Perguntas do paciente (144)
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Bom dia! Mesmo sem ser mentira fico muito nervosa ao me expressar sobre algo que estou sendo posta à
Bom dia! Mesmo sem ser mentira fico muito nervosa ao me expressar sobre algo que estou sendo posta à prova e as palavras simplesmente não se encaixam. Acabo por me atrapalhar toda em não conseguir passar a verdade do que digo. Tento reorganizar os acontecimentos para me expressar da melhor forma e não consigo com sucesso. Preciso de ajuda…isso está acabando com relacionamentos meus. E fico extremamente nervosa o que dificulta a organização dos meus pensamentos. Não sei o que fazer. Me sinto perdida dentro de mim e perdendo quem amo.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo profundamente o quanto essa situação pode ser angustiante e como pode impactar negativamente seus relacionamentos e seu bem-estar emocional. Primeiramente, saiba que não está sozinha e que muitas pessoas enfrentam dificuldades semelhantes ao tentar se expressar sob pressão. Eu já passei por isto durante bastante tempo.
Aqui estão algumas estratégias que podem ajudá-la a lidar melhor com essa situação:
Respiração e Relaxamento:
Pratique técnicas de respiração profunda e exercícios de relaxamento antes de se expressar. Isso pode ajudar a reduzir a ansiedade e a clarear a mente.
Preparação Antecipada:
Sempre que possível, prepare-se com antecedência para situações em que você precisará se expressar. Faça anotações sobre os pontos principais que deseja abordar e revise-os várias vezes.
Prática de Comunicação:
Pratique a comunicação em situações menos estressantes. Fale sobre seus pensamentos e sentimentos com amigos próximos ou familiares em um ambiente seguro e sem julgamento.
Autoafirmação:
Utilize afirmações positivas para fortalecer sua confiança. Diga a si mesma que você é capaz de se expressar claramente e que suas palavras têm valor.
Técnicas de Mindfulness:
A prática do mindfulness pode ajudar a focar no momento presente e a diminuir a ansiedade. Experimente meditações guiadas que podem ajudá-la a se sentir mais centrada e calma.
Procure Apoio Profissional:
Considerar a ajuda de um profissional, como um terapeuta ou um coach, pode ser muito benéfico. Eles podem fornecer ferramentas específicas e personalizadas para ajudá-la a superar esses desafios.
Reconheça Seus Progressos:
Celebre pequenas vitórias no seu caminho para uma comunicação mais eficaz. Cada passo positivo é um avanço importante.
Entendo que essas mudanças não acontecem da noite para o dia, mas com persistência e apoio, você pode desenvolver a confiança necessária para se expressar com clareza e tranquilidade.
Se precisar de mais orientação ou de uma conversa mais aprofundada, estou à disposição para ajudá-la.
Pode acreditar: você vai passar por este vale.
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eu queria saber se o TOC pode ser causado por causa de bullying, abusos tanto psicológicos ou físico
eu queria saber se o TOC pode ser causado por causa de bullying, abusos tanto psicológicos ou físicos
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, o Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) pode ser influenciado por uma variedade de fatores, incluindo experiências de vida traumáticas, como bullying e abusos físicos ou psicológicos. Embora a causa exata do TOC não seja totalmente compreendida, sabe-se que é uma condição complexa que pode resultar de uma combinação de fatores genéticos, biológicos, ambientais e psicossociais.
Traumas emocionais, como bullying ou abusos, podem desempenhar um papel significativo no desenvolvimento do TOC. Essas experiências podem desencadear ansiedade intensa e desencadear padrões de pensamento obsessivo, bem como comportamentos compulsivos, como mecanismos de enfrentamento para lidar com o estresse e a angústia emocional associados ao trauma. Por exemplo, alguém que foi constantemente intimidado na infância pode desenvolver obsessões relacionadas à segurança ou à ordem, levando a rituais compulsivos de verificação ou organização para aliviar a ansiedade.
Além disso, indivíduos que sofreram abusos físicos ou psicológicos podem desenvolver uma visão de mundo distorcida, na qual sentem a necessidade de controlar certos aspectos de suas vidas como uma forma de se protegerem ou evitarem situações similares de abuso. Isso pode manifestar-se no TOC através de obsessões relacionadas ao perigo iminente ou à contaminação, por exemplo, levando a comportamentos compulsivos de limpeza ou verificação.
É importante ressaltar que nem todas as pessoas que experimentam traumas emocionais desenvolverão TOC, e nem todos os casos de TOC estão relacionados a experiências traumáticas. No entanto, para algumas pessoas, o trauma pode ser um fator contribuinte significativo. O tratamento eficaz do TOC geralmente envolve uma abordagem multidisciplinar que inclui terapia, medicamentos e apoio psicossocial para ajudar os indivíduos a lidarem tanto com as obsessões quanto com os comportamentos compulsivos, bem como a abordar quaisquer questões subjacentes relacionadas a traumas emocionais.
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boa tarde tenho alguns problemas com socialização e barulhos. tem muitas coisas que acontece comig
boa tarde
tenho alguns problemas com socialização e barulhos.
tem muitas coisas que acontece comigo que precisaria ter um textão.
tive atraso na fala quando eu era bebe;
tive pouquissima interação social na escola;
olho com pouca frequencia para o rosto das pessoas;
barulhos intensos me deixam aflita;
tenho irritabilidade muito facil;
insisto nas mesmas coisas e quando não consigo fico irritada e etc.
Já fiz o teste online de autismo,mas deu normal.
Não sei mas o que fazerRESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Primeiramente, gostaria de agradecer por compartilhar suas preocupações e dificuldades. Seus sentimentos e experiências são válidos, e é importante explorá-los para entender melhor como podemos apoiá-lo(a) em seu processo de bem-estar.
Seus relatos de dificuldades com socialização, sensibilidade a barulhos intensos, e padrões específicos de comportamento, como insistência em rotinas e irritabilidade, são elementos que merecem atenção cuidadosa. Embora você mencione que um teste online de autismo tenha indicado resultados normais, é importante lembrar que esses testes podem não capturar todas as nuances do espectro autista ou outras condições neuropsicológicas.
Avaliação Profissional Detalhada
Eu recomendaria fortemente uma avaliação com um profissional especializado, como um psicólogo ou psiquiatra que tenha experiência com transtornos do espectro autista e outras condições neurodivergentes. Avaliações online podem ser um ponto de partida, mas não substituem uma análise profunda realizada por especialistas. Eles podem oferecer uma avaliação mais abrangente, que considera uma variedade de fatores, incluindo histórico médico, desenvolvimento na infância, e comportamentos atuais.
Estratégias de Manejo
Enquanto isso, há várias estratégias que você pode considerar para ajudar a gerenciar a sensibilidade a barulhos e as dificuldades de socialização:
Ambientes Controlados: Tente modificar seu ambiente para minimizar a exposição a estímulos que causam desconforto, como barulhos intensos. Isso pode incluir usar fones de ouvido com cancelamento de ruído em ambientes barulhentos ou criar um espaço tranquilo em casa onde você possa se retirar quando necessário.
Técnicas de Comunicação e Socialização: Pode ser útil trabalhar com um terapeuta para desenvolver habilidades sociais em um ambiente controlado e acolhedor. Isso pode incluir exercícios de role-playing ou terapias em grupo que focam em interações sociais.
Gerenciamento da Irritabilidade: Estratégias para gerenciar a irritabilidade podem incluir técnicas de relaxamento, como respiração profunda, meditação, ou mindfulness. Estas podem ajudar a regular suas emoções e reduzir a sensação de estresse.
Educação e Apoio: Educar-se sobre diferentes condições neurológicas pode ajudá-lo(a) a entender melhor seus próprios comportamentos e como gerenciá-los. Grupos de apoio, seja online ou presencial, também podem oferecer conforto e conselhos de pessoas que passam por desafios semelhantes.
