Perguntas do paciente (12)

  • Há mais de 3 meses uma filha foi afastada do pai e da família paterna, com os quais demonstrava ser

    Há mais de 3 meses uma filha foi afastada do pai e da família paterna, com os quais demonstrava ser uma criança feliz. Como funcionam os sentimentos e como será a reação dela ao vê-los novamente?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sophia Lima Luiz Ramalho França

    Olá! Tudo bem?

    Muito prazer, meu nome é Sophia Lima, sou psicóloga clínica e te orientarei com relação a esta questão!

    Cada criança reage de um jeito a situações de afastamento e reencontro. Quando há uma separação de pessoas com quem ela tinha vínculos afetivos importantes, é natural que surjam sentimentos como saudade, confusão ou até um pouco de insegurança.

    Ao rever o pai e a família paterna, ela pode sentir alegria, curiosidade ou, em um primeiro momento, ficar mais reservada — tudo isso faz parte do processo. O mais importante é que ela se sinta segura, acolhida e respeitada no seu tempo e nas suas emoções.

    Oferecer escuta, paciência e um ambiente de afeto ajuda muito para que esse reencontro seja vivido de forma mais tranquila. Em alguns casos, o acompanhamento psicológico pode contribuir para que a criança consiga expressar e elaborar melhor o que sente.

    Situações como essa pedem sensibilidade e cuidado. Se desejar compreender melhor as reações da criança ou buscar orientações sobre como apoiá-la, fico à disposição para contribuir!

    Abraços!


  • Quais são os sinais de visão de túnel mental no Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC)?

    Quais são os sinais de visão de túnel mental no Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sophia Lima Luiz Ramalho França

    Olá! Tudo bem?

    Prazer, meu nome é Sophia Lima, sou psicóloga clínica e vou te orientar com relação a essa questão.

    A visão de túnel mental no TOC é um padrão cognitivo em que a pessoa se fixa intensamente em uma preocupação obsessiva, como se só conseguisse enxergar o mundo por uma lente estreita e distorcida. Isso limita sua capacidade de avaliar a realidade de forma ampla e equilibrada.

    Alguns sinais comuns incluem:
    • Foco exclusivo em um pensamento obsessivo, como medo de contaminação, dúvida moral ou necessidade de simetria.
    • Ignorar informações que contradizem a obsessão, mesmo quando são lógicas ou evidentes.
    • Rigidez cognitiva, com dificuldade de considerar outras interpretações ou possibilidades.
    • Reações impulsivas ou compulsivas, como checagens, lavagens ou rituais mentais, para aliviar a ansiedade.
    • Busca constante por certeza absoluta, mesmo em situações cotidianas.
    • Sensação de que “algo está errado”, mesmo sem evidências concretas.

    Esse tipo de visão limitada pode aumentar o sofrimento e dificultar a tomada de decisões. Na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), trabalhamos para ampliar essa percepção, ajudando o paciente a identificar distorções cognitivas e desenvolver uma visão mais flexível e realista.

    Se você ou alguém próximo apresenta esses sinais, é importante buscar avaliação profissional. O tratamento adequado pode trazer alívio e melhorar significativamente a qualidade de vida.

    Espero ter te auxiliado e sigo à disposição para maiores esclarecimentos! Abraços!


  • Por que não conseguimos pensar em duas coisas ao mesmo tempo?

    Por que não conseguimos pensar em duas coisas ao mesmo tempo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sophia Lima Luiz Ramalho França

    Olá! Tudo bem?

    Prazer, meu nome é Sophia Lima, sou psicóloga clínica e vou te auxiliar nessa questão.

    Excelente pergunta!

    Nosso cérebro funciona como um foco de luz: ele ilumina uma coisa de cada vez. Quando tentamos pensar em duas coisas ao mesmo tempo — como responder uma mensagem enquanto ouvimos alguém falar — o cérebro, na verdade, fica alternando rapidamente entre uma tarefa e outra. Isso dá a sensação de “multitarefa”, mas na prática, estamos dividindo a atenção, o que pode causar distrações e erros.

    A psicologia explica que nossa atenção consciente é limitada. Quando duas tarefas exigem foco, o cérebro precisa escolher qual priorizar. Por isso, é comum esquecermos o que íamos dizer ou perdermos o fio da conversa quando tentamos fazer tudo ao mesmo tempo.

    Atividades simples e automáticas, como caminhar e conversar, até podem acontecer juntas. Mas quando duas tarefas exigem raciocínio, o cérebro prefere fazer uma de cada vez — e com mais qualidade.

    Espero que tenha te ajudado! Sigo à disposição para quaiquer esclarecimentos! Abraços!


  • O que é a Teoria da Mente (ToM) e como ela se manifesta em interações sociais saudáveis?

