Perguntas do paciente (1079)

  • Quando eu estou feliz, logo penso em coisas tristes, é como se eu não pudesse ter momentos de felici

    Quando eu estou feliz, logo penso em coisas tristes, é como se eu não pudesse ter momentos de felicidade, minha cabeça logo puxa pra pensar coisas ruins. Não consigo controlar isso.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Patricia De Lucia Nadruz

    Olá; os colegas deram inumeras razões pelas quais isso pode estar ocorrendo, mas para entender ao certo e te ajudar é preciso fazer uma avaliação um pouco mais minuciosa. Como já foi dito pode se tratar de um pensamento intrusivo; um pensamento obsessivo; sintoma de ansiedade ou depressão; pode estar ligado a situações ou eventos passados que estao refletindo no agora. Mas você pode sim sentir-se feliz. Aconselho que você busque um profissional da linha Cognitivo comportamental. Abraço.


  • Oi tenho 13 anos e vim desabafar aqui e descobri que tenho tdah e eu me culpo muito por isso as veze

    Oi tenho 13 anos e vim desabafar aqui e descobri que tenho tdah e eu me culpo muito por isso as vezes penso até em me matar eu queria ter nascido normal queria ser um menino normal mas infelizmente tenho dificuldade de fazer amizades e coisas do cotidiano não uso drogas mais sou viciado em pornografia (fico constantemente criando imagens na cabeça envolvendo sexo) as vezes tenho nojo de mim por causa disso, eu sei que isso não faz bem mais mesmo assim eu faço isso tô muito abalado talvez se eu fosse um menino normal queria nascer de novo se eu morrer seria melhor pra mim, poderiam ajudar.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Patricia De Lucia Nadruz

    Olá querido; vejo que você está sofrendo e incomodado com o diagnóstico de TDAH. Veja o TDAH é um transtorno cerebral, se sentir culpado disso é a mesma coisa que culpar alguém por ter diabetes ou uma gripe. O seu cérebro se desenvolveu com um jeitão diferente. Que bom que você descobriu com 13 anos pois ainda tem um bom tempo para desenvolver estratégias para lidar com o seu TDAH. Saiba que você é normal e é possível ter uma boa vida mesmo tendo TDAH. Acho que você está triste e talvez uma ajuda de um psicologo poderia ser de grande valia pra você. Você pode aprender novas habilidades para fazer amizades e saber conviver melhor com seu TDAH. Existe tratamento e ele funciona.


  • É normal se sentir triste e desmotivado após trocar de profissional psicólogo?

    É normal se sentir triste e desmotivado após trocar de profissional psicólogo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Patricia De Lucia Nadruz

    OLá, sim, isso pode acontecer, mas é importante que você fale a respeito disso com o novo terapeuta para entenderem o que está ocorrendo.


  • eu preciso de encaminhamento medico pra passar no psicólogo?

    eu preciso de encaminhamento medico pra passar no psicólogo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Patricia De Lucia Nadruz

    Só se for para pegar reembolso do convênio.


  • Oi tenho 13 anos e estou em dúvida se tenho tdah ou toc ou ansiedade , toda vez que tento me concent

    Oi tenho 13 anos e estou em dúvida se tenho tdah ou toc ou ansiedade , toda vez que tento me concentrar em algo minha mente começa a se rodear de pensamentos sexuais,violentos e aleatórios como se minha mente não quisesse que eu tenha foco naquilo e muito bizarro mas quando é ao contrário isso não acontece?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Patricia De Lucia Nadruz

    Acho que seria importante conversar com seus pais sobre a possibilidade de buscar um profissional para entender esse comportamento e o que está acontecendo com você. Um psicologo ou pediatra.


  • É normal se sentir muito mal quando a namorada saí com os amigos dela, e eu sendo uma pessoa sozinha

    É normal se sentir muito mal quando a namorada saí com os amigos dela, e eu sendo uma pessoa sozinha e sem amigos e acaba escondendo dela que se senti mal quando ela está acompanhada por outras pessoas???

