Perguntas do paciente (47)
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Culpa Religiosa / Castidade / Relacionamento O que fazer quando a igreja impõe algo que vc não c
Culpa Religiosa / Castidade / Relacionamento
O que fazer quando a igreja impõe algo que vc não concorda ou não tem certeza se quer viver de fato?
Sou católica, tenho 23 anos, gosto muito de viver a minha fé e frequentar a igreja. Só q há alguns meses venho sentindo a sensação de culpa principalmente em viver alguns princípios da igreja.
Desde os 19 anos, frequento a igreja mais ativamente, fiz catequese, e tudo em relação a primeira comunhão e crisma.
Mas com o passar dos anos, foram surgindo questionamentos sobre relacionamentos mais precisamente em relação a: Castidade/Se manter casta até o casamento.
É um assunto q sempre foi uma questão pra mim. Na Igreja isso sempre é aprendido como correto e uma certa "obrigação".
A questão é que isso vem me deixando mal, pq quando penso em não seguir a castidade minha mente entra em conflito. Eu não sou uma pessoa tão religiosa, mas sempre valorizei minha relação com Cristo e a Igreja, e isso tem pesado minha consciência.
Já tem um tempo que eu tenho tentado colocar um certo limite mas isso acaba voltando em pensamentos negativos/culpa.
A questão é como viver minha fé mesmo não concordando com certas doutrinas/dogmas?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Questionar crenças e entrar em conflito com determinados dogmas não significa falta de fé. Muitas vezes, esse sofrimento surge justamente da tentativa de conciliar desejos, valores pessoais e exigências morais muito rígidas.
Na perspectiva psicanalítica, a culpa pode aparecer quando há um conflito entre o desejo e aquilo que foi internalizado como “certo” ou “errado”. A psicoterapia pode ajudar você a elaborar esses conflitos de forma mais autêntica, sem precisar romper com sua espiritualidade.
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É possível viver uma vida plena e feliz com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
É possível viver uma vida plena e feliz com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, é possível.
Embora o Transtorno de Personalidade Borderline envolva intensas oscilações emocionais, com acompanhamento adequado como psicoterapia o sujeito pode construir formas mais estáveis de lidar com seus afetos, relações e impulsos.
Na perspectiva psicanalítica, o trabalho consiste em dar sentido a essas vivências, favorecendo maior elaboração e possibilitando uma vida mais estável e satisfatória.
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Pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) podem ter dificuldade em tomar decisões imp
Pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) podem ter dificuldade em tomar decisões importantes?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, é comum.
No TPB, as oscilações emocionais intensas e a instabilidade nas relações podem interferir na forma como a pessoa percebe a si mesma e as situações, dificultando decisões mais estáveis.
Na psicanálise, isso é compreendido como efeito de conflitos internos e da instabilidade na vivência do eu, que podem tornar as escolhas mais angustiantes e impulsivas.
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Minha casa caio em uma tempestade muito forte...não aconteceu nada comigo mas eu tinha 10 anos de id
Minha casa caio em uma tempestade muito forte...não aconteceu nada comigo mas eu tinha 10 anos de idade
Minha mãe teve as pernas quebrada por esse motivo tenho medo de tempestade quando estou sozinha pior ainda quando o céu começa escurecer fico já com muito medo e começa dar vontade de ir ao banheiro fazer o número 2 e faço. Tem alguma explicação? Devo buscar um profissional? Qual?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Experiências traumáticas na infância podem deixar marcas profundas na memória emocional. Situações semelhantes àquela vivida no passado, como uma tempestade, podem reativar esse medo e provocar reações intensas no corpo, como ansiedade e alterações fisiológicas.
A psicoterapia, especialmente com psicólogo ou psicanalista, pode ajudar a elaborar essa experiência e reduzir o impacto desse medo no presente.
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Qual especialista procurar para tratar compulsão visual e fetiche? Gostaria de saber qual abordagem
Qual especialista procurar para tratar compulsão visual e fetiche?
Gostaria de saber qual abordagem da psicologia é mais indicada para tratar um comportamento compulsivo visual focado em partes do corpo (podolatria). Sinto que essa busca por estímulo é automática e difícil de controlar, não consigo não erotizar os pés.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O mais indicado é procurar um psicólogo ou psiquiatra. Quando um comportamento passa a ser vivido como compulsivo, a psicoterapia pode ajudar a compreender e manejar esses impulsos.
