Perguntas do paciente (23)
-
Bom dia! Ultimamente, tenho percebido uma exaustão depois de socializar com alguém, seja essa pessoa
Bom dia! Ultimamente, tenho percebido uma exaustão depois de socializar com alguém, seja essa pessoa um amigo ou minha família. Após a interação preciso de um tempo sozinha pra me recompor. Gosto muito de ler, assistir séries/filmes, escutar música e até mesmo estudar, mas tem vezes que não consigo fazer nada disso, então coloco algo que já vi na televisão e me afundo nas timelines infinitas. Depois de socializar com alguém, até mesmo só de ver a pessoa, preciso de 2 ou 3 dias pra me recuperar. Já é o terceiro dia que não vou pra escola, sinto que fico mais confortável estudando de casa do que com várias pessoas ao meu redor, tenho a sensação que estão me julgando. Isso é normal? Devo procurar algum médico?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Agradeço por compartilhar sua experiência conosco. É compreensível sentir-se exausta após interações sociais e precisar de um tempo sozinha para se recompor. Cada pessoa tem suas próprias necessidades de recarga energética, e algumas podem precisar de mais tempo e espaço do que outras.
No entanto, se essa exaustão está afetando significativamente sua vida diária, como sua capacidade de frequentar a escola regularmente, é importante considerar buscar apoio profissional. O que você está descrevendo pode ser sintomático de uma condição chamada ansiedade social ou até mesmo introversão extrema, e um terapeuta pode ajudá-la a entender melhor e gerenciar esses sentimentos.
Não se preocupe em se sentir julgada por buscar ajuda. Cuidar da sua saúde mental é uma forma de autocuidado importante e demonstra força e autocompaixão. Um terapeuta pode oferecer estratégias e recursos para ajudá-la a se sentir mais confortável em situações sociais e a encontrar um equilíbrio que funcione melhor para você.
Lembre-se de que você não está sozinha e há suporte disponível para você. Não hesite em procurar ajuda se sentir que isso poderia beneficiá-la. Estamos aqui para apoiá-la em sua jornada de saúde mental.
-
Vícios em jogos de azar online, deveria procurar um médico em que especialidade?
Vícios em jogos de azar online, deveria procurar um médico em que especialidade?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Entendo que enfrentar vícios em jogos de azar online pode ser desafiador, e é admirável que você esteja considerando buscar ajuda profissional. Quando se trata de vícios comportamentais, como o jogo compulsivo, uma boa opção seria procurar um profissional de saúde mental especializado em vícios e transtornos relacionados.
Nesse contexto, um psicólogo ou psicanalista pode ser uma escolha apropriada. Eles são treinados para avaliar e tratar uma variedade de questões relacionadas à saúde mental, incluindo vícios.
Além disso, uma abordagem multidisciplinar pode envolver também terapeutas especializados em vícios e grupos de apoio.
-
Sonho com conteúdo sexual e quando tenho medo que isso volte a acontecer acontece de novo,fico senti
Sonho com conteúdo sexual e quando tenho medo que isso volte a acontecer acontece de novo,fico sentindo culpa isso pode ser evitado?tem a ver com a mente?como não se culpar já que são sonhos a noite?me sinto muito mau
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É compreensível que sonhos com conteúdo sexual possam gerar desconforto e preocupação, especialmente quando há sentimentos de culpa associados a esses sonhos. A interpretação de sonhos é uma área complexa e subjetiva, muitas vezes influenciada por fatores individuais, experiências de vida e emoções do momento.
Sonhos com conteúdo sexual não são incomuns e fazem parte da gama normal de experiências oníricas. Eles podem ser reflexos de desejos, ansiedades, ou até mesmo simples manifestações do subconsciente. A mente humana é complexa, e os sonhos frequentemente refletem nossos pensamentos e sentimentos, mesmo que possamos não estar conscientemente cientes deles.
Sentir medo de que esses sonhos se repitam e experimentar culpa em relação a eles pode, de fato, contribuir para um ciclo no qual a ansiedade alimenta a recorrência desses sonhos. É importante entender que sonhar não está sob controle consciente, e a mente pode explorar diversos cenários durante o sono, muitas vezes independentemente da vontade do sonhador.
Para lidar com esses sentimentos de culpa, pode ser útil praticar a autocompaixão. Reconheça que os sonhos são parte normal da experiência humana e que não há motivo para se culpar por eles. A mente é complexa, e os sonhos não são escolhas conscientes. Aceitar essas experiências como parte do processo natural pode ajudar a reduzir a ansiedade associada a elas.
