Perguntas do paciente (64)

  • Meu namorado diz que não é viciado em pornografia,mas recentemente descobri que ele assisti até no t

    Meu namorado diz que não é viciado em pornografia,mas recentemente descobri que ele assisti até no trabalho ou simplesmente se eu ficar fora de casa 2,3 h, isso me deixou um pouco triste e confusa, seria uma compulsão ou é coisa da minha cabeça?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sofia Malta

    O fato de ele assistir pornografia em contextos como o trabalho ou sempre que fica sozinho pode, sim, ser um sinal de uso compulsivo, mas não é possível afirmar que seja um vício apenas com essa informação. O mais importante é entender como isso impacta a vida dele e o relacionamento de vocês. Se você quiser aprofundar essa situação e compreender melhor o que está acontecendo, fico à disposição para trabalharmos isso em terapia.


  • Recebi pouco afeto na minha criação, percebo que às vezes tenho dificuldade de ver quando me apaixon

    Recebi pouco afeto na minha criação, percebo que às vezes tenho dificuldade de ver quando me apaixono por alguém e uma vez percebi que gostei de uma pessoa quando ele cortou o contanto quando tive uma coragem pra falar com ele. É possível eu conseguir não só amar como também identificar com mais facilidade esse sentimento e qual seria a relação de amar com a força pra seguir nas minhas metas pessoais?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sofia Malta

    Recebi pouco afeto na minha criação, percebo que às vezes tenho dificuldade de ver quando me apaixono por alguém e uma vez percebi que gostei de uma pessoa quando ele cortou o contanto quando tive uma coragem pra falar com ele. É possível eu conseguir não só amar como também identificar com mais facilidade esse sentimento e qual seria a relação de amar com a força pra seguir nas minhas metas pessoais?


  • Boatarde gostaria de tirar uma dúvida sobre o processo terapêutico. Sinto muita dificuldade em lidar

    Boatarde gostaria de tirar uma dúvida sobre o processo terapêutico. Sinto muita dificuldade em lidar com a ansiedade e angústia nos dias em que não tenho sessão. Queria saber se é uma prática comum na psicologia os profissionais entregarem algum tipo de material físico para o paciente levar para casa, como cartões com mensagens de apoio, blocos de exercícios rápidos ou lembretes para momentos difíceis? E isso realmente ajuda na eficácia do tratamento durante a semana?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sofia Malta

    Boa tarde! Sim, essa é uma prática bastante comum. Muitos psicólogos utilizam materiais de apoio, como exercícios, registros de pensamentos, cartões de enfrentamento e estratégias para ajudar o paciente a lidar com momentos difíceis entre as sessões. Quando esses recursos são personalizados e fazem parte do plano terapêutico, podem contribuir bastante para a continuidade do tratamento. Se você quiser aprofundar essa questão e construir estratégias para a sua ansiedade, fico à disposição para trabalharmos isso em terapia.


  • Estou saindo de casa para morar com minha namorada, tenho uma mãe de 75 que vai ficar só . Estou com

    Estou saindo de casa para morar com minha namorada, tenho uma mãe de 75 que vai ficar só . Estou com muita dor no coração e ansiedade por deixa lá só. O que devo fazer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sofia Malta

    É natural sentir essa dor e ansiedade diante de uma mudança tão importante. Esse sentimento pode envolver culpa, preocupação e o desafio de equilibrar o cuidado com sua mãe e a construção da sua própria vida. O ideal é buscar formas de manter uma presença afetiva, como visitas e uma rotina de contato, sem abrir mão dos seus projetos. Se esse sofrimento estiver muito intenso, vale a pena compreender melhor a origem desses sentimentos. Fico à disposição para trabalharmos isso em terapia.


