Perguntas do paciente (64)

  • Lido com Transtorno de ansiedade, depressão e pânico. Como complemento, devo procurar um psicanalist

    Lido com Transtorno de ansiedade, depressão e pânico. Como complemento, devo procurar um psicanalista ou um psicólogo?
    Já fazia acompanhamento com um psiquiatra.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Nathália Ávila

    Se você já está em acompanhamento com um psiquiatra, é recomendável procurar um psicólogo como complemento ao tratamento. Os psicólogos são especializados em fornecer terapia e técnicas de aconselhamento que podem ajudar no manejo de transtornos de ansiedade, depressão e pânico. Eles geralmente usam abordagens baseadas em evidências, como a terapia cognitivo-comportamental (TCC) e a terapia de aceitação e compromisso (ACT), que são eficazes para tratar esses transtornos.

    Enquanto a psicanálise é uma abordagem valiosa para a exploração profunda da mente e das emoções, ela tende a ser mais orientada para questões de longo prazo e não é amplamente considerada como tratamento de primeira linha para transtornos de ansiedade, depressão e pânico. Portanto, um psicólogo com experiência em terapias específicas é geralmente mais apropriado para o complemento ao tratamento que você já está recebendo do psiquiatra. Certifique-se de discutir suas necessidades e objetivos com seu psiquiatra e psicólogo para garantir uma abordagem de tratamento bem coordenada.


  • Quando eu penso em sair com alguém ou estou para sair começo a ter crises de ansiedade como me acalm

    Quando eu penso em sair com alguém ou estou para sair começo a ter crises de ansiedade tem tratamento para me acalmar? Isso é normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Nathália Ávila

    Sim, é comum sentir ansiedade antes de sair com alguém, especialmente se você é uma pessoa ansiosa por natureza ou se está conhecendo alguém novo. Essa ansiedade social é normal até certo ponto, mas quando começa a causar sofrimento significativo ou interfere em sua vida diária, pode ser útil procurar tratamento.

    Existem várias opções de tratamento para a ansiedade social, incluindo terapia cognitivo-comportamental (TCC), medicação prescrita por um médico, e técnicas de relaxamento como a respiração profunda e a meditação. A terapia com um profissional de saúde mental pode ser especialmente eficaz, pois pode ajudá-lo a identificar pensamentos negativos ou distorcidos e a desenvolver habilidades para lidar com a ansiedade em situações sociais.

    É importante lembrar que a ansiedade é uma emoção normal, mas quando se torna debilitante, o tratamento pode ser benéfico. Não hesite em buscar ajuda de um profissional de saúde mental se você está tendo dificuldades significativas com a ansiedade social. Eles podem ajudá-lo a desenvolver estratégias para se acalmar e se sentir mais à vontade em situações sociais.


  • É possível alaguem com depressão ter oscilações de humor bruscas diárias? Como um exemplo, posso aco

    É possível alaguem com depressão ter oscilações de humor bruscas diárias?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Nathália Ávila

    Sim, é possível que alguém com depressão tenha oscilações de humor bruscas diárias. Embora a depressão seja frequentemente associada a um estado persistente de tristeza, apatia e falta de interesse, a experiência da depressão pode variar amplamente de uma pessoa para outra. Algumas pessoas com depressão podem experimentar flutuações de humor durante o dia, incluindo momentos de tristeza intensa, irritabilidade ou ansiedade.

    Essas oscilações podem ser influenciadas por diversos fatores, como estresse, eventos de vida, interações sociais, variações hormonais ou até mesmo a resposta ao tratamento. É importante destacar que a depressão não é uma condição estática, e as emoções e sintomas podem evoluir e variar ao longo do tempo.

    Se alguém com depressão está enfrentando oscilações de humor significativas, é fundamental discutir essas mudanças com um profissional de saúde mental, como um psiquiatra ou psicólogo, para avaliar a situação e ajustar o tratamento, se necessário. O acompanhamento regular e a comunicação aberta com o profissional de saúde são essenciais para garantir um tratamento eficaz da depressão.


