Perguntas do paciente (20)

  • BOA TARDE,TENHO 37 ANOS,SOU VIUVA A 7 E SOU EVANGÉLICA,E TENHO MUITA VONTADE DE FAZER AMPR COM UMA P

    BOA TARDE,TENHO 37 ANOS,SOU VIUVA A 7 E SOU EVANGÉLICA,E TENHO MUITA VONTADE DE FAZER AMPR COM UMA PESSOA QUE ESTOU CONHECENDO DEVIDO A RELIGIAO E AO MODO COMO FUI CRIADA,QUAL CONSELHO VCS ME DARIAM NESSA SITUAÇÃO??

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rossana Fragoso Silva

    Olá! Entendo que essa é uma situação delicada e que envolve não apenas seus desejos, mas também suas crenças e valores, que são parte essencial de quem você é.
    Muitas vezes, as nossas decisões podem ser influenciadas por crenças limitantes, que são ideias que desenvolvemos ao longo da vida e que, mesmo sem percebermos, podem restringir nossas escolhas e possibilidades. Essas crenças podem vir de experiências passadas, da criação familiar ou de interpretações que fazemos das normas sociais e religiosas.

    Na terapia, podemos trabalhar essas crenças de forma segura e respeitosa, entendendo de onde elas vêm, questionando se ainda fazem sentido para você e ampliando sua percepção sobre o que é possível. Com técnicas como a reestruturação cognitiva (da Terapia Cognitivo-Comportamental), exploramos novos significados e formas de lidar com suas dúvidas, respeitando seus valores e desejos.

    Considere conversar com um psicólogo(a) para explorar essas questões mais a fundo. O processo terapêutico pode te ajudar a equilibrar suas vontades, seus valores religiosos e seu histórico pessoal, permitindo que você tome decisões alinhadas com quem você é e com o que acredita. Lembre-se: é possível construir um caminho de realização pessoal respeitando aquilo que é importante para você.

    Estou aqui para ajudar no que for necessário!


  • quando estou em casa eu fico estressado sem motivos as vezes fico calado não conversor, perdi totalm

    quando estou em casa eu fico estressado sem motivos as vezes fico calado não conversor, perdi totalmente o foco que eu tinha antes de quere crescer não consigo mais fazer as coisas que eu gostava de fazer por exemplo empreende estou com a mente bloqueada as coisas que faço sempre com desmotivação .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rossana Fragoso Silva

    Olá! É compreensível que você esteja se sentindo assim. Esses sentimentos de estresse, desmotivação e bloqueio mental podem ser muito desafiadores, especialmente quando percebemos que já não temos a mesma energia ou prazer pelas coisas que antes eram importantes para nós.

    O que você descreve pode estar relacionado a vários fatores, como sobrecarga emocional, altos níveis de estresse, dificuldades em gerenciar as expectativas ou até mesmo sinais de esgotamento ou algo mais profundo, como um quadro de ansiedade ou depressão.

    Na terapia, trabalhamos para entender o que está por trás desses sentimentos e bloqueios. Exploramos suas emoções, identificamos possíveis causas do estresse e da falta de motivação e desenvolvemos estratégias práticas para que você consiga retomar o foco e o prazer nas atividades. Muitas vezes, é sobre aprender a equilibrar suas demandas internas e externas, ressignificar experiências e encontrar caminhos para se reconectar consigo mesmo.

    Lembre-se: é normal não se sentir bem o tempo todo, e buscar ajuda não é um sinal de fraqueza, mas de força.


  • Eu sinto que não tenho controle da minha personalidade e de como ajo com meus amigos e familiares, s

    Eu sinto que não tenho controle da minha personalidade e de como ajo com meus amigos e familiares, sinto que meu "eu" de verdade está preso dentro da minha mente enquanto uma outra pessoa comanda. Até com os meus amigos mais íntimos, não consigo agir naturalmente e acabo agindo de maneira anormal, isso me atormenta pois as vezes faço coisas vergonhosas e ruins que eu jamais faria normalmente. Preciso saber se isso é só um desequilíbrio emocional ou pode ser algo mais grave, já dura a anos.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rossana Fragoso Silva

    Lendo percebi o quanto essa situação deve ser desgastante e difícil para você. Essa sensação de não ter controle sobre suas ações e de sentir que sua verdadeira essência está "presa" é, sim, algo que traz muita angústia e que pode ser desafiador de lidar sozinho. Primeiro, quero te lembrar de que esses sentimentos e comportamentos não definem você como pessoa; eles são sintomas que podem, com o suporte certo, serem compreendidos e trabalhados.