Se os sentimentos de culpa persistirem e estiverem impactando significativamente sua qualidade de vida, considerar a busca de apoio profissional de um psicólogo ou terapeuta pode ser benéfico. Eles podem ajudar a explorar esses sentimentos em um ambiente seguro e oferecer estratégias para lidar com as emoções associadas aos sonhos de maneira saudável e construtiva.
-
Fiz uma consulta com psicólogo, foi a primeira consulta. Estava contando alguns acontecimentos do me
Fiz uma consulta com psicólogo, foi a primeira consulta. Estava contando alguns acontecimentos do meu passado que julguei importante que a terapeuta soubesse para entender o que fez estar onde estou agora. A terapeuta me cortou no meio da minha fala e já fez uma análise sobre mim, foi dura nas palavras, disse que sou uma jovem com traços de adolescente, que ainda não sou adulta mas que logo eu me tornaria adulta e levaria a vida com maturidade, entre outras coisas. Quando terminou a consulta cai numa crise de choro porque nem sequer consegui terminar de dizer o que queria, me senti invalidade, impotente pois não senti empatia de alguém que confidenciei meus sentimentos. Essa atitudes da psicólogas são esperadas na primeira consulta?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sinto muito ouvir que a sua primeira experiência com um psicólogo tenha sido desafiadora e causado desconforto. É compreensível que a empatia e a sensibilidade são aspectos fundamentais em uma relação terapêutica, especialmente durante a primeira consulta, quando se está compartilhando informações pessoais e vulneráveis.
Na terapia, é geralmente esperado que o terapeuta escute atentamente, ofereça um ambiente acolhedor e permita que o cliente compartilhe sua história de maneira completa antes de fazer análises ou intervenções. A atitude da terapeuta ao interromper você e oferecer interpretações de forma direta pode ter sido inesperada e impactante.
Nem todos os terapeutas têm a mesma abordagem, e o estilo terapêutico pode variar. No entanto, é crucial que você se sinta ouvida e respeitado durante as sessões. Se a experiência deixou você se sentindo invalidada e impotente, é importante considerar compartilhar essas preocupações na próxima sessão ou, se preferir, procurar outro profissional que possa oferecer uma abordagem mais alinhada com suas necessidades e expectativas.
A terapia é uma jornada pessoal, e encontrar um terapeuta com quem você se sinta confortável e compreendida é fundamental para o sucesso do processo terapêutico. Não hesite em expressar suas necessidades e expectativas, e lembre-se de que você tem o direito de escolher um terapeuta com o qual se sinta verdadeiramente conectada.
-
É normal sentir, constantemente, vontade de ficar sozinha? É normal não ter vontade de interagir c
É normal sentir, constantemente, vontade de ficar sozinha?
É normal não ter vontade de interagir com as pessoas e se sentir exausta com a presença humana?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, é absolutamente normal sentir vontade de ficar sozinha e, por vezes, experimentar uma falta de desejo de interagir com outras pessoas. Essas sensações podem refletir necessidades individuais de tempo e espaço pessoal. A introversão, por exemplo, é uma característica natural de personalidade em que as pessoas tendem a recarregar suas energias em momentos de solidão.
O desejo de ficar sozinho não é, por si só, indicativo de um problema. Pode ser uma maneira saudável de preservar sua energia e cuidar de suas necessidades emocionais. Muitas pessoas acham que períodos de solidão são cruciais para o autoconhecimento, reflexão e relaxamento.
No entanto, se esses sentimentos de exaustão com a presença humana se tornarem persistentes e interferirem significativamente na qualidade de vida ou nos relacionamentos, pode ser útil explorar esses sentimentos mais a fundo. Às vezes, a aversão à interação social pode ser um sintoma de ansiedade, depressão ou outros desafios emocionais.
Nesse caso, considerar a busca de apoio profissional, como a orientação de um psicólogo ou psicanalista, pode ser benéfico para entender melhor esses sentimentos e desenvolver estratégias saudáveis para equilibrar a necessidade de solidão com a conexão social. O importante é garantir que suas escolhas estejam alinhadas com o seu bem-estar emocional e que você encontre um equilíbrio que funcione para você.
