Perguntas do paciente (1079)
-
Procurar efeitos colaterais de remédios e sentir medo de tomar eles e sentir esses efeitos, pode ser
Procurar efeitos colaterais de remédios e sentir medo de tomar eles e sentir esses efeitos, pode ser sinal de hipocondria? As vezes deixo de tomar um remédio por medo de me sentir mal ou surtir alguma reação alérgica que eu não sei, mas eu não consigo não procurar os efeitos que aquele medicamento pode fazer.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, bom pelo lado positivo pode se observar que você se preocupa com sua saúde e com o que vc ingere. Preocupar-se com a saúde é importante. A questão é pelo que você disse que sua preocupação é exagerada e pode estar atrapalhando seus tratamentos de saúde. Tomar medicação gera desconforto e ansiedade em você. Provavelmente tem uma crença de que remédios podem ser perigosos. Sendo assim necessita ler a bula para se sentir melhor; entretanto nem sempre isso funciona. O medo de tomar o remédio pode te trazer sintomas físicos de ansiedade que podem ser similares aos efeitos da bula. Veja a ansiedade ou medo é uma emoção básica que fez com que a humanidade sobrevivesse. Quem não tinha medo e ia em direçao ao perigo machucava-se ou morria. Então é perfeitamente normal sentir isso. No seu caso você está interpretando tomar o remédio como se fosse um tigre de dentes de sabre. Ou seja, está super valorizando o efeito colateral. As vezes temos uma atenção seletiva focada para o que nos dá medo. Checar os efeitos colaterais só ajuda por pouco tempo, mas a longo prazo só piora. Que tal ao invés disso pensar nos efeitos positivos que aquela medicação pode trazer; lembrar de todas as vezes em que os medicamentos lhe ajudaram e não trouxeram efeitos; lembrar que as vezes o efeito colateral ocorre só no inicio do tratamento e por último e mais dificil... PARE DE LER A BULA. Checar piora a situação. Espero ter ajudado. Grande abraço.
-
Boa tarde ! Preciso saber se consigo atendimento pelo plano amil medial 300. Tenho encaminhamento da
Boa tarde ! Preciso saber se consigo atendimento pelo plano amil medial 300. Tenho encaminhamento da minha doutora Estou à procura
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, tudo bem? Entre em contato com o seu convenio. Certamente vão te ajudar.
-
Preciso iniciar terapia mas tenho dúvidas em relação ao tipo de abordagem do psicólogo. Existe um ti
Preciso iniciar terapia mas tenho dúvidas em relação ao tipo de abordagem do psicólogo. Existe um tipo mais adequado para pessoas apáticas e dificuldades em socialização?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, qualquer abordagem desde que o profissional seja qualificado e você se sinta acolhida e entendida funciona. Faça uma primeira sessão de teste. Posso falar como funciona a abordagem que sigo que é a Terapia Cognitivo Comportamental; ela é focada no presente e (o que pode ser feito no aqui e agora. Não posso mudar o passado e nem o futuro. Apenas o presente.É breve.Voltada para as metas e objetivos do paciente. O paciente é protagonista de seu tratamento.É objetiva; é prática e apresenta resultados em um período mais curto que outras abordagens.Ensina o paciente a ser seu próprio terapeuta. É colaborativa (Tudo é discutido, explicado e acordado). É estruturada. As sessões tem um foco; utiliza técnicas para mudar pensamento, humor e comportamento; é transparente; é voltada para a ação e não apenas para a tomada de consciência; é focada nas dificuldades do paciente. Utiliza exercícios e tarefas para aumentar o aprendizado nos intervalos entre as sessões. Tem muitas evidências científicas (é fruto de pesquisa e usa técnicas comprovadamente eficazes). Espero ter ajudado.
-
Gostaria de perguntar aos psicólogos qual é, ou quais são, o(s) melhor(es) campos da psicologia para
Gostaria de perguntar aos psicólogos qual é, ou quais são, o(s) melhor(es) campos da psicologia para tratar, dentro de um processo terapêutico, a questão do relacionamento romântico que é abusivo/tóxico. Estou precisando de ajuda para sair dessa situação, já decidi procurar um profissional, mas fico confusa em meio a tantas vertentes.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Veja, qualquer abordagem pode ajudar nesse caso; na verdade o mais importante é você sentir empatia e confiar no profissional e que ele tenha uma certificação ou especialização na área ou muita experiência em terapia de casal. Não tenha vergonha de perguntar. Sabendo das qualificações do profissional agende uma sessão e veja se vocês se sentem bem e se gostam do profissional, se um dos dois não gostar faça com outro, até achar a pessoa ideal para vocês. Abraço.
-
Formigamento na cabeça ou no meio da cabeça pode ser sintoma de ansiedade??
Formigamento na cabeça ou no meio da cabeça pode ser sintoma de ansiedade??
