Perguntas do paciente (18)

  • Tem a possibilidade de pessoa ter Deficiência Intelectual Leve, Transtorno da Personalidade Borderli

    Tem a possibilidade de pessoa ter Deficiência Intelectual Leve, Transtorno da Personalidade Borderline (TPB), Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) e outras doenças mentais ao mesmo tempo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Pênha Frassi

    Sim, é possível uma pessoa ter Deficiência Intelectual Leve, Transtorno da Personalidade Borderline (TPB), Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) e outras condições mentais simultaneamente. Isso é conhecido como comorbidade, e é relativamente comum na área da saúde mental. Cada transtorno pode influenciar e até intensificar os sintomas dos outros, tornando o diagnóstico e o tratamento mais complexos. Por isso, é fundamental uma avaliação clínica detalhada feita por profissionais especializados, como psiquiatras e psicólogos, para definir o plano terapêutico mais adequado.


  • É possível uma pessoa ter dislexia, discalculia, TDA, deficiência intelectual leve e outros transtor

    É possível uma pessoa ter dislexia, discalculia, TDA, deficiência intelectual leve e outros transtornos ao mesmo tempo? Oi, pessoal! Estou com uma dúvida importante e gostaria muito da ajuda de quem entende do assunto ou já viveu algo parecido. No meu laudo antigo aparecia “problemas globais do desenvolvimento” e fui medicado com Ritalina. Com o tempo, percebi que me identificava muito com os sintomas do TDA (Transtorno do Déficit de Atenção, sem hiperatividade) — que, pelo que pesquisei, é considerado o tipo mais difícil de lidar, justamente por ser mais interno e muitas vezes passar despercebido. Tenho bastante dificuldade com foco, organização, memória e isso me atrapalha bastante no dia a dia. Além disso: Tenho mudanças de humor intensas, o que me fez pensar se não tenho também algo relacionado a transtorno afetivo bipolar; Tenho muita dificuldade com matemática, mas não sei se isso é discalculia ou deficiência intelectual leve. O que me confunde é que vi que pessoas com deficiência intelectual leve conseguem fazer cálculos simples, e eu tenho dificuldade até com isso; Tenho dificuldades na escrita, às vezes inverto letras ou escrevo palavras erradas, e aprendi a ler só com 8 para 9 anos — o que pode indicar traços de dislexia, embora nunca tenha tido dificuldade com leitura rápida ou fluência na leitura. Minha maior dúvida é: é realmente possível uma pessoa ter 9 ou 10 diagnósticos diferentes? Sinto como se várias partes de mim se em diferentes transtornos, mas nenhum diagnóstico até agora conseguiu explicar tudo por completo. Se alguém já passou por isso ou tiver alguma orientação sobre como buscar um diagnóstico mais claro, ficaria muito grato.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Pênha Frassi

    Sim, é totalmente possível uma pessoa apresentar múltiplos transtornos ou condições ao mesmo tempo — isso é chamado de comorbidade. Muitas vezes, principalmente em neurodesenvolvimento e saúde mental, os sintomas se sobrepõem e dificultam diagnósticos precisos. O que você descreveu é bastante coerente com o que profissionais da área veem na prática clínica. Vamos por partes:

    1. Vários diagnósticos ao mesmo tempo?
    Sim, é possível. Pessoas podem ter:

    TDA (com ou sem hiperatividade)

    Dislexia

    Discalculia

    Deficiência Intelectual Leve

    Transtornos de personalidade (como o Borderline)

    Transtorno afetivo bipolar

    Entre outros.

    O cérebro humano é complexo, e as condições podem coexistir, interagir e até se confundir entre si. Por isso é essencial uma avaliação multidisciplinar, com psiquiatra, neuropsicólogo, psicopedagogo e, em alguns casos, neurologista.

    2. Sobre seus sintomas e relatos:
    Dificuldade com foco, organização, memória: característicos do TDA sem hiperatividade, que realmente costuma passar despercebido.

