Perguntas do paciente (3193)

  • Meu neto tem 6 anos e já passa com pediatra e psicóloga mas ainda faz cocô na roupa, o que poderemos

    Meu neto tem 6 anos e já passa com pediatra e psicóloga mas ainda faz cocô na roupa, o que poderemos fazer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Rosângela Fatori

    Essa situação é mais comum do que parece nessa idade. É importante manter a calma e evitar punições ou constrangimentos, pois isso pode aumentar a ansiedade da criança. Conversar com a psicóloga sobre o comportamento e observar se há fatores emocionais ou fisiológicos envolvidos é o melhor caminho. Com paciência e acompanhamento, a tendência é que o controle vá se estabelecendo naturalmente.


  • Minha filha teve uma crise de nervoso, ela tinha um ódio de algo ou alguém , socava o chão, suas mão

    Minha filha teve uma crise de nervoso, ela tinha um ódio de algo ou alguém , socava o chão, suas mãos fecharam. Qual a melhor maneira de se tratar e como lhe dar com isso nessas horas?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Rosângela Fatori

    Nessas situações, o mais importante é manter a calma e garantir que ela esteja segura, sem machucar a si mesma ou aos outros. Depois que a crise passar, conversar sobre o que aconteceu de forma acolhedora e sem julgamento ajuda a criança a entender e nomear as emoções. O acompanhamento com uma psicóloga infantil pode ensinar estratégias de autorregulação emocional, que ajudam a lidar com raiva e frustração de forma mais saudável.


  • Meu filho tem 3 anos só aceita comida líquida (papinha) ... Não aceita de forma alguma arroz, feijão

    Meu filho tem 3 anos só aceita comida líquida (papinha) ... Não aceita de forma alguma arroz, feijão e assim por diante ...demais alimentos como pão, biscoito e demais ele come normalmente mais almoço ele até vomita se insisto. Qual especialidade devo leva-lo para tratamento?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Rosângela Fatori

    Nessa idade, quando a criança tem dificuldade intensa com texturas sólidas, pode ser importante procurar um fonoaudiólogo especializado em alimentação infantil. Eles ajudam a criança a desenvolver a aceitação de diferentes texturas de forma gradual e segura. Além disso, um pediatra pode acompanhar o crescimento e descartar causas médicas, e, se necessário, a psicóloga pode auxiliar em questões emocionais ou comportamentais ligadas à alimentação.


  • O que devo fazer pra cura essa Tricotilomania? Tem algum remédio que alivia esse sintomas e qual med

    O que devo fazer pra cura essa Tricotilomania? Tem algum remédio que alivia esse sintomas e qual medico especializado?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Rosângela Fatori

    O tratamento da tricotilomania costuma envolver **psicoterapia**, especialmente a abordagem cognitivo-comportamental adaptada para o transtorno, que ensina formas de lidar com a vontade de puxar os cabelos. Em alguns casos, **psiquiatras** podem avaliar o uso de medicação para reduzir ansiedade ou impulsividade associada, mas não há um remédio específico que “cure” sozinho. O caminho mais eficaz é o acompanhamento conjunto de psicólogo e psiquiatra, com estratégias práticas para controlar os impulsos e melhorar a qualidade de vida.


  • Quando era criança tinha a mania de mastigar a lingua me dava uma sensação boa, mas naturalmente par

    Quando era criança tinha a mania de mastigar a lingua me dava uma sensação boa, mas naturalmente parou. Um dia desses um parente me lembrou que eu tinha esse hábito. É incrível mas instantaneamente a "mania" voltou! Desde então mastigo a lingua sem parar e agora piorou, eu peguei a mania de ficar passando a unha na linha, arranhando e está causando pequenas lesões e dor qdo eu como. Horrível, mas definitamente não consigo parar está incontrolável! Como posso tratar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Rosângela Fatori

    Esse tipo de comportamento é conhecido como hábito repetitivo corporal, e pode estar ligado à ansiedade ou à necessidade de aliviar tensão. O tratamento mais indicado é a psicoterapia, especialmente a terapia cognitivo-comportamental, que ajuda a identificar os gatilhos e desenvolver estratégias para controlar o impulso. Procurar um psicólogo é um bom começo, e em alguns casos o psiquiatra pode avaliar o uso de medicação para reduzir a ansiedade e facilitar o controle. Enquanto isso, tentar manter a boca ocupada com algo neutro, como balas sem açúcar, pode ajudar a reduzir o comportamento momentaneamente.


