Perguntas do paciente (51)
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Por que as amizades são tão difíceis com pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
Por que as amizades são tão difíceis com pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
As amizades podem ser mais desafiadoras com pessoas que têm Transtorno de Personalidade Borderline porque as emoções são vividas de forma muito intensa e os vínculos afetivos costumam ser profundos, mas instáveis. Isso significa que a pessoa pode amar e confiar profundamente em alguém num momento e, pouco tempo depois, sentir raiva, medo ou rejeição dessa mesma pessoa.
Essas oscilações acontecem porque há uma dificuldade em regular emoções e em lidar com o medo de abandono. Pequenas atitudes, como uma demora para responder uma mensagem ou uma mudança no tom de voz, podem ser interpretadas como sinais de rejeição. Isso pode gerar reações impulsivas, afastamentos ou tentativas desesperadas de reaproximação.
Além disso, quem convive com a pessoa pode se sentir emocionalmente sobrecarregado, sem saber como agir ou o que dizer para não magoá-la. Por isso, é essencial que ambos aprendam a comunicar-se de forma clara, validar sentimentos e estabelecer limites com empatia.
Com tratamento adequado e apoio psicoterapêutico, é totalmente possível construir relações mais estáveis, seguras e saudáveis, tanto para a pessoa com TPB quanto para as pessoas ao redor.
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Como posso estabelecer limites saudáveis "sem" que o meu amigo com Transtorno de Personalidade Borde
Como posso estabelecer limites saudáveis "sem" que o meu amigo com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) se sinta abandonado?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Essa é uma preocupação muito válida e mostra o quanto você se importa com seu amigo. Estabelecer limites saudáveis com alguém que tem Transtorno de Personalidade Borderline pode ser um desafio, porque o medo do abandono é uma das experiências mais dolorosas e centrais desse transtorno. No entanto, limites não significam rejeição, pelo contrário, eles ajudam a manter a relação mais segura e previsível para ambos.
Algumas orientações importantes são:
Comunique os limites com empatia, explicando o motivo e reforçando o vínculo (“Eu gosto muito de você, mas agora preciso de um tempo para descansar. Podemos conversar depois?”).
Seja consistente: manter o mesmo tipo de resposta e postura evita insegurança e confusão.
Valide os sentimentos, mesmo que não concorde com as reações (“Entendo que isso te deixou triste, e não é minha intenção te afastar”).
Evite desaparecer ou cortar contato abruptamente, pois isso pode intensificar o medo de abandono. Prefira avisar, sempre que possível, quando precisar de espaço.
Cuide também de você, pois relações intensas exigem equilíbrio emocional e autocuidado.
Com o tempo, e especialmente se houver apoio terapêutico, é possível que a pessoa aprenda a compreender e respeitar esses limites sem interpretá-los como rejeição.
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A pessoa com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) pode ter uma "pessoa favorita" na sua roti
A pessoa com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) pode ter uma "pessoa favorita" na sua rotina diária ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, é bastante comum que pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) tenham o que chamamos de uma “pessoa favorita” — alguém com quem desenvolvem um vínculo muito intenso e significativo. Essa figura costuma representar uma base emocional de segurança, alguém em quem confiam profundamente e de quem buscam proximidade e validação constantes.
No entanto, essa relação pode se tornar muito intensa e instável, especialmente quando há medo de rejeição ou abandono. Pequenas mudanças de comportamento da “pessoa favorita” podem ser interpretadas como sinais de afastamento, gerando angústia, reações impulsivas ou tentativas de reaproximação.
Por isso, é importante que tanto a pessoa com TPB quanto quem convive com ela busquem compreender esses padrões emocionais, aprendendo a estabelecer limites saudáveis e formas seguras de vínculo. O acompanhamento psicológico é fundamental para ajudar na regulação das emoções e na construção de relações mais equilibradas e estáveis.
