Perguntas do paciente (26)

  • Quais são os desafios mais comuns após o diagnóstico de uma doença crônica mental ?

    Quais são os desafios mais comuns após o diagnóstico de uma doença crônica mental ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Maevy Rocha Nascimento

    Os desafios são inúmeros, mas dependerão da historia de vida de cada paciente. De uma maneira geral, considero que o principal deles passa pela aceitação. Na minha trajetória clinica percebo que ou há uma aceitação no sentido da conformação, com pensamentos do tipo: “sou assim e mesmo”, “isso é por causa do meu diagnóstico”… o que dificulta a condução. Ou, por outro lado, há uma ausência de aceitação, que também compromete o caso. O grande desafio é integrar o diagnóstico como PARTE daquilo que se é, sendo essa uma parte que carece de atenção e cuidados, mas que não seja definidora de quem você é. Os diagnósticos existem para ampliar a consciência sobre aquilo que está acontecendo com a pessoa e não para ser mais um limitador da existência. Se você está passando por esse processo, desejo que procure bons profissionais e se permita ir além daquilo que foi diagnosticado. Um abraço!


  • O que fazer em caso de um paciente com doenças mentais crônicas quando tiver crises ?

    O que fazer em caso de um paciente com doenças mentais crônicas quando tiver crises ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Maevy Rocha Nascimento

    Em um primeiro momento o mais importante é oferecer SEGURANÇA, tanto física como emocional. Para isso é importante conhecer o que traz segurança para aquela pessoa, o que vai ser construído pouco a pouco e fora dos momentos de crise. Se você convive com alguém que frequentemente passa por isso experimente perguntar o que a deixa segura ou o que ela imagina que traz segurança quando está em momentos assim. E, claro, procurar auxilio profissional. Por isso a importância de já estar em acompanhamento com profissionais que ofereçam disponibilidade de suporte para situações como essa.


  • Tenho notado ultimamente que meu humor muda em um horário específico do dia. Meu rosto "enrijesse",

    Tenho notado ultimamente que meu humor muda em um horário específico do dia. Meu rosto "enrijesse", tenho dificuldade de abrir a boca para conversar e sorrir. Tenho dificuldade em procurar ajuda, não aceito que eu possa estar com algum problema físico ou mental, o que eu posso fazer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Maevy Rocha Nascimento

    Olá, tudo bem? Eu gostaria de sugerir que você se pergunte com honestidade o que te faz ter dificuldade em pedir ajuda. Seria algum medo? Se sim, tente perceber claramente do que você tem medo e a partir daí ir analisando o que de fato pode acontecer se você pedir ajuda. Digo isso porque é provável que você se beneficie muito de um bom acompanhamento psicológico, mas para isso precisa existir uma abertura de sua parte. Outra sugestão que quero deixar é para que você observe tudo o que faz parte desse momento do dia em que você começa a sentir esse sintoma… o que acontece, desde quando isso acontece, quais as suas sensações, se é um momento de maior ansiedade ou não. Tudo o que envolve esse momento do dia será importante e pode te dar boas “pistas” do que se passa com você e, consequentemente, do que pode te auxiliar para a sentir melhor.


  • Devido a problemas com diabetes tardiamente detectada tornei-me um impotente sexual. Estou em tratam

    Devido a problemas com diabetes tardiamente detectada tornei-me um impotente sexual. Estou em tratamento com remédios, dieta, e exercícios, mas até agora não obtive resultado algum e devido a essa situação minha esposa pediu para abrir o casamento. Acabei concordando e agora ela frequentemente encontra-se com outros homens. Aceitei essa situação confiando na minha recuperação, mas o problema é que constantemente tenho pensamentos negativos de vergonha e raiva que estão afetando minha vida. Perdi bastante a auto estima e não estou conseguindo lidar com tudo isso, às vezes penso em me separar mas sempre volto atrás, outras vezes penso em aceitar de vez e deixar rolar pois a amo de verdade e não quero perdê-la. Estou muito confuso com tudo isso.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Maevy Rocha Nascimento

