Perguntas do paciente (28)
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Olá gostaria de dicas para estimulação para meu filho autista que está apresentando comportamentos i
Olá gostaria de dicas para estimulação para meu filho autista que está apresentando comportamentos inadequados na rua,sai correndo,não quer obedecer....
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É compreensível a preocupação em relação aos comportamentos inadequados do seu filho autista, especialmente em ambientes externosa. Nesses casos, é importante lembrar que o comportamento pode ser uma forma de comunicação, seja por falta de habilidades sociais, medo, ansiedade ou até por uma necessidade de explorar o ambiente. A abordagem para lidar com esses comportamentos precisa ser paciente, consistente e estruturada, buscando sempre melhorar a compreensão e as habilidades do seu filho de forma gradual. Uma das estratégias é criar uma rotina visual e prever o que acontecerá, oferecendo uma sensação de segurança ao seu filho. Isso pode ser feito por meio de uma agenda visual, que mostre o que acontecerá antes, durante e depois de sair de casa. Isso ajuda a diminuir a ansiedade e o comportamento impulsivo, como sair correndo. Além disso, é importante reforçar positivamente os comportamentos adequados sempre que ele seguir as instruções corretamente.
Ao lidar com o comportamento de correr, tente usar uma abordagem de reforço gradual: ao invés de punições, incentive comportamentos alternativos, como caminhar ao lado de um adulto ou manter a mão de um responsável. Uma intervenção terapêutica individualizada, com a ajuda de um psicopedagogo, pode ser muito útil para trabalhar com as habilidades de autorregulação do seu filho, bem como suas capacidades sociais e de comunicação, sempre considerando suas particularidades.
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Minha filha foi diagnosticada com dislexia com 7 anos. Hoje com 18 ela ainda tem muitas dificuldades
Minha filha foi diagnosticada com dislexia com 7 anos. Hoje com 18 ela ainda tem muitas dificuldades como por exemplo: na escrita ( troca letras ), dispersa, dificuldade para ler o que escreve, não decora matérias,Estuda e depois não lembra etc.
Ela ainda tem dislexia??
Qual profissional devo procurar??
Pois ela quer trabalhar mas não consegue sair do ensino médio normal.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A dislexia é uma condição de aprendizagem que, mesmo com o tempo, pode continuar afetando algumas habilidades, como leitura e escrita. Apesar da dificuldade, a inteligência não é comprometida. Sua filha ainda pode ter dislexia, a melhor abordagem para apoiar sua filha seria buscar um psicopedagogo especializado em distúrbios de aprendizagem, que pode ajudá-la a entender e gerenciar suas dificuldades. Além disso, a psicoterapia pode ser útil para lidar com questões emocionais associadas à sua experiência educacional, como a frustração e a ansiedade, e também para melhorar a autoestima e a confiança nela mesma.
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Boa tarde! Meu filho é autista e recebemos o diagnóstico quando ele estava com 1 ano e 10 meses de
Boa tarde!
Meu filho é autista e recebemos o diagnóstico quando ele estava com 1 ano e 10 meses de idade. Não possui estereotipias graves e é calmo - não toma medicação. Aos 2 anos de idade iniciou as terapias orientadas pela neuropediatra. Começou a falar com 2 anos e 11 meses; hoje, com 4 anos e 3 meses, canta tudo que escuta e repete os episódios dos desenhos e comerciais porém, não se comunica. O que ainda estaria faltando para desenvolver a sua comunicação?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A comunicação é um dos pilares do desenvolvimento em crianças, e no caso do seu filho, é importante entender que o autismo pode afetar a maneira como ele interage e se comunica. Embora ele esteja começando a cantar e repetir episódios, ainda pode estar faltando o desenvolvimento de habilidades sociais e de linguagem funcional, ou seja, a capacidade de usar a linguagem para interagir de forma mais direta e espontânea com os outros. A ausência de comunicação funcional, como a troca de informações e a expressão de necessidades de maneira clara, pode estar ligada à necessidade de mais estimulação no ambiente terapêutico, além de possíveis ajustes na abordagem. Algumas estratégias que podem ser úteis incluem o trabalho com sistemas alternativos de comunicação e intensificar a interação social com outras crianças e adultos, de maneira que ele possa aprender de forma mais natural as trocas comunicativas. O acompanhamento contínuo de uma equipe multidisciplinar (psicopedagogo, fonoaudiólogo, terapeuta ocupacional) é essencial para identificar e trabalhar as áreas em que seu filho pode ter mais dificuldade, além de apoiar a construção de um repertório de comunicação funcional. Lembre-se de que cada criança autista tem seu próprio ritmo de desenvolvimento e que progressos pequenos também são vitais.