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Quais são os desafios para um amigo de uma pessoa com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
Quais são os desafios para um amigo de uma pessoa com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Essa é uma pergunta muito importante, e demonstra sensibilidade da sua parte em querer compreender o que envolve essa convivência. Ser amigo de alguém com Transtorno de Personalidade Borderline pode trazer alguns desafios, principalmente por causa da intensidade emocional que costuma marcar esse quadro.
Entre os principais desafios estão:
Oscilações emocionais intensas, que podem gerar momentos de muita proximidade seguidos de afastamentos bruscos;
Medo do abandono, levando a reações mais impulsivas ou interpretações sensíveis em situações cotidianas;
Dificuldade na regulação emocional, o que pode resultar em conflitos, mal-entendidos ou sentimentos de culpa no amigo;
Necessidade constante de validação e segurança, o que pode exigir atenção e paciência.
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Quais são as características do ciúme no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
Quais são as características do ciúme no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O ciúme em pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline costuma ser mais intenso e ligado ao medo profundo de abandono e rejeição. Não se trata apenas de insegurança, mas de uma sensação real e dolorosa de que o vínculo afetivo pode se romper a qualquer momento.
Algumas características comuns desse ciúme são:
Medo de perder a pessoa significativa (amigo, parceiro, terapeuta) para alguém “melhor” ou mais importante;
Interpretação ampliada de sinais sutis, como um olhar, uma demora para responder ou uma mudança de rotina, vistos como possíveis rejeições;
Oscilações entre idealização e desvalorização: a pessoa pode ver o outro como perfeito e, diante de uma frustração, sentir-se traída ou substituída;
Reações emocionais intensas, como raiva, tristeza profunda ou desespero, que muitas vezes vêm acompanhadas de comportamentos impulsivos;
Necessidade constante de confirmação de afeto e lealdade, buscando segurança na relação.
Essas manifestações estão relacionadas à dificuldade em regular emoções e à instabilidade na autoimagem, características centrais do TPB. Por isso, o tratamento psicoterápico é fundamental para ajudar a pessoa a reconhecer esses sentimentos, reduzir impulsividade e construir relações mais seguras e equilibradas.
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Olá, meu filho tem quase 4 anos e começou, há alguns dias, questionar muito se está "de parabéns" e
Olá, meu filho tem quase 4 anos e começou, há alguns dias, questionar muito se está "de parabéns" e se eu ainda o amo. Qualquer coisa que ele faz "de errado" já me olha e pergunta "Mamãe, eu to de parabéns? Vc ainda me ama?". Eu e meu marido nunca expressamos essas frases pra ele.. sempre digo que o amo e sempre vou amar, não importa o que aconteça, sem condicionantes. Não costumamos punir, bater, colocar de castigo.. sempre conversamos e fazemos entender as consequências dos seus atos e como repará-las (Derrubou algo? Pedimos a ajuda dele para limpar e falamos sobre a importância de tomar cuidado e reparar o que fez. Bateu ou foi desrespeitoso? Conversamos sobre como as pessoas podem ficar chateadas e que devemos pedir desculpas, etc etc). Não sei se é algo que veio da escola e até entendo que lá seja preciso um sistema maior de ações e recompensas. Mas fico preocupada com a autoestima dele ou por não se sentir amado de alguma forma. O que posso fazer?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá!
O que você traz é muito importante: aos 4 anos, as crianças estão em pleno desenvolvimento emocional e social, e é natural que busquem confirmação do afeto e da aprovação dos adultos de referência. Essa necessidade pode aparecer por fatores internos (fase do desenvolvimento) ou externos (como interações na escola, colegas ou até programas infantis).
A boa notícia é que existem formas de lidar com isso de maneira que fortaleça a autoestima dele e reforce o vínculo familiar, ajudando-o a se sentir seguro, mesmo diante de erros ou frustrações.
Esse é justamente o tipo de situação que trabalho na orientação parental, um espaço onde ofereço ferramentas práticas e apoio para que pais possam compreender melhor os comportamentos da criança e responder de forma que favoreça o desenvolvimento saudável.