    Olá, como você está? Fiquei imaginando o quanto você pode estar sofrendo com essa situação. De fato, é um impasse muito deliciado e tem razão de você ser tomado por tantos sentimentos. Eu gostaria de poder te ouvir mais sobre isso, mas como não é possível por aqui, quero te deixar algumas sugestões. Primeiro: seja honesto com os seus sentimentos, valide e acolha aquilo que você está sentindo. Por mais difícil que seja, não se julgue pelo que acontece ou pelo que você sente. Segundo: converse muito com a sua esposa sobre o que está acontecendo, escute-a e peça para que ela te escute também. Pode ser desafiador e constrangedor caso vocês não tenham esse hábito, mas com o tempo e a repetição vocês colherão bons frutos. Outra sugestão que eu gostaria de te dar é para que vocês criem momentos de intimidade que não precisem necessariamente terminar em sexo (ou em penetração)… criem momentos gostosos juntos, re-descubram o que traz prazer um ao outro, sem a cobrança de fazer algo com isso, apenas estejam juntos e inteiros nesse momento. Tornem isso um hábito (se possível diário), creio que ajudará a recriar a conexão entre vocês. Caso consiga, faça psicoterapia! Desejo que você supere isso da melhor forma possível. Um abraço.


  • Acho que eu estou com dependência emocional. Meu ex é tóxico? O que eu devo fazer para superar esse

    Acho que eu estou com dependência emocional. Meu ex é tóxico? O que eu devo fazer para superar esse término? Nós namoramos por 10 meses, ele é mais novo do que eu. Eu sempre orei a Deus pedindo um homem de tal aparência, de tal jeito, de tal pensamento, e foi quando ele apareceu. Do jeito que eu sempre pedi. Na verdade, era o que eu achava. Começamos a namorar rápido demais, ele não me pediu em namoro de forma formal, em menos de um mês conversando ele já queria namorar e pediu pra eu escolher uma data. Estranhei, mas escolhi. Infelizmente, escolhi a data do meu aniversário. Traumático. Ele sempre foi muito carinhoso, cuidadoso, cuidava de mim nos mínimos detalhes, se preocupava comigo, se esforçava pra me deixar na parada todos os dias e buscar, mesmo tão tarde da noite. Me dava flores e presentes quase todos os dias. Sonhávamos em nos casar formar uma família, crescer juntos. Eu amo muito ele, foi meu primeiro namorado. Acho que eu tenho uma visão distorcida de relacionamento porque eu sinto que as coisas que ele fazia, por mais que sejam raras, é o mínimo. Eu mais chorei nesse relacionamento do que fiquei feliz, mas nesse pós término eu estou muito apegada aos momentos bons, esquecendo os momentos ruins, porque: Ele não deixava eu usar biquíni; Ele não deixava eu usar calça skinny, saias coladas (mesmo que sejam saias longas), short, e eu só podia usar blusa de gola alta; Ele me proibiu de escutar certas músicas; Ele não deixava eu ir para eventos cristãos porque tinha muita gente; Ele não deixava eu levantar a perna porque, de acordo com ele, era antiético; Ele não deixava eu tomar refrigerante; Ele não deixava eu ficar de costas para ninguém; Ele não deixava eu andar em pé no ônibus, mesmo o próximo demorando muito, ele ainda queria que eu esperasse, sabendo que eu moro longe e que estava ficando tarde; Ele não deixava quase ninguém chegar perto de mim: Ele não ligava para minha família e para os meus amigos, me fez me afastar de todos eles; Ele não deixava eu correr ou fazer academia; Ele nunca me compreendeu, sabendo das minhas limitações emocionais e mesmo assim me forçava a fazer coisas que não me resumia como pessoa; Eu implorava pra ele parar e ele nunca parou, me forçando a mandar fotos e coisas que eu nunca quis. Eu fazia por ele, com medo dele terminar comigo; Ele sempre manipulou as situações pra eu sempre pedir desculpas e ceder, sempre foi assim. Eu sempre cedi. Meu relacionamento foi baseado mais nisso, em ceder, com medo dele ficar triste. Teve momentos que eu me exaltava e falava coisas horríveis, mas é porque ele me colocava naquela situação, naquela humilhação, eu chorando e implorando, eu recorria a defensiva. E ele terminou comigo do nada, dizendo que não me amava mais, que tínhamos divergências familiares (sou de família humilde e ele de família rica). Ele disse que os pais queriam que ele ficasse ao lado de alguém de boa família, porque meus pais nao tem profissão. Além disso, disse que ele obedece os pais e se os pais pedissem pra ele terminar comigo, ele terminaria sem pensar duas vezes. Foi quando eu percebi que ele nunca me colocou na posição de prioridade, de escolha. Nunca lutou por mim, nunca teve consideração. Ele não me escolheu. E eu larguei meu eu, minha família, meus amigos, meus hábitos, cedi em tudo, obedeci ele em tudo, pra no final ele me largar como se eu fosse nada. Acho que ele nunca me amou. Isso não é amor. E é tão difícil essa situação porque eu quero superar ele mas sinto que nunca vou achar alguém como ele. Mesmo que ele tenha errado com essas exigências, ele também tinha qualidades que eu sempre busquei em alguém. E eu sinto que nunca mais vou achar. Faz um mês que ele terminou e eu choro todos os dias. O que eu faço?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Maevy Rocha Nascimento

