Perguntas do paciente (63)
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Há 4 anos conheci uma garota, não chegamos a namorar, mas nunca esqueci ela, errei com ela, penso ne
Há 4 anos conheci uma garota, não chegamos a namorar, mas nunca esqueci ela, errei com ela, penso nela todo dia, até cheguei a namorar outra pessoa depois, mas nunca me senti feliz com o meu relacionamento recente
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Nem sempre o que permanece por tantos anos é apenas a saudade de uma pessoa. Às vezes, o que continua vivo é algo que essa relação despertou em você e que ainda não encontrou um lugar.
Mais do que tentar descobrir se deveria voltar, talvez valha a pena se perguntar por que essa história ainda ocupa tanto espaço. A psicoterapia pode ajudar justamente a compreender isso.
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Sinto que depois que minha esposa engravidou eu comecei a ficar mais tempo preso ao celular rolando
Sinto que depois que minha esposa engravidou eu comecei a ficar mais tempo preso ao celular rolando feed, depois de um tempo comecei a buscar tbm uma necessidade em pornografia que acabou se tornando uma compulsão, olhava no trabalho ou sempre que ela não estava por perto, qual a melhor ajuda profissional a se buscar e geralmente como é o tratamento?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O fato de isso ter começado em um momento específico da sua vida pode não ser uma coincidência. Às vezes, um comportamento compulsivo aparece como uma tentativa de lidar com algo que ainda não conseguimos colocar em palavras.
Um psicólogo pode ajudá-lo a compreender o que está por trás dessa compulsão, em vez de olhar apenas para o comportamento em si. O mais importante é não reduzir a questão à pornografia, mas entender o que ela passou a representar para você.
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Há alguns anos cometi uma infidelidade no meu relacionamento. Meu parceiro soube de tudo na época, n
Há alguns anos cometi uma infidelidade no meu relacionamento. Meu parceiro soube de tudo na época, nós conversamos sobre o assunto e ele decidiu me perdoar. No entanto, eu não consigo me perdoar. Frequentemente surgem lembranças daquele período, acompanhadas de culpa e remorso intensos. Mesmo já tendo contado o que aconteceu, sinto uma necessidade constante de voltar ao assunto e confirmar se ele realmente me perdoa, como se eu precisasse repetir a história ou acrescentar detalhes para ter certeza disso. Essa necessidade me causa muito sofrimento. Isso pode estar relacionado à ansiedade ou ao TOC? É possível superar essa culpa e essa necessidade de buscar confirmação?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que mais chama a atenção no seu relato é que o perdão do outro parece não ter encerrado a culpa. Como se existisse uma dívida que nenhuma confirmação conseguisse quitar.
Às vezes, insistimos em falar do mesmo erro não porque buscamos perdão, mas porque ainda precisamos ocupar o lugar de culpados. A questão deixa de ser "ele me perdoou?" e passa a ser "o que eu perderia se deixasse de me sentir culpado?".
Essa costuma ser uma pergunta muito importante na psicoterapia.
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Estou saindo de casa para morar com minha namorada, tenho uma mãe de 75 que vai ficar só . Estou com
Estou saindo de casa para morar com minha namorada, tenho uma mãe de 75 que vai ficar só . Estou com muita dor no coração e ansiedade por deixa lá só. O que devo fazer?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que mais chama atenção no seu relato é que a dor parece vir menos da mudança em si e mais da posição em que você sente que precisa permanecer em relação à sua mãe.
É importante perguntar o que exatamente significa, para você, deixá-la? Às vezes, a culpa não fala apenas do presente, mas de uma história construída ao longo da relação.
Esses sentimentos merecem ser escutados com cuidado. Compreender o que eles dizem sobre você pode tornar essa transição menos angustiante.
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Perdi minha cachorra em janeiro e ainda não consigo aceitar,me conformar. Fico pensando que poderia
Perdi minha cachorra em janeiro e ainda não consigo aceitar,me conformar. Fico pensando que poderia ter feito mais,cuidado mais e em como poderia ter evitado que ela partisse. Imaginava ela velhinha ao meu lado e ela se foi aos 9 anos. Até mesmo ver as pessoas com seus cachorrinhos na rua,nas redes sociais,tem me causado dor. Sempre penso que era pra eu ainda estar também com a minha.💔
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sinto muito pela sua perda. Pelo que você escreve, parece que a dor não está apenas na perda da sua cachorra, mas também na dificuldade de encontrar um lugar para essa ausência. Quando alguém que amamos parte, às vezes nos agarramos à ideia de que "poderíamos ter feito mais", como se essa pergunta mantivesse vivo um vínculo que ainda não conseguimos nos despedir.
