Perguntas do paciente (7)

  • Ah 2 anos perdi meu marido e até hj eu vivo esse luto e sinto que meu filho de 3 anos tbm vive , pq

    Ah 2 anos perdi meu marido e até hj eu vivo esse luto e sinto que meu filho de 3 anos tbm vive , pq ele diariamente tem febre emocional, gostaria de uma solução pra isso ..

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Patricia Lisboa

    Olá!
    Imagino o quanto essa perda tem sido difícil para você. Cada pessoa vive o luto de uma forma única, e não existe um tempo certo para deixar de sentir. O luto pode ser um processo longo e cheio de altos e baixos. Mesmo depois de muito tempo, é normal que a saudade e a dor ainda estejam presentes. Você gostaria de me contar mais sobre essa pessoa, como você está lidando com a perda e o que essa perda representou para você?
    Às vezes, falar sobre isso pode ajudar a organizar o que está acontecendo internamente.


  • Opa olá a todos me chamo Felipe tenho três perguntas e procuro uma consulta presencial que seja uma

    Opa olá a todos me chamo Felipe tenho três perguntas e procuro uma consulta presencial que seja uma boa neuropsicóloga ou psicóloga mesmo que realiza testes e diagnostico, sou de Campo Grande - MS

    Tenho por preferencia mulheres, mas pode ser homem caso eu mudo de ideia

    é seguinte eu tenho forte suspeitas que tenho Autismo (acredito grau 1 leve a 2 moderado), além de ter possível TOC, TDAH e ansiedade + depressão, e vicio em pornografia (Conhecido como masturbação compulsiva)

    No meu caso depressão e ansiedade é 100% confirmado pq eu sinto os sintomas embora leve e também tenho muita raiva por causa disso, pq minha depressão não é só baseado na tristeza mas também na agressividade

    A Terapia cognitiva comportamental é suficiente para lidar com todos esses problemas? e quantas semanas ou meses é necessário ? também seria melhor acompanhar junto com medicação? Obrigado deste já a todos.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Patricia Lisboa

    Bom dia Felipe!
    Prazer, meu nome é Patrícia. Sou Psicóloga e Neuropsicóloga. Não sou do MS, mas façoa avaliações neuropsicológicas online. O ideal seria que você fizesse a avaliação neuropsicológica e no final é feito os encaminhamentos para que te guie a profissionais que possam tem auxiliar na solução de sua demanda. A avaliação dura em média, 8 sessões. As sessões de psicoterapia são necessárias e vão te ajudar muito, independente da avaliação. Qualquer dúvida, estou à disposição.


  • Sentir-se incomodada com algo mas não saber dizer o que é, é normal? sinto-me perdida, em um sentime

    Sentir-se incomodada com algo mas não saber dizer o que é, é normal? sinto-me perdida, em um sentimento que eu não consigo explicar, muita das vezes vem acompanhado de um vazio e nessas horas eu não sei o que fazer. Às vezes sinto que não importa a situação, nunca consigo preencher esse sentimento com nada.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Patricia Lisboa

    O que você está sentindo é muito importante, e não ter clareza sobre o que exatamente está incomodando não invalida sua dor. Às vezes, a gente sente esse vazio, essa sensação de perda ou desconexão, e pode mesmo ser difícil colocar em palavras.

    O fato de você estar trazendo isso aqui já é um passo muito valioso.
    Podemos, juntas, ir explorando esse sentimento aos poucos, com cuidado. Às vezes o que parece sem nome está ligado a experiências profundas — perdas, expectativas, cansaços, desejos não ditos... Vamos dar tempo e espaço para entender isso melhor.

    Você se lembra da última vez em que sentiu esse vazio mais intensamente? O que estava acontecendo no exato momento?


  • Então acho q estou com toc de uns dia pra cá fico repitindo palavras na mh mente involuntariamente s

    Então acho q estou com toc de uns dia pra cá fico repitindo palavras na mh mente involuntariamente sem querer, acontece q tenho sidrome do pânico e já acho q posso está com doença mais grave ou ficando doida,e começo a tremer também, sofrimento do caramba não sei oq fazer isso tem haver com ansiedade?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Patricia Lisboa

    Olá!
    Quando temos síndrome do pânico, nosso corpo e nossa mente ficam em estado de alerta, e isso pode fazer com que qualquer novo sintoma pareça uma ameaça maior do que realmente é. O medo de estar “ficando doida” é um sintoma comum de quem está em crise — mas quero te tranquilizar: você não está enlouquecendo.
    Esses pensamentos repetitivos — como palavras ou frases que ficam voltando na sua mente contra a sua vontade — podem sim estar relacionados à ansiedade e, em alguns casos, a características do TOC (transtorno obsessivo-compulsivo).
    Mas esse tipo de sofrimento é tratável e pode melhorar muito com acompanhamento psicológico (e, se necessário, psiquiátrico).
    Você não precisa enfrentar esse sofrimento sozinha. A psicoterapia pode te ajudar a entender o que está por trás desses sintomas, e abrir caminhos mais leves e saudáveis para lidar com tudo isso.
    Se desejar iniciar esse processo, será um prazer te acompanhar. Sou psicóloga com abordagem sistêmica e estou à disposição.


