Perguntas do paciente (58)

  • Qual é o objetivo do aconselhamento psicológico ? .

    Qual é o objetivo do aconselhamento psicológico ? .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sandra Campos

    O objetivo do aconselhamento psicológico não é dizer à pessoa o que ela deve fazer, mas ajudá-la a se entender com mais clareza.

    É um espaço seguro onde ela pode:

    Organizar pensamentos e sentimentos
    Compreender melhor o que está vivendo
    Identificar padrões que podem estar dificultando suas escolhas
    Desenvolver recursos internos para lidar com situações desafiadoras

    Mais do que dar respostas prontas, o aconselhamento busca fortalecer a autonomia — para que a própria pessoa consiga tomar decisões mais conscientes, alinhadas com quem ela é e com o que deseja para a sua vida.

    Em muitos momentos, o maior valor está justamente nisso:
    ter um lugar onde se é escutado de verdade, sem julgamento, e onde começa a fazer sentido aquilo que antes parecia confuso.


  • Qual a importância do autoconhecimento para as relações pessoais e profissionais?

    Qual a importância do autoconhecimento para as relações pessoais e profissionais?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sandra Campos

    O autoconhecimento é um dos pilares para relações mais saudáveis, tanto na vida pessoal quanto na profissional.

    Quando uma pessoa desenvolve maior consciência sobre si mesma — seus sentimentos, pensamentos, limites e padrões de comportamento — ela passa a se posicionar de forma mais clara e assertiva. Isso reduz conflitos, melhora a comunicação e fortalece vínculos mais genuínos.

    Nas relações pessoais, o autoconhecimento favorece empatia, respeito mútuo e a capacidade de estabelecer limites saudáveis. Já no contexto profissional, contribui para uma melhor tomada de decisões, gestão emocional e adaptação a diferentes situações.

    De forma geral, quanto maior o nível de autoconhecimento, maior a capacidade de construir relações equilibradas, conscientes e alinhadas com os próprios valores.


  • . Que fatores do dia-a-dia contribuem para a Neuroplasticidade?

    . Que fatores do dia-a-dia contribuem para a Neuroplasticidade?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sandra Campos

    Os fatores do dia a dia que contribuem para a neuroplasticidade estão relacionados aos estímulos que o cérebro recebe e à forma como a pessoa interage com o ambiente.

    Aprender coisas novas é um dos principais estímulos — seja um idioma, uma habilidade ou até pequenas mudanças na rotina. O cérebro se adapta a esses desafios, criando e fortalecendo conexões neurais.

    A prática de atividades físicas também tem um papel importante, pois melhora a circulação cerebral e favorece processos ligados à memória e ao aprendizado. Da mesma forma, um sono de qualidade é essencial, já que é durante o sono que o cérebro consolida novas conexões.

    Experiências diferentes, sair da rotina e se expor a novos ambientes ou situações também estimulam o cérebro. Além disso, a forma como a pessoa lida com pensamentos e emoções influencia diretamente esse processo — por exemplo, desenvolver novos padrões de pensamento pode literalmente “reorganizar” caminhos mentais.

    De maneira geral, quanto mais o cérebro é estimulado de forma saudável e consistente, maior é sua capacidade de adaptação e mudança ao longo da vida.


  • Quais são os fatores psicológicos que afetam a saúde mental?

    Quais são os fatores psicológicos que afetam a saúde mental?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sandra Campos

    Os fatores psicológicos que afetam a saúde mental estão ligados à forma como a pessoa pensa, sente e reage às situações da vida.

    Entre os principais, estão os padrões de pensamento — como pensamentos negativos, autocrítica excessiva ou tendência a enxergar o pior cenário — que influenciam diretamente as emoções. A dificuldade em lidar com sentimentos intensos, como ansiedade, tristeza ou raiva, também é um fator importante.

    Experiências de vida, especialmente vivências difíceis ou traumáticas, podem impactar a forma como a pessoa percebe a si mesma, os outros e o mundo. Além disso, a autoestima e a maneira como a pessoa se enxerga têm um papel central no bem-estar emocional.

    Os relacionamentos também exercem grande influência, seja pelo apoio que oferecem ou pelos conflitos que geram. Por fim, a forma como a pessoa enfrenta os problemas — se evita, enfrenta ou busca ajuda — pode contribuir para a manutenção ou melhora da saúde mental.

    De maneira geral, a saúde mental é construída a partir da interação entre fatores psicológicos, biológicos e sociais, e o desenvolvimento do autoconhecimento é um dos caminhos mais importantes para manter esse equilíbrio.