  • O que fazer quando nenhum medicamento não consegue ser eficaz contra a depressão e transtorno de ans

    O que fazer quando nenhum medicamento não consegue ser eficaz contra a depressão e transtorno de ansiedade? Ir tb no psicologo

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Nathália Ávila

    Quando os medicamentos não se mostram eficazes no tratamento da depressão e do transtorno de ansiedade, é fundamental buscar a ajuda de um psicólogo ou terapeuta. A psicoterapia, como a terapia cognitivo-comportamental (TCC) ou outras abordagens terapêuticas, desempenha um papel crucial no tratamento desses transtornos. Um psicólogo pode trabalhar com você para identificar pensamentos e padrões de comportamento negativos, fornecer estratégias para enfrentar a ansiedade e a depressão, e oferecer apoio emocional.

    Além disso, considere a possibilidade de explorar outras abordagens, como terapias complementares, mudanças no estilo de vida (como exercício físico regular e alimentação equilibrada), apoio social e terapias baseadas em mindfulness. O tratamento da depressão e da ansiedade pode ser complexo, mas com a ajuda adequada e a busca persistente por soluções, é possível encontrar maneiras eficazes de gerenciar e superar esses transtornos.


  • Sinto aperto na cabeça sensação de desmaio enjôo tontura tremores diarréia coração acelerado sensaçã

    Sinto aperto na cabeça sensação de desmaio enjôo tontura tremores diarréia coração acelerado sensação que vou ,já tem 2 anos isso pode ser ansiedade generalizada?
    Eu penso as vezes que pode ser um tumor cerebral pelo fato desse aperto na cabeça

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Nathália Ávila

    Sinto muito ouvir que você está passando por esses sintomas desconfortáveis. Os sintomas que você descreve, como aperto na cabeça, sensação de desmaio, enjoo, tontura, tremores, diarreia, coração acelerado e pensamentos sobre um tumor cerebral, podem ser indicativos de ansiedade generalizada. A ansiedade pode manifestar-se de várias formas e afetar tanto a saúde mental quanto física.

    No entanto, é importante ressaltar que apenas um profissional de saúde pode fazer um diagnóstico preciso. Recomendo fortemente que você procure um médico ou um psiquiatra para uma avaliação completa. Eles podem determinar se seus sintomas estão relacionados à ansiedade ou a outra condição médica e prescrever o tratamento apropriado, que pode incluir terapia, medicação ou outras intervenções.


  • Qual a melhor medicação para ansiedade?e quanto tempo começa a fazer o efeito?

    Qual a melhor medicação para ansiedade?e quanto tempo começa a fazer o efeito? A psicoterapia entra como uma opção?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Nathália Ávila

    A escolha da melhor medicação para ansiedade varia de pessoa para pessoa e depende do tipo e da gravidade da ansiedade, bem como das necessidades individuais. Os medicamentos comuns para ansiedade incluem SSRIs, IRSN, benzodiazepinas, buspirona e betabloqueadores. O tempo para começar a sentir os efeitos varia, mas geralmente leva algumas semanas para os SSRIs e IRSN. As benzodiazepinas podem agir mais rapidamente, mas são geralmente recomendadas apenas a curto prazo devido ao risco de dependência.

    A psicoterapia, como a terapia cognitivo-comportamental (TCC), é uma opção eficaz para tratar a ansiedade e pode ser usada sozinha ou em combinação com medicamentos. Ela ajuda a identificar e modificar pensamentos e comportamentos negativos, fornecendo estratégias para lidar com a ansiedade de maneira saudável. A escolha entre medicamentos, psicoterapia ou ambos depende da avaliação de um profissional de saúde mental.


  • Por que eu tenho ansiedade se eu não tenho motivos pra estar ansiosa? Isso é um defeito da pessoa me

    Por que eu tenho ansiedade se eu não tenho motivos pra estar ansiosa? Isso é um defeito da pessoa mesmo? Pelo o que ela pode ser causada?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Nathália Ávila

    A ansiedade pode surgir mesmo sem motivos aparentes e não é um defeito pessoal. Pode ser causada por uma combinação de fatores, incluindo genética, experiências passadas, desregulação química no cérebro e estresse atual. Traumas, predisposição genética, estresse cotidiano e características de personalidade também contribuem. Buscar ajuda de um profissional de saúde mental pode ajudar a compreender esses fatores e desenvolver maneiras saudáveis de lidar com a ansiedade.