-
Hoje uma aluno mim perguntou se as tranças aque colocou no cabelo tava bonito respondi que não , eu
Hoje uma aluno mim perguntou se as tranças aque colocou no cabelo tava bonito respondi que não , eu não acho aquele estilo de tranças bonito Ela falou que fiz bullying ao responder . Foi bullying quando dei minha opinião?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! É compreensível que você esteja refletindo sobre a interação com sua aluna. Expressar uma opinião sobre o estilo de tranças pode ser subjetivo e pode variar de pessoa para pessoa. No entanto, é importante considerar a forma como a opinião é expressa e o impacto que pode ter nas outras pessoas.
Em situações como essa, pode ser útil ser sensível ao contexto e à emoção envolvida. Às vezes, o que pode parecer uma simples opinião para nós pode ser interpretado de maneiras diferentes por outras pessoas, especialmente se estiverem vulneráveis em relação à sua aparência.
O bullying geralmente envolve comportamentos repetitivos e intencionais que visam causar desconforto ou constrangimento. Se a sua intenção não era magoar ou constranger a aluna, mas apenas expressar sua opinião, pode ser útil esclarecer isso com ela. A comunicação aberta e empática pode ajudar a resolver mal-entendidos e fortalecer a relação.
Cada interação é uma oportunidade de aprendizado, e isso inclui entender como nossas palavras podem afetar os outros. Se surgir uma situação semelhante no futuro, pode ser útil abordar o assunto com empatia e cuidado, garantindo que a expressão de opiniões seja feita de maneira respeitosa.
-
Sou casada a 3 anos e ainda sonho com minha ex. Terminamos 8 meses, antes de conhecer minhas esposa.
Sou casada a 3 anos e ainda sonho com minha ex. Terminamos 8 meses, antes de conhecer minhas esposa. Tive relacionamento com poucas pessoas, essa ex, foi a primeira namorada, passamos por várias experiências ruins e tínhamos muitos planos, mas a vida não nos permitiu ficar juntas. A 4 meses ela entrou em contato comigo, me senti muito abalada, não consigo explicar e nem entender a situação. Por que esses sonhos acontecem com tanta frequência?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Lidar com sonhos recorrentes envolvendo uma ex-parceira pode ser uma experiência emocionalmente desafiadora. Os sonhos muitas vezes refletem nossas emoções, memórias e experiências passadas, especialmente quando essas relações foram significativas em nossas vidas.
A reentrada da sua ex-parceira na sua vida, mesmo que seja apenas através de contato, pode ter reacendido emoções ou pensamentos relacionados ao passado. Isso pode estar influenciando os seus sonhos. A mente muitas vezes processa e organiza eventos passados durante o sono, e isso pode se manifestar em sonhos envolvendo pessoas com quem tivemos ligações emocionais profundas.
A intensidade emocional desses sonhos pode ser uma indicação de que há questões não resolvidas ou sentimentos não completamente processados em relação à sua ex-parceira. Pode ser útil refletir sobre as emoções que esses sonhos despertam em você e explorar se há aspectos não resolvidos da relação passada que ainda precisam ser abordados.
Se sentir confortável, pode ser benéfico discutir esses sentimentos com sua esposa, compartilhando suas preocupações e garantindo uma comunicação aberta. Além disso, considerar conversar com um profissional, como um terapeuta psicanalítico, pode oferecer um espaço seguro para explorar essas emoções mais a fundo e ajudar a compreender melhor o impacto que a relação passada pode ter no seu presente.
-
Tenho 30 anos, recentemente passei por uma crise de pânico. Sou sedentário, passei por estresse devi
Tenho 30 anos, recentemente passei por uma crise de pânico. Sou sedentário, passei por estresse devido à mudança de estado, fumo cigarro e exagero no café, tenho sono desregulado e me alimento pouco.
Tenho dúvidas; quem tem crise de ansiedade pode se masturbar e fazer musculação?
É possível ter uma crise só é mesmo assim não ser considerado doente?
Posso levar uma vida normalmente igual era há 5 meses?
Minhas crises começaram recente, há 5 meses.
Namoro e não estou feliz e no modo geral sou
Fiz exames médicos recente e está ok.
Obrigado!
frustrado com a minha vida.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sinto muito ouvir que você está passando por uma fase difícil. É corajoso buscar ajuda e compartilhar suas preocupações. Como psicanalista, vou oferecer algumas reflexões, mas é importante ressaltar que minha resposta não substitui a avaliação de um profissional de saúde mental.