    É comum que, quando estamos passando por períodos de grande desconforto emocional, sintamos uma desconexão de quem realmente somos. Isso pode acontecer por diferentes motivos, incluindo situações de estresse prolongado, padrões de relacionamento ou até questões de saúde mental que, às vezes, precisam de uma abordagem mais direcionada. Mas, independentemente da causa, saiba que buscar ajuda é o primeiro passo para encontrar um caminho de alívio e de reconexão consigo mesmo.

    Considero importante que você busque o acompanhamento de um profissional de saúde mental para entender melhor o que está acontecendo. Um psicólogo poderá te ajudar a explorar esses sentimentos e a desenvolver maneiras de lidar com essa sensação de "falta de controle". Pode também ser útil conversar com um psiquiatra, que poderá avaliar outras questões que talvez estejam contribuindo para o que você está vivendo.

    A decisão de procurar ajuda é um gesto de cuidado e coragem consigo mesmo. Você não está sozinho, e existem formas de retomar esse equilíbrio e encontrar o bem-estar que você merece.







  • Quais são as diferenças do Transtorno Afetivo Bipolar do tipo I e II?

    Quais são as diferenças do Transtorno Afetivo Bipolar do tipo I e II?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rossana Fragoso Silva

    De acordo com o DSM-5, o Transtorno Afetivo Bipolar (TAB) é classificado em dois tipos principais, o Transtorno Bipolar tipo I e o Transtorno Bipolar tipo II, e a distinção entre eles é feita com base na intensidade dos episódios de mania e hipomania.

    1. Transtorno Bipolar Tipo I
    Episódios Maníacos: A característica central do TAB tipo I é a presença de, pelo menos, um episódio maníaco. Um episódio maníaco é uma fase de elevação extrema do humor, que pode incluir sentimentos de euforia ou irritabilidade acentuada, aumento de energia e, frequentemente, impulsividade. Para que um episódio maníaco seja diagnosticado, os sintomas precisam durar, no mínimo, uma semana e serem intensos o suficiente para causar prejuízo significativo na vida social, no trabalho ou para necessitar de hospitalização.
    Episódios Depressivos: Embora um episódio depressivo maior geralmente ocorra, ele não é obrigatório para o diagnóstico do tipo I, pois basta a presença de um episódio maníaco para que se caracterize o transtorno.
    2. Transtorno Bipolar Tipo II
    Episódios Hipomaníacos: O TAB tipo II é caracterizado pela ocorrência de, pelo menos, um episódio de hipomania e um ou mais episódios depressivos maiores. A hipomania é uma forma mais leve de mania e, embora os sintomas também envolvam humor elevado, aumento de energia e autoestima, eles não causam um comprometimento tão grave quanto a mania e, geralmente, não requerem hospitalização. Para que seja considerada hipomania, os sintomas devem durar no mínimo quatro dias consecutivos.
    Episódios Depressivos Maiores: Ao contrário do tipo I, no TAB tipo II é necessário que o indivíduo tenha experimentado pelo menos um episódio depressivo maior. Esses episódios incluem sintomas como tristeza intensa, falta de energia, perda de interesse e prazer, entre outros.
    Principais Diferenças:
    Intensidade e Duração dos Episódios: A mania no TAB tipo I é mais intensa e prolongada que a hipomania no TAB tipo II.
    Impacto Funcional: Os episódios maníacos no tipo I podem levar a prejuízos severos na vida do indivíduo, exigindo, muitas vezes, internação. No tipo II, os episódios de hipomania tendem a ser menos incapacitantes, mas o transtorno é frequentemente associado a uma carga significativa de sintomas depressivos, o que ainda gera sofrimento importante.
    Entender essas diferenças permite um diagnóstico mais preciso e uma abordagem mais adequada para o tratamento, ajudando o paciente a ter um plano de cuidados personalizado para suas necessidades. Busque ajuda.


  • Como o transtorno afetivo bipolar (TAB) afeta amigos e família de uma pessoa com bipolaridade?

