se desejar, posso te acompanhar nesse processo e te ajudar a construir uma vida mais leve e alinhada aos seus valores!
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Cresci em um ambiente com muita negligência, sofrimento emocional e situações traumáticas que me afe
Cresci em um ambiente com muita negligência, sofrimento emocional e situações traumáticas que me afetaram desde pequeno. Hoje sinto que isso ainda influencia muito minha vida diária.
Eu vivo um conflito constante:
Por um lado, sinto que preciso conquistar autonomia, independência financeira, rotina, trabalho e eventualmente sair de casa, porque o ambiente em que vivo ainda me faz mal emocionalmente.
Por outro lado, sinto que estou tão desgastado emocionalmente que tenho dificuldade de manter constância, disciplina, foco, energia e estabilidade pra conseguir justamente construir essa independência.
Então entro num looping:
- não consigo crescer porque estou emocionalmente mal e vivendo num ambiente ruim;
- mas continuo preso nesse ambiente porque ainda não consegui crescer.
Queria entender:
- até que ponto o ambiente atual pode estar mantendo meus problemas emocionais?
- sair de casa costuma ajudar pessoas nesse tipo de situação?
- devo priorizar primeiro estabilidade emocional/terapia ou construir independência mesmo ainda estando emocionalmente mal?
- como diferenciar “preciso me esforçar mais” de “meu sistema emocional está realmente sobrecarregado”?
- qual seria uma forma saudável e realista de construir autonomia nesse estado?
- dá pra carregar todo esse sofrimento e todos esses traumas e ainda conseguir manter rotina, crescimento pessoal pra conseguir independência e sair de casa?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você descreve faz muito sentido dentro da sua história, e é compreensível que se sinta assim!! Crescer em um ambiente marcado por negligência, sofrimento emocional e traumas pode deixar o sistema emocional em constante estado de alerta, afetando energia, foco, constância e até a capacidade de construir autonomia. Então não é apenas uma questão de “se esforçar mais", muitas vezes existe um desgaste emocional real acontecendo. Ao mesmo tempo, sair de um ambiente que continua fazendo mal pode ajudar bastante, mas esse processo não precisa acontecer sozinho nem de forma brusca. Na psicoterapia, todas essas questões podem ser avaliadas e compreendidas junto de um profissional que estará ali para oferecer suporte, pensar estratégias com você, planejar possibilidades e te ajudar a construir uma vida mais leve, com sentido e valor para você. Se quiser testar essa possibilidade da psicoterapia estou por aqui! Estou disponível para te ouvir e traçar estratégias juntos.
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Perdi alguém recentemente por erros que cometi, não mudei atitudes que machucavam a pessoa. E agora
Perdi alguém recentemente por erros que cometi, não mudei atitudes que machucavam a pessoa. E agora que perdi, estou mudando essas atitudes por mim mas a culpa do “e se eu tivesse mudado antes”, continua vindo a tona…. O que fazer?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Imagino como esteja sendo difícil passar por esse momento. A culpa pode ser uma emoção muito pesada quando olhamos para o passado com mais clareza. Esse “e se…” costuma aparecer como uma tentativa da mente de voltar no tempo e corrigir algo, mas a realidade é que as mudanças geralmente acontecem quando conseguimos enxergar o que antes não era tão claro. O fato de você estar se responsabilizando e buscando mudar já mostra um movimento importante de crescimento. Em vez de ficar preso apenas ao erro, pode ser mais saudável tentar dar um novo significado a essa experiência, reconhecendo o aprendizado e permitindo-se seguir em frente com mais consciência. Ainda assim, esse processo não é simples de lidar sozinho. O acompanhamento psicológico pode te ajudar a elaborar essa culpa, trabalhar o perdão a si mesmo e transformar essa dor em algo mais leve. Além disso, podemos entender melhor o que aconteceu, o que você percebe como perda, por exemplo, bem como também o que gostaria de fazer diferente. Além de acolhimento, a terapia também é um lugar de reconhecimento, mudanças e ajustes! Abraços
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É possível construir uma identidade autêntica através da psicoterapia?