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, o formigamento na cabeça, incluindo no meio da cabeça, pode ser um sintoma de ansiedade. Esse tipo de sensação, conhecida como parestesia, é relativamente comum em pessoas que estão passando por episódios de estresse ou ansiedade intensa. Durante a ansiedade, o corpo entra em um estado de "luta ou fuga", liberando adrenalina e aumentando a atividade do sistema nervoso. Isso pode causar sensações anormais, como formigamento. Respirar de forma rápida ou superficial, algo comum em crises de ansiedade, pode alterar os níveis de dióxido de carbono no sangue. Isso pode levar a sensações de dormência ou formigamento, inclusive na cabeça. O estresse prolongado pode causar tensão nos músculos do couro cabeludo, pescoço e ombros, o que pode resultar em uma sensação de pressão ou formigamento na cabeça. A ansiedade pode causar alterações temporárias na circulação sanguínea, o que também pode contribuir para essas sensações.
Embora a ansiedade seja uma causa comum, é importante considerar outras condições que também podem causar formigamento na cabeça, Problemas na coluna cervical; Enxaquecas ou cefaleias; Deficiência de vitaminas; problemas nos nervos; efeitos colaterais de medicamentos. etc.
Se o formigamento ocorre frequentemente e de modo persistente ou vier acompanhado de outros sinais procure um médico de sua confiança para descartar causas físicas.
-
Se a pessoa sente nojo, medo e ansiedade das ações do passado e medo de que terem se tornando reais
Se a pessoa sente nojo, medo e ansiedade das ações do passado e medo de que terem se tornando reais ou muito medo de ser essa pessoa ruim seria um toc sexual ? Mesmo tendo indícios na lembrança que vc fez algo errado ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Pode ser, sim, um quadro de TOC sexual ou TOC escrupuloso, especialmente se há uma preocupação intensa, obsessiva e recorrente sobre ter feito algo errado no passado, mesmo sem certeza absoluta. Esse tipo de TOC envolve pensamentos intrusivos e angustiantes sobre moralidade, identidade ou comportamentos sexuais, acompanhados de um grande medo de ser uma "pessoa ruim". O que pode diferenciar TOC de uma culpa real é que em primeiro lugar aparece uma dúvida constante. No TOC, há uma busca incessante por certeza sobre o que aconteceu, mesmo quando há indícios de que o evento não ocorreu ou foi menos grave do que a pessoa teme. Hipernitidez emocional: As memórias podem parecer exageradamente vívidas e carregadas de emoção negativa, mesmo quando não são precisas. Compulsões mentais: Como revisar a memória repetidamente, buscar provas, confessar para aliviar a culpa ou pedir garantias a outras pessoas. Desproporção da culpa: A angústia é extrema e persistente, com medo de consequências catastróficas e de uma suposta "verdade oculta". Mudança de percepção com o tempo: Algo que antes não parecia tão grave pode passar a ser visto como horrível, o que sugere uma distorção cognitiva. Se há indícios concretos de que algo foi errado, é natural sentir culpa, mas quando o sofrimento é intenso, persistente e dominado pela dúvida, pode indicar TOC. O ideal é buscar um profissional para avaliar com mais precisão. Procure um profissional de TCC.
-
É possível se curar da parafilia desenvolvendo o toc sexual ?
É possível se curar da parafilia desenvolvendo o toc sexual ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Parafilias são padrões de comportamento ou fantasias sexuais intensas e persistentes que envolvem objetos, situações, ou pessoas fora das normas consideradas "tradicionais". Algumas parafilias podem ser inofensivas, enquanto outras podem causar sofrimento ao indivíduo ou a terceiros. A possibilidade de "curar-se" de uma parafilia é um tema complexo e depende de fatores como o tipo de parafilia, a intensidade dos comportamentos, a motivação da pessoa e as intervenções terapêuticas adotadas. Não é possível se adquirir TOC de modo proposital. Possibilidades de tratamento da parafilia Psicoterapia: Terapia cognitivo-comportamental (TCC): Ajuda a identificar e modificar pensamentos e comportamentos associados à parafilia. Treinamento de habilidades sociais e emocionais: Em alguns casos, o desenvolvimento de conexões emocionais mais saudáveis e a exploração de formas seguras de intimidade podem ajudar a pessoa a redirecionar seus desejos sexuais. Terapias de dessensibilização ou redirecionamento: Medicação: Para alguns indivíduos, é possível modificar padrões de desejo e comportamento sexual, especialmente quando há motivação pessoal e suporte terapêutico adequado. Em outros casos, a parafilia pode não desaparecer completamente, mas o indivíduo pode aprender a gerenciá-la, reduzindo o impacto na vida pessoal e nos outros. Se a parafilia envolve comportamentos que possam prejudicar outras pessoas (como pedofilia), o foco do tratamento será, antes de tudo, na prevenção de danos e no controle dos impulsos. O acompanhamento profissional é essencial nesses casos. Quanto ao TOC é necessário entender qual seria a relação, as pessoas não são capazes de desenvolver TOC porque desejam. Abraço
-
Boa tarde Me casei ha 7 anos. Esse é meu segundo casamento. O primeiro durou 20 anos e terminei
Boa tarde
Me casei ha 7 anos. Esse é meu segundo casamento. O primeiro durou 20 anos e terminei porque meu ex marido me traia.