    Mudanças de humor intensas: podem estar ligadas ao TPB (transtorno de personalidade borderline), mas também ao transtorno bipolar tipo II. A diferença entre eles está no padrão e duração das oscilações de humor.

    Dificuldade com matemática: pode indicar discalculia, mas também pode fazer parte de uma deficiência intelectual leve. A diferença está no funcionamento geral — se a dificuldade é mais específica (só com números), pode ser discalculia.

    Dificuldades na escrita e leitura tardia: podem apontar traços de dislexia, mesmo que hoje você tenha fluência. A dislexia não é só dificuldade para ler, mas também para processar a linguagem escrita corretamente.

    3. Diagnóstico mais claro: o que fazer?
    O ideal é buscar uma avaliação neuropsicológica completa. Esse tipo de exame vai além do que um laudo comum oferece. Ele avalia:

    Inteligência geral (QI)

    Atenção, memória, linguagem, funções executivas

    Perfil de aprendizagem

    Padrões emocionais e de comportamento

    Com isso, é possível identificar ou descartar condições como TDA, dislexia, discalculia, deficiência intelectual e transtornos de personalidade.

    Além disso, se você sente que seus sintomas não são totalmente explicados por um único diagnóstico, isso não significa que você esteja "errado" ou "confuso", mas que seu funcionamento é complexo e requer um olhar mais cuidadoso e especializado.


  • Uma pessoa com deficiência intelectual leve tem maior risco de desenvolver Alzheimer à medida que en

    Uma pessoa com deficiência intelectual leve tem maior risco de desenvolver Alzheimer à medida que envelhece??

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Pênha Frassi

    Sim, pessoas com Deficiência Intelectual Leve podem ter maior risco de desenvolver a Doença de Alzheimer com o envelhecimento, especialmente se a deficiência estiver associada a certas condições genéticas, como a síndrome de Down. Nesses casos, a degeneração cerebral pode começar mais cedo do que na população geral.

    Mesmo sem uma condição genética específica, fatores como menor reserva cognitiva, histórico familiar, hábitos de vida e comorbidades também podem influenciar esse risco. A estimulação cognitiva, o acompanhamento médico regular e a adoção de um estilo de vida saudável são importantes para ajudar a reduzir esse risco e promover um envelhecimento com mais qualidade.


  • O que são as explosões emocionais na autoproteção no Transtorno Da Personalidade Borderline ?

    O que são as explosões emocionais na autoproteção no Transtorno Da Personalidade Borderline ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Pênha Frassi

    As explosões emocionais no Transtorno da Personalidade Borderline (TPB) são reações intensas, muitas vezes desproporcionais ao que está acontecendo, e fazem parte de um mecanismo de autoproteção emocional. Essas explosões surgem, geralmente, quando a pessoa sente que está sendo rejeitada, criticada, abandonada ou quando se sente vulnerável emocionalmente.

    Por que isso acontece?
    Pessoas com TPB têm uma grande sensibilidade emocional e dificuldade em regular suas emoções. Quando se sentem ameaçadas emocionalmente, mesmo que de forma sutil ou inconsciente, o cérebro entra em estado de alerta e responde com:

    raiva intensa,

    tristeza profunda,

    impulsividade,

    reações explosivas (gritar, chorar, quebrar coisas, sair de perto abruptamente etc.).

    Essas reações funcionam como uma forma de “defesa” — ou seja, a pessoa tenta se proteger do que interpreta como uma dor emocional insuportável. Mesmo que essa ameaça não seja real, a sensação de abandono, rejeição ou desvalorização é vivida com muita intensidade.

    Exemplo:
    Se um amigo demora para responder uma mensagem, a pessoa com TPB pode sentir que está sendo ignorada de propósito. Essa sensação pode gerar uma reação explosiva — como enviar várias mensagens seguidas, acusar a pessoa de rejeição ou cortar o contato — tudo isso numa tentativa desesperada de evitar a dor emocional que acredita que está por vir.