Continuação do Diálogo
Por fim, gostaria de reiterar a importância de continuar dialogando com profissionais de saúde e explorar todas as opções de diagnóstico e tratamento disponíveis. Você não está sozinho(a) nesta jornada, e há recursos e suporte disponíveis para ajudá-lo(a) a viver uma vida plena e satisfatória.
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Olá! Sempre tive problemas com meus pais. Cresci em um ambiente totalmente disfuncional, sofri bully
Olá! Sempre tive problemas com meus pais. Cresci em um ambiente totalmente disfuncional, sofri bullying por ser gordinha e cresci tentando suprir as minhas necessidades nos outros, sempre precisei da aprovação do outro. Me relacionava e beijava meninos, sempre. Até que beijei uma mulher pela primeira vez aos meus 20 anos, depois aos meus 22 anos e namorei essa mulher. Achava que a última era o amor da minha vida, mas vi que o relacionamento era totalmente ruim. Eu era possessiva, tinha medo de perder sempre com desculpas. Hoje eu percebo, que não era amor, mas me questiono se sou lésbica, BI, ou simplesmente me relacionei por medo de estar só, me ajudem por favor!
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, é muito corajoso de sua parte compartilhar essas experiências e dúvidas. É importante reconhecer que o ambiente em que crescemos e as experiências que vivemos moldam profundamente nossas percepções e comportamentos. Parece que você passou por desafios significativos em sua jornada, incluindo um ambiente familiar disfuncional, bullying e a busca pela aprovação dos outros.
A descoberta da própria identidade sexual é uma jornada única e pessoal para cada indivíduo. É normal questionar e explorar seus sentimentos e desejos ao longo do tempo. A atração por pessoas de diferentes gêneros, como você descreve, é uma experiência comum e não está limitada a uma única identidade sexual.
Pode ser útil buscar apoio de profissionais qualificados para ajudá-la a explorar essas questões de identidade e relacionamento de forma mais aprofundada. Eles podem oferecer um espaço seguro para você refletir sobre suas experiências passadas, entender suas emoções e pensamentos atuais, e navegar em sua jornada de autodescoberta.
Além disso, lembre-se de ser gentil consigo mesma durante esse processo. Aceitar-se e amar-se exatamente como você é, com todas as suas complexidades e incertezas, é fundamental para o crescimento pessoal e o bem-estar emocional.
Explorar sua identidade sexual e entender seus desejos e necessidades em relacionamentos é um processo contínuo. Não há uma resposta certa ou errada, e é totalmente normal sentir-se confusa ou insegura às vezes. O importante é se permitir ser autêntica e buscar o que realmente a faz feliz e realizada.
Se você sentir necessidade, não hesite em procurar comunidades de apoio, grupos de discussão ou recursos online voltados para pessoas que estão passando por experiências semelhantes. O compartilhamento de histórias e o apoio de outras pessoas podem ser extremamente reconfortantes e esclarecedores.
Em resumo, seja paciente consigo mesma, esteja aberta para explorar suas emoções e experiências, e não tenha medo de buscar ajuda quando necessário. Sua jornada de autodescoberta é valiosa e digna de ser vivida plenamente.
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Olá, faz alguns anos, que me sinto estranha, como se eu amasse apenas uma pessoa e ele não correspon
Olá, faz alguns anos, que me sinto estranha, como se eu amasse apenas uma pessoa e ele não correspondesse, depois disso passei a me sentir vazia, isolada, todos se afastaram de mim, eu não tenho amigos exceto pelas amizades virtuais, mas na vida real eu não tenho amigas com quem sair .....e quando eu encontro alguém eu já não sei como me portar, eu ajo de forma estranha, me sinto uma alienígena na minha cidade, por isso quero me mudar de país, quero tentar recomeçar tudo do 0.....tudo isso me incomoda e me deixa sufocada com uma dor de cabeça dos infernos, eu apenas queria ter amigos e sei lá ser amada de verdade sem ser usada.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Obrigado por compartilhar seus sentimentos e experiências aqui. Parece que você está passando por um período particularmente difícil, sentindo-se isolada e lutando com sentimentos de vazio e desconexão. A dor emocional que você descreve é intensa e compreensível, dada a situação que você está enfrentando.
Sentimentos de Isolamento e Desejo de Mudança
Os sentimentos de isolamento e alienação podem ser incrivelmente desafiadores, especialmente quando combinados com a experiência de relações não correspondidas ou superficiais. É humano desejar conexões significativas e se sentir pertencente a uma comunidade ou grupo de amigos. A falta dessas conexões pode levar a sentimentos de vazio e desorientação, assim como você descreveu.
A ideia de recomeçar em um novo país é uma expressão compreensível desse desejo por uma nova chance de construir relações autênticas e experimentar uma sensação de pertencimento. Mudanças de ambiente podem oferecer novas oportunidades, mas também vêm com seus próprios desafios e incertezas.
Abordagens para Lidar com a Situação
1. Busca de Apoio Profissional: Considerar o apoio de um terapeuta pode ser um passo valioso. A terapia pode oferecer um espaço seguro para explorar seus sentimentos, entender as raízes do seu sentimento de alienação e desenvolver estratégias para construir relações mais significativas. Um profissional de saúde mental também pode ajudar a lidar com a dor de cabeça e o estresse que você mencionou, que podem estar relacionados com seu estado emocional.
2. Grupos de Apoio ou Atividades de Interesse: Participar de grupos de apoio ou atividades que correspondam aos seus interesses pode ser uma maneira de encontrar pessoas com ideias semelhantes. Mesmo que inicialmente você participe de eventos online ou atividades em sua cidade, essas podem ser oportunidades para desenvolver habilidades sociais em um ambiente menos pressurizado.
3. Explorar Novos Hobbies ou Interesses: Às vezes, explorar novos hobbies ou interesses pode abrir portas para novas amizades e experiências. Isso também pode ser uma forma de melhorar sua autoestima e autoconhecimento, fortalecendo sua capacidade de se conectar com os outros.
4. Construção Gradual de Relações: Construir relações significativas geralmente leva tempo e esforço. Se aproximar dos outros pode começar com pequenos passos, como iniciar conversas sobre interesses comuns ou participar de eventos sociais, mesmo que virtualmente.
Sobre a Mudança de País
Mudar de país é uma decisão significativa e complexa, que pode trazer novas oportunidades e também novos desafios. É importante pesar cuidadosamente os prós e contras dessa mudança, considerando não apenas as oportunidades de reconstruir sua vida social, mas também os desafios de adaptação cultural, logística e financeira. Preparação e pesquisa são fundamentais para uma transição bem-sucedida.
Conclusão
Você não está sozinha em se sentir dessa maneira, e é importante lembrar que há caminhos à frente que podem levar a uma maior conexão e satisfação pessoal. Cada passo que você toma em direção à compreensão de si mesma e ao desenvolvimento de novas relações é valioso. Se precisar de mais orientações ou quiser conversar mais sobre suas opções, estou aqui para ajudar.
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Cresci em um lar onde não me sentia segura, com muitas brigas e situações violentas. Na adolescência
Cresci em um lar onde não me sentia segura, com muitas brigas e situações violentas. Na adolescência tive um diagnóstico de uma condição crônica degenerativa dos músculos, e sinto que não pude viver minha adolescência. Hoje adulta, não tenho desejo sexual, é como se a energia não passasse pelo meu corpo. Antes era como se não me sentisse merecedora de uma vida alegre e enérgica, e após o diagnóstico é como se isso tivesse se confirmado. Hoje luto internamente para querer que a energia corra dentro de mim, para ter vontades, mas não tenho vontade nenhuma de nenhuma troca os atividade sexual. Independente de se isso é patológico ou não, porque é genuinamente quem posso ser agora, como posso fazer para a energia de vida correr em mim espontaneamente outra vez?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Primeiramente, quero reconhecer a coragem que você tem ao compartilhar sua história e expressar suas lutas internas. O que você está vivenciando é profundamente humano, e suas reflexões mostram que você está buscando se reconectar com algo essencial dentro de si.