    Como o transtorno afetivo bipolar (TAB) afeta amigos e família de uma pessoa com bipolaridade?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rossana Fragoso Silva

    O transtorno afetivo bipolar (TAB) pode ter um impacto significativo nas vidas dos amigos e familiares de uma pessoa diagnosticada, e essa influência varia de acordo com a intensidade e a frequência dos episódios. Como psicóloga, é importante compreender que o TAB traz desafios emocionais e relacionais, tanto para quem vive com o transtorno quanto para seu círculo social.

    As mudanças intensas de humor características do TAB – que vão da euforia e hiperatividade nos episódios maníacos à tristeza profunda e apatia nos episódios depressivos – muitas vezes geram incertezas e tensões para as pessoas próximas. Amigos e familiares podem sentir-se sobrecarregados ou até mesmo frustrados por não saberem como agir para ajudar de forma eficaz. O comportamento imprevisível durante episódios maníacos, como impulsividade, podem gerar preocupações financeiras e de segurança para a família, enquanto os episódios depressivos despertam angústia pelo sofrimento do ente querido e pela dificuldade em engajá-lo em atividades cotidianas.

    Para apoiar tanto a pessoa com TAB quanto seus familiares e amigos, oriento um acompanhamento multidisciplinar, que inclua psicoeducação para todos os envolvidos. Quando familiares e amigos recebem informações adequadas sobre o transtorno, eles se sentem mais preparados para lidar com as situações e para oferecer suporte adequado. Além disso, a terapia familiar ou de casal pode auxiliar a melhorar a comunicação e criar um ambiente mais acolhedor e compreensivo, promovendo uma rede de apoio mais forte e funcional.

    O objetivo é não apenas cuidar da pessoa com o transtorno, mas também fortalecer quem está ao seu redor, para que o relacionamento entre todos seja saudável e sustentável.







  • Desejaria saber se pacientes com transtorno do tipo bipolaridade devem fazer Avaliação Neuropsicológ

    Desejaria saber se pacientes com transtorno do tipo bipolaridade devem fazer Avaliação Neuropsicológica?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rossana Fragoso Silva

    A avaliação Neuropsicológica pode ser recomendada para pacientes com transtorno bipolar. Estudos mostram que pacientes com transtorno bipolar frequentemente apresentam déficits em funções cognitivas, como memória, atenção, funções executivas e velocidade de processamento, mesmo durante períodos de estabilidade. A avaliação neuropsicológica permite um mapeamento detalhado dessas funções, auxiliando na identificação de áreas específicas de comprometimento e no planejamento de estratégias de intervenção personalizadas.

    Além disso, esses dados ajudam a monitorar a evolução do quadro ao longo do tratamento e permitem ajustes nas abordagens terapêuticas e psicofarmacológicas, conforme necessário. Essa avaliação pode fornecer ao paciente e à equipe uma compreensão mais completa dos desafios e potencialidades cognitivas, além de apoiar o desenvolvimento de estratégias para lidar com as dificuldades no cotidiano, promovendo uma melhor qualidade de vida. O ideal seria verificar com seu psiquiatra e psicólogo se a indicação seria benéfico de alguma forma para seu caso.


  • O que é espectro expandido ou fenótipo ampliado do autismo?

    O que é espectro expandido ou fenótipo ampliado do autismo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rossana Fragoso Silva

    O espectro expandido, ou fenótipo ampliado do autismo, refere-se à ideia de que algumas pessoas podem apresentar características semelhantes ao autismo, ainda que não tenham o diagnóstico formal. Essas características podem incluir, por exemplo, alguma dificuldade nas interações sociais, um jeito particular de se comunicar, sensibilidade maior a sons, luzes ou texturas, e uma preferência por detalhes ao observar ou resolver problemas.

    Embora esses traços não sejam intensos a ponto de formar um transtorno, eles podem ter impacto na vida, especialmente em situações sociais ou em ambientes que exijam adaptação rápida. Compreender o fenótipo ampliado é um passo importante para reconhecer e acolher diferentes formas de perceber e interagir com o mundo, possibilitando uma maior empatia e respeito pela diversidade humana.


