Perguntas do paciente (338)

  • Gostaria de entender por que diante perda de alguém querido eu continuo agindo como se nada tivesse

    Gostaria de entender por que diante perda de alguém querido eu continuo agindo como se nada tivesse acontecido.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Valentina Rossi

    É perfeitamente normal ter diferentes reações emocionais diante da perda de alguém querido, e cada pessoa lida com o luto de maneira única. O comportamento de continuar agindo como se nada tivesse acontecido pode ser uma forma de lidar com a dor da perda. Vou explicar alguns possíveis motivos para esse tipo de reação:
    Mecanismos de Defesa: O comportamento de "agir como se nada tivesse acontecido" pode ser um mecanismo de defesa psicológica. Em momentos de grande sofrimento, algumas pessoas adotam essa estratégia para evitar o confronto direto com a dor, pois lidar com a perda de alguém querido pode ser avassalador.
    Negação: A negação é uma das fases comuns do processo de luto. É uma forma de proteção emocional, onde a pessoa pode ter dificuldade em aceitar a realidade da perda. A negação pode manifestar-se em comportamentos que parecem ignorar a perda, como se a pessoa estivesse evitando pensar ou falar sobre o ente querido falecido.
    Necessidade de Manter a Aparência: Em algumas situações, as pessoas podem sentir uma pressão social para manter a aparência de normalidade, especialmente se estão preocupadas com o julgamento dos outros ou se sentem a necessidade de cuidar de responsabilidades práticas após a perda.
    Processo de Luto Prolongado: O luto não segue um cronograma definido e pode ser um processo longo e complexo. Algumas pessoas podem parecer estar agindo normalmente no início, mas com o tempo, a dor da perda pode emergir de maneira mais evidente.
    É importante lembrar que o luto é um processo pessoal e que não existe uma maneira "certa" de lidar com ele. Não há um prazo definido para superar a perda de alguém querido, e as reações emocionais podem variar ao longo do tempo.
    Se você está preocupado com a maneira como está lidando com a perda ou sente que precisa de apoio emocional, considerar a busca de ajuda de um profissional de saúde mental pode ser uma escolha valiosa. Um terapeuta ou psicólogo pode ajudá-lo a explorar seus sentimentos em relação à perda e oferecer suporte durante esse período desafiador.
    Lembre-se de que você está passando por um processo de luto, e é importante ser gentil consigo mesmo e permitir-se sentir e expressar suas emoções à sua maneira, à medida que você avança no caminho do luto e da cura.


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    Acompanhamento Terapêutico (AT)

  • O que e depressão afinal? Vocês poderiam me explicar melhor?

    O que e depressão afinal? Vocês poderiam me explicar melhor?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Valentina Rossi

    A depressão é um transtorno de saúde mental que afeta a maneira como uma pessoa pensa, sente e age. É mais do que apenas se sentir triste ou desanimado de vez em quando, como todos nós fazemos. A depressão é uma condição médica legítima e pode ser debilitante. Os sintomas da depressão podem variar de pessoa para pessoa, mas geralmente incluem:
    Tristeza persistente ou sensação de vazio.
    Perda de interesse ou prazer em atividades que antes eram apreciadas.
    Mudanças no apetite e peso.
    Dificuldade para dormir (insônia) ou excesso de sono (hipersonia).
    Fadiga ou perda de energia.
    Sentimentos de inutilidade ou culpa excessiva.
    Dificuldade de concentração e tomada de decisões.
    Pensamentos de morte ou suicídio.
    Esses sintomas podem ser duradouros e interferir significativamente na vida cotidiana. A depressão pode ser desencadeada por uma combinação de fatores, incluindo predisposição genética, desequilíbrios químicos no cérebro, situações de estresse, trauma e outros. É importante buscar ajuda profissional se você ou alguém que você conhece estiver enfrentando a depressão. Tratamentos eficazes estão disponíveis, incluindo a terapia e, em alguns casos, medicação. A terapia pode ajudar a identificar as causas subjacentes da depressão, desenvolver estratégias de enfrentamento e fornecer apoio emocional. Lembre-se de que a depressão é uma condição tratável, e buscar ajuda é um passo importante para a recuperação. Se você tiver mais perguntas ou precisar de informações adicionais, estou aqui para ajudar.