Na psicanálise, por exemplo, busca-se entender o sentido inconsciente da erotização e da repetição desse padrão, investigando a história e os conflitos subjetivos envolvidos.
Esse processo ajuda a ampliar a consciência sobre o comportamento e encontrar novas formas de lidar com o desejo e a compulsão.
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Tenho 35 anos e perdi minha mãe de forma repentina há quase um ano. No começo, achei que a tristeza
Tenho 35 anos e perdi minha mãe de forma repentina há quase um ano. No começo, achei que a tristeza fosse diminuindo, mas sinto que estou cada vez mais 'travada'. Não sinto prazer nas coisas que amava, sinto uma culpa constante por não ter feito mais por ela e um vazio que parece não ter fim. Choro todos os dias e me sinto exausta, sem ânimo para trabalhar ou sair com amigos. Como saber se o que estou vivendo ainda é o processo natural do luto ou se isso já se transformou em uma depressão?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sinto muito pela sua perda. A morte de uma mãe costuma ser uma experiência profundamente dolorosa, e o luto não segue um tempo igual para todas as pessoas.
Quando a tristeza permanece muito intensa por um longo período e vem acompanhada de culpa, sensação de vazio, perda de prazer nas atividades e dificuldade para retomar a rotina, pode ser importante olhar para esse sofrimento com mais cuidado. Em alguns casos, o processo de luto pode se tornar mais complicado ou se associar a um quadro depressivo.
A psicoterapia pode ajudar muito nesse momento, oferecendo um espaço de escuta e elaboração da perda. Buscar apoio profissional pode ser um passo importante para atravessar esse processo de forma menos solitária.
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Tenho 20 anos, atualmente me encontro em uma fase complicada da vida e, por diversos motivos, durant
Tenho 20 anos, atualmente me encontro em uma fase complicada da vida e, por diversos motivos, durante os ultimos anos minha válvula de escape tem sido a pornografia. Gostaria de saber como proceder, como atenuar esse problema e quais medidas tomar
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Obrigado por compartilhar sua dúvida. Quando a pornografia passa a ser a principal forma de lidar com o sofrimento emocional, vale a pena olhar para o que ela representa na sua vida, e não apenas para o comportamento em si.
A psicoterapia pode ajudar a compreender as causas desse hábito e a desenvolver outras formas de enfrentar as dificuldades. O fato de você reconhecer esse incômodo e buscar ajuda já é um importante primeiro passo.
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Quais são os sinais de ansiedade que indicam que é importante procurar ajuda profissional, mesmo sem
Quais são os sinais de ansiedade que indicam que é importante procurar ajuda profissional, mesmo sem ter uma crise de pânico?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Não é preciso ter uma crise de pânico para procurar ajuda. Quando a ansiedade se torna frequente, provoca preocupação excessiva, alterações no sono, tensão, irritabilidade ou começa a limitar a vida cotidiana, já merece atenção.
Na perspectiva psicanalítica, a psicoterapia pode ajudar a compreender o que essa ansiedade está expressando e os conflitos emocionais envolvidos.
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Tenho 28 anos e meu namorado 27, estamos juntos a 5 anos e moramos juntos. Enfrentamos um problema q
Tenho 28 anos e meu namorado 27, estamos juntos a 5 anos e moramos juntos. Enfrentamos um problema que causa desconforto em ambos, a pornografia. Eu já consumi a anos atrás, mas consegui me livrar, mas é algo que até hj as vezes aparece na mente como uma ideia de se ver, mas mesmo assim, opto por não ver. Meu namorado já vem de um histórico como a maioria dos homens, de crescer vendo pornografia e ser tratado como algo normal. Já peguei mais de uma vez no celular e já foi motivo de piorar meus problemas psicológicos, e um quase término. De princípio ele não aceitava tratamento pois tinha preconceito. Uma vez ele teve coragem e me confidenciou que além da pornografia já chegou a olhar pra outras mulheres e desejar, e que tinha consciência que era errado. E isso normalmente acontecia quando a gente brigava. Recentemente ele começou a falar mais abertamente sobre o uso, e até falou para os pais dele, que ele esconde quase tudo. Naquele momento eu pensei que fosse o fim, mas não foi. Eu noto a diferença de comportamento quando ele assiste pornografia nas relações sexuais que temos. E perguntei se ele havia consumido novamente e ele confirmou. A primeira vez eu senti nojo dele e de mim, mas tento não focar nisso, pois é um problema dele, não diz sobre mim. Mas como somos um casal isso afeta. Hj ele diz que aceita tratamento. Então estou em busca de selecionar alguns profissionais que podem auxiliar ele a parar de vez com isso e ter mais alto controle. Ele é do tipo que acredita que homem não demonstra fraquezas e tem que lidar com tudo sozinho, mas na verdade quem tem lidado com os problemas dele sou eu. Também preciso voltar a fazer, e pretendo, mas já deixo claro, que o uso de pornografia não é algo que aceitamos no nosso relacionamento e já conversamos sobre. Então não é algo pra ser aceito como normal, pois já existem estudos que comprovam que esses estímulos não tem benefício algum. Gostaria de conhecer profissionais que trabalham com isso, e como poderiam nos ajudar com práticas confiáveis e seguras.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você descreve envolve não apenas o comportamento em si, mas também seus efeitos na relação e na forma como cada um lida com o desejo, a culpa e os conflitos.