Talvez não seja o momento de convencer você de que fez o suficiente, mas de escutar com delicadeza o que essa culpa está tentando proteger. Há perdas que pedem menos respostas e mais espaço para serem vividas.
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Parece que tudo depende de mim. Como eu faço para parar de sentir isso?
Parece que tudo depende de mim. Como eu faço para parar de sentir isso?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Quando tudo parece depender de nós, vale a pena perguntar de onde vem essa necessidade de sustentar tanto. Muitas vezes, esse peso não nasce apenas das situações do presente, mas de uma posição que aprendemos a ocupar nas nossas relações.
Em vez de tentar simplesmente deixar de sentir isso, talvez seja importante compreender por que essa responsabilidade se tornou tão necessária. Às vezes, aquilo que hoje parece um excesso já foi uma forma de cuidar, de preservar um vínculo ou até de sobreviver emocionalmente.
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Como superar a dor de um término de relacionamento? Isso pode ser considerado um luto?
Como superar a dor de um término de relacionamento? Isso pode ser considerado um luto?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, um término pode ser vivido como um processo de luto. Mas, muitas vezes, o que dói não é apenas a perda da outra pessoa, e sim a perda de quem éramos naquela relação, dos planos construídos e do lugar que ocupávamos na vida do outro.
Por isso, mais do que buscar uma forma de "superar" a dor rapidamente, pode ser importante escutar o que esse rompimento desorganizou em você. Às vezes, quando essa dor encontra um espaço para ser dita e compreendida, ela deixa de precisar ser carregada sozinha.
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Como posso lidar com a tristeza de ter perdido meus objetos de infância sem autorização?
Como posso lidar com a tristeza de ter perdido meus objetos de infância sem autorização?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Quando perdemos algo que marcou a nossa história, nem sempre o sofrimento está apenas no objeto. Às vezes, o que dói é sentir que uma parte importante da nossa experiência foi retirada sem que pudéssemos escolher.
Talvez a pergunta não seja apenas como lidar com essa perda, mas o que esses objetos guardavam de você. Quando essa dor encontra um espaço para ser escutada, ela costuma revelar que a ausência fala de algo maior do que aquilo que foi perdido.
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Como o Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) pode afetar a resolução de problemas?
Como o Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) pode afetar a resolução de problemas?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O TOC pode fazer com que a busca por uma solução se transforme em uma busca por absoluta certeza. Em vez de ajudar a resolver um problema, a mente pode permanecer presa a dúvidas, verificações e tentativas de eliminar qualquer possibilidade de erro.
Mais do que perguntar "como resolver?", às vezes é importante compreender o que torna tão difícil conviver com a incerteza. Quando isso pode ser escutado com cuidado, novas formas de se relacionar com o sofrimento costumam se tornar possíveis.
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Pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) podem sentir “abandono” entre sessões?
Pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) podem sentir “abandono” entre sessões?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá!
Sim, é muito comum que isso aconteça, justamente porque a terapia é um ensaio do seu mundo interno, ou seja, as questões que você vivencia no seu dia a dia vão aparecer na clínica.
A diferença está na posição do analista: ele não vai reagir da mesma maneira que uma pessoa da sua vida (amigos, família, parceiros amorosos), mas ele vai assumir uma postura em que aquele conteúdo seu, que tanto se repete e te incomoda (nesse caso, a sensação de "abandono") possa finalmente ser encarado de outra maneira, e consequentemente comece a ser elaborado, ao invés de atuado.
Dessa forma, você vai encontrando maneiras mais saudáveis de lidar com essas questões.
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É normal ter uma dificuldade grande de manter interações sociais? Ja trabalhei com atendimento ao pú
É normal ter uma dificuldade grande de manter interações sociais? Ja trabalhei com atendimento ao público e sempre fui muito elogiada pela minha comunicação e simpatia, mas quando se trata de manter um relacionamento amigável com colegas de trabalho ou familia, é dificil interagir por não ser previsível e controlável. Nunca sei sobre o que devo conversar, o quanto devo falar sobre mim para não parecer arrogante ou o quanto devo ouvir sem parecer desinteressada. Que tipo de terapia devo buscar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você descreve pode ter diferentes explicações e não significa, por si só, que exista algum transtorno. Chama a atenção que a dificuldade apareça justamente nas relações mais espontâneas, em que não há um papel tão definido quanto no atendimento ao público.
