Perguntas do paciente (19)

  • Dia 11/03 de 2025 terminei um relacionamento de cerca de 4 anos, relacionamento conturbado, problema

    Dia 11/03 de 2025 terminei um relacionamento de cerca de 4 anos, relacionamento conturbado, problemas que eu mesmo criei. Após isso, cerca de 2 meses depois, conheci uma pessoa, com quem comecei a ficar, e entramos num relacionamento, poucos dias atrás, terminamos, de forma idêntica ao relacionamento anterior, eu achei que não iria me sentir tao mal, mas agora, estou tão mal quanto da primeira vez, sensação de morte, fico pensando que provavelmente foi por que entrei em um outro relacionamento de cara, e não devia ter feito isso, mas dói muito, é como se eu estivesse revivendo aquilo tudo de novo... Medo de entrar em um quadro depressivo, tendo em vista que em menos de 1 ano, passei por 2 términos extremamente dolororos e praticamente igual, tudo igual... parece um filme que se repetiu. Esse quadro está me fazendo passar por sintomas psicológicos horríveis, me sinto mal, sozinho, a solidão é a pior coisa, perda da rotina, e etc...

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Scheila Mara Fogaça Moretto

    O que você descreve é compatível com um processo de luto afetivo intenso, potencializado por duas rupturas em curto espaço de tempo e por dinâmicas semelhantes entre os relacionamentos. Quando há repetição de padrões, é fundamental olhar para além do término em si e compreender os modelos relacionais internos que podem estar sendo reativados.
    Muitas vezes, escolhas afetivas e formas de se posicionar nas relações estão relacionadas a vivências anteriores, experiências emocionais precoces, padrões de apego e estratégias aprendidas ao longo da vida. Quando essas questões não são elaboradas, existe maior probabilidade de repetição — não por falta de consciência, mas por funcionamento psíquico automatizado.
    A intensidade do sofrimento atual pode estar relacionada não apenas à perda recente, mas também a conteúdos emocionais anteriores que foram reativados. Por isso, é muito importante buscar psicoterapia, para compreender o que está se repetindo, fortalecer recursos emocionais e prevenir a cronificação dos sintomas.
    Na nossa Clínica, tanto eu como meus colegas, trabalhamos essas questões de forma técnica e individualizada, auxiliando na identificação de padrões relacionais, elaboração do luto e desenvolvimento de estratégias mais saudáveis de vínculo.
    Buscar ajuda nesse momento não é sinal de fragilidade, mas de responsabilidade emocional consigo mesmo.


  • Por que pessoas com Transtorno do Desenvolvimento Intelectual (Deficiência Intelectual) aprendem mai

    Por que pessoas com Transtorno do Desenvolvimento Intelectual (Deficiência Intelectual) aprendem mais devagar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Scheila Mara Fogaça Moretto

    Pessoas com Transtorno do Desenvolvimento Intelectual (Deficiência Intelectual) aprendem mais devagar porque apresentam limitações significativas no funcionamento intelectual e no comportamento adaptativo, manifestadas durante o período do desenvolvimento.
    Isso envolve prejuízos em habilidades cognitivas como raciocínio, resolução de problemas, pensamento abstrato, planejamento, memória, atenção e velocidade de processamento. Essas funções são essenciais para a aquisição, retenção e generalização de novos conteúdos. Como consequência, a aprendizagem tende a ocorrer em ritmo mais lento e requer maior repetição, mediação e estratégias concretas.
    Além disso, há impacto nas habilidades adaptativas — conceituais (leitura, escrita, matemática), sociais (comunicação, compreensão de regras sociais) e práticas (autonomia nas atividades do cotidiano). Essas limitações influenciam diretamente a forma como o indivíduo compreende, organiza e aplica o que aprende.
    É fundamental destacar que aprender mais devagar não significa incapacidade de aprender. Com intervenções adequadas, ensino estruturado e suporte individualizado, é possível promover avanços significativos.

