Perguntas do paciente (47)
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Olá É normal um psicólogo durante a consulta interromper o paciente pra falar da vida pessoal?
Olá
É normal um psicólogo durante a consulta interromper o paciente pra falar da vida pessoal?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O psicólogo pode compartilhar algo pessoal quando isso tem uma finalidade terapêutica. Porém, se isso acontece com frequência e tira o foco do paciente, merece atenção. Na psicanálise, a sessão deve ser, principalmente, um espaço de escuta do paciente.
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É possível termos sentimentos ou sensações que não queremos ter? Ontem eu estava acordando, ainda c
É possível termos sentimentos ou sensações que não queremos ter?
Ontem eu estava acordando, ainda com muito sono, em tinha aberto os olhos ainda, quando do nada me veio na cabeça um cara que um dia gostei e sorri. Assim que abri os olhos, pensei: “Ué, mas eu nem gosto mais dele. Essa pessoa me fez passar por coisas ruins, então por que eu tive essa reação?”
Passei o dia remoendo isso e me sentindo culpada, porque eu sei que não gosto mais dele e não quero voltar a ficar com ele. Mas aquele momento me fez questionar se uma reação espontânea pode significar alguma coisa.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim. Nem todos os pensamentos, sentimentos ou reações estão sob nosso controle consciente. Uma lembrança acompanhada de uma reação espontânea não significa necessariamente que você ainda goste dessa pessoa ou queira retomar a relação.
Na perspectiva psicanalítica, podemos ter afetos e associações que surgem sem intenção consciente. Talvez seja mais importante compreender por que essa experiência despertou tanta culpa e necessidade de encontrar uma certeza sobre o que você sente.
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Tenho problemas com ansiedade, mas minha ansiedade parece estar ligada ao meu perfeccionismo (traço
Tenho problemas com ansiedade, mas minha ansiedade parece estar ligada ao meu perfeccionismo (traço de personalidade que tenho desde muito tempo). Geralmente quando não consigo ter certeza absoluta de tudo, sinto desconforto e ansiedade. Mas... como já tenho comportamentos obsessivos por causa do perfeccionismo e percebi que também sou impulsivo em meio a incerteza, gostaria de saber: quando devo começar a suspeitar de TOC?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Perfeccionismo e necessidade de controle não significam necessariamente TOC. É importante investigar quando surgem pensamentos intrusivos e repetitivos, acompanhados de comportamentos ou rituais para aliviar a ansiedade, causando sofrimento ou prejuízo na rotina.
Na perspectiva psicanalítica, além do diagnóstico, busca-se compreender o sentido dessas repetições e a relação do sujeito com a dúvida, o controle e a angústia.
O processo da psicoterapia vai te ajudar a identificar o sentido dessas repetições.
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Olá, boa noite. Eu tenho 18 anos, e ultimamente venho percebendo algumas coisas em mim mesmo que eu
Olá, boa noite.
Eu tenho 18 anos, e ultimamente venho percebendo algumas coisas em mim mesmo que eu não sei se é algo normal.
Por exemplo, depois de momentos felizes, mesmo tendo sido genuínos, eles parecem como se fossem uma espécie de "atuação" pra mim, como se às vezes não tivesse acontecido comigo.
Parece que tem um vazio dentro de mim que não passa, e quando parece que passa, só fica ali disfarçado, e quando volta eu fico sozinho com ele. Eu não fico com vontade de nada, o tempo fica passando e parece ser agonizante pra mim, porque eu não consigo ficar parado nele, e me assusta o que pode acontecer daqui algumas horas, dias ou anos, porque eu não tenho nada planejado e aí os pensamentos de só acabar com tudo aparecem, e o que eu tenho vontade de fazer parece muito distante e eu só aceito que talvez eu nunca realize o que eu quero.
Eu deveria procurar ajuda?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, é importante procurar ajuda profissional. O vazio, a sensação de distanciamento das próprias experiências e, principalmente, os pensamentos de “acabar com tudo” indicam um sofrimento que merece atenção.