Independentemente da abordagem, a psicoterapia pode ajudar a compreender o que torna essas interações tão difíceis e a construir relações com mais espontaneidade e segurança.
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É possível desenvolver transtorno de estresse pós-traumático em decorrência de bullying e ambientes
É possível desenvolver transtorno de estresse pós-traumático em decorrência de bullying e ambientes inóspitos?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, experiências repetidas de bullying e ambientes hostis podem ter efeitos psíquicos profundos e, em alguns casos, estar relacionadas ao desenvolvimento de Transtorno de Estresse Pós-Traumático.
No entanto, mais do que o tipo de situação em si, a forma como cada sujeito vive e simboliza essas experiências é determinante. Na psicanálise, entendemos que o trauma não está apenas no evento, mas naquilo que não pôde ser elaborado no momento em que aconteceu.
Quando algo insiste em retornar , seja em forma de lembranças, sonhos, ansiedade ou evitação, pode indicar que essa experiência ainda não encontrou um lugar na história da pessoa.
Um acompanhamento psicológico pode ajudar a dar sentido a essas vivências, permitindo que elas deixem de se repetir como sofrimento e possam ser integradas de outra forma.
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Estou vivendo um relacionamento vai fazer 2 anos e sou muito feliz ao lado do meu marido. Porém ele
Estou vivendo um relacionamento vai fazer 2 anos e sou muito feliz ao lado do meu marido. Porém ele não está feliz, me diz que sou apática e sem sentimentos pois não consigo expressar meus sentimentos, não sei demonstrar. Ele diz que não se sente amado, desejado e valorizado.
Tenho muitos traumas e não sei me expressar , já tentei algumas vezes me esforçar pra mudar isso mas nunca consigo mudar realmente de verdade.
As vezes realmente sinto que sou fria e sem sentimentos pois em muitas situações eu não consigo demonstrar o que tô sentindo, sou muito carinhosa fisicamente com ele mas falta conseguir me expressar em palavras, gestos e atitudes. Ele está sofrendo pois me valoriza muito e eu não consigo entregar essa reciprocidade. Eu não quero o perder mas me sinto perdida.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você descreve não significa, necessariamente, que lhe faltem sentimentos. O fato de você estar buscando compreender essa dificuldade e demonstrar preocupação com o sofrimento do seu marido sugere que a questão talvez não seja a ausência de sentimentos, mas a dificuldade em expressá-los.
Essa dificuldade pode gerar sofrimento para ambos, mas é algo que pode ser compreendido e trabalhado. A psicoterapia pode ajudá-la a entender o que torna tão difícil demonstrar o que sente e encontrar formas mais autênticas de se relacionar, sem precisar deixar de ser quem você é.
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Minha filha tem 13 anos, nunca teve nenhum relacionamento. Agora diz está apaixonada por uma menina
Minha filha tem 13 anos, nunca teve nenhum relacionamento. Agora diz está apaixonada por uma menina pela rede social
Estou com medo, não sei lidar com tudo isto e preciso de orientação para mim e ela.
Gratidão
MãeRESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo que essa situação possa despertar muitas dúvidas e inseguranças. Aos 13 anos, é comum que adolescentes vivenciem descobertas, experimentem sentimentos e façam perguntas sobre si mesmos. Isso, por si só, não permite concluir como será sua vida afetiva no futuro.
Talvez, neste momento, mais importante do que encontrar uma resposta seja oferecer um espaço em que sua filha possa falar sem medo e em que você também possa elaborar suas próprias angústias. Se essa situação tem sido difícil para vocês, o acompanhamento psicológico pode ser um espaço de escuta e orientação para toda a família.
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TCC ou Psicanálise? Qual delas é mais indicada para trabalhar questões relacionadas à Dependência Em
TCC ou Psicanálise? Qual delas é mais indicada para trabalhar questões relacionadas à Dependência Emocional, como ansiedade, medo da solidão, do abandono no fim de um relacionamento etc.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Tanto a psicanálise quanto a TCC podem tratar essas questões.
A diferença está mais na forma de olhar para o problema. Algumas abordagens focam mais em estratégias para lidar com o que está acontecendo agora, como a TCC. Outras procuram entender como certos padrões de relação foram se formando ao longo da história da pessoa, como a psicanálise.
