Perguntas do paciente (28)

  • Olá, minha filha tem 4 anos, mudou de cmei a uns 4 meses. Em outros cmeis sempre tivemos elogios del

    Olá, minha filha tem 4 anos, mudou de cmei a uns 4 meses. Em outros cmeis sempre tivemos elogios dela, porém agora a professora nos informou que ela está com muita sonolência e não quer participar das atividades, fica deitada na mesa ou pede para ficar sentada. Vez ou outra participa,porém não foca, fica olhando as atividades dos colegas e esquece a dela. Em casa quando fazemos alguma atividade escolar ela também não demonstra interesse, perde o foco rapidamente. Começamos colocar ela dormir mais cedo, porém com a nossa rotina ela deita entre 21:30 e 22 hrs. Será que devo me preocupar com algum deficit? Ela é muito esperta, ligeira no raciocínio, gosta da escola nova e dos colegas. E também tem uma irmã de 4 meses, penso que isso também influencia ela estar assim.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Mauricéia  Costa

    A mudança de escola e a chegada de uma irmã mais nova podem influenciar o comportamento de sua filha. Alterações na rotina podem gerar insegurança e necessidade de adaptação, ou que podem se manifestar como desinteresse, perigo ou dificuldade de concentração. Além disso, a rotina de sono pode impactar sua disposição durante o dia. Observar outros sinais, como desmotivação persistente ou dificuldades mais acentuadas na aprendizagem, pode ajudar a entender melhor a situação. Se o comportamento persistir ou se intensificar, uma avaliação com um psicopedagogo ou outro profissional pode auxiliar a identificar possíveis dificuldades e estratégias para ajudá-lo a se ajustar melhor.


  • É normal uma criança de 4 anos reclamar que os adolescentes estão olhando para ela?

    É normal uma criança de 4 anos reclamar que os adolescentes estão olhando para ela?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Mauricéia  Costa

    Boa tarde! Não é normal tem verificar o que está acontecendo.


  • Quem pode aplicar a terapia ABA ( Análise do Comportamento Aplicada)?

    Quem pode aplicar a terapia ABA ( Análise do Comportamento Aplicada)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Mauricéia  Costa

    A terapia ABA geralmente é aplicada por profissionais com formação específica na área, como psicólogos, psicopedagogos, terapeutas ocupacionais e outros especialistas em comportamento, que possuam treinamento em ABA.


  • Qual é a terapia mais eficaz no tratamento do autismo?

    Qual é a terapia mais eficaz no tratamento do autismo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Mauricéia  Costa

    A abordagem terapêutica mais eficaz para o tratamento do Transtorno do Espectro Autista é a Análise do Comportamento Aplicada (ABA). Essa abordagem foca na modificação de comportamentos e no desenvolvimento de habilidades sociais, comunicativas e de aprendizado por meio de reforços positivos. A terapia ABA é bastante personalizada e busca melhorar as habilidades de comunicação, a interação social e a gestão de comportamentos desafiadores, utilizando uma análise detalhada dos comportamentos do indivíduo.


  • Quais as dificuldades e preocupações cotidianas enfrentadas pela pessoa com TEA no contexto escolar?

    Quais as dificuldades e preocupações cotidianas enfrentadas pela pessoa com TEA no contexto escolar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Mauricéia  Costa

    Pessoas com Transtorno do Espectro Autista enfrentam diversas dificuldades no contexto escolar, que variam conforme a gravidade do transtorno e o suporte disponível. Entre os principais desafios, estão as dificuldades de interação social e comunicação, o que pode gerar isolamento e frustração. Eles também têm dificuldades para compreender normas sociais e se adaptar a mudanças de rotina, o que pode resultar em ansiedade. Além disso, muitos têm uma sensibilidade sensorial aumentada, tornando-os mais sensíveis a ruídos e estímulos no ambiente escolar, o que pode gerar desconforto. A execução de tarefas também pode ser um obstáculo, especialmente quando envolve organização e concentração. A ansiedade e o estresse, comuns nesse contexto, podem agravar esses desafios. Com adaptações adequadas, como uma rotina previsível, uso de recursos visuais e apoio especializado, esses alunos podem superar muitos desses obstáculos, tornando o ambiente escolar mais inclusivo e favorecendo seu aprendizado e bem-estar.