    Nesse contexto, a avaliação neuropsicológica tem papel central. Por meio dela, é possível identificar com maior precisão quais funções cognitivas estão preservadas e quais apresentam prejuízo — como atenção, memória, funções executivas, linguagem ou habilidades visuoespaciais. Essa análise detalhada permite:
    - Compreender o perfil cognitivo individual
    - Diferenciar dificuldades primárias de fatores emocionais ou ambientais associados
    - Direcionar intervenções específicas
    - Planejar estratégias pedagógicas mais assertivas
    - Estruturar um programa de reabilitação neurocognitiva personalizado
    A reabilitação neurocognitiva, quando baseada em uma avaliação criteriosa, torna-se mais eficaz, pois trabalha diretamente nas funções deficitárias, ao mesmo tempo em que utiliza as habilidades preservadas como apoio para a aprendizagem.
    Portanto, o ritmo mais lento de aprendizagem não é um impedimento, mas um indicativo da necessidade de estratégias diferenciadas e intervenções fundamentadas em uma compreensão técnica e individualizada do funcionamento cognitivo.


  • Boa tarde! O teste de memória pode ser avaliado isoladamente em um processo seletivo do concurso da

    Boa tarde! O teste de memória pode ser avaliado isoladamente em um processo seletivo do concurso da polícia militar ? O candidato deve ir bem em todos os testes para ser considerado apto como por exemplo, personalidade, inteligência, atenção, etc... ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Scheila Mara Fogaça Moretto


    Agradecemos sua pergunta. O que rege os critérios de aptidão ou inaptidão em um processo seletivo, como o da Polícia Militar, é o edital do concurso. Por isso, é essencial que o candidato analise atentamente as disposições descritas no edital para entender os requisitos específicos, inclusive os critérios utilizados na avaliação psicológica.
    De acordo com as normativas do Conselho Federal de Psicologia (CFP), um candidato não pode ser considerado inapto em uma avaliação psicológica com base em um único critério isolado, como um teste de memória, por exemplo. Em processos seletivos, geralmente é considerada uma análise integrada que avalia diferentes dimensões, como inteligência, personalidade, atenção, memória, entre outras, com o objetivo de verificar a compatibilidade do perfil psicológico do candidato com as exigências do cargo.
    Com mais de 27 anos de experiência na área de avaliação psicológica e atuando como assistente técnico, reforço a importância de compreender o conjunto de habilidades avaliadas e de acompanhar os critérios estabelecidos no edital para garantir que todas as etapas sejam cumpridas com clareza e transparência.
    Caso precise de mais informações ou orientação, fico à disposição!

    Psicóloga Scheila Moretto
    Moretto & Fogaça Consultoria - Clinica


  • Boa tarde! Meu filho tem 5 anos e não quer comer sozinho. Aliás ele nunca quis comer sozinho. Mas c

    Boa tarde!
    Meu filho tem 5 anos e não quer comer sozinho. Aliás ele nunca quis comer sozinho. Mas como de tudo que coloco no prato, sempre se alimentou muito bem. Mas ainda quer que eu dê na boca dele. Não quer pegar na colher. Sabe usar o garfo e a colher para comer frutas e iogurte, mas quando é a comida não pega de jeito nenhum. A introdução alimentar dele foi um pouco difícil, ele demorou para aceitar a comida, aceitou mais as frutas de imediato. Mamou no peito 2 anos, nunca quis mamadeira e nenhum tipo de leite. Fico agora preocupada por que daqui a 1 ano ele vai sair da educação infantil e também quero que ele tenha essa independência. Sou professora de educação infantil, sempre estimulei ele a tudo, mas acho que por conta das demandas e por ser mais rápido acabei deixando a desejar nesse quesito...rs

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Scheila Mara Fogaça Moretto


    Olá! Obrigada por compartilhar sua preocupação, que é muito comum em pais dedicados como você. É ótimo saber que seu filho tem uma alimentação variada e saudável, e isso já é um grande passo no desenvolvimento dele.

    A questão de comer sozinho está muito relacionada à independência e ao desenvolvimento emocional. Para ajudá-lo a avançar nesse aspecto, é importante trabalhar a segurança e a autonomia dele de forma gradual e positiva. Aqui estão algumas dicas:

    1. Transforme o momento em algo leve e positivo: Incentive-o a participar do processo de maneira divertida, elogiando cada tentativa, mesmo que ele derrame um pouco de comida no começo. O reforço positivo fortalece a autoconfiança.