  • Perdi minha cachorra em janeiro e ainda não consigo aceitar,me conformar. Fico pensando que poderia

    Perdi minha cachorra em janeiro e ainda não consigo aceitar,me conformar. Fico pensando que poderia ter feito mais,cuidado mais e em como poderia ter evitado que ela partisse. Imaginava ela velhinha ao meu lado e ela se foi aos 9 anos. Até mesmo ver as pessoas com seus cachorrinhos na rua,nas redes sociais,tem me causado dor. Sempre penso que era pra eu ainda estar também com a minha.💔

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sofia Malta

    Sinto muito pela sua perda. O luto por um animal de estimação pode ser tão intenso quanto por qualquer outro vínculo importante. A culpa e os pensamentos de "eu poderia ter feito mais" são comuns nesse processo, mas nem sempre refletem a realidade. Com o tempo e a elaboração do luto, essa dor tende a encontrar um novo lugar. Se esse sofrimento continua muito intenso e impactando sua rotina, fico à disposição para trabalharmos isso em terapia.


  • Parece que tudo depende de mim. Como eu faço para parar de sentir isso?

    Parece que tudo depende de mim. Como eu faço para parar de sentir isso?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sofia Malta

    Esse sentimento costuma estar relacionado a um excesso de responsabilidade, dificuldade em delegar e à crença de que, se você não fizer tudo, as coisas darão errado. Aprender a diferenciar o que está sob seu controle do que não está é um passo importante para reduzir esse peso. Se você quiser compreender a origem desse padrão e aprender estratégias para lidar com ele, fico à disposição para trabalharmos isso em terapia.


  • Como superar a dor de um término de relacionamento? Isso pode ser considerado um luto?

    Como superar a dor de um término de relacionamento? Isso pode ser considerado um luto?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sofia Malta

    Sim. O término de um relacionamento pode, sim, ser vivido como um processo de luto, pois envolve a perda de uma pessoa, de planos e de expectativas para o futuro. Superar essa dor leva tempo e passa por acolher as emoções, reconstruir a rotina e fortalecer a própria identidade. Se você quiser elaborar esse momento de forma mais saudável, fico à disposição para trabalharmos isso em terapia.


  • Como posso lidar com a tristeza de ter perdido meus objetos de infância sem autorização?

    Como posso lidar com a tristeza de ter perdido meus objetos de infância sem autorização?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sofia Malta

    Perder objetos de infância sem o seu consentimento pode despertar um sentimento de luto, pois eles carregam memórias, identidade e significado afetivo. Permitir-se sentir essa tristeza e ressignificar o valor dessas lembranças, entendendo que elas também permanecem na sua história, pode ajudar no processo. Se você quiser aprofundar essa questão e elaborar essa perda, fico à disposição para trabalharmos isso em terapia.


  • Eu já tive umas conversas com o irmão do meu namorado antes de conhecer meu namorado (2 anos antes)

    Eu já tive umas conversas com o irmão do meu namorado antes de conhecer meu namorado (2 anos antes) e eu descobri ontem com um ano juntos q eles são irmãos, e meu namorado pediu um tempo. Estou com medo de terminarmos, eu me sinto muito culpada. E ele é o único apoio que tenho (eu tenho autismo e depressão) e sem ele sinto que tudo vai desmoronar

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sofia Malta

    Sinto muito que você esteja passando por isso. Pelo que você descreve, não parece haver motivo para se culpar por conversas que aconteceram antes de conhecer seu namorado. É compreensível que o pedido de um tempo desperte medo, principalmente quando ele representa uma importante fonte de apoio para você. Nesse momento, procure não tomar decisões precipitadas e lembre-se de que seu bem-estar não pode depender exclusivamente de uma única pessoa. Se você quiser compreender melhor esses sentimentos e fortalecer sua segurança emocional, fico à disposição para trabalharmos isso em terapia.