  • Olá, minha filha tem 11 anos, é ativa, animada, porém desde pequena noto que tem dificuldades para m

    Olá, minha filha tem 11 anos, é ativa, animada, porém desde pequena noto que tem dificuldades para manter o foco e ter disciplina. Sempre buscamos melhorar esta parte com diversas atividades. As notas na maioria das vezes são baixas, mesmo ensinando de diversas formas ela se recusa a aprender. Percebo que ela tem uma visão distorcida da realidade, é como se ela se sabotasse o tempo todo em todas as áreas. Se alguém pede para ela estudar ela faz de propósito de não estudar, e assim vai o dia todo. Converso com ela a respeito muitas vezes, na hora parece que ela compreende, porém continua repetindo o mesmo padrão. Ela não consegue perceber quando comete um erro. Ela mente o tempo todo para ela mesma. Sempre que precisa fazer algo ela enche de desculpas e se enrola e assim os dias vão passando e ela não consegue arrumar a própria cama. Fui chamada no colégio exatamente por essa questão da autosabotagem dela, estou muito preocupada porque converso muito com ela, tento colocar diversos pontos de vista para ela entender, porém funciona por um ou dois dias e logo ela volta para esse padrão.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rossana Fragoso Silva

    Olá, A preocupação é pertinente e imagino tua angustia. Quando uma criança de 11 anos apresenta dificuldades em desenvolver habilidades ou em aprender, é importante abordar a situação de forma compreensiva e abrangente. Do ponto de vista psicológico, várias questões podem estar influenciando esse quadro, e é essencial considerar tanto os fatores internos quanto os externos. Alguns pontos precisam ser considerados, questões emocionais devem ser investigadas por exemplo. Busque ajuda psicológica e orientação de pais e creio que vai saber lidar melhor com a situação.


  • Sai de um relacionamento online cheio de mentiras e dor no qual passei 2 anos. Meu parceiro mentia,

    Sai de um relacionamento online cheio de mentiras e dor no qual passei 2 anos. Meu parceiro mentia, escondia fatos, não falava mais comigo e chegou a me bloquear de várias redes sociais, já eu corria atrás dele e o amava. Tive dependência emocional em muitas coisas por conta dele. Hoje em dia estou entrando em um relacionamento e meu parceiro atual é um doce de pessoa, me ama e cuida de mim. Mas sinto como se eu não o amasse verdadeiramente, mesmo em alguns momentos parando e pensando o quão incrível ele é na minha vida, ele me trata como uma princesa e faz de tudo por mim. Não tenho a intenção de me separar dele e quero ter uma vida inteira com ele. O que eu posso fazer em relação à isso?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rossana Fragoso Silva

    Olá, Mitas vezes acabamos normalizando situações muito disfuncionais, padrões distorcidos de relações abusivas frequentemente se desenvolvem quando alguém cresce em um ambiente onde a violência, o controle ou a manipulação emocional são normatizados. Esses padrões podem incluir comportamentos como desrespeito, humilhação, controle excessivo e manipulação, e podem ser internalizados como "normais" ou até mesmo "aceitáveis". No entanto, é possível mudar esses padrões com a ajuda da terapia. Através de um trabalho focado em identificar, desafiar e modificar esses comportamentos, é possível construir relacionamentos mais saudáveis e gratificantes. Se você está enfrentando esses desafios, a terapia pode oferecer o suporte necessário para transformar sua vida e suas relações. Busque ajuda .


  • Boa noite, estou casada a um mês, fazemos sexo todo dia mais de uma vez, e mesmo assim, peguei meu m

    Boa noite, estou casada a um mês, fazemos sexo todo dia mais de uma vez, e mesmo assim, peguei meu marido se masturbando vendo pornografia, falei que não achava correta a atitude dele, então ele falou que iria parar, porém peguei outra vez, fiquei chateada novamente e não sei como agir, não tenho paciência para isso, já penso em me afastar dele, acho que ele é viciado nisso

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rossana Fragoso Silva

    Olá. Sinto muito por essa situação, imagino que está sendo de fato desafiador e um grande prejuízo para a relação de vocês. Pelo que está relatando existem características de comportamento sexual compulsivo e vicio em pornografia, o primeiro ocorre quando uma pessoa sente uma necessidade intensa e recorrente de se envolver em atividades sexuais, muitas vezes de forma descontrolada e repetitiva, já vício em pornografia, é quando alguém se vê consumido por um consumo excessivo de pornografia, ao ponto de que isso começa a dominar sua vida.

    Esses padrões de comportamento podem ser interligados e frequentemente têm impactos profundos nas relações interpessoais.

    A compulsão sexual e o vício em pornografia podem causar danos significativos nas relações e na vida pessoal. A Terapia Cognitivo-Comportamental oferece ferramentas práticas e eficazes para enfrentar esses desafios, promovendo uma maior compreensão de si mesmo e melhorando a qualidade das relações interpessoais. Ofereça ajuda, e também busque ajuda. Espero ter ajudado de alguma forma.