Se você quiser, podemos marcar uma sessão inicial, para que eu entenda melhor o contexto do seu filho e juntos pensarmos em estratégias específicas para a sua família.
Tenho doutorado na área de desenvolvimento, então se interessar, fico à disposição! Abraços!
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O que esperar da psicoterapia para o medo existencial?
O que esperar da psicoterapia para o medo existencial?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Acolhimento sem julgamento
Um espaço onde você pode falar abertamente sobre suas angústias existenciais sem medo de ser incompreendido.
O terapeuta vai validar esses sentimentos, reconhecendo que eles fazem parte da condição humana.
Compreensão do medo
Exploração da origem e dos gatilhos do medo (momentos de crise, perdas, transições de vida, traços de personalidade).
Entendimento de como o medo se manifesta no corpo, nos pensamentos e no comportamento.
Ferramentas para lidar com a angústia
Estratégias de regulação emocional e enfrentamento da ansiedade.
Exercícios de presença e de conexão com o momento atual (como mindfulness, dependendo da linha terapêutica).
Ampliação do sentido de vida
A psicoterapia pode ajudar você a refletir sobre valores pessoais, escolhas, projetos de vida e aquilo que traz significado.
Em linhas como a terapia existencial ou a logoterapia, o foco é justamente encontrar formas de conviver com a finitude e, ainda assim, viver de forma plena e significativa.
Transformação da relação com o medo
Em vez de tentar eliminar completamente o medo (o que não é realista), a psicoterapia ajuda a ressignificá-lo.
O medo passa a ser visto como um convite para viver de forma mais consciente e autêntica.
Fico à disposição, caso queira marcar uma sessão! Abracos!
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O que causa ou desencadeia a ansiedade existencial?
O que causa ou desencadeia a ansiedade existencial?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Principais causas e fatores que desencadeiam a ansiedade existencial:
Confronto com a finitude da vida
Reflexões sobre a morte (própria ou de pessoas próximas).
Doenças graves, envelhecimento ou perdas significativas.
Busca de sentido e propósito
Dúvidas sobre a própria missão, contribuições ou legado.
Sentir que a vida perdeu significado ou está “no automático”.
Experiências de liberdade e escolha
A percepção de que somos responsáveis por nossas decisões pode gerar medo de errar ou paralisar diante de muitas possibilidades.
Vivência de isolamento ou solidão
Mesmo cercado de pessoas, o sentimento de que, em última instância, estamos sozinhos em nossas experiências e decisões.
Momentos de transição ou crise
Mudanças de carreira, término de relacionamentos, maternidade/paternidade, aposentadoria.
Situações de incerteza (como crises econômicas, pandemias ou guerras).
Traços pessoais e sensibilidades individuais
Pessoas mais reflexivas, com forte senso crítico ou maior sensibilidade emocional, tendem a sentir mais intensamente essas questões.
Exposição a contextos culturais e sociais
Viver em uma sociedade acelerada, focada em produtividade e consumo, pode acentuar a sensação de vazio ou falta de propósito.
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Como lidar com a desmotivação e o adoecimento existencial?
Como lidar com a desmotivação e o adoecimento existencial?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A desmotivação e o adoecimento existencial podem mesmo ser muito desafiadores, e não é fácil lidar com isso sozinho(a). Uma alternativa é começar a explorar esses sentimentos com apoio psicológico, entendendo suas causas e construindo novos caminhos de sentido e bem-estar. Se você sentir que faz sentido, podemos trabalhar juntos nesse processo em acompanhamento terapêutico.
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Qual a diferença entre saúde mental e crise existencial?
Qual a diferença entre saúde mental e crise existencial?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A saúde mental está ligada ao equilíbrio emocional, à forma como lidamos com nossos pensamentos, sentimentos e relações no dia a dia. Já a crise existencial envolve questões mais profundas, relacionadas ao sentido da vida, propósito e identidade. Ambas podem se entrelaçar e gerar sofrimento, mas é possível encontrar caminhos para lidar com isso. Se você sentir necessidade, podemos conversar em um acompanhamento psicológico para explorar essas questões com cuidado e encontrar alternativas.