Crescer em um ambiente de insegurança e violência pode marcar nossa relação com o mundo e conosco mesmos de maneiras muito profundas. Quando, além disso, enfrentamos um diagnóstico de uma condição crônica ainda na juventude, essas experiências podem nos levar a internalizar a sensação de que a vida, a energia e a alegria estão de alguma forma distantes ou inacessíveis.
O que você descreve como 'a energia não passar pelo corpo' pode ser entendido como um reflexo dessa desconexão emocional e corporal que foi sendo construída ao longo do tempo. Essa falta de desejo ou vontade de troca sexual não define quem você é, mas reflete o momento e as camadas de vivências que você carrega. O mais importante aqui não é 'corrigir' o que está acontecendo, mas entender o que sua história e seu corpo estão expressando.
Um ponto que considero valioso é você reconhecer que, embora não esteja sentindo a energia fluir espontaneamente agora, existe um desejo de mudança. Isso por si só já é um sinal de que há vida pulsando em você, mesmo que pareça distante. A energia vital não desaparece, mas pode estar temporariamente bloqueada por camadas de dor, medo ou cansaço emocional.
A pergunta que você faz – sobre como permitir que essa energia flua novamente – é muito profunda. Não há respostas simples, mas há caminhos possíveis. Aqui estão alguns passos que podem ser úteis:
Reconexão com o corpo: Experiências de toque consciente, como massagem terapêutica, práticas de respiração, yoga ou outras atividades que não tenham como objetivo o desempenho, mas sim o acolhimento do corpo, podem ser um primeiro passo. A ideia é aprender a sentir o corpo sem cobrança, apenas como ele é.
Exploração emocional: Trabalhar com um terapeuta ou psicanalista pode ajudar a explorar o impacto emocional das suas vivências. O que essas histórias de insegurança, violência e a experiência do diagnóstico crônico significam para você? Que sentimentos ficaram presos? Que vozes internas estão te dizendo que a energia de vida não é para você?
Criação de pequenas alegrias: Permita-se criar espaços de prazer, mesmo que pareçam pequenos. Pode ser algo como ouvir uma música que te toca, apreciar um sabor que você gosta ou observar algo bonito. A energia vital começa a fluir quando damos pequenos passos para resgatar o prazer na simplicidade.
Aceitação do momento atual: Aceitar onde você está agora não significa resignar-se, mas acolher-se com compaixão. Reconhecer que o que você sente – ou não sente – é uma parte legítima de quem você é hoje pode aliviar o peso de cobranças internas e abrir espaço para mudanças naturais.
Lembre-se de que sua energia vital é parte de você, mesmo que agora ela pareça distante. Esse processo de reconexão não precisa ser apressado ou perfeito. É sobre dar-se a chance de redescobrir, aos poucos, a alegria de estar viva em seu próprio ritmo e termos.
Por fim, reforço que você não está sozinha. O caminho que você está trilhando é único, mas há apoio e recursos disponíveis para ajudá-la a encontrar o fluxo de vida que você deseja sentir novamente. Continue buscando, com gentileza consigo mesma.
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Ola bom dia, estou num relacionamento muito complicado, conheci um moça deste 2016 estávamos namoran
Ola bom dia, estou num relacionamento muito complicado, conheci um moça deste 2016 estávamos namorando ,online mais não deu certo porque ela viu uns comentário minhas em outras fotos de mulheres aí ela bloqueou não falou mais comigo. Em 2017 ela se casou, com alguém dentro de 1 mês ela descobriu que cara tria ela . Depois ela arrumou um no final 2017 e morou junto com outro 4 anos. Final do ano 2021 ela tava com problemas nesse relacionamento , cara até batia nela , agente conversava, ,ela dizia 2 anos pra cá relacionamento tava desgastado ,durmia cama separado, em 2022 de Março ela saiu do Maranhão , e veio me visitar no Rio de janeiro, passamos 5 dias juntos quando ela voltou ela separou. Infelizmente , ela tá no Maranhão eu agora em São Paulo por causa de trabalho. Sempre todo os dias ligamos um pro outro pra saber como estar , fico até feliz ver q ela tá bem. Ela não pode vim logo , por causa da pensão dos filhos delas, e outras coisas , detalhe cada um pai diferentes. Toda vez que ela sai na rua ela me ligava em vídeo e mostrava onde ela estava . Umas duas vezes ela saia noite, uma vez foi com amigas bebia muito e bebia também , eu não gostava em outra noite ela foi com a irmã bebê muito e ela pouco eu me incomodava ela sair tarde noite, bebêndo sendo que ela não gosta que eu beba sendo que ela nem deixava quando estave comigo no Rio, já q os relacionamento anteriores caras bebia , até batia né último relacionamento. Eu parei , ela diz que parou de até de sair, nesses lugares q tem bebidas com alcool. Ela é uma mulher que sempre sai já que na época q tava com outra pessoa ela não saia , e ela as vezes sai em lugares , mais não gosta de levar os filhos, só na pizzaria. Ontem mesmo , tava conversando , namorando online . Tava tudo numa boua. Ela disse que tava excitada, eu também tava ficando excitado. Aí no meio da conversa ela quando tinha 14 ou 15 ela disse que ficou com uma amiga e um amigo, e eu fiquei assustado com aquilo , já q ela disse que até se converteu , voltou a igreja sabe. E eu já que sou uma pessoa muito concervadora eu nunca ouvi falar ou fiz , sou homem muito tranquilo , nunca namorei . Meu primeiro beijo , transa com com ela com uma mulher que tem mais esperiência de vida do que eu tive , ela teve vários relacionamento ela sabe , é complicado. No passado dela ela foi até abusada , teve um filho ela tá cuidando e especial, segundo ela engravidou de um Cara que enganou ela, cara não quiz na época teve até que doar ele por falta de condições financeiras, ela teve um terceiro que tem 10 anos , ela agora Cuida só de dois . Dos 3 filhos pai diferentes, uma barra também , ficar com uma mulher com filhos . Meus pais sempre reclama tá com pessoa assim fico cismado será que vale passar por isso? Ontem tava conversando, ela pediu pra mim dá uma prova de amor , que era postar uma simples foto perfil no ZAP. Eu fiz minha parte , eu postei , status, Facebook. Ela queria q eu postasse uma foto dela no meu perfil. Eu disse , só coloco se você fazer a mesma coisa no seu ZAP. Aí ela disse, a não, não sei vai que essa relação não dê certo, pra mim foi broxante eu fiz TD que ela pediu , ela falar negócio desses fiquei muito sentido e magoado. Era 1 hora da manhã aí despedi, desliguei . ( Por favor me ajudem eu imploro que eu faço? Eu nem ligo , o que ela passou sabe , passado e passado, ela nunca foi feliz no relacionamento algum , eu quero fazer muito feliz , mais que acaba mesmo distância . ) Sempre tem algo , pra acontece que me deixa chateado , triste. Nao sei que eu faço, e agora depois tanto tempo TDS os dias se falando , depois q me acostumei nossa
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
ocê está vivendo uma situação emocionalmente complexa, e é natural que se sinta confuso e sobrecarregado. Relacionamentos à distância, especialmente com um histórico tão carregado de desafios e diferenças de vida, exigem paciência, diálogo honesto e autoconhecimento. Vamos abordar a questão passo a passo, considerando tanto os sentimentos dela quanto os seus.