  • Olá, sou professora auxiliar de um autista no grau alto de 15 anos, ele é alfabetizado, problema é q

    Olá, sou professora auxiliar de um autista no grau alto de 15 anos, ele é alfabetizado, problema é que ele se recusa a fazer qualquer tipo de tarefa. Ele adora pintar então dou tarefas com imagens para ele pintar na tentativa dele se entusiasmar, mas mesmo assim ele age com agressividade. Como eu posso ajudá-lo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Mauricéia  Costa

    Olá, boa tarde. Trabalhar com um aluno autista de grau alto requer paciência, compreensão e estratégias adaptativas. O comportamento agressivo, muitas vezes, é uma forma de comunicação ou uma reação a um desconforto, seja emocional ou sensorial. A recusa em realizar tarefas pode estar ligada à dificuldade de compreender a importância ou a estrutura das atividades propostas. Uma abordagem útil é criar uma rotina previsível e consistente, para que o aluno saiba o que esperar. Utilizar imagens, como você já está fazendo, é uma boa estratégia, pois muitos autistas se beneficiam de estímulos visuais. No entanto, é importante oferecer escolhas, permitindo que o aluno tenha algum controle sobre suas atividades. Além disso, incorporar seus interesses (como a pintura) de maneira mais direta nas tarefas pode aumentar o engajamento. Outro ponto importante é observar possíveis sinais de sobrecarga sensorial, que podem estar gerando a agressividade. Uma adaptação do ambiente, tornando-o mais tranquilo, e a utilização de pausas sensoriais também pode ser útil. É importante, ainda, trabalhar com a equipe pedagógica e os familiares para entender melhor as necessidades emocionais e comportamentais do aluno e ajustar as estratégias conforme necessário.


  • Participando de alguns debates comecei a perceber que não era uma pessoa burra, pois sempre me senti

    Participando de alguns debates comecei a perceber que não era uma pessoa burra, pois sempre me senti desse jeito
    Tudo sempre foi muito difícil: não consigo ler livros, ter concentração na maioria das coisas e muita dificuldade de interpretar textos.
    Na matemática sou um fracasso total. Não consegui realizar a profissão desejada por essa dificuldade em muitas matérias. Mesmo na idade adulta tem como melhorar essa realidade?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Mauricéia  Costa

    Sim, é possível melhorar essa realidade na idade adulta. As dificuldades que você descreve, podem estar relacionadas a vários fatores, como dificuldades cognitivas específicas ou padrões de aprendizagem não identificados. Muitas vezes, esses desafios são mal compreendidos e, por isso, podem ser confundidos com uma falta de capacidade. No entanto, com o acompanhamento adequado, é possível superar ou minimizar esses obstáculos. Para isso, é importante buscar o auxílio de profissionais, como psicopedagogos ou psicólogos, que possam avaliar de maneira mais aprofundada as suas dificuldades. Eles podem ajudar a identificar se há algum transtorno de aprendizagem ou outros fatores que estejam interferindo na sua capacidade de concentração e aprendizado. Além disso, existem estratégias e técnicas pedagógicas que podem ser implementadas para melhorar a leitura, interpretação de textos e habilidades matemáticas, por meio de treinamentos específicos e adaptados às suas necessidades. O processo pode demandar paciência e esforço, mas nunca é tarde para buscar mudanças e estratégias que ajudem a lidar melhor com as dificuldades e alcançar seus objetivos.