É possível construir uma identidade autêntica através da psicoterapia?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, é possível e esse é um dos caminhos mais importantes da psicoterapia! Ao longo do processo, você vai se conhecendo melhor, entendendo sua história, seus valores, suas emoções e os padrões que influenciam suas escolhas. Isso permite diferenciar o que é realmente seu daquilo que foi aprendido ou imposto ao longo da vida, favorecendo a construção de uma identidade mais autêntica e coerente com quem você é! Com acompanhamento psicológico, esse processo acontece de forma gradual e respeitosa, ajudando você a viver com mais sentido e qualidade.
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Sinto uma ansiedade constante depois de sofrer um acidente de carro. Não consigo dormir como antes,
Sinto uma ansiedade constante depois de sofrer um acidente de carro.
Não consigo dormir como antes, fico com medo de andar de carro, e às vezes fico lembrando de algumas cenas desconexas do dia do acidente. Essas cenas vem do nada e me deixam aflita, minha mão sua e meu coração dispara. Ela falou que estou com trauma.
Conversei com uma amiga psicóloga e ela me recomendou terapia EMDR; mas moro no interior de São Paulo e não tem ninguém que atenda assim na minha cidade.
O que seria mais recomendado? Fazer online com alguém que atenda assim ou fazer presencial com outro profissional na minha cidade? Online tem resultado?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sinto muito pelo que você passou, e esses sintomas que você descreve são comuns após situações traumáticas! Seu corpo ainda pode estar em estado de alerta. A terapia, de forma geral, já ajuda muito nesse processo, mesmo que não seja especificamente com EMDR, pois permite trabalhar essas memórias, reduzir a ansiedade e recuperar a sensação de segurança aos poucos. O atendimento online também pode ser eficaz, desde que você se sinta confortável com o profissional. O mais importante é não enfrentar isso sozinha e buscar um acompanhamento que te acolha e te ajude a elaborar essa experiência. Se quiser, posso te acompanhar nesse processo!
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Sempre que tenho um compromisso eu passo mal, só penso nisso e não durmo, quando durmo nao descanso
Sempre que tenho um compromisso eu passo mal, só penso nisso e não durmo, quando durmo nao descanso apenas sonhando com isso. Recentemente consegui um emprego na minha área, tenho muito medo muito mesmo. Estou ha 3 dias sem dormir, sem comer, com ânsia de vomito e com o intestino desregulado. Não consigo me concentrar. Nem me sentir feliz. Não consigo pensar em mais nada, só sinto medo e passo mal e choro. Me dar falta de ar e piriri. Choro que falta o ar. Sinto angústia e me dói o peito. Me disseram que é frescura ou preguiça, mas não é. Eu sinto a mesma coisa quando penso que todo mundo consegue fazer coisas simples ou básicas (como arrumar um emprego) e eu não. E agora que consegui um emprego, me sinto ainda pior. Eu não sei o que fazer. Eu quero desistir e deixar o emprego, mas é muito difícil arrumar emprego na minha cidade e eu não cumpri nenhum dia de serviço ainda. Como lidar com isso?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sinto muito que você esteja passando por isso e é importante dizer: realmente isso não é frescura nem preguiça. O que você descreve me parecem ser sinais intensos de ansiedade, que podem afetar tanto o corpo quanto os pensamentos, principalmente diante de situações novas ou que envolvem responsabilidade, como um novo emprego. Esse medo pode fazer tudo parecer maior e mais difícil do que realmente é, e levar seu corpo a entrar em um estado de alerta constante. Tentar enfrentar tudo sozinha pode ser muito pesado, por isso o acompanhamento psicológico é fundamental para te ajudar a entender esses sintomas, reduzir essa ansiedade e construir estratégias para lidar com esses momentos com mais segurança. Você não precisa desistir agora, é possível trabalhar isso aos poucos, no seu ritmo. Se quiser, posso te acompanhar nesse processo e te oferecer um espaço acolhedor para te ajudar a passar por isso!