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Patricia De Lucia Nadruz

    Olha, é normal sentir qualquer coisa; não podemos controlar nossos sentimentos; apenas as nossas ações. Você mesmo diz que é sozinho e pode ser que quando ela saia com os amigos se sinta solitário e excluido, mas ao mesmo tempo sente que não é justo cobrá-la porque afinal de contas é saudável ter amigos e estar com eles; daí o seu conflito. Talvez fosse importante você procurar a origem de sua solidão e como lidar com esse sentimento a fim de que não se sinta mal quando ela sair; ao mesmo tempo se abrir para outras pessoas e deixar de ser solitário. Uma psicoterapia poderia ajudar e dividir esse sentimento com sua companheira também. Espero ter ajudado. Abraço.


  • Estou fazendo tratamento com nortriptilina 75mg a 1 ano e 6 meses pra ansiedade, e estava correndo t

    Estou fazendo tratamento com nortriptilina 75mg a 1 ano e 6 meses pra ansiedade, e estava correndo td bem eu estava tranquila no tratamento mais feliz e mais de boa, mais a três dias venho sentindo novamente alguns dos sintomas de ansiedade como pensamentos acelerados, medos e atraque cárdia é uma queimação leve no peito, isso é uma recaída ou o medicamento não está fazendo mais efeito?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Patricia De Lucia Nadruz

    O que você está passando pode ser muito angustiante, mas é importante lembrar que recaídas ou flutuações nos sintomas são relativamente comuns durante o tratamento da ansiedade, mesmo quando o medicamento estava funcionando bem anteriormente. Mesmo com o uso contínuo de medicamentos, fatores como estresse, mudanças na rotina, problemas pessoais ou cansaço podem desencadear sintomas de ansiedade novamente. Isso não significa necessariamente que o medicamento deixou de funcionar, mas sim que outros fatores podem estar interferindo. Com o tempo, em alguns casos, o corpo pode se adaptar ao medicamento, tornando-o menos eficaz. Isso pode exigir uma reavaliação da dose ou da medicação. Mudanças no estilo de vida, eventos estressantes recentes ou até condições físicas (como falta de sono, alimentação inadequada ou problemas hormonais) podem intensificar os sintomas de ansiedade. Mesmo quando os sintomas estão sob controle, a ansiedade pode ter picos ocasionais, especialmente se houver algum gatilho emocional ou físico. Entre em Contato com o Seu Médico: É fundamental informar o médico ou psiquiatra sobre essa piora nos sintomas. Eles podem ajustar a dose, reavaliar a medicação ou sugerir outras abordagens. Anote os Sintomas e Gatilhos: Registre quando os sintomas começaram, se algo específico os desencadeou e como você se sente. Isso ajudará o médico a entender melhor a situação. Verifique seu Estilo de Vida: Analise se houve alguma mudança recente no sono, alimentação, prática de exercícios ou aumento do estresse. Pequenos ajustes podem ajudar a reduzir os sintomas. Apoio Psicoterapêutico: Se você não estiver fazendo terapia concomitantemente com o tratamento medicamentoso, pode ser um bom momento para começar ou intensificar. A terapia pode ajudar a lidar com os pensamentos acelerados e os medos de forma mais eficaz. Nunca mude a dose ou interrompa o medicamento sem orientação médica, mesmo se os sintomas piorarem. Pratique exercícios de respiração profunda, mindfulness ou relaxamento muscular progressivo para aliviar os sintomas momentâneos. Com o acompanhamento adequado, é possível ajustar o tratamento e voltar a se sentir bem novamente. Esses períodos de instabilidade são comuns, mas geralmente podem ser controlados com a abordagem certa. Espero ter ajudado. Abraço.


  • E possível ter um toc após o transtorno parafilico ou vice versa?

    E possível ter um toc após o transtorno parafilico ou vice versa?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Patricia De Lucia Nadruz

