Perguntas do paciente (28)
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Não me sinto plenamente amada, quando tenho alguma discussão em casa, ou minha mãe briga comigo e di
Não me sinto plenamente amada, quando tenho alguma discussão em casa, ou minha mãe briga comigo e discutimos, o primeiro pensamento que passa na minha cabeça é que não sou tô amada por ela, ela só briga comigo, ela só faz isso comigo. Com outras pessoas tenho a sensação de estar incomodando, me chamam de dramática mas esses sentimentos são difíceis de sair da minha mente. Isso é comum?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, isso é comum. Muitas pessoas que crescem em ambientes com muita cobrança, pouca escuta ou conflitos frequentes acabam desenvolvendo essa sensação de que qualquer briga significa falta de amor. O seu cérebro aprendeu a associar discussão com rejeição, por isso o primeiro pensamento que aparece é “não sou amada”. Isso não é drama, é uma resposta emocional que se formou ao longo do tempo.
Com outras pessoas, essa mesma insegurança aparece como medo de incomodar ou de ser “demais”. Não é porque você é sensível demais, mas porque suas emoções ficam mais intensas quando existe a sensação de possível rejeição. Isso dói de verdade e não passa só com alguém dizendo “relaxa”.
Na terapia, a gente trabalha exatamente isso: entender que conflito não significa perda de amor, fortalecer a sua segurança interna e aprender a lidar com esses pensamentos automáticos de rejeição. Com o tempo, você começa a perceber que é amada mesmo quando existe um desentendimento e que suas emoções fazem sentido.
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Como posso ajudar meu filho que está com depressão e não aceita fazer tratamentos com medicação?
Como posso ajudar meu filho que está com depressão e não aceita fazer tratamentos com medicação?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Você pode ajudar seu filho de algumas formas mesmo que ele não queira tomar medicação.
Comece ouvindo de verdade o que ele sente. Mostre que você está ali, sem julgamento.
Tente conversar em momentos calmos, deixando claro que ele não está sozinho.
Incentive pequenas rotinas: banho, alimentação, sono e uma atividade leve. Isso já faz diferença.
Busque uma terapia, mesmo que ele resista no começo. Muitas vezes eles aceitam quando percebem que não é pressão.
E cuide de você também, porque apoiar alguém com depressão exige força.
Medicação ajuda, mas não é a única coisa. O mais importante é ele sentir que tem apoio e que existe saída.
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Quais são as dificuldades com hiperfoco em socialização no Transtorno do Espectro Autista (TEA) ?
Quais são as dificuldades com hiperfoco em socialização no Transtorno do Espectro Autista (TEA) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
olá! Algumas pessoas com TEA podem ter um hiperfoco na socialização, e isso costuma trazer alguns desafios bem específicos. Muitas vezes a pessoa quer tanto se conectar que não percebe sinais mais sutis do outro, como quando alguém está cansado, desconfortável ou simplesmente não quer continuar a conversa. Também é comum sentir necessidade de muita intensidade: respostas rápidas, conversas constantes ou criação de vínculo muito rápido, o que pode gerar ansiedade quando a outra pessoa não acompanha esse ritmo. Outra dificuldade é focar demais em uma única pessoa, o que aumenta a chance de frustração e sofrimento se algo não sai como esperado. Além disso, esse esforço para socializar pode gerar muito cansaço, porque a pessoa tenta se encaixar e “agir do jeito certo” o tempo todo. Depois da interação, também é comum ficar revendo tudo mentalmente, tentando entender se disse algo errado ou se foi mal interpretada. No geral, isso não significa falta de habilidade social, mas uma forma diferente de viver e sentir as relações. Com apoio adequado, é possível aprender a equilibrar essa intensidade e construir vínculos de forma mais leve.
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Como tratar o hiperfoco problemático no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
Como tratar o hiperfoco problemático no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O hiperfoco no TPB melhora quando a pessoa aprende a controlar a intensidade emocional e não deixar que uma única pessoa ocupe toda a atenção. O primeiro passo é perceber quando isso está começando: quando você só pensa na pessoa, espera resposta o tempo inteiro ou fica ansiosa se algo não acontece como queria. A partir daí, é importante fazer pequenas pausas, respirar fundo, mudar de ambiente e tentar ocupar a mente com outra atividade. Ter uma rotina com coisas simples ao longo do dia ajuda muito a não deixar um único vínculo dominar tudo. Aprender a colocar limites e entender que o ritmo do outro não significa rejeição também diminui bastante o hiperfoco. E a terapia, especialmente a DBT, ajuda a lidar melhor com emoções intensas e a criar relações mais estáveis e leves.
