Perguntas do paciente (41)

  • Como a Neurociência explica o Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) e Transtorno de Personalidade Bo

    Como a Neurociência explica o Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) e Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Thaiane Estauber

    O TOC é explicado pela dificuldade do cérebro em “desligar” pensamentos repetitivos (falhas nos circuitos de controle e serotonina).
    O TPB envolve um cérebro emocional muito ativado (amígdala) e pouca regulação racional (pré-frontal), gerando emoções intensas e impulsividade.


  • Como posso lidar com as interações sociais durante uma crise do Transtorno de Personalidade Borderli

    Como posso lidar com as interações sociais durante uma crise do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Thaiane Estauber

    Quando sentir que a crise está chegando, pare, respire e identifique o que sente.
    Não aja no impulso, use técnicas para se acalmar primeiro.
    Depois, comunique seus sentimentos de forma clara e sem acusações.
    Na crise, acione técnicas rápidas (água fria no rosto, caminhar, ouvir música, escrever o que sente).
    E se não conseguir sozinho, busque apoio em alguém de confiança ou no terapeuta.


  • Como posso lidar com sintomas do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) durante a minha gravid

    Como posso lidar com sintomas do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) durante a minha gravidez ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Thaiane Estauber

    Na gravidez, o TPB pode intensificar emoções. Para lidar, pratique respiração e técnicas de regulação, comunique-se com clareza, busque apoio e lembre-se: não é fraqueza sentir mais é oportunidade de cuidar de você e do bebê com mais consciência. Com terapia você cuida de si e do bebê com mais equilíbrio.
    Técnicas de regulação são ferramentas para não deixar a emoção mandar em você. Elas ajudam a se acalmar primeiro, e depois decidir como agir.
    Exemplos práticos:
    Respirar fundo e contar até 10.
    Lavar o rosto com água fria para “resetar” a emoção.
    Caminhar alguns minutos para gastar energia acumulada.
    Escrever o que sente em um papel em vez de explodir.
    Ouvir música calma para ajudar o corpo a desacelerar.


  • Como os profissionais de Saúde Mental trabalharam na prevenção de acomodações familiares no Transtor

    Como os profissionais de Saúde Mental trabalharam na prevenção de acomodações familiares no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Thaiane Estauber

    Os profissionais de saúde mental previnem acomodações familiares no TPB através de psicoeducação, treino de comunicação, validação sem reforço (quando você reconhece e acolhe a emoção do paciente sem, ao mesmo tempo, recompensar o comportamento disfuncional que veio junto com essa emoção), estabelecimento de limites e incentivo à autonomia do paciente. Assim, protegem a família de exaustão e ajudam o paciente a desenvolver recursos próprios.


  • Quais são os cuidados necessários em casos de emergência de pacientes com doenças crônicas mentais ?

    Quais são os cuidados necessários em casos de emergência de pacientes com doenças crônicas mentais ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Thaiane Estauber

    Em situações de emergência com pacientes com doenças mentais crônicas, o mais importante é garantir a segurança imediata. Se houver risco de vida, é essencial buscar atendimento médico ou acionar o SAMU (192).
    Na terapia, a gente trabalha com planos de crise, técnicas de regulação emocional (como na DBT), identificação de gatilhos e esquemas desadaptativos (como na Terapia do Esquema) e reestruturação de pensamentos (TCC). Tudo isso ajuda o paciente a se conhecer melhor e lidar com os momentos críticos com mais recursos internos e apoio.
    E, acima de tudo, acolher sem culpa, com cuidado e estratégia. A crise não é fraqueza. É sinal de que algo precisa ser olhado com mais carinho e suporte.


  • Quais são os exemplos de neuroplasticidade na vida diária de uma pessoa ?

    Quais são os exemplos de neuroplasticidade na vida diária de uma pessoa ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Thaiane Estauber

    A neuroplasticidade acontece o tempo todo, muitas vezes sem que a gente perceba. Aqui vão alguns exemplos do cotidiano:

    Aprender algo novo:
    Estudar um idioma, tocar um instrumento ou começar um curso ativa novas conexões no cérebro.

    Mudar padrões de pensamento:
    Na terapia, quando você começa a questionar pensamentos automáticos e adotar perspectivas mais saudáveis, está literalmente reprogramando seu cérebro isso é neuroplasticidade em ação.

