Perguntas do paciente (3333)

  • Como manejar conflitos gerados por quebras de contrato (atrasos e faltas)?

    Como manejar conflitos gerados por quebras de contrato (atrasos e faltas)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Rosângela Fatori

    Conflitos por atrasos ou faltas precisam ser tratados com clareza e consistência, retomando os acordos estabelecidos desde o início. Ao mesmo tempo, é importante compreender o contexto, sem deixar de manter os limites, para que o vínculo não se desorganize.


  • O que fazer quando o paciente acusa o terapeuta de ser insensível ou "não se importar"?

    O que fazer quando o paciente acusa o terapeuta de ser insensível ou "não se importar"?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Rosângela Fatori

    Quando o paciente acusa o terapeuta de ser insensível ou de não se importar, é importante não reagir de forma defensiva. Acolher essa percepção e explorar o que levou a esse sentimento pode abrir um espaço importante de compreensão e fortalecimento do vínculo.


  • Como manter um relacionamento terapêutico eficaz com alguém que tem Transtorno de Personalidade Bord

    Como manter um relacionamento terapêutico eficaz com alguém que tem Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), sem se perder nas reações emocionais intensas?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Rosângela Fatori

    Manter um relacionamento terapêutico eficaz passa por sustentar uma postura estável, mesmo diante de emoções intensas. Validar o que o paciente sente, sem se perder na intensidade, e manter limites claros ajuda a não entrar nas oscilações e preservar o vínculo.


  • Ansiedade piorando depois de 10 anos de terapia e 9 anos de medicação convencional. Já troquei de ps

    Ansiedade piorando depois de 10 anos de terapia e 9 anos de medicação convencional. Já troquei de psicólogo/abordagem e já fiz tratamento com cbd, nada foi capaz de frear a evolução da ansiedade. O mais posso fazer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Rosângela Fatori

    Às vezes, é importante reavaliar não só a medicação, mas também a abordagem terapêutica, a frequência das sessões e até fatores da vida atual que podem estar mantendo esse quadro.

    Buscar uma segunda opinião, integrar diferentes abordagens ou investigar outras dimensões (como rotina, sono, estresse crônico) pode abrir novos caminhos de cuidado. Você não precisa se conformar com esse sofrimento — existem outras possibilidades que podem ser exploradas com o suporte adequado.


  • Gostaria de saber se a psicologia do esporte é somente para atletas ?

    Gostaria de saber se a psicologia do esporte é somente para atletas ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Rosângela Fatori

    A psicologia do esporte não é apenas para atletas. Ela pode beneficiar qualquer pessoa que queira melhorar foco, disciplina, manejo emocional e desempenho em diferentes áreas da vida.


  • Por que o anúncio da "alta" ou do "fim do contrato" costuma gerar uma regressão súbita no Transtorno

    Por que o anúncio da "alta" ou do "fim do contrato" costuma gerar uma regressão súbita no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Rosângela Fatori

    O momento de alta ou fim do contrato pode ativar sentimentos profundos de abandono, o que pode levar a uma regressão. Por isso, é importante trabalhar esse processo de forma gradual, preparando o paciente emocionalmente para a transição.


  • Qual a diferença entre "Vínculo" e "Dependência" no paciente com Transtorno de Personalidade Borderl

    Qual a diferença entre "Vínculo" e "Dependência" no paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Rosângela Fatori

    A diferença entre vínculo e dependência está no grau de autonomia. Um vínculo saudável permite proximidade com espaço para individualidade, enquanto a dependência envolve uma necessidade intensa do outro para regular emoções e tomar decisões.


  • Como reagir quando o paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) tenta "romper" o vínc

    Como reagir quando o paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) tenta "romper" o vínculo através de insultos pessoais?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Rosângela Fatori

    Se o paciente tenta romper o vínculo por meio de insultos, geralmente isso reflete dor, medo ou sensação de rejeição. O terapeuta pode acolher o que está por trás da reação, sem entrar no confronto, e manter uma postura firme e estável para preservar o vínculo.


  • . O que é a "Paralisia Técnica" e como ela nasce da falta de vínculo?

    . O que é a "Paralisia Técnica" e como ela nasce da falta de vínculo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Rosângela Fatori

    A chamada “paralisia técnica” pode ser entendida como uma dificuldade de agir ou tomar decisões diante de uma sobrecarga emocional. Quando há falta de vínculo ou sensação de insegurança na relação, isso pode aumentar a ansiedade e travar a pessoa, como se ela não soubesse como se posicionar ou o que fazer naquele momento.


  • Como o vínculo é afetado pelo "Segredo Terapêutico" em casos de risco?

    Como o vínculo é afetado pelo "Segredo Terapêutico" em casos de risco?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Rosângela Fatori

    Em situações de risco, o sigilo terapêutico pode ter limites para garantir a segurança do paciente. Quando isso acontece, é importante que o terapeuta seja transparente, explicando esses limites de forma ética, o que ajuda a preservar a confiança mesmo em momentos delicados.