  • Tenho pavor de interagir com as pessoas. Na infância, eu era bastante tímida, mas, mesmo assim, cons

    Tenho pavor de interagir com as pessoas. Na infância, eu era bastante tímida, mas, mesmo assim, conseguia conversar, interagir e brincar com as outras crianças. No entanto, na adolescência, essa timidez evoluiu para um medo enorme de interações sociais, e a situação só piorou. Sempre que alguém fala comigo, fico super nervosa, meu coração acelera e sinto vontade de chorar. Acabo gaguejando e não consigo manter contato visual com ninguém porque, ao olhar nos olhos das pessoas, fico nervosa. Quando interajo com os outros por muito tempo, meu medo só aumenta e, após essas interações, me sinto tão mal que choro descontroladamente, me sentindo um lixo. Só de imaginar que preciso me expor ao público, já começo a ter um ataque de ansiedade. Não consigo nem mesmo dar um bom dia a alguém. Para falar qualquer coisa, preciso fazer um esforço enorme. Isso atrapalha muito a minha vida, principalmente na vida profissional. No meu último emprego, infelizmente precisei lidar com o público e foi horrível. Eu tinha que me esforçar muito para não surtar na frente de todo mundo e, quando o expediente acabava, chorava muito, tremia... saía de lá exausta emocionalmente. Queria procurar ajuda, mas tenho medo de que não levem a sério o que sinto e que eu acabe só perdendo tempo e a minha pouca dignidade. Eu sei que não sou a pessoa mais legal e carismática do mundo, mas só queria ser minimamente normal e não ter um ataque toda vez que preciso falar com alguém. Não aguento mais isso. Queria nunca mais ter que falar com ninguém na vida. Queria saber como faço pra me livrar disso, a o especialista de qual área eu preciso recorrer...

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sofia Malta

    O que você descreve vai muito além da timidez e pode estar relacionado à ansiedade social. Esse sofrimento é real, tem tratamento e merece ser levado a sério. O profissional mais indicado para iniciar essa avaliação é um psicólogo, e, em alguns casos, o acompanhamento com um psiquiatra também pode ser importante. Com o tratamento adequado, é possível reduzir esses sintomas e recuperar a confiança nas interações sociais. Você não precisa enfrentar isso sozinha. Se desejar aprofundar essa questão e iniciar esse processo de forma acolhedora, fico à disposição para trabalharmos isso em terapia.


  • Tenho dificuldade em entender quando eu cismo de estar certo,me defendendo em opiniões, sempre dando

    Tenho dificuldade em entender quando eu cismo de estar certo,me defendendo em opiniões, sempre dando razão pra mim,acho que já perdi até empregos por não mudar minha opinião em tudo,sinto que isso está me atrapalhando, como posso melhorar isso?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sofia Malta

    O que você descreve pode estar relacionado à rigidez cognitiva, dificuldade em flexibilizar pensamentos e necessidade de validar as próprias crenças. Isso pode prejudicar relacionamentos e até a vida profissional. A boa notícia é que essa habilidade pode ser desenvolvida por meio do autoconhecimento e de técnicas da psicoterapia, aprendendo a considerar diferentes perspectivas sem sentir que isso diminui quem você é. Se quiser compreender a origem desse padrão e trabalhar formas mais flexíveis de lidar com conflitos, fico à disposição para trabalharmos isso em terapia.


  • Sinto me um pouco frustrado por conseguir minhas conquistas mais tardiamente do que os outros e muit

    Sinto me um pouco frustrado por conseguir minhas conquistas mais tardiamente do que os outros e muito provavelmente minha vida só melhore mesmo entre 35 e 40 anos. Às vezes fico com raiva de mim mesmo por isso mesmo que eu vá atrás das minhas metas porém só de pensar nessa idade que minha vida melhore me deixa desmotivado pois sinto que minha vida começaria quando metade dela já passou. Como lidar com essa sensação e manter motivado mesmo com esse cenário em mente?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sofia Malta

    É compreensível sentir essa frustração, mas comparar o seu tempo com o dos outros costuma aumentar o sofrimento e diminuir a motivação. Cada trajetória tem um ritmo, e o fato de suas conquistas acontecerem mais tarde não reduz o valor delas. Direcionar o foco para o progresso que você faz hoje, em vez da idade em que acredita que chegará lá, pode ajudar a manter a constância. Se quiser compreender a origem dessa cobrança e construir uma relação mais saudável com suas metas, fico à disposição para trabalharmos isso em terapia.