1. Reconheça suas emoções
Você mencionou que sente tristeza, mágoa e dúvida. Esses sentimentos são legítimos e não devem ser ignorados. Antes de decidir o que fazer, é importante refletir sobre algumas questões fundamentais:
Como você realmente se sente nessa relação? Sente-se amado, valorizado e feliz na maior parte do tempo?
O que você deseja para o futuro? Suas expectativas de vida e relacionamento estão alinhadas com as dela?
Você está confortável com o histórico dela e com os desafios que a relação traz? Isso inclui os filhos, as experiências passadas e a distância.
Reconhecer suas emoções é o primeiro passo para tomar uma decisão consciente e equilibrada.
2. Reflita sobre a dinâmica do relacionamento
Alguns pontos importantes na sua história podem estar afetando a relação:
Desequilíbrio nos esforços: Você se sente como quem faz mais esforço na relação? Isso pode gerar um sentimento de desigualdade.
Falta de clareza mútua: A hesitação dela em postar uma foto no perfil pode ser um sinal de insegurança sobre o futuro da relação. Isso não significa que ela não gosta de você, mas pode indicar que ela ainda tem dúvidas ou receios.
Cismas familiares: A opinião dos seus pais pesa para você. Isso é compreensível, mas lembre-se de que quem viverá o relacionamento é você, não eles. É importante ouvir conselhos, mas sua felicidade deve ser a prioridade.
3. Enfrente os desafios com maturidade
O relacionamento tem vários desafios objetivos que precisam ser considerados:
Diferenças de vida: Ela tem filhos de diferentes relacionamentos e um histórico de relacionamentos difíceis. Você precisa se perguntar: "Estou disposto a aceitar esse pacote como parte da vida dela?"
Distância física: Vocês estão em estados diferentes, e isso pode ser desgastante. Há planos reais de ficarem juntos no futuro próximo? Se não houver, isso pode gerar frustrações contínuas.
Comunicação: Vocês precisam de mais honestidade e abertura sobre expectativas. Por exemplo:
Você se sente desconfortável com algumas atitudes dela, como a hesitação em postar a foto. Esse tipo de sentimento precisa ser discutido sem acusações, mas com clareza.
4. Avalie se o relacionamento é saudável
Um relacionamento saudável deve trazer mais felicidade do que sofrimento. Pergunte a si mesmo:
Vocês têm uma base de confiança mútua?
Há respeito pelas diferenças e limites de cada um?
Você sente que há reciprocidade nos esforços para fazer o relacionamento dar certo?
Se as respostas forem negativas ou houver muitos conflitos, pode ser um sinal de que algo precisa mudar.
5. Como abordar a situação?
Se você decidir continuar, é importante adotar uma abordagem prática:
Converse abertamente: Fale sobre como você se sente em relação ao esforço que está fazendo e à hesitação dela. Por exemplo:
"Quando eu postei sua foto e você disse que talvez nossa relação não dê certo, fiquei magoado. Quero entender o que isso significa para você."
Estabeleça expectativas claras: Vocês precisam alinhar o que esperam do relacionamento e discutir planos reais para estarem juntos no futuro.
Respeite os limites de ambos: Ela tem um histórico difícil, e você é uma pessoa mais reservada. É importante que ambos respeitem essas diferenças enquanto tentam construir algo juntos.
Se, por outro lado, você sentir que o relacionamento está causando mais sofrimento do que felicidade, pode ser necessário repensá-lo.
6. Avalie suas próprias necessidades
Você está investindo muito emocionalmente, mas parece estar deixando suas próprias necessidades e valores de lado. Pergunte a si mesmo:
Você sente que pode ser você mesmo nesse relacionamento?
Está confortável com os sacrifícios que está fazendo?
Está recebendo o mesmo nível de dedicação e amor que está oferecendo?
Se as respostas forem negativas, pode ser hora de priorizar seu bem-estar.
7. Quando procurar ajuda?
Se sentir que está muito confuso ou que não consegue tomar uma decisão sozinho, considere buscar um terapeuta ou um conselheiro. Um profissional pode ajudar a organizar suas ideias e emoções e oferecer um espaço seguro para refletir.
Conclusão
Relacionamentos, especialmente os à distância e com históricos desafiadores, demandam muito esforço, mas devem trazer mais felicidade do que frustração. Reflita profundamente sobre o que você realmente deseja e esteja disposto a ter uma conversa honesta com ela. Se decidir continuar, será necessário alinhar expectativas e criar um plano concreto para o futuro. Se sentir que o peso emocional é muito grande, talvez seja melhor reavaliar se vale a pena continuar.
A decisão final está em suas mãos, e o mais importante é garantir que você esteja bem, seja nesse relacionamento ou seguindo outro caminho.
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Olá! Meu Nome é Chris.. Vivo uma Vida imaginária desde a minha adolescência, meu sonho era casar co
Olá! Meu Nome é Chris..
Vivo uma Vida imaginária desde a minha adolescência, meu sonho era casar com certa idade, ter filhas gêmeas e mora em certa cidade, nada disso aconteceu na realidade, mais eu vivo essa vida como fosse real em pensamento..Tenho duas famílias, a real e a imaginária, gosto mais da imaginária... O que vcs acham?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, Chris! É interessante perceber como a mente humana pode criar e viver realidades alternativas, especialmente quando as circunstâncias da vida real não correspondem às nossas expectativas ou desejos. O fato de você ter construído uma vida imaginária desde a adolescência sugere que essa narrativa paralela desempenha um papel significativo em sua vida psicológica e emocional.
Muitas pessoas encontram conforto, escape ou até mesmo uma forma de autorrealização em suas fantasias e vidas imaginárias. Elas podem servir como um meio de explorar aspectos de si mesmas que talvez sintam dificuldade em expressar ou realizar na vida real. Além disso, a vida imaginária pode oferecer um senso de controle e previsibilidade que pode ser ausente na realidade.
No entanto, é importante equilibrar essa vida imaginária com a realidade. Embora seja natural e até saudável ter uma vida interior rica, é igualmente importante enfrentar e lidar com os desafios e realidades da vida real. Isso inclui cultivar relacionamentos significativos com aqueles ao seu redor e buscar metas e realizações que se alinhem com seus valores e aspirações genuínas.
Explorar por que você se sente mais conectado ou inclinado à sua vida imaginária em detrimento da real pode ser um ponto de partida útil para entender melhor suas necessidades emocionais e psicológicas. Talvez haja aspectos da sua vida real que você gostaria de mudar ou melhorar, e sua vida imaginária pode estar servindo como uma forma de escapar ou compensar essas insatisfações.
Considerar buscar orientação de um terapeuta pode ser benéfico para explorar essas questões com mais profundidade e encontrar maneiras saudáveis de integrar sua vida imaginária e realidade de uma forma que promova seu bem-estar emocional e pessoal.
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Olá, Bom dia. Preciso de uma ajuda com um especialista qualificado para me orientar sobre às minh
Olá, Bom dia.
Preciso de uma ajuda com um especialista qualificado para me orientar sobre às minhas questões, tenho 25 anos e até o momento não consegui iniciar à minha carreira profissional, me sinto incapaz, insegura ,não sei ao certo o que eu realmente quero aprender e exercer. Não consigo me focar em nada, sempre estou pensando em muitas coisas, menos prestando atenção no momento.
Preciso de Ajuda.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Compreendo que esteja enfrentando dificuldades em relação à sua carreira profissional e suas questões pessoais. Buscar orientação de um especialista qualificado é um passo positivo para lidar com essas preocupações. Aqui estão algumas sugestões sobre como proceder:
Psicoterapia: Um psicólogo ou terapeuta pode ajudá-lo a explorar suas preocupações, identificar seus interesses e habilidades, e desenvolver estratégias para lidar com sentimentos de incapacidade e insegurança. Eles podem fornecer apoio emocional, ajudá-lo a entender melhor seus padrões de pensamento e comportamento, e trabalhar com você para estabelecer metas realistas e alcançáveis para sua carreira.
