Perguntas do paciente (27)
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É possível ter déficit de atenção e não ter o diagnóstico de TDAH?
É possível ter déficit de atenção e não ter o diagnóstico de TDAH?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, é possível ter dificuldades de atenção e não ter o diagnóstico do TDAH. Quando tem o diagnóstico do TDAH o paciente apresenta desde a infância a desatenção e impacta significativamente a vida do paciente em várias áreas da vida, gerando sofrimento clinicamente significativo e/ou prejuízos funcionais. Dificuldades de atenção podem ser causados por diversos outros transtornos como: Transtorno de ansiedade generalizada, depressão, estresse ou até falta de sono. É importante consultar um psiquiatra para avaliar melhor as dificuldades de atenção que tem apresentado, suas repercussões e possíveis causas.O TDAH também pode apresentar sem déficits de atenção significativos. O TDAH pode ter 3 subtipos de apresentações: 1 - predominantemente desatento (sem hiperatividade/impulsividade) 2 - predominantemente hiperativo/impulsivo (sem desatenção) e 3 - Tipo combinado (desatento e hiperativo / impulsivo).
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Fui diagnosticado com TDAH e iniciei o tratamento com o remédio Medato, no primeiro dia de uso notei
Fui diagnosticado com TDAH e iniciei o tratamento com o remédio Medato, no primeiro dia de uso notei uma melhora significativa porém fazem dias que estou usando a medicação e até então não notei mais nenhum efeito, seja ele bom ou ruim.
Isso é normal?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É possível que no início do uso do Medato (metilfenidato) você tenha sentido melhora dos sintomas do TDAH, mas a falta de efeito percebido nos dias seguintes pode ocorrer por fatores como adaptação do organismo ou dose insuficiente. Recomendo conversar com seu psiquiatra para avaliar se a dose está adequada ou se há necessidade de ajustes no tratamento.
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Quais são os sinais de alerta que uma pessoa em sofrimento emocional apresenta?
Quais são os sinais de alerta que uma pessoa em sofrimento emocional apresenta?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Os sinais de alerta de sofrimento emocional podem variar, mas geralmente incluem mudanças perceptíveis no comportamento, nas emoções e no funcionamento diário. Alguns sinais importantes a serem observados são:
1. Alterações no comportamento:
Isolamento social: Evitar interações com familiares, amigos ou colegas de trabalho.
Mudança de rotina: Dificuldade em realizar atividades habituais ou perda de interesse em hobbies.
Impulsividade: Ações precipitadas ou comportamentos autodestrutivos.
Ausências frequentes: Faltas no trabalho, na escola ou em compromissos importantes.
2. Alterações no humor:
Tristeza persistente: Sensação de vazio ou choro frequente sem motivo aparente.
Irritabilidade ou agressividade: Explosões emocionais ou impaciência fora do habitual.
Ansiedade intensa: Preocupações excessivas e dificuldade em relaxar.
3. Sintomas físicos:
Cansaço excessivo: Sensação constante de falta de energia, mesmo após descanso.
Alterações no sono: Insônia ou excesso de sono.
Alterações no apetite: Perda ou aumento significativo do apetite sem explicação.
4. Dificuldades cognitivas:
Problemas de concentração: Dificuldade em manter o foco ou tomar decisões.
Esquecimento: Faltar a compromissos ou dificuldade em lembrar informações importantes.
5. Pensamentos preocupantes:
Desesperança: Sentimentos de inutilidade ou de que nada pode melhorar.
Pensamentos de autolesão ou suicídio: Frases como "não aguento mais" ou "eu queria desaparecer" são sinais sérios e devem ser tratados o quanto antes com um psiquiatra.
6. Alterações sociais e de comunicação:
Mudança no padrão de comunicação: Falar menos, evitar contato visual ou expressar ideias de forma confusa.
Mensagens de despedida: Comentários indiretos sobre desistir ou afastar-se podem ser um alerta.
Se você ou alguém próximo apresentar esses sinais, é fundamental:
Procurar ajuda de um psiquiatra e psicólogo. Oferecer apoio, escutar sem julgamentos e encorajar a busca por tratamento. Em casos de urgência, como ideias de autolesão ou ideação suicida, buscar atendimento imediato em um pronto-socorro ou ligar para serviços de emergência.
