Perguntas do paciente (15)

  • ola, o que devo fazer quando tenho uma crise de ansiedade e a hiperventilação torna-se insuportável?

    ola, o que devo fazer quando tenho uma crise de ansiedade e a hiperventilação torna-se insuportável? Tem vezes que me sinto tão sufocado que sou obrigado a me levantar e andar pelo local. sinto como se estivesse me afogando. tem alguma técnica que posso utilizar na hora da crise para amenizar esse sintoma?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Maria Laura Rodrigues Barros

    Quando você está tendo uma crise de ansiedade e experimentando hiperventilação intensa, pode ser útil praticar técnicas de respiração específicas para ajudar a acalmar o corpo e a mente. Aqui estão algumas técnicas que você pode experimentar durante uma crise de ansiedade:

    Respiração diafragmática: Sente-se ou deite-se confortavelmente. Coloque uma mão no peito e outra no abdômen, logo abaixo das costelas. Respire profundamente pelo nariz, sentindo o abdômen se expandir enquanto você inspira. Expire lentamente pela boca, permitindo que o abdômen se contraia. Concentre-se em tornar a respiração lenta, profunda e controlada.

    Respiração quadrada: Visualize um quadrado imaginário com quatro lados iguais. Ao inspirar, percorra um lado do quadrado, contando até quatro. Prenda a respiração enquanto percorre outro lado do quadrado, contando até quatro. Em seguida, expire enquanto percorre o terceiro lado do quadrado, contando até quatro. Por fim, segure a respiração enquanto percorre o último lado do quadrado, contando até quatro. Repita esse padrão de respiração quadrada várias vezes.

    Respiração com pausa: Inspire profundamente pelo nariz por alguns segundos. Em seguida, faça uma breve pausa de dois a três segundos antes de expirar lentamente pela boca. Novamente, faça uma pausa de dois a três segundos antes de inspirar novamente. Continue com esse padrão de respiração com pausa, permitindo que o tempo das pausas se ajuste à sua sensação de conforto.

    Contagem regressiva: Conte mentalmente de 10 a 1 enquanto respira profundamente. Ao inspirar, diga silenciosamente "10" em sua mente, e ao expirar, diga "9". Continue contando regressivamente até chegar a 1.

    Além dessas técnicas de respiração, é importante lembrar-se de focar na autorregulação e no relaxamento geral do corpo. Praticar mindfulness, visualização ou relaxamento muscular progressivo também pode ajudar a reduzir os sintomas de ansiedade durante uma crise.

    É fundamental buscar o apoio de um profissional de saúde mental, como um psicólogo ou terapeuta, que pode fornecer estratégias adicionais e um acompanhamento personalizado para o manejo da ansiedade e das crises de pânico.


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  • Como faço pra resolver o medo do "vazio" pós morte?

    Como faço pra resolver o medo do "vazio" pós morte?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Maria Laura Rodrigues Barros

    Lidar com o medo do vazio pós-morte é uma questão profundamente pessoal e complexa. É normal sentir ansiedade e incerteza em relação ao desconhecido e ao fim da vida. Aqui estão algumas sugestões que podem ajudar a lidar com esse medo:

    Reflexão e aceitação: Reflita sobre suas crenças e perspectivas sobre a vida e a morte. Explore diferentes concepções de vida após a morte e filosofias que possam trazer conforto e significado para você. Aceite que a morte é uma parte inevitável da vida e tente encontrar um equilíbrio entre enfrentar essa realidade e aproveitar plenamente o presente.

    Conexão com valores e propósito: Concentre-se em viver uma vida significativa e alinhada com seus valores e propósito. Busque atividades, relacionamentos e experiências que tragam sentido e satisfação para sua vida. Ao se envolver em coisas que são importantes para você, você pode encontrar uma sensação de plenitude e propósito, mesmo diante do desconhecido da vida após a morte.

    Busca por significado: Explore questões existenciais e espirituais que possam ajudar a encontrar um senso de significado e propósito na vida. Isso pode envolver práticas religiosas, espirituais ou filosóficas, meditação, leitura de livros inspiradores ou participação em grupos de apoio que discutem esses temas.

    Conversas e apoio emocional: Compartilhe seus medos e preocupações com pessoas de confiança, como amigos, familiares ou um profissional de saúde mental. Ter conversas honestas sobre a morte e o medo do vazio pode ajudar a aliviar a ansiedade e promover um senso de conexão e compreensão.