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Bom dia, Tenho um filho autista de 3 anos e 8 meses, a neuropediatra acredita ser leve ou asperger,
Bom dia, Tenho um filho autista de 3 anos e 8 meses, a neuropediatra acredita ser leve ou asperger, ele faz acompanhamento com fono(atraso de fala), T.O, Psicóloga, e agora há dois dias começou psicopedagoga, ha 4 semanas começou fazer birras fora de casa e quando sai das terapias quer levar os brinquedos com ele, como não deixo ele chora e reclama, se joga no chão olhando pra mim, já não sei mais o que fazer, vocês poderiam me ajudar. Obrigada
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
As birras podem estar relacionadas à dificuldade de lidar com frustrações e mudanças na rotina, algo comum em crianças autistas. O desejo de levar brinquedos pode ser um mecanismo de segurança para ele, representando um vínculo com o ambiente terapêutico. Estabelecer combinações antes das sessões, explicando com antecedência que os brinquedos precisam ficar na terapia, pode ajudar. Criar um reforço positivo, como elogios ou pequenas recompensas quando ele aceita a regra, também pode ser eficaz. Além disso, manter uma rotina previsível e oferecer objetos de transição (um brinquedo próprio que ele possa levar e trazer de casa) pode ajudá-lo a lidar melhor com essas situações. Se as birras persistirem ou aumentarem, a equipe multidisciplinar que o acompanha pode oferecer estratégias mais específicas para o caso dele.
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Meu filho tem 4 anos e é muito distraído e ansioso, na escola é muito lento e disperso não consegue
Meu filho tem 4 anos e é muito distraído e ansioso, na escola é muito lento e disperso não consegue acompanhar a turma, não teve evolução nos últimos 6 meses. Nessa idade poderia dar algum fitoterapico para ajudar no deftit de atenção?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É importante avaliar as causas da distração e lentidão do seu filho, como ansiedade ou possível TDAH. É fundamental que você busque o acompanhamento de um profissional, como um psicopedagogo, psicólogo ou neuropediatra, que possa realizar uma avaliação mais detalhada e identificar as causas desses comportamentos. O diagnóstico adequado permitirá o desenvolvimento de um plano de intervenção eficaz. O uso de fitoterápicos para ajudar na atenção deve ser discutido com um médico, pois alguns podem ser inadequados para crianças. A abordagem inicial deve ser focada em estratégias pedagógicas e apoio profissional para ajudar no desenvolvimento dele.
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Adotamos nossa filha a 1 ano e 3 meses ela ficou abrigada 1 ano e meio e hoje tem 10 anos. Qual impa
Adotamos nossa filha a 1 ano e 3 meses ela ficou abrigada 1 ano e meio e hoje tem 10 anos. Qual impacto da adoção no processo de aprendizagem pois ela não consegue interpretar textos de português e problemas de matemática
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A adoção pode influenciar no processo de aprendizagem de uma criança, pois experiências prévias, como o tempo passado em abrigos, podem afetar o desenvolvimento emocional e cognitivo. No caso da sua filha, as dificuldades em interpretar textos e resolver problemas de matemática podem estar relacionadas a questões emocionais e de adaptação, além de um possível atraso no desenvolvimento de habilidades cognitivas que podem ter sido impactadas pela ausência de um ambiente estável e de apoio durante seus primeiros anos. A criança pode precisar de tempo e de suporte terapêutico, tanto emocional quanto pedagógico, para superar esses desafios. É importante um acompanhamento psicológico e psicopedagógico para avaliar as causas subjacentes das dificuldades de aprendizagem e criar estratégias adequadas para ajudar no desenvolvimento de suas habilidades.
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Ola, sou professora auxiliar de um aluno com Tdah e autismo leve. Esta no 6 ano, tem 11 anos, ele na
Ola, sou professora auxiliar de um aluno com Tdah e autismo leve. Esta no 6 ano, tem 11 anos, ele nao gosta de copiar a lição da lousa. Faz birra e chora, no inicio fiz acordo com ele que o ajudaria na copia. Porem o aluno quer que eu copie toda a lição. Falo que não é certo. Porém acabei copiando para ele pois ele chora muito. O que devo fazer? Deixo chorar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É importante encontrar um equilíbrio entre oferecer apoio e estimular a autonomia do aluno. Crianças com TDAH e autismo podem ter dificuldades com a cópia da lousa devido a problemas de atenção, processamento visual ou motricidade. No entanto, copiar tudo para que ele possa fortalecer a dependência e evitar que ele desenvolva estratégias próprias. Uma alternativa é dividir a tarefa em etapas menores, permitindo que ele copie uma parte e você ultrapasse, reduzindo a sobrecarga. O uso de recursos como fotos da lousa para transcrição posterior, folhas impressas ou apoio de um tablet pode facilitar o processo. Além disso, fortalecer positivamente pequenos avanços, validar suas emoções e criar um ambiente seguro ajudará a reduzir a resistência. Trabalhar em parceria com a equipe escolar e a família pode trazer estratégias mais eficazes para auxiliá-lo no desenvolvimento da autonomia acadêmica.
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O que seria disgrafia?
O que seria disgrafia?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A disgrafia é um transtorno de aprendizagem que dificulta a escrita, afetando tanto a legibilidade quanto a fluidez do texto. Indivíduos com disgrafia apresentam dificuldades na formação das letras, organização das palavras no papel, ortografia e até mesmo na motricidade fina necessária para escrever. Embora não esteja relacionada à inteligência, a disgrafia pode tornar a escrita lenta e dolorosa, e muitas vezes coexiste com outros transtornos de aprendizagem, como a dislexia.
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Perguntas frequentes
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comecei a sentir algumas fisgadas na cicatriz do implanon. Ele está intacto. Faz 10 meses que tenho
Fisgadas ou sensibilidade na região da cicatriz do Implanon podem ocorrer…