Perguntas do paciente (39)
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Como a vitamina D age no cérebro? .
Como a vitamina D age no cérebro? .
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Com base em evidência nível 1A — que corresponde a revisões sistemáticas de ensaios clínicos randomizados, ou seja, o mais alto grau de confiabilidade em medicina baseada em evidências — a deficiência de vitamina D tem, sim, uma associação significativa com sintomas de depressão, mas a relação com ansiedade e outras funções cognitivas ainda está sendo investigada com mais cautela.
Uma revisão sistemática e meta-análise publicada em 2018 no British Journal of Psychiatry (Vellekkatt & Menon) concluiu que a suplementação de vitamina D mostrou-se eficaz na redução de sintomas depressivos, especialmente em pessoas com deficiência prévia — esse estudo se apoia em nível de evidência 1A. Outro exemplo é a revisão publicada no Journal of Affective Disorders (2019), que também reforça que há melhora significativa dos sintomas depressivos com a correção da hipovitaminose D.
Por outro lado, quando falamos de ansiedade, os resultados ainda são mistos. Alguns estudos mostram tendência à melhora, mas não há evidência 1A consistente ainda para afirmar que a vitamina D trata ou previne transtornos ansiosos de forma direta.
Quanto às funções cognitivas e neurodegeneração (como Alzheimer), as evidências são mais observacionais até o momento — sugerem associação, mas ainda não atingem o nível de evidência 1A em termos de causalidade e eficácia de suplementação.
Resumindo com base no que temos de mais robusto até agora:
Há evidência 1A de que a deficiência de vitamina D contribui para sintomas depressivos e que a suplementação pode ajudar a tratá-los, especialmente quando os níveis estão baixos. Para ansiedade e declínio cognitivo, a relação ainda não é conclusiva no mais alto nível de evidência, embora existam fortes indícios observacionais.
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Qual é a conexão da vitamina D com a depressão e a ansiedade ?
Qual é a conexão da vitamina D com a depressão e a ansiedade ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Com base em evidência nível 1A — que corresponde a revisões sistemáticas de ensaios clínicos randomizados, ou seja, o mais alto grau de confiabilidade em medicina baseada em evidências — a deficiência de vitamina D tem, sim, uma associação significativa com sintomas de depressão, mas a relação com ansiedade e outras funções cognitivas ainda está sendo investigada com mais cautela.
Uma revisão sistemática e meta-análise publicada em 2018 no British Journal of Psychiatry (Vellekkatt & Menon) concluiu que a suplementação de vitamina D mostrou-se eficaz na redução de sintomas depressivos, especialmente em pessoas com deficiência prévia — esse estudo se apoia em nível de evidência 1A. Outro exemplo é a revisão publicada no Journal of Affective Disorders (2019), que também reforça que há melhora significativa dos sintomas depressivos com a correção da hipovitaminose D.
Por outro lado, quando falamos de ansiedade, os resultados ainda são mistos. Alguns estudos mostram tendência à melhora, mas não há evidência 1A consistente ainda para afirmar que a vitamina D trata ou previne transtornos ansiosos de forma direta.
Quanto às funções cognitivas e neurodegeneração (como Alzheimer), as evidências são mais observacionais até o momento — sugerem associação, mas ainda não atingem o nível de evidência 1A em termos de causalidade e eficácia de suplementação.
Resumindo com base no que temos de mais robusto até agora:
Há evidência 1A de que a deficiência de vitamina D contribui para sintomas depressivos e que a suplementação pode ajudar a tratá-los, especialmente quando os níveis estão baixos. Para ansiedade e declínio cognitivo, a relação ainda não é conclusiva no mais alto nível de evidência, embora existam fortes indícios observacionais.
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É verdade que a vitamina D é importante para a função cerebral, níveis insuficientes desse nutriente
É verdade que a vitamina D é importante para a função cerebral, níveis insuficientes desse nutriente podem desempenhar um papel no humor e em outras doenças mentais ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Com base em evidência nível 1A — que corresponde a revisões sistemáticas de ensaios clínicos randomizados, ou seja, o mais alto grau de confiabilidade em medicina baseada em evidências — a deficiência de vitamina D tem, sim, uma associação significativa com sintomas de depressão, mas a relação com ansiedade e outras funções cognitivas ainda está sendo investigada com mais cautela.