    Como lidar?
    Terapia (especialmente a Terapia Comportamental Dialética - DBT)

    Técnicas de regulação emocional

    Mindfulness e autoconhecimento

    Reconhecimento e nomeação das emoções antes de agir

    As explosões emocionais não são “drama” ou “frescura” — são parte real e dolorosa . Com tratamento, é possível aprender a entender e gerenciar essas emoções com mais equilíbrio.


  • O que é uma crise borderline? .

    O que é uma crise borderline? .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Pênha Frassi

    Uma crise borderline é um episódio de intensa instabilidade emocional, comportamental e relacional vivido por pessoas com Transtorno da Personalidade Borderline (TPB). Essas crises geralmente são desencadeadas por situações que a pessoa interpreta como rejeição, abandono, frustração ou perda — mesmo que não sejam reais ou objetivas.

    Características comuns de uma crise borderline:
    Explosões emocionais (raiva, tristeza, desespero intenso)

    Impulsividade (automutilação, uso de substâncias, gastos excessivos, fugas)

    Comportamentos autodestrutivos ou ameaças de suicídio

    Sensação de vazio ou de não saber quem é

    Mudanças bruscas de humor em questão de minutos ou horas

    Medo extremo de ser abandonado

    Apego ou afastamento intenso de pessoas próximas (idealização e desvalorização)

    O que acontece durante uma crise:
    A pessoa pode se sentir fora de controle, como se estivesse “explodindo por dentro”, com pensamentos acelerados e um sentimento de que tudo vai dar errado ou de que não consegue lidar com a dor emocional. Muitas vezes, há dificuldade para se acalmar sozinha, e os comportamentos podem parecer “exagerados” para quem está de fora, mas são vividos de forma muito real e sofrida por quem passa por eles.

    Como ajudar ou se ajudar:
    Buscar apoio de um profissional de saúde mental

    Utilizar técnicas de regulação emocional (como as da Terapia Comportamental Dialética – DBT)

    Criar um plano de crise com estratégias para lidar com gatilhos

    Ter uma rede de apoio segura (amigos, familiares, terapeutas)

    Uma crise borderline não define a pessoa, e sim expressa a intensidade de sua dor emocional. Com tratamento e apoio, é possível aprender a identificar sinais de crise e agir antes que ela se instale completamente.


  • Como um psicólogo avalia um paciente? .

    Como um psicólogo avalia um paciente? .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Pênha Frassi

    A avaliação neuropsicológica é um processo detalhado que o psicólogo usa para investigar como o cérebro da pessoa está funcionando em áreas como atenção, memória, linguagem, raciocínio, emoções e comportamento. Ela é especialmente útil quando há suspeitas de transtornos neurológicos, psiquiátricos, dificuldades de aprendizagem ou alterações cognitivas. Veja como funciona:

    1. Entrevista inicial
    O psicólogo realiza uma conversa com o paciente (e, se necessário, com familiares) para entender a queixa principal, histórico de saúde, desenvolvimento, rotina, emoções, desempenho escolar ou profissional e relações sociais.

    2. Planejamento da avaliação
    Com base nas informações iniciais, o psicólogo escolhe os testes e instrumentos mais adequados ao caso, levando em conta a idade, escolaridade e objetivo da avaliação (ex.: investigar TDAH, autismo, dislexia, Alzheimer, etc.).

    3. Aplicação de testes neuropsicológicos
    São aplicados instrumentos padronizados para avaliar diferentes funções cognitivas, como:

    Atenção e concentração

    Memória de curto e longo prazo

    Funções executivas (organização, planejamento, controle de impulsos)

    Linguagem oral e escrita

    Habilidades visuoespaciais

    Raciocínio lógico

    Motricidade

    Inteligência (QI)

    Além dos testes, o psicólogo observa o comportamento, postura, linguagem corporal e reações emocionais durante a avaliação.

    4. Análise e interpretação
    Todos os dados coletados são analisados em conjunto, comparando os resultados com padrões normativos. Isso permite identificar pontos fortes, dificuldades cognitivas e perfis de funcionamento.

    5. Devolutiva e laudo
    O psicólogo explica ao paciente (ou responsável) os resultados, possíveis diagnósticos, limitações e sugestões terapêuticas. Também é entregue um laudo neuropsicológico com os dados técnicos, interpretação e orientações para tratamento, escola ou médicos.

