Perguntas do paciente (8)

  • Minha filha tem 9 anos, ela fez uma prova de "Ditado" porém errou todas, pq ela escreve como ela "Fa

    Minha filha tem 9 anos, ela fez uma prova de "Ditado" porém errou todas, pq ela escreve como ela "Fala" alguma dica pra me ajudar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Simone Vieira de Melo

    Olá. É muito importante que sua filha passe por atendimentos neuropsicopedagógicos para trabalhar tais dificuldades. As causas podem ser diversas, por isso, o profissional, ao realizar uma avaliação inicial, irá personalizar as intervenções de forma a ajudá-la a superar as dificuldades identificadas. Essas dificuldades atrapalham a vida escolar da criança, podendo gerar baixa autoestima e baixa autoconfiança, atrapalhando ainda mais sua aprendizagem. Uma intervenção adequada a ajudará, com certeza, na aprendizagem e aquisição de novos conhecimentos.


  • Olá, levei minha filha de 9 anos no colégio, e a professora disse que ela anda copiando muito d

    Olá, levei minha filha de 9 anos no colégio, e a professora disse que ela anda copiando muito devagar, outra professora já tinha me comentado a mesma coisa, queria saber como poderia ajudar ela, pois tá sendo prejudicada com atrasos de matérias

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Simone Vieira de Melo

    Olá. Temos, nesse caso, aspectos diferentes a serem analisados. É fato que as pessoas possuem ritmos diferentes, seja para copiar, realizar cálculos, estudar etc. Entretanto, é muito importante identificar a causa da lentidão, pois sua filha pode estar passando por alguma dificuldade específica, com a qual ela não está conseguindo lidar. Nesses casos, a criança sofre, pois não consegue evoluir e passa a se sentir mal, o que afeta sua autoestima e autoconfiança, prejudicando o aprendizado e as relações sociais. Uma avaliação neuropsicopedagógica, com as devidas intervenções, irá tanto identificar as fragilidades e potencialidades do processo de aprendizagem, quanto auxiliá-la na superação dos desafios enfrentados no dia-a-dia.


  • Como tratar uma criança com dificuldade de 4 anos com dificuldade de falar , ela já presenciou discu

    Como tratar uma criança com dificuldade de 4 anos com dificuldade de falar , ela já presenciou discursões e também tem excesso de uso de celular ; isso pode estar contribuindo ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Simone Vieira de Melo

    Olá. Nesse caso, é necessário que se faça uma avaliação neuropsicológica para identificar as causas reais e, de acordo com o diagnóstico, se for o caso, tratar para superá-las. Uma avaliação neuropsicopedagógica também é muito importante, para identificar até que ponto a criança está em prejuízo no processo de aprendizagem. Ambientes estressores, com muitas discussões por exemplo, podem sim prejudicar. O uso excessivo do celular, com certeza, traz um grande prejuízo para o desenvolvimento da criança. Então, além de uma avaliação criteriosa e séria, é essencial que os pais / responsáveis sejam orientados pelo profissional, sobre como administrar o uso de telas, cuidando para que os prejuízos não se estendam, evitando, assim, maiores problemas a curto e médio prazo na vida da criança.


  • Meu filho de 4 anos e 7 meses tem MUITA dificuldade de concentração quando falamos com ele e princip

    Meu filho de 4 anos e 7 meses tem MUITA dificuldade de concentração quando falamos com ele e principalmente nas atividades escolares (está aprendendo o nome dele), e eu fico muito preocupada com isso.
    Qual especialista ao certo devo procurar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Simone Vieira de Melo

    Olá. Se a dificuldade se mostra com intensidade, vale a pena uma avaliação para direcionar a melhor forma de ajudá-lo nesse processo. Profissionais da saúde especializados, como o neuropediatra, o neuropsicólogo ou o psiquiatra, atuam na realização de diagnósticos para identificar a causa médica. Em seguida, caso o diagnóstico assim o indique, eles realizam os encaminhamentos necessários, normalmente para intervenções psicopedagógicas ou neuropsicopedagógicas.
    O profissional da neuropsicopedagogia, por outro lado, faz uma avaliação específica de processos que envolvem a aprendizagem e o funcionamento cerebral, verificando se, realmente, há sinalização de alguma dificuldade ou transtorno que necessite um diagnóstico médico com possível uso de medicação, ou se intervenções neuropsicopedagógicas são suficientes para trazer uma melhora consistente nos processos da criança. Caso sinalize a necessidade de um diagnóstico, o profissional fará os encaminhamentos. Um exemplo muito comum atualmente: crianças com experiências de excesso de telas, que não têm necessariamente um transtorno (ou têm, mas sem necessidade de medicação), enfrentam problemas sérios na concentração e na aprendizagem, decorrentes dessas experiências. Ao iniciarem as intervenções personalizadas, a melhora é significativa.


  • Minha filha completou 4 anos em Novembro, desde os 3 anos, comecei a ensinar ela sobre letras e núme

    Minha filha completou 4 anos em Novembro, desde os 3 anos, comecei a ensinar ela sobre letras e números e ela pegou muito rápido, sabe escrever o nome dela, sabe fazer contas de adição, sabe escrever todas as letrinhas e números já sem ajuda de pontilhado e reconhece se perguntada, sabe frutas, cores e números em inglês e algumas outras palavrinhas, já sabe usar a tesoura, faz tarefas de ligar, transcrever, colar perfeitamente.
    Entrou na escolinha da prefeitura esse ano, no começo ela gostou, não chorou se adaptou super bem, agora depois de um mês e meio, fica triste quando a levo para a escola, não quer mais ir pq lá faz sempre a mesma coisa, só brinca das mesmas coisas e vê desenho, não tem tarefinha para ela fazer.
    Chega em casa já pegando os livrinhos e folhinhas para fazer lição, me pede para comprar e imprimir tarefinha
    Não sei o que fazer, converso, falo q a escola é legal, que tem amigos, mas ela diz que não quer se sente frustrada por não colocar as habilidades dela em prática na escola