Reconhecer esses sinais é o primeiro passo para oferecer ajuda e promover um caminho para a recuperação.
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Oi tô tomando ritalina e tô com muita dor de dente e dor de cabeça posso tomar dipirona
Oi tô tomando ritalina e tô com muita dor de dente e dor de cabeça posso tomar dipirona
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, a dipirona pode ser tomada para aliviar dores de dente e dor de cabeça, mesmo que você esteja usando Ritalina (metilfenidato). Não há contraindicação direta entre esses dois medicamentos. Se as dores persistirem ou forem muito intensas, recomendo procurar um dentista para avaliar a causa da dor de dente e informar seu psiquiatra sobre a dor de cabeça para avaliar se pode estar relacionada ao uso da Ritalina ou a outra condição. Sempre siga a dosagem indicada das medicações.
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Tenho TDAH. Eu posso um dia conseguir parar de tomar a medicação?
Tenho TDAH. Eu posso um dia conseguir parar de tomar a medicação?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, é possível que algumas pessoas que tem TDAH consigam parar de tomar a medicação, mas isso depende de vários fatores, como a gravidade dos sintomas, repercussões nas áreas da vida, resposta ao tratamento e as estratégias de manejo desenvolvidas ao longo do tempo. O objetivo da medicação é ajudar no controle dos sintomas enquanto você desenvolve habilidades para lidar com os desafios do TDAH, como organização, planejamento, gerenciamento do tempo, detectar o que gera distração e o que fazer com eles e etc.
Algumas pessoas conseguem reduzir ou suspender a medicação com o tempo, especialmente se combinarem o tratamento medicamentoso com psicoterapia e mudanças no estilo de vida. No entanto, essa decisão deve ser feita sempre com o acompanhamento do psiquiatra, que avaliará se você está preparado para essa transição sem comprometer sua qualidade de vida.
É importante lembrar que cada caso é único, e o tratamento deve ser personalizado às suas necessidades.
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Sempre tive uma dúvida, a ansiedade atrapalha mas tomadas de decisões?
Sempre tive uma dúvida, a ansiedade atrapalha mas tomadas de decisões?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, a ansiedade pode atrapalhar na tomada de decisões. Quando a ansiedade está excessiva, nosso cérebro entra em um estado de alerta que pode dificultar o raciocínio claro e objetivo. A ansiedade excessiva aumenta a preocupação com possíveis consequências negativas, o que pode levar à indecisão, excesso de análise ou impulsividade.
Alguns fatores associados à ansiedade que impactam as decisões incluem:
Medo de errar: A preocupação excessiva em evitar erros pode atrasar ou impedir a escolha.
Dificuldade de foco: A mente acelerada ou distraída dificulta a avaliação das opções disponíveis.
Sensação de urgência: A ansiedade pode levar a decisões apressadas, sem considerar todas as alternativas.
Com o tratamento adequado, como terapia, mudanças do estilo de vida e/ou medicação, é possível reduzir os sintomas de ansiedade e desenvolver estratégias para melhorar a tomada de decisões. Se isso está te impactando, recomendo buscar avaliação de um psiquiatra da sua confiança.
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Qual a melhor forma de acolher um paciente com transtorno mental?
Qual a melhor forma de acolher um paciente com transtorno mental?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Acolher uma pessoa com transtorno mental requer empatia, escuta ativa e respeito. É fundamental criar um ambiente acolhedor e livre de julgamentos, onde a pessoa se sinta confortável para compartilhar suas experiências. Sugestões:
1. Pratique a escuta ativa
Ouça com atenção, sem interromper ou minimizar os sentimentos da pessoa.
Mostre interesse com perguntas abertas, como: "Como você está se sentindo hoje?"
2. Seja empático
Demonstre compreensão, mesmo que você não tenha vivido a mesma experiência.
Frases como "Entendo que isso pode ser difícil para você" podem ajudar.
3. Evite julgamentos
Não critique ou desvalorize os sintomas relatados. Frases como "Isso é só frescura" devem ser evitadas, pois podem aumentar o sofrimento.
4. Respeite o tempo do paciente
Cada pessoa tem seu ritmo para falar sobre o que sente. Não pressione, mas esteja disponível quando ela estiver pronta para conversar.