A crise de pânico que você descreve pode estar relacionada a uma combinação de fatores, como o estresse da mudança de estado, o sedentarismo, o consumo de cigarro, excesso de café, sono desregulado e alimentação inadequada. Todos esses elementos podem influenciar o equilíbrio mental e emocional.
Primeiramente, é encorajador que você tenha realizado exames médicos recentes e que os resultados estejam bem. Isso sugere que seus sintomas podem estar associados a fatores comportamentais e emocionais, o que também é importante abordar.
Masturbação e musculação, em geral, não são contraindicados para pessoas que têm crises de ansiedade. Na verdade, a prática de atividades físicas pode ser benéfica para a saúde mental, pois pode ajudar na liberação de endorfinas, que são neurotransmissores associados ao bem-estar.
No entanto, é essencial abordar as causas subjacentes da sua ansiedade. Considerando o contexto de insatisfação no namoro e a sensação de frustração com a vida, pode ser útil explorar esses aspectos mais a fundo. A psicanálise busca compreender os processos inconscientes que podem estar influenciando seus sentimentos e comportamentos.
Quanto à sua pergunta sobre se é possível ter uma crise e não ser considerado doente, é importante destacar que crises de ansiedade podem ser episódicas, mas se persistirem e interferirem significativamente na qualidade de vida, é recomendável procurar a orientação de um profissional de saúde mental.
É fundamental considerar mudanças no estilo de vida, como a adoção de hábitos mais saudáveis, a busca por apoio emocional e, se necessário, a orientação de um psicólogo ou psiquiatra. Não hesite em compartilhar suas preocupações com um profissional para receber a ajuda necessária e desenvolver estratégias para lidar com o estresse e a ansiedade de maneira mais eficaz.
-
Estou obcecado por um menino faz meses e não é recíproco. Isso tem me atrapalhado nos meus afazeres
Estou obcecado por um menino faz meses e não é recíproco. Isso tem me atrapalhado nos meus afazeres e dia a dia, não consigo pensar em mais nada a não ser nele e tenho crises de ansiedade direto por causa disso. Será que estou esquizofrênico ou algo do tipo?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sinto muito ouvir que você está passando por um momento desafiador em relação a essa obsessão. A obsessão por alguém que não compartilha os mesmos sentimentos pode ser emocionalmente exaustiva e afetar vários aspectos da sua vida diária.
A esquizofrenia é uma condição mental séria, mas a obsessão por alguém em si não é indicativa dessa condição. Parece que o que você está vivenciando está mais relacionado a questões emocionais e ansiedade.
É bastante comum se sentir ansioso e ter pensamentos intrusivos quando estamos lidando com questões não resolvidas nas relações interpessoais. Em vez de se preocupar com um diagnóstico específico, pode ser mais útil considerar buscar apoio profissional, como a orientação de um psicólogo ou psicanalista.
Um profissional pode ajudar a explorar as razões por trás dessa obsessão, oferecer estratégias para lidar com a ansiedade e trabalhar na construção de um maior equilíbrio emocional. Compreender esses sentimentos pode ser um passo importante na jornada de autocuidado e bem-estar emocional. Não hesite em procurar ajuda, pois você não precisa enfrentar isso sozinho.
-
Por que me estresso com tanta facilidade? Detesto me estressar, me sinto muito mal. Contudo, sempr
Por que me estresso com tanta facilidade?
Detesto me estressar, me sinto muito mal. Contudo, sempre me irritei muito fácil, principalmente com a minha mãe - que é maravilhosa. Fico tão triste por não conseguir mudar...RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Oiê! - O estresse pode estar relacionado a diversos fatores - desde questões hormonais até problemas emocionais e psicológicos. É importante analisar alguns aspectos para compreender o seu estresse.
Primeiramente, é fundamental entender que nem sempre temos controle sobre as emoções e sentimentos que surgem em nós - isso faz parte da complexidade do ser humano. Além disso, os vínculos familiares podem trazer à tona questões mal resolvidas, podendo desencadear situações de irritação.
A pressão da sociedade atual pode ser muito alta e, muitas vezes, as cobranças que recebemos acabam nos deixando mais estressados.
O importante é buscar ajuda e compreender que mudanças levam tempo. Procure um profissional de psicologia para te auxiliar nessa jornada de autoconhecimento e bem-estar emocional.
-
Estou em um relacionamento a 3 meses e ela me pediu relacionamento aberto, não entendo como uma pess
Estou em um relacionamento a 3 meses e ela me pediu relacionamento aberto, não entendo como uma pessoa que diz que gosta de mim quer ficar com outras pessoas, principalmente na fase inicial do “namoro”!