Na perspectiva psicanalítica, a psicoterapia pode oferecer um espaço para compreender e dar sentido ao que você está vivendo.
Procure um psicólogo ou psicanalista e, diante de pensamentos de se machucar ou risco imediato, busque também atendimento de urgência.
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Por que investir em relacionamentos com amigos se a maioria das pessoas com quem tento vínculo e apr
Por que investir em relacionamentos com amigos se a maioria das pessoas com quem tento vínculo e aprofundo vão embora ou por questões profissionais o por namoro? Penso que é melhor ser sozinho, o máximo autossuficiente possível e desapegado do que tentar investir em relacionamento com as pessoas que vem e vão embora das nossas vidas e ter que procurando outros amigos pra preencher lacunas.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É compreensível querer evitar vínculos quando as perdas se repetem.
Porém, tornar-se totalmente autossuficiente também pode funcionar como uma defesa contra a dor da separação.
Na perspectiva psicanalítica, relacionar-se envolve aceitar que os vínculos podem mudar ou terminar.
O trabalho terapêutico pode ajudar a compreender esse medo da perda e construir relações sem que a possibilidade de separação impeça a experiência do encontro.
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Tenho 23 anos, trabalho a 3 anos, sou introvertido e não tenho habilidade social, não vivi muita coi
Tenho 23 anos, trabalho a 3 anos, sou introvertido e não tenho habilidade social, não vivi muita coisa e não costumo sair de casa. Estou grávida de 4 meses, e por ver que tava horrível pra mim psicologicamente resolvi me mudar pro bem do bebe, ainda em processo de mudança sem dizer a minha mãe. Fiquei desesperada com a gravidez e agora mesmo tentando gostar e ver algo novo na minha vida, minha cabeça está me fazendo pensar que ele é amado e eu não, e que a viva que eu finalmente poderia começar não é minha, mas sim será pro bebe. O que fazer? Como é possível não ter planos e objetivos na vida, e ao mesmo tempo acreditar que um filho a caminho roubará a minha vida?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A chegada de um filho pode despertar sentimentos contraditórios: amor, medo, angústia e até a sensação de estar perdendo a própria vida. Sentir isso não significa que você não ame seu bebê.
Na perspectiva psicanalítica, a gravidez pode reativar conflitos sobre sua própria história, seus desejos e o lugar que você ocupa nos vínculos.
Recomendo buscar acompanhamento psicológico, especialmente durante a gestação, para que você possa cuidar desse sofrimento e construir um espaço para ser mãe sem deixar de ser você.
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Tenho um relacionamento há 5 anos e, às vezes, quando vejo alguém que já foi um paquera antigo, fico
Tenho um relacionamento há 5 anos e, às vezes, quando vejo alguém que já foi um paquera antigo, fico preocupada com a forma como essa pessoa vai me enxergar. Penso que preciso parecer bonita, legal e mostrar que estou bem, e por isso acabo agindo de forma estranha. Não tenho intenção de chamar atenção ou de ficar com essas pessoas, mas sinto culpa por esses pensamentos e atitudes, como se fossem uma forma de traição.
Gostaria de saber se isso pode ser considerado traição ou se pode estar relacionado à ansiedade, ao TOC ou simplesmente à baixa autoestima e à preocupação excessiva com a opinião dos outros.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É compreensível que esses pensamentos despertem dúvidas e culpa, mas preocupar-se com a forma como alguém do passado enxerga você não significa, por si só, uma traição.
Na perspectiva psicanalítica, pode ser importante compreender por que o olhar e a aprovação do outro têm tanto peso e por que esses pensamentos geram tanta culpa.
A psicoterapia pode ajudá-la a entender melhor esses sentimentos, sem julgamentos.
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Estou passando por uma fase de muita dúvida em relação aos meus sentimentos pelo meu namorado. Estam
Estou passando por uma fase de muita dúvida em relação aos meus sentimentos pelo meu namorado. Estamos juntos há quase 3 anos e, ultimamente, sinto que não tenho mais aquela animação ou aquela sensação gostosa que sentia antes. Isso tem me deixado muito ansiosa, porque eu não quero machucá-lo e também não quero terminar. Ao mesmo tempo, não me sinto desconfortável ou presa ao lado dele. Quando conversamos, muitas vezes é bom e consigo ficar conversando até tarde. Eu reconheço que ele é uma pessoa que me ama, cuida de mim, se preocupa comigo e demonstra isso muito pelas atitudes.