    O que é a Teoria da Mente (ToM) e como ela se manifesta em interações sociais saudáveis?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sophia Lima Luiz Ramalho França

    Olá! Tudo bem?

    Prazer, meu nome é Sophia Lima, sou psicóloga clínica e vou te ajudar nessa questão.

    A Teoria da Mente é uma habilidade psicológica que nos permite compreender que outras pessoas têm pensamentos, emoções, desejos e intenções diferentes dos nossos. Essa capacidade começa a se desenvolver na infância e é essencial para a construção de vínculos saudáveis.

    Na prática clínica, observamos a Teoria da Mente quando o paciente consegue:
    • Perceber que o outro pode pensar diferente dele.
    • Interpretar sinais sociais como expressões faciais, tom de voz e gestos.
    • Ajustar seu comportamento com base na reação do outro.
    • Demonstrar empatia e respeito pelas emoções alheias.

    Essa habilidade é fundamental para o convívio social, pois permite que as relações sejam mais respeitosas, cooperativas e afetivas. Quando bem desenvolvida, a Teoria da Mente favorece a escuta ativa, a resolução de conflitos e a comunicação assertiva.

    Espero ter te auxiliado e sigo à disposição para quaisquer esclarecimentos! Abraços!


  • Como posso ajudar um autista a entender as regras do trabalho em grupo?

    Como posso ajudar um autista a entender as regras do trabalho em grupo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sophia Lima Luiz Ramalho França

    Olá! Tudo bem?

    Muito prazer, meu nome é Sophia Lima, sou psicóloga clínica e te orientarei nessa questão!

    Ótima dúvida! Indivíduos com Transtorno do Espectro Autista (TEA) podem se beneficiar muito de orientações claras e estruturadas ao participar de trabalhos em grupo. Como podem ter dificuldade com regras implícitas e dinâmicas sociais, é importante que as expectativas sejam explicadas de forma direta, objetiva e, se possível, com apoio visual. Definir papéis, etapas e prazos ajuda a reduzir a ansiedade e a promover a organização.

    Além disso, é fundamental valorizar os pontos fortes de cada pessoa (como foco, atenção aos detalhes e pensamento lógico), favorecendo a cooperação e o sentimento de pertencimento. Um ambiente acolhedor, com respeito às diferenças e comunicação empática, contribui para que a experiência em grupo seja mais positiva e inclusiva.

    Espero ter te ajudado e sigo à disposição para quaisquer dúvidas!

    Abraços!


  • Como as pessoas autistas podem melhorar suas habilidades sociais?

    Como as pessoas autistas podem melhorar suas habilidades sociais?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sophia Lima Luiz Ramalho França

    Olá! Tudo bem?

    Prazer, meu nome é Sophia Lima, sou psicóloga clínica e vou te orientar nessa questão!

    Excelente pergunta! As habilidades sociais são aspectos que precisam de uma atenção mais cuidadosa, principalmente em pessoas com Trantorno do Espectro Autista (TEA).

    A aprendizagem de habilidades sociais é um processo contínuo ao longo da vida e pode ser aprimorada em diferentes fases do desenvolvimento. No caso de pessoas autistas, essas habilidades muitas vezes precisam ser ensinadas, treinadas ou adaptadas de acordo com o modo singular de perceber, comunicar e interagir com o mundo.

    Buscar apoio especializado é fundamental para receber orientações adequadas e estratégias personalizadas. Uma das abordagens que pode auxiliar nesse processo é a Análise do Comportamento Aplicada (ABA), que utiliza princípios científicos para compreender e ampliar repertórios de comportamento social e comunicativo.

    O(a) profissional realiza uma avaliação individualizada, identificando pontos fortes, desafios e necessidades específicas de aprendizagem. A partir disso, as intervenções são planejadas de forma personalizada — envolvendo atividades práticas, situações sociais simuladas, jogos e reforços positivos para consolidar comportamentos funcionais e espontâneos.

    O treinamento de habilidades sociais pode ser realizado em diferentes idades e contextos, com o objetivo de promover o desenvolvimento social, emocional e comunicativo de forma natural e respeitosa.

    Além disso, familiares, cuidadores, professores e pessoas do convívio são orientados a participar ativamente do processo, ajudando na generalização e manutenção das habilidades aprendidas, favorecendo uma convivência mais acolhedora e inclusiva.

    Espero ter te auxiliado e sigo à diposição para quaisquer dúvidas!

    Abraços!