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Compreendo que a proposta de um relacionamento aberto possa ser desconcertante, especialmente quando estamos ainda nos estágios iniciais de um relacionamento. Essa situação pode desencadear uma série de sentimentos e questionamentos. Como psicanalista, minha abordagem é explorar as emoções subjacentes e entender as motivações por trás das escolhas de cada indivíduo.
Primeiramente, é importante reconhecer que diferentes pessoas têm perspectivas variadas sobre relacionamentos e compromissos. O pedido de um relacionamento aberto pode estar relacionado a uma necessidade de liberdade, experimentação ou mesmo a uma compreensão particular sobre a monogamia. É fundamental comunicar abertamente com sua parceira para entender melhor o que essa proposta significa para ela e como ela enxerga esse tipo de dinâmica.
Ao mesmo tempo, é válido expressar seus próprios sentimentos e preocupações. A comunicação aberta e honesta é essencial para construir a compreensão mútua e estabelecer limites claros. No campo da psicanálise, podemos explorar as experiências passadas de cada indivíduo e como essas experiências moldaram suas visões sobre relacionamentos.
Pode ser útil também refletir sobre seus próprios sentimentos em relação ao compromisso e à exclusividade. Às vezes, as preocupações podem estar relacionadas a inseguranças pessoais ou a experiências anteriores. A psicanálise busca trazer à tona esses aspectos subjacentes para promover um autoconhecimento mais profundo.
Lembre-se de que não há uma abordagem única para relacionamentos, e cada casal é único. Se você quiser explorar essa dinâmica, é importante fazê-lo de maneira consensual e respeitosa, mantendo sempre o diálogo aberto. Em última análise, a chave para um relacionamento saudável é a compreensão mútua, o respeito pelos limites individuais e a comunicação constante.
-
Olá! Sempre tive problemas com meus pais. Cresci em um ambiente totalmente disfuncional, sofri bully
Olá! Sempre tive problemas com meus pais. Cresci em um ambiente totalmente disfuncional, sofri bullying por ser gordinha e cresci tentando suprir as minhas necessidades nos outros, sempre precisei da aprovação do outro. Me relacionava e beijava meninos, sempre. Até que beijei uma mulher pela primeira vez aos meus 20 anos, depois aos meus 22 anos e namorei essa mulher. Achava que a última era o amor da minha vida, mas vi que o relacionamento era totalmente ruim. Eu era possessiva, tinha medo de perder sempre com desculpas. Hoje eu percebo, que não era amor, mas me questiono se sou lésbica, BI, ou simplesmente me relacionei por medo de estar só, me ajudem por favor!
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Oiê! - A relação que tivemos com os nossos pais na infância pode influir em todos os nossos relacionamentos (não só os amorosos) na vida adulta. E mesmo que você não possa mudar o seu passado, pode ressignifcá-lo, e para começar a construir uma auto-estima saudável, para melhorar a relação que você tem com você mesma, e consequentemente, a forma na que você se relaciona com as outras pessoas; A definição sobre a sua orientação, não tem que acontecer imeditamente, pode tirar um tempo para se identificar e está tudo bem.
-
Olá, faz alguns anos, que me sinto estranha, como se eu amasse apenas uma pessoa e ele não correspon
Olá, faz alguns anos, que me sinto estranha, como se eu amasse apenas uma pessoa e ele não correspondesse, depois disso passei a me sentir vazia, isolada, todos se afastaram de mim, eu não tenho amigos exceto pelas amizades virtuais, mas na vida real eu não tenho amigas com quem sair .....e quando eu encontro alguém eu já não sei como me portar, eu ajo de forma estranha, me sinto uma alienígena na minha cidade, por isso quero me mudar de país, quero tentar recomeçar tudo do 0.....tudo isso me incomoda e me deixa sufocada com uma dor de cabeça dos infernos, eu apenas queria ter amigos e sei lá ser amada de verdade sem ser usada.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Oi, oi <br/>
Esse vazio que você sente pode ser um sintoma de que é momento para começar a se conhecer a você mesma antes de focar na busca de conexões mais significativas. Não se julgue, todos em algum momento passamos por uma etapa de nos sentir sozinhos, isolados e incompletos.<br/>
Com as ferramentas e ajuda adequadas você vai conseguir se sentir melhor e começar a conectar e reconectar com as pessoas que você ama.<br/>
Acho que você já está por bom caminho, pois já identificou os sentimentos que tem, e acredito que já esteja procurando ajuda com especialistas.