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    Tratamento da depressão

  • Eu gostaria de uma indicação ou ajuda, sou diagnosticada com transtorno de personalidade antissocial

    Eu gostaria de uma indicação ou ajuda, sou diagnosticada com transtorno de personalidade antissocial, eu não consigo ter empatia, eu conto mentiras com facilidade, mato animais e machuco pessoas manipulando elas e sinto muito prazer com isso. Mas eu consigo sentir um pouco de amor pelo meu pai e mãe, e por causa dele eu quero ajuda, pois todos os dias eu venho piorando.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Valentina Rossi

    Entendo que você está passando por um momento difícil e está buscando ajuda, o que é um passo importante. É importante que você entenda que o transtorno de personalidade antissocial (TPAS) é uma condição psicológica complexa e que o tratamento deve ser realizado por um profissional de saúde mental qualificado.
    Nesse contexto, é fundamental que você procure a ajuda de um psicólogo ou psiquiatra especializado em transtornos de personalidade. Eles têm o conhecimento e a experiência necessários para avaliar sua situação de forma abrangente e elaborar um plano de tratamento adequado para você.
    O tratamento para o TPAS pode envolver terapia individual, terapia cognitivo-comportamental, terapia de grupo e, em alguns casos, medicação para lidar com sintomas específicos, como impulsividade ou agressão.
    É encorajador que você tenha algum sentimento de amor e preocupação com seus pais, pois isso pode ser um ponto de partida importante para o tratamento. A terapia pode ajudá-la a explorar suas emoções, comportamentos e pensamentos de uma maneira segura e confidencial, bem como desenvolver estratégias para lidar com a impulsividade e a falta de empatia.
    Lembre-se de que buscar ajuda é um passo corajoso e importante, e você não precisa enfrentar isso sozinha. O tratamento pode ser um processo desafiador, mas também pode proporcionar oportunidades significativas para o crescimento pessoal e a mudança positiva. Estou aqui para oferecer apoio e encorajamento durante sua jornada de busca por ajuda profissional.


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    Anamnese psicológica

  • Eu tenho pensamentos como:Se eu não usar essa calça,eu vou morrer?É Neurose Obsssessiva ou Transtorn

    Eu tenho pensamentos como:Se eu não usar essa calça,eu vou morrer?É Neurose Obsssessiva ou Transtorno Obssessivo compulsivo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Valentina Rossi

    Neurose obsessiva é apenas a nomenclatura utilizada pela psicanálise para designar o de Transtorno Obsessivo Compulsivo. Quanto ao seu pensamento pode ser um dos sintomas do transtorno obsessivo, Se está no início seria bom assim que puder procurar um psiquiatra e acompanhamento terapêutico para que não se instale.


  • Tocofobia tem cura? Quais formas de prevenir quando isso ocorrer? O que colocar em prática?

    Tocofobia tem cura? Quais formas de prevenir quando isso ocorrer? O que colocar em prática?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Valentina Rossi