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Qual a relação entre o Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) e a superdotação?
Qual a relação entre o Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) e a superdotação?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A superdotação e o TOC não têm uma ligação direta, mas às vezes parecem se misturar porque pessoas superdotadas têm uma mente muito ativa, pensam muito e prestam muita atenção aos detalhes. Isso pode dar a impressão de que existe “obsessão”, quando na verdade é só o jeito da mente funcionar.
Já no TOC, o problema não é pensar muito, e sim sofrer com pensamentos que não passam, que causam ansiedade e fazem a pessoa sentir que precisa fazer algo para aliviar esse incômodo. A diferença principal é o sofrimento e a sensação de falta de controle.
Então, o que pode acontecer é que uma pessoa superdotada pareça ter traços parecidos com TOC, ou que uma pessoa com TOC tenha pensamentos ainda mais intensos por ser muito inteligente. Mas um não causa o outro. Às vezes só se confundem porque têm algumas características parecidas na superfície.
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O que fazer em caso de hiperfoco e ansiedade ? .
O que fazer em caso de hiperfoco e ansiedade ? .
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Quando você entra em hiperfoco com ansiedade, a mente fica presa e não consegue desligar. O que ajuda é bem simples: primeiro, perceba que isso está acontecendo. Depois, acalme o corpo, respire fundo, levante, ande um pouco. Em seguida, faça algo pequeno para quebrar o ciclo, como tomar banho, ouvir uma música ou mudar de ambiente. Escrever o que está na cabeça também ajuda a tirar o peso. E, se isso vira rotina ou traz muito sofrimento, é importante buscar terapia para aprender a se regular melhor.
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Quais são as etapas da terapia cognitivo-comportamental (TCC)?
Quais são as etapas da terapia cognitivo-comportamental (TCC)?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, tudo bem?! Na TCC eu trabalho com quatro passos principais: compreender sua história e o que você está vivendo, identificar pensamentos e padrões que trazem sofrimento, aprender novas formas de lidar com eles e, por fim, praticar e fortalecer essas mudanças no seu dia a dia para que se tornem parte de você e o mais importante, trabalhar a aliança terapêutica saindo daquele modelo "frio" de atendimento.
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O mindfulness é comprovado cientificamente? .
O mindfulness é comprovado cientificamente? .
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, tudo bem?!
Sim, o mindfulness tem comprovação científica. Pesquisas mostram que ele ajuda a reduzir ansiedade, estresse e sintomas depressivos, além de melhorar o foco e a regulação emocional. É como treinar a mente para viver o presente com mais calma e clareza.
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. O que é terapia cognitivo-comportamental (TCC) e como ela pode ajudar em doenças autoimunes?
. O que é terapia cognitivo-comportamental (TCC) e como ela pode ajudar em doenças autoimunes?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, tudo bem?!
A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) é uma abordagem psicológica focada em compreender como seus pensamentos, emoções e comportamentos se influenciam. Em casos de doenças autoimunes como lúpus, artrite reumatoide ou psoríase, a TCC ajuda a lidar com o impacto emocional do diagnóstico, reduzir ansiedade e estresse, melhorar a qualidade de vida e desenvolver estratégias para enfrentar a dor e o cansaço, fortalecendo seu bem-estar emocional e mental, então sim! Ela pode ajudar no tratamento de doenças autoimune de forma indireta.
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Doenças autoimunes podem causar hipervigilância somática?
Doenças autoimunes podem causar hipervigilância somática?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim. Viver com uma doença autoimune pode aumentar a hipervigilância somática, pois o corpo envia sinais que muitas vezes geram preocupação constante. Essa atenção exagerada pode ser alimentada pelo medo de crises ou piora dos sintomas. Nesses casos, estratégias como Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), mindfulness e técnicas de manejo da ansiedade ajudam a retomar o equilíbrio entre cuidar da saúde e viver com mais tranquilidade.
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O que fazer se a hipervigilância somática for muito intensa?
O que fazer se a hipervigilância somática for muito intensa?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, tudo bem?!