  • Meu irmão nasceu prematuro, ele tem 3 anos e é surdo (na minha família tem vários casos de surdez),

    Meu irmão nasceu prematuro, ele tem 3 anos e é surdo (na minha família tem vários casos de surdez), porém eu acho que ele tem também autismo. Ele anda na ponta dos pés, não olha pra pessoa quando toca nele, não olha para os lugares quando apontamos (quando ele tinha um ano ele olhava). Ele fica todos os dias na loja do meu pai o dia todo, e não estranha, mas quando fiquei 15 dias na casa dele, ele começou a estranhar, chorou por três dias seguidos sempre que me via e a meus filhos na sala da casa dele, e só parava quando ia pro quarto da mãe e não via a gente. Recentemente ele começou a bater a cabeça no chão e na parede com muita força, de forma a deixar roxo. Isso começou depois dele frequentar um centro de atenção e acompanhamento de crianças surdas. O que podemos fazer para saber se ele é realmente autista? E como cuidar para ele não se machucar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Mauricéia  Costa

    Boa noite, tudo bem? O primeiro passo é procurar um Neuropediatra para fazer uma avaliação.
    Abraços.


  • Boa noite! Tenho um filho diagnosticado com TDHA e a escola é ciente, tanto que estamos desde o ano

    Boa noite! Tenho um filho diagnosticado com TDHA e a escola é ciente, tanto que estamos desde o ano passado tentando que elabore o PEI e faça as adaptações necessárias, mas sem sucesso. A escola alegou mau comportamento do meu filho e enviou uma advertência. Devo assinar esse documento? Tem algum órgão que possa me apoiar e me orientar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Mauricéia  Costa

    Boa tarde! A situação do seu filho, exige uma abordagem cuidadosa e adaptada às suas necessidades. Se a escola está ciente do diagnóstico, ela tem a responsabilidade de elaborar um Plano Educacional Individualizado e implementar as adaptações necessárias para garantir um ambiente de aprendizado inclusivo. A advertência por mau comportamento pode estar relacionada a uma falta de compreensão das necessidades específicas dele, e não deve ser encarada como algo isolado sem a devida atenção ao seu quadro clínico. Antes de assinar qualquer documento, é essencial que você busque esclarecimentos sobre as razões da advertência e aponte que, de acordo com a legislação educacional, a escola deve fornecer os ajustes necessários para alunos com TDAH. Em relação ao apoio, você pode procurar órgãos como o Ministério Público ou a Defensoria Pública, que atuam em casos de direitos educacionais e podem orientá-lo legalmente. Além disso, uma consulta com um psicopedagogo ou psicólogo especializado em TDAH pode ser valiosa para fornecer recomendações e apoiar a implementação do PEI. Recomendo que procure o apoio de um profissional e caso queira, estou à disposição.


  • Olá meu filho vai fazer 7 anos em janeiro, mais não quer escrever suas atividades na sala de aula na

    Olá meu filho vai fazer 7 anos em janeiro, mais não quer escrever suas atividades na sala de aula na hora de passar do quadro para o caderno, ele é muito inteligente já sabe ler e gostar muito de matemática ,a letra dele é muito boa eu não sei o que fazer, por favor mim ajude?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Mauricéia  Costa

    Boa tarde!! Procura um Neuropediatra..


  • Minha filha está sendo afastada do seu grupo na escola devido ao temperamento dela. Ela tem 15 anos

    Minha filha está sendo afastada do seu grupo na escola devido ao temperamento dela. Ela tem 15 anos e as outras meninas reclamam que ela é grosseira, e agora ela está sozinha na escola, tem tomado o lanche no banheiro, não tem mais com quem fazer os trabalhos e virou alvo de bullying. Já falei com a escola e não resolveram nada, uma das garotas nem estuda mais na mesma escola. Como devo agir?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Mauricéia  Costa

    Boa tarde! Você marcar uma reunião com os responsáveis pelo estabelecimento de ensino para criar estratégias para ajuda-la . E também procurar um psicólogo.