    Bom dia! Como vai você? Términos de relacionamento são realmente muito difíceis na maioria dos casos. É um processo parecido com o de perder alguém fisicamente, é um luto e pode demorar um tempo para passar. Sobre o seu caso, gostaria de te dizer que é normal lembrar mais daquilo que foi bom do que daquilo que não foi, é normal querer reviver o que te fazia bem, era prazeroso e saudável, afinal, foi isso que fez com que você se apaixonasse, não é mesmo? Porém, essa era uma PARTE da relação, não era TODA a relação e pode ser que você tenha um certo trabalho do te lembrar disso constantemente. Pelo que você escreveu, existiam situações bastante difíceis nesse relacionamento que, a longo prazo, poderiam te causar sofrimentos ainda maiores do que a dor desse término. É realmente desafiador pensar que a relação foi ao mesmo tempo boa E ruim, nossa cabeça não lida muito bem com duas informações conflitantes assim e, nos momentos de dor, tendemos a pensar que as partes boas prevaleceriam se a relação continuasse e podemos passar horas idealizando isso. Desejo que você consiga identificar quais as partes desse relacionamento que são de responsabilidade dele e quais são as suas, não no sentido de encontrar culpados, mas sim de você avaliar como pode se proteger melhor nas suas próximas relações. Se precisar, busque auxilio de uma boa psicóloga ou psicólogo. Um abraço.


  • Eu tenho alergias onde elas ficam grossas e te deixa. Totalmente irritada muita dor de cabeça,eu dur

    Eu tenho alergias onde elas ficam grossas e te deixa. Totalmente irritada muita dor de cabeça,eu durmo e acordo mais quebrada ainda ,choro sem saber o porquê as vezes vem arrependimento da vida ,fiz carteira de motorista e não consigo dirigir pois tenho medo não sei o que fazer comigo mesma ,fiz exame de alergia e não é.cada dia se torna difícil pois o meu dia nunca acaba hoje penso nos problemas de semana que quivem não sei o que pensar mais cada dia pior ...

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Maevy Rocha Nascimento

    Olá, como você está? Fiquei bastante pensativa em como te responder, afinal são vários sintomas, com características diferentes entre eles, mas acredito que todos estão conectados de alguma forma: é provável que sejam expressões de um sofrimento profundo relacionado à ANSIEDADE. Eu quero deixar algumas recomendações, espero que te ajudem: 1) procure identificar quando os sintomas começam, por exemplo: eu começo a ficar muito irritada quando as coisas não saem como planejadas, com isso minha cabeça começa a doer… E ao se perceber assim faça pequenas pausas para poder se regular. 2) ao longo do dia procure verificar como você está se sentindo e o que pode de ajudar a ficar melhor caso você perceba que não está bem, pergunte: “o que eu posso fazer agora que me deixaria melhor?”, pode ser algo bem simples. 3) faça exercícios de respiração regularmente, na internet você acha vários, dê preferência aos que sejam mais fáceis. 4) procure identificar como você pode se sentir mais segura. Muitas vezes a ansiedade está relacionada a fortes sentimentos de insegurança. Pouco a pouco, tome decisões que te levem a alcançar aquilo que você percebeu que te traz segurança. Sao apenas sugestões, o ideal é você estar sendo acompanhada por uma boa psicóloga ou psicólogo para realmente tratar o seu caso. Cuide-se! Procure ajuda profissional. Desejo que você consiga. Um abraço.


