Perguntas do paciente (3)

  • Tenho uma discreta fenda vocal anterior fusiforme que foi detectada a uns três anos atrás, sou professora

    Tenho uma discreta fenda vocal anterior fusiforme que foi detectada a uns três anos atrás, sou professora e fui impedida de exercer a minha profissão, gostaria de saber se isso realmente me impede de dar aulas?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Maria Isabel Manso

    As fendas fusiformes anteriores podem existir por causas diversas, seja qual for a causa é necessário que haja a investigação e tratamento com fonoterapia para aprimorar o funcionamento vocal e muitas vezes até mesmo fechamento da fenda glótica. Tendo o acompanhamento fonoaudiológico especializado você pode voltar a dar aulas com maior potência e controle vocal, e sem risco de causar impactos as suas pregas vocais.


  • Minha filha tem 8 anos esta com muitas dificuldades na escola (2º), fez o exame do PAC e deu alterado,

    Minha filha tem 8 anos esta com muitas dificuldades na escola (2º), fez o exame do PAC e deu alterado, começou a fazer acompanhamento com a fono, nesse caso é necessário fazer o tratamento em cabine ou é possivel melhora com a fono que trabalha com esse caso. O tratamento é longo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Maria Isabel Manso

    O tratamento do distúrbio de PAC deve ser realizado por meio do treinamento das habilidades auditivas dadas como alteradas na avaliação realizada. Esse treinamento pode ser feito ou não em cabine, utilizando fone auditivo e programas específicos para trenamento de PAC. Alguns profissionais pode complementar a terapia utilizando também instrumentos e estimulações com a própria fala para tornar a sessão mais lúdica.


  • eu troco o l pelo r e vice versa; gostaria de saber como se chama este tipo de situação e que tratamento

    eu troco o l pelo r e vice versa; gostaria de saber como se chama este tipo de situação e que tratamento eu posso fazer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Maria Isabel Manso

    A troca do l pelo r na fala pode ser devido a dislalia, como as colegas a cima colocaram, porém em alguns casos pode não se tratar desse distúrbio fonoarticulatório e sim de uma variação linguística devido a questões culturais da região na qual a pessoa cresceu, nesses casos alguns linguistas consideram isso quase como um sotaque.


Perguntas frequentes

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