  • Como reagir quando o paciente "invade" o espaço pessoal do profissional (redes sociais, mensagens fo

    Como reagir quando o paciente "invade" o espaço pessoal do profissional (redes sociais, mensagens fora de hora)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Rosângela Fatori

    Quando o paciente invade o espaço pessoal do profissional, é importante acolher a necessidade por trás desse comportamento, mas também estabelecer limites claros e consistentes. Esses limites ajudam a manter a segurança da relação terapêutica e, ao mesmo tempo, ensinam sobre respeito e previsibilidade nas relações.


  • Como diferenciar a "falta de vínculo" de uma "crise de desvalorização" no Transtorno de Personalidad

    Como diferenciar a "falta de vínculo" de uma "crise de desvalorização" no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Rosângela Fatori

    A “falta de vínculo” costuma ser algo mais constante, uma dificuldade em se conectar ou manter proximidade emocional. Já a “crise de desvalorização” no TPB tende a ser mais intensa e pontual, geralmente desencadeada por alguma situação que a pessoa percebe como rejeição, levando a uma mudança brusca na forma como vê o outro.


  • Por que é tão comum a dificuldade de estabelecer vínculo com pacientes com Transtorno de Personalida

    Por que é tão comum a dificuldade de estabelecer vínculo com pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Rosângela Fatori

    Essa dificuldade também é comum porque o vínculo terapêutico toca em aspectos muito sensíveis. O paciente pode testar a relação, temer rejeição ou interpretar situações de forma mais intensa, o que exige do terapeuta consistência e cuidado na construção desse vínculo.


  • O paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) pode mudar de opinião sobre o terapeuta?

    O paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) pode mudar de opinião sobre o terapeuta?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Rosângela Fatori

    Sim, o paciente pode mudar de opinião sobre o terapeuta ao longo do processo. Isso pode estar relacionado às próprias oscilações emocionais e à forma como percebe o vínculo. É importante que essas mudanças possam ser faladas e compreendidas dentro da terapia.


  • Por que pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) têm dificuldade em criar vínculo co

    Por que pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) têm dificuldade em criar vínculo com o terapeuta?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Rosângela Fatori

    A dificuldade em criar vínculo muitas vezes está ligada ao medo de abandono, à desconfiança e a experiências anteriores de relações instáveis. Isso pode fazer com que o paciente se aproxime intensamente e, ao mesmo tempo, tenha dificuldade em sustentar essa conexão.


  • Como o terapeuta pode ajudar o paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) a lidar com

    Como o terapeuta pode ajudar o paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) a lidar com a frustração em relação aos obstáculos no tratamento?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Rosângela Fatori

    A frustração diante dos obstáculos no tratamento é algo esperado e pode ser muito difícil para o paciente. O terapeuta pode ajudar acolhendo essa sensação e mostrando que o processo não é linear, incentivando uma visão mais paciente e realista sobre o tempo das mudanças.


  • Como o terapeuta pode ajudar o paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) a lidar com

    Como o terapeuta pode ajudar o paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) a lidar com sentimentos de inadequação em relação ao sucesso ou às realizações?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Rosângela Fatori

    A sensação de desconexão de si mesmo e dos outros pode ser muito angustiante. O terapeuta pode auxiliar o paciente a se reconectar com suas emoções e experiências internas, além de favorecer vínculos mais autênticos e seguros ao longo do tempo.


  • Como o terapeuta pode ajudar o paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) a lidar com

    Como o terapeuta pode ajudar o paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) a lidar com a sensação de desconexão de si mesmo e dos outros?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Rosângela Fatori

    Os sentimentos de inadequação muitas vezes estão ligados a uma autocrítica intensa. O trabalho terapêutico ajuda o paciente a construir uma visão mais realista e gentil de si mesmo, reconhecendo tanto suas dificuldades quanto suas conquistas.


  • Como o terapeuta pode ajudar o paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) a lidar com

    Como o terapeuta pode ajudar o paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) a lidar com os sentimentos de desesperança em relação à recuperação e à terapia?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Rosângela Fatori

    A desesperança em relação à recuperação costuma surgir quando há repetição de sofrimento. Nesse caso, o terapeuta acolhe essa dor e ajuda o paciente a reconhecer pequenos avanços, reforçando que o processo terapêutico é gradual e possível.


  • Como o terapeuta pode ajudar o paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) a desenvolv

    Como o terapeuta pode ajudar o paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) a desenvolver a habilidade de perceber as emoções de maneira mais equilibrada, sem recorrer a reações extremas?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Rosângela Fatori

    Perceber as emoções de forma mais equilibrada envolve desenvolver maior consciência emocional. O terapeuta pode ajudar o paciente a diferenciar sentimentos, entender sua intensidade e aprender a responder a eles, em vez de reagir automaticamente.


Perguntas frequentes

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