  • Sou diagnosticada com ansiedade a algum tempo, nunca tratei devidamente e recentemente vendo tendo u

    Sou diagnosticada com ansiedade a algum tempo, nunca tratei devidamente e recentemente vendo tendo um quadro de que como se o mundo não fosse real e nem eu. Não é como minhas crises anteriores onde eu tinha sintomas físicos muito fortes como: falta de ar, visão escurecendo, palpitações fortes e tontura, hoje eu não sinto nada disso apenas uma leve sensação de que o corpo está pesado e dormente mas não chega a estar. Eu tenho medo da morte súbita e isso vem afetando minha percepção das coisas, eu tento me confortar com meus exames que estão normais e minha idade que não se adequa a maioria dos casos de morte súbita, mas mesmo minha mente sossegando um pouco ainda fico com a impressão no fundo de que vou morrer amanhã ou daqui a pouco. Estou me cuidando apesar de tudo, comendo, dormindo, andando mesmo que pareça estranho fazer tudo isso e passando no psicólogo e logo no psiquiatra para fazer acompanhamento com medicação.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sophia Lima Luiz Ramalho França

    Olá! Tudo bem?

    Prazer, meu nome é Sophia Lima, sou psicóloga clínica e te ajudarem com relação a essa questão!

    Agradeço muito por compartilhar seu relato — sei que não é fácil colocar tudo isso em palavras. O que você descreve pode ser realmente angustiante, e é compreensível que esses pensamentos e sensações causem medo e insegurança.

    É muito positivo saber que você está se cuidando, mantendo sua rotina e buscando acompanhamento psicológico e psiquiátrico. Esses são passos fundamentais para compreender melhor o que está acontecendo e para retomar a sensação de estabilidade e segurança no dia a dia.

    Com o tempo, o tratamento e o autocuidado tendem a trazer mais equilíbrio emocional e bem-estar. Continue se permitindo esse processo com paciência e gentileza consigo mesma. Você já está fazendo algo muito importante: buscando ajuda e não enfrentando isso sozinha.

    Sigo à disposição para o que você precisar!

    Abraços.


  • A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) é uma boa abordagem para o autismo?

    A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) é uma boa abordagem para o autismo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sophia Lima Luiz Ramalho França

    Olá! Tudo bem?

    Excelente pergunta! Sim, pode-se afirmar que a Terapia Cognitiva-Comportamental (TCC) é amplamente reconhecida como uma abordagem eficaz e de grande valia para pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA), especialmente quando as intervenções são adaptadas às características, necessidades e nível de funcionamento de cada indivíduo.

    A TCC contribui significativamente para o manejo de dificuldades emocionais e comportamentais frequentemente associadas ao TEA, como ansiedade, depressão, rigidez cognitiva e comportamentos repetitivos. Por meio de técnicas estruturadas e práticas, essa abordagem auxilia o indivíduo a identificar e reestruturar padrões de pensamento disfuncionais, compreender suas próprias emoções e desenvolver estratégias mais funcionais de enfrentamento.

    Além disso, a TCC pode favorecer o aprimoramento de habilidades sociais, de comunicação e de resolução de problemas, promovendo uma maior autonomia e qualidade de vida. Em contextos clínicos, adaptações como o uso de recursos visuais, linguagem concreta, foco em exemplos práticos e colaboração com familiares ou cuidadores são essenciais para otimizar os resultados da terapia.

    Em resumo, a TCC, quando aplicada de forma flexível e individualizada, pode representar um importante recurso terapêutico no apoio ao desenvolvimento emocional e social de pessoas dentro do espectro autista.


  • Existe tratamento medicamentoso para o Transtorno do Espectro Autista (TEA) ?

    Existe tratamento medicamentoso para o Transtorno do Espectro Autista (TEA) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sophia Lima Luiz Ramalho França

    Olá! Tudo bem?

    Prazer, meu nome é Sophia Lima, sou psicóloga clínica e irei te ajudar nessa questão.

    Ótima pergunta! Essa dúvida é muito comum tanto entre pacientes quanto familiares.

    Atualmente, não existe um medicamento específico que “cure” ou trate diretamente o Transtorno do Espectro Autista (TEA). O TEA é uma condição do neurodesenvolvimento, e o tratamento é centrado no manejo dos sintomas e na promoção do desenvolvimento global da pessoa, por meio de intervenções terapêuticas individualizadas.

    No entanto, podem ser utilizados medicamentos para aliviar ou controlar sintomas associados, que variam de pessoa para pessoa. Por exemplo, em alguns casos, podem ser prescritos fármacos para reduzir ansiedade, irritabilidade, impulsividade, hiperatividade, distúrbios do sono ou sintomas depressivos. Esses medicamentos não tratam o autismo em si, mas ajudam a melhorar a qualidade de vida e a facilitar o engajamento em terapias comportamentais e psicossociais.

    O uso de qualquer medicação deve sempre ser avaliado e acompanhado por um psiquiatra, considerando a idade, o histórico clínico e as necessidades específicas do indivíduo.