  • Tem como saber o que desencadeia uma crise de ansiedade? E porque ela acontece em momentos de descon

    Tem como saber o que desencadeia uma crise de ansiedade? E porque ela acontece em momentos de descontração, como um passeio? Ou então, ao sair, como passo bastante tempo em home office.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Maevy Rocha Nascimento

    Olá, tudo bem? Sim, é possível compreender melhor o que te deixa mais propenso a ter uma crise de ansiedade, ou o que seriam os chamados “gatilhos”da crise. O primeiro passo é você estar mais consciente das suas sensações e sentimentos e ir correlacionando isso as situações que está vivendo. Pergunte-se claramente: “o que eu estou sentindo agora?” E tente ir identificando o que tem em comum nas situações que você se sente assim. Em um processo de psicoterapia, você terá a possibilidade de investigar isso com cuidado, tendo o auxilio de alguém capacitado. Lembre-se que é possível viver de uma forma diferente e o sofrimento não precisa te acompanhar nos seus momentos de descontração e socialização. Se precisar, estou à disposição. Abraços.


  • É normal sentir que errou a maior parte do tempo? Normalmente, toda vez em que falo com alguém e

    É normal sentir que errou a maior parte do tempo?

    Normalmente, toda vez em que falo com alguém e me solto mais, acaba vindo uma sensação que falei alguma besteira e que a pessoa não gosta da minha presença, então acabo ficando meio tensa. Quando chego em casa, é a coisa que mas penso e me faz refletir se falei algo ruim

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Maevy Rocha Nascimento

    Oii, como você está? Eu imagino que esse sentimento já deve te acompanhar há algum tempo e seja bastante desconfortável, talvez até já se tornou “normal” para você, por acontecer com frequência, não é mesmo?
    O que eu quero te dizer é: não precisa ser assim e existem outras formas de viver! Esse sentimento de inadequação pode ter raizes profundas dentro de você, raizes que precisam ser identificadas e cuidadas, o que pode ser feito com o auxilio de uma boa psicoterapia. Eu quero deixar algumas perguntas reflexivas para você se fazer, que talvez possam te ajudar a ampliar a consciência sobre isso, use-as da forma que for melhor… 1) com quem eu NÃO me sinto assim? 2) o que tem nessa relação que faz com que eu não me sinta assim? 3) com que pessoas/situações esse sentimento de inadequação vem com mais força? 4) qual a lembrança mais antiga que eu tenho de me sentir assim? 5) quais as semelhanças dessa lembrança com as situações que eu vivo hoje e me sinto assim?
    São perguntas para nortear e mapear um pouco mais essa sensação, espero ter ajudado. Vale lembrar que nada substitui o acompanhamento profissional e, no seu caso, pode te beneficiar muito! Um abraço.


  • É normal na hora de ir dormir ter muitos pensamentos e não conseguir repousar?

    É normal na hora de ir dormir ter muitos pensamentos e não conseguir repousar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Maevy Rocha Nascimento

    Olá, como você está? O que você está relatando é algo que muitas pessoas também relatam vivenciar, sobretudo em períodos de maior ansiedade. Os pensamentos e sentimentos acabam ganhando mais espaço na hora de dormir porque as atividades do dia já se acabaram e estamos mais relaxados… é importante identificar o que tem acontecido e aos poucos ir dando novos espaços para que esses pensamentos não precisem ocupar o lugar do sono. Na psicoterapia você poderá dar um bom direcionamento para isso. Desejo que você fique bem! Um abraço.


  • Por que eu não gosto quando as pessoas choram perto de mim? Na realidade sinto um misto de raiva q

    Por que eu não gosto quando as pessoas choram perto de mim?
    Na realidade sinto um misto de raiva quando alguem chora perto de mim, não consigo entender, tem alguma explicação pra isso ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Maevy Rocha Nascimento

    Olá! Considero que sentir-se desconfortável com o choro de outra pessoa é algo bastante comum, pois realmente desperta diversos sentimentos em quem está acompanhando. Como os demais colegas disseram, para cada pessoa terá um significado diferente e não é possível oferecermos uma única explicação para isso. Penso que você pode prestar mais atenção em outros fatores para além do seu sentimento de raiva para tentar compreender melhor… Experimente se perguntar quais pensamentos aparecem nesse momento, o choro de QUEM te incomoda mais, em que situações, o que da vontade de fazer nesses momentos… E por fim, fiquei curiosa em saber como você lida com o seu próprio choro. Permite-se chorar? O que pensa e sente ao seu respeito quando chora? Espero ter auxiliado. Se precisar de acompanhamento psicológico para essas e outras questões, estou à disposição. Um abraço.