    Sim, é possível. O TOC Geralmente se manifesta como pensamentos obsessivos seguidos de compulsões repetitivas, em que a pessoa sente necessidade de realizar certos comportamentos ou rituais para reduzir a ansiedade provocada por esses pensamentos. OTranstorno Parafílico envolve a busca de estímulos sexuais atípicos, onde o comportamento ou os pensamentos são frequentemente centrados em fetiches, impulsos sexuais inusitados ou outras práticas para que a pessoa alcance excitação sexual. Embora o TOC e os transtornos parafílicos sejam diferentes, a interação entre eles pode ocorrer, seja por comorbidade, seja por uma reação psicológica que leva a um agravamento dos sintomas de ambos. O diagnóstico e tratamento devem ser realizados por um profissional qualificado, que pode avaliar adequadamente as condições subjacentes e os sintomas, ajudando na escolha da melhor abordagem terapêutica.Os transtornos de personalidade e transtornos obsessivo-compulsivos podem coocorrer em algumas pessoas, o que significa que uma pessoa pode ter tanto o TOC quanto um transtorno parafílico. Estudos indicam que comorbidades entre transtornos obsessivo-compulsivos e outros transtornos de saúde mental, como os transtornos de personalidade, não são incomuns. Portanto, é possível que alguém que tenha desenvolvido um transtorno parafílico também desenvolva sintomas de TOC. No caso de uma pessoa com transtorno parafílico desenvolvendo TOC, pode haver uma intersecção nos comportamentos repetitivos e obsessivos. Por exemplo, um indivíduo com TOC pode ter pensamentos intrusivos relacionados ao comportamento parafílico, levando a tentativas de compulsões para evitar a execução desses impulsos, ou em busca de uma "sensação de alívio" quando seus pensamentos obsessivos são controlados de maneira ritualística. Por exemplo, se um indivíduo tem uma parafilia e é também diagnosticado com TOC, ele pode realizar rituais mentais ou comportamentais para tentar neutralizar ou prevenir a sensação de culpa ou ansiedade associada a esses impulsos. Algumas condições subjacentes, como transtornos de ansiedade ou transtornos obsessivo-compulsivos, podem ser fatores de risco para o desenvolvimento de transtornos parafílicos em algumas pessoas. Isso ocorre quando a pessoa, em sua busca por alívio da ansiedade ou da angústia, começa a desenvolver comportamentos sexualmente compulsivos ou voltados para fetiches. Pode ocorrer que um TOC pré-existente ative ou aumente os comportamentos parafílicos, de forma que esses comportamentos possam ser intensificados como uma tentativa de aliviar as obsessões ou as ansiedades que surgem. Tanto o TOC quanto os transtornos parafílicos podem envolver disfunções neurobiológicas, especialmente no que se refere ao controle de impulsos e ao processamento de recompensas e emoções. Em algumas pessoas, pode haver uma sobreposição de circuitos cerebrais envolvidos em ambos os transtornos, o que pode facilitar a ocorrência de ambos.



  • Transtorno parafilico que foi percebido pelo portador que teve aversão ao que consumia sexualmente e

    Transtorno parafilico que foi percebido pelo portador que teve aversão ao que consumia sexualmente e evoluiu para o toc sexual. Essa condição piora sem tratamento?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Patricia De Lucia Nadruz

    Sim, sem tratamento o TOC pode ter complicações e até se cronificar.


  • Eu tenho problemas na fala e também na escrita por trocar palavras (pensar vermelho e falar azul por

    Eu tenho problemas na fala e também na escrita por trocar palavras (pensar vermelho e falar azul por exemplo), trocar letras de lugar (mesmo por memso), adiantar palavras que ainda não era a hora de escreve-las e até mesmo inventar palavras como "Quando o radão cortar" (Era pra ser "quando o cartão rodar"). O que isso pode ser? Isso vem afetando muito minha vida, sou professora e constantemente sou chamada à atenção pelos meus alunos e familiares.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Patricia De Lucia Nadruz

    Sugiro que faça uma avaliação neuropsicológica com psicologo ou uma avaliação com uma fonoaudióloga com formação em neuropsicologia.