    A tocofobia é o medo extremo e irracional da gravidez e do parto. É uma condição que pode ser desafiadora, mas, felizmente, é tratável, e muitas pessoas encontram alívio e apoio para superá-la. Aqui estão algumas informações e sugestões sobre a tocofobia:
    1. Tratamento e Cura: A tocofobia pode ser tratada com sucesso, especialmente com a ajuda de um profissional de saúde mental, como um psicólogo ou psiquiatra. A terapia cognitivo-comportamental (TCC) é uma abordagem comum usada para tratar a tocofobia. O objetivo do tratamento é ajudar a pessoa a compreender e controlar seus medos, bem como a desenvolver estratégias de enfrentamento saudáveis.
    2. Apoio Psicológico: Buscar ajuda de um profissional de saúde mental é um passo fundamental. Eles podem fornecer um espaço seguro para discutir seus medos e preocupações, ajudar a identificar a origem da tocofobia e trabalhar em estratégias específicas para enfrentá-la.
    3. Educação e Informação: Entender os aspectos da gravidez e do parto, bem como os procedimentos médicos relacionados, pode ajudar a diminuir a ansiedade. O conhecimento pode dissipar mitos e equívocos que frequentemente alimentam os medos associados à tocofobia.
    4. Apoio Social: Falar sobre seus medos com amigos, familiares ou grupos de apoio pode ser útil. O apoio emocional de pessoas próximas pode ser reconfortante e ajudar a reduzir o isolamento.
    5. Relaxamento e Técnicas de Enfrentamento: Práticas de relaxamento, como a respiração profunda, a meditação e a visualização, podem ser eficazes para lidar com a ansiedade. Trabalhar com um psicanalista também pode ajudar a desenvolver estratégias específicas de enfrentamento para enfrentar os medos relacionados à tocofobia.
    6. Preparação Gradual: Se você está considerando a possibilidade de engravidar no futuro, pode ser útil trabalhar gradualmente com um profissional de saúde mental para superar seus medos. Isso pode envolver exposição gradual a informações sobre a gravidez e o parto, bem como o acompanhamento de seu progresso emocional.
    Lembre-se de que cada pessoa é única, e o tratamento e a recuperação da tocofobia podem variar. O apoio profissional é crucial para entender e tratar essa condição. Não hesite em procurar ajuda de um psicólogo ou profissional de saúde mental que tenha experiência no tratamento da tocofobia. Você não está sozinha nessa jornada, e há suporte disponível para ajudá-la a superar seus medos e ansiedades relacionados à gravidez e ao parto.


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    Psicoterapia Psicanalítica

  • Eu perdi o interesse total no meu marido e em manter esse casamento, porem sinto carinho e gratidão

    Eu perdi o interesse total no meu marido e em manter esse casamento, porem sinto carinho e gratidão por ele. É possivel salvação?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Valentina Rossi

    Entendo que você esteja passando por um momento desafiador em seu casamento e esteja sentindo uma perda de interesse por seu marido. É importante lembrar que as questões relacionadas à intimidade e ao desejo sexual podem surgir em relacionamentos e são uma parte natural da experiência humana. Primeiramente, saiba que você não está sozinha em sentir essas emoções. Muitos casais enfrentam momentos em que a atração sexual pode diminuir ou mudar ao longo do tempo. É uma parte normal da dinâmica de relacionamentos de longo prazo. A comunicação aberta e respeitosa é fundamental nesse momento. Tente conversar com seu marido sobre seus sentimentos e preocupações, e ouça o que ele tem a dizer também. Juntos, vocês podem explorar maneiras de reconstruir a intimidade emocional e física. Além disso, pode ser útil buscar orientação de um terapeuta sexual. Um profissional especializado em sexualidade pode ajudar a entender melhor suas necessidades e desejos, bem como fornecer orientações sobre como reacender a chama da intimidade no relacionamento. Lembre-se de que a intimidade sexual é uma parte importante de muitos relacionamentos, mas não é o único aspecto. A conexão emocional, o apoio mútuo e a comunicação são igualmente essenciais. A decisão sobre o futuro de seu casamento deve ser baseada em suas necessidades e circunstâncias individuais. Estou aqui para apoiá-la e fornecer informações adicionais se você tiver outras perguntas ou preocupações relacionadas à sexualidade e aos relacionamentos. Seu bem-estar é importante.


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    Consulta sexologia

  • Estou em um relacionamento há 3 anos e durante esse período meu companheiro sempre busca pessoas do

    Estou em um relacionamento há 3 anos e durante esse período meu companheiro sempre busca pessoas do passado dele nas redes sociais. Ele vê quase diariamente stories de todas essas mulheres com quem ele já se relacionou e eu não consigo entender porque ele tem essa necessidade. Eu já conversei várias vezes a respeito e ele sempre é bastante reativo, ele tem minha senha do celular mas não posso ter a dele e por conta disso eu acho vendo escondido porque ele diz não fazer mas eu sei que faz com frequência. Não estou sabendo lidar com isso, acho desrespeito e ele não parece querer deixar isso de lado. Ontem eu falei sobre isso e ele me contou que viu que recebi um elogio no Instagram e que bloqueou a pessoa. Me chamou de mentirosa porque eu não me lembrava. Disse: “não mente pra mentiroso” me ameaçou de falar com outras mulheres e chamá-las de lindas... um horror. Eu não sei o que fazer. Preciso de ajuda psicológica para não sofrer com essa conduta dele? Ou preciso de ajuda para terminar o relacionamento? Sofro demais só em pensar em separar e ele usa isso dizendo que vai embora sempre que eu digo que sofro com essa atitude dele.
    Agradeço se puderem me orientar.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Valentina Rossi