5. Valide os sentimentos
Mostre que você reconhece a legitimidade das emoções da pessoa.
Por exemplo: "É compreensível que você se sinta assim, diante do que está enfrentando".
6. Demonstra confiança que ele pode ser ajudado por uma equipe de psiquiatra e psicólogo
Demonstre otimismo realista: "Com acompanhamento e cuidado, é possível melhorar e encontrar formas de lidar com isso".
7. Considere o contexto individual
Leve em conta a história de vida e os valores da pessoa.
Acolher é o primeiro passo para construir uma relação de confiança, essencial para juntos conseguirem criar uma estratégia para lidar com o sofrimento que o transtorno mental tem causado.
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Quais sintomas podem indicar que a ansiedade está sendo destrutiva?
Quais sintomas podem indicar que a ansiedade está sendo destrutiva?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A ansiedade, em níveis normais, é uma resposta natural do organismo a situações desafiadoras. No entanto, quando ela se torna intensa e persistente, pode impactar negativamente a qualidade de vida. Alguns sintomas que indicam que a ansiedade está sendo prejudicial incluem:
1. Impacto físico
Tensão muscular constante: Dor no pescoço, ombros ou mandíbula devido à rigidez muscular.
Problemas gastrointestinais: Náuseas, diarreia, ou dor de estômago frequente sem causa aparente.
Insônia: Dificuldade em iniciar ou manter o sono devido a pensamentos de preocupações excessivas.
Fadiga: Sensação de cansaço constante, mesmo após descansar.
2. Prejuízo emocional
Irritabilidade: Sensação de estar constantemente no limite, com explosões emocionais desproporcionais.
Medo excessivo: Preocupações que fogem do controle e se tornam desproporcionais em relação à realidade.
Desesperança: Sentimento de que a situação nunca vai melhorar, gerando apatia ou desânimo.
3. Dificuldades cognitivas
Concentração prejudicada: Esquecimentos frequentes e dificuldade para focar em tarefas.
Pensamento acelerado: Ruminância constante, com a mente revisitando problemas repetidamente.
Indecisão: Incapacidade de tomar decisões simples por medo de errar.
4. Comportamentos disfuncionais
Evitamento: Fugir de situações sociais, profissionais ou escolares por medo ou insegurança.
Compulsões: Uso excessivo de álcool, comida ou outras substâncias para aliviar o desconforto.
Dependência de segurança: Necessidade constante de aprovação ou reafirmação de terceiros para se sentir seguro.
5. Comprometimento funcional
Impacto no trabalho ou estudos: Dificuldade em cumprir prazos, queda de produtividade ou ausências frequentes.
Relacionamentos prejudicados: Conflitos constantes ou afastamento de familiares e amigos devido à irritabilidade ou isolamento.
Se a ansiedade estiver afetando significativamente sua vida, é essencial buscar ajuda de um psiquiatra e psicólogo. Com acompanhamento adequado, é possível identificar as causas e iniciar um tratamento que pode incluir terapia, mudanças no estilo de vida e, em alguns casos, medicação. Reconhecer que a ansiedade está prejudicando é o primeiro passo para voltar ter qualidade de vida.
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Gostaria de saber se o Generico do Venvanse tem o mesmo desempenho que o mesmo? Eu vi que ja esta se
Gostaria de saber se o Generico do Venvanse tem o mesmo desempenho que o mesmo? Eu vi que ja esta sendo vendido nas farmacias e gostaria de trocar para conseguir manter meu tratamento.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Embora o genérico do Venvanse (lisdexanfetamina) contenha o mesmo princípio ativo e passe pelos testes de bioequivalência exigidos pela Anvisa, existe uma margem permitida de variação no princípio ativo, que pode ser entre 80% e 120% em relação ao medicamento de referência. Na prática, algumas pessoas relatam que o medicamento de referência é mais efetivo, possivelmente devido aos excipientes (substâncias não ativas) ou ao processo de fabricação.
Se optar pelo genérico, é importante observar como você se sente e, em caso de diferenças nos efeitos, relatar ao seu psiquiatra para avaliar o tratamento e, se necessário, realizar ajustes.
