Perguntas do paciente (11)
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Tenho sentido que todo mundo faz algo: Viaja, tem hobbies, tem amigos, vai a festas, tem uma vida sa
Tenho sentido que todo mundo faz algo: Viaja, tem hobbies, tem amigos, vai a festas, tem uma vida saudável…e eu vivo a mesma vida de casa para o trabalho. Fico em dúvida se quero fazer algo ou não. Se faço me arrependo de ter feito, se não faço, me arrependo de não ter feito.
Quando meu namorado trabalha final de semana, eu fico em casa inventando o que fazer. Acho que se chamar alguém para sair, a pessoa não vai querer ou não vai gostar do que eu quero fazer. Não tenho muitos amigos, apesar de ser muito comunicativa, não consigo me aprofundar em relações com os outros. Com o meu namorado eu consigo, sempre fazemos coisas leais e que eu gosto. Tenho sofrido, pois a minha cabeça fica pensando que deveria estar fazendo algo como as outras pessoas e que deve ter algum problema comigo.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! É muito importante você reconhecer o que está sentindo. Muitas vezes, nos comparamos com os outros e acabamos nos sentindo insuficientes, mas isso geralmente é um recorte da realidade, e não o todo.Esse tipo de comparação com "o que as outras pessoas estão fazendo" é bem comum e pode gerar bastante sofrimento, especialmente porque nas redes sociais e no que ouvimos dos outros, normalmente vemos só as partes interessantes da vida, e não o todo.
Percebo que você se cobra muito: se faz algo, se culpa; se não faz, também se culpa. Essa armadilha é comum e trabalhamos na Terapia com estratégias para acolher esses sentimentos e agir com mais gentileza consigo mesma. Ter relações profundas, como você tem com seu namorado, já é algo muito valioso. E a dificuldade para aprofundar amizades pode ser compreendida e trabalhada na terapia, se fizer sentido para você.
Não há nada de errado em ter um ritmo diferente do que parece ser o "normal" para os outros. O importante é construir uma vida que tenha sentido para você, no seu tempo e de forma respeitosa com seus desejos.
Se você sentir vontade, conversar com um psicólogo pode te ajudar a entender melhor seus valores, desejos e a construir caminhos para uma vida mais alinhada com quem você é.
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É normal ficar hiperfocado numa área de interesse, por cerca de 6 meses, a ponto de ficar eufórico e
É normal ficar hiperfocado numa área de interesse, por cerca de 6 meses, a ponto de ficar eufórico e ansioso?
Consigo trabalhar, mas meu sono fica desregulado, o coração fica acelerado, fico sem energia p mais nada, além do foco. Na maioria das vezes o foco é numa pessoa, num artista, numa preocupação ou num hobbie. Tenho 40 anos e notei q tive diversos períodos meio obsessivos. Mas só tenho laudo de TAG.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá!
Obrigada por compartilhar sua experiência de forma tão clara. O que você descreve: períodos de hiperfoco intenso em pessoas, hobbies ou preocupações, pode, sim, ocorrer em alguns quadros de ansiedade, como no Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG), que você mencionou ter diagnóstico.
Esse padrão também pode aparecer em outros diagnósticos ou em pessoas sem nenhum diagnóstico. Por isso, é importante observar como isso impacta sua qualidade de vida e estar atento a outros sinais, como o sono desregulado, a energia baixa para outras áreas e a aceleração do coração que você relatou.
Na Terapia, trabalhamos para ajudar a pessoa a reconhecer esses sinais, além de criar estratégias para regular o foco/atenção.Também existem práticas específicas para regulação emocional e técnicas de mindfulness que podem ser muito úteis para lidar com o que você relata sentir.
O mais importante é saber que seu relato faz sentido, que há formas de trabalhar esses padrões, e que buscar ajuda pode ser um passo muito positivo, especialmente para entender mais profundamente a dinâmica do que você sente e receber o suporte certo.
Você não está sozinho nesse tipo de vivência.