Sou uma advogada bem sucedida e meu marido atual apesar de trabalhar em uma boa empresa e ganhar relativamente bem, não vejo o dinheiro dele.
Eu pago 100% das despesas de casa: prestação da casa, conta de luz, água, empregada, mercado, seguro de carro, até roupas para ele sou eu que compro. Quando saímos para restaurantes, ele fica esperando eu puxar o cartão para pagar a conta.
O salário dele vai metade para pagar pensão, e a outra metade ele gasta com restaurante e atividades com os filhos quando eles saem. Ele não consegue dizer não para os filhos.
Todos os anos eu planejo viagens para a família toda. Já fomos para o Canadá 2 vezes, 3 vezes para Flórida, uma vez para o México, 1 vez para Natal, São Paulo e várias outras viagens curtas. As crianças nunca tinham viajado de avião na vida. Eu que tive que pagar pelos passaportes e vistos porque a mãe se recusou a tirar os passaportes.
Hoje descobri que os filhos dele me dão apelidos nos celulares. O menino me chama de “controladora do papai” e a menina me chama de bruxa louca.
Isso me magoou muito, porque já sao 7 anos que vivo com meu esposo, as crianças passam férias com a gente, eu levo eles nas viagens quando eu poderia perfeitamente viajar sozinha com os meus filhos biológicos.
Eu sei que esse apelidos vem da mãe deles, porém eles não tem a menor consideração e respeito por mim.
Outro dia fomos no shopping carreguei o cartão para eles brincarem com brinquedos tipo playland. Depois de gastar todos os créditos eles foram pegar doces por peso. Eu fiquei horrorizada com a quantidade. Cada um deles pegou 1 quilo de doces e eu reclamei. O menino replicou que o dinheiro era do pai dele e ele faz o que quer. Mau ele sabe que eu tenho que cobrir o cartão de crédito do pai, porque está sempre no vermelho.
Estou tão cansada. Meu marido eh carinhoso, fiel, companheiro, mas a situação financeira me deixa irritada. E para piorar o desrespeito dos meninos por mim foi a gota que faltava.
Eu havia agendado um Cruzeiro para Bahamas para agosto, mas estou decidida a cancelar.
Eu não sei o que fazer. Tenho 46 anos e de certa forma tenho vergonha por ter falhado 2 vezes nos casamentos. Não sei se devo lutar pelo meu casamento ou se devo reconhecer que eh um caso perdido.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá querida; bom em primeiro lugar gostaria de dizer que a responsabilidade por um relacionamento dar certo não é de uma única pessoa e sim do casal; ambos são responsáveis, não sinta vergonha ou culpa por tentar ser feliz; admire sua coragem de acreditar e investir em um novo relacionamento. Acredito que a única maneira de você conseguir lidar com toda essa situação é ter uma conversa bem franca com ele e falar sobre como você se sente dentro desse relacionamento; alinhar as expectativas de cada um dentro do casamento; dizer a ele o que esse tipo de atitude dos filhos e a falta de posicionamento dele ocasionam em você (frustração, desapontamento) e qual a visão que você tem a respeito das ações dele nesse contexto e o quanto tudo isso magoa você. Me parece que o problema não é somente o fato de ele não dar limites aos filhos, mas também de você não impor os seus limites a ele. Você já se perguntou por que tem proporcionado tudo isso pra eles? Qual a razão de você fazer isso? Se nesse momento está sendo desconfortável pra você será que é preciso pagar todas essas viagens sozinha? Não é possível dividir esses custos? Talvez você esteja pegando muita responsabilidade em suas costas e isso é exaustivo (responsável pelo financeiro, responsável pelo casamento dar certo, cuidar dos filhos dele que tem mãe). Tenha uma conversar franca, fale sobre seus sentimentos e se quiser manter o casamento dê limites para todos (pai e filhos dele). Coloque suas regras. Se tiver dificuldade procure uma terapia de casal para intermediar o diálogo. Também é importante entender as razões pelas quais tem assumido tudo isso. Você é jovem e tem uma vida inteira pela frente. Vale a pena lutar pela sua felicidade nem que para isso seja preciso dizer não para o outro. Relacionamento com enteados e ex é bem cansativo mas com limites claros as coisas tendem a fluir. Não de muita importância sobre o que as crianças falam de você, foque no que vc espera do seu marido. Espero ter ajudado de alguma forma. Boa sorte e um abraço.
-
Pais sem filhos, estranha separação. Na ótica dos Pais. Tudo acontece muito rápido e dolorido,
Pais sem filhos, estranha separação.
Na ótica dos Pais.