  • Como posso superar a minha insegurança emocional ?

    Como posso superar a minha insegurança emocional ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sandra Campos

    Superar a insegurança emocional envolve um processo de desenvolvimento interno, que começa pela compreensão de si mesmo.

    O primeiro passo é identificar de onde vem essa insegurança — muitas vezes ela está ligada a experiências passadas, padrões de rejeição, críticas ou medo de não ser suficiente. Ao reconhecer essas origens, a pessoa começa a entender que a insegurança não define quem ela é, mas sim algo que foi construído ao longo do tempo.

    Outro ponto importante é observar os pensamentos: pessoas inseguras tendem a interpretar situações de forma negativa ou duvidar de si mesmas. Trabalhar esses pensamentos, questionando-os e buscando interpretações mais realistas, ajuda a reduzir o impacto emocional.

    Também é fundamental desenvolver autoconfiança através de pequenas ações no dia a dia. Cumprir compromissos consigo mesmo, se posicionar gradualmente e sair da zona de conforto fortalece a sensação de capacidade.

    Além disso, aprender a lidar com as emoções — em vez de evitá-las — permite que a pessoa se sinta mais segura internamente, sem depender tanto da validação externa.

    De forma geral, a insegurança emocional não desaparece de forma imediata, mas pode ser transformada com autoconhecimento, prática e, muitas vezes, com o apoio de um processo terapêutico.


  • Quais são as consequências da falta de saúde mental?

    Quais são as consequências da falta de saúde mental?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sandra Campos

    A falta de saúde mental pode afetar diversas áreas da vida, tanto no aspecto emocional quanto no físico e social.

    No nível emocional, pode levar a sentimentos constantes de ansiedade, tristeza, irritabilidade e desânimo, além de dificuldade em lidar com as próprias emoções. Com o tempo, isso pode impactar a autoestima e a forma como a pessoa se enxerga.

    Nas relações, pode gerar conflitos, afastamento, dificuldade de comunicação e até isolamento social. Muitas vezes, a pessoa passa a se sentir incompreendida ou sem apoio.

    No contexto profissional ou acadêmico, a falta de saúde mental pode prejudicar a concentração, a tomada de decisões, a produtividade e a motivação, afetando o desempenho e a qualidade de vida.

    Também pode haver impactos no corpo, como alterações no sono, cansaço constante, dores físicas e maior vulnerabilidade a doenças.

    De maneira geral, a falta de cuidado com a saúde mental tende a comprometer o equilíbrio da vida como um todo. Por isso, olhar para o próprio bem-estar emocional e buscar apoio quando necessário é essencial para uma vida mais saudável e funcional.


  • Como os padrões negativos de pensamento afetam a saúde mental?

    Como os padrões negativos de pensamento afetam a saúde mental?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sandra Campos

    Os padrões negativos de pensamento influenciam diretamente a forma como a pessoa percebe a si mesma, os outros e as situações do dia a dia.

    Quando esses padrões se tornam frequentes — como pensamentos de incapacidade, culpa excessiva ou a tendência de esperar sempre o pior — eles acabam intensificando emoções como ansiedade, tristeza e insegurança. Com o tempo, isso pode afetar a autoestima e gerar uma visão mais rígida e negativa da realidade.

    Além disso, esses pensamentos influenciam o comportamento. A pessoa pode começar a evitar situações, se isolar, procrastinar ou deixar de tentar coisas novas, o que reforça ainda mais esse ciclo negativo.

    De maneira geral, cria-se um padrão em que o pensamento negativo alimenta emoções difíceis, que por sua vez influenciam comportamentos que mantêm o problema.

    Por isso, aprender a identificar e questionar esses padrões é um passo importante para promover mais equilíbrio emocional e melhorar a saúde mental.


  • Quais são as diferenças entre raiva contida e reprimida ?

    Quais são as diferenças entre raiva contida e reprimida ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sandra Campos

    A raiva contida e a raiva reprimida são formas diferentes de lidar com a mesma emoção, mas têm impactos distintos.

    A raiva contida acontece quando a pessoa sente a emoção, tem consciência dela, mas escolhe não expressá-la naquele momento. Pode ser uma forma de autocontrole — por exemplo, evitar um conflito imediato para se posicionar depois de forma mais adequada. Nesse caso, a emoção ainda está acessível e pode ser elaborada.

    Já a raiva reprimida ocorre quando a pessoa não reconhece ou não permite sentir a própria raiva. Ela “empurra” essa emoção para dentro, muitas vezes de forma inconsciente, como se não pudesse ou não devesse senti-la. Com o tempo, essa raiva pode aparecer de outras formas, como irritação constante, ansiedade, somatizações ou até explosões inesperadas.