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Olá. Namoro um homem tem 6 meses ele tem 53 anos e separado a um ano. Foi casado 10 anos e teve vári
Olá. Namoro um homem tem 6 meses ele tem 53 anos e separado a um ano. Foi casado 10 anos e teve várias voltas e términos com essa. Tem dois filhos de 8 e 5 anos. Ele sai sempre comigo, escreve todos os dias. Me apresentou para filhos e amigos. Mas faz algumas coisas que acho estranhas. Não pergunta se cheguei bem quando volto p casa. Eu não quero cobrar isso pois isso nao se cobra. Começo a ficar confusa se ele gosta ou está comigo para fazer ciúmes para ex pois ela está namorando. Qdo ele contou que já voltou com ela várias vezes, fiquei insegura. Ele disse que esta certo sobre o término. Devo terminar pois já fiquei com um rapaz assim e terminei.
Sou solteira e sem filhos. Ja falei dessa duvida c ele e ele disse que não tem essa dúvida. Mas me sinto insegura . Acho que ficar falando disso fica pesado e não passa segurança. Nao quero cobrar coisas naturais. Um dia ele disse que queria afogar as magoas... eu já fico insegura.Devo terminar?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá!
Entendo o quanto essa situação gera confusão e insegurança para você. Seus sentimentos são muito válidos. Quando começamos a nos relacionar com alguém que tem um histórico de idas e vindas, especialmente com filhos e uma separação recente, é natural surgirem dúvidas e receios.
É importante observar que a insegurança que você sente é um sinal interno de que algo precisa ser olhado com cuidado. Na Terapia, trabalhamos a ideia de que nossas emoções trazem informações valiosas, mas também precisamos analisar o contexto e os nossos próprios padrões para tomar decisões alinhadas com o que valorizamos.
Vejo que você está tentando equilibrar não querer cobrar determinados comportamentos dele (como perguntar se chegou bem) com seu desejo legítimo de ser cuidada e valorizada no relacionamento. Isso não é uma cobrança excessiva: é sobre se sentir segura e respeitada.
Perguntar se deve ou não terminar é uma dúvida muito compreensível, mas essa é uma escolha que precisa vir de dentro, baseada na pergunta: essa relação, do jeito que está, atende às suas necessidades emocionais e de respeito?
Se a resposta for não, pode ser importante refletir se é possível construir algo diferente com diálogo e tempo, ou se é hora de cuidar de si priorizando o que você deseja para sua vida afetiva.
Não existe certo ou errado aqui. O mais importante é você se respeitar, sem se forçar a aceitar menos do que precisa para se sentir segura e feliz.
Se sentir necessidade, conversar com um psicólogo pode te ajudar a fortalecer essa tomada de decisão com mais clareza e confiança
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Prezados(as) Profissionais de Psicologia, Busco informações gerais sobre abordagens terapêuticas
Prezados(as) Profissionais de Psicologia,
Busco informações gerais sobre abordagens terapêuticas e escolha de profissional para adultos que apresentam histórico de trauma complexo na infância e manifestam dificuldades emocionais como dissociação, manejo da raiva e desafios interpessoais (incluindo padrões manipulativos).
Quais tipos de abordagens terapêuticas são consideradas eficazes para trabalhar com essa combinação de histórico e dificuldades? E quais fatores gerais devem ser considerados ao recomendar ou buscar um profissional qualificado e experiente nesta área, especialmente ao se pensar na compatibilidade e na acessibilidade do tratamento?
Agradeço por compartilhar conhecimento que ajude a orientar a busca por ajuda para pessoas com essas características.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Agradeço por sua pergunta detalhada e pela busca de informações para auxiliar pessoas que enfrentam os desafios complexos decorrentes de traumas na infância. Lidar com histórico de trauma complexo, especialmente quando associado a sintomas como dissociação, dificuldades no manejo da raiva e desafios interpessoais (incluindo padrões que podem ser percebidos como manipulativos, frequentemente originados como estratégias de sobrevivência), exige abordagens terapêuticas especializadas e um cuidado particular na escolha do profissional.