  • O correto é marcar primeiro o psiquiatra pra ele encaminhar ao psicólogo, se necessário , ou marcar

    O correto é marcar primeiro o psiquiatra pra ele encaminhar ao psicólogo, se necessário , ou marcar diretamente com um psicólogo e ele encaminhar pro psiquiatra se necessário? Visto que a maioria dos lugares, principalmente convênios, pedem encaminhamento pra ir pro psicólogo, e muitos dizem que não precisa de encaminhamento pra ir pro psicólogo

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Maevy Rocha Nascimento

    Olá, tudo bem? Pensando do ponto de vista prático temos duas situações: se o atendimento será feito pelo plano de saude ou se será particular. No primeiro caso, geralmente, os planos solicitam que primeiro o paciente seja atendido pelo psiquiatra e este faça o encaminhamento para o psicologo. Isso também vale para o caso de reembolso… na maioria dos casos.
    Se o atendimento que você procura for particular, não há a necessidade de primeiro se procurar um psiquiatra, podendo agendar diretamente com o psicologo. É importante lembrar que bons profissionais saberão o momento de encaminhar para outras especialidades, uma vez que farão uma avaliação cuidadosa do caso.
    Sugiro que na primeira consulta você diga sobre essa dúvida e peça esclarecimento baseado no que você está apresentando como queixa. Caso queira, agende uma sessão e vamos falar sobre isso. Espero ter ajudado. Abraços.


  • Estou me tratando para síndrome do pânico, ansiedade e depressão. As vezes tenho a sensação de cert

    Estou me tratando para síndrome do pânico, ansiedade e depressão.
    As vezes tenho a sensação de certeza que vou morrer, mesmo sem a sensação de stress e crise, um sentimento de que a morte está se aproximando.
    Isso seria um sintoma comum da depressão?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Maevy Rocha Nascimento

    Olá, como você está agora? Essa sensação de iminência de morte precisa ser melhor investigada antes de ser simplesmente atribuída a um diagnostico especifico. O medo da morte pode estar “mascarando“ outros medos que você não consegue identificar ou nomear. As vezes, por não conseguirmos perceber com clareza o que estamos sentindo e pensando, processamos tudo em um único sentimento, no seu caso: medo da morte. È uma hipótese, avalie se faz sentido pra você ou não… ok?
    Minha sugestão é que você procure identificar o que tem te dado medo e insegurança e que não necessariamente tem relação com a morte. Pergunte-se claramente: “o que me preocupa agora?”
    O medo da morte também pode estar relacionado ao medo da perda de controle… pense sobre isso e veja se aplica-se ao seu caso.
    Desejo que você fique bem. Caso queira, agende uma sessão para conversarmos. Um abraço.


  • Estou namorando a 2 anos e recentemente eu tenho fica muito incomodada da proximidades entre nós, eu

    Estou namorando a 2 anos e recentemente eu tenho fica muito incomodada da proximidades entre nós, eu não tenho gostado de abraços e beijos, quando estamos juntos eu conto as horas pra ir embora, me sinto muito sufocada e ele sempre tá perto o tempo todo . Mas ainda sinto que amo ele, mas não de forma romântica. Qual a melhor forma de conversar com o assunto com ele?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Maevy Rocha Nascimento

    Oi, como você está? De fato é um tema delicado para uma conversa, minha sugestão é que você procure ter clareza de qual a sua intenção ao iniciar esse dialogo.
    Irei deixar algumas perguntas norteadoras que podem te ajudar, tudo bem?
    1) o que eu quero com essa conversa?
    2) o que é importante que ele saiba ao final dessa conversa?
    3) o que eu quero saber ao final dessa conversa?
    4) como eu quero me sentir quando terminarmos de conversar?
    5) qual o meu objetivo?

    Algo muito importante nesses momentos é dizer sobre o que você sente e como se sente ao invés de acusar o outro.
    Lembre-se de perguntar como ele também se sente…

    Espero ter contribuído. Desejo que vocês fiquem bem. Um abraço.