  • Minha filha completou 4 anos no fim de maio e está no Pré I na escola; ela entrou para a escola.este

    Minha filha completou 4 anos no fim de maio e está no Pré I na escola; ela entrou para a escola.este ano. Ensinaram as vogais, agora estão na consoante P, nos números estão no 15. Ela tem tido dificuldade em reconhecer e escrever as letras e os números. Se peço para ela contar sozinha, ela vai bem até o 11, já era assim antes mesmo de começar a escola. As vogais ela também já sabia antes, mas a "Leiturinha" e escrita na escola estão difíceis. Principalmente as consoantes. Estamos no início de setembro e pelo visto esses números vão até o 30 até o fim do ano! Se eu falo uma consoante seguida de uma vogal, ela me fala uma palavrinha que começa pelo som, mas a leitura e escrita que a escola está cobrando está difícil para ela... Ela só tem recebido CD (com dificuldade) e "precisa treinar mais" nas avaliações e atividades de sala de aula... Não sei, mas sinto que a forma como a escola está cobrando está meio exagerada... A pedagoga, em julho, falou comigo inclusive sobre ela refazer o Pré I ano que vem, ou seja, repetir o ano... Outra coisa, eles só trabalham com letra cursiva, que psicomotoramente é bem mais difícil para a criança desenvolver... Será que minha filha está mesmo atrasada no desenvolvimento?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Mauricéia  Costa

    Primeiramente, é importante considerar que cada criança tem seu próprio ritmo de aprendizado, especialmente entre os 4 e 6 anos, que é uma fase de intensa maturação cognitiva. Sua filha pode estar enfrentando dificuldades naturais de adaptação ao novo ambiente escolar, como a introdução das consoantes e a escrita, o que é comum nessa idade. A escrita cursiva, por ser mais complexa, pode ser um desafio ainda maior para algumas crianças, pois exige maior coordenação motora. É essencial compreender que a pressão excessiva pode gerar mais ansiedade do que aprendizagem efetiva. Em vez de se preocupar com comparações com outras crianças, o foco deve ser no apoio contínuo ao aprendizado de sua filha, com práticas lúdicas e com paciência. Considerar outras abordagens pedagógicas, como o uso de letras de forma ou atividades mais criativas, pode ajudar a diminuir a frustração dela. Em relação à avaliação e à possibilidade de repetir o ano, é crucial avaliar o contexto de forma equilibrada. O diagnóstico precoce de dificuldades no desenvolvimento de leitura e escrita pode ser positivo, mas é importante que a abordagem seja orientada para o ritmo e as necessidades da criança, ao invés de forçar um avanço que ainda não foi consolidado.


  • NO CASO DA DIGENESIA DO CORPO CALOSO, COMO SÃO TRABALHADOS COM O PSICOPEDAGOGO?

    NO CASO DA DIGENESIA DO CORPO CALOSO, COMO SÃO TRABALHADOS COM O PSICOPEDAGOGO?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Mauricéia  Costa

    A digenesia do corpo caloso afeta a conexão entre os hemisférios cerebrais, o que pode causar dificuldades cognitivas e motoras. O trabalho psicopedagógico envolve estimular a memória, a atenção, a coordenação motora e a linguagem. São utilizadas estratégias como atividades de estimulação cognitiva, treinamento motor, apoio emocional e técnicas para organização e planejamento. O psicopedagogo também ajuda no desenvolvimento da autoestima e adaptação social. O trabalho é frequentemente feito em conjunto com outros profissionais, como médicos e terapeutas ocupacionais. Estou à disposição para ajudar caso precise de um acompanhamento mais específico.