Orientação profissional: Um orientador profissional pode ajudá-lo a identificar suas habilidades, interesses e valores, e explorar opções de carreira que estejam alinhadas com seus objetivos e aspirações. Eles podem fornecer avaliações e ferramentas para ajudá-lo a tomar decisões informadas sobre sua trajetória profissional.
Coaching de vida: Um coach de vida pode ajudá-lo a desenvolver habilidades de autoconhecimento, autoconfiança e autodisciplina para superar obstáculos e alcançar seus objetivos pessoais e profissionais. Eles podem ajudá-lo a criar um plano de ação para desenvolver suas habilidades e maximizar seu potencial.
Mindfulness e técnicas de redução do estresse: Praticar mindfulness e técnicas de redução do estresse pode ajudá-lo a cultivar a atenção plena e a focar sua mente no momento presente. Isso pode ajudá-lo a lidar com pensamentos excessivos e distrações, e a desenvolver maior clareza mental e foco.
Ao procurar ajuda profissional, certifique-se de encontrar um especialista qualificado e experiente que possa atender às suas necessidades específicas. Lembre-se de que é normal sentir-se perdido ou inseguro em relação à sua carreira e futuro profissional, e que buscar ajuda é um passo positivo em direção ao autoconhecimento e crescimento pessoal.
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Sonhei que estava apaixonada pela minha pscalanista e que era recíproco. Esse sonho revela que estou
Sonhei que estava apaixonada pela minha pscalanista e que era recíproco. Esse sonho revela que estou fazendo transferência?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, que bom que você trouxe essa dúvida — ela é mais comum (e mais importante) do que parece.
Sonhar que está apaixonada pela sua psicanalista e que o sentimento é recíproco pode sim estar ligado ao fenômeno da transferência, que é um dos pilares centrais da psicanálise.
Mas o que é transferência?
Transferência é o nome que damos, na psicanálise, ao processo pelo qual sentimentos, desejos, medos e padrões emocionais antigos — geralmente formados na infância — são “reeditados” na relação terapêutica. Isso acontece porque o ambiente da análise funciona como uma espécie de espelho emocional e simbólico, onde o inconsciente sente liberdade para projetar figuras importantes do passado (pais, cuidadores, amores, traumas) no(a) analista.
Ou seja: não é “fingimento” nem “fantasia sem sentido” — é um material psíquico legítimo, que busca expressão, simbolização e, muitas vezes, cura.
E quando o sonho envolve amor ou paixão?
Quando essa transferência aparece na forma de amor, paixão ou desejo, é o que chamamos de transferência erótica. E sim, ela é válida, importante e tratável dentro do processo analítico, não sendo incomum. O sonho, neste caso, seria uma forma do inconsciente expressar aquilo que talvez esteja latente, inconsciente ou difícil de verbalizar diretamente na sessão.
Agora, atenção: a recíproca no sonho — ou seja, a analista também apaixonada — revela algo ainda mais interessante: pode refletir uma expectativa inconsciente de ser plenamente compreendida, acolhida e amada por alguém que ocupa uma posição de escuta e cuidado. Não se trata de um “desejo proibido”, mas de um anseio psíquico profundo por ligação, reconhecimento e fusão emocional — desejos que todos carregamos, especialmente nas fases de maior vulnerabilidade emocional.
Então estou mesmo apaixonada?
Talvez sim, talvez não — mas isso não é o mais relevante em termos terapêuticos. O que importa não é se o sentimento é “verdadeiro” ou “ilusório”, mas o que ele representa dentro da sua história emocional e o que está sendo reatualizado na análise através desse afeto.
Por isso, vale muito a pena levar esse sonho para a sua analista, com coragem e curiosidade. O setting analítico é o lugar mais seguro para lidar com esse tipo de conteúdo, sem julgamento e com a possibilidade de uma escuta transformadora.
Em resumo:
Sonhar que está apaixonada pela analista pode sim ser expressão da transferência.
A paixão no sonho representa algo mais profundo do que um desejo sexual ou romântico: pode ser um anseio por ser vista, acolhida, reconhecida.
A “reciprocidade” no sonho também é simbólica e pode apontar para fantasias de simetria emocional, de fusão, ou da busca por um vínculo reparador.
Levar esse conteúdo para a análise é um passo poderoso de autoconhecimento.
“Tudo que emerge no sonho é digno de escuta — mesmo (ou especialmente) quando nos assusta ou confunde.”
Se estiver aberta a isso, esse sonho pode se tornar um dos momentos mais férteis do seu processo terapêutico.
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Tenho soluços todos os dias, mas quando fico estressada ou com raiva; Tenho crises de riso, após is
Tenho soluços todos os dias, mas quando fico estressada ou com raiva;
Tenho crises de riso, após isso fico com soluço muito forte e as vezes chego a vomitar.
Que tipo de profissional eu devo procurar?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Como organizar sua busca por ajuda
Comece pelo clínico geral: Ele pode avaliar os sintomas de forma global e encaminhá-la para especialistas específicos, se necessário.
Considere um gastroenterologista ou neurologista: Se os soluços forem intensos e frequentes, eles podem investigar causas físicas mais profundas.
Busque apoio emocional com um psicanalista, psicólogo ou psiquiatra: Paralelamente, explore o impacto do estresse e emoções intensas nos sintomas.
O que você pode fazer enquanto procura ajuda
Identifique gatilhos específicos: Mantenha um diário para registrar situações que desencadeiam os soluços.
Pratique técnicas de relaxamento: Respirar profundamente ou usar técnicas de mindfulness pode ajudar a reduzir o impacto do estresse.
Evite alimentos irritantes: Cafeína, álcool, comidas muito condimentadas ou gordurosas podem agravar o refluxo, se for um fator envolvido.
Hidrate-se: Beber água em pequenos goles pode ajudar a interromper soluços leves.
Conclusão
Como seus soluços estão relacionados a fatores emocionais e podem ser intensos a ponto de causar vômitos, é essencial buscar uma avaliação médica inicial para descartar causas físicas. Em seguida, considerar apoio psicológico para lidar com o estresse e emoções intensas pode ser extremamente benéfico. Com o acompanhamento certo, é possível entender melhor o que está acontecendo e melhorar sua qualidade de vida.
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Na hipnose, houveram casos de gatilhos serem ativados no tratamento e que o terapeuta não conseguiu
Na hipnose, houveram casos de gatilhos serem ativados no tratamento e que o terapeuta não conseguiu desativa-lo ou elimina-lo? Isso é comum e qual a periculosidade?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Na hipnose ericksoniana, é possível que certos gatilhos emocionais sejam ativados durante o tratamento. Esses gatilhos podem surgir como resultado da exploração de memórias, experiências passadas ou questões emocionais profundas durante o processo terapêutico. Quando isso acontece, é importante que o terapeuta esteja preparado para lidar com essas situações de maneira segura e eficaz.
Em alguns casos, um gatilho emocional pode ser ativado de forma intensa ou inesperada, o que pode ser desafiador tanto para o paciente quanto para o terapeuta. Em situações assim, o terapeuta pode ajudar o paciente a processar e lidar com as emoções surgidas, fornecendo apoio e orientação adequados durante o processo terapêutico.
Em relação à periculosidade, é importante notar que a hipnose ericksoniana é geralmente considerada segura quando realizada por um terapeuta qualificado e experiente. No entanto, como em qualquer forma de terapia, existem alguns riscos potenciais a serem considerados. Por exemplo, a reativação de memórias traumáticas ou emoções intensas pode ser angustiante para o paciente, especialmente se não forem devidamente gerenciadas pelo terapeuta.