Uma revisão sistemática e meta-análise publicada em 2018 no British Journal of Psychiatry (Vellekkatt & Menon) concluiu que a suplementação de vitamina D mostrou-se eficaz na redução de sintomas depressivos, especialmente em pessoas com deficiência prévia — esse estudo se apoia em nível de evidência 1A. Outro exemplo é a revisão publicada no Journal of Affective Disorders (2019), que também reforça que há melhora significativa dos sintomas depressivos com a correção da hipovitaminose D.
Por outro lado, quando falamos de ansiedade, os resultados ainda são mistos. Alguns estudos mostram tendência à melhora, mas não há evidência 1A consistente ainda para afirmar que a vitamina D trata ou previne transtornos ansiosos de forma direta.
Quanto às funções cognitivas e neurodegeneração (como Alzheimer), as evidências são mais observacionais até o momento — sugerem associação, mas ainda não atingem o nível de evidência 1A em termos de causalidade e eficácia de suplementação.
Resumindo com base no que temos de mais robusto até agora:
Há evidência 1A de que a deficiência de vitamina D contribui para sintomas depressivos e que a suplementação pode ajudar a tratá-los, especialmente quando os níveis estão baixos. Para ansiedade e declínio cognitivo, a relação ainda não é conclusiva no mais alto nível de evidência, embora existam fortes indícios observacionais.
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Qual é a função da Vitamina D na saúde mental e bem-estar?
Qual é a função da Vitamina D na saúde mental e bem-estar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Com base em evidência nível 1A — que corresponde a revisões sistemáticas de ensaios clínicos randomizados, ou seja, o mais alto grau de confiabilidade em medicina baseada em evidências — a deficiência de vitamina D tem, sim, uma associação significativa com sintomas de depressão, mas a relação com ansiedade e outras funções cognitivas ainda está sendo investigada com mais cautela.
Uma revisão sistemática e meta-análise publicada em 2018 no British Journal of Psychiatry (Vellekkatt & Menon) concluiu que a suplementação de vitamina D mostrou-se eficaz na redução de sintomas depressivos, especialmente em pessoas com deficiência prévia — esse estudo se apoia em nível de evidência 1A. Outro exemplo é a revisão publicada no Journal of Affective Disorders (2019), que também reforça que há melhora significativa dos sintomas depressivos com a correção da hipovitaminose D.
Por outro lado, quando falamos de ansiedade, os resultados ainda são mistos. Alguns estudos mostram tendência à melhora, mas não há evidência 1A consistente ainda para afirmar que a vitamina D trata ou previne transtornos ansiosos de forma direta.
Quanto às funções cognitivas e neurodegeneração (como Alzheimer), as evidências são mais observacionais até o momento — sugerem associação, mas ainda não atingem o nível de evidência 1A em termos de causalidade e eficácia de suplementação.
Resumindo com base no que temos de mais robusto até agora:
Há evidência 1A de que a deficiência de vitamina D contribui para sintomas depressivos e que a suplementação pode ajudar a tratá-los, especialmente quando os níveis estão baixos. Para ansiedade e declínio cognitivo, a relação ainda não é conclusiva no mais alto nível de evidência, embora existam fortes indícios observacionais.
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Qual é a relação da vitamina D com o transtorno afetivo sazonal, a esquizofrenia e depressão ?
Qual é a relação da vitamina D com o transtorno afetivo sazonal, a esquizofrenia e depressão ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Com base em evidência nível 1A — que corresponde a revisões sistemáticas de ensaios clínicos randomizados, ou seja, o mais alto grau de confiabilidade em medicina baseada em evidências — a deficiência de vitamina D tem, sim, uma associação significativa com sintomas de depressão, mas a relação com ansiedade e outras funções cognitivas ainda está sendo investigada com mais cautela.
Uma revisão sistemática e meta-análise publicada em 2018 no British Journal of Psychiatry (Vellekkatt & Menon) concluiu que a suplementação de vitamina D mostrou-se eficaz na redução de sintomas depressivos, especialmente em pessoas com deficiência prévia — esse estudo se apoia em nível de evidência 1A. Outro exemplo é a revisão publicada no Journal of Affective Disorders (2019), que também reforça que há melhora significativa dos sintomas depressivos com a correção da hipovitaminose D.
Por outro lado, quando falamos de ansiedade, os resultados ainda são mistos. Alguns estudos mostram tendência à melhora, mas não há evidência 1A consistente ainda para afirmar que a vitamina D trata ou previne transtornos ansiosos de forma direta.
Quanto às funções cognitivas e neurodegeneração (como Alzheimer), as evidências são mais observacionais até o momento — sugerem associação, mas ainda não atingem o nível de evidência 1A em termos de causalidade e eficácia de suplementação.