  • Ola, neu sovrinho de 6 anos foi avialado pelo coordenadora com possivel bipolar, ele e uma crianca c

    Ola, neu sovrinho de 6 anos foi avialado pelo coordenadora com possivel bipolar, ele e uma crianca comunicativa, esperta, atenta ao tudo. Birenta concordo por isso goataria que me falassem qual a especialidade devemos procura para melhor avalição. Obrigada

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Mauricéia  Costa

    Boa tarde! Procura o Neuropsicologo..vai fazer alguns testes.


  • A criança autista pôde se formar fazerem concursos normal.

    A criança autista pôde se formar fazerem concursos normal.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Mauricéia  Costa

    Sim, crianças autistas podem se formar e prestar concursos normalmente, desde que tenham o suporte adequado para seu desenvolvimento e aprendizagem. A inclusão escolar e acadêmica garante que eles tenham acesso a adaptações e metodologias que atendem às suas necessidades individuais. Além disso, a legislação assegura direitos como tempo adicional em provas, uso de tecnologias assistivas e outras medidas de acessibilidade. Com apoio adequado, muitas pessoas autistas alcançaram carreiras bem-sucedidas em diversas áreas.


  • Olá tudo bem ? Minha bebe tem 1 ano e 4 meses anda de ponta de pé fica de ponta cabeça grita balanca

    Olá tudo bem ? Minha bebe tem 1 ano e 4 meses anda de ponta de pé fica de ponta cabeça grita balanca as mãos só quer desenhos repetidos quando coloco outro ela n da atenção chamo o nome dela é ela n olha pode ser sinais de autismo ? N conheço muito sobre esse assunto...obg

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Mauricéia  Costa

    Olá! Alguns comportamentos que você mencionou, como andar na ponta dos pés, balançar as mãos e o foco excessivo em desenhos repetidos, podem ser indicativos de características observadas em crianças com autismo, mas é importante lembrar que cada criança se desenvolve de maneira única. A falta de atenção ao nome também pode ser um sinal, mas não é necessariamente um diagnóstico definitivo. O melhor caminho é procurar um profissional especializado, como um pediatra, psicopedagogo ou psicólogo, que possa avaliar o desenvolvimento da sua filha de forma mais aprofundada. O diagnóstico precoce é essencial para um suporte adequado e direcionado. Recomendo que procure o apoio de um profissional e caso queira, estou à disposição.


  • Dificuldades de aprendizagem podem ter início na vida adulta?

    Dificuldades de aprendizagem podem ter início na vida adulta?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Mauricéia  Costa

    Sim, dificuldades de aprendizagem podem ter início na vida adulta, embora geralmente sejam diagnosticadas durante a infância ou adolescência. Na vida adulta, essas dificuldades podem surgir devido a uma série de fatores, como mudanças de vida significativas, estresse excessivo, problemas de saúde mental, lesões cerebrais, entre outros. Essas dificuldades podem se manifestar de diferentes formas, como dificuldades de concentração, de memorização, ou dificuldades em realizar tarefas cotidianas que exigem habilidades cognitivas específicas. Se você estiver enfrentando esses desafios, pode ser útil procurar um psicopedagogo para avaliar as causas e propor estratégias de intervenção. Estou à disposição para ajudar com mais informações, se necessário.


  • Olá. Meu menino é muito distraído e desenteressado pelos estudos, ele tem 14 anos. Será que ele so

    Olá.
    Meu menino é muito distraído e desenteressado pelos estudos, ele tem 14 anos.
    Será que ele sofre de algum transtorno?
    Devo levá-lo a um especialista?
    É possível rever este quadro?
    Obrigada.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Mauricéia  Costa

    Olá! A distração e falta de interesse pelos estudos em um adolescente podem ter várias causas, e nem sempre estão relacionadas a um transtorno. No entanto, quando esses comportamentos são persistentes e prejudicam o desempenho acadêmico, é importante investigar mais a fundo. Pode haver fatores como dificuldades de aprendizagem não identificadas, questões emocionais ou até mesmo a presença de um transtorno que pode se manifestar com sintomas de distração e falta de interesse. É aconselhável levar seu filho a um especialista, como um psicopedagogo ou psicólogo, para uma avaliação mais completa. Isso permitirá entender melhor a causa desses comportamentos e traçar estratégias para melhorar o desempenho escolar e o interesse nos estudos. Com intervenção adequada, é possível revisar e melhorar esse quadro. Estou à disposição para ajudar no que for necessário!