    2. Ofereça escolhas: Permita que ele escolha entre duas colheres ou dois garfos diferentes. Essa pequena decisão pode fazê-lo se sentir mais no controle.

    3. Inclua-o no preparo da refeição: Crianças adoram participar. Convide-o para ajudar a montar o prato ou misturar os alimentos. Isso pode despertar mais interesse e engajamento no momento de comer.

    4. Seja consistente e paciente: Pode levar um tempo, mas evite ceder à vontade dele de ser alimentado. Mostre que confia na capacidade dele e incentive-o gentilmente a tentar, respeitando o tempo dele.

    5. Crie uma rotina clara: Avise com antecedência que ele vai começar a comer sozinho, por exemplo: “Hoje vamos começar uma nova fase juntos. Quero te ajudar a aprender a comer sozinho porque você está crescendo e é capaz.”

    Lembre-se de que cada criança tem seu ritmo, e o mais importante é que ele se sinta seguro e valorizado nesse processo. Você já demonstrou ser uma mãe muito atenta e carinhosa, o que será fundamental para ajudá-lo a alcançar essa independência.

    Se precisar de mais apoio ou orientação, estou à disposição!


    Com carinho

    Scheila Moretto


  • Qual o quociente de inteligência (QI) de uma criança com altas habilidades?

    Qual o quociente de inteligência (QI) de uma criança com altas habilidades?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Scheila Mara Fogaça Moretto

    Agradeço a pergunta, pois muitos pensam que Altas Habilidades/Superdotação está somente ligado ao Quociente de Inteligência (QI) de uma criança com Altas Habilidades/Superdotação, que é frequentemente associado a valores iguais ou superiores a 130 em testes de inteligência.

    No entanto, é importante destacar que o QI elevado, isoladamente, não define se uma pessoa tem Altas Habilidades. O modelo dos 3 anéis de Renzulli nos ajuda a compreender melhor essa característica. Ele sugere que Altas Habilidades/Superdotação combinam três fatores principais:

    1. Habilidade acima da média – que pode ser identificada por meio de testes como o de QI.

    2. Criatividade – a capacidade de gerar ideias originais e inovadoras.

    3. Engajamento com a tarefa – uma motivação intrínseca para se dedicar intensamente a atividades ou áreas específicas.

    Assim, é possível que uma criança com QI abaixo de 130 demonstre Altas Habilidades devido ao seu alto nível de criatividade e dedicação. Por isso, é essencial observar o conjunto de características e comportamentos, e não apenas um número em um teste, para compreender a superdotação.

    O ideal é fazer uma avaliação psicológica robusta e criteriosa, a qual chamamos de psicodiagnóstico.


    Se precisar de mais informações ou esclarecimentos, é só perguntar!


  • Há diferenças entre a criança superdotada e a criança inteligente?

    Há diferenças entre a criança superdotada e a criança inteligente?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Scheila Mara Fogaça Moretto

    Olá! Sim, há diferenças entre uma criança superdotada e uma criança inteligente, e uma forma interessante de entender isso é por meio da Teoria dos Três Anéis, desenvolvida por Joseph Renzulli. Essa teoria explica que, para identificar a superdotação, três fatores principais devem estar presentes e se sobrepor:
    Habilidade acima da média: A criança superdotada apresenta habilidades cognitivas ou criativas significativamente acima da média em relação aos seus pares. Crianças inteligentes também possuem boas habilidades, mas nem sempre se destacam tanto em níveis excepcionais.
    Criatividade: A superdotação está muito ligada à capacidade de pensar de forma inovadora e original, encontrando soluções ou ideias que fogem do comum. Crianças inteligentes podem ser ótimas em reter e aplicar conhecimentos, mas nem sempre demonstram essa criatividade tão marcante.
    Comprometimento com a tarefa: A criança superdotada geralmente mostra um grande nível de motivação e persistência ao se dedicar a temas que a interessam. Esse envolvimento intenso é um diferencial importante.
    Portanto, enquanto crianças inteligentes podem se destacar em aspectos acadêmicos e aprendizagem, a criança superdotada reúne essas três características de forma integrada, o que a faz se destacar em várias áreas.
    Se você tiver mais dúvidas ou quiser entender melhor, estou à disposição!