Não existe uma única abordagem "correta", mas uma abordagem com evidências de eficácia para trauma complexo é a Terapia Comportamental Dialética (DBT - Dialectical Behavior Therapy), considerada altamente eficaz para desenvolver habilidades de regulação emocional (lidando com a raiva intensa e outras emoções avassaladoras), tolerância ao mal-estar (lidando com crises sem piorar a situação), efetividade interpessoal (melhorando relacionamentos e comunicação) e mindfulness (ajudando com a dissociação e a conexão com o presente). É particularmente útil para os desafios de regulação emocional e interpessoal mencionados.
Sobre a busca por profissionais: verifique se o terapeuta utiliza abordagem baseada em evidências para trauma complexo. Procure por profissionais que façam você se sentir segura, compreendida, respeitada e não julgada. É recomendável fazer uma consulta inicial (ou algumas) para avaliar essa compatibilidade. Verifique também se o profissional está devidamente registrado no Conselho Regional de Psicologia (CRP), infelizmente existem profissionais não qualificados para lidar com temas tão complexos.
Espero que estas informações sejam úteis para orientar a busca por apoio qualificado. Com o suporte adequado, a recuperação e a construção de uma vida mais significativa são possíveis.
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baixa autoestima estima e ponto de vista negativo sobre outros e mim mesma, medo da opinião dos outr
baixa autoestima estima e ponto de vista negativo sobre outros e mim mesma, medo da opinião dos outros, por isso não sinto que to vivendo, nisso fico ainda mais imatura, isso tem afetado meu relacionamento, e deixado ele mau por só ouvir cobranças, ele é incrível porém sinto que sou orgulhosa e egoísta e não me expresso, é prejudicial continuar ou deveria com terapia melhorar a minha vida sozinha antes de ter um companheiro?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Obrigada pela sua honestidade e coragem em compartilhar sentimentos tão profundos e dolorosos. Percebo que você está passando por um momento difícil, com uma autocrítica intensa e uma sensação de estar presa.
O que você descreve – baixa autoestima, visão negativa de si e dos outros, medo de julgamento, sensação de não estar vivendo e imaturidade – está frequentemente interligado. A baixa autoestima pode alimentar pensamentos negativos e um medo paralisante da opinião alheia, o que, por sua vez, impede de se arriscar, de viver plenamente e de amadurecer através das experiências. No relacionamento, isso pode se manifestar como dificuldade em se expressar, em ser vulnerável, ou até mesmo em comportamentos defensivos que podem ser percebidos como orgulho ou egoísmo, como você mencionou. É um ciclo que causa muito sofrimento.
Sua pergunta sobre continuar no relacionamento ou melhorar sozinha antes é muito pertinente. Não existe uma resposta única, mas alguns pontos a considerar:
O foco principal é o seu bem-estar: A prioridade é você iniciar um processo de autoconhecimento e fortalecimento da sua autoestima. A terapia é, sem dúvida, uma ferramenta poderosíssima para isso. Uma psicóloga pode te ajudar a entender as raízes desses sentimentos, a desafiar pensamentos negativos, a construir autocompaixão, a desenvolver habilidades de comunicação e a lidar com o medo do julgamento.
Crescimento dentro do relacionamento é possível: Trabalhar em si mesma não significa necessariamente que você precise estar sozinha. Se o seu parceiro é compreensivo, paciente e o relacionamento em si é um espaço seguro (apesar das suas dificuldades internas), é possível crescer dentro da relação. A terapia individual pode te dar ferramentas para lidar melhor com seus desafios e, consequentemente, melhorar a dinâmica do casal. Vocês podem até considerar terapia de casal no futuro, se sentirem necessidade.
Autocuidado não é egoísmo: Buscar ajuda e focar em melhorar sua saúde mental não é egoísmo, é uma necessidade. Ao cuidar de si, você se torna mais capaz de se relacionar de forma saudável com os outros, inclusive com seu parceiro.