É por isso que é essencial que o terapeuta esteja bem treinado e capacitado para lidar com uma ampla gama de situações durante o tratamento hipnótico. Eles devem ser capazes de reconhecer os sinais de desconforto ou angústia no paciente e responder de maneira apropriada, garantindo a segurança e o bem-estar do indivíduo.
Além disso, é importante que o paciente se sinta à vontade para comunicar qualquer desconforto ou preocupação que surja durante o processo terapêutico. Uma boa relação terapêutica baseada na confiança e na abertura pode ajudar a minimizar os riscos e promover resultados terapêuticos positivos.
Em resumo, embora a ativação de gatilhos emocionais durante a hipnose ericksoniana seja possível, com a orientação adequada de um terapeuta qualificado, essas situações podem ser gerenciadas de forma segura e eficaz, minimizando a periculosidade e promovendo o crescimento pessoal e o bem-estar emocional do paciente.
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Eu não sinto mais prazer na vida, não sinto mais vontade de esforçar para nada, eu gosto de fazer co
Eu não sinto mais prazer na vida, não sinto mais vontade de esforçar para nada, eu gosto de fazer coisas como jogar e assistir filmes mas a minha vida pessoal parece chata, eu tenho conversas rasas com as pessoas, não consigo evoluir relação com ninguém, um grande desânimo em tudo, a minha memória tem falhado muito, parece que não me importo mais com nada, estou apenas existindo, não parece ser depressão pois ate tristeza eu não sinto contantemente, parece mais que estou neutro a tudo, vazio, sem expressão e eu não era assim, era ate bem empático e muito emocional
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Perder o prazer nas coisas, sentir-se “vazio” e sem vontade pode não parecer depressão no sentido clássico, mas também é um sinal importante de sofrimento psíquico. A psicanálise entende esse vazio como expressão de conflitos internos e busca dar voz ao que está “desligado” dentro de nós. Procurar acompanhamento é fundamental: não se trata de preguiça, mas de um sintoma que merece ser escutado e elaborado.
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Eu gostaria de uma indicação ou ajuda, sou diagnosticada com transtorno de personalidade antissocial
Eu gostaria de uma indicação ou ajuda, sou diagnosticada com transtorno de personalidade antissocial, eu não consigo ter empatia, eu conto mentiras com facilidade, mato animais e machuco pessoas manipulando elas e sinto muito prazer com isso. Mas eu consigo sentir um pouco de amor pelo meu pai e mãe, e por causa dele eu quero ajuda, pois todos os dias eu venho piorando.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A busca por ajuda que você está demonstrando é um passo extremamente importante e significativo, especialmente considerando o diagnóstico e os comportamentos que você descreveu. O transtorno de personalidade antissocial é uma condição complexa, mas reconhecer o impacto do que está acontecendo e querer mudar são os primeiros passos para buscar uma vida mais equilibrada e saudável. Aqui estão algumas orientações para ajudá-la a iniciar esse processo:
1. Reconheça a importância do apoio profissional
O transtorno de personalidade antissocial (TPAS) é um desafio que requer um acompanhamento especializado. Não é algo que você pode enfrentar sozinha, e procurar ajuda profissional é fundamental. Recomendo:
Psiquiatra: Para avaliar e, se necessário, prescrever tratamentos medicamentosos que ajudem a reduzir a impulsividade e comportamentos prejudiciais.
Psicólogo(a): Um terapeuta com experiência em transtornos de personalidade pode ajudá-la a entender melhor suas emoções, comportamentos e a desenvolver estratégias para lidar com eles.
2. Terapias recomendadas
A terapia é uma ferramenta essencial para trabalhar com o TPAS. Embora o tratamento possa ser desafiador, existem abordagens específicas que podem ajudar:
Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC): Ajuda a identificar e modificar padrões de pensamento e comportamento prejudiciais, incluindo impulsividade e manipulação.
Terapia Focada no Esquema: Trabalha as crenças fundamentais e emoções associadas ao transtorno.
Treinamento de habilidades emocionais: Ensina a identificar e lidar com emoções de forma mais construtiva.
3. Compreenda seus comportamentos
Os comportamentos que você descreveu, como mentiras, manipulação e agressividade, podem ter origens em experiências passadas ou em padrões emocionais disfuncionais. Trabalhar para entender a causa desses comportamentos é um passo importante para mudar:
Explore suas motivações: Pergunte a si mesma: Por que eu sinto prazer em machucar pessoas ou animais?
Reconheça os gatilhos: Que situações ou sentimentos desencadeiam esses comportamentos?
Com o apoio de um terapeuta, você poderá explorar essas questões em um ambiente seguro.
4. Desenvolva autocontrole
Embora o TPAS esteja associado à dificuldade em sentir empatia e impulsividade, você pode trabalhar para aumentar sua capacidade de autocontrole. Algumas estratégias incluem:
Identificação de impulsos: Quando sentir vontade de manipular ou machucar, tente parar e refletir antes de agir.
Prática de alternativas: Substitua comportamentos prejudiciais por atividades menos destrutivas, como exercício físico, arte ou escrita.
5. Foque no amor pelos seus pais
Você mencionou que sente um pouco de amor por seus pais, e isso é muito importante. Use esse vínculo como motivação para buscar ajuda e trabalhar em si mesma. Pergunte-se:
O que eu posso fazer para proteger e cuidar dessa relação?
Essa conexão pode ser um ponto de ancoragem para ajudá-la a encontrar caminhos mais saudáveis.
6. Esteja preparada para o desafio
O tratamento do TPAS exige tempo, esforço e dedicação. Algumas dificuldades que você pode encontrar:
Sentir resistência ou desinteresse no processo terapêutico.
Querer desistir por não ver resultados imediatos.
Lembre-se: o fato de você estar buscando ajuda já é um grande progresso. Reforce isso para si mesma nos momentos difíceis.
7. Evite situações que reforcem comportamentos negativos
Relacionamentos tóxicos: Evite pessoas que incentivem manipulação ou comportamentos destrutivos.
Conte sobre seus esforços: Se confiar em alguém próximo, como seus pais, compartilhe sua intenção de melhorar para que eles possam apoiá-la.
8. Considere grupos de apoio
Grupos de apoio ou programas específicos para transtornos de personalidade podem ser úteis. Interagir com pessoas que enfrentam desafios semelhantes pode ajudá-la a se sentir menos isolada e motivada a mudar.
9. Proteja outras pessoas e animais
Enquanto trabalha em si mesma, é essencial evitar situações que possam levar a danos a outros. Considere:
Evitar o contato com animais até que sinta mais controle emocional.
Refletir sobre os impactos de suas ações e buscar interrompê-las antes que aconteçam.
10. Busque ajuda imediatamente se estiver em crise
Se sentir que está prestes a machucar alguém ou um animal, procure ajuda imediatamente. Você pode:
Ligar para um profissional ou centro de atendimento psicológico.
Conversar com alguém de confiança para ajudá-la a se acalmar e redirecionar suas ações.
Conclusão
O fato de você estar buscando ajuda já demonstra que há uma parte sua que deseja mudança. Com o suporte adequado, terapia e esforço constante, é possível trabalhar esses comportamentos e construir uma vida mais equilibrada. Reconheça que esse processo levará tempo, mas cada passo na direção da mudança é uma vitória. Não hesite em procurar profissionais especializados o mais rápido possível – eles estão preparados para ajudá-la nesse caminho.
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Tocofobia tem cura? Quais formas de prevenir quando isso ocorrer? O que colocar em prática?