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Tem alguma relação devido ao TDAH, a pessoa apresentar dificuldade e precisar voltar muitas vezes no
Tem alguma relação devido ao TDAH, a pessoa apresentar dificuldade e precisar voltar muitas vezes no mesmo lugar, utilizando recursos de orientação como mapas por exemplo, para memorizar um caminho relativamentr simples para a maioria das pessoas?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, essa dificuldade de memorizar trajetos pode estar relacionado ao TDAH, devido a dificuldade de reter as informações causada pelo comprometimento da função executiva, que inclue a memória de trabalho (memória de curto prazo) visuespacial. Dificultando transformar essa memória (do trajeto) em memória de longo prazo.
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Porque será que sinto tanta dor de cabeça quando esqueço de tomar venlafaxina?
Porque será que sinto tanta dor de cabeça quando esqueço de tomar venlafaxina?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A dor de cabeça ao esquecer de tomar a venlafaxina pode ser um sintoma de síndrome de descontinuação, que ocorre quando o corpo sente a interrupção repentina do medicamento. Isso acontece porque a venlafaxina age nos níveis de serotonina e noradrenalina, e a interrupção abrupta pode causar sintomas como dor de cabeça, tontura, sensação de choque pelo corpo e mal-estar. É importante tomar a medicação regularmente e conversar com o médico caso isso aconteça com frequência.
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Oi eu tomo o Oxalato de Excitalopram a quase dois anos e resolvi por contra propria parar de usar. T
Oi eu tomo o Oxalato de Excitalopram a quase dois anos e resolvi por contra propria parar de usar. Tenho usado ele de forma irregular dia sim dia não e as vezes até dois dias de intervalo e por último ja tem 4 dias que eu não tomo. Me sinto normal. Somente dor de cabeça leve e opressiva tipo uma agonia. O que eu faço? Posso continuar a descontinuação? Não tenho sentido medo nem ansiedade
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Parar o uso do oxalato de escitalopram de forma abrupta ou irregular pode causar sintomas de descontinuação, como a dor de cabeça que você relatou. Apesar de estar se sentindo bem, é importante conversar com seu psiquiatra para avaliar a possibilidade de planejar uma redução gradual e segura do medicamento, evitando possíveis desconfortos ou recaídas. Não recomendo continuar a descontinuação sem orientação do seu psiquiatra.
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Tomo Sertralina 50 mg a 6 meses. Se eu parar de tomar terei efeitos colaterais? E é normal depois de
Tomo Sertralina 50 mg a 6 meses.
Se eu parar de tomar terei efeitos colaterais?
E é normal depois de tanto tempo ainda ter insônia?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Parar de tomar sertralina abruptamente pode causar sintomas de síndrome de descontinuação, como tontura, irritabilidade, ansiedade e alterações no sono. Por isso, a suspensão deve ser sempre feita com orientação médica. Quanto à insônia, ela pode ser um efeito colateral do medicamento ou ser secundário a algum transtorno mental (Exemplos: Transtorno de
Ansiedade Generalizada, Transtorno Depressivo, Insônia e etc). É importante conversar com seu médico para avaliar melhor como você está atualmente e se o momento ideal para parar a sertralina e o que pode ser feito para melhorar a sua insônia.
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Tomo escitalopram a quase um mês(receitado por minha psiquiatra)é normal depois desse tempo ainda se
Tomo escitalopram a quase um mês(receitado por minha psiquiatra)é normal depois desse tempo ainda sentir tontura após tomar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, é possível que você ainda sinta tontura, pois alguns efeitos colaterais do escitalopram podem persistir nas primeiras semanas de tratamento, mas tendem a diminuir com o tempo. Caso a tontura seja intensa ou não melhore, é importante relatar isso ao seu psiquiatra para avaliar a possibilidade de ajustes no seu tratamento.
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Tomo o ansitec 10mg pela manhã e 10mg a tarde. Não tenho um horário certo isso faz mal?
Tomo o ansitec 10mg pela manhã e 10mg a tarde.
Não tenho um horário certo isso faz mal?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Tomar o Ansitec (Buspirona) em horários irregulares pode afetar a estabilidade do efeito do medicamento. O ideal é tomar o ansitec no mínimo 3 vezes ao dia, devido a sua meia-vida (é o tempo que o organismo leva para eliminar metade da dose de um medicamento do sangue) ser curta, esse intervalo ajuda a manter níveis constantes do ansitec no organismo ao longo do dia, aumentando a chance da sua eficácia. É importante tentar estabelecer horários fixos para tomar as doses, de acordo com a orientação do seu psiquiatra.