  • Como superar a perda de alguém (de maneira inesperada)? Me sinto culpada por não ter prestado mais a

    Como superar a perda de alguém (de maneira inesperada)? Me sinto culpada por não ter prestado mais atenção aos sinais, de ter falado menos sobre mim, e mais sobre ele, ter o ouvido mais, ter sido uma pessoa melhor...

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rossana Fragoso Silva

    Entendo que você esteja enfrentando um momento extremamente desafiador enquanto navega pelo processo de luto. Perder alguém ou algo significativo em nossas vidas pode desencadear uma gama complexa de emoções, incluindo tristeza profunda, raiva, confusão e até mesmo culpa.

    É importante lembrar que o luto é um processo individual e único para cada pessoa. Não há um cronograma definido ou uma maneira "certa" de viver o luto. Permita-se sentir todas as emoções que surgirem, sem julgamento. É natural se sentir culpado por coisas que poderiam ter sido ditas ou feitas de maneira diferente, mas é crucial lembrar que você fez o melhor que pôde com o que tinha naquele momento.

    A culpa é uma emoção pesada, mas também pode ser um convite para refletir sobre nossas ações e buscar o perdão, tanto de nós mesmos quanto dos outros. Às vezes, podemos carregar fardos que não nos pertencem, e é importante aprender a nos libertar desses pesos.

    Neste processo, estou aqui para apoiá-la e ajudá-la a explorar esses sentimentos de culpa com compaixão e gentileza. Juntas, podemos encontrar maneiras saudáveis de honrar a memória daqueles que perdemos e seguir em frente com o coração mais leve.


  • O que pode ser quando a pessoa é multitarefa e o pensamento não fica parado em nenhum momento (excet

    O que pode ser quando a pessoa é multitarefa e o pensamento não fica parado em nenhum momento (exceto quando estou dormindo)? Por exemplo, eu mal acordo de manhã e já estou pensando em pelo menos umas 3 coisas diferentes contra a minha vontade. Além disso, raramente consigo fazer 1 coisa de cada vez, porque me desconcentro rápido.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rossana Fragoso Silva

    Parece que você está descrevendo uma experiência comum de um padrão mental agitado e dificuldade em se concentrar, o que pode ter várias causas possíveis. Aqui estão algumas delas:

    Mente hiperativa: Algumas pessoas têm mentes naturalmente mais ativas, o que pode levar a pensamentos constantes e dificuldade em se concentrar em uma única tarefa de cada vez. Isso pode ser devido a uma combinação de fatores genéticos e ambientais.

    Ansiedade: A ansiedade pode causar um fluxo constante de pensamentos preocupantes ou intrusivos, dificultando a concentração em uma única atividade. Isso pode resultar em uma sensação de agitação mental e incapacidade de desligar a mente.

    Estilo de vida agitado: Um estilo de vida agitado, com muitas demandas e responsabilidades, pode levar a uma sensação de sobrecarga mental e dificuldade em focar em uma coisa de cada vez.

    Tecnologia e mídia social: O uso excessivo de tecnologia e mídia social pode contribuir para uma atenção fragmentada e uma constante necessidade de estímulos externos, dificultando a concentração em uma única atividade.

    Falta de prática de mindfulness: A falta de prática de técnicas de mindfulness ou atenção plena pode dificultar a capacidade de focar no momento presente e controlar os pensamentos.

    Se você estiver enfrentando dificuldades significativas de concentração e agitação mental, pode ser útil procurar apoio profissional. Um psicólogo ou terapeuta pode ajudá-lo/a a explorar as causas subjacentes e desenvolver estratégias para lidar com esses desafios, como técnicas de mindfulness, terapia cognitivo-comportamental ou outras abordagens terapêuticas.


    Te convidamos para uma consulta


  • Descobri uma traição do meu namorado a dois anos atrás,doeu muito,mas conversamos e decidi perdoar,m

    Descobri uma traição do meu namorado a dois anos atrás,doeu muito,mas conversamos e decidi perdoar,mas de lá pra cá eu vivo inseguro,sinto que ele continua me escondedo as coisas,não sei o que fazer,meu psicológico está a ser afectado,vivo tendo pesadelo com a pessoa que na qual fui traida,me dizendo que ele continua procurando-a.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rossana Fragoso Silva

    Sinto muito, imagino o quando devastador é uma traição, o medo de ser traído novamente pode ser paralisante. É uma cicatriz emocional que parece não cicatrizar completamente, deixando-o/a vulnerável a futuras decepções. É importante reconhecer que a traição cria uma ruptura na confiança, não apenas na outra pessoa, mas também em si mesmo/a. Pode gerar uma sensação de vulnerabilidade e uma tendência a se proteger contra futuras situações similares. Este é um mecanismo de defesa natural do nosso psicológico para evitar mais dor e sofrimento.