  • Desejaria saber quanto tempo vale um laudo neuropsicológico?

    Desejaria saber quanto tempo vale um laudo neuropsicológico?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Scheila Mara Fogaça Moretto

    Olá,

    A validade de um laudo neuropsicológico pode variar bastante, pois depende do objetivo da avaliação e de diversos outros fatores. Por exemplo, em avaliações pré-cirúrgicas, a necessidade de uma nova avaliação vai depender do tempo que se passou desde a cirurgia, do tipo de procedimento realizado e do acompanhamento do paciente.

    Além disso, a validade dos resultados também pode ser influenciada pelos instrumentos psicológicos utilizados durante a avaliação e pelo prognóstico dos resultados encontrados. Em geral, os achados de uma avaliação neuropsicológica têm validade conforme o tipo de teste aplicado e a dinâmica do caso, incluindo os intervenientes avaliados, como a idade, histórico médico, entre outros fatores.

    Por isso, cada caso é único e deve ser analisado pelo profissional responsável. Se precisar de mais informações ou quiser agendar uma avaliação, estou à disposição para ajudar!


  • Fui reprovada no teste palografico ,porque fiz os pontinhos com caneta, pode isso?

    Fui reprovada no teste palografico ,porque fiz os pontinhos com caneta, pode isso?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Scheila Mara Fogaça Moretto

    Olá,
    Primeiramente, é importante esclarecer que em uma avaliação psicológica ou processo seletivo, não há "aprovação" ou "reprovação" em um teste específico. O que ocorre é uma análise dos resultados de diversos testes, da entrevista e de outros procedimentos avaliativos realizados durante o processo.
    Em relação ao teste palográfico, um detalhe como o uso de caneta para fazer os pontinhos não causaria uma reprovação. A avaliação é muito mais ampla e leva em consideração muitos outros fatores que envolvem o perfil do candidato. Dificilmente alguém seria "reprovado" por algo tão pequeno.
    Se você tiver alguma dúvida ou quiser entender melhor o que aconteceu durante o seu processo seletivo, é possível solicitar uma entrevista devolutiva, onde o profissional responsável pela avaliação irá explicar os resultados e o que foi levado em consideração ao longo do processo.
    Vale destacar que, em alguns casos, pode haver um outro candidato que, em determinado momento, tenha atendido melhor as competências emocionais e requisitos exigidos para a vaga. Isso faz parte do processo seletivo, que busca o melhor atende ao perfil da oportunidade.
    Fique à vontade para entrar em contato caso queira agendar a devolutiva ou tenha mais dúvidas!

    Scheila - Moretto & Fogaça - Clinica e Consultoria


  • Boa tarde! Fiz o teste palografico ontem e acabei sem querer fazendo um ponto depois do último traço

    Boa tarde! Fiz o teste palografico ontem e acabei sem querer fazendo um ponto depois do último traço do sinal. É caso de eliminação?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Scheila Mara Fogaça Moretto

    Olá,
    Em primeiro lugar, é importante esclarecer que em uma avaliação psicológica, como o teste palográfico, não existe "eliminação" por causa de um pequeno detalhe como esse. O que realmente importa é a análise dos resultados gerais do teste, juntamente com outros aspectos do processo, como a entrevista e demais procedimentos avaliativos.
    Fazer um ponto depois do último traço do sinal, embora seja uma pequena discrepância, não causaria uma eliminação do processo. O que avaliamos é o conjunto de achados e o contexto da avaliação como um todo.
    Além disso, sempre é possível solicitar uma entrevista devolutiva, onde o profissional que realizou a avaliação poderá explicar os resultados e o que foi levado em consideração durante o processo.
    É importante lembrar também que, em alguns casos, outros candidatos podem ter atendido melhor as competências exigidas para a vaga, o que não significa que você tenha sido eliminada por um erro pequeno.
    Fique à vontade para entrar em contato caso queira agendar uma entrevista ou tenha mais dúvidas!
    Scheila - Moretto & Fogaça


  • É comum confundir o TDAH com o SD? Quais diferenças mais comuns?