    Enfrente os medos gradualmente: Se o medo do vazio pós-morte é paralisante ou interfere em sua qualidade de vida, pode ser útil procurar a ajuda de um profissional de saúde mental, como um terapeuta ou psicólogo, que possa guiá-lo em um processo gradual de enfrentamento e ressignificação desses medos.

    Lembrando que cada pessoa lida com o medo da morte de maneira única e individual. O importante é encontrar estratégias que funcionem para você e que possam trazer um senso de paz e tranquilidade em relação a essa questão.


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  • Como ficar mais calma convivendo com pessoas explosivas que vivem somente para criticar os outros e

    Como ficar mais calma convivendo com pessoas explosivas que vivem somente para criticar os outros e são extremistas, além de se comportarem de maneira bastante infantil?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Maria Laura Rodrigues Barros

    Lidar com pessoas explosivas, críticas e extremistas pode ser desafiador e pode afetar seu bem-estar emocional. Aqui estão algumas estratégias que podem ajudar você a ficar mais calma ao conviver com essas pessoas:

    Mantenha a calma: Procure manter a compostura e não deixe que o comportamento delas afete negativamente o seu estado emocional. Responder de forma calma e controlada pode ajudar a reduzir o potencial de conflitos e confrontos.

    Defina limites saudáveis: Estabeleça limites claros sobre o que você está disposta a tolerar. Comunique de maneira assertiva suas necessidades e expectativas em relação ao comportamento delas. Se necessário, afaste-se temporariamente ou estabeleça uma distância saudável para proteger sua própria paz de espírito.

    Pratique empatia: Tente compreender que as explosões de raiva ou comportamentos infantis podem ser reflexo das próprias dificuldades ou frustrações internas dessas pessoas. Embora isso não justifique o comportamento delas, cultivar a empatia pode ajudar a reduzir sua reação emocional e a lidar com elas de uma maneira mais equilibrada.

    Evite alimentar discussões: Não se envolva em discussões desnecessárias ou alimente o comportamento extremista delas. Evite entrar em debates acalorados que possam aumentar o estresse e a tensão. Aprenda a escolher suas batalhas e evite cair na armadilha de ser arrastada para discussões improdutivas.

    Busque suporte: Procure apoio emocional em outras pessoas em sua vida, como amigos, familiares ou grupos de suporte. Compartilhar suas experiências e emoções com pessoas que possam entender e oferecer suporte pode ser reconfortante e ajudar a lidar com a situação.

    Cuide de si mesma: É essencial priorizar seu bem-estar emocional e físico. Dedique tempo para atividades que lhe tragam alegria, relaxamento e equilíbrio, como exercícios, hobbies, meditação ou práticas de autocuidado. Isso pode ajudar a fortalecer sua resiliência e aumentar sua capacidade de lidar com pessoas difíceis.

    Lembrando que, se a situação se tornar insustentável ou afetar seriamente sua saúde mental, considere buscar o apoio de um profissional de saúde mental, como um psicólogo, que pode fornecer orientação e estratégias específicas para lidar com essas circunstâncias desafiadoras.


  • Quem tem TAG ou pânico pode jogar futebol? Sim ou não

    Quem tem TAG ou pânico pode jogar futebol? Sim ou não

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Maria Laura Rodrigues Barros

    Não há uma resposta definitiva "sim" ou "não" para essa pergunta, pois cada caso é único e depende da gravidade dos sintomas e da capacidade da pessoa em lidar com a ansiedade ou ataques de pânico durante a prática do futebol.

    Em alguns casos, o exercício físico e a prática de esportes podem ser benéficos para pessoas com transtorno de ansiedade generalizada (TAG) ou transtorno de pânico. O exercício pode ajudar a reduzir a ansiedade, promover a liberação de endorfinas e melhorar o bem-estar geral.

    No entanto, é importante que a pessoa trabalhe em conjunto com um profissional de saúde mental, como um psiquiatra ou psicólogo, para desenvolver estratégias de enfrentamento adequadas e estabelecer limites individuais. Eles podem fornecer orientações específicas e adaptadas às necessidades da pessoa, bem como ajustar o tratamento ou a terapia, se necessário.

    Cada indivíduo é único, e o grau de impacto da TAG ou do transtorno de pânico pode variar. Portanto, é importante buscar aconselhamento profissional para avaliar a viabilidade e segurança da prática esportiva no contexto de cada caso específico.