A decisão é sua: A escolha de continuar ou não no relacionamento enquanto busca ajuda é muito pessoal. O mais importante é o seu comprometimento com a mudança e o autocuidado, seja solteira ou em um relacionamento. A terapia te ajudará a ganhar clareza sobre suas necessidades e o que é melhor para você a longo prazo.
Recomendo fortemente que você busque apoio psicológico. É um passo corajoso e transformador para romper esses padrões que te fazem sofrer e te impedem de viver como gostaria. Você não precisa passar por isso sozinha.
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Olá, tudo bem? O pai do meu namorado está com cancer e meu namorado anda muito triste, tento animar
Olá, tudo bem? O pai do meu namorado está com cancer e meu namorado anda muito triste, tento animar ele sem sucesso. Ele é uma pessoa fechada, me sinto de mãos atadas e inutil. Ele precisa de ajuda psicologica ou apenas é da fase?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Sinto muito por saber da situação difícil que seu namorado e a família dele estão enfrentando, e também por você estar passando por isso ao lado dele. É completamente compreensível que ele esteja triste e que você se sinta de mãos atadas e preocupada.
A tristeza profunda diante de uma notícia como o câncer de um pai é uma reação humana e esperada. Não se trata apenas de 'uma fase', mas sim de um processo de luto e adaptação a uma realidade muito dolorosa e estressante. Cada pessoa lida com essas emoções de maneira única, e pessoas mais fechadas podem ter mais dificuldade em expressar o que sentem, o que não significa que não estejam sofrendo intensamente.
Seu desejo de animá-lo vem de um lugar de carinho, mas muitas vezes, nesses momentos, o mais valioso não é tentar 'animar', mas sim oferecer presença, apoio silencioso, escuta sem julgamentos (apenas se ele quiser falar) e validar os sentimentos dele. Dizer coisas como 'imagino que isso seja muito difícil para você' ou 'estou aqui se precisar de algo, mesmo que seja só ficar em silêncio junto' pode ser mais reconfortante do que tentar remover sua dor.
Quanto à ajuda psicológica, ela pode ser extremamente benéfica sim. Um psicólogo pode oferecer um espaço seguro para ele processar esses sentimentos complexos, desenvolver estratégias para lidar com o estresse e com a tristeza, ajudando-o a passar por essa fase tão desafiadora. Não significa que ele 'não está dando conta', mas ter um suporte profissional pode aliviar o peso e ajudá-lo a encontrar formas mais saudáveis de lidar com a situação. É importante sugerir isso de forma gentil e sem pressão.
Lembre-se também de cuidar de você. Apoiar alguém que está sofrendo pode ser desgastante. Se sentir necessidade, busque apoio para você também. Estamos aqui se precisar conversar mais.
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Boa noite, espero que estejam bem! Eu gostaria muito da ajuda de vocês, frequentemente minha famí
Boa noite, espero que estejam bem!
Eu gostaria muito da ajuda de vocês, frequentemente minha família reclama sobre eu tratá-los mal ou minha expressão ser de uma pessoa brava, mas muitas das vezes eu nem percebo que estou falando diferente ou que a minha expressão mudou.
Não é proposital, mas tem situações que realmente eu percebo que "perco a mão".
Há algo que explique? Que eu consiga fazer para mudar?
Não sei se há algo na medicina que explique, mas eu realmente não quero ser ignorante, simplesmente estou falando normal, mas as pessoas interpretam de outra forma.
De antemão, agradeço.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Obrigada por compartilhar essa preocupação aqui. Pelo seu relato, existe uma desconexão entre sua intenção e a forma como sua comunicação é recebida pela sua família, e naturalmente isso te incomoda.
Sim, existem algumas explicações possíveis para isso acontecer. A comunicação humana é complexa e envolve não apenas as palavras que dizemos, mas também o tom de voz, as expressões faciais e a linguagem corporal. Às vezes, podemos estar sob estresse, cansados, preocupados ou simplesmente focados em outra coisa, e isso pode transparecer em nossa expressão ou tom sem que percebamos conscientemente.