Resumindo com base no que temos de mais robusto até agora:
Há evidência 1A de que a deficiência de vitamina D contribui para sintomas depressivos e que a suplementação pode ajudar a tratá-los, especialmente quando os níveis estão baixos. Para ansiedade e declínio cognitivo, a relação ainda não é conclusiva no mais alto nível de evidência, embora existam fortes indícios observacionais.
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É verdade que a vitamina D tem a ver com a saúde mental?
É verdade que a vitamina D tem a ver com a saúde mental?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Com base em evidência nível 1A — que corresponde a revisões sistemáticas de ensaios clínicos randomizados, ou seja, o mais alto grau de confiabilidade em medicina baseada em evidências — a deficiência de vitamina D tem, sim, uma associação significativa com sintomas de depressão, mas a relação com ansiedade e outras funções cognitivas ainda está sendo investigada com mais cautela.
Uma revisão sistemática e meta-análise publicada em 2018 no British Journal of Psychiatry (Vellekkatt & Menon) concluiu que a suplementação de vitamina D mostrou-se eficaz na redução de sintomas depressivos, especialmente em pessoas com deficiência prévia — esse estudo se apoia em nível de evidência 1A. Outro exemplo é a revisão publicada no Journal of Affective Disorders (2019), que também reforça que há melhora significativa dos sintomas depressivos com a correção da hipovitaminose D.
Por outro lado, quando falamos de ansiedade, os resultados ainda são mistos. Alguns estudos mostram tendência à melhora, mas não há evidência 1A consistente ainda para afirmar que a vitamina D trata ou previne transtornos ansiosos de forma direta.
Quanto às funções cognitivas e neurodegeneração (como Alzheimer), as evidências são mais observacionais até o momento — sugerem associação, mas ainda não atingem o nível de evidência 1A em termos de causalidade e eficácia de suplementação.
Resumindo com base no que temos de mais robusto até agora:
Há evidência 1A de que a deficiência de vitamina D contribui para sintomas depressivos e que a suplementação pode ajudar a tratá-los, especialmente quando os níveis estão baixos. Para ansiedade e declínio cognitivo, a relação ainda não é conclusiva no mais alto nível de evidência, embora existam fortes indícios observacionais.
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É verdade que a Vitamina D tem relação com a saúde mental ?
É verdade que a Vitamina D tem relação com a saúde mental ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Com base em evidência nível 1A — que corresponde a revisões sistemáticas de ensaios clínicos randomizados, ou seja, o mais alto grau de confiabilidade em medicina baseada em evidências — a deficiência de vitamina D tem, sim, uma associação significativa com sintomas de depressão, mas a relação com ansiedade e outras funções cognitivas ainda está sendo investigada com mais cautela.
Uma revisão sistemática e meta-análise publicada em 2018 no British Journal of Psychiatry (Vellekkatt & Menon) concluiu que a suplementação de vitamina D mostrou-se eficaz na redução de sintomas depressivos, especialmente em pessoas com deficiência prévia — esse estudo se apoia em nível de evidência 1A. Outro exemplo é a revisão publicada no Journal of Affective Disorders (2019), que também reforça que há melhora significativa dos sintomas depressivos com a correção da hipovitaminose D.
Por outro lado, quando falamos de ansiedade, os resultados ainda são mistos. Alguns estudos mostram tendência à melhora, mas não há evidência 1A consistente ainda para afirmar que a vitamina D trata ou previne transtornos ansiosos de forma direta.
Quanto às funções cognitivas e neurodegeneração (como Alzheimer), as evidências são mais observacionais até o momento — sugerem associação, mas ainda não atingem o nível de evidência 1A em termos de causalidade e eficácia de suplementação.
Resumindo com base no que temos de mais robusto até agora:
Há evidência 1A de que a deficiência de vitamina D contribui para sintomas depressivos e que a suplementação pode ajudar a tratá-los, especialmente quando os níveis estão baixos. Para ansiedade e declínio cognitivo, a relação ainda não é conclusiva no mais alto nível de evidência, embora existam fortes indícios observacionais.
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É verdade que luz solar tem interferência no humor das pessoas ?
É verdade que luz solar tem interferência no humor das pessoas ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Com base em evidência nível 1A — que corresponde a revisões sistemáticas de ensaios clínicos randomizados, ou seja, o mais alto grau de confiabilidade em medicina baseada em evidências — a deficiência de vitamina D tem, sim, uma associação significativa com sintomas de depressão, mas a relação com ansiedade e outras funções cognitivas ainda está sendo investigada com mais cautela.