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Como a Logoterapia lida com a aceitação da vida? .
Como a Logoterapia lida com a aceitação da vida? .
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Na Logoterapia, a aceitação da vida está ligada a reconhecer que, mesmo diante de limitações e sofrimentos, ainda podemos encontrar sentido em nossas experiências. Esse olhar ajuda a transformar desafios em oportunidades de crescimento e propósito. Se você deseja aprofundar esse tema, podemos trabalhar juntos em acompanhamento psicológico, explorando caminhos para viver com mais significado.
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Como a análise existencial pode ajudar a lidar com os aspetos emocionais da doença autoimune?
Como a análise existencial pode ajudar a lidar com os aspetos emocionais da doença autoimune?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A análise existencial ajuda a lidar com os aspectos emocionais de uma doença autoimune (especialmente porque pode ter sido desenvolvida por questões psicossomáticas) ao trazer consciência sobre como enfrentamos o sofrimento, a incerteza e as mudanças no corpo e na vida. Esse olhar permite ressignificar experiências, fortalecer recursos internos e encontrar sentido mesmo diante das limitações. Se você quiser, podemos trabalhar juntos em acompanhamento psicológico para explorar essas questões de forma segura e acolhedora.
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Qual o papel da análise existencial em doenças autoimunes?
Qual o papel da análise existencial em doenças autoimunes?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Na análise existencial, o foco está em compreender como a pessoa enfrenta o sofrimento, a incerteza e as mudanças trazidas por uma doença autoimune. O objetivo é ajudar a ressignificar experiências, fortalecer recursos internos e encontrar sentido na vida, mesmo diante das limitações. Se desejar, podemos explorar essas questões juntos em acompanhamento psicológico, oferecendo apoio e caminhos para lidar melhor com os desafios emocionais e existenciais.
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É normal ter dúvidas existenciais? .
É normal ter dúvidas existenciais? .
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Muito normal! Todos temos!
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Quais atividades podem ser realizadas para promover a saúde mental sob uma ótica existencial?
Quais atividades podem ser realizadas para promover a saúde mental sob uma ótica existencial?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sob a ótica existencial, atividades que promovem a reflexão sobre valores, propósito e sentido de vida podem fortalecer a saúde mental. Isso inclui práticas como escrita reflexiva, meditação consciente, exploração de projetos significativos, autoconhecimento e diálogo terapêutico. Se quiser, podemos trabalhar juntos em acompanhamento psicológico, criando estratégias personalizadas para apoiar seu bem-estar emocional e existencial.
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Como o passado, presente e futuro se conectam na Logoterapia?
Como o passado, presente e futuro se conectam na Logoterapia?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Na Logoterapia, passado, presente e futuro estão conectados pelo sentido que damos às nossas experiências. O passado é fonte de aprendizado, o presente é onde podemos agir com consciência e responsabilidade, e o futuro nos motiva ao propósito e aos projetos de vida. Trabalhar essa conexão ajuda a enfrentar desafios com mais significado e equilíbrio.
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Bom desde 2021 sofro com a tag, já fiz controle com psicológo e em 2023 tomei durante 6 meses escita
Bom desde 2021 sofro com a tag, já fiz controle com psicológo e em 2023 tomei durante 6 meses escitalopram, porém a mais ou menos 10 dias venho tendo tontura e sensação de desmaios e suadeira, não sei oq fazer pois está atrapalhando o meu serviço, e não quero voltar a ser dependente de rémedios, tudo isso é causado em razão de ter o sonho de ser militar e não conseguir em função de estar doente, sinceramente não sei mais o que faço, jántentei de tudo, pensar posiivo, igreja, promessa, dieta e etc. Porém nada dá certo......