    É comum confundir o TDAH com o SD?
    Quais diferenças mais comuns?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Scheila Mara Fogaça Moretto

    Sim, pode haver confusão entre o Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) e as Altas Habilidades/Superdotação (AH/SD), especialmente porque algumas características podem parecer semelhantes, como a elevada energia, a dispersão em determinadas atividades e a dificuldade em se adaptar a ambientes escolares ou padrões sociais convencionais. No entanto, essas condições são muito diferentes em suas origens e manifestações.

    Principais diferenças:
    TDAH: É um transtorno neurodesenvolvimental que afeta as funções executivas do cérebro, como atenção, controle de impulsos e memória de trabalho.
    AH/SD: Refere-se a habilidades excepcionais em áreas específicas (intelectual, acadêmica, artística, criativa ou motora), estando frequentemente associadas a um desenvolvimento cognitivo ou emocional avançado.

    Dificuldades de atenção:
    TDAH: A desatenção é generalizada e pode ocorrer em qualquer situação, especialmente em atividades que a pessoa considera desinteressantes ou repetitivas.
    AH/SD: A dispersão geralmente está ligada à falta de estímulo. Crianças ou adultos com altas habilidades podem perder o interesse em tarefas que não correspondem ao seu nível de complexidade ou desafio.

    Hiperfoco e interesses específicos:
    TDAH: É comum alternar o foco constantemente, mas, em algumas situações, a pessoa pode demonstrar hiperfoco em algo que lhe interessa muito.
    AH/SD: O hiperfoco é direcionado a áreas de interesse específicas, nas quais a pessoa demonstra grande dedicação e conhecimento, muitas vezes de forma sistemática.

    Comportamento social:
    TDAH: Pode haver impulsividade, dificuldade em seguir regras sociais ou tolerar frustrações.
    AH/SD: Alguns indivíduos podem apresentar dificuldades de socialização devido à diferença em interesses ou níveis de maturidade, mas não por impulsividade ou desatenção.

    Rendimento acadêmico:
    TDAH: O desempenho escolar pode ser inconsistente, com dificuldades em organizar-se ou finalizar tarefas.
    AH/SD: Embora tenham grande potencial, pessoas com AH/SD podem não ter bom desempenho escolar se não forem adequadamente estimuladas ou se sentirem desmotivadas.

    Conclusão:
    Embora possam ter semelhanças em alguns comportamentos, TDAH e AH/SD são condições distintas que requerem abordagens diferentes. O diagnóstico adequado, realizado por um profissional capacitado, é essencial para compreender as necessidades individuais e oferecer suporte adequado, com profissional qualificado através de um psicodiagnóstico.

    Se precisar de mais informações ou orientação, estamos à disposição!


  • Uma pancada na cabeça pode trazer memórias de volta a tona? Se sim, porque?

    Uma pancada na cabeça pode trazer memórias de volta a tona? Se sim, porque?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Scheila Mara Fogaça Moretto

    Olá! Obrigada por trazer essa questão tão interessante.
    Até pode acontecer, em casos muito específicos, uma pancada na cabeça pode ativar memórias. No entanto, é fundamental destacar que tentar provocar uma lembrança ou mudança cognitiva por meio de uma pancada é extremamente perigoso e jamais deve ser arriscado. NÃO É ACONSELHÁVEL.
    Traumas na cabeça podem causar consequências graves, como concussões, lesões cerebrais, perda de memória ou até problemas neurológicos mais sérios. Qualquer alteração de memória ou comportamento após um impacto deve ser avaliada imediatamente por um profissional qualificado.
    Se houver alguma preocupação com a memória, seja relacionada a um trauma ou outras causas, é essencial buscar uma avaliação psicodiagnóstica detalhada. Esse processo pode ajudar a identificar os motivos e definir um prognóstico com segurança e responsabilidade.
    Cuidar do bem-estar físico e mental é sempre o melhor caminho. Se precisar de mais orientações, estou à disposição!


