Perguntas do paciente (20)

  • O que a avaliação da compreensão de expressões idiomáticas avalia na neuropsicologia?

    O que a avaliação da compreensão de expressões idiomáticas avalia na neuropsicologia?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rosane Skalski

    Expressões idiomáticas são usadas em testes neuropsicológicos porque avaliam muito mais do que vocabulário: elas exigem compreensão abstrata, flexibilidade cognitiva, controle inibitório e inferência de contexto.


  • O que causa a perda de memória de curto prazo ? .

    O que causa a perda de memória de curto prazo ? .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rosane Skalski

    A perda de memória de curto prazo pode ser causada por estresse, ansiedade, cansaço, falta de atenção, má qualidade do sono, depressão, uso de medicamentos ou álcool e alterações hormonais.
    Em alguns casos, pode estar relacionada a condições neurológicas, como comprometimento cognitivo leve, demências, traumatismo craniano ou AVC.
    Quando os esquecimentos são frequentes, progressivos e interferem no dia a dia, é importante investigar com um profissional.


  • Como o estresse afeta o sequenciamento na memória de curto prazo?

    Como o estresse afeta o sequenciamento na memória de curto prazo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rosane Skalski

    O estresse eleva o cortisol, prejudica a atenção e inibe o córtex pré-frontal, responsável por organizar e sequenciar informações. Com isso, a memória de curto prazo fica desorganizada: a pessoa até lembra dos conteúdos, mas perde a ordem, pula etapas e se confunde no sequenciamento.


  • . Como o neuropsicólogo lida com o perfil heterogêneo na prática?

    . Como o neuropsicólogo lida com o perfil heterogêneo na prática?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rosane Skalski

    Na prática, o neuropsicólogo compreende o perfil heterogêneo analisando padrões de funcionamento, integrando testes, observação clínica e contexto de vida. O foco não é o escore isolado, mas as forças, fragilidades e estratégias, para planejar uma intervenção individualizada, funcional e sem rótulos rígidos.
    É compreender o funcionamento singular, integrar dados e transformar diferenças cognitivas em direcionamento clínico e funcional — não em julgamento.


  • Como o TPB pode influenciar comportamentos agressivos ou de bullying?

    Como o TPB pode influenciar comportamentos agressivos ou de bullying?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rosane Skalski

    Pode, sim, estar associado a comportamentos agressivos — inclusive a atitudes que podem ser interpretadas como bullying — mas é importante compreender o contexto para não reforçar estigmas.
    Nem todas as pessoas com TPB praticam bullying ou comportamentos agressivos.
    Dificuldade em regular emoções: crises de raiva intensa, explosões emocionais ou impulsividade podem gerar comportamentos agressivos.
    Impulsividade: tendência a agir sem pensar nas consequências, o que pode levar a comportamentos de intimidação ou humilhação.
    Distorções cognitivas: percepção de ofensas ou rejeição onde talvez não existam, resultando em reações exageradas.
    Muitas vezes, a agressividade é uma resposta ao sofrimento interno, e não uma intenção consciente de prejudicar.
    Pessoas com TPB também podem ser vítimas de bullying, justamente por apresentarem reações intensas que despertam incompreensão social.
    Em resumo: o TPB pode contribuir para comportamentos agressivos ou semelhantes ao bullying, mas esses não são “traços fixos da personalidade” — são expressões de uma dificuldade emocional que pode ser tratada e transformada. A psicoterapia auxilia na regulação emocional e na diminuição de comportamentos agressivos. Rede de apoio (família, amigos, profissionais) pode oferecer segurança, acolhimento e limites saudáveis.


  • Como o transtorno de personalidade borderline (TPB) e o bullying se relacionam?

    Como o transtorno de personalidade borderline (TPB) e o bullying se relacionam?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rosane Skalski

    O TPB pode contribuir para comportamentos agressivos ou semelhantes ao bullying, mas esses não são “traços fixos da personalidade” — são expressões de uma dificuldade emocional que pode ser tratada e transformada.
    Nem todas as pessoas com TPB praticam bullying ou comportamentos agressivos.
    Muitas vezes, a agressividade é uma resposta ao sofrimento interno, e não uma intenção consciente de prejudicar. A Terapia
    traz auto conhecimento ,fortalecer vínculos e reduzir conflitos.
    Rede de apoio ,família, amigos, profissionais, da área de saúde, pode oferecer segurança, acolhimento e limites saudáveis.