Quando a hipervigilância somática é intensa, é importante aprender a diferenciar sinais reais de alerta do corpo de sensações amplificadas pela ansiedade. Técnicas como mindfulness, respiração diafragmática, exercícios de ancoragem e, quando necessário, a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) podem ajudar a reduzir o foco excessivo nos sintomas físicos, diminuindo o medo e trazendo mais equilíbrio ao dia a dia.
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Existe um tipo de terapia que trabalha o cognitivo e o comportamento ao mesmo tempo?
Existe um tipo de terapia que trabalha o cognitivo e o comportamento ao mesmo tempo?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim! A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) trabalha tanto os pensamentos (cognição) quanto os comportamentos. Ela ajuda a identificar e modificar padrões de pensamento negativos, promovendo mudanças na forma como você age e se sente no dia a dia. É uma abordagem prática e eficaz para lidar com ansiedade, depressão, autoestima e outros desafios emocionais.
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Estou vivendo um relacionamento vai fazer 2 anos e sou muito feliz ao lado do meu marido. Porém ele
Estou vivendo um relacionamento vai fazer 2 anos e sou muito feliz ao lado do meu marido. Porém ele não está feliz, me diz que sou apática e sem sentimentos pois não consigo expressar meus sentimentos, não sei demonstrar. Ele diz que não se sente amado, desejado e valorizado.
Tenho muitos traumas e não sei me expressar , já tentei algumas vezes me esforçar pra mudar isso mas nunca consigo mudar realmente de verdade.
As vezes realmente sinto que sou fria e sem sentimentos pois em muitas situações eu não consigo demonstrar o que tô sentindo, sou muito carinhosa fisicamente com ele mas falta conseguir me expressar em palavras, gestos e atitudes. Ele está sofrendo pois me valoriza muito e eu não consigo entregar essa reciprocidade. Eu não quero o perder mas me sinto perdida.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sei que essa situação deve estar sendo muito difícil para você. Primeiro, é importante lembrar que sua dificuldade de expressão não significa que você não sinta amor pelo seu marido. Parece que seus traumas podem estar influenciando essa dificuldade, e isso não é culpa sua.
O primeiro passo é se acolher e entender que mudar padrões emocionais leva tempo. Uma boa opção seria buscar ajuda terapêutica para trabalhar essas barreiras emocionais e aprender formas mais naturais e confortáveis para expressar seus sentimentos. Você não precisa mudar quem você é, mas pode desenvolver maneiras de demonstrar amor que façam sentido para você e para ele.
Também pode ser interessante conversar com ele sobre como cada um expressa e percebe o amor. Às vezes, o jeito de amar de uma pessoa não é o mesmo jeito que o outro compreende. Existem diferentes "linguagens do amor", e talvez vocês possam encontrar um meio-termo que funcione para ambos.
Você não está sozinha, e é possível encontrar caminhos para fortalecer essa relação sem se sentir sobrecarregada.
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Sinto a necessidade de começar a terapia, mas me sinto desconfortável e constrangida porque nunca fi
Sinto a necessidade de começar a terapia, mas me sinto desconfortável e constrangida porque nunca fiz e estou em uma fase talvez de crises existenciais que não saberia responder nem o básico sobre mim mesma, não sei nem do que gosto mais ou como me sinto sobre algo, parece que estou em um limbo e com zero clareza. Como posso contornar esse desconforto e procurar ajuda?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! em primeiro lugar sinta-se abraçada. O que eu quero que saiba é que como psicóloga recebo todos os dias essa demanda e esse desconforto é comum, é importante também deixar claro que um bom profissional está disposto a te acolher e contornar essa situação junto com você. Se você se sentir mais confortável pode procurar um profissional online e de outra cidade e pode iniciar o atendimento trazendo essa queixa, mas é importante não deixar de procurar ajuda. Boa sorte!!
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Eu me considera bissexual até um tempo, depois comecei ficar muito confusa em relação a minha sexual
Eu me considera bissexual até um tempo, depois comecei ficar muito confusa em relação a minha sexualidade até hoje não sei se sou hétera , lésbica ou bissexual, nunca tive relação sexual com mulher porém tenho curiosidade e no mesmo tempo medo! Desde criança eu cresci ouvindo que o correto seria mulher com homem e homem com mulher talvez seja por isso que eu tenho tanto esse medo ? Esse medo de não ser aceita se eu realmente for lésbica ou bi? Oque aconteceu na infância afeta a nossa vida depois de crescidos?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É completamente natural sentir essa confusão sobre sua sexualidade, especialmente quando crescemos em um ambiente que impõe padrões rígidos sobre o que é "certo" ou "errado". Nossa infância tem, sim, um grande impacto na forma como vemos o mundo e a nós mesmos, pois é nessa fase que absorvemos crenças, valores e até medos que podem nos acompanhar por muito tempo.