    Esse processo pode levar de 4 a 10 sessões, dependendo da complexidade do caso. É uma ferramenta essencial para diagnósticos mais precisos e para a criação de estratégias personalizadas de intervenção.


  • Quais são as etapas da avaliação psicológica? .

    Quais são as etapas da avaliação psicológica? .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Pênha Frassi

    A avaliação psicológica é um processo estruturado, composto por várias etapas, com o objetivo de compreender o funcionamento emocional, cognitivo e comportamental de uma pessoa. Veja as principais etapas:

    1. Entrevista inicial (anamnese)
    É o primeiro contato com o psicólogo. Serve para coletar informações sobre a queixa principal, histórico de vida, antecedentes familiares, comportamentos, saúde mental e contexto social. Pode envolver os pais ou responsáveis no caso de crianças.

    2. Planejamento da avaliação
    O psicólogo define quais testes, técnicas e instrumentos serão utilizados com base nos objetivos da avaliação (por exemplo, investigar TDAH, dificuldades de aprendizagem, transtornos de personalidade etc.).

    3. Aplicação de testes e instrumentos
    São usados testes padronizados e validados (neuropsicológicos, de personalidade, inteligência, atenção, memória, entre outros), além de observações clínicas e dinâmicas.

    4. Análise e interpretação dos resultados
    Após a aplicação, o psicólogo analisa os dados de forma integrada, considerando não só os resultados dos testes, mas também o comportamento observado, relatos e histórico do paciente.

    5. Devolutiva
    O psicólogo apresenta os resultados ao paciente (ou responsável), explica os achados, discute possíveis diagnósticos e orientações terapêuticas ou encaminhamentos.

    6. Elaboração do laudo psicológico (se necessário)
    Documento formal que reúne todos os dados da avaliação, objetivos, procedimentos, análise dos resultados e conclusões. Pode ser solicitado por escolas, médicos, advogados, concursos, etc.

    Esse processo pode levar de alguns encontros até várias semanas, dependendo da complexidade do caso.


  • Qual a diferença entre psicodiagnóstico e avaliação psicológica?

    Qual a diferença entre psicodiagnóstico e avaliação psicológica?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Pênha Frassi

    A avaliação psicológica e o psicodiagnóstico são processos realizados por psicólogos, mas têm objetivos e aplicações diferentes. Veja as principais diferenças:

    Avaliação Psicológica
    É um termo mais amplo e geral, que engloba qualquer processo de investigação psicológica por meio de entrevistas, testes, observações e outros instrumentos. Pode ser feita com diferentes finalidades, como:

    Processos seletivos (empresas, concursos)

    Avaliação vocacional

    Avaliação para porte de arma

    Avaliação em contextos escolares ou jurídicos

    Monitoramento de tratamento psicológico

    Investigação de habilidades cognitivas ou socioemocionais

    Ou seja, a avaliação psicológica pode ou não ter como foco o diagnóstico clínico.

    Psicodiagnóstico
    É um tipo específico de avaliação psicológica, com o objetivo principal de investigar a existência de transtornos mentais ou dificuldades emocionais. É mais utilizado em contextos clínicos e normalmente é solicitado quando há suspeita de:

    Transtornos de personalidade

    Depressão, ansiedade, bipolaridade

    TDAH, autismo

    Transtornos de aprendizagem

    Transtornos psicóticos, entre outros.

    O psicodiagnóstico é profundo e detalhado, muitas vezes utilizado para embasar laudos clínicos, encaminhamentos psiquiátricos ou início de psicoterapia.Ambos são processos técnicos e éticos, realizados apenas por psicólogos com registro ativo.


  • Qual é a influência dos temperamentos de uma pessoa nas relações pessoais, interpessoais e sociais ?