  • Como as pessoas próximas podem ajudar quem tem TPB e é vítima de bullying?

    Como as pessoas próximas podem ajudar quem tem TPB e é vítima de bullying?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rosane Skalski


    Validar o que a pessoa sente, sem minimizar (“isso não é nada”) ou exagerar.
    Mostrar presença e disponibilidade para
    ouvir.
    Incentivar o tratamento .Apoiar a busca por psicoterapia .
    Estimular hábitos saudáveis: sono, rotina, atividades que ajudam na regulação emocional.
    Convivência com alguém que tem TPB pode ser desafiadora.
    Buscar grupos de apoio, terapia familiar ou acompanhamento psicológico para familiares e parceiros.


  • Como posso ajudar uma pessoa com TPB que está sofrendo bullying?

    Como posso ajudar uma pessoa com TPB que está sofrendo bullying?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rosane Skalski

    Evitar respostas impulsivas em crises
    Tentar manter a calma diante de explosões emocionais.
    Não alimentar o ciclo de agressividade com reações igualmente intensas.
    Validar o que a pessoa sente, sem minimizar (“isso não é nada”) ou exagerar.
    Mostrar presença e disponibilidade para ouvir.
    Estabelecer limites claros e firmes. Ser acolhedor não significa aceitar tudo.
    Definir o que é aceitável e o que não é (ex.: agressões verbais, invasões de privacidade).
    Ajudar a desenvolver autonomia.
    Evitar assumir todas as responsabilidades pela vida da pessoa.
    Cuidar de si também, pois a convivência
    com alguém que tem TPB pode ser desafiadora.
    Buscar grupos de apoio, terapia familiar ou acompanhamento psicológico .


  • O que torna uma pessoa com TPB mais vulnerável ao bullying?

    O que torna uma pessoa com TPB mais vulnerável ao bullying?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rosane Skalski

    Não é a pessoa com TPB que “provoca” o bullying — o que acontece é que suas características emocionais (Reagem fortemente a críticas, rejeição ou humilhação).
    Pequenos comentários podem ser percebidos como ataques graves, atraindo mais atenção negativa. E comportamentais podem aumentar a visibilidade da vulnerabilidade em contextos sociais. Por isso, o bullying tende a afetá-las de forma mais intensa.
    A terapia A terapia sistêmica pode ser extremamente útil tanto para pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) quanto para aquelas que sofrem bullying, porque foca não apenas no indivíduo, mas nas relações e dinâmicas ao redor dele.


  • O que o terapeuta existencial busca na impulsividade de um paciente?

    O que o terapeuta existencial busca na impulsividade de um paciente?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rosane Skalski

    A psicologia existencial compreende a impulsividade não apenas como um problema de controle, mas como um sintoma de um processo mais profundo. O tratamento, nessa perspectiva, não se concentra apenas em suprimir o impulso, mas em ajudar a pessoa a compreender o sentido de sua impulsividade, o que ele está tentando evitar ou obter com suas ações. O objetivo é desenvolver o autoconhecimento e a autorregulação emocional. A terapia busca fazer o indivíduo se conscientizar de que, mesmo agindo impulsivamente, ele ainda esta fazendo uma escolha, e que a responsabilidade por essa ação é sua.
    filósofos como Sartre, enfatiza a liberdade radical do ser humano. "
    O indivíduo está "condenado a ser livre", o que significa que é obrigado a fazer escolhas a todo momento, mesmo que não queira.


  • "Como a consciência de que a vida influencia a minha necessidade de agir rapidamente, de forma impul

    "Como a consciência de que a vida influencia a minha necessidade de agir rapidamente, de forma impulsiva?"

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rosane Skalski


    O terapeuta ajuda o cliente a compreender o sentido de sua impulsividade, o que ele está tentando evitar ou obter com suas ações. O objetivo é desenvolver o autoconhecimento e a autorregulação emocional. Ajuda
    o indivíduo se conscientizar de que, mesmo agindo impulsivamente, ele ainda esta fazendo uma escolha, e que a responsabilidade por essa ação é sua.