    Em resumo, o tratamento do TEA é multidisciplinar, combinando recursos como psicoterapia, intervenções psicossociais, fonoaudiologia, terapia ocupacional, apoio familiar e, quando necessário, tratamento medicamentoso complementar.


  • O que é hiperfixação no Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) ?

    O que é hiperfixação no Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sophia Lima Luiz Ramalho França

    A hiperfixação caracteriza-se como a absorção completa em uma tarefa, objeto, pessoa ou lugar, a ponto de o sujeito parecer se desligar de tudo ao seu redor. Pode-se observar alguns sinais comuns de hiperfixação em pessoas com TOC, como por exemplo, ser absorvido pela fixação, ignorar outras pessoas que tentam comunicar com elas, ignorar as responsabilidades devido aos seus medos obsessivos e apresentar dificuldades para parar de prestar atenção na fixação. Para quem sofre de TOC, a hiperfixação nesses medos pode afetar a saúde psíquica, ocasionando fadiga mental, ansiedade, depressão e outros problemas emocionais.


  • Tenho medo de perder e por mais que vigio,cuido e confiro Vivo perdendo as coisas e sofrendo com is

    Tenho medo de perder e por mais que vigio,cuido e confiro
    Vivo perdendo as coisas e sofrendo com isso
    O que posso fazer para melhorar e diminuir esta angústia?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sophia Lima Luiz Ramalho França

    Olá! Tudo bem?

    Prazer, meu nome é Sophia Lima, sou psicóloga clínica e te auxiliarei nessa questão.

    Sentir medo de perder algo e precisar conferir várias vezes pode ser bastante angustiante. Esse tipo de comportamento costuma estar relacionado à ansiedade, especialmente quando há uma necessidade constante de controle e de evitar erros. Mesmo com toda a vigilância, a mente ansiosa tende a se sobrecarregar, o que pode aumentar os esquecimentos e a sensação de perda de controle.

    Por outro lado, dificuldades frequentes em se organizar, lembrar onde deixou objetos ou manter o foco também podem estar associadas ao TDAH, já que esse transtorno afeta funções como atenção e memória de trabalho.

    Quando há sofrimento, medo intenso de errar e angústia por esquecer, pode haver uma combinação de fatores — tanto emocionais (ansiedade) quanto cognitivos (TDAH). Por isso, o ideal é buscar uma avaliação psicológica ou psiquiátrica, que permita compreender o que está acontecendo de forma mais precisa.

    A psicoterapia pode ajudar nesse processo, oferecendo estratégias para lidar com a ansiedade, aprimorar a organização e desenvolver formas mais equilibradas de confiança em si e no ambiente. Com o acompanhamento adequado, é possível reduzir a angústia e recuperar o bem-estar no dia a dia.

    Espero ter te auxiliado e sigo à disposição para quaisquer dúvidas!

    Abraços!


  • Gostaria de saber o que é transtorno de ansiedade? E o que afeta na pessoa?

    Gostaria de saber o que é transtorno de ansiedade? E o que afeta na pessoa?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sophia Lima Luiz Ramalho França

    Olá! Tudo bem?

    Muito prazer, meu nome é Sophia Lima, sou psicóloga clínica e te orientarei nessa questão!

    O transtorno de ansiedade é uma condição psicológica caracterizada por preocupações intensas, persistentes e difíceis de controlar, que vão além do que seria esperado diante das situações do dia a dia. A ansiedade em si é uma emoção natural e necessária — ela nos prepara para lidar com desafios e situações de risco —, mas se torna um transtorno quando passa a gerar sofrimento significativo ou prejuízo na rotina.

    Os sintomas podem se manifestar de diferentes formas, como:

    Sintomas físicos - tensão muscular, taquicardia, falta de ar, sudorese, tremores, alterações no sono e na digestão;

    Sintomas psicológicos - pensamentos catastróficos, preocupação constante, medo de perder o controle, irritabilidade e dificuldade de concentração;

    Comportamentais - evitar situações que geram ansiedade ou buscar controle excessivo sobre tudo.

    A ansiedade afeta o modo como a pessoa pensa, sente e age, interferindo nas relações, no desempenho profissional ou acadêmico e no bem-estar emocional.

    A psicoterapia é uma das formas mais eficazes de tratamento, ajudando a compreender as causas da ansiedade, desenvolver estratégias de enfrentamento e promover uma relação mais saudável com as próprias emoções. Em alguns casos, o acompanhamento conjunto com um(a) psiquiatra também pode ser indicado.

    Espero ter te auxilidado e sigo à disposição para quaisuqer esclarecimentos! Abraços!


Perguntas frequentes

Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.