Uma revisão sistemática e meta-análise publicada em 2018 no British Journal of Psychiatry (Vellekkatt & Menon) concluiu que a suplementação de vitamina D mostrou-se eficaz na redução de sintomas depressivos, especialmente em pessoas com deficiência prévia — esse estudo se apoia em nível de evidência 1A. Outro exemplo é a revisão publicada no Journal of Affective Disorders (2019), que também reforça que há melhora significativa dos sintomas depressivos com a correção da hipovitaminose D.
Por outro lado, quando falamos de ansiedade, os resultados ainda são mistos. Alguns estudos mostram tendência à melhora, mas não há evidência 1A consistente ainda para afirmar que a vitamina D trata ou previne transtornos ansiosos de forma direta.
Quanto às funções cognitivas e neurodegeneração (como Alzheimer), as evidências são mais observacionais até o momento — sugerem associação, mas ainda não atingem o nível de evidência 1A em termos de causalidade e eficácia de suplementação.
Resumindo com base no que temos de mais robusto até agora:
Há evidência 1A de que a deficiência de vitamina D contribui para sintomas depressivos e que a suplementação pode ajudar a tratá-los, especialmente quando os níveis estão baixos. Para ansiedade e declínio cognitivo, a relação ainda não é conclusiva no mais alto nível de evidência, embora existam fortes indícios observacionais.
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É comum o sertralina causar rigidez da mandíbula, aperto de dentes e lábios trêmulos ao falar?
É comum o sertralina causar rigidez da mandíbula, aperto de dentes e lábios trêmulos ao falar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É um efeito colateral possível.
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Fumei maconha constantemente/diariamente por 5 meses e decidi parar para sempre por conta de crises
Fumei maconha constantemente/diariamente por 5 meses e decidi parar para sempre por conta de crises de ansiedade muito fortes. Estou fazendo tratamento com psicólogo e psiquiatra, tomando Bupopriona, Ansitec e Noctal. Quanto tempo durará a crise de abstinência?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Geralmente de 7-14 dias, o pior costuma ser até o quinto dia e alguns sintomas podem durar até 3-4 semanas (geralmente bem leves). Agora fissura (grande vontade de utilizar) pode durar para vida toda, principalmente em situações que remetam ao uso prévio,
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Tomo escitalopram 20mg, posso tomar melatonina com triptofano de noite?
Tomo escitalopram 20mg, posso tomar melatonina com triptofano de noite?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O escitalopram não impede. A questão é se é necessário utilizar melatonina e triptofano
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Olá, gostaria de saber se posso tomar maracugina para controlar ansiedade em um momento pontual, mes
Olá, gostaria de saber se posso tomar maracugina para controlar ansiedade em um momento pontual, mesmo fazendo o acompanhamento com oxalato de escitalopram de 10mg.
Existe alguma contraindicação?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Pode tomar sem problemas. Cuidado apenas com a dosagem, não ultrapasse o nível diário recomendado.
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É possível conseguir o laudo de sanidade mental por meio de teleconsulta?
É possível conseguir o laudo de sanidade mental por meio de teleconsulta?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, é possível. Importante enfatizar que caso seja um laudo para concurso público/polícia federal é necessário que o médico tenha o registro de qualificação de especialista (RQE) em psiquiatria.
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Posso fazer aplicação ezimas de gorduras e usando a medicaçao BUP? Existe interaçãoes medicamentosa?
Posso fazer aplicação ezimas de gorduras e usando a medicaçao BUP? Existe interaçãoes medicamentosa?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A principal enzima utilizada é o desoxicolato de sódio, não há pesquisas associando a segurança dessa substância com o uso de bupropiona, porém também não existe uma relação no mecanismo de ação de ambas as substâncias, ou seja, não há evidência de segurança, mas também é pouco provável que exista algum risco associado ao uso de bupropiona concomitante ao desoxicolato de sódio.
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Tenho insonia e já tentei várias classes de medicamentos pra insonia até que parei no alprazolam. Se
Tenho insonia e já tentei várias classes de medicamentos pra insonia até que parei no alprazolam. Sera que nesse caso vou depender dele pra sempre? Não queria ficar dependente de tarja preta
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Não necessariamente, existem diversas causas de insônia e o melhor tratamento para maioria delas costuma ser através de mudanças nos hábitos de vida (menor exposição à telas, menor consumo de cafeína, realizar atividades físicas etc). Existe inclusive um tipo de terapia específica para insônia que é a terapia cognitivo comportamental específica para insônia.