Tudo acontece muito rápido e dolorido, o tempo passa numa velocidade tão feroz que, os anos vão distanciando ainda mais o que antes era cotidiano e intenso. Veio a separação de forma inesperada para os filhos e ao mesmo tempo um grande choque se fez na mente deles, ainda mais quando a tendência da separação vem se arrastando com dores por muitos anos e estas dores são compartilhadas e acabam interferindo nos filhos que as absorve na mesma proporção que se encaminha a dissolução de fato.
Quando o distanciamento se faz, é muito complicado ter de volta uma aproximação esperada com os filhos, parece que se quebra algo e que este algo, não tem como "consertar" e, a opção por vezes é mútua pelo afastamento, afinal existem fatores influenciadores deste distanciar que partem dos pais que agora buscam refazer suas vidas e em outras dos filhos que se sentem numa gangorra de escolhas duras e complicadas e que, acabam tendenciando para aquele que se encontra no mesmo teto ou por algum outro motivo muito particular que só na cabeça deste filho(a) se sabe.
A ótica da dor pode ser muito maior e as questões psicológicas podem refletir imediatamente tanto nos pais, agora sem os filhos e nos filhos, agora com um pedaço de sua família distante e ausente, a ausência não se dá pelo querer de estar ausente, mas por conta de tantas variáveis, de tentativas de aproximações e pelo momento delicado, por vezes, observa-se que poderia ser mais dolorida a aproximação, do que o afastar propriamente e, nesta visão ainda conturbada achar que, o mais propício a ser feito é realmente se distanciar nisto, o tempo se mostra cruel, pois no despertar de um dia, percebe-se os anos que já se fizeram e, por mais que se tenha feito, o passar do tempo, não define as vidas e, parece que nada mudou ou que algo mudará.
Chega uma hora crítica em que a busca pela reaproximação é latente e, ocorre na mesma proporçao, as diversas tentativas frustradas, que irão com isto, acumular mais dores de ambos os lados, algumas destas dores proximas de serem esquecidas e outras novas que irão surgir neste meio tempo e tornará de forma inconsequente e quase fatídica, um novo distanciar que se apressa em tomar suas formas, pois as ausências enfraqueceram as vontades, tanto dos filhos, quanto dos pais, pois não se vislumbra um sinal de que as coisas irão tomar caminhos de reaproximação, porque o tempo da mesma forma que é rápido, em outras, nas horas de dor que temos pelos caminhos individuais, tanto para os filhos como para os pais é algo tão duradouro que nos remete à ter ainda mais vontade de tornar o afastamento algo definitivo e, isto se transborda em sentimentos de angustia, impotência e falta de soluçao, a reaproximação precipitada pode ser o desfecho de uma perda de contato ainda maior entre pais e filhos e que, deverão aguardar mais alguns anos para se recompor ou se perder em absoluto.
É uma linha bastante tênue e que, o dia a dia tanto dos pais quanto dos filhos deixa transcorrer por anos e por vezes insolúveis.
Como lidar não com este fato, mas sim com as expectativas ?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Durante a separação a falta de diálogo claro e empático entre os pais e filhos pode intensificar o distanciamento transformando mal entendidos em barreiras emocionais difíceis de superar. Ambos (pais e filhos) podem carregar traumas e ressentimentos que podem precisar de um auxílio de um terapeuta familiar para serem processados. A terapia familiar pode ser uma poderosa ferramenta para reconstruir esses laços. Compreender que tanto a presença quanto a ausencia dos pais em momentos críticos moldam as escolhas dos filhos pode ajudar a alinhar expectativas e evitar julgamentos mútuos. Por mais que o tempo passado não possa ser revertido, o presente oferece uma oportunidade para reconstruir relações mesmo que seja de forma diferente.