    Práticas de autocuidado:
    Exercícios físicos, meditação e boa alimentação regulam neurotransmissores e fortalecem áreas cerebrais ligadas ao bem-estar.

    Superar um trauma:
    Com apoio terapêutico, o cérebro pode aprender a reagir de forma diferente a memórias difíceis, reduzindo reações emocionais intensas.

    Substituir hábitos nocivos:
    Trocar tempo de tela por leitura, ou reatividade por respiração consciente, também cria novos caminhos neurais.

    Ou seja: toda vez que você insiste em um novo comportamento saudável, mesmo que seja difícil no início, está ajudando seu cérebro a se transformar.


  • Qual é o impacto da neuroplasticidade com a saúde do corpo e da Mente de uma pessoa ?

    Qual é o impacto da neuroplasticidade com a saúde do corpo e da Mente de uma pessoa ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Thaiane Estauber

    A neuroplasticidade impacta diretamente a saúde do corpo e da mente.
    Quando treinamos o cérebro com novas experiências, pensamentos e hábitos saudáveis, ele cria novas conexões neurais o que melhora o equilíbrio emocional, a memória, a tomada de decisões e até o controle da dor.
    Isso também influencia o corpo: um cérebro mais regulado reduz o estresse, melhora o sono, fortalece o sistema imunológico e regula hormônios.
    Ou seja: mudar padrões mentais também muda o funcionamento do corpo. É um processo integrado, e é isso que torna a psicoterapia tão poderosa e transformadora.


  • Quais são os desafios na aplicação da neuroplasticidade no tratamento de doenças crônicas mentais?

    Quais são os desafios na aplicação da neuroplasticidade no tratamento de doenças crônicas mentais?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Thaiane Estauber

    A neuroplasticidade é a capacidade do cérebro de se reorganizar e criar novas conexões. Isso significa que, mesmo com doenças mentais crônicas, é possível aprender novos modos de pensar, sentir e agir.
    Na terapia, usamos técnicas da TCC, DBT e Terapia do Esquema justamente para estimular essa mudança. Mas ela leva tempo, exige repetição, paciência e um ambiente que favoreça o cuidado.
    Não é fácil, mas é possível. E você não está sozinho nesse processo.


  • Como são as alterações de comportamento e personalidade de uma pessoa ?

    Como são as alterações de comportamento e personalidade de uma pessoa ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Thaiane Estauber

    Alterações de comportamento e personalidade podem surgir por questões emocionais, neurológicas ou ambientais.

    No comportamento, surgem sinais como:
    – Isolamento, irritabilidade, impulsividade, mudança no sono ou apetite.

    Na personalidade:
    – Mudança na forma de pensar, agir ou se relacionar, perda de empatia ou identidade.

    Essas mudanças merecem atenção e cuidado. Na terapia, buscamos entender as causas e promover equilíbrio emocional com estratégias baseadas em evidências.


  • Quais são os sinais de que a neuroplasticidade está ocorrendo em resposta ao tratamento da ansiedade

    Quais são os sinais de que a neuroplasticidade está ocorrendo em resposta ao tratamento da ansiedade?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Thaiane Estauber

    Sinais de que a neuroplasticidade está acontecendo no tratamento da ansiedade:
    Pensamentos mais realistas e conscientes
    Reações emocionais mais equilibradas
    Mudança de hábitos ansiosos por enfrentamento
    Respostas diferentes a situações repetidas
    Maior tolerância ao desconforto

    Essas mudanças mostram que o cérebro está criando novas conexões e aprendendo a responder de forma mais saudável.


  • É possível entrar na fase de sono leve N1 sem sono ??

    É possível entrar na fase de sono leve N1 sem sono ??

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Thaiane Estauber

    Não. A fase N1 do sono (também chamada de sono leve) faz parte do início do ciclo do sono, e ela só acontece quando o cérebro está começando a adormecer.
    Ou seja: é necessário estar com sono ou em processo de indução ao sono para entrar nessa fase. A N1 é a transição entre a vigília e o sono onde há redução da atividade cerebral, dos movimentos oculares e do tônus muscular. A pessoa pode ainda perceber sons ou sensações ao redor, mas já está em alteração de consciência.
    Portanto, não é possível estar acordado e atingir a fase N1 de forma espontânea sem sono. No máximo, pode haver um estado de relaxamento profundo, como em práticas de mindfulness ou meditação, mas isso ainda não é considerado sono N1 do ponto de vista neurofisiológico.