Algumas pessoas também têm, naturalmente, uma expressividade facial ou um tom de voz que podem ser interpretados como mais sérios ou 'bravos', mesmo quando estão se sentindo neutras ou tranquilas. Além disso, dificuldades em identificar e regular as próprias emoções (algo que pode ser trabalhado) ou até mesmo certas condições (embora não seja possível diagnosticar por aqui) podem influenciar a forma como nos expressamos e percebemos as interações sociais.
O importante é que você deseja mudar e não quer magoar sua família. Algumas estratégias que podem ajudar incluem:
1. Aumentar a autoconsciência: Tente praticar pausas conscientes durante as conversas. Pergunte a si mesmo: 'Como estou me sentindo agora? Como está meu corpo? Meu rosto está tenso?'. Mindfulness pode ser muito útil!
2. Pedir feedback específico e no momento: Converse com sua família em um momento calmo e peça exemplos específicos. Talvez peça para eles te sinalizarem gentilmente na hora em que perceberem a expressão ou o tom que os incomoda, para que você possa associar a sensação interna à percepção externa.
3. Praticar a comunicação consciente: Preste atenção não só ao que você diz, mas como diz. Tente suavizar o tom de voz conscientemente ou verificar sua expressão facial antes de interações importantes.
4. Considerar a terapia: Um psicólogo pode te ajudar a explorar mais a fundo as possíveis causas dessa desconexão, além de desenvolver estratégias eficazes de regulação emocional, te ajudar a entender seus padrões de comunicação e a treinar habilidades para se expressar de forma mais alinhada com suas intenções.
É totalmente possível desenvolver maior controle e consciência sobre sua comunicação. O fato de você estar buscando entender já é um passo muito importante. Se quiser explorar isso mais a fundo, a terapia pode ser um excelente caminho.
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O que vocês acham da mulher ser submissa ao homem ?
O que vocês acham da mulher ser submissa ao homem ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Essa é uma questão que envolve aspectos culturais e históricos profundos. Do ponto de vista da psicologia, relações mais satisfatórias e benéficas para ambos os parceiros são aquelas baseadas no respeito mútuo, comunicação aberta e colaboração.
A ideia de submissão, onde um parceiro tem poder ou controle sobre o outro, geralmente cria um desequilíbrio que pode ser prejudicial para a saúde mental e para a qualidade do vínculo do casal. Relações saudáveis prosperam quando ambos os indivíduos se sentem livres para expressar suas opiniões, tomar decisões conjuntas, apoiar o crescimento um do outro e ter autonomia.
Cada casal tem a liberdade de definir seus próprios acordos, mas o respeito pela individualidade, a negociação e a parceria tendem a gerar mais prazer e estabilidade a longo prazo. Se você tiver mais dúvidas sobre dinâmicas de relacionamento, estou à disposição.
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Meu marido não me beija mais e principalmente na hora da relação não tem beijos. Pra mim é um balde
Meu marido não me beija mais e principalmente na hora da relação não tem beijos.
Pra mim é um balde de água fria.
O tesão não é o mesmo …..
O que faço?
As vezes cobro coisas básicas e me sinto malRESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá. Eu entendo como isso pode ser difícil e frustrante para você. A intimidade física, como os beijos, é importante para manter a conexão emocional e afetiva em um relacionamento. Aqui estão algumas sugestões que podem ajudar:
Converse aberta e calmamente: Escolha um momento tranquilo para falar com seu marido sobre como você se sente. Use "eu sinto" em vez de "você não faz" para expressar suas necessidades sem parecer acusatória.
Explore o contexto: Pergunte gentilmente se algo mudou ou se há alguma preocupação ou estresse que ele esteja enfrentando. Às vezes, fatores externos podem afetar a intimidade.
Resgate a conexão: Encontre atividades que ambos gostem de fazer juntos, fora do quarto. Isso pode ajudar a reforçar a conexão emocional e, eventualmente, refletir na vida íntima.
Busque apoio profissional: Se sentir que a conversa não trouxe mudanças, considere a possibilidade de terapia individual ou de casal. Uma profissional pode ajudar a identificar questões importantes e melhorar a comunicação entre vocês.