  • Geralmente meu namorado não sabe o que dizer nos momentos que estamos conversando por mensagens. Por

    Geralmente meu namorado não sabe o que dizer nos momentos que estamos conversando por mensagens. Por ele não conseguir se comunicar eu fico estressada e triste, pois parece que estou sozinha nos momentos que preciso dele. Por isso, guardo muita coisa pra mim e ultimamente tenho ficado triste em qualquer coisa que nos leve ao mesmo assunto dele não se comunicar. O que eu faço?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rosane Skalski

    Dificuldade em se comunica poder ter várias causas em vários níveis .Pode ser a falta de repertório social ou experiencial, ser difícil reconhecer ou expressar nossas emoções ou necessidades, ter medo do que o outro pode pensar a nosso respeito, não se sentir compreendido e aberto a explicar o que se passa. Esses são alguns dos exemplos. Como a necessidade de ser ouvida e sua , é importante você procurar uma escuta especializada, um psicólogo.


  • Como a terapia pode ajudar no tratamento do transtorno borderline?

    Como a terapia pode ajudar no tratamento do transtorno borderline?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rosane Skalski

    Olá! Transtornos de personalidade,
    a terapia sistêmica reconhece a interconexão entre o indivíduo e o ambiente, e visa promover mudanças positivas nas dinâmicas relacionais.
    A terapia sistêmica é uma abordagem terapêutica que examina os indivíduos no contexto dos sistemas de relacionamentos em que estão inseridos. Isso inclui considerar a família, grupos sociais, ambiente de trabalho e a cultura mais ampla. pode ser utilizada no tratamento de transtornos de personalidade, reconhecendo a interconexão entre indivíduo e ambiente, visando desvendar padrões disfuncionais e promover mudanças positivas nas dinâmicas relacionais.


  • É possível levar uma vida feliz com transtorno borderline?

    É possível levar uma vida feliz com transtorno borderline?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rosane Skalski

    Como sempre dizem, “ninguém é uma ilha”. Todos nós, por mais sozinhos que possamos viver, sempre mantemos algum tipo de relacionamento com pessoas, seja no âmbito da família, profissional, escolar, de amizade…
    Enfim, o homem sempre constrói e mantém algum tipo de relacionamento. O foco da Terapia Sistêmica é justamente a ligação entre o indivíduo e os relacionamentos que o cercam. Quem a conduz é o psicólogo que, após uma análise, trata as possíveis dificuldades e os eventuais transtornos que envolvem os relacionamentos do paciente. A psicologia auxiliando pessoas a alcançar o bem-estar e a uma maior qualidade de vida e a amenizar os transtornos.


  • Gosto muito da psicologia social. Existe alguma abordagem vinculada a ela e que possa ser usada em a

    Gosto muito da psicologia social. Existe alguma abordagem vinculada a ela e que possa ser usada em atendimento clínico?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rosane Skalski

    Olá! Sou psicóloga clínica com especialização em Sistêmica. A psicologia social e a psicologia sistêmica são áreas de estudo que se relacionam com a análise do comportamento humano em diferentes contextos. O terapeuta sistêmico trabalha com o cliente para explorar as dinâmicas e padrões de interação do sistema social, com o objetivo de promover mudanças e melhorar o funcionamento global. A terapia sistêmica é frequentemente utilizada para tratar problemas familiares, mas também pode ser aplicada em outras áreas, como a terapia de casal, a terapia de grupo e a terapia organizacional.


  • É normal se sentir vazio e sem propósito por não conseguir um relacionamento amoroso? Sou homem, ten

    É normal se sentir vazio e sem propósito por não conseguir um relacionamento amoroso? Sou homem, tenho 26 anos e nunca namorei. Sempre quis um relacionamento desde minha adolescência, e meu sonho sempre foi me casar. Estou começando a ficar preocupado que isso nunca ocorra. É errado eu visar um relacionamento como propósito? Atualmente, estou na faculdade, mas sinto que tudo que eu faço é em vão; nada preenche essa falta de propósito e vazio que eu sinto.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rosane Skalski

    Estar bem consigo mesmo, então, é relacionar-se bem com o mundo. Ou seja, ser sensível a si mesmo a fim de estabelecer relações capazes de gerar sentimentos de pertencimento, autovalorização e respeito .Procure um Psicólogo que te ajude a refletir e elaborar todas essas questões .