  • Pensamentos obsessivos do tipo "música na cabeça" tem cura?

    Pensamentos obsessivos do tipo "música na cabeça" tem cura?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Rosângela Fatori

    Esses pensamentos, chamados de pensamentos intrusivos ou “earworms”, podem ser muito incômodos, mas normalmente não indicam algo grave. Com psicoterapia, principalmente abordagens como a cognitivo-comportamental, é possível aprender estratégias para reduzir a frequência e o impacto deles. Não existe uma “cura” mágica, mas dá para controlar bem e conviver de forma tranquila com esses pensamentos.


  • Há uns meses comecei a sentir falta de ar,que se alterna. Ora sinto pra não.Como se a respiração tiv

    Há uns meses comecei a sentir falta de ar,que se alterna. Ora sinto pra não.Como se a respiração tivesse limitada. Fiz exames coração pulmão hemograma e todos deram normais. Será algo psicológico?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Rosângela Fatori

    Pode ser algo relacionado à ansiedade ou ao estresse, já que os exames não mostraram alterações físicas. É comum o corpo reagir assim em momentos de tensão, causando sensação de falta de ar ou aperto no peito. Um psicólogo ou psiquiatra pode ajudar a entender esses episódios e ensinar técnicas de respiração e relaxamento para reduzir o desconforto.


  • Olá tenho 28 anos , desde a infância na escola as vezes ficava meio distraída na aula por questões d

    Olá tenho 28 anos , desde a infância na escola as vezes ficava meio distraída na aula por questões de segundos. As vezes as pessoas me chamavam e era como se tivesse no mundo da lua. E isso ocorre até hoje , dura alguns segundos e passa. Isso pode ser uma crise de ausência? Acabei aprendendo sobrevoa doença porque minha bebe foi diagnosticada com epilepsia recentemente.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Rosângela Fatori

    Pelo que você descreve, esses momentos rápidos de “desligar” e voltar logo em seguida podem ter várias causas, e nem sempre significam uma crise de ausência. Muitas pessoas vivem esses lapsos de atenção ao longo da vida, especialmente quando estão cansadas, ansiosas ou com a mente muito cheia.

    As crises de ausência geralmente são muito específicas: acontecem de forma abrupta, a pessoa fica totalmente parada por alguns segundos, com olhar fixo, não responde ao que acontece ao redor e depois retoma como se nada tivesse acontecido. Mesmo assim, só um médico pode confirmar isso com segurança, principalmente com exames como eletroencefalograma.

    Como sua bebê foi diagnosticada recentemente, é natural que você fique mais atenta a qualquer sintoma. O ideal é compartilhar isso com um neurologista para esclarecer sem ansiedade e entender se vale investigar ou se é mesmo só um padrão de distração que você sempre teve.

    Você não está sozinha nisso e buscar orientação já é um ótimo passo.


  • Só consigo me expressar por palavras em redes sociais, pois quando estou pessoalmente não consigo, t

    Só consigo me expressar por palavras em redes sociais, pois quando estou pessoalmente não consigo, trava! Tenho várias coisas em mente mais não sai...

    E também tenho medo da feminidade da mulher (eu) com palavras, no jeito de falar..

    Algum conselho?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Rosângela Fatori

    O que você está sentindo é mais comum do que parece. Muitas pessoas se sentem mais à vontade escrevendo do que falando. Um caminho é ir praticando aos poucos a expressão verbal em ambientes seguros, começando com pessoas de confiança. Trabalhar com um psicólogo pode ajudar a entender de onde vem esse bloqueio e o medo de se expressar, além de ensinar estratégias para ganhar confiança e soltar a voz aos poucos, sem pressão.


  • Tenho um.filho dd 17 anos, ele uma.hr fala q quer ser algo e logo apos muda, ele nao tem paciencia .