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Como o terapeuta pode manter uma postura profissional enquanto constrói um vínculo de confiança com
Como o terapeuta pode manter uma postura profissional enquanto constrói um vínculo de confiança com o paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O psicólogo pode manter uma postura profissional ao construir um vínculo de confiança com o paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) por meio de um acolhimento genuíno, escuta ativa e uma compreensão profunda do seu funcionamento de vida e comportamental. Isso inclui investigar o nível de sofrimento, os sintomas e as experiências do paciente, respeitando sempre seu universo subjetivo. A partir dessa compreensão, o psicólogo pode aplicar técnicas e estratégias direcionadas às demandas e queixas apresentadas, com foco na regulação emocional e no bem-estar. Todo esse processo é guiado pela busca de uma melhora que faça sentido para o paciente, considerando o que ele entende como uma vida com mais qualidade e significado!
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O que o terapeuta deve fazer se perceber que o paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (
O que o terapeuta deve fazer se perceber que o paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) começa a se distanciar ou se afastar emocionalmente?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Boa pergunta! Quando o psicólogo percebe que o paciente com TPB começa a se distanciar ou se afastar emocionalmente, é importante acolher esse movimento com sensibilidade e curiosidade, sem julgamentos. O espaço psicoterapêutico deve ser sempre um lugar de acolhimento, respeito e confiança, onde o paciente se sinta seguro para ser quem é. Dentro dessa relação, que é construída com base na sinceridade, o psicólogo não apenas valida as emoções do paciente, mas também compartilha, de forma cuidadosa, o que observa, abrindo espaço para uma conversa sobre esse afastamento e seus possíveis significados. Esse diálogo pode ajudar o paciente a se perceber melhor, compreender seus movimentos emocionais e, aos poucos, fortalecer o vínculo e a confiança no processo terapêutico!
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Pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) podem ter dificuldades em regular suas emoç
Pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) podem ter dificuldades em regular suas emoções?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) frequentemente têm dificuldades em regular suas emoções. Isso significa que podem sentir tudo de forma muito intensa e ter mais dificuldade em voltar ao equilíbrio após situações estressantes. É importante lembrar que isso não é uma escolha ou falta de controle, mas uma forma de funcionamento emocional que pode ser compreendida e trabalhada. Com acompanhamento psicológico, é possível desenvolver estratégias para lidar melhor com essas emoções e ter mais estabilidade no dia a dia...
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O que é o "sentimento de vazio" em pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
O que é o "sentimento de vazio" em pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O “sentimento de vazio” no Borderline pode ser uma sensação interna de falta, desconexão ou ausência de sentido. Ele pode variar muito de pessoa para pessoa, porque cada um tem seu próprio universo subjetivo e suas vivências. Para alguns, aparece como solidão intensa; para outros, como não saber quem se é ou não se sentir completo. Com acompanhamento psicológico, é possível compreender melhor esse sentimento e encontrar formas mais saudáveis de lidar com ele!
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Tenho percebido um ciclo dos meus relacionamentos e percebi que ao entrar em relações complicadas ou
Tenho percebido um ciclo dos meus relacionamentos e percebi que ao entrar em relações complicadas ou que sinta desafios eu costumo sofrer, mas permaneço, porém em relações de afeto e tranquilas, em algum momento me encontro com ansiedade e pensamentos de medo excessivo de um dia estragar a relação por não amar de verdade a pessoa ou magoá-la, algo que não sinto em relações desafiadoras, estou ficando com uma pessoa uns meses após sair de uma relação que me era desafiadora e finalmente saí quando senti que deveria ter alguém que me amasse, porém ao me sentir desejada e vista por alguém, comecei a ter ansiedade e aperto no peito novamente, tenho medo de nunca conseguir quebrar esse ciclo e medo de talvez ser uma pessoa incapaz de amar de verdade, queria muito não sentir esses medos e permitir conhecer as pessoas e me relacionar com elas antes de sentir esses sentimentos e acabar com tudo
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você está sentindo não significa que você seja incapaz de amar, mas sim que possa existir um padrão emocional que acaba se repetindo... A ansiedade, o medo e o aperto no peito falam de um sofrimento interno que precisa de cuidado e acolhimento, não de culpa! Buscar um acompanhamento psicológico pode te ajudar a se entender melhor, aliviar essa frustração e esse sofrimento, e aprender a se relacionar de um jeito mais leve e respeitoso com seus próprios sentimentos. Você não precisa passar por tudo isso sozinha!