Se desde cedo você ouviu que apenas relacionamentos entre homens e mulheres eram aceitos, pode ser que essa ideia tenha se enraizado, gerando insegurança e medo de rejeição. Isso não significa que sua sexualidade seja errada ou que você não possa explorá-la de forma saudável e sem culpa. O medo da não aceitação é real e compreensível, mas ele não define quem você é ou o que pode te fazer feliz.
Talvez um caminho interessante seja refletir sobre suas emoções sem a pressão de rotular-se imediatamente. Permita-se sentir, explorar pensamentos e, se fizer sentido para você, conversar com pessoas que já passaram por algo semelhante. Terapia também pode ser um espaço seguro para trabalhar essas questões sem julgamentos. Você não precisa ter todas as respostas agora—o autoconhecimento é um processo contínuo e único para cada pessoa.
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Minha filha tem 13 anos, nunca teve nenhum relacionamento. Agora diz está apaixonada por uma menina
Minha filha tem 13 anos, nunca teve nenhum relacionamento. Agora diz está apaixonada por uma menina pela rede social
Estou com medo, não sei lidar com tudo isto e preciso de orientação para mim e ela.
Gratidão
MãeRESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É compreensível que você sinta medo e incerteza sobre como lidar com essa situação. Como mãe, seu desejo é proteger sua filha e garantir que ela seja feliz e segura. Primeiro, é importante lembrar que a adolescência é uma fase de descobertas, e isso inclui a identidade e a sexualidade.
Se sua filha disse que está apaixonada por uma menina, isso não significa necessariamente que sua orientação sexual já está definida, mas sim que ela está explorando seus sentimentos, como qualquer adolescente faria. O mais importante neste momento é demonstrar acolhimento e manter um espaço aberto para diálogo.
Aqui estão algumas sugestões para lidar com isso da melhor forma:
Para você, como mãe:
Escute com carinho e sem julgamentos. Isso fortalecerá a confiança dela em você. Se ela sente que pode falar abertamente, terá mais segurança para compartilhar suas emoções.
Evite pressões ou tentativas de "corrigir" seus sentimentos. A sexualidade não é algo que se escolhe, mas sim algo que se descobre ao longo do tempo.
Busque informação sobre diversidade sexual. Isso pode ajudar a compreender melhor o que sua filha pode estar sentindo e a lidar com suas próprias inseguranças.
Se precisar, busque apoio. Terapia para você pode ser um espaço para falar sobre seus medos e aprender a lidar melhor com essa fase da vida dela.
Para sua filha:
Converse sobre segurança online. Apaixonar-se por alguém virtualmente pode ser uma experiência intensa, mas é essencial que ela esteja consciente sobre os riscos da internet, como perfis falsos e exposição excessiva.
Explique que os sentimentos mudam. Na adolescência, as emoções são intensas, mas é um período de autodescoberta. Deixe-a saber que está tudo bem sentir o que ela sente, sem pressa para se definir.
Reforce que o amor é algo natural. Independentemente de quem ela gosta, o importante é que os sentimentos sejam respeitosos e saudáveis.
Se sua filha sentir que tem seu apoio, ela enfrentará essa fase com muito mais segurança e confiança. O mais importante é que ela saiba que pode contar com você, independentemente de qualquer coisa.
É compreensível que você sinta medo e incerteza sobre como lidar com essa situação. Como mãe, seu desejo é proteger sua filha e garantir que ela seja feliz e segura. Primeiro, é importante lembrar que a adolescência é uma fase de descobertas, e isso inclui a identidade e a sexualidade.
Se sua filha disse que está apaixonada por uma menina, isso não significa necessariamente que sua orientação sexual já está definida, mas sim que ela está explorando seus sentimentos, como qualquer adolescente faria. O mais importante neste momento é demonstrar acolhimento e manter um espaço aberto para diálogo.
Aqui estão algumas sugestões para lidar com isso da melhor forma:
Para você, como mãe:
Escute com carinho e sem julgamentos. Isso fortalecerá a confiança dela em você. Se ela sente que pode falar abertamente, terá mais segurança para compartilhar suas emoções.