  • Tenho um filho de 17 anos Desde de criança ele é super esquecido Várias vezes mandei no mercado

    Tenho um filho de 17 anos
    Desde de criança ele é super esquecido
    Várias vezes mandei no mercado comprar alguma coisa ele volta pq esqueceu ou compra outra coisa achando que era oque eu pedi,
    Qual médico devo levá-lo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Patricia Lisboa

    Olá!
    Dificuldades frequentes de memória, atenção e organização podem estar ligadas a diversos fatores — como o funcionamento da atenção, memória de trabalho ou até padrões de aprendizagem.
    Para investigar isso com mais clareza, o ideal é fazer uma avaliação neuropsicológica. Esse é um procedimento feito por psicólogo(a), que avalia o perfil cognitivo, atencional, emocional e comportamental da pessoa. A partir disso, é possível entender se há alguma condição, como TDAH, ou outras questões envolvidas, e pensar no melhor encaminhamento (psiquiatra, neurologista, acompanhamento psicopedagógico, etc.).
    Eu realizo esse tipo de avaliação e, se quiser, posso te explicar melhor como funciona o processo e os próximos passos.
    Fico à disposição!


  • Não consigo me apaixonar. Apesar de ter um bom coração e ser uma pessoa que, por fora, é super abert

    Não consigo me apaixonar. Apesar de ter um bom coração e ser uma pessoa que, por fora, é super aberta e simpática, sou extremamente crítica e rígida. Tenho uma trava/armadura para o amor. Quero muito ter um parceiro, mas não consigo me abrir pra ninguém e isso me causa grande sofrimento. Nunca tive nenhum trauma amoroso nem nada do tipo. Sempre fui assim e não sei o porquê. Cogito, inclusive, ser algum problema gerado em vida passada.
    Sei que preciso fazer terapia, mas não sei qual linha de abordagem escolher - assim como não sei se o melhor seria a psicanálise ou alguma outra forma de terapia. Gostaria de sugestões. Obrigada desde já.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Patricia Lisboa

    Olá!
    O que você está sentindo é mais comum do que parece — e muito legítimo.
    Às vezes, mesmo sendo afetuosas, simpáticas e com vontade sincera de se conectar, sentimos como se algo dentro de nós colocasse uma armadura invisível, dificultando viver o amor da forma que desejamos.
    Nem sempre esse bloqueio vem de um ‘trauma’ claro. Pode vir de aprendizados silenciosos, experiências de infância, relações familiares ou até padrões inconscientes.
    Na abordagem sistêmica, que é a linha que sigo, entendemos que nossos padrões emocionais e relacionais muitas vezes têm raízes em dinâmicas familiares, aprendizados sutis e histórias que atravessam gerações — mesmo quando não houve traumas explícitos.
    A terapia sistêmica nos ajuda a olhar para essas amarras invisíveis, entender como elas se formaram e, aos poucos, encontrar formas mais saudáveis de se relacionar consigo mesma e com os outros.
    É ótimo que você esteja aberta à terapia — isso já é um passo precioso.
    O mais importante é encontrar um espaço terapêutico onde você se sinta segura, respeitada e acolhida.
    A abordagem é importante, mas o vínculo com o/a terapeuta faz toda a diferença.
    Se fizer sentido para você, posso te contar um pouco mais sobre como seria esse processo.


  • reparei que minha filha de 13 anos não para de comer, Ela me pediu para chamar atençao dela ao ve-

    reparei que minha filha de 13 anos não para de comer,
    Ela me pediu para chamar atençao dela ao ve-la comento muito, mas depois se irritou ao ser chamada a atenção, acho que ela está ansiosa por algo e por isso come, que linha psicologica procuro?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Patricia Lisboa

    Olá!! Tudo bem?

    A relação com a comida na adolescência pode estar muito ligada ao emocional. Muitas vezes, comer em excesso pode sim ser uma forma de lidar com ansiedade, angústia, estresse ou sentimentos difíceis de expressar.
    O fato dela ter pedido para você chamar a atenção, mas depois ter se irritado, mostra que há uma ambivalência emocional ali — o que é comum nessa fase da vida e pode indicar que ela está vivendo um conflito interno.
    Nesse caso, o ideal é buscar um acompanhamento psicológico. A abordagem sistêmica, que é a linha com a qual eu trabalho, pode ajudar a compreender esse comportamento dentro do contexto familiar e emocional da adolescente. Outras abordagens também podem ser eficazes, como a terapia cognitivo-comportamental (TCC), que trabalha diretamente os comportamentos e as emoções associadas.
    Se você quiser, posso conversar com você com mais calma sobre como seria esse acompanhamento, e também avaliar se há necessidade de envolvimento de uma nutricionista ou outro profissional de saúde.
    Estou à disposição para ajudar vocês nesse processo com carinho e responsabilidade.


Perguntas frequentes

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