Tenho me perguntado se ainda o amo ou se estou confundindo amor com carência, rotina ou ansiedade. Quero entender meus sentimentos e, se for possível, quero recuperar o carinho e a conexão que sinto que perdi. Não quero fingir nem obrigar meus sentimentos, só queria entender o que está acontecendo comigo e saber se é possível voltar a sentir amor e entusiasmo pela pessoa que amo.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É compreensível que essa mudança nos sentimentos gere ansiedade e dúvidas. Em relacionamentos mais longos, o amor pode se transformar, e isso não significa necessariamente que tenha acabado.
Na perspectiva psicanalítica, mais importante do que encontrar uma resposta imediata sobre “amar ou não amar” é compreender o que essas dúvidas estão expressando sobre você e sobre a relação.
A psicoterapia pode oferecer um espaço de escuta, sem julgamentos, para compreender seus sentimentos com mais clareza. Se sentir que este é o momento, convido você a iniciar esse processo terapêutico.
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Olá, sou jovem e não sei lidar com minha própria cabeça, quando estou com meu namorado estou bem, ma
Olá, sou jovem e não sei lidar com minha própria cabeça, quando estou com meu namorado estou bem, mas quando tentamos algo mais íntimo, meus traumas tomam conta e eu choro e fico com medo(fui abusada com 5 anos e com 11 anos). Eu não sei o que fazer, sóbria eu fico mal, bêbada eu fico pior, pois eu tenho crises de pânico e vejo meus abusadores e começo a ter memórias dos abusos, não quero que meu namorado tenha uma namorada defeituosa. O que eu faço?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sinto muito pelo que você viveu. As reações que descreve são compatíveis com o impacto que experiências traumáticas podem deixar, especialmente quando envolvem abuso na infância. Você não é "defeituosa", e esse sofrimento não define quem você é.
Na perspectiva psicanalítica, o trauma pode reaparecer em momentos de intimidade, quando antigas angústias são reativadas. O mais importante é buscar acompanhamento com um psicólogo ou psicanalista e, se necessário, também com um psiquiatra. Com um tratamento adequado, é possível elaborar essas experiências, reduzir o sofrimento e reconstruir a vivência dos vínculos e da intimidade.
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Bom... Eu sempre senti a necessidade de me conectar a alguém num nível mais íntimo. Eu lembro de sen
Bom... Eu sempre senti a necessidade de me conectar a alguém num nível mais íntimo. Eu lembro de sentir este desejo já nos meus 11/12 anos de idade. Desde então venho tentando lidar com o fato de nunca ter me relacionado com alguém profundamente e isso me deixa bastante triste às vezes. Não quero soar fútil, mas é algo que tem me trazido angústia genuína e não tenho sabido lidar com isso. Estou ficando preocupado pois tenho 25 e, como adulto, eu já deveria ter a resposta pra isso. Sei que tenho que focar em mim mesmo e me amar antes de qualquer coisa, contudo... Eu me sinto vulnerável e gostaria de estar num relacionamento que me proporcipnasse a experiência de partilha de vida. Eu já vivi alguns um tanto quanto superficiais e, em nenhum deles, senti que era a pessoa certa. Eu ainda estou buscando contruir uma carreira, estabilidade, felicidade... Mas será que eu tenho que esperar que minha vida fique estável para enfim procurar alguém? Eu deveria procurar por uma pessoa? Quando serei feliz? Estas coisas passam pela minha cabeça e eu não sei como lidar com todas elas.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O desejo de construir um vínculo profundo é legítimo e não há uma idade "certa" para que isso aconteça. O sofrimento surge quando essa ausência passa a gerar angústia e dúvidas sobre o próprio valor.