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Simone Vieira de Melo

    Olá. Não sei se você já conversou com os profissionais da escola para saber como ela participa das atividades em sala (em quais ela se envolve mais, quais deram desinteresse ou frustração...) e, também, para partilhar o desânimo dela quando chega o momento de ir para a escola. Esse é, a meu ver, o primeiro passo para você compreender melhor a qualidade do tempo da sua filha na escola. Como ela já aprendeu muitas coisas com você, se na escola ela fica sempre na monotonia, sem novidades, com certeza, se sentirá desestimulada. Existem possibilidades de trabalhos diversificados em sala de aula, muito interessantes, que atendem à diversidade, motivando a participação das crianças e gerando mais aprendizado. A escola, sabendo de como ela se sente, poderá propor possibilidades diferenciadas que modificarão o ritmo das aulas para sua filha. Uma sugestão importante é, ao conversar com a equipe escolar e coletar mais informações, agende com um profissional da psicopedagogia para maiores orientações, de forma personalizada. Com certeza, bons frutos surgirão desse acompanhamento.


  • Sou pedagoga e atuo como orientadora educacional dos alunos do 6º e 7º anos do Ensino Fundamental II

    Sou pedagoga e atuo como orientadora educacional dos alunos do 6º e 7º anos do Ensino Fundamental II em uma escola bilíngue de alto desempenho. Entre minhas funções, trabalho diretamente na adaptação de avaliações para alunos com necessidades específicas de aprendizagem.

    Atualmente, estou enfrentando um desafio na adaptação de uma atividade avaliativa de ditado de palavras do currículo de Língua Inglesa para alunos com dislexia. Pensei em sugerir que, em vez de escrever as palavras ditadas, os alunos escolham a forma correta entre três opções com grafias semelhantes. Gostaria de saber se essa adaptação é adequada e benéfica para o desenvolvimento da aprendizagem desses alunos.

    P.S.: Os alunos com dislexia (atualmente cinco no total – dois do 6º ano e três do 7º ano) realizam as provas em sala separada, com o suporte de um professor ledor.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Simone Vieira de Melo

    Olá. Primeiro quero te parabenizar pelo comprometimento com a aprendizagem dos alunos. Isso é essencial para a qualidade do processo ensino aprendizagem. Como a dislexia traz vários desafios na questão da linguagem/ leitura e escrita, essa possibilidade é sim interessante. Contudo, observe o nível de dificuldade de cada estudante, pois, a depender dele, o aluno pode sentir que a dificuldade intensifica, ao aumentarem a quantidade de palavras para identificação... Assim, sugiro que você também inclua jogos, especialmente criados para esse fim. Os jogos permitem que a aprendizagem ocorra de forma mais leve, mantendo a qualidade e a consistência, pois trabalha conceitualmente, de forma lúdica. Existem propostas lúdicas desafiadoras e envolventes, montadas pelo próprio profissional que atua na adaptação, que auxiliam muito na superação dessas dificuldades. Vale a pena inserir nos atendimentos.


  • Sempre sonho que estou na casa onde cresci, e não na casa que moro hoje isso me incomoda, e também s

    Sempre sonho que estou na casa onde cresci, e não na casa que moro hoje isso me incomoda, e também sempre que sonho com meu irmão mais novo sonho como se ele ainda fosse criança mas hoje ele já tem 18 anos. Na adolescência passei por turbulências e foi na transição morar nessa casa e irá para outra e também foi o momento que diminui o contato com meu irmão.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Simone Vieira de Melo

    Olá. A terapia energética tem muito a contribuir com você, sobretudo, nessa fase mais desafiadora. Olhar para seus processos, sua história de vida, com respeito e amorosidade, compreendendo como você lidou e lida com as próprias experiências e emoções, amplia seu nível de consciência e seu autoconhecimento. Na medida em que você vai compreendendo os momentos em que cada coisa acontece e o que geram em você, passa a lidar melhor com sua própria caminhada, deixando ir o que não te pertence e acolhendo o que, de fato, é seu. Isso traz aprendizado, amadurecimento e bem-estar.


  • É normal lembrar apenas de recortes da infância? Sem diálogos, lembrança de rostos, cenas completas,

    É normal lembrar apenas de recortes da infância? Sem diálogos, lembrança de rostos, cenas completas, etc, apenas pequenos recortes.
    Consigo lembrar das coisas a partir de que idade?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Simone Vieira de Melo

    Olá. Nossas lembranças são construídas ao longo da nossa história e esquecer é parte do processo. Não é possível guardarmos tudo o que vivemos. As nossas memórias possuem aspectos afetivos fortíssimos, sensações, emoções... Assim, nos esquecemos de muitas coisas não significativas; porém, alguns "esquecimentos" podem ser, de fato, memórias muito bem guardadas, como ilusão de proteção, pois podem ter sido construídas em momentos de perda, dor, tristeza, medo... experiências intensas no campo negativo; dores que tivemos dificuldade de lidar e que, agora, escondemos para não sofrer (ação, na maioria das vezes, inconsciente). Por outro lado, experiências positivas tendem a gerar memórias que guardamos com muito carinho e facilmente são trazidas à tona, por pequenos gatilhos. Caso algumas situações nesse processo lhe tragam mal estar, preocupações ou dúvidas, vale a pena buscar uma terapia, para lidar melhor e ficar bem com sua caminhada. Autoconhecimento sempre nos gera muito crescimento e leveza. Não que seja fácil, mas é essencial e traz resultados muito positivos.


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