  • Sintomas físicos da ansiedade ou pânico, podem acontecer mesmo se você não estiver tendo uma crise n

    Sintomas físicos da ansiedade ou pânico, podem acontecer mesmo se você não estiver tendo uma crise no momento?? ele pode ficar durando o dia indo e voltando?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Maria Laura Rodrigues Barros

    Sim, é possível que ocorram sintomas físicos de ansiedade ou pânico mesmo quando a pessoa não está tendo uma crise aguda no momento. Esses sintomas podem se manifestar de forma crônica ou recorrente ao longo do dia, podendo ir e voltar.

    Algumas pessoas com transtornos de ansiedade, como o transtorno de ansiedade generalizada (TAG) ou transtorno do pânico, podem experimentar sintomas físicos contínuos ou intermitentes, independentemente de estarem em uma situação que desencadeie uma crise aguda. Esses sintomas podem incluir:

    Tensão muscular: sensação de aperto, dor ou desconforto muscular.
    Palpitações ou taquicardia: batimentos cardíacos rápidos ou acelerados.
    Respiração rápida ou dificuldade em respirar: sensação de falta de ar ou respiração ofegante.
    Sudorese: suor excessivo ou suores frios.
    Tremores ou agitação: sensação de inquietação ou tremores nas mãos ou em outras partes do corpo.
    Dor no peito ou desconforto: sensação de pressão, aperto ou dor no peito.
    Dor de estômago ou desconforto abdominal: náuseas, desconforto gastrointestinal ou sensação de "borboletas no estômago".
    Tontura ou vertigem: sensação de desequilíbrio, tontura ou vertigem.
    Fadiga ou fraqueza: sensação de cansaço extremo ou fraqueza muscular.
    Esses sintomas podem ser desencadeados por fatores internos, como pensamentos ansiosos, estresse ou preocupações persistentes, mesmo na ausência de uma situação imediata de crise. É importante buscar ajuda médica e psicológica para avaliar adequadamente esses sintomas e desenvolver estratégias de gerenciamento e tratamento apropriadas.


  • A ansiedade pode mudar minha percepção quanto a realidade? Eu tenho um pensamento e minha mente me f

    A ansiedade pode mudar minha percepção quanto a realidade? Eu tenho um pensamento e minha mente me faz acreditar que aquilo que eu pensei é real de forma que eu consigo até sentir em sensações no meu corpo. Eu penso em algo e minha cabeça tira aquilo totalmente de contexto e isso me deixa muito ansiosa, porque eu não me sinto assim quando não tô ansiosa, não sinto essas coisas que penso.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Maria Laura Rodrigues Barros

    Sim, a ansiedade pode afetar a percepção e a interpretação da realidade de uma pessoa. A ansiedade pode levar a distorções cognitivas, que são padrões de pensamento distorcidos ou negativos. Essas distorções podem influenciar a forma como você percebe eventos, situações e até mesmo a si mesma.

    As distorções cognitivas comuns associadas à ansiedade incluem:

    Catastrofização: Exagerar a importância de um evento negativo, antecipando o pior cenário possível.
    Pensamento dicotômico: Ver as situações de forma extrema, dividindo-as apenas em "tudo ou nada", sem considerar nuances ou opções intermediárias.
    Generalização excessiva: Extrair uma conclusão ampla e negativa com base em um único evento ou experiência negativa.
    Leitura mental: Acreditar erroneamente que você sabe o que os outros estão pensando sobre você, mesmo sem evidências concretas.
    Filtro mental: Focar apenas nas informações negativas e desconsiderar as positivas.
    Personalização: Acreditar que eventos ou situações negativas são sua culpa pessoal, mesmo quando não há uma base racional para isso.
    Essas distorções cognitivas podem levar a um aumento da ansiedade e influenciar a percepção da realidade, fazendo com que você interprete os eventos de maneira distorcida, exagerada ou negativa.

    É importante reconhecer essas distorções cognitivas e desafiar seus pensamentos ansiosos. A terapia cognitivo-comportamental (TCC) é uma abordagem terapêutica eficaz para ajudar a identificar e modificar essas distorções, promovendo uma perspectiva mais realista e saudável.