    De maneira geral, a diferença principal está na consciência e na forma de lidar com a emoção:
    na raiva contida, a emoção é reconhecida e temporariamente controlada;
    na reprimida, ela é negada ou evitada, o que tende a gerar mais impacto ao longo do tempo.


  • A alexitimia pode ser sintoma de ansiedade ou depressão?

    A alexitimia pode ser sintoma de ansiedade ou depressão?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sandra Campos

    Olá! Sim, a alexitimia pode ser um sintoma de ansiedade ou depressão. Na abordagem terapêutica cognitivo-comportamental (TCC), entendemos que a alexitimia se refere à dificuldade de identificar e expressar emoções de forma clara e adequada.

    Muitas vezes, as pessoas que sofrem de ansiedade ou depressão podem ter dificuldades em lidar com suas emoções, seja por suprimi-las ou por não saberem como identificá-las. Essa incapacidade de reconhecer e expressar as emoções pode levar à alexitimia.

    É importante lembrar que a alexitimia também pode ser uma condição independente, não relacionada a ansiedade ou depressão. De qualquer forma, na TCC, trabalhamos para ajudar os indivíduos a identificar e gerenciar suas emoções de forma saudável, para que possam melhorar seu bem-estar emocional e lidar com quaisquer problemas de saúde mental que possam estar enfrentando.


  • É normal uma pessoa com ansiedade ter pensamentos perturbadores?

    É normal uma pessoa com ansiedade ter pensamentos perturbadores?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sandra Campos

    Sim, é normal que uma pessoa com ansiedade possa experimentar pensamentos perturbadores. A ansiedade pode levar a um aumento na preocupação, no medo e na ruminação, o que, por sua vez, pode resultar em pensamentos intrusivos ou perturbadores. Esses pensamentos podem ser desconfortáveis e causar angústia adicional.

    Como psicóloga especialista em terapia cognitivo-comportamental, posso afirmar que essa abordagem terapêutica pode ser útil para ajudá-lo a identificar, desafiar e modificar esses pensamentos perturbadores. Ao trabalhar com um profissional de saúde mental, você pode aprender estratégias para lidar com a ansiedade e melhorar sua qualidade de vida.

    Lembre-se de que procurar ajuda e apoio é um passo importante na superação da ansiedade e no gerenciamento de pensamentos perturbadores. Há recursos e profissionais disponíveis para ajudá-lo nessa jornada.


  • Não desejo me matar, mas gostaria de não existir, não tenho esperança, me sinto presa (não tenho e n

    Não desejo me matar, mas gostaria de não existir, não tenho esperança, me sinto presa (não tenho e nem quero ter religiosidade), não vejo sentido em existir, acho que sou um fracasso e é tarde demais para deixar de ser. Mas não quero morrer, quero melhorar e deixar de me sentir assim só que não vejo como isso seria possível, já fiz tratamento para depressão, tomei medicamentos e fiz terapia, resolveu por um tempo e depois voltou pior. Existe algum jeito?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sandra Campos

    Compreendo que você está passando por um momento difícil e parece estar se sentindo presa e sem esperança. É importante lembrar que você não está sozinha e que muitas pessoas passam por momentos semelhantes em suas vidas.

    Embora você já tenha tentado tratamentos no passado, é importante saber que às vezes pode ser necessário explorar diferentes abordagens ou combinações de tratamentos para encontrar o que funciona melhor para você. A recuperação pode ser um processo contínuo e nem sempre linear, e é normal que haja altos e baixos ao longo do caminho.

    Dado que você já experimentou tratamentos no passado, seria apropriado conversar novamente com um profissional de saúde mental, como um psicólogo ou psiquiatra, para revisar sua situação atual e explorar outras opções de tratamento. Pode ser útil experimentar diferentes abordagens terapêuticas, ajustar medicamentos ou procurar apoio adicional de grupos ou recursos comunitários.

    Não perca a esperança e continue buscando ajuda e apoio. Encontrar o tratamento certo e o apoio adequado pode fazer a diferença em sua jornada de recuperação. Lembre-se de que você é importante e que há recursos e pessoas dispostas a ajudá-la a superar esses desafios.