  • Vejo meus filmes favoritos e series e logo esqueço as memorias nao sao armarzenadas. Pode ser o tda

    Vejo meus filmes favoritos e series e logo esqueço as memorias nao sao armarzenadas. Pode ser sintoma de TDAH? tem como eu melhorar pra eu ver filmes sem me esquecer e consolidar melhor?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Patricia De Lucia Nadruz

    Olá, a memória possui 3 fases distintas, aquisição (aprendizado - depende mais de mecanismos atencionais e de lobo frontal preservado); fase de armazenamento (memória propriamente dita - lobo temporal) e a fase de recordação espontânea. A falha em qualquer uma das fases pode resultar na dificuldade de lembrar do filme, mas as causas sao diferentes. Realmente o TDAH pode ter dificuldade de lembrar do filme ou por uma falha na aquisição (falha atencional e de funções executivas) ou na recordação (o material está armazenado na memória mas ele não é capaz de acessar o conteúdo (se você der uma pista a pessoa consegue recordar). É claro que se a pessoa tem uma falha na hora em que esta aprendendo vai se lembrar apenas do que foi capaz de aprender. Tudo isso serve para dizer que as falhas de memória podem ter causas distintas; atencionais; falhas nas funções executivas; de memória propriamente dita e também podem estar relacionadas a multiplos fatores; TDAH, Estresse; privação de sono; ansiedade, questões organicas (avitaminose, metabólicas) etc, abraço.


  • Olá, ultimamente quando vou a um lugar, ex o supermercado... e tem muita gente, não me sinto bem, me

    Olá, ultimamente quando vou a um lugar, ex o supermercado... e tem muita gente, não me sinto bem, me sinto perdida e quando tem barulho (principalmente da moça falando ao microfone) tenho vontade de colocar a mão no ouvido e abaixar .... meus olhos ardem, sinto muito cansaço e quando alguém fala, não consigo focar no que a pessoa fala ... viajo total, me.sinto incapaz de entender ou aprender (obs: estou concluindo um curso de física, não sei se foi isso que me deixou assim)... o que poderia ser?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Patricia De Lucia Nadruz

    Olá, como os colegas já disseram somente por esse recorte podemos dar alguns palpites mas nada com certeza; é necessário saber um pouco mais sobre você. Se está passando por algum tipo de situação de estresse; alteração de humor; mudança de vida; algum tipo de quadro clínico (etc.). É necessário investigar mais. Procure ajuda profissional. Abraço


  • Olá, gostaria de saber como um adulto pode buscar ajuda para descobrir se é autista ou se possui alg

    Olá, gostaria de saber como um adulto pode buscar ajuda para descobrir se é autista ou se possui algum transtorno similar... Qual profissional buscar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Patricia De Lucia Nadruz

    Recomendo uma avaliação neuropsicológica.


  • Estou com uma insônia forte hoje, toda vez que eu deito e tento dormir vem na minha cabeça pensament

    Estou com uma insônia forte hoje, toda vez que eu deito e tento dormir vem na minha cabeça pensamentos totalmente aleatórios(como se fosse vários vídeos aparecendo)e isso não me deixa relaxar a cabeça 100%, e faz tbm com que o tempo passe voando mesmo(apelidei até de "maquina do tempo") estou a 5 horas com isso
    Tentei escutar ruído branco e não funcionou

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Patricia De Lucia Nadruz

    Se a insonia persistir procure um profissional (psicologo, psiquiatra, medico do sono).


  • Olá bom dia,estou a um tempo convivendo com isso,mais c intencificou muito nos últimos meses,eu não

    Olá bom dia,estou a um tempo convivendo com isso,mais c intencificou muito nos últimos meses,eu não suporto ser tocada em serras áreas do meu corpo,de forma a dar repúdio instantâneo,nada abusivo,e até mesmo gestos sem sentindo quando feitos em mim me dão agonia,isso acontece principalmente com meu filho ele tem apenas 5 anos e quando me toca eu me descontrolo,grito empurro etc, gostaria de uma ajuda por favor,pq eu sou uma boa mãe e isso está abalando meu filho e quero saber como posso me ajudar pra não acontecer mais isso.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Patricia De Lucia Nadruz