  • Como ajudar uma criança com autismo a interagir através de brincadeiras e jogos com sua família?

    Como ajudar uma criança com autismo a interagir através de brincadeiras e jogos com sua família?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Nathália Ávila

    Para ajudar uma criança com autismo a interagir através de brincadeiras e jogos com sua família, é importante seguir algumas orientações:

    Conheça os interesses da criança: Descubra o que a criança gosta e escolha atividades que envolvam esses interesses. Isso tornará as brincadeiras mais envolventes para ela.

    Estabeleça uma rotina consistente: Crie um horário regular para as brincadeiras em família, para que a criança saiba o que esperar e se sinta mais confortável.

    Use comunicação visual: Utilize imagens ou cartões de comunicação para ajudar a criança a entender as regras do jogo e as etapas das brincadeiras.

    Seja paciente: Dê à criança tempo para responder e participe das atividades no ritmo dela. Evite pressioná-la para interagir rapidamente.

    Seja flexível: Esteja disposto a adaptar as atividades de acordo com as necessidades e preferências da criança. Se ela não estiver interessada em um jogo específico, tente algo diferente.

    Incentive a comunicação: Encoraje a criança a se comunicar, seja por meio da fala, gestos ou outros meios de comunicação. Reforce positivamente suas tentativas de se expressar.

    Promova interações sociais: Escolha jogos que incentivem a interação e a colaboração entre os membros da família, como jogos de tabuleiro que exigem trabalho em equipe.

    Crie um ambiente tranquilo: Minimize estímulos sensoriais excessivos que possam causar desconforto à criança. Escolha locais calmos e evite distrações.

    Modelo de comportamento: Demonstre como brincar e interagir de maneira socialmente apropriada. Seja um modelo de interações positivas.

    Celebre o progresso: Reconheça e elogie os esforços e realizações da criança durante as brincadeiras. O reforço positivo é importante.

    Considere terapia profissional: Se a criança enfrentar desafios significativos, considere a possibilidade de buscar orientação de um terapeuta especializado em autismo para obter estratégias personalizadas.

    Lembre-se de que cada criança com autismo é única, e o que funciona para uma pode não funcionar para outra. Portanto, adapte suas abordagens às necessidades individuais da criança, mantenha a empatia e a paciência e continue explorando maneiras de tornar as brincadeiras em família uma experiência positiva e inclusiva.






  • Olá tenho uma fobia que se chama emetofobia, que é medo de vomitar e de ver os outros vomitando, ela

    Olá tenho uma fobia que se chama emetofobia, que é medo de vomitar e de ver os outros vomitando, ela me atrapalha muito pois impede de fazer várias coisas. Queria saber se tem cura pra esse tipo de fobia ?pois não aguento mais ter que correr quando alguém passa mal perto de mim e de entrar em pânico quando eu estou enjoada ( pois tenho gastrite e ela me da muito enjoos). Alguém pode me ajudar com essa pergunta?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Nathália Ávila

    Sim, a emetofobia, o medo de vomitar e de ver outros vomitando, pode ser tratada com sucesso através de terapia cognitivo-comportamental (TCC) e outras abordagens terapêuticas. Embora não haja uma cura instantânea, muitas pessoas conseguem superar essa fobia com o tempo e a ajuda de um profissional de saúde mental. É importante procurar um terapeuta especializado em fobias e ansiedade para criar um plano de tratamento personalizado que inclua técnicas como exposição gradual, modificação de pensamentos irracionais e estratégias de relaxamento. Com o tratamento adequado, você pode aprender a lidar com seus medos e melhorar sua qualidade de vida, permitindo que você participe de atividades que antes eram limitadas devido à fobia.






  • Tenho 46 anos, estou grávida de 6 meses, primeira gestação e casada há 6 meses. Estou vivendo sob es

    Tenho 46 anos, estou grávida de 6 meses, primeira gestação e casada há 6 meses. Estou vivendo sob estresse por causa dos incômodos da gravidez, da vida a dois e da pandemia. Devo procurar um psicólogo, psicanalista ou psiquiatra para me ajudar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Nathália Ávila

    É compreensível que você esteja passando por um período de estresse, considerando os vários fatores em jogo. A decisão sobre qual profissional buscar depende de suas necessidades e preferências pessoais. Aqui estão algumas orientações:

    Psicólogo: Um psicólogo pode ser uma escolha excelente para ajudar a lidar com o estresse, pois eles podem oferecer terapia e aconselhamento para explorar suas emoções, desenvolver estratégias de enfrentamento e aprender habilidades para lidar com os desafios que está enfrentando.