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É possível hábitos como má postura influenciarem na ansiedade? tenho uma postura ruim e há um certo
É possível hábitos como má postura influenciarem na ansiedade? tenho uma postura ruim e há um certo (3 ou 4 semanas) tempo tive uma crise de ansiedade e estou me recuperando. Porém as vezes quando estou tranquilo ou sentado na cadeira eu sinto dores nas costas, desconforto na garganta e até ombros. É possível que esse tipo de hábito me torne mais ansioso ou preocupado?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É muito interessante perceber como você está atento aos sinais do seu corpo e à forma como ele reage; essa autopercepção é um passo importante para o autocuidado. No entanto, talvez a relação seja o oposto do que você imagina: as dores nas costas, o desconforto na garganta e a tensão nos ombros podem não ser apenas consequência de uma má postura, mas também reflexo de níveis elevados de estresse e ansiedade, que fazem o corpo permanecer em estado de alerta e contração muscular. É comum que, mesmo em momentos de aparente tranquilidade, o corpo ainda carregue essa tensão. Trabalhar a consciência corporal, técnicas de respiração e manejo da ansiedade pode ajudar bastante nesse processo. Posso te ajudar a desenvolver essas práticas com mais equilíbrio e acolhimento em terapia!
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Estou em fase de negação? Não sei exatamente se é isto, mas eu ainda vejo meu ex todos os dias, mesm
Estou em fase de negação? Não sei exatamente se é isto, mas eu ainda vejo meu ex todos os dias, mesmo tendo inúmeras brigas diárias
O pior, sou eu quem procuro e ainda ele me humilha por isso, mas eu não sei como agir e nem como sair desse ciclo que já se repetiu por várias vezes, ele também sempre volta
Eu reconheço, que estou errado, que isso não pode continuar, mas não consigo sair disso
É muito dolorido e vergonhoso, muitas vezes eu acho que nunca vou sair disso e que parece o novo jeito de estar neste relacionamento
Ninguém nem imagina que vivemos issoRESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você está sentindo é profundamente humano e não há vergonha alguma em reconhecer que está preso a um ciclo difícil. Isso mostra que você tem consciência do que está acontecendo e, mesmo com dor, está buscando entender e mudar, o que já é um passo muito importante. Situações assim envolvem vínculos emocionais complexos, nos quais a razão e o afeto entram em conflito. Estar em negação, às vezes, é uma forma que a mente encontra para suportar o sofrimento. Você não precisa enfrentar isso sozinho. Com o apoio de um psicólogo, é possível compreender melhor esse vínculo, fortalecer sua autoestima e encontrar caminhos mais saudáveis para se libertar desse ciclo. Se quiser, posso te ajudar a dar esse passo com acolhimento e segurança!
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Sinto que depois que troquei a marca do clonazepan O efeito não é mas o mesmo sinto tremor na cabe
Sinto que depois que troquei a marca do clonazepan
O efeito não é mas o mesmo sinto tremor na cabeça e medo ansiosa e fobia sosialRESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo o quanto isso pode ser angustiante! Perceber mudanças no corpo e nas emoções após alterar a medicação pode gerar muita insegurança. É importante saber que mudanças de marca ou formulação de medicamentos podem, sim, provocar variações na resposta do organismo, especialmente em medicações como o clonazepam. Os tremores, o medo e o aumento da ansiedade podem estar relacionados a essa troca. O mais indicado é conversar o quanto antes com o médico psiquiatra, para avaliar se é necessário ajustar a dose ou retornar à marca anterior. Enquanto isso, cuidar do emocional e buscar acompanhamento psicológico pode te ajudar a lidar com esses sintomas e reduzir o impacto da ansiedade no dia a dia. Se desejar, posso te acompanhar nesse processo com acolhimento e segurança!