  • Quando um casal perde completamente o respeito um pelo outro após anos de conflitos e ofensas, ainda

    Quando um casal perde completamente o respeito um pelo outro após anos de conflitos e ofensas, ainda é possível reconstruir esse respeito do ponto de vista da psicologia?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sofia Malta

    Sim, é possível, desde que ambos estejam dispostos a reconhecer os próprios padrões, assumir responsabilidades e construir novas formas de se comunicar. A reconstrução do respeito exige tempo, compromisso e mudanças consistentes de comportamento. Em alguns casos, a terapia de casal pode ser um recurso importante nesse processo. Se quiser aprofundar essa questão, fico à disposição para trabalharmos isso em terapia.


  • Gostaria de tentar entender o que eu estou sentindo. Tem momentos que sinto uma tristeza a ponto de

    Gostaria de tentar entender o que eu estou sentindo. Tem momentos que sinto uma tristeza a ponto de querer me isolar e choro muito. Não consigo entender de onde vem esse sentimento de tristeza. Estou em um relacionamento que sinto que na hora de expressar meu ponto de vista não sou compreendida ou a sensação que tenho que tenho que pisar em ovos na hora de falar. Já ouve outro episodio de me sentir muita tristeza por meus sentimentos não serem validados. Isso é normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sofia Malta

    O que você descreve merece atenção. Sentir tristeza intensa e recorrente, especialmente quando há a sensação de não ser compreendida ou de precisar "pisar em ovos" para se expressar, pode estar relacionado ao impacto da invalidação emocional no relacionamento. Esses sentimentos são compreensíveis e não devem ser ignorados. Entender a origem dessa tristeza e aprender a comunicar suas necessidades de forma mais segura pode fazer diferença. Se você quiser aprofundar essa questão, fico à disposição para trabalharmos isso em terapia.


  • Estou passando por um casamento muito desgastado. As discussões são frequentes, há ofensas de ambos

    Estou passando por um casamento muito desgastado. As discussões são frequentes, há ofensas de ambos os lados e isso acontece, infelizmente, na frente dos nossos filhos. Percebo que isso está afetando meu bem-estar emocional.

    O que mais me angustia é que sinto muita dificuldade em conversar com minha esposa sobre os problemas, pois tenho a impressão de que ela nunca reconhece a própria participação nos conflitos. Isso me faz perder a esperança de que a relação possa melhorar.

    Também reconheço que eu erro e que, durante as discussões, acabo respondendo de forma inadequada. Hoje me sinto emocionalmente exausto, com baixa autoestima e muito confuso sobre como lidar com essa situação.

    Minha dúvida é: do ponto de vista psicológico, como saber quando um relacionamento ainda tem possibilidade de ser reconstruído e quando o desgaste já é tão grande que um afastamento temporário pode ser uma alternativa saudável para preservar a saúde emocional e o bem-estar dos filhos?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sofia Malta

    O que você descreve é um cenário de desgaste importante e merece atenção, principalmente pelo impacto em vocês e nos filhos. Do ponto de vista psicológico, a possibilidade de reconstrução costuma existir quando ambos reconhecem suas responsabilidades, estão dispostos a mudar comportamentos e conseguem restabelecer um diálogo respeitoso. Quando os conflitos se tornam constantes, há ofensas recorrentes e não existe abertura para mudanças, um afastamento temporário pode, em alguns casos, ser uma alternativa para reduzir a tensão e favorecer uma reflexão mais saudável. Essa decisão, porém, deve ser avaliada considerando a realidade de cada casal. Se você quiser compreender melhor esse momento e tomar uma decisão com mais segurança, fico à disposição para trabalharmos isso em terapia.


  • Olá! Eu estou ficando um pouco preocupado com a minha situação atual, não para entrar em pânico, mas

    Olá! Eu estou ficando um pouco preocupado com a minha situação atual, não para entrar em pânico, mas estou ficando receoso.