    Se você está enfrentando esses sintomas, recomendo buscar o apoio de um profissional de saúde mental, como um psicólogo ou psiquiatra. Eles podem ajudá-la a entender melhor seus pensamentos e emoções, desenvolver estratégias de enfrentamento e fornecer o tratamento adequado para lidar com a ansiedade e melhorar sua percepção da realidade.


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    Consulta Psicologia

  • Tenho medo de falar o que penso, fico com medo do vão pensar e de como vão reagir. Normalmente acont

    Tenho medo de falar o que penso, fico com medo do vão pensar e de como vão reagir. Normalmente acontece quando vou falar o que quero, o que desejo.
    Ex: cortes de cabelo, fico nervosa e falo que o que a pessoa quiser eu vou usar, não consigo me decidir.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Maria Laura Rodrigues Barros

    O medo de expressar o que você pensa e o receio de como os outros vão reagir são experiências comuns para muitas pessoas. Esses sentimentos podem ser influenciados pela ansiedade social e pela preocupação excessiva em relação à aprovação dos outros.

    Aqui estão algumas estratégias que podem ajudar a lidar com esse medo:

    Autoconsciência: Reconheça que é normal sentir medo ou preocupação em situações sociais. Aprenda a identificar quando esses pensamentos estão surgindo e como eles estão afetando sua capacidade de se expressar.

    Pratique a exposição gradual: Comece a enfrentar seus medos de forma gradual. Comece compartilhando suas opiniões ou preferências com pessoas de confiança ou em situações de menor pressão. À medida que se sentir mais confortável, desafie-se a expressar-se em situações mais desafiadoras.

    Desafie pensamentos negativos: Esteja ciente dos pensamentos negativos ou distorcidos que estão contribuindo para o medo de se expressar. Questione esses pensamentos e busque evidências alternativas ou mais realistas que possam ajudar a diminuir a ansiedade.

    Pratique a assertividade: Aprenda técnicas de comunicação assertiva para expressar suas opiniões e desejos de forma clara e respeitosa. Aprenda a valorizar sua própria perspectiva e necessidades, sem se preocupar excessivamente com a reação dos outros.

    Construa confiança: Trabalhe na construção de autoconfiança e autoestima. Reconheça suas realizações, habilidades e características positivas. Quanto mais confiante você se sentir, mais provável será que se sinta à vontade para expressar seus pensamentos e desejos.

    Busque apoio: Considere buscar apoio de um profissional de saúde mental, como um psicólogo, que pode ajudá-lo a explorar mais a fundo suas preocupações e fornecer técnicas e estratégias específicas para lidar com o medo de se expressar.

    Lembre-se de que é um processo gradual e leva tempo para superar esses medos. Seja gentil consigo mesma e celebre cada pequeno passo na direção de se sentir mais à vontade para expressar quem você é.


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    Consulta Psicologia

  • Sou casada a 18 anos e sofro com a dependência emocional,meu marido è manipulador,quer as coisas do

    Sou casada a 18 anos e sofro com a dependência emocional,meu marido è manipulador,quer as coisas do jeito dele.Sai com os amigos,mais quando saiu com os meus ele se isola,fecha a cara.Passamos dias sem se falar,e na maioria das vezes eu que procuro pra dialogar,mesmo não estando errada.O que fazer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Maria Laura Rodrigues Barros

    Lidar com um relacionamento onde há manipulação e dependência emocional pode ser extremamente desafiador e desgastante. Aqui estão algumas sugestões que podem ajudar você a lidar com essa situação:

    Reconheça a manipulação: É importante reconhecer quando seu marido está sendo manipulador e controlador. Esteja atenta a comportamentos como chantagem emocional, culpa excessiva, controle de suas atividades ou isolamento social.

    Estabeleça limites saudáveis: Defina limites claros em seu relacionamento e comunique suas necessidades e expectativas de maneira assertiva. Seja firme ao expressar suas opiniões e tomar decisões que sejam importantes para você.

    Invista em si mesma: Foque em seu próprio bem-estar emocional e desenvolvimento pessoal. Cuide de si mesma, busque atividades que lhe tragam alegria e satisfação, e mantenha um círculo de amizades e interesses próprios.

    Busque apoio: Procure o apoio de amigos, familiares ou profissionais de saúde mental, como um terapeuta ou psicólogo. Eles podem fornecer um espaço seguro para você expressar suas emoções, oferecer orientação e ajudá-la a desenvolver estratégias para lidar com a manipulação e a dependência emocional.