    Psicanalista: Se você estiver interessada em uma abordagem mais focada na compreensão profunda de seus pensamentos, emoções e experiências passadas, um psicanalista pode ser uma opção. A psicanálise tende a ser mais intensiva e de longo prazo.

    Psiquiatra: Um psiquiatra é um médico especializado em saúde mental e pode ser consultado se você estiver enfrentando sintomas mais intensos de ansiedade, depressão ou outras questões emocionais. Eles podem avaliar e, se necessário, prescrever medicação para ajudar a estabilizar seu estado emocional.

    É possível até considerar uma combinação de abordagens, como terapia com um psicólogo para lidar com o estresse e, se necessário, consultas ocasionais com um psiquiatra para monitorar seu bem-estar mental. Conversar com um profissional de saúde mental pode ajudá-la a determinar a melhor abordagem para suas necessidades individuais.


  • Bom dia, gostaria de saber qual tipo de terapia procurar para tratar fortes sentimentos de culpa e r

    Bom dia, gostaria de saber qual tipo de terapia procurar para tratar fortes sentimentos de culpa e remorso? Obrigado.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Nathália Ávila

    Para tratar fortes sentimentos de culpa e remorso, uma abordagem terapêutica eficaz pode ser a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC). A TCC é uma abordagem amplamente usada para tratar uma variedade de questões emocionais e psicológicas, incluindo sentimentos de culpa.

    Na TCC, você trabalhará com um terapeuta para identificar e examinar os pensamentos negativos e padrões de pensamento que contribuem para os sentimentos de culpa e remorso. Você aprenderá a desafiar esses pensamentos distorcidos e a desenvolver formas mais saudáveis de pensar e lidar com as situações passadas.

    Além da TCC, a Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT) e a Terapia Focada na Compaixão também podem ser úteis para lidar com sentimentos de culpa. Importante ressaltar que a escolha da terapia pode depender de sua preferência pessoal e das recomendações de um profissional de saúde mental, que poderá avaliar suas necessidades individuais e oferecer orientações adequadas.


  • Sertralina pode causa dor e aperto no peito ??????

    Sertralina pode causa dor e aperto no peito ??????

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Nathália Ávila

    Recaptação de Serotonina (ISRS). Embora seja geralmente considerada segura, a sertralina e outros ISRS podem ter efeitos colaterais em algumas pessoas. Dor no peito e sensação de aperto no peito são efeitos colaterais incomuns, mas podem ocorrer.

    É importante notar que a dor no peito e o aperto no peito podem ser sintomas de várias condições médicas, incluindo problemas cardíacos. Portanto, se você experimentar esses sintomas enquanto estiver tomando sertralina ou qualquer outro medicamento antidepressivo, é fundamental procurar atendimento médico imediatamente para avaliação e determinar a causa.


  • Seria proveitoso para uma pessoa de 75 anos de idade iniciar psicoterapia?

    Seria proveitoso para uma pessoa de 75 anos de idade iniciar psicoterapia?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Nathália Ávila

    Sim, a psicoterapia pode ser benéfica para pessoas de todas as idades, incluindo aquelas com 75 anos. A terapia pode ajudar idosos a lidar com uma variedade de desafios emocionais, como perda de entes queridos, solidão, mudanças de vida e saúde, entre outros.

    A terapia pode proporcionar um espaço seguro para explorar sentimentos, desenvolver estratégias de enfrentamento e melhorar a qualidade de vida. É importante escolher um terapeuta experiente em lidar com questões relacionadas à idade e que compreenda as necessidades únicas dos idosos.


  • Oi, gostaria de saber como faço para evitar a gagueira, tenho 42 anos, fico ansioso e muito tenso an

    Oi, gostaria de saber como faço para evitar a gagueira, tenho 42 anos, fico ansioso e muito tenso antes de qualquer reunião. Pois evito falar.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Nathália Ávila

    Para evitar a gagueira e melhorar a fluência da fala, você pode considerar:

    Praticar a fala: Ensaiar o que deseja dizer antes de uma reunião pode aumentar sua confiança.