  • Meu filho tem 2 anos e 8 meses e é muito apegado à minha irmã e sua cachorrinha, porém ambas foram v

    Meu filho tem 2 anos e 8 meses e é muito apegado à minha irmã e sua cachorrinha, porém ambas foram viajar e ele não demonstrou sentir falta, nem saudade delas. É normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rosane Skalski

    O apego seguro significa que seu filho confia que pessoa a quem é apegado voltará. Se não há mudança significantes de comportamento, demonstra que ele está lidando de uma forma diferente da sua.


  • Usei 8 sacola de cocaina ainda consigo dormir ?já são 1 da manhã ?

    Usei 8 sacola de cocaina ainda consigo dormir ?já são 1 da manhã ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rosane Skalski

    Olá, Como você está? Os sintomas da dependência de cocaína podem variar de leves a graves e podem incluir aumento da irritabilidade, agitação, paranoia, ansiedade extrema, depressão, insônia, perda de peso, problemas cardíacos, convulsões e comportamento impulsivo. Entendo o seu relato como um pedido de socorro também, desta forma é importante buscar entender quais motivos que o levaram a buscar esta substancia. Procure ajuda médica e psicológica. A terapia poderá te proporcionar uma melhora na sua vida em vários sentidos e contextos. Dependência química é coisa séria e precisa de tratamento.


  • Olá, bom dia, boa tarde ou boa noite, sou adolescente e tenho sentido ansiedade e até mesmo raiva. T

    Olá, bom dia, boa tarde ou boa noite, sou adolescente e tenho sentido ansiedade e até mesmo raiva. Tenho de certa descontado isso nos meus familiares, através de falas grosseiras. Também tenho me sentido improdutivo e até procrastinador, gostaria de saber razões para isso. E soluções se possível.
    Desde já, agradeço a atenção.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rosane Skalski

    Olá! A adolescência é uma fase da vida em que se desenvolve um conjunto de mudanças evolutivas na maturação física e biológica, ajustamento psicológico e social do indivíduo. O cérebro do adolescente não está totalmente desenvolvido. Na verdade, o cérebro não se desenvolve completamente até a pessoa ter vinte e poucos anos (em média).
    Especificamente para os adolescentes, o córtex pré-frontal – a parte do cérebro responsável pelo pensamento racional, pelo controle emocional e pelo desempenho comportamental – ainda não amadureceu completamente. Como resultado, os adolescentes que passam pela puberdade muitas vezes têm emoções fora de controle. ainda não têm plena capacidade mental para lidar com suas emoções, o que pode ser muito difícil. Pode causar sentimentos aumentados de irritabilidade, raiva e estresse. Há psicólogos especializados em ajudar adolescentes a enfrentar desafios emocionais durante a puberdade.
    Não deixe que as dificuldades emocionais prejudiquem o seu bem-estar . Agende uma consulta e dê o primeiro passo para superar esses obstáculos e prosperar em sua jornada de desenvolvimento.


  • Vale a pena um adulto ir atrás de diagnóstico de autismo? Sou considerada esquisita desde criança pe

    Vale a pena um adulto ir atrás de diagnóstico de autismo? Sou considerada esquisita desde criança pelos meus familiares e pessoas próximas, e sempre vivi assim a gente se acostuma com a indiferença dos outros, desconfio do autismo, mas muda alguma coisa na vida de um adulto ter um diagnóstico?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rosane Skalski

    Sim! é importante que adultos que suspeitam de autismo procurem um especialista para avaliação:
    O diagnóstico pode ajudar a entender a si mesmo e como se relaciona com o mundo
    Pode ajudar a identificar pontos fortes e áreas que precisam de desenvolvimento
    Pode ajudar a encontrar maneiras de lidar com os desafios do transtorno
    Pode ajudar a ter uma perspectiva diferente da infância.


Perguntas frequentes

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