    Além disso, a traição muitas vezes desencadeia uma série de emoções negativas, como a ansiedade, a insegurança e até mesmo a depressão. Essas emoções podem ficar profundamente enraizadas e influenciar a maneira como vemos a nós mesmos/as e aos outros. O medo de ser traído novamente surge como uma tentativa de evitar experimentar essas emoções dolorosas novamente.

    Na psicologia, também entendemos que experiências passadas moldam nossas expectativas futuras. Se você foi traído/a no passado, é natural que seu cérebro esteja mais atento a sinais de alerta e possíveis ameaças em relacionamentos futuros. No entanto, é importante lembrar que cada pessoa e relacionamento é único, e nem todos são susceptíveis de trair.

    A terapia pode ser um espaço seguro e acolhedor para explorar esses medos e trabalhar na reconstrução da confiança em si mesmo/a e nos outros. A terapia pode te ajudar a desafiar pensamentos negativos, a desenvolver habilidades de comunicação saudáveis e a cultivar relacionamentos baseados na confiança e no respeito mútuo.

    Lembre-se de que o medo é uma parte natural da experiência humana, mas não permita que ele o/a impeça de buscar a felicidade e o amor genuíno. Você é digno/a de confiança, respeito e um relacionamento seguro e satisfatório.


  • Fui um bebê que rejeitou mamar, 4 meses já não aceitava o peito mais, uma criança com muita rigidez

    Fui um bebê que rejeitou mamar, 4 meses já não aceitava o peito mais, uma criança com muita rigidez a mudança e comportamento agressivo, seletividade alimentar e dificuldade de socializar desde nova. Minha mãe diz que eu sempre chorava pra não ir pra escola e que desde sempre dei muito trabalho, sendo taxada de mimada, frescurenta. Eu lembro que desde nova eu me batia escondido no banheiro e chorava só. Nunca fui de muitos amigos e sofro até hoje com isso. Eu tenho vários episódios de choros e mutilação, muita dificuldade para dormir, permanecer dormindo, tenho hiperfocos, tenho dificuldade de aceitar mudanças e fico muito estressada e as vezes agressiva. Tenho algumas manias com cores de roupa, com comida e amo ficar em casa com a pessoa que tenho apego. Sempre sofri muito com meu jeito, tenho a sensação de não pertencimento, e muita culpa por ser assim. Eu preciso ouvir que devo carregar o celular, beber água, comer... pq estou tão hiperfocada que algumas coisas básicas eu não faço. É como se minha mente não funcionasse pra certas coisas, e eu ando muito esgotada mentalmente. Que profissional devo procurar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rossana Fragoso Silva

    Olá! Quero começar dizendo que tens muita coragem por compartilhar sua história. É difícil carregar tanto dentro de si, e perceber que algo está desafiando a sua saúde emocional já é um grande passo.

    Pelo que você descreveu, parece que há muitos desafios acumulados ao longo do tempo, desde as dificuldades na infância até os sentimentos de não pertencimento e esgotamento que você enfrenta hoje. Esses comportamentos e emoções não são culpa sua, e tudo isso pode estar relacionado a como sua mente e corpo funcionam, talvez de uma maneira diferente do que você esperava ou foi ensinada a compreender.

    É importante saber que o que você sente e vive tem explicação, e não significa que você está "errado (a)" ou que deva carregar essa culpa só. O primeiro passo é buscar ajuda psicológica para entender melhor o que está acontecendo e cuidar de você com carinho.

    Você pode procurar psicologia para te ajudar nesse caminho.Assim poderá trabalhar com você para entender seus padrões emocionais, ajudar a lidar com a culpa, o estresse e as dificuldades que você sente no dia a dia.
    Lembre-se: você merece esse cuidado e compreensão. Não está sozinho (a), e há profissionais capacitados que podem te ajudar a construir uma relação mais leve consigo mesma e com o mundo ao seu redor.