  • Quais são os desafios na avaliação do julgamento crítico em pessoas com deficiência intelectual?

    Quais são os desafios na avaliação do julgamento crítico em pessoas com deficiência intelectual?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Thaiane Estauber

    Oi! Queria te explicar com carinho sobre a avaliação do julgamento crítico em pessoas com deficiência intelectual. Nem sempre é simples perceber se a pessoa está conseguindo avaliar bem uma situação, porque isso depende do quanto ela consegue entender, se expressar e prever consequências. Às vezes, ela pode apenas repetir algo que ouviu ou ser muito influenciada por quem está por perto. Por isso, a gente precisa ter um olhar cuidadoso, usar exemplos do dia a dia, respeitar o tempo dela e, principalmente, entender o que faz sentido no mundo dela.
    Cada pessoa tem seu jeito de pensar, sentir e decidir. E o nosso papel é acolher isso com respeito e escuta atenta.


  • Quais são os condicionamentos e influências que enfraquecem o juízo crítico de uma pessoa ?

    Quais são os condicionamentos e influências que enfraquecem o juízo crítico de uma pessoa ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Thaiane Estauber

    Nosso juízo crítico pode ser enfraquecido por experiências que nos ensinaram a duvidar de nós mesmos, por medo de errar, por excesso de influência externa, ou até por hábitos de pensamento que a gente aprendeu desde cedo. Mas tudo isso pode ser trabalhado, aos poucos, com autoconhecimento e prática.


  • Quais os efeitos do juízo crítico no campo mental e nas emoções em uma pessoa adulta ?

    Quais os efeitos do juízo crítico no campo mental e nas emoções em uma pessoa adulta ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Thaiane Estauber

    O juízo crítico é a nossa capacidade de pensar, refletir e avaliar as coisas antes de acreditar ou agir. Quando ele está fortalecido, a gente consegue ter mais clareza mental, tomar decisões com segurança e confiar mais em si mesmo. Isso ajuda a manter o equilíbrio emocional, evita impulsos e reduz a ansiedade. Mas quando o juízo crítico está enfraquecido, a pessoa pode ficar confusa, acreditar em tudo que ouve, duvidar de si mesma o tempo todo e sentir emoções mais intensas, como medo, culpa ou insegurança.
    A boa notícia é que essa capacidade pode ser desenvolvida com o tempo, autoconhecimento e apoio psicológico.


  • Quais alterações do pensamento podemos ter? .

    Quais alterações do pensamento podemos ter? .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Thaiane Estauber

    Nosso pensamento pode se alterar de várias formas, às vezes ele fica acelerado, desconectado, ou com ideias que não fazem muito sentido pra realidade, como delírios ou pensamentos muito repetitivos. Em alguns casos, a pessoa pode até sentir que os pensamentos não são dela. Esses sinais costumam aparecer em momentos de crise emocional ou em alguns transtornos específicos, e são importantes de observar com cuidado e acolhimento.


  • Diferenças entre problemas neuropsiquiátricos e transtornos de pensamento ?

    Diferenças entre problemas neuropsiquiátricos e transtornos de pensamento ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Thaiane Estauber

    Os problemas neuropsiquiátricos são doenças que atingem tanto o cérebro quanto o nosso jeito de sentir, pensar e agir. Então, por exemplo: o TDAH, que é quando a pessoa tem muita dificuldade de se concentrar, ou age muito por impulso, o Alzheimer, que afeta a memória e causa confusão mental, ou até a epilepsia, que em alguns casos vem junto com mudanças emocionais, como ansiedade ou irritabilidade.
    Já os transtornos de pensamento são quando a pessoa começa a pensar de uma forma bem diferente do comum. Tipo assim: acreditar que alguém tá perseguindo ela, sem que isso esteja acontecendo de verdade, que é o que a gente chama de delírio, ou então falar de um jeito que fica difícil de entender, com as ideias muito embaralhadas, desconectadas.
    Essas coisas podem acontecer em doenças como a esquizofrenia, ou até em momentos muito estressantes, ou pelo uso de substâncias.