O mais indicado é buscar um psicólogo (preferencialmente com experiência em sexualidade) e, se possível, também um psicanalista. A psicoterapia pode ajudar seu namorado a compreender a função desse consumo, muitas vezes ligado à regulação de angústias, frustrações ou conflitos e a desenvolver outras formas de lidar com isso.
Além disso, a terapia de casal pode ser muito útil para trabalhar os impactos na relação, a comunicação e os acordos entre vocês.
Trata-se menos de “força de vontade” e mais de entender o que sustenta esse comportamento, para que mudanças mais consistentes possam acontecer.
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Quais são os sintomas do paciente ansioso, depressivo e estressado?
Quais são os sintomas do paciente ansioso, depressivo e estressado?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Os quadros de ansiedade, depressão e estresse costumam aparecer através de sinais emocionais, físicos e também na forma como a pessoa se relaciona com a própria vida.
Na ansiedade, é comum haver preocupação constante, sensação de tensão, pensamentos acelerados e dificuldade de relaxar. Na depressão, aparecem tristeza persistente, desânimo, perda de interesse nas atividades e sensação de vazio. Já o estresse geralmente se manifesta como irritabilidade, cansaço mental e sensação de sobrecarga.
Na psicanálise, além dos sintomas, busca-se compreender o sentido que esse sofrimento tem na história e na experiência subjetiva de cada pessoa.
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Quais são os ataques ocasionais de ansiedade? .
Quais são os ataques ocasionais de ansiedade? .
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Os ataques ocasionais de ansiedade são episódios súbitos de intensa angústia que podem surgir mesmo sem um motivo claro no momento. A pessoa pode sentir aceleração do coração, falta de ar, tensão no corpo, inquietação e uma sensação de perda de controle.
Pela perspectiva psicanalítica, esses momentos costumam indicar que algo interno está gerando tensão psíquica e não está conseguindo ser simbolizado ou elaborado. Por isso, mais do que apenas aliviar o sintoma, é importante compreender o que essa ansiedade pode estar expressando na história e na experiência emocional da pessoa.
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Como a ansiedade é processada pelo paciente? .
Como a ansiedade é processada pelo paciente? .
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Na visão psicanalítica, a ansiedade não é vista apenas como um "defeito" biológico, mas como um sinal de alerta do nosso mundo interno. Ela indica que algo, um desejo, um medo ou um conflito que não conseguimos colocar em palavras está tentando emergir.
Espero ter conseguido ajudar.
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Qual a diferença entre preocupação comum e a preocupação no Transtorno de Ansiedade de Doença (TAD)
Qual a diferença entre preocupação comum e a preocupação no Transtorno de Ansiedade de Doença (TAD) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A preocupação comum é proporcional à situação e tende a diminuir com explicações ou resolução do problema. Já no Transtorno de Ansiedade de Doença (TAD), ela é excessiva, persistente e não se alivia facilmente, mesmo diante de avaliações médicas tranquilizadoras.
Na perspectiva psicanalítica, essa preocupação intensa pode refletir angústias internas que se expressam através do corpo.
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"Como o medo de falhar pode levar tanto a um transtorno de ansiedade social quanto a uma dificuldade
"Como o medo de falhar pode levar tanto a um transtorno de ansiedade social quanto a uma dificuldade em estabelecer metas profissionais?"