-
Minha mulher, com quem sou casado há 25 anos e não temos filho, nunca demonstrou sentir amor por mim
Minha mulher, com quem sou casado há 25 anos e não temos filho, nunca demonstrou sentir amor por mim e tem aversão pelos meus filhos, do meu casamento anterior, e demais parentes meus. Por outro lado, demonstra um carinho e preocupação excessivos pelos parentes dela. Ocorre que sempre que tentei me divorciar, ela se faz de vítima, me ameaça, coloca todos contra mim, inclusive meus próprios filhos, e eu acabo desistindo da ideia. Tem saída para este caso? O que devo fazer?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Lamento ouvir sobre os desafios no seu relacionamento. A situação que você descreve é complexa e emocionalmente exigente. Se você sentir que sua esposa não demonstra amor e tem aversão aos seus filhos e parentes, isso pode criar uma dinâmica difícil.
A comunicação aberta é fundamental. Tente conversar com sua esposa de maneira honesta e calma sobre seus sentimentos e preocupações. Expresse como as atitudes dela afetam você e o relacionamento. No entanto, se as tentativas de diálogo não levarem a uma resolução ou se a situação se tornar prejudicial para sua saúde mental, pode ser útil buscar a orientação de um profissional de saúde mental.
Consultar um terapeuta ou conselheiro conjugal pode oferecer um espaço neutro para explorar os desafios e buscar maneiras de melhorar a comunicação e a compreensão mútua. Eles podem ajudar a mediar conversas difíceis e oferecer estratégias para lidar com os problemas do relacionamento.
Se a ideia de divórcio surgir novamente, é importante entender seus direitos e opções legais. Consultar um advogado pode fornecer informações específicas sobre a situação jurídica e ajudar a tomar decisões informadas.
Além disso, não subestime o valor de manter uma rede de apoio. Conversar com amigos de confiança ou familiares pode proporcionar conforto emocional e perspectivas adicionais.
Lembre-se de que cada situação é única, e estas são apenas sugestões gerais. Buscar ajuda profissional personalizada pode ser a chave para encontrar soluções específicas para a sua situação.
-
O que poderia ser? Não me sinto bem em certos lugares (curso, escola etc) eu diria que é timidez, ma
O que poderia ser? Não me sinto bem em certos lugares (curso, escola etc) eu diria que é timidez, mas parece que nem sempre é. O desconforto continua ali, principalmente se tenho que lidar com isso sozinho. O nervosismo mesmo, que deixa até minha voz trêmula, vem em momentos específicos. Tem muitas coisas que não entendo: nunca consigo ser próximo de alguém mesmo querendo, tenho poucos amigos que não tenho vontade de me esforçar pra manter a amizade, rotinas chatas me dá 0 motivação e me fizeram faltar por dias tanto no curso quanto na escola. Tudo isso me atrapalhou e me causou algum problema
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Os seus relatos sugerem que você pode estar vivenciando ansiedade social e dificuldades de relacionamento interpessoal. A timidez pode ser uma das causas, mas parece que há algo mais profundo e constante afetando o seu bem-estar nessas situações. É importante investigar junto a um profissional se há outras questões em sua história de vida que possam estar influenciando essas dificuldades, como traumas, experiências de exclusão social, inseguranças profundas, entre outras possibilidades.
Além disso, a sua falta de motivação para atividades rotineiras pode ser sinal de um desânimo generalizado, sintoma de um possível quadro de depressão. É importante que você se permita buscar ajuda profissional para investigar suas emoções e avaliar se há comorbidades envolvidas.
Compreender as raízes dessas dificuldades pode ajudá-lo a lidar melhor com elas, desenvolver estratégias mais assertivas para se relacionar com as outras pessoas e recuperar o prazer em atividades cotidianas.
-
Eu não sinto mais prazer na vida, não sinto mais vontade de esforçar para nada, eu gosto de fazer co
Eu não sinto mais prazer na vida, não sinto mais vontade de esforçar para nada, eu gosto de fazer coisas como jogar e assistir filmes mas a minha vida pessoal parece chata, eu tenho conversas rasas com as pessoas, não consigo evoluir relação com ninguém, um grande desânimo em tudo, a minha memória tem falhado muito, parece que não me importo mais com nada, estou apenas existindo, não parece ser depressão pois ate tristeza eu não sinto contantemente, parece mais que estou neutro a tudo, vazio, sem expressão e eu não era assim, era ate bem empático e muito emocional
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Parece que você está passando por um momento em que não se sente motivado ou prazeroso com sua vida pessoal ou em se relacionar com outras pessoas. Essa sensação de desânimo e indiferença pode estar interferindo na forma como você se relaciona com as pessoas, tornando as relações mais superficiais. Além disso, você menciona falhas na sua memória e descreve uma sensação de neutralidade em relação às coisas ao seu redor.