    Considere a terapia de casal: Seu marido pode estar disposto a participar da terapia de casal para trabalhar os padrões de comportamento prejudiciais e melhorar a comunicação no relacionamento. A terapia pode ser uma ferramenta eficaz para promover a compreensão, a resolução de conflitos e a construção de relacionamentos mais saudáveis.

    No entanto, é importante lembrar que cada situação é única, e você precisa avaliar o que é melhor para sua segurança e bem-estar. Se houver abuso físico, emocional ou qualquer forma de violência, é crucial buscar ajuda imediatamente e considerar medidas de proteção.

    Lembre-se de que você tem o direito de ser tratada com respeito, autonomia e dignidade em seu relacionamento. Você merece ser feliz e saudável emocionalmente.


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  • sou mulher, faço acompanhamento psiquiátrico pra depressão e TPET. Fiz terapia durante 6 meses, com

    sou mulher, faço acompanhamento psiquiátrico pra depressão e TPET. Fiz terapia durante 6 meses, com psicóloga que se identificava cognitiva comportamental. Porém,, não percebi trabalho concreto com instrumentos da referida abordagem e também vivi grande piora na depressão e ansiedade, crises nas sessões e após as sessões. Será que o fato de meus traumas ter sido provocados por mulheres é melhor que eu faça terapia somente com homem, já que em outro momento consegui melhoras com psicólogo emdr, por exemplo ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Maria Laura Rodrigues Barros

    A escolha do terapeuta é uma decisão pessoal e individual, e o mais importante é encontrar um profissional com quem você se sinta confortável e seguro. É válido considerar suas preferências e experiências passadas ao escolher um terapeuta.

    Se você percebeu que seus traumas estão relacionados a mulheres e que teve melhoras com um psicólogo que utiliza a terapia EMDR, pode ser uma opção buscar um terapeuta homem para trabalhar essas questões específicas. No entanto, é importante ressaltar que a eficácia da terapia não depende exclusivamente do gênero do terapeuta, mas sim da abordagem terapêutica utilizada, da empatia e do vínculo terapêutico.

    Além disso, é importante considerar que a terapia cognitivo-comportamental (TCC) pode ser eficaz no tratamento da depressão e do transtorno de estresse pós-traumático (TEPT), mas é necessário que haja uma abordagem adequada e focada em suas necessidades específicas. Se você sentiu que o trabalho com a psicóloga de orientação cognitivo-comportamental não foi satisfatório, pode ser válido buscar um terapeuta com experiência em outras abordagens terapêuticas, como a EMDR.

    O mais importante é encontrar um terapeuta competente e que esteja disposto a trabalhar com você de maneira respeitosa e individualizada, levando em consideração suas necessidades e experiências. Você pode considerar ter uma conversa inicial com potenciais terapeutas para entender melhor sua abordagem terapêutica e como eles podem ajudá-la especificamente com suas questões.

    Lembre-se de que a terapia pode ser um processo de tentativa e erro, e pode levar tempo para encontrar o terapeuta e a abordagem terapêutica que melhor se adequem a você. Não hesite em expressar suas preocupações e necessidades durante o processo de terapia, pois isso é fundamental para que você receba o apoio adequado para sua saúde mental.


  • Eu estou com um problema bem sério, bom eu só tenho 15 anos e namoro uma menina bissexual, eu tenho

    Eu estou com um problema bem sério, bom eu só tenho 15 anos e namoro uma menina bissexual, eu tenho muito ciúmes dela com outras pessoas e essas atitudes me deixam muito mal, eu penso demais na gente e isso me dá uma crise de ansiedade toda hora, tentei conversar com ela mais infelizmente nada muda, a ansiedade continua forte e meus pensamentos não mudam.. e eu sofro demais com isso, e todo dia uma nova crise do transtorno.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Maria Laura Rodrigues Barros

    Sinto muito ouvir que você está enfrentando dificuldades em lidar com ciúmes e ansiedade em seu relacionamento. É compreensível que você possa se sentir inseguro ou preocupado em relação à sua namorada, especialmente considerando que ela é bissexual. No entanto, é importante abordar esses sentimentos de uma maneira saudável para o seu bem-estar emocional e o bem-estar do relacionamento.