Na perspectiva psicanalítica, mais do que esperar a vida estar perfeita, é importante compreender como você se relaciona com o desejo, as expectativas e os vínculos.
A psicoterapia pode ajudá-lo a elaborar essas questões e a construir relações de forma mais autêntica e menos marcada pela ansiedade.
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Porque a depressão está sempre na espreita pra nós pegar de novo, após acontecimentos ruins?
Porque a depressão está sempre na espreita pra nós pegar de novo, após acontecimentos ruins?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A depressão pode reaparecer diante de perdas, frustrações ou acontecimentos difíceis porque essas situações podem reativar dores e conflitos que já fizeram parte da nossa história.
Na perspectiva psicanalítica, não significa que a pessoa esteja condenada a ter novas crises, mas que certas experiências podem tocar em pontos de maior vulnerabilidade emocional.
A psicoterapia pode ajudar a reconhecer e elaborar essas questões, reduzindo seu impacto.
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Olá. Tenho TOC diagnosticado e uma dúvida que tem me causado muito sofrimento. Há alguns anos comet
Olá. Tenho TOC diagnosticado e uma dúvida que tem me causado muito sofrimento.
Há alguns anos cometi uma infidelidade com uma pessoa do meu passado. Meu companheiro me perdoou e seguimos juntos, mas eu nunca consegui me perdoar.
Recentemente imaginei como minha vida poderia ter sido se eu tivesse ficado com essa pessoa. Foi apenas um pensamento hipotético, e logo pensei que sou feliz no meu relacionamento atual. Mesmo assim, senti uma culpa muito intensa, como se esse pensamento significasse que fiz algo errado novamente.
Esse tipo de pensamento pode ser uma manifestação do TOC ou pode indicar que ainda tenho algum sentimento por essa pessoa? Como lidar com essa culpa?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Pensamentos indesejados ou hipotéticos não significam necessariamente desejos, sentimentos ou intenções. No TOC, é comum que a pessoa atribua um peso excessivo a pensamentos e possibilidades, sentindo culpa e buscando uma certeza absoluta sobre o que eles significam.
Uma reflexão sobre “como teria sido” não significa, por si só, que você ainda tenha sentimentos pela outra pessoa ou que tenha cometido uma nova infidelidade. O mais importante é observar o sofrimento e a necessidade de encontrar uma certeza absoluta sobre o significado desse pensamento.
A psicoterapia pode ajudar a compreender essa dinâmica e a lidar com os pensamentos e a culpa sem precisar analisá-los ou neutralizá-los constantemente.
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Meu namorado diz que não é viciado em pornografia,mas recentemente descobri que ele assisti até no t
Meu namorado diz que não é viciado em pornografia,mas recentemente descobri que ele assisti até no trabalho ou simplesmente se eu ficar fora de casa 2,3 h, isso me deixou um pouco triste e confusa, seria uma compulsão ou é coisa da minha cabeça?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo como essa descoberta pode ter sido triste e confusa. O consumo de pornografia, por si só, não significa necessariamente um vício ou compulsão. É importante observar a frequência, a dificuldade de controlar o comportamento e os impactos que ele causa na vida pessoal, profissional e no relacionamento.
Mais do que buscar um rótulo, pode ser importante conversar sobre como esse comportamento está afetando a relação e, se houver perda de controle ou sofrimento, buscar ajuda profissional. A psicoterapia pode ajudar a compreender melhor essa dinâmica, sem julgamentos.
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Como superar a dor de um término de relacionamento? Isso pode ser considerado um luto?
Como superar a dor de um término de relacionamento? Isso pode ser considerado um luto?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim. O término de um relacionamento pode ser vivido como um processo de luto, pois envolve a perda de um vínculo, de expectativas e de projetos.
Na perspectiva psicanalítica, superar essa dor não significa esquecê-la, mas elaborar a perda e encontrar novos sentidos para seguir adiante. A psicoterapia pode favorecer esse processo.
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Olá! Eu estou ficando um pouco preocupado com a minha situação atual, não para entrar em pânico, mas
Olá! Eu estou ficando um pouco preocupado com a minha situação atual, não para entrar em pânico, mas estou ficando receoso.