  • Boa noite. Meu filho tem 7 e parece só ter interesse em interagir com adultos. Alguma explicação pla

    Boa noite. Meu filho tem 7 e parece só ter interesse em interagir com adultos. Alguma explicação plausível?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Scheila Mara Fogaça Moretto

    É natural que algumas crianças se sintam mais confortáveis conversando com adultos, especialmente se convivem bastante com eles e percebem que são ouvidos e compreendidos. Isso pode indicar uma curiosidade avançada, um vocabulário mais elaborado ou até uma tendência para imitar comportamentos adultos.
    Para incentivar interações com outras crianças, algumas estratégias podem ajudar:
    Estimular brincadeiras coletivas – Inscrevê-lo em atividades em grupo, como esportes, teatro ou jogos cooperativos, pode facilitar a conexão com outras crianças.
    Observar e respeitar seu ritmo – Algumas crianças preferem menos interações sociais, e tudo bem! O importante é garantir que ele tenha oportunidades de se relacionar.
    Incentivar o contato com crianças de diferentes idades – Às vezes, ele pode se sentir mais confortável com crianças um pouco mais velhas ou mais novas do que com as da mesma idade.
    Modelar e ensinar habilidades sociais – Brincadeiras de faz de conta, leitura de histórias e diálogos sobre amizade podem ajudá-lo a se sentir mais à vontade com os colegas.
    Se houver sinais de desconforto ou dificuldades em socializar, um acompanhamento com um psicólogo infantil pode ajudar a entender melhor essa preferência e orientar estratégias personalizadas.


  • As técnicas psicométricas só podem ser aplicadas com a presença de psicólogo?

    As técnicas psicométricas só podem ser aplicadas com a presença de psicólogo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Scheila Mara Fogaça Moretto

    Olá,
    Sim, a avaliação psicológica, incluindo as técnicas psicométricas, só pode ser realizada por profissionais devidamente registrados no Conselho Regional de Psicologia (CRP). Os testes psicométricos fazem parte dos instrumentos de uso restrito ao psicólogo, pois exigem conhecimento técnico e ético para a sua aplicação e interpretação adequadas.
    Vale ressaltar que o uso de testes psicológicos por profissionais que não sejam psicólogos é considerado exercício ilegal da profissão, conforme as normativas do Conselho Federal de Psicologia (CFP). Isso ocorre porque a interpretação dos resultados envolve um conhecimento aprofundado de aspectos psicológicos que somente os psicólogos têm a formação e a responsabilidade legal para fazer.
    Portanto, é fundamental que qualquer aplicação de testes psicométricos seja feita exclusivamente por um psicólogo para garantir a validade e a ética do processo de avaliação.
    Se precisar de mais informações ou tiver outras dúvidas, fico à disposição!

    Scheila - Moretto & Fogaça


  • sugestão de algum teste de personalidade que possa ser utilizado na avaliação para renovação da CNH,

    sugestão de algum teste de personalidade que possa ser utilizado na avaliação para renovação da CNH, sem ser o PMK, e de preferencia seja algum questionário.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Scheila Mara Fogaça Moretto

    A escolha dos testes psicológicos utilizados em uma avaliação é sempre de responsabilidade do profissional que está realizando o processo de avaliação. Cada avaliação é única e deve ser conduzida de maneira cuidadosa, com base nos objetivos específicos da avaliação e nas necessidades do cliente.
    É fundamental que a pessoa que vai passar por qualquer tipo de avaliação psicológica esteja descansada e se sinta confortável no ambiente. Isso porque o bem-estar do indivíduo é crucial para um bom desempenho durante a avaliação. Além disso, é importante que o cliente se sinta à vontade para tirar dúvidas e expressar suas preocupações durante o processo, garantindo que o seu rendimento seja o melhor possível.
    Caso você seja um colega, trabalhamos também com supervisão, entre em contato! Se tiver mais alguma dúvida ou precisar de mais informações, estou à disposição!