Evite pressões ou tentativas de "corrigir" seus sentimentos. A sexualidade não é algo que se escolhe, mas sim algo que se descobre ao longo do tempo.
Busque informação sobre diversidade sexual. Isso pode ajudar a compreender melhor o que sua filha pode estar sentindo e a lidar com suas próprias inseguranças.
Se precisar, busque apoio. Terapia para você pode ser um espaço para falar sobre seus medos e aprender a lidar melhor com essa fase da vida dela.
Para sua filha:
Converse sobre segurança online. Apaixonar-se por alguém virtualmente pode ser uma experiência intensa, mas é essencial que ela esteja consciente sobre os riscos da internet, como perfis falsos e exposição excessiva.
Explique que os sentimentos mudam. Na adolescência, as emoções são intensas, mas é um período de autodescoberta. Deixe-a saber que está tudo bem sentir o que ela sente, sem pressa para se definir.
Reforce que o amor é algo natural. Independentemente de quem ela gosta, o importante é que os sentimentos sejam respeitosos e saudáveis.
Se sua filha sentir que tem seu apoio, ela enfrentará essa fase com muito mais segurança e confiança. O mais importante é que ela saiba que pode contar com você, independentemente de qualquer coisa.
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Estou em recuperação de uma compulsão pornográfica de pelo menos 15 anos. Agora estou praticando abs
Estou em recuperação de uma compulsão pornográfica de pelo menos 15 anos. Agora estou praticando abstinência total. Me deixou com disfunção erétil por conta dos poderosos estímulos. Alguma terapia sexual pode ajudar nesse processo?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, a terapia sexual pode te ajudar muito nesse processo. Depois de anos de estímulos intensos com pornografia, seu cérebro precisa de um tempo para se reajustar ao prazer real. Um terapeuta pode te guiar na recuperação da resposta sexual natural, reduzindo a ansiedade e ressignificando sua relação com a sexualidade.
Além disso, coisas como exercícios físicos, boa alimentação, sono adequado e evitar gatilhos fazem diferença. O mais importante é ter paciência e persistência—seu corpo e mente precisam de tempo para se reequilibrar. Você já deu um grande passo ao reconhecer o problema e buscar ajuda. Mantenha-se firme!
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Como posso superar de vez o meu ex? Já estamos 1 ano separados (ele terminou comigo). O que posso fa
Como posso superar de vez o meu ex? Já estamos 1 ano separados (ele terminou comigo). O que posso fazer?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Superar um ex pode ser difícil, mas é possível. Primeiro, aceite seus sentimentos sem se prender a eles. Pare de acompanhar a vida dele, isso só te mantém no passado. Foque em você—redescubra o que te faz feliz, cuide da sua autoestima e esteja com pessoas que te fazem bem. Lembre-se dos motivos do término e não idealize o que já passou. Com o tempo, novas experiências e conexões vão surgir. Você merece seguir em frente e ser feliz!
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É normal que a depressão só melhore
É normal que a depressão só melhore quando ficamos longe de alguma situação estressante?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, é muito comum que os sintomas da depressão melhorem quando nos afastamos de algo que nos causa estresse. Situações tóxicas, relacionamentos difíceis, excesso de trabalho ou qualquer outro fator desgastante podem agravar a depressão.
Mas é importante lembrar que apenas se afastar do problema pode trazer um alívio temporário, sem necessariamente tratar a raiz da questão. A terapia pode ajudar a entender melhor os gatilhos da depressão e desenvolver formas saudáveis de lidar com eles, para que sua estabilidade emocional não dependa apenas de evitar certas situações.
Se você percebe que sua depressão melhora ao se afastar de algo, isso pode ser um sinal de que aquela situação não está sendo saudável para você. Vale a pena refletir sobre como construir um ambiente mais equilibrado e buscar apoio para fortalecer sua saúde mental. Você não precisa passar por isso sozinha!
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Pode tomar remédio pra ansiedade no período menstruar?Nos dias da menstruação??
Pode tomar remédio pra ansiedade no período menstruar?Nos dias da menstruação??
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Desde que seja receitado por um psiquiatra você pode sim!
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Perguntas frequentes
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roacutan pode ser tomado juntamente com o litio, usado para tratamento da bipolaridade?
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