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Gostaria de saber qual é o prognóstico do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) se o tratamen
Gostaria de saber qual é o prognóstico do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) se o tratamento for negligenciado?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O prognóstico do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) tende a ser mais desafiador quando o tratamento é negligenciado...
Sem acompanhamento, os padrões de instabilidade emocional, impulsividade, dificuldades nos relacionamentos e sentimentos intensos de vazio costumam se manter ou até se intensificar ao longo do tempo, aumentando o risco de episódios de crise e sofrimento significativo. Por outro lado, com tratamento adequado (especialmente psicoterapia e psiquiatria) é possível alcançar avanços e melhoras significativas na qualidade de vida e desenvolver maior estabilidade emocional. Me encontro disponível caso voce ou alguém que conheça recebam essa necessidade de cuidado e suporte!
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Quais as consequências de longo prazo do bullying para alguém com Transtorno de Personalidade Border
Quais as consequências de longo prazo do bullying para alguém com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O bullying pode ter impactos significativos a longo prazo, especialmente para alguém com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB). Experiências repetidas de rejeição, humilhação ou exclusão podem reforçar sentimentos de desvalorização, medo de abandono e dificuldade em confiar nos outros (aspectos que já costumam ser sensíveis para quem tem esse transtorno). Com o tempo, isso pode intensificar a instabilidade emocional, a baixa autoestima e a sensibilidade a críticas ou rejeições. No entanto, é importante lembrar que essas experiências não definem a pessoa nem determinam seu futuro. Com acompanhamento psicológico, é possível ressignificar essas vivências, fortalecer a autoestima e desenvolver formas mais saudáveis de lidar com as emoções e com os relacionamentos! Se você quiser aprofundar esse cuidado, posso te acompanhar!
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Quais são as características da impulsividade no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
Quais são as características da impulsividade no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
No Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), a impulsividade costuma se manifestar como dificuldade em tolerar emoções intensas e agir de forma precipitada para aliviar rapidamente o desconforto. Isso pode aparecer em comportamentos como gastos excessivos, explosões de raiva, uso abusivo de substâncias, comer compulsivamente, atitudes autossabotadoras ou decisões repentinas em relacionamentos, por exemplo. Geralmente, essas ações não são planejadas e acontecem em momentos de graaande intensidade emocional, funcionando como uma tentativa de reduzir a dor interna, mas infelizmente podem acabar gerando culpa, conflitos e mais sofrimento depois!
Com acompanhamento psicológico, é possível desenvolver maior consciência emocional e estratégias mais saudáveis para lidar com esses impulsos. Se desejar, posso te ajudar nesse processo!
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Como a impulsividade se relaciona com outros sintomas do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB
Como a impulsividade se relaciona com outros sintomas do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A impulsividade no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) está profundamente ligada a outros sintomas, especialmente à instabilidade emocional e ao medo intenso de abandono! Quando a pessoa vivencia emoções muito intensas (como raiva, tristeza ou sensação de rejeição) pode agir de forma impulsiva como uma tentativa imediata de aliviar essa dor ou evitar uma perda. Isso pode impactar diretamente os relacionamentos, reforçar sentimentos de culpa, vergonha e vazio, e manter um ciclo de sofrimento. Como você pode perceber, a impulsividade não acontece de forma isolada, mas como parte de uma dificuldade maior de regular emoções e lidar com frustrações. Com psicoterapia, é possível compreender essas conexões e desenvolver estratégias mais saudáveis de enfrentamento. Se quiser aprofundar esse cuidado, estou por aqui!
Perguntas frequentes
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Olá. Atualmente uso Vortioxetina 20mg, Venvanse 50mg e Aripiprazol 0,5mg. Tenho sentido que minha an
Olá! Primeiramente sobre a ansiedade. Embora a vortioxetina seja eficaz para…