    Eu venho chorando e ficando bem triste por conta de provavelmente nunca poder ter a chance de conhecer um grupo de K-pop que eu construí um Relacionamento Parassocial, e eu não sei se esse sentimento vai se "acalmar", entendo que muito disso é idealização minha da possível interação que aconteceria entre mim e o grupo, mas eu simplesmente não consigo parar de pensar nisso, eu fico mal de verdade, eu me "identifiquei" e me "conectei" tanto com o grupo que eu acho que não consigo mais ignorar isso.

    Vale ressaltar também que a minha vida social no momento está bem parada, isso com certeza acaba intensificando bastante toda essa questão. Será que isso uma hora vai passar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sofia Malta

    Sim, é possível que esse sofrimento diminua com o tempo, especialmente à medida que sua vida passe a ter outras fontes de conexão e significado. Quando estamos com a vida social mais restrita, é comum que um vínculo parassocial ganhe um espaço muito grande e desperte sentimentos intensos de perda, frustração e saudade. Isso não significa que seus sentimentos não sejam reais, mas vale a pena entender o que esse grupo representa emocionalmente para você e buscar ampliar seus vínculos na vida real. Se esse sofrimento tem impactado sua rotina ou persiste de forma intensa, pode ser muito útil explorá-lo em psicoterapia. Fico à disposição para trabalharmos isso em terapia.


  • Quais são os indicadores de "Obsessões" e "Compulsões (Rituais)" no Teste das Pirâmides Coloridas de

    Quais são os indicadores de "Obsessões" e "Compulsões (Rituais)" no Teste das Pirâmides Coloridas de Pfister ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sofia Malta

    No Teste das Pirâmides Coloridas de Pfister, indicadores relacionados a traços obsessivos ou compulsivos costumam aparecer quando há uma organização excessivamente rígida das pirâmides, forte preocupação com simetria, repetição de padrões e necessidade de controle na disposição das cores. Em alguns casos, pode-se observar maior uso de tonalidades como o marrom. Esses sinais, porém, não fecham diagnóstico isoladamente , apenas sugerem tendências que precisam ser analisadas dentro do contexto clínico completo.


  • Quais são os indicadores do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) no Teste das Pirâmides Colo

    Quais são os indicadores do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) no Teste das Pirâmides Coloridas de Pfister ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sofia Malta

    No Teste das Pirâmides Coloridas de Pfister, indicadores que podem aparecer em quadros com características do Transtorno de Personalidade Borderline incluem variações intensas e pouco estáveis na escolha das cores, combinações contrastantes ou impulsivas, dificuldade em manter organização nas pirâmides e mudanças bruscas no padrão entre uma pirâmide e outra. Também pode haver uso expressivo de cores mais ligadas à intensidade emocional. Esses achados não confirmam diagnóstico, mas podem sugerir instabilidade afetiva e impulsividade quando analisados junto à avaliação clínica.


  • Qual o tratamento recomendado para pessoas que cresceram em ambientes invalidantes e desenvolveram T

    Qual o tratamento recomendado para pessoas que cresceram em ambientes invalidantes e desenvolveram Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sofia Malta

    O tratamento mais recomendado para pessoas que cresceram em ambientes invalidantes e desenvolveram Transtorno de Personalidade Borderline é a Terapia Comportamental Dialética (DBT), desenvolvida por Marsha Linehan.

    A DBT trabalha regulação emocional, tolerância ao estresse, habilidades interpessoais e mindfulness, sendo especialmente eficaz para instabilidade emocional e comportamentos impulsivos.


  • O medo de abandono é um sintoma comum do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB). Como a autova

    O medo de abandono é um sintoma comum do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB). Como a autovalidação pode ajudar a lidar com esse medo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sofia Malta

    Sim, o medo de abandono é central no TPB.

    A autovalidação ajuda porque ensina a pessoa a reconhecer e legitimar suas emoções sem depender exclusivamente da confirmação externa. Ao aprender a dizer para si mesma “o que estou sentindo faz sentido diante da minha história”, ela reduz a urgência de buscar garantias constantes do outro, diminui reações impulsivas e fortalece a sensação interna de segurança.

    Com o tempo, isso aumenta a estabilidade emocional e reduz a intensidade do medo de ser deixada.


Perguntas frequentes

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