Tocofobia tem cura? Quais formas de prevenir quando isso ocorrer? O que colocar em prática?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A tocofobia é o medo intenso e persistente da gravidez ou do parto. Não se trata de um simples receio, mas de uma ansiedade profunda que pode levar a evitar a gestação ou gerar grande sofrimento durante esse período.
Esse quadro não deve ser visto como “fraqueza”, mas como um sofrimento psíquico real. Ele pode ser trabalhado e, em muitos casos, bastante atenuado por meio de acompanhamento psicológico ou psicanalítico, às vezes em conjunto com apoio médico. Falar em “cura” depende de cada história: para algumas mulheres o medo se dissolve, para outras se transforma em algo manejável, sem paralisar escolhas.
Em termos de prevenção, o mais importante é abrir espaços de escuta antes mesmo da gravidez. Conversar sobre fantasias, medos, experiências traumáticas próprias ou de familiares ajuda a dar nome àquilo que aparece como angústia difusa. Na prática, isso significa buscar acompanhamento terapêutico, participar de grupos de gestantes ou rodas de conversa, e construir uma rede de apoio que acolha dúvidas e medos sem julgamento.
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Estou em um relacionamento há 3 anos e durante esse período meu companheiro sempre busca pessoas do
Estou em um relacionamento há 3 anos e durante esse período meu companheiro sempre busca pessoas do passado dele nas redes sociais. Ele vê quase diariamente stories de todas essas mulheres com quem ele já se relacionou e eu não consigo entender porque ele tem essa necessidade. Eu já conversei várias vezes a respeito e ele sempre é bastante reativo, ele tem minha senha do celular mas não posso ter a dele e por conta disso eu acho vendo escondido porque ele diz não fazer mas eu sei que faz com frequência. Não estou sabendo lidar com isso, acho desrespeito e ele não parece querer deixar isso de lado. Ontem eu falei sobre isso e ele me contou que viu que recebi um elogio no Instagram e que bloqueou a pessoa. Me chamou de mentirosa porque eu não me lembrava. Disse: “não mente pra mentiroso” me ameaçou de falar com outras mulheres e chamá-las de lindas... um horror. Eu não sei o que fazer. Preciso de ajuda psicológica para não sofrer com essa conduta dele? Ou preciso de ajuda para terminar o relacionamento? Sofro demais só em pensar em separar e ele usa isso dizendo que vai embora sempre que eu digo que sofro com essa atitude dele.
Agradeço se puderem me orientar.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você está vivendo é extremamente desgastante emocionalmente e, pelo que descreve, parece um relacionamento com dinâmicas tóxicas e manipulativas. Seu sofrimento é legítimo, e há alguns pontos muito importantes para considerar:
1. Ele não respeita seus sentimentos
Você já expressou inúmeras vezes o quanto se sente incomodada com essa conduta, e a resposta dele tem sido reatividade, negação e até chantagem emocional. Um parceiro que se preocupa com o bem-estar do relacionamento deveria, no mínimo, estar disposto a discutir isso com maturidade e buscar um meio-termo que respeite ambos.
2. Controle e manipulação
Ele monitora suas interações a ponto de bloquear alguém sem sua permissão.
Ele chama você de mentirosa e ainda assume que ele próprio mente ("não mente para mentiroso"), o que parece uma tentativa de inverter a situação e fazer com que você se sinta errada.
Ele ameaça falar com outras mulheres para provocar ciúmes e enfraquecer sua posição.
Isso tudo são sinais claros de manipulação e abuso emocional. O objetivo dele parece ser manter você em um estado de insegurança, medo de perdê-lo e culpabilização, para que ele continue fazendo o que quiser sem consequências.
3. A reação dele quando você tenta conversar
Um relacionamento saudável envolve diálogo e respeito mútuo. Quando você tenta falar sobre o que sente, ele reage de forma defensiva, agressiva e ameaça ir embora. Isso não é uma comunicação aberta—é uma tática para desestabilizá-la e fazer com que você tenha medo de confrontá-lo novamente.
4. O que você realmente precisa?
Você pergunta se precisa de ajuda para lidar com o sofrimento ou para terminar o relacionamento. A verdade é que o sofrimento vem desse relacionamento, e qualquer ajuda psicológica que você busque provavelmente irá ajudá-la a enxergar isso com mais clareza. Não para suportar mais, mas para entender por que você continua em algo que lhe faz tão mal.
Você mencionou que sofre só de pensar na separação, e isso é compreensível. Relacionamentos geram vínculos emocionais, e mesmo os ruins podem parecer difíceis de romper. Mas pergunte-se: o que dói mais? A ideia da separação ou a dor constante de estar com alguém que não respeita você?
5. O que fazer agora?
Procure apoio emocional: Uma terapia pode ser muito útil para fortalecer sua autoestima e ajudá-la a entender por que tem dificuldade em sair desse ciclo.
Observe suas emoções: Se você vive constantemente angustiada, ansiosa e insegura, isso é um sinal de alerta de que algo está errado no relacionamento.
Considere sua felicidade a longo prazo: Imagine-se vivendo dessa forma por mais 3, 5 ou 10 anos. Você se vê feliz ou acha que esse sofrimento só vai aumentar?
Não se deixe levar pelas ameaças dele: Quando ele diz que vai embora, ele quer que você sinta medo e desista de confrontá-lo. Mas, sinceramente, isso pode ser um livramento.
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Estou precisando de ajuda,tenho 1 filho de 26 anos e apareceu transtor compulsivo levei ao medico e
Estou precisando de ajuda,tenho 1 filho de 26 anos e apareceu transtor compulsivo
levei ao medico e só uma consulta disse que é toc, ixiste um exame que afirma ou não,
estou transtornada com a situação, alguem me ajudaaaaaaaaa.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo que você esteja passando por um momento difícil ao lidar com a situação de seu filho e a possível diagnóstico de Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC). É compreensível que você esteja preocupada e buscando respostas e orientação sobre como lidar com essa situação.
O Transtorno Obsessivo-Compulsivo é uma condição de saúde mental que envolve pensamentos obsessivos e comportamentos compulsivos que podem interferir significativamente na vida diária de uma pessoa. O diagnóstico do TOC geralmente é feito com base na avaliação clínica realizada por um profissional de saúde mental, como um psiquiatra ou psicólogo, que observa os sintomas apresentados pelo indivíduo.
Não há um exame específico que possa confirmar o diagnóstico de TOC. Em vez disso, o diagnóstico é feito com base na avaliação dos sintomas e no histórico clínico do paciente. Isso geralmente envolve uma entrevista detalhada com o paciente e, às vezes, com membros da família, para entender a natureza e a gravidade dos sintomas.
É compreensível que você queira ter uma confirmação definitiva do diagnóstico de seu filho, mas é importante lembrar que o diagnóstico médico é feito por profissionais qualificados com base em sua experiência e conhecimento clínico. Se você tem dúvidas ou preocupações sobre o diagnóstico de seu filho, é recomendável procurar uma segunda opinião médica ou buscar aconselhamento de outro profissional de saúde mental.
Além disso, é fundamental oferecer apoio e compreensão a seu filho durante este período. O TOC pode ser uma condição desafiadora de se lidar, tanto para o indivíduo quanto para sua família, e é importante buscar tratamento adequado e apoio emocional para ajudar a gerenciar os sintomas e promover o bem-estar geral.
Se você estiver se sentindo sobrecarregada ou precisando de apoio adicional para lidar com essa situação, considere também buscar ajuda de um terapeuta para si mesma. Cuidar de sua própria saúde mental e emocional é fundamental para poder oferecer apoio eficaz a seu filho e enfrentar os desafios que surgem ao longo do caminho
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Vi mortes e assassinatos desde os 5 anos de idade. Perdi casa, pai e outros familiares e amigos. Cas
Vi mortes e assassinatos desde os 5 anos de idade. Perdi casa, pai e outros familiares e amigos. Casei e perdi minha filha. Casei novamente e perdi saúde. Nesse período perdi três pessoas que me traziam conforto. E agora durante a PANDEMIA de covid perdi mais cinco parentes em um ano e meio. Estou sem afeto. Indiferente. Não sinto nada. Nenhum sentimento. O que pode ser?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A sua pergunta descreve uma vida de traumas e perdas sucessivas, resultando em um estado de entorpecimento emocional.