    Entendo que você está passando por um momento muito desafiador em seu relacionamento, e é importante cuidar de sua saúde emocional e bem-estar. A situação que você descreve envolve questões de confiança, comunicação e respeito mútuo, que são fundamentais para um relacionamento saudável. Em primeiro lugar, é essencial cuidar de si mesma. Reflita sobre seus próprios sentimentos, necessidades e limites. Lembre-se de que você merece um relacionamento onde se sinta respeitada, valorizada e segura.
    A comunicação aberta e honesta é vital em um relacionamento. Tente conversar com seu companheiro de forma calma e respeitosa, expressando como você se sente em relação ao comportamento dele. Ouça também o que ele tem a dizer. O objetivo é alcançar uma compreensão mútua e encontrar soluções juntos. Se as conversas não estão produzindo mudanças significativas e o relacionamento continua sendo fonte de sofrimento, considerar a busca de ajuda profissional é uma opção valiosa. Um terapeuta de casais ou um psicólogo pode ajudar a mediar as conversas e oferecer orientação sobre como abordar essas questões de forma construtiva. Um relacionamento saudável é baseado em respeito e confiança mútua. Se o comportamento do seu companheiro está prejudicando a confiança entre vocês, é importante discutir essa questão seriamente e considerar quais medidas podem ser tomadas para reconstruir a confiança. Em última análise, você deve avaliar se o relacionamento está contribuindo para seu bem-estar ou causando mais sofrimento. Às vezes, é necessário tomar a difícil decisão de terminar um relacionamento que não está saudável.
    Lembre-se de que sua felicidade e bem-estar são prioridades, e não é egoísmo buscar um relacionamento que seja respeitoso, carinhoso e saudável. Não tenha medo de buscar apoio psicológico para lidar com essa situação, seja para encontrar maneiras de melhorar o relacionamento ou para ajudar a tomar decisões que sejam melhores para você. Você merece ser tratada com respeito e amor, independentemente do resultado final.


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    Terapia de Casal

  • Qual a idade máxima para a aplicação do HTP? Sei que a miníma é de 8 anos em dinte.

    Qual a idade máxima para a aplicação do HTP? Sei que a miníma é de 8 anos em dinte.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Valentina Rossi

    É ótimo que você esteja buscando informações sobre a aplicação do Teste do Desenho da Figura Humana (HTP). Este teste é frequentemente utilizado por psicólogos e profissionais de saúde mental como uma ferramenta de avaliação psicológica.
    Não existe uma idade máxima definida para a aplicação do HTP, pois o teste pode ser utilizado em adultos e idosos, assim como em crianças. No entanto, é importante considerar que a interpretação dos desenhos pode variar dependendo da faixa etária e das características individuais do paciente.
    Em crianças mais jovens, o HTP pode ser uma maneira útil de avaliar aspectos do desenvolvimento emocional e social. Em adultos e idosos, o teste pode ser utilizado para explorar questões emocionais, cognitivas e de personalidade.
    O importante é que a aplicação do HTP seja realizada por um profissional qualificado, como um psicólogo, que tenha experiência na interpretação dos resultados e que leve em consideração a idade e o contexto do indivíduo avaliado. O HTP é apenas uma das ferramentas disponíveis para avaliação psicológica e deve ser utilizado em conjunto com outras formas de avaliação e entrevista clínica para fornecer uma compreensão completa do paciente.
    Se você ou alguém que você conhece está considerando a aplicação do HTP, é aconselhável entrar em contato com um profissional de saúde mental para discutir suas necessidades e objetivos específicos de avaliação. Eles podem ajudar a determinar se o HTP é apropriado e fornecer uma avaliação completa e individualizada.