Enquanto trabalha para melhorar essa situação, cuida da sua própria saúde emocional. É importante que você se sinta bem e valorizada.
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Meu namorado é viciado em pornografia, estou a 1 ano com ele, descobri depois de um tempo vendo o hi
Meu namorado é viciado em pornografia, estou a 1 ano com ele, descobri depois de um tempo vendo o histórico dele, começamos a conversar sobre, mais depois de um tempo, isso não parou, quase todos os dias, ele se masturbava, e os desejos foram piorando, como sentir fetiches diferentes, cockold(acho que é assim) foi um deles, e depois de várias conversas, ele pediu pra eu ajudar ele, que profissional posso procurar? Quero ajudar, mais eu também nao entendo muito e estou vendo formas para isso, isso está afetando nosso relacionamento, quando lembro fico um pouco mal e perco o prazer, e quando algo acontece com ele também, ele usa a masturbaçao e o porno como uma forma de escape
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá. Compreendo perfeitamente a sua situação e os sentimentos que está vivenciando. É positivo que seu namorado esteja disposto a buscar ajuda. A disposição dele em iniciar e manter o tratamento é crucial.
Aqui estão algumas sugestões sobre quais profissionais podem oferecer suporte:
- Psicólogo: este é geralmente o profissional mais recomendado para iniciar. Procure especificamente por profissionais com conhecimento aprofundado sobre questões relacionadas à sexualidade. Ele vai trabalhar com o seu namorado para entender as raízes do problema, desenvolver estratégias de enfrentamento e modificar padrões de pensamento e comportamento.
- terapia de casal: também pode ser benéfica, considerando que essa questão está afetando diretamente a relação. A terapia de casal pode ajudar vocês a se comunicarem de forma mais eficaz sobre este assunto, a reconstruir a confiança, a lidar com os sentimentos de mágoa e a encontrar formas de fortalecer a intimidade e o vínculo. Muitas vezes, a terapia individual do seu namorado pode ser complementada com terapia de casal.
- Em alguns casos, pode ser útil consultar um psiquiatra, principalmente se a pornografia estiver associada a outras condições de saúde mental (como depressão, ansiedade, TDAH, ou transtorno obsessivo-compulsiva), o psiquiatra pode avaliar a necessidade de medicação para tratar essas condições subjacentes, o que pode, por sua vez, ajudar no controle da compulsão. A medicação raramente é a única solução, sendo geralmente combinada com psicoterapia.
Lembre-se de cuidar de si mesma, estabelecendo limites saudáveis: defina o que é ou não é aceitável para você nessa relação. Comunique esses limites de forma clara e calma. Isto não é sobre controlar o comportamento dele, mas sim sobre proteger o seu próprio bem-estar emocional e a saúde da relação do seu ponto de vista.
Procure o seu próprio apoio, seja através de amigos, família ou mesmo de um terapeuta para você também. É muito importante processar os seus sentimentos de mágoa e a perda de prazer.
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Como saber se tenho bordeline ? É só uma dúvida mesmo
Como saber se tenho bordeline ? É só uma dúvida mesmo
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entender se você tem Transtorno de Personalidade Borderline requer uma avaliação profissional. Esse transtorno é caracterizado por instabilidade emocional, impulsividade, relacionamentos intensos e sensação de vazio, entre outros sintomas.
Se você identificar alguns desses comportamentos e estiver preocupado, é aconselhável procurar um psicólogo ou psiquiatra. Somente um profissional pode realizar um diagnóstico preciso através de uma avaliação detalhada.
Se for o caso, eles também podem recomendar formas de tratamento. O diagnóstico não define quem você é, é bem possível ter uma vida valorosa tendo o diagnóstico de Borderline. Buscar informação já é um passo importante nesse processo.
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Perguntas frequentes
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Como a TCC trata a ansiedade social? Fui diagnosticado com ansiedade social e o psiquiatra me passou
Boa tarde, tudo bem?
Não sei te responder exatamente sobre a…