-
Ola tenho um vizinho de 21 anos autista de um grau leve ,ficou órfão de pai e mãe e passou a convive
Ola tenho um vizinho de 21 anos autista de um grau leve ,ficou órfão de pai e mãe e passou a conviver comigo,mas ele é bem esperto, inteligente tem os momentos de ilusões dele ,em alguns momentos perdido no mundo dele que é os desenhos e apaixonado por carros .Sei que ele é capaz de se socializar , desenvolver a mente mais isso lhe foi tirado, pois sua mãe o protegia de tudo e agora gostaria de trabalhar isso com ele,mas não sei como.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Em primeiro lugar gostaria de parabenizar você por essa atitude; acho que ambos vão ganhar muito com isso; você que vai descobrir um novo universo e para ele que está socializando. Bom em primeiro lugar você já esta, somente pelo fato de interagir com ele, o ensinando a socializar. Pessoas autistas não conseguem imaginar o que se passa na cabeça do outro ou como o outro pode estar se sentindo, eles carecem de habilidade social, mas podem ser treinados. Eles tem dificuldade no uso social da comunicação ex: como cumprimentar as pessoas; como compartilhar informações de modo adequado; como se adaptar a diferentes contextos (o que esperado em um velorio, em uma reunião, etc.) como se adequar as necessidades de quem está ouvindo; formas diferentes de falar com pessoas diferentes (criança, idoso); saber a hora de falar; aguardar a vez; dificuldade para compreender o que não é dito de forma explicita e isso limita muito as interações sociais; podem responder com poucas palavras, raramente inicia interações, pode ter uma abordagem diferente. Você percebeu também que ele tem interesses especificos e quer ficar falando sobre eles (é importante tentar ampliar esse repertório e ensinar o comportamento que a pessoa que está ouvindo está cansada daquele assunto ou não tem interesse) Voce pode começar ensinando o que é esperado socialmente durante as interações. Comece pelo mais facil; coisas básicas, contato visual; como falar no telefone, como se inicia uma conversa, temas apropriados para manter conversação, com responder as interações sociais, prestar atenção; como desenvolver um tema; o que fazer quando fica sem assunto; como desenvolver um assunto; respeitar o turno da conversa (a hora de falar e responder); como lidar com mudanças de tema de conversação, como saber o que significa determinado tom de voz ou expressão facial (você pode fazer isso demonstrando para ele ou mostrando figuras); ensinar a ler os gestos; você pode ensina-lo através de dramatização; você primeiro faz o papel dele e vai ensinando, ele treina com você como conversar e você vai intervindo, etc. Explique para ele o que as pessoas esperam nas interações. Existem também grupos de autistas gratuitos onde eles conseguem interagir entre si. Preste atençao também nas sensibilidades sensoriais dele (sons, multidão, luminosidade, etc.). Procure ler sobre autismo e entender um pouco mais. Espero ter ajudado.
-
Qual a diferença entre Transtorno de Personalidade Narcissista e "Tendências Narcissistas"?
Qual a diferença entre Transtorno de Personalidade Narcissista e "Tendências Narcissistas"?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A diferença entre transtorno de personalidade narcisista (TPN) e tendências narcisistas está na gravidade, frequência e impacto que os comportamentos e traços associados ao narcisismo têm na vida do indivíduo e das pessoas ao seu redor. As Tendências Narcisistas são traços ou comportamentos pontuais de narcisismo, que não chegam a configurar um transtorno mental. As Características principais são desejo de validação e reconhecimento ocasional, mas sem prejuízo significativo para os relacionamentos ou a funcionalidade do indivíduo. Podem ser comuns em situações específicas, como busca por sucesso ou destaque. Emoções como empatia e autoconsciência geralmente estão presentes, ainda que limitadas em alguns momentos. Esses traços podem ser influenciados por fatores externos (ex.: sucesso repentino ou pressão social) e tendem a ser transitórios. Não prejudica gravemente o funcionamento social, profissional ou emocional. Não é suficiente para comprometer relações de forma significativa. Já o Transtorno de Personalidade Narcisista (TPN): É um diagnóstico clínico descrito no DSM-5 TR (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais), que envolve padrões de comportamento persistentes, inflexíveis e disfuncionais que tem como características principais: Grandiosidade: Sensação exagerada de importância, talentos ou conquistas (real ou imaginária). Necessidade extrema de admiração: Busca constante de atenção e validação de maneira excessiva. Falta de empatia: Dificuldade em reconhecer ou se importar com os sentimentos e necessidades dos outros. Sentimento de superioridade: Acreditam que só podem se associar a pessoas "especiais" ou "únicas". Exploração interpessoal: Tendem a manipular ou explorar os outros para alcançar seus objetivos. Hipersensibilidade a críticas: Podem reagir com raiva ou retraimento diante de feedback negativo. Afeta severamente o funcionamento social, profissional e emocional. Os relacionamentos costumam ser conflituosos ou superficiais. O indivíduo pode demonstrar instabilidade emocional, especialmente quando seus desejos de validação não são atendidos.
Ter tendências narcisistas não é necessariamente negativo. Um grau saudável de confiança e busca por validação faz parte do comportamento humano. Por outro lado, o transtorno de personalidade narcisista exige atenção clínica, pois tende a causar sofrimento tanto para o indivíduo quanto para as pessoas ao seu redor. Se houver dúvidas sobre sintomas, é recomendável procurar um psicólogo ou psiquiatra para avaliação adequada.
-
Olá. Fobia Social pode causar dificuldade na fala como não conseguir falar uma palavra? A dificulda
Olá.
Fobia Social pode causar dificuldade na fala como não conseguir falar uma palavra? A dificuldade de falar alguma palavra específica com alguém, ela não sai, por exempo em uma conversa. Sozinho pareço conseguir falar a palavra.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Oi, pode sim. É relativamente comum, mas precisa avaliar de modo mais aprofundado pois existem outros quadros onde isso pode acontecer. Um abraço.