Em resumo, o "não sentir nada" é:
Um Mecanismo de Defesa: É uma forma de proteção da mente. A dor se tornou tão insuportável que o "disjuntor" dos sentimentos foi desligado para evitar um colapso psicológico. Não é um defeito, mas uma estratégia de sobrevivência.
Sintoma de Quadros Graves: Pode estar associado a Trauma Complexo (devido aos traumas contínuos desde a infância), Luto Congelado (pela impossibilidade de processar tantas perdas) ou Depressão Severa.
Um Sinal de Sobrecarga: Esse vazio não é uma falha, mas um sinal claro de que a capacidade de lidar com a dor foi completamente sobrecarregada.
A recomendação fundamental é a busca urgente por ajuda profissional. A psicoterapia, possivelmente com apoio psiquiátrico, criará o espaço seguro necessário para processar essas dores gradualmente. Recursos como o CAPS, clínicas-escola de universidades e o CVV (disque 188) são os caminhos indicados para iniciar esse cuidado.
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Amnésia provocada por uma queda de bicicleta pode ser lembrada através da hipnose? (Se a causa da qu
Amnésia provocada por uma queda de bicicleta pode ser lembrada através da hipnose? (Se a causa da queda foi um mal súbito ou foi provocada por alguém ?)
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Na hipnose ericksoniana, é possível explorar a possibilidade de recuperar memórias perdidas ou reprimidas, como aquelas relacionadas a uma queda de bicicleta. No entanto, é importante entender que a hipnose não é uma técnica infalível para recuperar memórias e que os resultados podem variar de pessoa para pessoa.
Quando uma pessoa experimenta amnésia relacionada a um evento traumático, como uma queda de bicicleta causada por um mal súbito ou por uma ação provocada por outra pessoa, as memórias desse evento podem estar reprimidas como mecanismo de defesa psicológica. Na hipnose ericksoniana, o terapeuta pode trabalhar com o paciente para ajudá-lo a acessar essas memórias reprimidas de forma segura e gradual.
É importante notar que a hipnose não é capaz de criar memórias falsas, mas sim de facilitar o acesso a memórias que já estão armazenadas na mente do paciente. Portanto, se a queda de bicicleta foi causada por um mal súbito ou por uma ação provocada por outra pessoa, as memórias relacionadas a esse evento podem ser acessadas e lembradas durante o processo de hipnose, desde que estejam disponíveis na mente do paciente.
No entanto, é crucial que o terapeuta aborde essa questão com sensibilidade e cautela, garantindo que o paciente se sinta seguro e confortável durante o processo. Além disso, é fundamental que o terapeuta esteja ciente dos limites éticos e legais da hipnose e trabalhe dentro desses limites para proteger o bem-estar e os direitos do paciente.
Em resumo, na hipnose ericksoniana, é possível explorar a possibilidade de recuperar memórias relacionadas a uma queda de bicicleta, incluindo a causa do incidente, seja um mal súbito ou uma ação provocada por outra pessoa. No entanto, é importante abordar essa questão com sensibilidade e cautela, garantindo que o processo seja conduzido de forma ética e segura para o paciente.
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Estou passabdo por muita instabilidase de humor e desenvolvi um medo voltar a trabalhar um pessimism
Estou passabdo por muita instabilidase de humor e desenvolvi um medo voltar a trabalhar um pessimism9 de q não sei fazer nada tudo vai dar errado meio q travei e sempre fui competente e boa no q fazia agora tenho medo de tudo.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sinto muito pelo que vem passando. Enfrentarr uma instabilidade de humor significativa e desenvolver um sentimento de medo em relação ao trabalho e às próprias competências pode ser incrivelmente desafiador. Essas experiências podem ser indicativas de um estado de ansiedade, depressão ou estresse elevado, especialmente se representam uma mudança notável em relação ao seu funcionamento anterior. Aqui estão algumas estratégias que você pode considerar para enfrentar esses sentimentos e trabalhar em direção a uma recuperação:
Reconhecimento dos Sentimentos: O primeiro passo é reconhecer e validar seus sentimentos. Entender que o medo, a ansiedade e o pessimismo são respostas emocionais a certas situações ou pensamentos pode ajudá-lo a começar a desmistificá-los e a tratá-los como partes de uma experiência que pode ser gerenciada e modificada.
Busca por Apoio Profissional: Considerando a intensidade e o impacto desses sentimentos em sua vida, buscar o suporte de um profissional de saúde mental pode ser crucial. Terapeutas, psicólogos ou psiquiatras podem oferecer uma avaliação compreensiva e trabalhar com você para desenvolver um plano de tratamento personalizado. Isso pode incluir terapia, estratégias de manejo do estresse, e, se necessário, intervenção medicamentosa.
Desenvolvimento de Habilidades de Enfrentamento: A terapia pode ajudar a desenvolver habilidades de enfrentamento para lidar com a ansiedade e o medo. Isso pode incluir técnicas de relaxamento, como respiração profunda e mindfulness, além de estratégias cognitivas para desafiar e alterar padrões de pensamento negativos.
Reconstrução Gradual da Confiança: Começar com pequenos projetos ou tarefas pode ajudar a reconstruir sua confiança em suas habilidades. Definir objetivos pequenos e alcançáveis permite que você experimente sucesso, o que pode ser gradualmente expandido à medida que sua confiança aumenta.
Gerenciamento do Estresse e do Autocuidado: Adotar práticas regulares de autocuidado pode melhorar significativamente sua capacidade de lidar com o estresse. Isso pode incluir atividades físicas, hobbies que trazem alegria, práticas de relaxamento, e garantir um sono adequado e nutrição.
Exploração das Origens do Medo e do Pessimismo: A terapia pode ajudar a explorar e entender as raízes desses sentimentos. Muitas vezes, o medo e o pessimismo estão ligados a experiências passadas, padrões de pensamento, ou crenças sobre si mesmo e suas capacidades. Compreender esses fatores subjacentes pode fornecer insights valiosos para superá-los.
Estabelecimento de Rotinas: Estabelecer rotinas diárias pode ajudar a reduzir o estresse e a ansiedade, proporcionando uma sensação de previsibilidade e controle. Isso pode ser especialmente útil se você estiver se preparando para retornar ao trabalho.
Conexão Social: Manter conexões sociais pode fornecer apoio emocional significativo. Compartilhar suas experiências com amigos, familiares ou grupos de apoio pode oferecer perspectivas úteis e diminuir a sensação de isolamento.
Flexibilidade e Paciência: Reconheça que a recuperação e o progresso podem não ser lineares. Haverá altos e baixos, e ser flexível e paciente consigo mesmo é crucial.
Lembre-se, você já identificou uma qualidade importante sobre si mesmo: a competência e a capacidade de ser bom no que faz. Isso significa que você tem um fundamento sólido sobre o qual pode reconstruir sua confiança e encontrar o caminho de volta à sua própria resiliência e força. Este processo pode exigir tempo e esforço, mas com o apoio adequado e as estratégias certas, é possível recuperar o sentido de competência e segurança em suas habilidades e no trabalho.
Perguntas frequentes
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Estou tomando o anticoncepcional ciclo 21 e sinto que ganhei certo peso... é normal o anticoncepcion
Olá! A pílula não costuma engordar, não há evidência científica disso. Algumas…