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Muita gente que tem TAG relata exatamente essa sensação de “já tentei de tudo e nada dá certo”. Isso não significa que não haja saída, mas sim que talvez ainda não tenha encontrado a combinação certa de estratégias para o seu caso.
Sobre os sintomas atuais, essas crises podem ser manifestações da ansiedade, mas também é essencial descartar causas médicas (pressão, glicose, labirinto, problemas cardíacos). Se os sintomas persistirem ou piorarem, procure um médico clínico ou vá ao pronto atendimento para avaliação física.
Tratamento não é apenas remédio, o uso de escitalopram ajuda no alívio de sintomas, mas as causas precisam ser tratadas em psicoterapia.
Caso tenha dúvidas, fico à disposição para falarmos sobre a psicoterapia.
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Como o Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) causa comportamento disruptivo?
Como o Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) causa comportamento disruptivo?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) pode causar comportamentos disruptivos porque os sintomas — obsessões e compulsões — interferem diretamente no funcionamento diário, nas relações sociais e nas rotinas.
Como isso acontece:
Obsessões intensas
Pensamentos intrusivos, repetitivos e angustiantes (ex.: medo de contaminação, necessidade de simetria).
Esses pensamentos geram ansiedade elevada, que leva a reações comportamentais imediatas para aliviar o desconforto.
Compulsões repetitivas
Atos motores ou mentais que a pessoa sente que precisa realizar (lavar as mãos, checar portas, contar, organizar objetos).
A repetição constante pode interromper atividades, compromissos ou conversas, parecendo disruptiva para os outros.
Rigidez e necessidade de controle
O indivíduo com TOC muitas vezes insiste que os outros sigam suas regras ou rituais, o que pode gerar conflitos e resistência no ambiente familiar, escolar ou de trabalho.
Evitação de situações
Para não sentir ansiedade, a pessoa pode evitar lugares, pessoas ou tarefas. Isso pode atrapalhar a rotina e ser visto como comportamento desadaptativo ou disruptivo.
Impacto nas relações
Familiares ou colegas podem sentir que precisam “ceder” às compulsões (ex.: abrir e fechar portas várias vezes), o que causa estresse e tensão interpessoal.
Para mais dúvidas, fico à disposição!
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Por que os comportamentos disruptivos podem se tornar repetitivos?
Por que os comportamentos disruptivos podem se tornar repetitivos?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Os comportamentos disruptivos, geralmente, se tornam repetitivos porque trazem ganhos imediatos (atenção, alívio, poder de negociação) e porque não são substituídos por estratégias adaptativas.
Fico à disposição para mais dúvidas!
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Quais são os efeitos do comportamento desadaptativo? Como eles afetam vida diária de uma pessoa ?
Quais são os efeitos do comportamento desadaptativo? Como eles afetam vida diária de uma pessoa ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Ansiedade e estresse aumentam, já que a pessoa não encontra meios saudáveis de lidar com dificuldades.
Autoestima prejudicada, pois ela percebe que não consegue alcançar seus objetivos ou manter estabilidade.
Pode gerar conflitos interpessoais (ex.: agressividade, dependência, isolamento).
Dificulta a comunicação assertiva, levando a mal-entendidos e rupturas.
Queda no desempenho, por procrastinação, evitação ou dificuldade em lidar com críticas.
Maior risco de desistência, seja de cursos, projetos ou empregos.
Comportamentos como compulsão alimentar, abuso de substâncias ou sedentarismo podem trazer problemas de saúde.
A manutenção de padrões desadaptativos favorece o desenvolvimento de transtornos psicológicos (depressão, ansiedade, fobias).
Fico à disposição para maiores informações!
Perguntas frequentes
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Olá. Atualmente uso Vortioxetina 20mg, Venvanse 50mg e Aripiprazol 0,5mg. Tenho sentido que minha an
Olá! Primeiramente sobre a ansiedade. Embora a vortioxetina seja eficaz para…