-
Tenho dificuldade em me concentrar, memória ruim, agitação das pernas e as vezes da mão, devo ir num
Tenho dificuldade em me concentrar, memória ruim, agitação das pernas e as vezes da mão, devo ir num psicólogo primeiro ou psiquiatra?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá; um pouco diferente do que os colegas falaram sugiro que você procure um neuropsicologo para fazer uma avaliação neuropsicologica. A avaliação neuropsicológica utiliza-se da aplicação de técnicas de entrevista, exames quantitativos e qualitativos das funções cognitivas, abrangendo as funções como a atenção, percepção, memória, linguagem e raciocínio; auxília no diagnóstico diferencial e detecção precoce de sintomas de diferentes manifestações clínicas; investiga de modo detalhado o grau e a natureza das alterações cognitivas e comportamentais qualitativa e quantitativamente, monitora a evolução dos quadros neurológicos e psiquiátricos, executa a avaliação e reavaliação para acompanhamento de procedimentos neurocirúrgicos, tratamentos medicamentosos e planejamento de tratamentos de reabilitação. A avaliação identifica as potencialidades e dificuldades do paciente do ponto de vista cognitivo, funcional, emocional e comportamental. Muito provavelmente se você for ao psiquiatra é provavel que ele peça uma avaliação neuropsicologica para confirmar o diagnóstico.
-
O que acontece no cérebro de um homem ao se tornar pai ?
O que acontece no cérebro de um homem ao se tornar pai ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Estudos recentes mostram que quando um homem se torna pai e convive com a criança, o cérebro passa por mudanças significativas que afetam seus comportamentos, emoções e habilidades de cuidado. Essas alterações são influenciadas por fatores biológicos, psicológicos e sociais, ajudando a promover o vínculo com o bebê e a adaptação ao novo papel. Ocorrem alterações hormonais:
como o aumento de ocitocina: Conhecida como o "hormônio do vínculo", a ocitocina ajuda a fortalecer a conexão emocional com o bebê e estimula comportamentos de cuidado. Redução de testosterona: Essa diminuição está associada a menos agressividade e maior envolvimento com o cuidado da criança. Aumento de prolactina: Comum em pais envolvidos, esse hormônio está relacionado à empatia e ao cuidado parental. Cortisol moderado: Um aumento leve do cortisol (hormônio do estresse) pode melhorar a atenção e a sensibilidade aos sinais do bebê. Mudanças em regiões cerebrais: Aumento da atividade na amígdala: A amígdala, uma região envolvida no processamento emocional, se torna mais ativa, tornando os pais mais sensíveis às necessidades e emoções do bebê. Crescimento do córtex pré-frontal: Essa área, responsável por planejamento, tomada de decisões e empatia, se adapta para ajudar o pai a lidar com as responsabilidades e a entender melhor o bebê. Reforço do sistema de recompensa: O núcleo accumbens, parte do sistema de recompensa, é ativado ao interagir com o bebê, promovendo sentimentos de prazer e satisfação.
O cérebro do pai passa por mudanças estruturais e funcionais (neuroplasticidade), semelhantes às que ocorrem no cérebro materno, permitindo adaptação ao papel de cuidador, especialmente em pais altamente envolvidos. Regiões cerebrais relacionadas à empatia e leitura de emoções (como o córtex cingulado e a ínsula) se tornam mais ativas, ajudando o pai a interpretar e responder aos sinais do bebê.
Pais que passam mais tempo cuidando do bebê experimentam mudanças mais pronunciadas no cérebro. Essas alterações cerebrais ajudam a criar um relacionamento próximo e emocionalmente enriquecedor. O cérebro se ajusta para priorizar o cuidado e a proteção do bebê. Essas pesquisas mostram como a paternidade não é apenas uma experiência social ou cultural, mas também um fenômeno profundamente biológico que transforma o homem em um cuidador mais sensível e adaptado às necessidades do bebê. Abraço
-
Dormência nos dois braços e na cabeça (além de uma pressão nela), falta de ar, pode ser ansiedade?
Dormência nos dois braços e na cabeça (além de uma pressão nela), falta de ar, pode ser ansiedade?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Embora a ansiedade seja uma causa comum desses sintomas é importante descartar outras condições de saúde. Se esses sintomas forem frequentes, intensos ou acompanhados de outros sinais é importante procurar uma avaliação médica.
-
Uma pessoa portadora de autismo ou Síndrome de Down sabem que possuem estas condições? Elas descobre
Uma pessoa portadora de autismo ou Síndrome de Down sabem que possuem estas condições? Elas descobrem sozinhas ou precisam que alguém as expliquem?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, algumas sabem e outras não. Acho importante que as pessoas saibam sobre si mesmas; autistas, down, ou qualquer outra condição, isso ajuda num melhor entendimento.