    Qual é a influência dos temperamentos de uma pessoa nas relações pessoais, interpessoais e sociais ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Pênha Frassi

    Os temperamentos são traços emocionais e comportamentais inatos, ou seja, características biológicas com as quais uma pessoa já nasce. Eles influenciam diretamente a forma como reagimos ao mundo, lidamos com emoções e nos relacionamos com os outros. Por isso, têm um impacto profundo nas relações pessoais, interpessoais e sociais — e, em casos mais extremos, podem estar associados ao desenvolvimento de transtornos de personalidade.

    Como o temperamento influencia os relacionamentos:
    1. Na vida pessoal (relacionamentos íntimos e familiares):
    Pessoas com temperamento colérico ou impulsivo podem ter dificuldade em lidar com frustrações, o que pode gerar conflitos frequentes com parceiros ou familiares.

    Já os de temperamento melancólico ou sensível tendem a ser mais introspectivos, e podem enfrentar dificuldades com exposição emocional ou com críticas.

    Temperamentos fleumáticos ou calmos são geralmente mais tolerantes, mas podem evitar conflitos de forma excessiva, o que também prejudica a comunicação.

    2. Nas relações interpessoais (amizades e trabalho):
    Pessoas com temperamento sanguíneo ou expansivo costumam ser sociáveis, mas podem ser vistas como superficiais ou inconstantes.

    Indivíduos mais inibidos ou retraídos podem ter dificuldade de se enturmar ou se posicionar, o que afeta o desempenho e a integração em grupos.

    A forma como se lida com autoridade, pressão, elogios ou críticas também está profundamente ligada ao temperamento.

    3. Na vida social mais ampla (comunidade e sociedade):
    O temperamento pode afetar a capacidade de empatia, de respeitar normas sociais ou de manter relações estáveis e saudáveis com grupos maiores.

    Em situações de estresse social (como exclusão, injustiça ou cobranças), cada temperamento responde de forma diferente, o que pode gerar isolamento, conflito ou dependência excessiva.

    E os transtornos de personalidade?
    Alguns temperamentos, quando combinados com fatores ambientais (traumas, negligência, criação instável) e ausência de suporte emocional, podem evoluir para transtornos de personalidade, como:

    Borderline (ligado à sensibilidade emocional extrema)

    Antissocial (associado a temperamento impulsivo e insensível)

    Esquizoide (relacionado a traços de introversão e isolamento)

    O temperamento não determina, mas predispõe certos padrões de comportamento. Ele é como a base biológica sobre a qual a personalidade é construída. Quando compreendido e trabalhado (por meio de autoconhecimento e terapia), pode ser ajustado para favorecer relações mais saudáveis e equilibradas.


  • Quais são os tipos dominantes de personalidade? .

    Quais são os tipos dominantes de personalidade? .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Pênha Frassi

    Os transtornos de personalidade são classificados em três grupos (ou clusters), cada um com tipos dominantes de personalidade que compartilham características comuns. Veja os principais:

    Grupo A – Personalidades excêntricas ou esquisitas:

    Paranoide – desconfiança extrema dos outros, mesmo sem motivo.

    Esquizoide – distanciamento social, pouca expressão emocional.

    Esquizotípico – comportamentos e pensamentos excêntricos, crenças estranhas.

    Grupo B – Personalidades dramáticas, emocionais ou imprevisíveis:

    Antissocial – desrespeito pelas regras sociais, impulsividade, falta de empatia.

    Borderline – instabilidade emocional, medo de abandono, impulsividade.

    Histriônico – busca constante por atenção, emocionalidade exagerada.

    Narcisista – necessidade de admiração, falta de empatia, grandiosidade.

    Grupo C – Personalidades ansiosas ou temerosas:

    Evitativo (ou Esquivo) – hipersensibilidade à crítica, evitação de interações sociais.

    Dependente – necessidade excessiva de ser cuidado, submissão.

    Obsessivo-compulsivo (ou Anancástico) – perfeccionismo extremo, rigidez, preocupação com controle.

    Esses transtornos costumam aparecer no fim da adolescência ou início da vida adulta e afetam o modo como a pessoa pensa, sente e se comporta em relação a si mesma e aos outros.