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O medo de falhar pode intensificar a autocrítica e a antecipação de julgamento, favorecendo a ansiedade social e a evitação de situações em que o sujeito se expõe.
Ao mesmo tempo, esse medo pode dificultar o estabelecimento de metas profissionais, pois o risco de não corresponder às próprias expectativas gera paralisação ou adiamento.
Na perspectiva psicanalítica, trata-se de um conflito ligado à exigência interna e ao medo de frustração, que pode levar tanto à inibição quanto à evitação.
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Quais são os tipos de doenças causadas pela ansiedade?
Quais são os tipos de doenças causadas pela ansiedade?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Aqui estão as principais áreas afetadas:
Sistema Gastrointestinal: É uma das áreas mais sensíveis às emoções. Podem surgir gastrites nervosas, úlceras, refluxo e a Síndrome do Intestino Irritável.
Problemas Cardiovasculares: A ansiedade mantém o batimento cardíaco elevado e a pressão arterial instável, aumentando o risco de hipertensão, palpitações e arritmias.
Doenças de Pele (Dermatológicas): Manifestações como psoríase, vitiligo, dermatites e urticárias costumam ter picos de piora em períodos de maior angústia.
Dores Musculares e Tensão: Dores crônicas nas costas, ombros e a própria fibromialgia têm forte correlação com o estado emocional do paciente.
Baixa Imunidade: O excesso de cortisol (hormônio do estresse) enfraquece as defesas do corpo, deixando a pessoa mais suscetível a infecções e gripes recorrentes.
Se tiver mais dúvidas sobre esse assunto, estou a disposição.
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Como o medo da morte pode se manifestar no transtorno de ansiedade por doença?
Como o medo da morte pode se manifestar no transtorno de ansiedade por doença?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Do ponto de vista psicanalítico, esse medo muitas vezes expressa conflitos e angústias mais profundas que encontram no corpo uma forma de se manifestar. O trabalho terapêutico busca justamente compreender o sentido dessas preocupações, ajudando o paciente a lidar de forma menos angustiante com seus medos.
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Porque pessoas com ansiedade têm medo de morrer? .
Porque pessoas com ansiedade têm medo de morrer? .
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Na ansiedade, é comum que o sujeito vivencie sensações corporais intensas e difíceis de nomear, que podem ser interpretadas como ameaça à própria vida.
Na perspectiva psicanalítica, o medo de morrer pode estar ligado a angústias mais profundas, relacionadas à perda de controle, desamparo e ao desconhecido, que encontram no corpo uma forma de expressão.
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O transtorno de ansiedade por doenças tem cura? .
O transtorno de ansiedade por doenças tem cura? .
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O transtorno de ansiedade por doença tem tratamento e pode apresentar melhora significativa com acompanhamento psicológico e, em alguns casos, psiquiátrico.
Na psicanálise, o trabalho busca compreender as angústias que se expressam através da preocupação excessiva com a saúde, ajudando o sujeito a lidar de forma menos sofrida com esses medos.
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. Como diferenciar o medo normal da morte do transtorno de ansiedade por doenças?
. Como diferenciar o medo normal da morte do transtorno de ansiedade por doenças?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O medo da morte pode ser uma experiência humana natural.
Já no transtorno de ansiedade por doença, a preocupação com adoecer ou morrer torna-se excessiva, persistente e passa a gerar sofrimento e prejuízo no dia a dia.
Na psicanálise, entende-se que esse medo pode funcionar como expressão de angústias mais profundas, que encontram no corpo e na doença uma forma de manifestação.
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Quais são os gatilhos que podem desencadear a ansiedade da morte?
Quais são os gatilhos que podem desencadear a ansiedade da morte?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A ansiedade ligada à morte pode surgir diante de situações que confrontam a pessoa com a ideia de finitude, como doenças, perdas, envelhecimento, notícias sobre morte ou momentos de grande vulnerabilidade emocional.
Na psicanálise, esses gatilhos podem reativar angústias profundas relacionadas ao desamparo, à perda e aos limites da própria existência. O processo psicoterapêutico permite elaborar esses sentimentos e compreender o que essa angústia representa na história psíquica de cada pessoa.
Perguntas frequentes
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Estou querendo tomar chá de unha de gato e uxi amarelo porem tomo sertralina. Posso tomar ?
Não existem estudos clínicos de boa qualidade que garantam a segurança da…