    O que você está vivenciando é desafiador e pode gerar muita culpa e frustração, mas é importante saber que isso tem solução. Essa reação de repúdio ao toque pode estar ligada a várias causas, sejam físicas, psicológicas ou sensoriais, e entender a origem é essencial para lidar com o problema de forma eficaz. É possível trabalhar isso para proteger sua relação com seu filho e melhorar sua qualidade de vida. Várias são as causas que podem estar ocasionando essa reação:
    1. Hipersensibilidade Tátil: Pode ser uma característica sensorial onde certos estímulos físicos causam desconforto ou aversão intensa.
    2. Experiências Traumáticas Passadas: Mesmo que inconscientes ou distantes, eventos de toque não desejado podem criar reações automáticas de rejeição.
    3. Fatores Emocionais: Estresse, cansaço ou sobrecarga emocional podem intensificar a irritabilidade e a sensibilidade.
    4. Questões Neurológicas ou Psiquiátricas: Transtorno de Processamento Sensorial; Transtorno de Ansiedade; Depressão ou outros transtornos relacionados à regulação emocional. Observe as situações que causam essa aversão ao toque: quais partes do corpo são mais sensíveis? Existe algo específico que aumenta a sua irritação (ex.: estar cansada, estressada)? Anote os episódios em um diário, isso ajudará a identificar padrões e comunicar melhor suas dificuldades ao procurar ajuda profissional. Quando sentir o desconforto começando, pratique uma respiração lenta e profunda (inspire por 4 segundos, segure por 4 segundos, expire por 6 segundos). Se possível, afaste-se por um momento para recuperar o controle antes de reagir.
    Embora ele tenha apenas 5 anos, você pode começar a ensinar sobre limites corporais de maneira simples e amorosa. Algo como:“Mamãe ama você, mas tem partes do meu corpo que são mais sensíveis, então prefiro que você me toque em outras áreas.” Busque Ajuda Profissional: Terapia Individual: Um psicólogo pode ajudar a explorar possíveis causas emocionais ou sensoriais para essa aversão ao toque, além de desenvolver estratégias para lidar com ela. Avaliação de Processamento Sensorial: Um terapeuta ocupacional pode ajudar a identificar e tratar hipersensibilidade tátil, se for o caso. Crie Novas Formas de Conexão: Substitua o toque físico por outras formas de carinho e conexão, como: Brincar juntos; Ler histórias; Fazer atividades criativas lado a lado. Evite culpar-se em excesso: O importante é que você está buscando melhorar. Esse reconhecimento já mostra que você é uma boa mãe. Evite ignorar o problema: Quanto antes buscar ajuda, mais fácil será encontrar estratégias eficazes para lidar com isso. Evite reprimir o desconforto: Isso pode intensificar suas reações. É melhor reconhecer e trabalhar os gatilhos de forma consciente. Marque uma consulta com um psicólogo ou terapeuta ocupacional para avaliar melhor sua sensibilidade ao toque e planejar estratégias personalizadas. Converse com pessoas próximas (se sentir confortável) para que elas possam oferecer apoio emocional durante esse processo. Valorize suas vitórias: Cada pequeno progresso será importante para você e para o bem-estar do seu filho. Com o suporte certo e paciência, é possível superar essa dificuldade e fortalecer sua relação com seu filho.


  • Olá bom dia , tenho uma filha de 10 anos , e dois professores já me pediu para fazer o teste de QI n

    Olá bom dia , tenho uma filha de 10 anos , e dois professores já me pediu para fazer o teste de QI nela , pois eles acham ela inteligente, como fazer esse teste ? Qual profissional procurar ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Patricia De Lucia Nadruz

    Olá; muito provavelmente estejam suspeitando que sua filha tenha altas habilidades ou superdotação; essa avaliação vai além do teste de QI; seria importante realizar uma bateria completa que abrangesse memória; personalidade; humor; funções executivas; etc; para que se possa entender melhor o funcionamento da sua filha. O psicólogo mais capacitado para esse tipo de avaliação é o neuropsicólogo que fará uma bateria completa de testes; além de entrevistas com os pais e com a escola e ao final emitirá um laudo e encaminhará sua filha caso necessário. Espero ter ajudado.Boa sorte


  • Há mais de 4 anos tenho tratado com psiquiatra. No começo eu bebia muito e creio que o tratamento nã