    Aqui estão algumas sugestões que podem ajudar:

    Autoconhecimento: Tente entender a origem de seus sentimentos de ciúme e ansiedade. Eles podem estar relacionados a experiências passadas, inseguranças pessoais ou medo de ser abandonado. Explorar essas questões em terapia individual pode ser benéfico para você.

    Comunicação aberta: Tenha conversas honestas e abertas com sua namorada sobre seus sentimentos. Explique como o ciúme e a ansiedade estão afetando você e busquem juntos maneiras de lidar com essas emoções.

    Confiança mútua: Construir e fortalecer a confiança em seu relacionamento é essencial. Trabalhem juntos para estabelecer uma base sólida de confiança, respeito e comunicação aberta.

    Autoestima: Concentre-se em desenvolver sua autoestima e autoconfiança. Lembre-se de que você é valioso e digno de amor e respeito, independentemente de sua namorada ser bissexual. Fortalecer seu próprio senso de identidade e valor pode ajudar a reduzir a insegurança.

    Busque apoio: Considere buscar o apoio de um profissional de saúde mental, como um psicólogo ou terapeuta. Eles podem ajudá-lo a desenvolver estratégias de enfrentamento específicas para lidar com o ciúme e a ansiedade, e fornecer suporte emocional durante esse processo.

    Lembre-se de que relacionamentos saudáveis são baseados em confiança, respeito e comunicação. Trabalhar em conjunto com sua namorada e buscar apoio profissional pode ajudar a lidar com esses desafios e promover um relacionamento mais satisfatório e equilibrado.


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  • Desde pequeno minha vó dizia que sou fraco fisicamente, a medida que crescia saí de todos os emprego

    Desde pequeno minha vó dizia que sou fraco fisicamente, a medida que crescia saí de todos os empregos após me esgotar fisicamente rápido. Já tentei ultrapassar meus limites, mas eu não consigo. Sou homem, tenho 22 anos e há alguns anos venho tentando praticar atividades físicas (jogar futebol de campo), mas mesmo depois de 3 anos eu não consigo correr por 5 minutos sem me esgotar de um jeito fora do normal. Estou pensando em usar vitaminas e suplementos(arginina) para melhorar minha condição física e muscular... Não sei se isso interfere, mas tenho depressão desde os 7 anos.

    Como eu devo lidar com esta situação?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Maria Laura Rodrigues Barros

    Lidar com esses sentimentos de frustração em relação à sua condição física pode ser desafiador, especialmente considerando os comentários negativos que você recebeu desde a infância. É importante abordar essa questão de forma holística, considerando tanto a sua saúde física quanto a mental.

    Consulte um médico: É fundamental que você consulte um médico para avaliar sua condição física e descartar quaisquer problemas de saúde subjacentes que possam estar contribuindo para sua fadiga excessiva. Um profissional de saúde poderá realizar exames e fornecer orientações adequadas com base em sua história médica e sintomas.

    Avalie seu estilo de vida: Além de consultar um médico, é importante avaliar seu estilo de vida de maneira geral. Analise seus hábitos alimentares, padrões de sono, níveis de estresse e atividade física em geral. Pequenas mudanças nessas áreas podem fazer uma diferença significativa em sua energia e resistência.

    Busque apoio psicológico: O fato de você ter enfrentado a depressão desde uma idade jovem pode ter um impacto na sua motivação, autoestima e na forma como você percebe suas habilidades físicas. Considerar a busca de apoio psicológico, como terapia, pode ajudá-lo a lidar com essas questões emocionais e trabalhar em direção à construção de uma mentalidade mais positiva e resiliente.

    Atividades físicas adequadas: Encontrar uma atividade física que seja adequada para você pode fazer a diferença. Nem todas as pessoas se adaptam bem a todos os tipos de exercícios. Explorar diferentes modalidades, como caminhadas, natação ou ioga, pode ajudar a descobrir uma atividade que seja mais agradável e menos desgastante para você.

    Consulte um profissional de educação física: Trabalhar com um profissional de educação física pode ser benéfico para desenvolver um programa de exercícios personalizado, levando em consideração suas necessidades individuais, limitações e objetivos. Eles podem ajudar a adaptar os exercícios às suas capacidades e trabalhar gradualmente para melhorar sua resistência ao longo do tempo.

    Mantenha expectativas realistas: É importante lembrar que cada pessoa é única e possui características individuais. Comparar-se com os outros ou esperar resultados imediatos pode ser prejudicial. Concentre-se em seu próprio progresso e celebre as pequenas conquistas ao longo do caminho.