  • Alguém pode me explicar o que é esquizofrenia e o que não é esquizofrenia? Muito obrigada

    Alguém pode me explicar o que é esquizofrenia e o que não é esquizofrenia? Muito obrigada

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rossana Fragoso Silva

    A esquizofrenia é um transtorno mental complexo que afeta a maneira como uma pessoa pensa, sente e se comporta. Em termos leigos, pode ser descrito como uma condição em que a pessoa tem dificuldade em distinguir entre o que é real e o que não é real. Isso pode levar a uma série de sintomas, que podem variar de pessoa para pessoa. Alguns dos sintomas mais comuns incluem:

    Alucinações: Isso significa ver, ouvir, sentir ou cheirar coisas que não estão realmente lá. Por exemplo, uma pessoa pode ouvir vozes que outras pessoas não conseguem ou ver coisas que não existem.

    Delírios: Isso se refere a crenças falsas e irracionais que uma pessoa mantém mesmo quando há evidências contrárias. Por exemplo, uma pessoa pode acreditar que está sendo perseguida por alguém ou que é uma pessoa muito importante.

    Pensamento desorganizado: Isso pode levar a uma fala confusa e desconexa, dificultando para os outros entenderem o que a pessoa está tentando dizer.

    Comportamento desorganizado: Pessoas com esquizofrenia podem parecer desorganizadas em suas atividades diárias e têm dificuldade em manter rotinas ou realizar tarefas simples.

    Sintomas negativos: Estes incluem falta de motivação, dificuldade em expressar emoções e uma diminuição da capacidade de sentir prazer nas atividades cotidianas.

    É importante notar que a esquizofrenia não é ter múltiplas personalidades, como algumas pessoas podem pensar. Isso é um equívoco comum, mudanças de humor, ou outras situações de saúde mental ocorrem em diferentes casos e não podem ser considerados esquizofrenia. A esquizofrenia é um transtorno mental sério que requer tratamento adequado, geralmente uma combinação de medicamentos e terapia. E também não é o mesmo que ter um momento de "devaneio" ou "viajar na maionese". É uma condição médica crônica que pode afetar significativamente a vida diária da pessoa que a possui.


  • É normal não ter hipersensibilidade com sons pessoalmente agradáveis? Fui diagnosticado com

    É normal não ter hipersensibilidade com sons pessoalmente agradáveis? Fui diagnosticado com TEA Nível I recentemente.
    Tenho notado que, ao escutar certos sons, não apresento tanta resistência, especialmente com músicas de meu agrado. Isso é comum?

    Agradeço desde já.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rossana Fragoso Silva

    Sim, é completamente normal não experimentar hipersensibilidade com sons pessoalmente agradáveis, mesmo para pessoas diagnosticadas com Transtorno do Espectro Autista (TEA). O TEA é caracterizado por uma ampla gama de características e diferenças individuais, e a hipersensibilidade sensorial pode se manifestar de maneiras diferentes em cada pessoa.

    Enquanto algumas pessoas com TEA podem ser hipersensíveis a certos sons e experimentar desconforto ou até mesmo dor em resposta a eles, outras podem não apresentar essa sensibilidade extrema, especialmente quando se trata de sons que consideram agradáveis, como música.

    O fato de você não sentir tanta resistência ao escutar músicas de seu agrado é perfeitamente normal e não contradiz o diagnóstico de TEA. Muitas pessoas autistas têm preferências sensoriais específicas, e algumas podem até encontrar conforto e prazer em certos estímulos sensoriais, como música, cores ou texturas.

    É importante lembrar que o TEA é um espectro, o que significa que as experiências e características de cada indivíduo podem variar amplamente. Não há uma maneira "certa" ou "errada" de ser autista, e suas experiências sensoriais são válidas, independentemente de estarem em linha com certas expectativas ou estereótipos.

    Se você tiver preocupações específicas sobre suas experiências sensoriais ou quiser explorar estratégias para lidar com sensibilidades sensoriais, pode ser útil discuti-las com um profissional de saúde qualificado, como um terapeuta ocupacional especializado em autismo. Eles podem oferecer suporte individualizado e estratégias personalizadas para ajudá-lo a lidar com suas necessidades sensoriais de maneira eficaz.