  • É normal um adulto com TDAH de 18 anos ter ciúmes e controlar a mãe?

    É normal um adulto com TDAH de 18 anos ter ciúmes e controlar a mãe?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Pênha Frassi

    Busque ajuda psicoterapêutica com um(a) profissional que lhe inspire confiança e comece um tratamento regular. Ficar buscando respostas aleatoriamente não irá te ajudar. Att.


  • Alguém gritar falar alto um pensamento que vem a mente, ter pensamentos respetivo, e falar bastante

    Alguém gritar falar alto um pensamento que vem a mente, ter pensamentos respetivo, e falar bastante sozinho frequentemente é síndrome de tourette? Não apresenta tiques motores, só fala em voz alta uma palavra ou outra às vezes, mas só quando pensa na palavra mentalmente.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Pênha Frassi

    Busque ajuda psicoterapêutica com um(a) profissional que lhe inspire confiança e comece um tratamento regular. Ficar buscando respostas aleatoriamente não irá te ajudar. Att.


  • Olá, eu percebi uma coisa, eu sinto muitas empatia, o problema é que tenho empatia por pessoas que m

    Olá, eu percebi uma coisa, eu sinto muitas empatia, o problema é que tenho empatia por pessoas que me fizeram mal ou já me assediaram. E eu fico me sentindo mal por elas e por mim e ao mesmo tempo que tenho nojo delas eu tenho empatia. E isso tá me deixando mal, pq eu não deveria sentir pena por pessoas que me feriram a nível emocional ou físico. E eu estou frustrada, eu não consigo brigar ou falar mal de quem me magoou ou me assediou pq eu fico com pena da pessoa, mesmo que eu tenha sido a vítima. Isso é normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Pênha Frassi

    Busque ajuda psicoterapêutica com um(a) profissional que lhe inspire confiança e comece um tratamento regular. Ficar buscando respostas aleatoriamente não irá te ajudar. Att.


  • Quem decidi parar de fazer terapia? É que fico na dúvida se devo parar ou não. O terapeuta falou que

    Quem decidi parar de fazer terapia? É que fico na dúvida se devo parar ou não. O terapeuta falou que poderíamos tentar continuar a terapia depois de eu confessar que sinto algo diferente por terapeuta.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Pênha Frassi

    Busque ajuda psicoterapêutica com um(a) profissional que lhe inspire confiança e comece um tratamento regular. Ficar buscando respostas aleatoriamente não irá te ajudar. Att.


  • Então acho q estou com toc de uns dia pra cá fico repitindo palavras na mh mente involuntariamente s

    Então acho q estou com toc de uns dia pra cá fico repitindo palavras na mh mente involuntariamente sem querer, acontece q tenho sidrome do pânico e já acho q posso está com doença mais grave ou ficando doida,e começo a tremer também, sofrimento do caramba não sei oq fazer isso tem haver com ansiedade?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Pênha Frassi

    Busque ajuda psicoterapêutica com um(a) profissional que lhe inspire confiança e comece um tratamento regular. Ficar buscando respostas aleatoriamente não irá te ajudar. Att.


  • Oi, meu rosto está vermelho, meio que descascando e ardendo como se eu tivesse me queimado na praia,

    Oi, meu rosto está vermelho, meio que descascando e ardendo como se eu tivesse me queimado na praia, eu estava usando Asepxia duas vezes ao dia agora só uso uma vez, mas continua ardendo. É normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Pênha Frassi

    Procure um dermatologista.


  • Sou narcisista e me sinto muito mal por isso. Arruinei meu casamento por causa desse transtorno. Exi

    Sou narcisista e me sinto muito mal por isso. Arruinei meu casamento por causa desse transtorno. Existe tratamento?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Pênha Frassi

    Não, procure um psicólogo comportamental.


  • Formigamento na cabeça ou no meio da cabeça pode ser sintoma de ansiedade??

    Formigamento na cabeça ou no meio da cabeça pode ser sintoma de ansiedade??

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Pênha Frassi

    Procure um neuropsicólogo


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Perguntas frequentes

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