Perguntas do paciente (25)

  • Existe tratamento para a dor emocional no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?

    Existe tratamento para a dor emocional no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Maria Cléia Oliveira

    Sim, existe tratamento eficaz para a dor emocional no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), com a psicoterapia sendo o pilar principal, que ajude a desenvolver habilidades de regulação emocional e tolerância ao estresse. Não esquecer dos medicamentos, usados para sintomas associados, como depressão e ansiedade, para potencializar a terapia e trazer mais estabilidade.


  • A autoagressão é um sintoma obrigatório para o diagnóstico de Transtorno de Personalidade Borderline

    A autoagressão é um sintoma obrigatório para o diagnóstico de Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Maria Cléia Oliveira

    Não, a autoagressão não é um sintoma obrigatório para o diagnóstico de Transtorno de Personalidade Borderline (TPB).
    O diagnóstico será baseado em um conjunto de nove critérios, conforme estabelecido no Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-5).
    Em avaliação, ao menos cinco são necessários para o diagnóstico.
    O indivíduo deve apresentar um padrão persistente deles.


  • Posso ter uma vida normal com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?

    Posso ter uma vida normal com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Maria Cléia Oliveira

    Claro que sim!
    O dia a dia de quem tem Transtorno de Personalidade pode ser equilibrado. Se houver tratamento adequado, haverá uma vida normal, plena e produtiva. Para isso, há que incluir psicoterapia, acompanhamento psiquiátrico, mudanças no estilo de vida. Seguindo uma rotina saudável e com equilíbrio, algo que ultimamente é muito estimulado para todos sem distinção, os sintomas melhoram significativamente com o tempo, permitindo estabilidade e relacionamentos saudáveis.
    A Psicoterapia ajuda no equilíbrio emocional e autoconhecimento.


  • O que fazer se houver suspeita de que uma pessoa muito jovem está apresentando traços do Transtorno

    O que fazer se houver suspeita de que uma pessoa muito jovem está apresentando traços do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Maria Cléia Oliveira

    Se houver suspeita de Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) em uma pessoa muito jovem, o primeiro passo é procurar imediatamente um profissional de saúde mental, psiquiatra ou psicólogo especializado, para uma avaliação e diagnóstico precisos.
    O olhar atento e responsável pode detectar que há algo diferente, mas é o profissional quem ajudará e orientará da melhor maneira. O tratamento precoce é fundamental, envolvendo psicoterapia e, se necessário, medicação para sintomas específicos, sempre com foco no desenvolvimento de habilidades emocionais e relacionais. Quanto mais cedo houver suporte, menos impactos negativos ocorrerão. A percepção de que há algo que precisa ser investigado é demonstração de amor, rede de apoio, que são fundamentais.


  • Como são as relações familiares de pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?

    Como são as relações familiares de pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Maria Cléia Oliveira

    Os TPs, de modo geral produzem consequências penosas para o indivíduo, seus familiares e as pessoas próximas, pois as relações são complexas e intensas, marcadas por instabilidade, conflitos, medo do abandono e comunicação disfuncional.
    Os familiares ficam, frequentemente, exaustos, confusos e buscando entender o que fizeram de errado, podendo criar um ciclo vicioso de validação/invalidação e dificuldade em estabelecer limites saudáveis.
    Importante, que haja trabalho terapêutico não só com quem tenha o TP como também com a família. O padrão comportamental de quem tem TPB é mal-adaptativo, produz uma série de dificuldades para o indivíduo e àqueles que com ele convivem. De modo geral, esse padrão está em desacordo com a expectativa da cultura na qual o paciente cresceu e/ou se situa.


Perguntas frequentes

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