  • A ansiedade pode mudar minha percepção quanto a realidade? Eu tenho um pensamento e minha mente me f

    A ansiedade pode mudar minha percepção quanto a realidade? Eu tenho um pensamento e minha mente me faz acreditar que aquilo que eu pensei é real de forma que eu consigo até sentir em sensações no meu corpo. Eu penso em algo e minha cabeça tira aquilo totalmente de contexto e isso me deixa muito ansiosa, porque eu não me sinto assim quando não tô ansiosa, não sinto essas coisas que penso.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sandra Campos

    Sim, a ansiedade pode afetar a forma como você percebe a realidade e interpreta seus pensamentos e sentimentos. Isso acontece porque a ansiedade pode intensificar as reações emocionais e levar a pensamentos automáticos e distorcidos, que podem fazer você tirar conclusões precipitadas ou exagerar a importância de certos eventos ou sentimentos.

    É importante lembrar que esses pensamentos e sensações são comuns entre pessoas que sofrem de ansiedade. A terapia cognitivo comportamental pode ser útil para ajudá-lo a identificar e desafiar esses pensamentos distorcidos e desenvolver estratégias eficazes para lidar com a ansiedade.

    Conversar com um profissional de saúde mental, como um psicólogo especializado em terapia cognitivo comportamental, pode ser um passo importante para entender e gerenciar esses pensamentos e sentimentos. Além disso, praticar técnicas de relaxamento e gerenciamento do estresse também pode ajudar a reduzir os sintomas de ansiedade e melhorar sua percepção da realidade.


  • Bom dia! Não tenho ânimo para fazer nada, quero ficar deitada o dia todo, meus projetos; Trabalho, E

    Bom dia! Não tenho ânimo para fazer nada, quero ficar deitada o dia todo, meus projetos; Trabalho, Estudos, atividades do lar não quero fazer nada. Tento reagir , retomar, mas não tenho ânimo.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sandra Campos

    Bom dia! Compreendo que esteja se sentindo sem ânimo e desmotivada para realizar suas atividades diárias. Esse tipo de sentimento pode ser um indicativo de depressão, que é um transtorno mental que afeta a maneira como as pessoas se sentem, pensam e se comportam.

    Se você se sente desanimada e sem vontade de fazer as coisas há um tempo prolongado, é recomendável que você procure ajuda profissional de um psicólogo ou psiquiatra para avaliar a situação e identificar o que pode estar causando esses sintomas.

    Além disso, algumas dicas que podem ajudar a melhorar seu humor e aumentar sua motivação incluem praticar atividades físicas regulares, estabelecer rotinas diárias, socializar com amigos e familiares, buscar atividades que lhe tragam prazer e/ou realização, dentre outras. É importante lembrar que a depressão é uma condição tratável e com o suporte adequado é possível melhorar a qualidade de vida e retomar suas atividades de maneira mais satisfatória.


  • o uso excessivo de aparelhos eletrônicos pode causar depressão ou sintomas depressivos?

    o uso excessivo de aparelhos eletrônicos pode causar depressão ou sintomas depressivos?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sandra Campos

    Sim, o uso excessivo de aparelhos eletrônicos pode contribuir para o desenvolvimento de sintomas depressivos. Na TCC, trabalhamos para ajudar as pessoas a equilibrar o uso de aparelhos eletrônicos com outras atividades e desenvolver habilidades de regulação emocional.


  • Eu tinha medo e nojo do meu ex namorado por isso resolvi terminar com ele, hoje não consigo nem ter

    Eu tinha medo e nojo do meu ex namorado por isso resolvi terminar com ele, hoje não consigo nem ter amizade com ele por causa desse medo e nojo que sinto dele, porém ele nunca fez nada para mim, para eu ter esses sentimentos, quando ele chega perto de mim fico muito insegura e muito nervosa. Eu queria poder entender o porquê isso acontece?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sandra Campos

    Olá! É compreensível sentir medo e nojo de alguém sem uma razão aparente, e pode ser um sinal de que você está lidando com algum tipo de ansiedade ou estresse emocional. Às vezes, esses sentimentos são desencadeados por experiências passadas ou eventos traumáticos, mesmo que você não se lembre deles conscientemente. Se esses sentimentos estão afetando negativamente sua vida diária, recomendo que você considere procurar ajuda profissional para lidar com eles de forma mais eficaz. Um psicólogo ou terapeuta pode ajudá-lo a explorar e entender as raízes desses sentimentos, e oferecer estratégias eficazes para lidar com eles.