    Respiração profunda: Use técnicas de respiração profunda para acalmar a ansiedade antes de falar.

    Falar devagar: Fale em um ritmo mais lento e concentre-se em articular as palavras com calma.

    Pensamentos positivos: Substitua pensamentos negativos por afirmações positivas sobre sua capacidade de se expressar.

    Aceitação: Aceite que todos têm desafios de comunicação, e a gagueira não o define.

    Se a ansiedade persistir e afetar significativamente sua fala, buscar ajuda de um fonoaudiólogo ou terapeuta especializado em gagueira pode ser benéfico. Além disso, um profissional de saúde mental pode ajudar a abordar a ansiedade subjacente.





  • Como saber se tenho síndrome de ansiedade ou síndrome do pânico?

    Como saber se tenho síndrome de ansiedade ou síndrome do pânico?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Nathália Ávila

    A síndrome de ansiedade e a síndrome do pânico são condições relacionadas, mas têm características distintas. Aqui estão algumas diferenças que podem ajudar a entender melhor cada uma delas:

    Síndrome de Ansiedade:

    Caracteriza-se por ansiedade persistente e excessiva em relação a diversas situações ou preocupações.
    Os sintomas podem incluir inquietação, dificuldade de concentração, tensão muscular, irritabilidade e fadiga.
    A ansiedade pode ser generalizada e não necessariamente ligada a ataques de pânico.
    Síndrome do Pânico:

    Caracteriza-se por ataques de pânico súbitos e intensos, que podem ocorrer sem aviso prévio.
    Os ataques de pânico são episódios de medo intenso e desconforto físico, como falta de ar, taquicardia, tontura e sensação de morte iminente.
    A pessoa pode desenvolver medo de ter mais ataques de pânico e pode evitar lugares ou situações onde os ataques ocorreram anteriormente.
    Se você suspeita que está enfrentando uma dessas síndromes, é importante procurar um profissional de saúde mental para uma avaliação adequada. Um psicólogo ou psiquiatra pode ajudar a determinar o diagnóstico correto e criar um plano de tratamento adequado, que pode incluir terapia, medicação ou uma combinação de ambos. Lembre-se de que um diagnóstico preciso é fundamental para receber o tratamento apropriado.


  • Tive uma crise de ansiedade em novembro e procurei um psiquiatra que desde então me passou Sertralin

    Tive uma crise de ansiedade em novembro e procurei um psiquiatra que desde então me passou Sertralina pela manha e Rivotril à noite. Me dei bem logo de início, sem efeitos colaterais. Mas, em dezembro a minha mãe tentou suicídio e eu consegui evitar. Lidei bem com a situação até duas semanas atrás. De duas semanas para cá, não tenho ânimo para fazer nada, estou muito para baixo e confusa. Voltei ao Psiquiatra e ele me indicou fazer terapia...confesso que não tenho vontade alguma. Não tive experiências boas com terapeutas passados...então, não sei o que fazer, porque a medicação não está me ajudando mais...

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Nathália Ávila

    Lamento muito ouvir sobre os desafios que você está enfrentando. Lidar com uma crise familiar e as emoções resultantes pode ser extremamente desafiador. É importante que você continue buscando apoio e considerando suas opções.

    A terapia pode ser uma ferramenta valiosa para lidar com essas situações, mas é compreensível que você possa ter hesitações devido a experiências passadas. Se você está relutante em iniciar a terapia, é fundamental discutir isso abertamente com seu psiquiatra e explorar outras abordagens que possam ser úteis para você.

    Além disso, reavaliar a medicação com seu psiquiatra é importante, especialmente se você sente que a medicação não está mais ajudando. Eles podem ajustar a dose ou considerar outras opções para melhor atender às suas necessidades.

    Independentemente do caminho que você escolher, lembre-se de que a busca de apoio, seja através da terapia, medicação ou outras abordagens, é uma parte fundamental do processo de recuperação. Seja paciente consigo mesma e esteja disposta a explorar diferentes opções para encontrar o suporte que mais se adapta às suas necessidades.