    Lembre-se de que os resultados podem levar tempo e requerem perseverança. Seja gentil consigo mesmo e busque um equilíbrio entre o esforço físico e o autocuidado mental.


  • Meu namorado tem 27 anos e está sempre cansado e não procura ajuda, e eu também não sei o que fazer.

    Meu namorado tem 27 anos e está sempre cansado e não procura ajuda, e eu também não sei o que fazer. Ele é capaz de dormir 15h/dia tranquilamente, todos os dias. Aqui na minha casa ele chega a dormir/cochilar até 4x ao dia, imagino na casa dele... Além disso, ele está sempre comentando que está cansado. Ele acorda dizendo que está cansado. Café não faz nenhum efeito nem às 23h. Não consegue ter disposição para coisas de jovens como ir a uma trilha e a uma festa no mesmo dia. Os exames de rotina dizem que está tudo bem. Hormônios de tireóide também. Qual profissional buscar? Aparentemente ele é assim desde, no mínimo, a época que conheço ele, em torno dos 16 anos.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Maria Laura Rodrigues Barros

    Seu namorado está enfrentando uma questão importante em relação à sua fadiga e sono excessivos. Embora os exames de rotina e os testes hormonais tenham sido normais, ainda pode haver outros fatores subjacentes que estão contribuindo para seus sintomas.

    Nesse caso, seria recomendado que ele procurasse um médico para uma avaliação mais aprofundada. Um bom profissional para começar seria um médico de clínica geral ou um médico de família, que pode conduzir uma investigação mais abrangente. O médico poderá realizar exames adicionais, se necessário, e avaliar diferentes aspectos, como a qualidade do sono, histórico médico, estilo de vida, nutrição, estresse e outros fatores que possam estar afetando seu nível de energia e cansaço.

    Além disso, dependendo dos resultados e das suspeitas clínicas, o médico pode encaminhá-lo para um especialista específico, como um médico do sono, um endocrinologista ou um especialista em medicina interna. Esses profissionais podem conduzir exames mais especializados e oferecer diagnósticos mais específicos.

    É importante encorajar seu namorado a buscar ajuda profissional e apoiá-lo durante esse processo. Às vezes, a fadiga crônica pode estar relacionada a condições médicas subjacentes, como distúrbios do sono (como a apneia do sono), distúrbios metabólicos, condições psicológicas (como depressão) ou outros problemas de saúde. Um diagnóstico adequado é fundamental para que ele receba o tratamento adequado e encontre maneiras de gerenciar sua fadiga.

    Lembrando que sou um modelo de linguagem e não substituo a opinião de um profissional de saúde. As informações fornecidas não devem ser consideradas como um diagnóstico médico.


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    Consulta Psicologia

  • Olá! Nos manuais diagnósticos, está escrito que a depressão precisa se apresentar em duas semanas. P

    Olá! Nos manuais diagnósticos, está escrito que a depressão precisa se apresentar em duas semanas. Porém, tenho tido sintomas depressivos desde 2020, mas entre altos e baixos, mas não lembro ter ficado 2 semanas direto me sentindo mal. Isso pode ser investigado?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Maria Laura Rodrigues Barros

    Sim, é possível que você esteja enfrentando sintomas depressivos que se estendem por um período mais longo, mesmo que você não se lembre de ter ficado mal por duas semanas consecutivas. Os critérios diagnósticos estabelecidos nos manuais, como o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-5), fornecem diretrizes gerais para o diagnóstico de depressão, mas nem todas as pessoas se encaixam perfeitamente nesses critérios.

    A duração e a gravidade dos sintomas variam de pessoa para pessoa, e é importante levar em consideração o quadro clínico completo, incluindo a história pessoal e o contexto individual. Um profissional de saúde mental, como um psicólogo ou psiquiatra, pode realizar uma avaliação mais aprofundada para determinar se você atende aos critérios diagnósticos de depressão ou se há outros fatores contribuindo para seus sintomas.

    Além disso, é importante lembrar que a saúde mental é complexa e que outros transtornos, como transtorno de ansiedade, transtorno bipolar ou transtorno de adaptação, também podem apresentar sintomas semelhantes aos da depressão. Uma avaliação clínica adequada pode ajudar a identificar e diferenciar essas condições.