    Tenho um.filho dd 17 anos, ele uma.hr fala q quer ser algo e logo apos muda, ele nao tem paciencia . Ele ta bem e daqui a pouco ta de mal humor. Tem duvidas sobre o q ser. Nao trm paciencia . Ele mesmk pediu ajuda pq acha q é problematico. Nao sei qual profissional levar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Rosângela Fatori

    O ideal é levá-lo a um psicólogo. Na adolescência é comum ter dúvidas, oscilar de humor e se sentir perdido, mas quando isso começa a causar sofrimento, o acompanhamento psicológico ajuda muito. O psicólogo pode avaliar se essas mudanças fazem parte do amadurecimento ou se há algo emocional por trás, além de ajudá-lo a se conhecer melhor e encontrar um caminho com mais segurança.


  • Meu filho tem perda auditiva bilateral moderada, ele usa o aparelho auditivo e fala muito bem e quan

    Meu filho tem perda auditiva bilateral moderada, ele usa o aparelho auditivo e fala muito bem e quando está com os aparelhos ele ouve bem, o sonho dele é ser bombeiro e ele está se preparando pra isso .
    Mas acho que não vão aceitamos, e não sei como falar isso com ele pois é difícil vc falar com o seu filho que seu maior sonho não vai se concretizar. Não sei como resolver essa situação?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Rosângela Fatori

    É realmente uma conversa difícil, e é natural que você queira proteger o sonho dele. Nesse momento, o mais importante é acolher o desejo e reconhecer o esforço que ele tem feito. Você pode ajudá-lo a ampliar a visão sobre o que significa ser bombeiro — talvez existam funções dentro da área, ou outras profissões que envolvam ajudar pessoas, onde ele possa se realizar. O essencial é mostrar que a limitação auditiva não define o valor dele, nem impede que ele tenha um propósito significativo.


  • Olá tenho tenho feito terapia por conta de duas tentativas de suicidio,porém tenho focado nisso na m

    Olá tenho tenho feito terapia por conta de duas tentativas de suicidio,porém tenho focado nisso na minha vida ultimamente,porém apaixonei pela minha terapeuta e não tenho coragem nenhuma de falar para ela. O que eu devo fazer? Mudar de terapeuta? preciso de uma ajuda!

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Rosângela Fatori

    Esses sentimentos acontecem com mais frequência do que parece. A terapia cria um espaço de acolhimento e confiança, e é natural que isso desperte vínculos intensos. O ideal é tentar falar sobre isso com ela, mesmo que seja difícil — esse tipo de conversa pode trazer reflexões muito importantes sobre você e sobre suas relações. Mudar de terapeuta só seria necessário se o vínculo começasse a atrapalhar o andamento do processo, mas na maioria das vezes, falar abertamente ajuda a ressignificar o que está acontecendo.


  • Quais são os primeiros sintomas a serem observados no TEA?

    Quais são os primeiros sintomas a serem observados no TEA?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Rosângela Fatori

    Os primeiros sinais do transtorno do espectro autista (TEA) podem variar, mas alguns pontos de atenção incluem: dificuldade em manter contato visual, atraso na fala ou comunicação, pouca interação social ou interesse em brincar com outras crianças, comportamentos repetitivos ou insistência em rotina, e sensibilidade aumentada a sons, texturas ou luzes. Observar esses sinais cedo e buscar avaliação com um psicólogo ou neuropediatra pode ajudar a oferecer apoio e intervenções desde os primeiros anos.


  • Não aguento mais.. Meu esposo não aceita ajuda médica p parar de beber esta destruindo nossa família

    Não aguento mais.. Meu esposo não aceita ajuda médica p parar de beber esta destruindo nossa família e está c a saúde debilitada o que faço ja que está perdendo tudo o que tem e só resta eu e os filhos dele p ajudar? Sem contar que tudo que ganha vai p bebida?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Rosângela Fatori

    É muito difícil ver alguém que amamos se prejudicando e não aceitar ajuda. Nesses momentos, é importante lembrar que você não precisa carregar tudo sozinha. Cuidar da sua saúde, do bem-estar dos filhos e colocar limites claros é essencial. Buscar apoio, mesmo que seja só para você, pode ajudar a enfrentar essa situação com mais força e clareza.