-
acho q tenho TOC sexual e mesmo q tente convencer minha mente de q não aquilo não é real não consigo
acho q tenho TOC sexual e mesmo q tente convencer minha mente de q não aquilo não é real não consigo. Não estou conseguindo dormi nem comer e tenho muita vontade de sumi, choro muito pois não tenho esperança de que vou sair desse fundo do poço, pois os pensamentos são muito perturbadores e as vezes tenho até mesmo reações mesmo com nojo! Qual tipo de ajuda devo procurar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sinto muito que você esteja passando por isso. O que você descreve pode sim estar relacionado ao TOC (Transtorno Obsessivo-Compulsivo) de caráter sexual, que é uma manifestação comum, mas muitas vezes angustiante, do TOC. Esse tipo de TOC se caracteriza por pensamentos intrusivos de conteúdo sexual que a pessoa considera perturbadores, além de sentimentos como nojo, culpa ou vergonha. Por que esses pensamentos ocorrem? Esses pensamentos são intrusivos, ou seja, surgem de forma involuntária e vão contra os valores e desejos da pessoa. Isso causa grande sofrimento porque o cérebro não consegue "desligar" o ciclo de obsessão e tentativas de neutralizar os pensamentos (compulsões). É importante lembrar que esses pensamentos não definem quem você é. Procure um profissional de saúde mental especializado em TOC: Um psicólogo especializado em Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), especialmente com foco em técnicas de Prevenção de Resposta e Exposição (ERP), pode ajudar. Essa abordagem ensina a lidar com os pensamentos intrusivos sem evitá-los ou responder a eles compulsivamente. Um psiquiatra pode avaliar se há necessidade de tratamento medicamentoso (geralmente com antidepressivos ISRS, que ajudam a regular os pensamentos obsessivos). Entenda que pensamentos não são ações:
O TOC faz com que pensamentos involuntários pareçam ameaçadores ou significativos, mas eles não refletem suas intenções, desejos ou moralidade. Trabalhar isso em terapia é fundamental para reduzir a ansiedade associada. Evite autocrítica e vergonha: Culpar-se ou tentar "resolver" os pensamentos pode reforçar o ciclo do TOC. Aprender a aceitar os pensamentos como ruído mental, sem atribuir-lhes significado, é um passo importante na recuperação.Considere compartilhar seu sofrimento com alguém de confiança, como um familiar ou amigo. Muitas vezes, expressar o que sente pode aliviar o peso emocional. Grupos de apoio, presenciais ou online, podem ser uma boa fonte de empatia e compreensão. Mesmo que esteja difícil, tente manter rotinas básicas como alimentação e sono. A prática de atividades físicas e técnicas de relaxamento (como meditação ou mindfulness) pode ajudar a reduzir os níveis gerais de ansiedade. Se os pensamentos ou a sensação de desespero estão te levando a considerar sumir ou desistir, procure ajuda imediatamente. Você não está sozinho, e com a ajuda certa, é possível retomar o controle e encontrar alívio para esse sofrimento.
-
Em uma conversa com uma amiga que também é sua colega de trabalho, em que a colega fala sobre doação
Em uma conversa com uma amiga que também é sua colega de trabalho, em que a colega fala sobre doação de sangue e você diz que não vai doar porque está com problema de saúde. Aí a amiga não diz nada, nem pergunta como você está. Isso é normal em uma amizade? Fico pensando se estou louca, pois eu perguntaria algo ou faria algum comentário desejando que a pessoa tenha melhoras, enfim... Venho sendo ignorada faz tempos. Detalhe: não houve nenhuma fofoca ou mal entendido. Simplesmente percebi que nesse grupo de amizades eu estou sempre sobrando, ficando no vácuo.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, tudo bem? Bom, em primeiro lugar não acredito que você esteja "louca" rsrs. Você disse que se alguma amiga dissesse que está com um problema de saúde o certo seria que ela questionasse se você estava bem ou doente. Para você uma amiga faria isso. Isso é uma coisa que você acredita que é o correto. Isso faz parte de seu conjunto ideológico. Então eu pergunto para você o fato de a pessoa não perguntar se você está bem significa o que? Imagino que pode ter muitos significados. Por exemplo : Se ela não pergunta sobre mim isso significa que ela não é minha amiga; significa que não se importa comigo... Entretanto o fato que você realmente sabe da situação é que ela não perguntou e você se sentiu mal; você não sabe com certeza porque ela não questionou. Você inferiu a partir do seu conceito do que ela deveria fazer baseado no que você faria e no que significa amizade para você. Mas vamos fazer um exercício. Seria possível que ela tenha outra razão para não ter perguntado? Poderiam have outras hipóteses que não seja que ela não se importe (estou falando somente nessa situação específica). Ela pode ter ficado surpresa e não saber o que dizer; ela pode ter pensado que era um assunto delicado e não queria te expor (uma doença transmissível); ela podia estar focada em outras questões pessoais... etc. Esse fato isolado não significa necessariamente que ela não se importa. Você não tem certeza absoluta disso. Talvez você esteja interpretando isso porque tem se sentido excluida do grupo. Pelo seu relato não da pra saber o que tem acontecido em relação ao grupo; mas se você acha que essa amizade vale a pena talvez seja interessante