    Se você está preocupado com seus sintomas depressivos persistentes, recomendo que procure um profissional de saúde mental para uma avaliação completa e um diagnóstico preciso. Eles poderão fornecer o suporte necessário e orientá-lo no tratamento apropriado para suas necessidades individuais.


  • Boa tarde, minha filha fe dez anos relatou que a amiga dela também de dez anos se declarou para ela,

    Boa tarde, minha filha fe dez anos relatou que a amiga dela também de dez anos se declarou para ela, a resposta de minha filha foi o que eu já esperava: que é hetero e que não é assunto para idade delas, desde então a amiga tem investido na minha filha e ela estar bem incomodada, mas gosta muita da amiga e não quer magoa-la.
    Minha filha conversa sobre tudo comigo temos uma relação de muito diálogo, porém ela falou que a amiga não fala com os pais sobre sexualidade e disse que tem muito medo de falar sobre os sentimentos dela.
    Minha dúvida é se eu converso com a mãe sobre o que aconteceu para que a mãe possa orienta-la ou se deixo como estar.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Maria Laura Rodrigues Barros

    É ótimo que você tenha uma relação aberta de diálogo com sua filha, onde ela se sente à vontade para compartilhar seus sentimentos e preocupações com você. Lidar com situações relacionadas à sexualidade e às emoções pode ser desafiador para crianças, e é importante oferecer suporte e orientação adequada.

    Nesse caso, considerando que sua filha está se sentindo incomodada com as investidas da amiga e expressou preocupação com a falta de diálogo sobre sexualidade em sua família, pode ser útil você entrar em contato com a mãe da amiga e abordar a situação de forma delicada. Explique a situação de maneira respeitosa e mantenha o foco na preocupação de sua filha e no bem-estar emocional dela. A conversa pode ser uma oportunidade para compartilhar informações sobre a importância de abordar abertamente a sexualidade e os sentimentos, especialmente quando envolve crianças em idade pré-adolescente.

    Ao falar com a mãe da amiga, enfatize que você está buscando o melhor para ambas as crianças e que deseja garantir que ambas se sintam confortáveis e apoiadas. É possível que a mãe não esteja ciente da situação ou da angústia que sua filha está passando, e essa conversa pode abrir espaço para uma abordagem mais consciente e sensível ao tema.

    No entanto, é importante ter em mente que cada família tem diferentes abordagens em relação à sexualidade e às conversas sobre esse assunto. Respeite a abordagem da família da amiga, mesmo que ela seja diferente da sua. O objetivo principal deve ser garantir o bem-estar emocional de sua filha e ajudar a criar um ambiente onde ela possa se sentir segura, respeitada e apoiada.

    Se a situação persistir ou se sua filha continuar se sentindo desconfortável, você também pode considerar a possibilidade de envolver um profissional, como um psicólogo, que possa oferecer apoio e orientação específicos para essa situação.


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    Consulta psicológica do adolescente

  • A sertralina ela só causa um atraso ou a menstruação não desce?

    A sertralina ela só causa um atraso ou a menstruação não desce?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Maria Laura Rodrigues Barros

    A sertralina é um antidepressivo da classe dos inibidores seletivos da recaptação de serotonina (ISRS) que é comumente usado para tratar a depressão, transtorno de ansiedade, transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) e outros problemas de saúde mental.

    Em relação ao ciclo menstrual, a sertralina geralmente não causa um atraso direto ou impede a menstruação de ocorrer. No entanto, alguns efeitos colaterais relacionados ao uso de sertralina podem afetar indiretamente o ciclo menstrual. Alguns indivíduos podem experimentar alterações no padrão de sono, apetite e humor, que podem, por sua vez, ter um impacto no ciclo menstrual. Estresse, ansiedade e mudanças hormonais também podem afetar o ciclo menstrual.

    Caso você esteja tomando sertralina e esteja preocupada com alterações no seu ciclo menstrual, é importante discutir suas preocupações com um profissional de saúde, como seu médico ou ginecologista. Eles poderão avaliar sua situação específica, considerar outros fatores que possam estar afetando seu ciclo menstrual e fornecer orientações adequadas para sua situação.

    Lembrando que cada pessoa pode reagir de forma diferente à medicação, portanto, é importante buscar orientação profissional para esclarecer suas dúvidas específicas e obter informações mais precisas com base no seu histórico médico e na medicação que está sendo utilizada.


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