  • Há uns meses comecei a sentir falta de ar,que se alterna. Ora sinto pra não.Como se a respiração tiv

    Há uns meses comecei a sentir falta de ar,que se alterna. Ora sinto pra não.Como se a respiração tivesse limitada. Fiz exames coração pulmão hemograma e todos deram normais. Será algo psicológico?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Nathália Ávila

    A sensação de falta de ar que você está vivenciando pode ser resultado de diversos fatores, incluindo causas médicas e também fatores emocionais. Uma vez que seus exames médicos não apresentaram anormalidades, é possível que essa sensação esteja relacionada a aspectos psicológicos, como ansiedade.

    A ansiedade pode manifestar-se física e emocionalmente, incluindo sintomas como falta de ar, sensação de sufocamento e tensão no peito. É importante considerar se você tem experimentado altos níveis de estresse, preocupações ou situações desafiadoras que possam contribuir para esses sintomas.

    Se a falta de ar está afetando sua qualidade de vida, é recomendável procurar um profissional de saúde mental, como um psicólogo ou psiquiatra, para uma avaliação mais completa. Eles podem ajudar a identificar se há componentes emocionais envolvidos e oferecer orientações sobre como lidar com esses sintomas, seja por meio da terapia ou de outras estratégias adequadas.


  • Só consigo me expressar por palavras em redes sociais, pois quando estou pessoalmente não consigo, t

    Só consigo me expressar por palavras em redes sociais, pois quando estou pessoalmente não consigo, trava! Tenho várias coisas em mente mais não sai...

    E também tenho medo da feminidade da mulher (eu) com palavras, no jeito de falar..

    Algum conselho?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Nathália Ávila

    É normal sentir essa diferença na forma de se expressar em diferentes contextos. Comece praticando interações sociais pessoais com pessoas de confiança e em situações mais confortáveis. Respeite seu próprio ritmo e não se pressione. Práticas de relaxamento e respiração podem ajudar a aliviar a ansiedade social. Quanto ao medo da feminilidade, lembre-se de que não há um jeito "certo" de ser feminina. Cada pessoa tem sua própria forma única. Aceitar-se é fundamental. Se esses sentimentos persistirem, considerar terapia pode ajudar a explorar e lidar com essas preocupações.


  • Tenho um.filho dd 17 anos, ele uma.hr fala q quer ser algo e logo apos muda, ele nao tem paciencia .

    Tenho um.filho dd 17 anos, ele uma.hr fala q quer ser algo e logo apos muda, ele nao tem paciencia . Ele ta bem e daqui a pouco ta de mal humor. Tem duvidas sobre o q ser. Nao trm paciencia . Ele mesmk pediu ajuda pq acha q é problematico. Nao sei qual profissional levar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Nathália Ávila

    Parece que seu filho está passando por um período de incerteza e instabilidade emocional, o que é relativamente comum na adolescência. Para ajudá-lo, você pode considerar levá-lo a um psicólogo ou terapeuta especializado em adolescentes. Um profissional pode ajudar a explorar suas preocupações, lidar com as mudanças de humor, desenvolver habilidades de tomada de decisão e gerenciar a pressão relacionada ao futuro.

    Se for necessário, um psiquiatra também pode ser consultado para avaliar a possibilidade de intervenção medicamentosa, caso haja algum quadro clínico subjacente. É importante criar um ambiente de apoio e incentivá-lo a buscar ajuda profissional para enfrentar essas questões e desenvolver maneiras saudáveis de lidar com as emoções e a incerteza.


  • Olá tenho tenho feito terapia por conta de duas tentativas de suicidio,porém tenho focado nisso na m

    Olá tenho tenho feito terapia por conta de duas tentativas de suicidio,porém tenho focado nisso na minha vida ultimamente,porém apaixonei pela minha terapeuta e não tenho coragem nenhuma de falar para ela. O que eu devo fazer? Mudar de terapeuta? preciso de uma ajuda!

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Nathália Ávila

    É normal desenvolver sentimentos em relação ao terapeuta, mas é vital manter os limites profissionais. Discuta esses sentimentos em terapia para compreender e enfrentar essa situação. Mudar de terapeuta é uma opção a considerar, mas também é possível trabalhar com sua terapeuta atual para lidar com esses sentimentos. Priorize seu bem-estar emocional e tome decisões informadas.


Autor

Perguntas frequentes

Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.