Eu venho chorando e ficando bem triste por conta de provavelmente nunca poder ter a chance de conhecer um grupo de K-pop que eu construí um Relacionamento Parassocial, e eu não sei se esse sentimento vai se "acalmar", entendo que muito disso é idealização minha da possível interação que aconteceria entre mim e o grupo, mas eu simplesmente não consigo parar de pensar nisso, eu fico mal de verdade, eu me "identifiquei" e me "conectei" tanto com o grupo que eu acho que não consigo mais ignorar isso.
Vale ressaltar também que a minha vida social no momento está bem parada, isso com certeza acaba intensificando bastante toda essa questão. Será que isso uma hora vai passar?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Quando os conflitos se tornam frequentes, com ofensas e impacto sobre os filhos, é importante que o sofrimento do casal seja levado a sério. Não existe um momento universal que indique se a relação deve continuar ou não.
Na perspectiva psicanalítica, o essencial é compreender a dinâmica do vínculo e a possibilidade de ambos se implicarem nas mudanças. Recomendo a psicoterapia individual e quando houver disposição dos dois, a terapia de casal podem ajudar a esclarecer se ainda há espaço para reconstrução ou se um afastamento é a alternativa mais saudável.
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Como é possível diferenciar a sensação de ansiedade/mente agitada que não consegue relaxar e sensaçã
Como é possível diferenciar a sensação de ansiedade/mente agitada que não consegue relaxar e sensação de que a qualquer momento pode acontecer algo consigo de um real problema que pode colocar em perigo? Tem uma maneira de diferenciar a ansiedade de algo fisiológico?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Nem sempre é fácil diferenciar. Na ansiedade, a sensação de perigo costuma persistir mesmo sem uma ameaça real e pode vir acompanhada de intensa preocupação e sintomas físicos.
Na perspectiva psicanalítica, a ansiedade é compreendida como expressão de conflitos internos. Quando esses sintomas são frequentes ou causam sofrimento, é importante buscar avaliação médica para descartar causas orgânicas e acompanhamento psicológico para compreender seu significado.
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Como o Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) pode afetar a resolução de problemas?
Como o Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) pode afetar a resolução de problemas?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
No TOC, pensamentos obsessivos e a necessidade de certeza podem dificultar a tomada de decisões e a resolução de problemas, levando a dúvidas constantes e comportamentos repetitivos.
Na perspectiva psicanalítica, esses sintomas são compreendidos como tentativas de lidar com conflitos inconscientes e com a angústia, tornando o processo de escolha mais difícil.
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Como experiências traumáticas precoces interagem com o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?
Como experiências traumáticas precoces interagem com o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Experiências traumáticas precoces podem intensificar a vulnerabilidade emocional presente no TPB, marcando a forma como o sujeito vivencia o vínculo, o abandono e a própria identidade.
Na psicanálise, entende-se que esses traumas podem dificultar a elaboração psíquica, favorecendo relações intensas, medo de perda e instabilidade afetiva.
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Como o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) impacta o apego adulto?
Como o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) impacta o apego adulto?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
No TPB, o apego adulto costuma ser marcado por intensidade e instabilidade, com medo de abandono e necessidade de proximidade que podem alternar com afastamento.
Na perspectiva psicanalítica, isso se relaciona a vivências precoces de vínculo, que influenciam a forma como o sujeito se liga ao outro, muitas vezes entre idealização e desvalorização.
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Por que o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) é considerado um transtorno de identidade ins
Por que o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) é considerado um transtorno de identidade instável?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O TPB é considerado um transtorno de identidade instável porque há uma dificuldade na vivência contínua de si mesmo, com mudanças frequentes na forma de se perceber, nos valores e nos vínculos.
Na psicanálise, isso é compreendido como uma fragilidade na constituição do eu, que leva a oscilações entre diferentes modos de se sentir e se relacionar.
Perguntas frequentes
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Estou querendo tomar chá de unha de gato e uxi amarelo porem tomo sertralina. Posso tomar ?
Não existem estudos clínicos de boa qualidade que garantam a segurança da…