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Boa tarde, fiquei 5 dias sem tomar sertralina e quando retornei me senti mal ( medo, um pouco de tre
Boa tarde, fiquei 5 dias sem tomar sertralina e quando retornei me senti mal ( medo, um pouco de tremeideira, não consegui dormir ) É normal?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É esperado, quando paramos esta medicação abruptamente pode ocorrer sintomas de retirada, sendo o tempo de meia vida da sertralina de 22-36 horas, cinco dias são mais que o suficiente para esses efeitos começarem. Com a reintrodução da medicação esses efeitos somem dentro de alguns dias.
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O médico me receitou um amitriptlina de 2mg de manhã e dois amitriptlina de 2mg a noite mais dois cl
O médico me receitou um amitriptlina de 2mg de manhã e dois amitriptlina de 2mg a noite mais dois clonazepan de 2mg e quetiapina de 100mg.Tomei um amitriptlina de manhã e três a noite, um a mais que a dose receitada além da quetiapina de 100mg e dois clonazepan de 2 mg. Tem algum problema, corro algum risco?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Obrigado por compartilhar isso com sinceridade. É muito importante que a gente fale abertamente sobre o uso das medicações.
Pelo que você me contou, houve uma pequena confusão na dosagem. Vamos organizar direitinho:
Você tomou 1 comprimido de amitriptilina de 25 mg pela manhã e 3 comprimidos à noite, totalizando 100 mg em um único dia, sendo que a prescrição era de 2 comprimidos (50 mg) à noite e 1 (25 mg) de manhã — ou seja, acabou tomando um comprimido a mais à noite.
Também tomou:
2 comprimidos de clonazepam de 2 mg (totalizando 4 mg)
1 comprimido de quetiapina de 100 mg
Essa combinação, mesmo com a dose extra de amitriptilina, não representa um risco grave imediato se você estiver consciente, respirando normalmente e sem sintomas importantes como tontura intensa, confusão severa ou sonolência profunda. Porém, os três medicamentos juntos são sedativos e depressivos do sistema nervoso central, então é esperado que você tenha sentido mais sonolência, dificuldade de concentração ou até confusão leve.
A amitriptilina, em especial, é uma medicação que exige bastante cuidado com a dosagem porque, em doses altas ou em uso irregular, pode causar efeitos colaterais como:
Boca seca, visão turva, constipação
Sonolência intensa
Confusão mental, especialmente em doses acima do habitual
Não é preciso entrar em pânico, um único episódio como esse, com uma dose levemente acima do prescrito, normalmente não traz consequências sérias. O importante é não repetir o erro, seguir a prescrição com atenção e, se sentir qualquer sintoma persistente ou preocupante, nos avisar imediatamente.
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Quero saber se o uso do Depakote ER prejudica na absorção da Biotina???
Quero saber se o uso do Depakote ER prejudica na absorção da Biotina???
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Ótima pergunta, e ela mostra que você está atento à interação entre medicações e vitaminas, o que é muito importante em tratamentos prolongados.
O Depakote ER (valproato de sódio de liberação prolongada) pode sim afetar a absorção ou o metabolismo de algumas vitaminas, especialmente do complexo B, como a biotina (vitamina B7). Não é um efeito muito comum ou grave na maioria dos casos, mas já foi observado que o uso prolongado de ácido valproico pode levar a: Redução dos níveis séricos de biotina, por mecanismos que envolvem alteração no metabolismo hepático e possível interferência na absorção intestinal.
Casos raros de deficiência de biotina, com sintomas como queda de cabelo, pele seca ou avermelhada, e, em situações mais graves, fadiga ou alterações de humor.
Vale dizer que esses efeitos são mais frequentes em tratamentos de longa duração ou em pessoas com outros fatores de risco nutricional. E geralmente são reversíveis com a suplementação adequada.
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Ola, gostaria de saber se o Cebrilin causa queda de cabelo e se sim, ao parar com a medicação o cabe
Ola, gostaria de saber se o Cebrilin causa queda de cabelo e se sim, ao parar com a medicação o cabelo nasce novamente ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, embora seja raro, a queda de cabelo (eflúvio telógeno) está descrita como um possível efeito colateral da paroxetina. Esse efeito costuma ser reversível, ou seja, o cabelo volta a crescer normalmente.
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Perguntas frequentes
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Neném com nuca 2,5 d 12 semanas d gestação e normal esse valor?
A translucência nucal de 2,5 mm com 12 semanas não deve ser interpretada…