    Há mais de 4 anos tenho tratado com psiquiatra. No começo eu bebia muito e creio que o tratamento não funcionava bem. O psiquiatra suspeitou de TAB ou borderline. Eu tinha muita depressão, extrema ansiedade e psicose as vezes. Mudei de psiquiatra pois não me sentia melhor em relação ao começo.
    No novo psiquiatra, ele suspeitou ansiedade e depressão. Segui o tratamento à risca. Mas para aquém das minhas expectativas. Passei por muitos momentos psicoticos muito mais fortes do que tinha no começo.
    Mudei de psiquiatra de novo. Na primeira consulta ela já suspeitou de transtorno de humor e provável bipolaridade. Tive menos psicoses, as sinto mais distantes. Mas quando aumentei a dose (lamotrigina) consegui observar psicose, apesar de não estar mais tão imersa.
    Ainda sinto muita insegurança em tomar, não quero apenas mascarar meus sintomas. Tomo remédio ha bastante tempo, mas continuo em sofrimento e depressão. Ha anos me impede de ter uma vida funcional. Quando buscava ainda ser funcional sentia muita ansiedade.
    Hoje estou menos ansiosa, mas ainda sinto e achei uma terapeuta que tem me ajudado à medida do possível. No passado não conseguia evoluir com terapias.
    Gostaria de interromper o tratamento para observar como eu me sinto de verdade, mas tenho medo também.
    É muito arriscado interromper?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Patricia De Lucia Nadruz

    Não é recomendável que você interrompa.


  • Quantos e quais métodos de avaliação neuropsicológica existem?

    Quantos e quais métodos de avaliação neuropsicológica existem?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Patricia De Lucia Nadruz

    A avaliação neuropsicológica utiliza uma ampla variedade de métodos e ferramentas para medir funções cognitivas, emocionais e comportamentais, com o objetivo de compreender melhor o funcionamento cerebral e seu impacto no dia a dia. Os métodos envolvem o uso de testes padronizados, observação clínica, entrevistas e questionários. Os testes padronizado são ferramentas formais e validadas cientificamente que comparam o desempenho do indivíduo com normas estabelecidas para idade, gênero e nível educacional e avaliam: Atenção e Concentração; memórias; funções Executivas; Habilidades Visuoespaciais e Visuoconstrutivas; Inteligência Geral. A Entrevista Clínica Inclui uma conversa estruturada ou semiestruturada com o paciente (e, às vezes, com familiares) para obter informações sobre: História médica, acadêmica e ocupacional
    Comportamentos observáveis; Queixas cognitivas e emocionais. O neuropsicólogo observa o comportamento durante os testes, avaliando:Nível de esforço; Estratégias utilizadas; Reações emocionais ao sucesso ou fracasso. Questionários e Inventários são usados para avaliar aspectos emocionais, comportamentais e qualidade de vida. Relato de familiares e cuidadores: Avalia mudanças cognitivas e comportamentais percebidas por pessoas próximas. Análise qualitativa dos erros: Em vez de apenas pontuar o desempenho, avalia-se como os erros foram cometidos e o que isso pode indicar. A quantidade exata de métodos pode variar, mas a avaliação neuropsicológica emprega dezenas de ferramentas e técnicas padronizadas, combinadas de forma personalizada dependendo da condição do paciente (ex.: TDAH, AVC, demências, etc.). O número de testes aplicados varia conforme a complexidade do caso e o objetivo da avaliação, mas a maioria das avaliações utiliza uma combinação de entrevista, observação e 4 a 10 testes específicos.


  • é possível ser autista e ter naturalmente uma habilidade em reconhecer sinais não-verbais? me identi

    é possível ser autista e ter naturalmente uma habilidade em reconhecer sinais não-verbais? me identifico com quase todos os sintomas de autismo, porém sei interpretar até que bem a linguagem não-verbal, em alguns casos especificos eu possuo uma dificuldade de entender, mas refletindo um pouco eu consigo entender o motivo da linguagem ter sido empregada.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Patricia De Lucia Nadruz

    Sim, é possível.


  • Quando o terapeuta de casal entende que a separação é o melhor caminho? E como ele aborda a sua conc

    Quando o terapeuta de casal entende que a separação é o melhor caminho? E como ele aborda a sua conclusão?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Patricia De Lucia Nadruz

    Olá, eu entendo que jamais o terapeuta deve indicar a separação como uma solução para um casal; somente ambos podem decidir isso. O terapeuta é apenas um instrumento facilitador no diálogo do casal. Nosso objetivo é instilar a esperança, auxiliar na resolução dos problemas quando possivel, melhorar a comunicação e a partir disso o casal pode decidir como irá prosseguir em seu caminho.


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