  • Eu queria tirar uma dúvida sobre um comportamento que venho observando. É sobre medos aparentemente

    Eu queria tirar uma dúvida sobre um comportamento que venho observando. É sobre medos aparentemente sem explicação, especialmente medo de bonecos e quadros com rostos. Isso pode acontecer em pessoas com deficiência intelectual ou com autismo? Se sim em qual grau da deficiência intelectual isso se manifesta? E do autismo? Isso é mais comum no autismo? Pois eu tinha isso e gostaria de saber.
    Eu percebi que alguns desses medos surgem de forma muito intensa, como se a pessoa realmente sentisse que o boneco ou o quadro representa algum tipo de ameaça. Em alguns casos, ela até se recusa a entrar em certos ambientes ou reage com choro.
    Queria entender se isso é comum em pessoas com deficiência intelectual em diferentes graus, e também se acontece com pessoas dentro do espectro autista. Pode ter a ver com hipersensibilidade sensorial ou dificuldade em diferenciar o que é real e o que é só uma imagem? E o que pode ser feito nesses casos?
    Agradeço se puder me ajudar a entender melhor esse tipo de reação.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Thaiane Estauber

    Oi! Que bom que você compartilhou isso.
    Medos como de bonecos ou quadros com rostos podem sim acontecer em pessoas com autismo ou deficiência intelectual. Muitas vezes isso tem a ver com hipersensibilidade sensorial ou com o jeito que o cérebro interpreta imagens, ele pode perceber algo como uma ameaça mesmo sem ser. É mais comum no autismo, mas também pode acontecer em outros casos, dependendo do grau.
    Esses medos são reais e merecem ser respeitados. O importante é:
    Não forçar contato com o que assusta
    Falar sobre isso com quem você confia
    E, se quiser, trabalhar isso aos poucos na terapia, com muito cuidado e no seu tempo
    Você não está sozinho nisso. Estou aqui pra te ajudar no que precisar!


  • Eu tive um pensamento intrusivo e minha mente está fazendo eu acreditar que eu aceitei ele, mesmo na

    Eu tive um pensamento intrusivo e minha mente está fazendo eu acreditar que eu aceitei ele, mesmo nao concordando, estou preoucupado

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Thaiane Estauber

    Oi! Pensamentos intrusivos são automáticos e não representam o que você realmente acredita ou quer.
    Na TCC, a gente entende que ter um pensamento não significa concordar com ele , sua mente pode gerar ideias desconfortáveis sem sua vontade. O importante é não tentar lutar contra, e sim observar o pensamento como algo passageiro, sem dar tanto peso. E trabalhar isso com terapia, tá bem?


  • Eu só consigo fazer as coisas quando alguém me motiva ou dá o exemplo, tipo arrumar a casa se alguém

    Eu só consigo fazer as coisas quando alguém me motiva ou dá o exemplo, tipo arrumar a casa se alguém estiver arrumando, ou estudar se alguém estiver estudando junto. Se não tiver esse estímulo externo, eu não sinto motivação para fazer nem as coisas básicas e fico parado esperando alguma coisa acontecer. Isso é normal? Como eu faço para conseguir agir mesmo sem esse impulso externo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Thaiane Estauber

    Oi! Isso que você descreveu é mais comum do que parece, especialmente em pessoas que têm mais motivação por estímulo externo do que interno.
    Na psicologia, a gente chama isso de motivação extrínseca você age melhor quando tem alguém por perto, um exemplo ou uma referência.
    Mas é possível treinar a motivação interna aos poucos. Algumas dicas que ajudam:
    Criar pequenas metas diárias (bem simples)
    Estabelecer rotinas com horários
    Se imaginar agindo, como se estivesse com alguém (isso funciona!)
    Recompensar-se após a ação, mesmo que seja com algo simbólico
    E o mais importante: não se culpe. Na terapia você pode trabalhar isso, com estratégias que façam sentido pra você.


  • É comum adolescentes com deficiência intelectual leve se morderem, ou esse tipo de comportamento é m

    É comum adolescentes com deficiência intelectual leve se morderem, ou esse tipo de comportamento é mais associado ao autismo ou TDAH? Ou inteligência limítrofe?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Thaiane Estauber

    Oi! Sim, adolescentes com deficiência intelectual leve podem se morder, principalmente quando têm dificuldade de expressar emoções ou lidar com frustrações. Esse comportamento também pode aparecer no autismo (por causa da sensibilidade ou autorregulação) e no TDAH (por impulsividade).
    Ou seja, não é exclusivo de uma só condição, o mais importante é entender o que está por trás disso, quando acontece e como a pessoa está se sentindo. Com acompanhamento, dá pra trabalhar formas mais saudáveis de lidar com essas emoções.


Perguntas frequentes

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