  • Minha namorada se sente inferior, como se ela não fosse "boa o suficiente" pra estar comigo. Ela diz

    Minha namorada se sente inferior, como se ela não fosse "boa o suficiente" pra estar comigo. Ela diz que se sente me privando de um relacionamento bom, e que estou acorrentado a ela, que é "doente"
    Já tentei dizer pra ela começar acompanhamento psicológico mas ela diz que isso não vai resolver e que esse pensamento não vai mudar.
    O que eu posso fazer pra resolver essa situação?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Maevy Rocha Nascimento

    Oi, como você está? Li sua pergunta e fiquei pensando no quanto é difícil ver quem amamos sofrendo sem sabermos como auxiliar. Sua pergunta já demonstra amor, carinho e cuidado por ela o que, em muitas situações, são os únicos recursos que podemos oferecer. Desejo que ela consiga receber e acolher o que você tem para oferecer. Mas sua voltando a sua pergunta, creio que você já esteja fazendo, mas como não percebe os resultados (que seria a melhora dela) acaba acreditando que não está fazendo algo. Faz sentido? Muitas vezes por não vermos a mudança, acabamos acreditando que não estamos fazendo nada, quando estamos fazendo aquilo que é possível, no seu caso, oferecer o suporte. Sugiro que calma e amorosamente você pergunte a ela: “o que eu posso fazer para te ajudar?”e ouça o que ela tem a te dizer! E, mais do que isso, seja honesto com você e se pergunte como se sente estando com ela e o que ela desperta em você (tanto positivo quanto negativamente). Seus sentimentos e a forma como você os vivencia também importam! Espero ter contribuído. Um abraço.


  • Bom dia, Sentir desconforto, adrenalina (como um buraco no estomago), arrepios e a mente muito agita

    Bom dia, Sentir desconforto, adrenalina (como um buraco no estomago), arrepios e a mente muito agitada sem conseguir se concentrar em nenhuma atividade, vontade de chorar ao sair de casa e ter que interagir com outras pessoas, isso pode ser algo a se preocupar quando ocorre mais de uma vez por semana? se sim, qual especialista devo consultar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Maevy Rocha Nascimento

    Olá, espero que você esteja bem agora! Os sintomas que você descreve são característicos de síndromes ansiosas e merecem atenção e cuidado. Sugiro que busque por atendimento psicológico para investigar melhor o que tem acontecido com você. Um abraço e meu desejo de melhoras.


  • Olá boa noite. Meu namorado se sente vazio por dentro e eu quero saber como ajudá-lo, ele não curt

    Olá boa noite.
    Meu namorado se sente vazio por dentro e eu quero saber como ajudá-lo, ele não curte falar muito sobre pois diz que piora. Oq eu posso fazer pra ajudá-lo???

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Maevy Rocha Nascimento

    Olá, como você está?
    Imagino que seja difícil para você lidar com esse silêncio e com o vazio da ausência de respostas dele. Fiquei com vontade de te perguntar: o que você sente diante da recusa dele em conversar?
    Sei que quando amamos não queremos que o outro sofra e muitas vezes acreditamos sermos capazes de retirar o outro do sofrimento, o que não é verdade. O que você pode fazer é se colocar disponível, dizer que está ali para quando ele quiser conversar, que se interessa pelos sentimentos dele e que gostaria de poder ajudá-lo. Se houver abertura, indique psicoterapia, que é um espaço privilegiado para tratar essas questões.
    No mais, pergunte-se sempre o que você sente com essa ausência de respostas e como isso te afeta. Se precisar, conte comigo. Um abraço.


  • O que fazer quando uma pessoa próxima e ansiosa não expressa o que sente, mesmo fazendo terapia? Nes

    O que fazer quando uma pessoa próxima e ansiosa não expressa o que sente, mesmo fazendo terapia? Nesse caso, a pessoa só reclama que está angustiada e ansiosa, mas não desenvolve e aí fico sem saber como ajudar. O que fazer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Maevy Rocha Nascimento

    Olá, tudo bem? Imagino que isso seja bastante angustiante para você! Como a maioria dos colegas disseram, é importante respeitar o espaço e o tempo do outro, mas mantendo o seu apoio…
    Agora, sugiro que você também volte o seu olhar para você e tente perceber o que te incomoda e quais são suas preocupações com o fato dessa pessoa não se abrir contigo.
    Uma pergunta que eu te faria seria: o que disso está no seu controle e como você lida com aquilo que não pode controlar?