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  • A partir de que idade da criança, é possível fazer uma Avaliação Neuro Psicológica para identificar

    A partir de que idade da criança, é possível fazer uma Avaliação Neuro Psicológica para identificar nível de Autismo ou Síndrome de Asperger?
    Na minha família, tem um menino 7 anos com dificuldade de socialização e aprendizado. A escola está exigindo Avaliação Neuro Psicológica para incluir no Prontuário do aluno e saber como educá-lo daqui pra frente.
    É uma exigência do MEC?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rossana Fragoso Silva

    Não existe exigência do MEC para tal avaliação, a avaliação pode ser solicitada pelo profissional da área da saúde para elucidar melhor o caso e oferecer o melhor tratamento. Desta forma se oferece o melhor acompanhamento para esta criança já quando a criança começa sofrer alguns prejuízos significativos.


  • Bom dia. É possível ter o diagnóstico de Trantorno de Personalidade Esquizóide e do Espectro Autista

    Bom dia. É possível ter o diagnóstico de Trantorno de Personalidade Esquizóide e do Espectro Autista?

    Pois, alguns dizem haver essa possibilidade e outros de que não é possível na prática.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rossana Fragoso Silva

    Olá. Sim é possível ter mais de um diagnóstico, Chamamos de comorbidades mais de um diagnóstico. O importante é que durante o acompanhamento o profissional se atente aquilo que o paciente apresenta e possa solicitar uma avaliação psicológica para verificar por meio de testagem questões relacionadas a personalidade e outros transtornos. Desta forma pode oferecer um melhor tratamento.


  • o terapeuta cognitivo comportamental pode usar o método ABA em autistas?

    o terapeuta cognitivo comportamental pode usar o método ABA em autistas?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rossana Fragoso Silva

    Embora a terapia cognitivo-comportamental (TCC) e a análise do comportamento aplicada (ABA) sejam abordagens terapêuticas distintas, é possível que um terapeuta cognitivo-comportamental incorpore alguns princípios da ABA em seu trabalho com indivíduos autistas, dependendo das necessidades e dos objetivos específicos do cliente.

    A TCC é uma abordagem terapêutica que se concentra na identificação e na modificação de padrões de pensamento e comportamento disfuncionais, visando promover mudanças positivas na cognição e no comportamento do cliente. Por outro lado, a ABA é uma abordagem baseada em evidências que se concentra na compreensão e na modificação do comportamento humano, frequentemente usada em contextos de desenvolvimento e aprendizagem, incluindo o tratamento de indivíduos com autismo.

    Embora os terapeutas cognitivo-comportamentais possam não ser especialistas em ABA, eles podem integrar estratégias comportamentais e de modificação do comportamento em sua prática, especialmente ao trabalhar com indivíduos autistas. Isso pode incluir o uso de reforços positivos, modelagem de comportamento, estratégias de gerenciamento de comportamento e outras técnicas que tenham sido eficazes na ABA.

    No entanto, é importante ressaltar que, para uma intervenção mais intensiva e especializada em autismo, é recomendável procurar profissionais treinados em ABA ou outros métodos específicos para o tratamento do autismo. Esses profissionais terão o conhecimento e a experiência necessários para fornecer uma intervenção adaptada às necessidades individuais do cliente autista.


  • Olá! Quem tem síndrome de Asperger pode seguir carreira acadêmica? Fazer mestrado, doutorado e etc.

    Olá! Quem tem síndrome de Asperger pode seguir carreira acadêmica? Fazer mestrado, doutorado e etc.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rossana Fragoso Silva

    Olá! Absolutamente, pessoas com síndrome de Asperger podem seguir carreiras acadêmicas e alcançar sucesso em níveis avançados de educação, incluindo mestrado e doutorado. A síndrome de Asperger não é uma barreira intransponível para o sucesso acadêmico; na verdade, muitas pessoas com essa condição possuem habilidades únicas que podem ser altamente vantajosas em um ambiente acadêmico.

    Muitas características associadas à síndrome de Asperger, como atenção meticulosa aos detalhes, habilidades analíticas profundas e uma capacidade de concentração intensa em áreas de interesse, podem ser extremamente úteis em pesquisa e estudo acadêmico. Além disso, com o suporte adequado, como serviços de apoio à aprendizagem e adaptações razoáveis, os desafios específicos enfrentados por pessoas com síndrome de Asperger podem ser gerenciados de forma eficaz.

    Portanto, se alguém com síndrome de Asperger estiver interessado em seguir uma carreira acadêmica, é totalmente viável e encorajador que eles persigam seus objetivos educacionais até o mais alto nível que desejarem alcançar.


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Perguntas frequentes

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