Mais importante do que escolher “a melhor abordagem” é encontrar um profissional com quem você se sinta à vontade para falar. Quando existe esse espaço de confiança, fica mais possível compreender esses medos e construir formas mais seguras de se relacionar.
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É possível controlar a ansiedade patológica sem medicação?
É possível controlar a ansiedade patológica sem medicação?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, em alguns casos é possível. A necessidade de medicação depende da intensidade dos sintomas, do sofrimento envolvido e dos prejuízos que a ansiedade causa na vida da pessoa.
A psicoterapia pode ajudar a compreender o que está por trás da ansiedade e desenvolver formas mais saudáveis de lidar com ela. Quando necessário, o acompanhamento com um psiquiatra pode complementar esse processo, e não deve ser visto como um sinal de fraqueza ou incapacidade.
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É normal ficar nervoso e ficar com vontade de chorar quando alguém briga ou reclama com você? Ou tam
É normal ficar nervoso e ficar com vontade de chorar quando alguém briga ou reclama com você? Ou também quando vê uma briga?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, isso pode acontecer. Cada pessoa reage de maneira diferente a situações de conflito, e esse tipo de resposta pode estar relacionado à forma como essas experiências foram vividas ao longo da história de vida.
Se isso acontece com frequência e causa sofrimento ou prejuízos nas suas relações, a psicoterapia pode ser um espaço para compreender o sentido dessa reação e desenvolver uma relação mais tranquila com essas situações.
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O que pode ser quando a pessoa é multitarefa e o pensamento não fica parado em nenhum momento (excet
O que pode ser quando a pessoa é multitarefa e o pensamento não fica parado em nenhum momento (exceto quando estou dormindo)? Por exemplo, eu mal acordo de manhã e já estou pensando em pelo menos umas 3 coisas diferentes contra a minha vontade. Além disso, raramente consigo fazer 1 coisa de cada vez, porque me desconcentro rápido.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você descreve pode ter diferentes explicações e, apenas por esse relato, não é possível dizer o que está acontecendo. Pensamentos acelerados e dificuldade para manter a atenção podem estar relacionados a ansiedade, estresse, questões de atenção ou outras condições que precisam ser avaliadas com cuidado.
Na psicoterapia, mais do que tentar "silenciar" os pensamentos, busca-se compreender o que faz essa mente permanecer em constante movimento e qual função isso ocupa na sua vida. Se esses sintomas têm sido frequentes e trazido prejuízos, vale a pena procurar um psicólogo e, se necessário, também um psiquiatra para uma avaliação mais completa.
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Sou viciado em jogos de azar. Cheguei em um ponto que o dinheiro não tem mais “valor” para mim. O di
Sou viciado em jogos de azar. Cheguei em um ponto que o dinheiro não tem mais “valor” para mim. O dinheiro é apenas um mero número necessário para jogar mais. Se eu ganho no jogo, eu apenas uso o dinheiro para jogar mais (e eventualmente perco o que ganhei, é claro).
Me sinto um lixo, arrasado, tenho vergonha de admitir meu vicio para minha esposa. Me sinto pessimo por esconder isso dela e mentir.
Existe algum tratamento para superar esse vício?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, existe tratamento, e o que você descreve é mais comum do que parece. O vício em jogos pode se tornar um ciclo em que o dinheiro perde o valor e passa a ser só um meio para continuar jogando.
O jogo muitas vezes ocupa um lugar de descarga, de tentativa de lidar com algo interno que não está encontrando outra forma de saída. Por isso, mesmo quando há ganho, ele não se sustenta.
A culpa e a vergonha acabam mantendo tudo em silêncio, e isso fortalece ainda mais o ciclo.
Um acompanhamento com psicólogo pode ajudar a entender o que está por trás desse comportamento e abrir outras formas de lidar com isso.
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Sentimento de dependência emocional, não aceitar um término e ter o sentimento de que sem o outro nã
Sentimento de dependência emocional, não aceitar um término e ter o sentimento de que sem o outro não será feliz, forte crise de ansiedade. Existe tratamento?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, existe tratamento. Sentimentos intensos após um término podem estar relacionados à forma como cada pessoa vivencia os vínculos e as perdas. A psicoterapia pode ajudar a compreender por que essa separação provoca tanto sofrimento e por que a sensação de que só é possível ser feliz com o outro se torna tão intensa.
Se as crises de ansiedade estiverem muito frequentes ou intensas, também é importante buscar avaliação de um médico psiquiatra.
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Com pouco mais de um mês de cirurgia no acetábulo, a região ainda está em…