  • Tenho 20 anos, e normalmente me esqueço de coisas simples, como aonde coloquei chaves do carro, celu

    Tenho 20 anos, e normalmente me esqueço de coisas simples, como aonde coloquei chaves do carro, celular, carteira, mesmo sendo que acabei de deixalos no local, situaçoes que ocorrem diariamente. Tenho problema em lembrar momentos que vivenciei; lembro apenas de algumas coisas. Queria saber se devo me preocupar, ou pode ser so ansiedade e estresse.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Scheila Mara Fogaça Moretto

    Olá!

    Esquecer onde deixou objetos do dia a dia (como chaves, celular e carteira) e ter dificuldades para lembrar detalhes de eventos passados pode ter diversas causas, e nem sempre indica um problema neurológico. Em muitos casos, esses esquecimentos estão relacionados a fatores como ansiedade, estresse, privação de sono, sobrecarga mental ou até mesmo hábitos do cotidiano.

    A ansiedade e o estresse podem afetar diretamente sua atenção e memória. Quando estamos ansiosos ou sobrecarregados, o cérebro pode não registrar as informações corretamente, o que dá a sensação de “esquecimento” quando, na verdade, a informação não foi armazenada de forma eficaz.

    No entanto, se esses lapsos de memória estiverem interferindo nas suas atividades diárias, aumentando ao longo do tempo, ou vierem acompanhados de outros sintomas (como dificuldades de concentração intensas, desorientação, mudanças de humor ou problemas na fala), é importante procurar um profissional para uma avaliação mais detalhada.

    Para ajudar no dia a dia, algumas estratégias podem melhorar a atenção e a memória, como uso de lembretes no celular, criação de rotinas organizadas e práticas de atenção plena (mindfulness). Além disso, manter uma boa higiene do sono, alimentação equilibrada e atividade física também contribui para o funcionamento cognitivo.

    Minha indicação é que se faça uma avaliação neuropsicológica para verificar o que está acontecendo.


  • Eu não me sinto à vontade em falar. Eu tenho vergonha, eu nem sequer sei que especialidade eu devo p

    Eu não me sinto à vontade em falar. Eu tenho vergonha, eu nem sequer sei que especialidade eu devo procurar. Eu fico pensando que isso seria só fraqueza e vaidade. Será que teria algum tipo de assistência, algum tipo de lugar onde eu pudesse me questionar? Eu não consigo mais resolver minha vida só eu.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Scheila Mara Fogaça Moretto

    Olá!

    Entender que você não precisa enfrentar tudo sozinho já é um passo muito importante. Sentir vergonha ou resistência para falar sobre o que está sentindo é algo comum, mas buscar ajuda não é fraqueza – pelo contrário, é um sinal de coragem e autocuidado.

    Se você não sabe qual especialidade procurar, um bom caminho pode ser começar com um psicólogo. Ele pode te ajudar a entender melhor suas questões e, se necessário, encaminhar para um psiquiatra ou outro profissional adequado. Algumas abordagens, como a terapia cognitivo-comportamental, podem ser especialmente úteis para trabalhar sentimentos de vergonha, medo e insegurança.


  • não consigo conversar com a minha mulher, parece que não tenho assunto, e quando ela fala eu estou n

    não consigo conversar com a minha mulher, parece que não tenho assunto, e quando ela fala eu estou no mundo da lua e sempre falo algo que não tem nada a ver com oque que ele falou ou mudo de assunto ou fico desligado do mundo. que posso fazer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Scheila Mara Fogaça Moretto

    Olá!

    Parece que a dificuldade de comunicação entre vocês está causando um certo distanciamento. Isso pode ter várias razões, como cansaço, preocupações, padrões de comunicação diferentes ou até questões emocionais não resolvidas.

    Uma boa opção seria buscar terapia de casal, que pode ajudar a melhorar o diálogo, aprofundar a conexão e entender o que pode estar afetando essa troca entre vocês. Se sentir que esse padrão acontece em outras áreas da sua vida, uma terapia individual também pode ser valiosa para explorar possíveis causas, como ansiedade, estresse ou dificuldades na atenção.