  • Bom dia,tenho uma filha de 11 anos está no 6 ano do fundamental,ela estuda pras provas e atenciosa n

    Bom dia,tenho uma filha de 11 anos está no 6 ano do fundamental,ela estuda pras provas e atenciosa nas aulas e na hora de fazer os testes e as provas não consegue responder,fica muito nervosa a mão começa suar,o que pode ser,aí resultado não consegue tirar notas boas o que faço.estou muito preocupada .obrigada!

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Mauricéia  Costa

    Boa tarde! Pelo que você descreve, sua filha pode estar enfrentando dificuldades relacionadas à ansiedade de desempenho, que é um fenômeno comum, especialmente em momentos de avaliação. A ansiedade pode levar a sintomas físicos, como mãos suando, e prejudicar a capacidade de concentração e de raciocínio durante provas, mesmo quando a criança se dedica aos estudos. Para lidar com isso, é importante, em primeiro lugar, oferecer apoio emocional, ajudando-a a entender que o valor dela não está atrelado apenas às notas. Estabeleça um ambiente tranquilo de estudos, onde ela se sinta segura para aprender, e explore técnicas de respiração e relaxamento para ajudar no controle da ansiedade. Pode ser útil também a implementação de estratégias cognitivas que envolvem o foco no processo de aprendizagem, em vez da preocupação excessiva com os resultados. Se necessário, um acompanhamento com um psicopedagogo ou psicólogo pode proporcionar ferramentas adicionais para ajudá-la a gerenciar a ansiedade de forma mais eficaz.


  • Tenho 48 anos e desde de pequena tenho dificuldades de aprender. Até hoje tenho serias dificuldades

    Tenho 48 anos e desde de pequena tenho dificuldades de aprender. Até hoje tenho serias dificuldades de compreender o que leio. Isso sempre atrapalhou minha vida. Também sempre tive os sentidos muito sensíveis, principalmente a
    audição. Fico muito incomodada e perturbada com barulhos, ruídos, todo tipo de som. Fui uma criança muito ansiosa e a ansiedade piorou depois da fase adulta. Todos esses sintomas pioram muito depois
    que tive o Câncer de mama e passei por todo processo de químioterapia radioterapia.
    Que profissional deve procurar para ter a certeza do meu diagnóstico e ter o devido tratamento?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Mauricéia  Costa

    Os sintomas que você descreve, podem estar relacionados a diferentes questões que merecem uma avaliação cuidadosa. No seu caso, pode ser importante procurar a ajuda de um profissional da saúde mental, como um psicólogo ou psicopedagogo, que poderá realizar uma avaliação completa sobre suas dificuldades de aprendizagem e ajudar a identificar possíveis causas, como transtornos de aprendizagem ou outras condições. Além disso, o aumento da ansiedade após o processo de tratamento para o câncer pode estar relacionado a questões emocionais ou psicológicas que surgiram após o impacto dessa experiência. Nesse sentido, um psicoterapeuta, especialmente especializado em trauma, pode ser útil. Se a sua sensibilidade auditiva for muito intensa, considerando a relação com a sua saúde mental, a consulta com um otorrinolaringologista também pode ser indicada para investigar questões relacionadas à audição. Portanto, o ideal é procurar um psicopedagogo para as questões de aprendizagem e um psicoterapeuta para lidar com a ansiedade e os impactos emocionais. O acompanhamento multidisciplinar pode ser muito benéfico para ajudá-la a entender e tratar essas dificuldades de forma integrada.


Perguntas frequentes

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