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Tomo escitalopram e perdi a sensação de “prazer” do cigarro, isso é normal? Eu gostaria de voltar a
Tomo escitalopram e perdi a sensação de “prazer” do cigarro, isso é normal? Eu gostaria de voltar a ter essa sensação de prazer que o cigarro traz. Pois não tem sentido eu fumar sem sentir o prazer, porém se eu não fumo, sinto a abstinência do cigarro. O que eu faço?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, o escitalopram pode influenciar a sensação de prazer em algumas atividades, incluindo fumar. Se isso está te incomodando, é importante conversar com seu psiquiatra para avaliar possíveis estratégias. Se você tiver desejo de cessar o tabagismo, esse momento pode ser uma ótima oportunidade para iniciar o tratamento para parar o uso do cigarro e não ter sintomas de abstinência que você está tendo quando tenta parar. Avalie com seu psiquiatra para encontrar a melhor abordagem.
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Olá, tomo Escitalopram há 3 anos e meio. Ele engorda a longo prazo? Obrigada
Olá, tomo Escitalopram há 3 anos e meio. Ele engorda a longo prazo?
ObrigadaRESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O escitalopram pode causar alterações no peso, mas isso varia de pessoa para pessoa. Em alguns casos, o ganho de peso pode ocorrer a longo prazo, mas não é uma regra. Se você percebeu mudanças no peso após o inicio do tratamento e isso te incomoda, converse com seu psiquiatra para avaliar estratégias ou possíveis ajustes no tratamento.
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Tomei Escitalopram por 2 anos depois parei por 1 ano mas como os sintomas de ansiedade voltaram meu
Tomei Escitalopram por 2 anos depois parei por 1 ano mas como os sintomas de ansiedade voltaram meu médico receitou ele novamente. Porém agora estou sentindo muita dor de cabeça, náusea, tremedeira e mal estar. Devo suspender a medicação?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Esses sintomas que você está sentindo, como dor de cabeça, náusea, tremores e mal-estar, podem ser efeitos colaterais iniciais do escitalopram, que geralmente diminuem nas primeiras semanas de uso. No entanto, é importante informar seu psiquiatra sobre esses sintomas para que ele avalie se é necessário ajustar a dose ou o tratamento. Não é recomendado suspender a medicação sem conversar com o seu psiquiatra.
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É possível a venlafaxina causar diarréia ? Faz duas semanas que estou tomando e comecei a ter diarré
É possível a venlafaxina causar diarréia ? Faz duas semanas que estou tomando e comecei a ter diarréia será efeito colateral?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, a venlafaxina pode causar diarreia como efeito colateral, especialmente nas primeiras semanas de uso, enquanto o organismo se adapta ao medicamento. Geralmente, esse efeito colateral tende a melhorar com o passar dos dias. Caso a diarreia persista ou esteja muito intensa, é importante informar ao seu psiquiatra para avaliar a possibilidade de reajuste do tratamento.
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Comecei a tomar venvanse 30mg para tdah. O primeiro dia me senti bem e mais concentrado mas a partir
Comecei a tomar venvanse 30mg para tdah. O primeiro dia me senti bem e mais concentrado mas a partir do segundo dia comecei a sentir sensação depressiva o dia todo. Pergunto se é possível que esse efeito colateral desapareça com a continuidade do tratamento?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É possível que nos primeiros dias de uso do Venvanse, apresente alterações de humor, incluindo sintomas depressivos. Esse efeito pode diminuir com o tempo, mas é importante relatar esse sinal ao seu psiquiatra para que ele avalie se é secundário ao uso do venvanse ou se pode ter um transtorno depressivo comórbido com a hipótese diagnóstica de TDAH. Quando tem Transtorno Depressivo e TDAH, o ideal é tratar primeiro o transtorno depressivo e após estabilização dos sintomas depressivos tratar o TDAH. Converse com o seu psiquiatra para que avalie melhor o seu caso e te dê as orientações necessárias.
Perguntas frequentes
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olá. ha exatos 3 meses tive uma crise de panico apos anos bem, contexto no qual minha psiq associou
A resposta à quetiapina não depende apenas da dose e não é possível afirmar…