  • Oi me chamo Gustavo e eu queria saber porque eu sinto tanta aversão a pelos no meu corpo so de imagi

    Oi me chamo Gustavo e eu queria saber porque eu sinto tanta aversão a pelos no meu corpo so de imaginar pelos no meu corpo eu sinto nojo, passo mal e começo a ter ansiedade. alguém saberia me dizer o que eu tenho e se seria bom eu procurar ajuda?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sandra Campos

    Olá Gustavo! Algumas pessoas podem ter uma reação exagerada a estímulos como pelos, o que pode ser indicativo de um transtorno de ansiedade ou fobia específica. É importante lembrar que esses transtornos são tratáveis e há ajuda disponível. Recomendo que você consulte um profissional de saúde mental para avaliar sua situação e discutir as opções de tratamento. Lembre-se de que o cuidado de si mesmo é importante e você merece se sentir confortável e seguro em seu próprio corpo.


  • Não me sinto feliz. Vou fazer 23 anos e desde meus 17 sou incomodado com meu jeito de ser com as pes

    Não me sinto feliz. Vou fazer 23 anos e desde meus 17 sou incomodado com meu jeito de ser com as pessoas .Sempre achei que não sou suficiente para as pessoas, que sempre fui uma pessoa raza, porém meu sonho é um dia poder falar com as pessoas conhecer gente nova com a felicidade de que estou sendo eu da melhor maneira e estar tudo bem.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sandra Campos

    Que bom que você fez essa pergunta aqui e recebeu tantas contribuições dos colegas. Você pode estar passando por uma fase difícil, sentindo-se insuficiente e desejando se conectar mais com as pessoas de forma autêntica. É compreensível sentir inseguranças, mas é importante lembrar que você é único e tem muito valor. Enfocar em sua autoestima e trabalhar em suas inseguranças pode ajudá-lo a se conhecer melhor e a se relacionar de uma forma mais positiva e autêntica com as pessoas. Acredite em si mesmo e seja paciente, pois esses objetivos podem ser alcançados com o tempo.


  • Olá, eu sofro com crises ansiosas a pouco tempo comecei a fazer terapia. É normal passar pela crise

    Olá, eu sofro com crises ansiosas a pouco tempo comecei a fazer terapia. É normal passar pela crise se sentir com medo e triste e depois você consegue ficar calma? Fica como se nada tivesse acontecido?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sandra Campos

    Obrigada pela sua pergunta, isso ajuda outras pessoas que tem a mesma dúvida: Sim, é comum que as pessoas experimentem uma sensação de medo e tristeza durante uma crise de ansiedade, mas também é possível que a pessoa se sinta calma depois. Cada pessoa pode experimentar sintomas diferentes durante uma crise de ansiedade, e a intensidade e a duração desses sintomas também podem variar. O importante é lembrar que as crises de ansiedade são temporárias e que é possível aprender a gerenciá-las através de técnicas de relaxamento, de respiração, especialmente a diafragmática e terapia. Não hesite em procurar ajuda se estiver lutando com ansiedade, tem muitas maneiras de diminuir esse sofrimento.


  • perdi uma pessoa que fazia parte do meu dia dia e que de certa forma ela me empurrava para vida...Co

    perdi uma pessoa que fazia parte do meu dia dia e que de certa forma ela me empurrava para vida...Como seguir com o vazio deixado ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sandra Campos

    Olá! Meus sentimentos pela perda da pessoa que fazia parte de sua rotina e da sua vida e o incentivava. Perder alguém importante pode ser extremamente difícil e deixar essa sensação de vazio em nossas vidas. É normal sentir-se perdido e sem rumo. No entanto, é importante lembrar que você é mais forte que imagina e capaz de superar essa perda. Embora a pessoa tenha se ido, sua memória e influência na sua vida continuarão. Você pode buscar apoio em seus amigos e familiares, além de considerar a terapia como uma forma de processar seus sentimentos e encontrar uma forma de seguir em frente. Espero que você continue uma boa maneira de processar esse luto, e seguir em frente como essa pessoa desejaria que você fizesse.


  • Tenho ansiedade a muitos anos, e nas últimas semanas comecei a ter sintomas de depressão, como por e

    Tenho ansiedade a muitos anos, e nas últimas semanas comecei a ter sintomas de depressão, como por exemplo, tristeza profunda, angústia, anedonia etc. Eu realmente tenho depressão ou isso são apenas sintomas de ansiedade?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sandra Campos

    Olá, entendo que essa combinação de sintomas de ansiedade e depressão possa ser confusa e difícil de lidar. A ansiedade e a depressão são condições distintas, mas frequentemente ocorrem juntas. É importante lembrar que cada pessoa experimenta esses transtornos de maneira única. A melhor forma de determinar se você tem ansiedade, depressão ou ambas é consultar um profissional de saúde mental que poderá avaliar sua situação, identificar qualquer condição subjacente e recomendar o melhor tratamento para você. Lembre-se de que você não está sozinho e há ajuda disponível.


Perguntas frequentes

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