    Além disso, pequenas mudanças no dia a dia podem fazer diferença, como reservar momentos sem distrações para conversas e praticar a escuta ativa, demonstrando interesse pelo que ela diz. Isso fortalece a relação e cria um espaço mais seguro para a comunicação. Se isso está te incomodando, vale a pena dar atenção ao tema antes que o distanciamento aumente.








  • Boa Tarde, a minha duvida e, estou de luto a quatro anos e dois meses.Estou tomando Rivotril 2mg e t

    Boa Tarde, a minha duvida e, estou de luto a quatro anos e dois meses.Estou tomando Rivotril 2mg e tomei Citalopram, depois mudei para o Exodus. agora parei com tudo uns 5 dias.Tenho Sindrome do Panico a muitos anos, com a morte da minha irma fiquei com depressao severa.Os medicamentos nao ajudam muito.Nem Terapia.Me isolei de todos, penso na minha irma toda hora, nao posso falar sobre o assunto com ninguem desde o falecimento dela.Nem com minha familia.Ninguem fala sobre a morte dela.Sei que meu pai esta tao mal quanto eu.Mas o resto , vida que segue.Eu nao consigo seguir minha vida, talvez por isso.Fiz tratamento com uma psicologa que nao ajudou nada.Agora sem medicaçao parece que foi ontem que aconteceu tudo.Lembro da minha irma ali sendo velada.Minha querida e amada irma.Choro muito.Dificil de acreditar.Ela estava me ajudando a superar minhas crises, de repente ela fica doente e morre.Nao moramos no mesmo Estado.Minha familia toda mora em Curitiba .Eu e meu filho em Santa Catarina, Bombinhas.Eramos muito unidas sempre. Agora me sinto perdida e sem rumo.Nao posso falar da minha dor.Remedios apenas aliviam no momento.O que faço?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Scheila Mara Fogaça Moretto

    Sinto muito pela sua dor. O luto é um processo único para cada pessoa, e não há um tempo certo para superá-lo. No entanto, quando ele se prolonga por anos e interfere profundamente na sua vida, como no seu caso, pode ser um luto complicado ou patológico, que exige um cuidado especial.

    O fato de você não ter se adaptado a uma psicóloga anteriormente não significa que a terapia não pode te ajudar. Às vezes, encontrar o profissional certo faz toda a diferença. Existem abordagens terapêuticas específicas para o luto e para o transtorno do pânico, que podem te auxiliar a processar sua dor de maneira mais saudável e encontrar um caminho para seguir adiante sem sentir que está abandonando a memória da sua irmã.

    Além disso, a medicação pode ser um suporte importante, mas o acompanhamento psiquiátrico e psicológico juntos costumam trazer melhores resultados. Considere buscar um novo profissional, alguém que possa te acolher e te guiar nesse processo com mais empatia e eficácia. Você merece esse cuidado.


  • fui casada por 5 vezes e este meu último relacionamento entre idas e vindas está a 6 anos só que sep

    fui casada por 5 vezes e este meu último relacionamento entre idas e vindas está a 6 anos só que separamos e voltamos por varias vezes, quando estou com ele quero estar longe se estou longe quero ele. agora decidimos voltar e recomeçar do zero, tenho medo de dar errado novamente. Não consigo me entender. Que me aconselham?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Scheila Mara Fogaça Moretto

    Olá!

    Parece que há um padrão de ambivalência nos seus relacionamentos, especialmente neste último, o que pode gerar muita insegurança e frustração. Essa oscilação entre querer estar perto e, ao mesmo tempo, sentir vontade de se afastar pode estar ligada a questões emocionais mais profundas, que merecem atenção.

    A psicoterapia individual pode te ajudar a entender melhor seus sentimentos, identificar padrões nos relacionamentos e trabalhar suas inseguranças para que suas escolhas sejam mais conscientes e satisfatórias. Já a terapia de casal pode ser um espaço para ambos explorarem juntos as dificuldades da relação, melhorando a comunicação e fortalecendo a parceria para que o recomeço tenha mais chances de sucesso.

    Se esse ciclo de idas e vindas tem te causado sofrimento, buscar ajuda profissional pode ser um passo importante para construir um relacionamento mais equilibrado e saudável.


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