  • Não consigo respirar quando está ventando muito, ou por exemplo, quando fico de frente de um ventila

    Não consigo respirar quando está ventando muito, ou por exemplo, quando fico de frente de um ventilador muito forte. É como se os pulmões se contraíssem. Vi que pode ter a ver com uma resposta instintiva do corpo chamada de 'diving reflex', que confunde o fluxo de ar com a água. Como pode ser tratado este problema?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Rosângela Fatori

    O que você descreve parece mesmo estar ligado a uma sensibilidade exagerada do corpo a estímulos do ar, algo parecido com o reflexo que mencionou. Geralmente não é perigoso, mas pode ser desconfortável. Estratégias como expor-se gradualmente a correntes de ar, controlar a respiração com exercícios suaves e treinar relaxamento muscular podem ajudar. Um acompanhamento com pneumologista ou terapeuta respiratório pode orientar técnicas mais específicas e avaliar se há alguma condição respiratória associada.


  • Como posso melhorar da depressão, existe cura? sou bipolar há 20 anos.

    Como posso melhorar da depressão, existe cura? sou bipolar há 20 anos.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Rosângela Fatori

    Com bipolaridade, a depressão faz parte do quadro, mas há maneiras de lidar e melhorar bastante a qualidade de vida. O tratamento costuma envolver acompanhamento psiquiátrico, uso de medicação quando indicada e terapia psicológica para entender pensamentos e emoções, além de aprender estratégias de enfrentamento. Não se fala em “cura” no sentido de desaparecer para sempre, mas é totalmente possível alcançar estabilidade, reduzir crises e viver de forma mais equilibrada e satisfatória.


  • Eu sempre tento ajudar todo mundo, então estou escutando uma menina da minha escola, mais nova que e

    Eu sempre tento ajudar todo mundo, então estou escutando uma menina da minha escola, mais nova que eu, que é diagnosticada com depressão
    Tudo isso de escutar todo mundo está me deixando para baixo e eu acabo me sentindo confusa e choro muito ou me sentindo triste quase o tempo todo
    O que eu faço? Devo parar de ajudá-la?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Rosângela Fatori

    Apoiar alguém pode ser desgastante se estiver afetando seu próprio bem-estar. É importante estabelecer limites, reservar momentos para cuidar de si mesmo e buscar apoio de um adulto ou profissional de confiança para orientar a pessoa que você está ajudando. Ajudar não significa assumir sozinho todas as emoções do outro.


  • Tenho TOC, tenho um ritual que é difícil de fazer, tem várias regras nele e acabo quebrando as regra

    Tenho TOC, tenho um ritual que é difícil de fazer, tem várias regras nele e acabo quebrando as regras sem querer, minha mente diz que tenho que refazer esse ritual, já que não fiz corretamente, há problema em deixar de fazer esse ritual sem refazê-lo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Rosângela Fatori

    No TOC, os rituais surgem para aliviar a ansiedade, mas não refazê-los mesmo que a mente diga que é “necessário” faz parte do tratamento. Deixar de executar o ritual ajuda a pessoa a perceber que a ansiedade diminui naturalmente e fortalece o controle sobre os sintomas, sempre com acompanhamento psicológico.


  • Teste Palográfico de personalidade

    No teste palografico tem algum problema aperta o lapis ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Rosângela Fatori

    A forma como a pessoa segura o lápis no teste palográfico não é necessariamente um problema. O importante é observar o traçado, a pressão, o ritmo e a organização do desenho, que ajudam a entender aspectos da atenção, da coordenação e da impulsividade. Apertar muito ou pouco o lápis pode aparecer, mas é apenas um detalhe dentro da análise completa.


  • Porque o dependente quimico fica 3 meses sem usar, tempo de ja ter controlado a compulsao e retorna para

    Porque o dependente quimico fica 3 meses sem usar, tempo de ja ter controlado a compulsao e retorna para o uso?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Rosângela Fatori

    Há todo um contexto que deve ser avaliado de pessoa para pessoa. A doença da Dependência Química é muito complexa, e exige cuidados diários por tempo prolongado. Se faz necessário equipe multidisciplinar (psiquiatra, psicólogo, acompanhante terapêutico, família) para avaliar e direcionar o tratamento. O deixar de usar drogas, não é o único problema, existem questões de ordem comportamental e, em alguns casos, comorbidades (outras doenças) que exigem tratamento para que a pessoa viva em abstinência. O papel da família é imprescindível neste processo.
    Obrigada pelo contato, Gratidão,
    Rosângela Fatori


Perguntas frequentes

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