você conversar com as pessoas sobre isso; você pode tentar uma abordagem assertiva. Comece elogiando as pessoas, voce pode fazer isso individualmente com cada membro ou no grupo todo; eu gosto desse grupo porque vocês tem tais e tais caracteristicas; depois antecipe qualquer critica que você imagine que eles podem fazer : eu de minha parte sei que as vezes eu sou mais retraida, etc... Dai você pode dizer sobre a situação especifica onde você se sente mal ex: quando vocês sairam tal dia e não me chamaram eu me senti excluida, não me sinto acolhida pelo grupo; ou qualquer outra coisa, nunca acuse ou fale vc fez isso ou vc é assim, fale sempre da situação e de seus sentimentos. As vezes é preciso questionar se o que vc está pensando faz sentido pra outra pessoa. Quando vocês tem determinada atitude eu sinto que vocês nào querem minha presença. Isso é real? Alguma atitude minha provocou esse comportamento? Daí você pode saber o que se passou no grupo. Esse tipo de comunicação chama-se comunicação assertiva. É importante que você treine em seu dia a dia em situações que lhe causem menos desconforto, em casa, com a familia por exemplo. Não fale também de situações passadas, sempre do que acontece no momento e somente daquela situaçao especifica. Se ainda assim após algumas tentativas as pessoas continuarem com esse comportamento ou não ligarem para seus sentimentos (desde que você tenha treinado, não acuse e questione corretamente para checar se o que vc sente é real) você pode pensar que talvez seja melhor um afastamento. Observe também se devido ao fato de você se sentir excluída não fez com que você ficasse mais retraida e tenha mudado com as pessoas e se afastado de certa forma. As vezes o outro também interpreta a gente de uma forma diferente do que somos. Ex: Uma pessoa tímida e quieta que fica ansiosa em falar com pessoas pode ser interpretada como metida, que se acha... o outro pode ler, se ela não fala comigo é porque não gosta de mim, quando na verdade a pessoa não sabe o que dizer. Em resumo somente conversando de modo franco e assertivo é possível sabe se o que a gente imagina é real e saber a opinião do outro sobre nós. Sei que é dificil mas é muito importante ser assertivo com o outro e falar sobre o que nos magoa, você pode se surpreender. Ou de outra forma resolver que vc não tem afinidade com essas pessoas. Se vc se afastar sem dizer nada a chance de isso acontecer em outro contexto com outras pessoas é grande. Treine.. Um abraço e boa sorte.
-
Faço terapias com um psicólogo para tratar traumas de infância, mas me apaixonei pelo meu psicólogo.
Faço terapias com um psicólogo para tratar traumas de infância, mas me apaixonei pelo meu psicólogo. Parei com as terapias porque achei que isso iria resolver o que eu estava sentindo. Passei a ter crises terrível de ansiedades e pânico. O que posso fazer a partir de agora, volto para as terapias e converso com o meu psicólogo ou preciso da mais um tempo?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, Imagino que essa situação deva estar lhe trazendo muita angustia. Acredito que seria importante você retomar o seu processo e conversar com o seu terapeuta sobre isso. Dependendo da situação pode ser importante retomar o processo com ele ou ele vai encaminhar você para uma outra pessoa competente. O que não da é pra você continuar sofrendo e sem atendimento. É comum e esperado que algumas vezes o paciente se apaixone pelo terapeuta. Chama-se transferencia amorosa. Caso você não se sinta a vontade de falar com ele de forma alguma procure um outro profissional para te ajudar.
-
Minha filha de 11 anos desde novembro de 2022, apresenta uma falta de apetite, come poucos alimentos
Minha filha de 11 anos desde novembro de 2022, apresenta uma falta de apetite, come poucos alimentos e passa maior do dia sem se alimentar, alegando não ter fome. Ela se alimentava bem até os 5 anos, foi grudar um pedaço de carne no dente dela e começou a parar de se alimentar direito, sendo seletiva com a alimentação e evitando muitos outros. Há 2 anos atrás teve crise de ansiedade pós pandemia e agora essa seleção absurda, não querendo comer nada! Desde 6 anos não come arroz e feijão, carne não come feita em casa, só come se for na esfiha de carne do Habib's. Em casa só come macarrão, batata comum e as vezes milho. Não come frutas, somente morango, banana e uva verde sem semente, só se for com chocolate derretido ( fondue). A maioria dos alimentos ela rejeita. E muitas vezes acorda e não se alimenta. Tenho percebido que isso só piorou após ela ter amizade com uma menina muito depressiva, inclusive é a única amizade dela, minha filha se acha feia, ela é muito tímida e não dorme direito, dorme muito tarde e acorda muito tarde. As refeições dela, está sendo no máximo 2 por dia. Estou muito preocupada, qual profissional devo procurar? Qual psicólogo, especializado em qual área, devo procurar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, acredito que é muito importante você buscar ajuda de um psicologo de preferencial da comportamental; pode ser cognitivista; comportamental; dialético; etc. para fazer uma avaliação.
Perguntas frequentes
-
Tomei Iumi por 2 anos e 2 meses, mas comecei a me sentir inchada ( por meses só descia 2 dias) e com
A escolha do anticoncepcional deve considerar sintomas, histórico de acne,…