    São apenas sugestões, espero que te ajudem de alguma forma.
    Um abraço.


  • Oii! Então, eu estou namorando a quase um ano e as vezes me pego me perguntando: e se não for ela?

    Oii!
    Então, eu estou namorando a quase um ano e as vezes me pego me perguntando: e se não for ela? Eu amo muito a minha namorada, amo cada detalhe dela e cada momento em que estamos juntas... mas quando não estou com ela, começo a me fazer essas perguntas...
    E se passarmos anos juntas, e depois acabarmos nos separando? O que acontecerá?
    E se o que tivermos não for amor, e tudo se acabar?
    E se tudo se desmoronar, o que sobrará?

    Quando estou com ela, me sinto a garota mais sortuda do mundo, e ela faz eu me sentir única!
    Então... Por que esses pensamentos invadem minha mente quando estou longe dela e penso na gente? Isso é normal ou no meu inconsciente tem algo errado no nosso namoro?
    Como eu vou saber se é ela?
    ... Acho q estou um pouco confusa...

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Maevy Rocha Nascimento

    Olá, tudo bem? Li sua pergunta e me lembrei de alguns dos meus pacientes…
    muitas vezes idealizamos o amor como se fosse algo que não deixasse dúvidas, algo do qual teríamos plena certeza e não nos questionaríamos, mas na realidade não é bem assim.
    Na prática, sentimentos conflitantes podem existir juntos e isso acontece com muita frequência. Mesmo amando podemos ter dúvidas, por exemplo.
    Outro ponto importante: não é possível termos garantia do que acontecerá dentro de um relacionamento, se essa é a pessoa certa ou se viveremos com ela até o fim da vida…
    Percebo, pelo seu relato, que você fica ansiosa com os rumos desse relacionamento, talvez se sinta insegura e com medo.
    Sugiro que você se pergunte: “o que REALMENTE me preocupa?”
    Diante dessa resposta procure compreender de onde vem essa preocupação…
    Ela vem da relação que você está agora?
    Ela vem de situações que você já vivenciou no passado e tem medo que se repita?
    Ela está relacionada com o que você já viu em outros relacionamentos (principalmente os familiares…)?

    São algumas sugestões, espero que te ajudem.
    E saiba que a psicoterapia pode te auxiliar muito em tudo isso.
    Um abraço.


  • Fui diagnosticada com TAG . Tomo paroxetina a 12 anos. Me sinto bem. Mudei minha linha de pensamen

    Fui diagnosticada com TAG . Tomo paroxetina a 12 anos.
    Me sinto bem. Mudei minha linha de pensamento.... Tenho chance de poder parar com o medicamento? Já fiz terapia. Me sinto resolvida e feliz

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Maevy Rocha Nascimento

    Olá! Creio que muitos colegas já te orientaram a respeito e quero te dizer o mesmo: faça “desmame”da medicação com o auxilio profissional e procure identificar e manter o que contribui/contribuiu para a sua melhora. Sucesso para você! Desejo que continue bem. Se precisar, conte comigo.


  • A sertralina ela só causa um atraso ou a menstruação não desce?

    A sertralina ela só causa um atraso ou a menstruação não desce?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Maevy Rocha Nascimento

    Olá, tudo bem?
    Como os colegas disseram, a própria bula sugere que esse é um efeito raro.
    Eu quero salientar duas questões, uma bastante óbvia e a outra nem tanto:
    1) existe a possibilidade de você estar grávida? Sugiro que faça um teste rápido, pelo menos, e se possível consulte um medico ginecologista para descartar essa e outras possibilidades ginecológicas.

    2) o ciclo menstrual está intimamente conectado as nossas emoções, sugiro que você faça um mapeamento disso, tentando perceber as correlações existentes entre as fases do ciclo e como você se sente. Em especial, no mês do atraso da sua menstruação, tente se lembrar de como você se sentiu, quais situações foram mais desafiadoras, o que te afetou mais…

    Corpo e mente são partes da totalidade do que você é, está tudo integrado!
    Espero ter ajudado.
    Desejo que você fique bem. Se precisar, conte comigo!


Perguntas frequentes

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