Embora você não relate sintomas usuais de depressão, algumas das manifestações emocionais que você menciona podem estar relacionadas a uma sensação de vazio e desapego. É possível que exista algo em sua vida que esteja dificultando a sua capacidade de sentir prazer e se conectar com as pessoas. Além disso, parece que você tinha uma maior capacidade emocional anteriormente, o que pode ser um sinal de que algo mudou em sua vida.
Em uma perspectiva psicanalítica, pode ser útil examinar sua história de vida e considerar quais circunstâncias ou eventos podem ter contribuído para essa sensação de vazio e afastamento emocional. Além disso, pode ser benéfico explorar seus relacionamentos pessoais e como eles têm evoluído ao longo do tempo. A psicanálise pode ajudá-lo a descobrir a origem desses sentimentos e trabalhar para encontrar novas formas de se relacionar consigo mesmo e com os outros. É importante destacar que cada caso é único, e que o acompanhamento psicoterapêutico é um processo individualizado que pode trazer muitos benefícios a quem se propõe a passar por ele.
Fico à disposição para dialogar mais sobre o tema.
-
Estou passabdo por muita instabilidase de humor e desenvolvi um medo voltar a trabalhar um pessimism
Estou passabdo por muita instabilidase de humor e desenvolvi um medo voltar a trabalhar um pessimism9 de q não sei fazer nada tudo vai dar errado meio q travei e sempre fui competente e boa no q fazia agora tenho medo de tudo.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Lendo o seu relato, noto que você menciona um sentimento de pessimismo e insegurança em relação às suas habilidades, o qual parece estar gerando um bloqueio em sua vida profissional e pessoal.
Como psicanalista, entendo que a ansiedade e o medo são emoções comuns em momentos de transição e mudança, principalmente quando se trata de uma área de nossa vida que nos é tão importante como a carreira. Mas também é importante reconhecer que esses sentimentos podem estar revelando outras questões inconscientes, que talvez precisem ser exploradas em sessões mais aprofundadas de terapia.
Um processo de psicanálise pode ajudá-lo a identificar quais são essas questões, bem como as possíveis origens psicológicas dos seus medos e inseguranças. A partir daí, será possível trabalhar em conjunto para reconstruir sua autoconfiança e recuperar sua capacidade de enfrentar desafios.
Lembre-se de que a psicanálise é uma abordagem que valoriza o autoconhecimento e o diálogo em um ambiente seguro e acolhedor, em que você se sentirá livre para expressar seus pensamentos e emoções sem julgamentos. Sendo assim, espero que você considere buscar ajuda profissional e iniciar um processo de psicanálise para lidar com essas questões e recuperar sua estabilidade emocional.
-
olÁ! Como vai? Estou me relacionando há 3 meses com um estrangeiro que veio ao Brasil por motivo d
olÁ! Como vai?
Estou me relacionando há 3 meses com um estrangeiro que veio ao Brasil por motivo de um namoro no ano passado, porém, não deu certo e ele ficou muito deprimido a ponto de recorrer à terapia. após 6 meses nos conhecemos e estamos nos dando muito bem, há sintonia mental e valores mjuito parecidos.
O que me aflige são referencias recorrentes a lugares ou experiências que teve no antigo relacionamento quando esteve no Brasil.
Já comentei que não gosto de comparações pois me sinto mal e me afasto, porem ele responde que são apenas referências..
O que devo fazer?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Primeiramente, é importante reconhecer os sentimentos que essas referências despertam em você. É completamente normal sentir-se incomodado ou inseguro quando seu parceiro menciona experiências passadas, especialmente se elas são comparadas com o relacionamento atual. Esses sentimentos podem ser um sinal de que você valoriza profundamente seu relacionamento atual e deseja que ele seja único e especial.
No entanto, é igualmente importante tentar entender o ponto de vista do seu parceiro. Parece que para ele, essas referências são importantes para adicionar contexto à própria história dele, para compartilhar aspectos significativos de sua vida passada com você. Ele pode não perceber o impacto que essas menções têm em você, ou talvez as veja como uma forma de compartilhar um contexto (infância, adolescência, primeiro amor, atividades, hobbies, etc) , sem a intenção de fazer comparações.
Uma abordagem que você poderia considerar é ter uma conversa honesta e aberta com seu parceiro sobre seus sentimentos. Comunique-se de maneira calma e respeitosa, explicando como essas referências afetam você emocionalmente. Tente não acusá-lo, mas sim expressar suas próprias preocupações e necessidades. Isso pode abrir espaço para uma discussão construtiva sobre como vocês podem abordar essa questão juntos.
Além disso, pode ser útil explorar suas próprias inseguranças e medos em relação ao relacionamento. Às vezes, nossas reações emocionais são desencadeadas por questões não resolvidas dentro de nós mesmos. Um psicanalista experiente pode ajudá-lo a explorar esses aspectos mais profundos de sua psique e entender melhor suas próprias motivações e necessidades.
Lembre-se de que os relacionamentos são uma jornada de crescimento e aprendizado mútuo. É normal encontrar obstáculos ao longo do caminho, mas o importante é que vocês estejam dispostos a enfrentá-los juntos, com empatia e compreensão mútuas. Espero que essas reflexões possam ser úteis para você enquanto navega por essa situação delicada.
-
Tenho pensamentos como se eu fosse parar de respirar...então fico prestando atenção na respiração to
Tenho pensamentos como se eu fosse parar de respirar...então fico prestando atenção na respiração toda hora achando que vou parar ...fico puxando o ar de vez em quando e isso me dá pânico...devo fazer terapia?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Obrigado por compartilhar sua preocupação conosco.
Parece que você está enfrentando pensamentos intrusivos relacionados à sua respiração, o que está causando ansiedade e até mesmo pânico. Esses sintomas podem ser indicativos de um transtorno de ansiedade, e é encorajador que você esteja buscando ajuda.
A terapia pode ser uma ferramenta valiosa para ajudar a você a entender e lidar com esses pensamentos e sentimentos. Um terapeuta pode trabalhar com você para identificar os gatilhos subjacentes para esses pensamentos, desenvolver estratégias para lidar com a ansiedade e aprender técnicas de relaxamento e respiração que possam ajudar você a sentir mais em calma e no controle.
É importante lembrar que buscar ajuda não é sinal de fraqueza, mas sim de força e autocompaixão. Se você sentir que a ansiedade está interferindo em sua qualidade de vida e bem-estar, considerar a terapia pode ser um passo positivo na direção do autocuidado. Não hesite em procurar um profissional qualificado que possa apoiar você nesse processo.
-
Olá,eu sempre achava que sou louca por me sentir assim,tenho duas filhas,uma de 23 e uma de dezoito
Olá,eu sempre achava que sou louca por me sentir assim,tenho duas filhas,uma de 23 e uma de dezoito nunca consegui sentir esse arrebatamento de mãe,sou bem fria com elas,inclusive elas reclamam que não abraço ou beijo constantemente.Não consigo sentir falta delas quando viajam,e mais velha quando casou,todos ficaram esperando que eu fosse chorar,ou algo assim.Mas não senti nada.Tenho muita culpa por isso e sempre pesquiso pra saber se mais pessoas tem esse problema.Devo fazer psicanálise pra descobrir o motivo desse desapego?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Parece que você está passando por um momento difícil ao lidar com a falta de conexão emocional com suas filhas. É comum que as pessoas se questionem e se culpem por não sentir certas emoções que parecem ser esperadas em situações como essa. A psicanálise pode ser uma ferramenta valiosa para ajudá-la a entender melhor suas emoções e a origem desse desapego. Será importante explorar seu passado, sua história familiar e os relacionamentos significativos em sua vida para obter uma compreensão mais profunda de como você aprendeu a formar laços emocionais. Um psicanalista pode ajudá-la a trabalhar na culpa que está sentindo e a descobrir maneiras de construir conexões saudáveis com suas filhas. Lembrando que a psicanálise é um processo individual, então o foco será você e suas emoções predominantes. Boa sorte e espero que você encontre ajuda e orientação para esta questão.
Autor
Perguntas frequentes
-
Olá, o clinico geral solicitou uma ultravaginal, mas ainda possuo o hímem intacto. Ele disse que não
O ultrassom transvaginal oferece imagens detalhadas do útero e ovários, mas…