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    Teste HTP (House, tree, person)

  • Estou precisando de ajuda,tenho 1 filho de 26 anos e apareceu transtor compulsivo levei ao medico e

    Estou precisando de ajuda,tenho 1 filho de 26 anos e apareceu transtor compulsivo
    levei ao medico e só uma consulta disse que é toc, ixiste um exame que afirma ou não,
    estou transtornada com a situação, alguem me ajudaaaaaaaaa.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Valentina Rossi

    Compreendo sua preocupação e angústia diante da situação envolvendo o seu filho. É natural que você esteja se sentindo sobrecarregada e buscando respostas e apoio para ajudá-lo. O diagnóstico de Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) é geralmente baseado na avaliação clínica realizada por um profissional de saúde mental, e não há um exame específico que possa confirmar ou negar o TOC. Neste momento, é fundamental que você busque apoio e orientação adequados para entender melhor o que seu filho está enfrentando e como você pode apoiá-lo da melhor forma possível. O tratamento para o TOC geralmente envolve terapia, como a terapia cognitivo-comportamental (TCC) e, às vezes, medicação prescrita por um psiquiatra. Essa abordagem pode ajudar a controlar os sintomas e melhorar a qualidade de vida. Além disso, é importante lembrar que o TOC é uma condição tratável, e muitas pessoas com TOC conseguem levar vidas produtivas e satisfatórias com o tratamento adequado. Recomendo que você busque a ajuda de um profissional de saúde mental, como um psicólogo ou psiquiatra, para uma avaliação mais detalhada do seu filho e para obter orientação sobre as melhores opções de tratamento. Também é importante cuidar de si mesma e procurar apoio emocional, pois lidar com as preocupações e desafios de um ente querido com uma condição de saúde mental pode ser emocionalmente desafiador. Você não está sozinha, e há apoio disponível para você e seu filho nesse processo.


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    Aconselhamento Psicológico

  • Tenho muita dificuldade no relacionamento familiar. Sou gay e nasci em um lar totalmente cristão, se

    Tenho muita dificuldade no relacionamento familiar. Sou gay e nasci em um lar totalmente cristão, segui essa linha, até que completei meus 21 anos. Me assumi e desde então, o que não era bom, ficou pior. Minha mãe acaba me afastando por umas falas bem hostis, mas ela sempre cuidou muito de mim, mas sinto que não somos uma família, eu não tenho vontade de estar com eles, e acabo me sentindo mal, pois eu os amo, mas por conta disso e muito mais, acabei desenvolvendo ansiedade e fobia social, não consigo estar em família, por receio de ser julgado. Nesse natal mesmo, fui para casa do meu namorado, pois sei que virão indagações religiosas sobre caráter e ‘vida com Deus’. Isso me deixa muito frustrado e chateado. É coerente me afastar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Valentina Rossi

    Primeiramente, quero dizer que sinto muito pelo desafio emocional que você está enfrentando em relação à sua família e à sua jornada de autodescoberta. É importante lembrar que suas emoções são legítimas, e é completamente compreensível que você esteja buscando maneiras de cuidar de si mesmo em meio a essa situação delicada. A decisão de se afastar ou não de sua família é uma escolha pessoal e complexa. É crucial levar em consideração seu bem-estar emocional e mental ao tomar essa decisão. Aqui estão algumas reflexões e orientações: Priorizar seu próprio bem-estar emocional é fundamental. Se estar com sua família provoca ansiedade, angústia e sentimentos de rejeição, pode ser necessário considerar limitar o contato ou afastar-se temporariamente para proteger sua saúde mental. Se você decidir se afastar, pode ser útil explicar seus motivos à sua família de maneira calma e respeitosa, se você se sentir confortável fazendo isso. Tente comunicar seus sentimentos e necessidades de uma forma que abra espaço para o entendimento e o diálogo, embora nem sempre seja possível. Procure apoio de amigos, outros membros da comunidade LGBTQ+ ou grupos de apoio que possam entender sua situação e oferecer suporte emocional e considerar a busca de terapia individual pode ser extremamente benéfico. Um terapeuta qualificado pode ajudá-lo a navegar por suas emoções, desenvolver estratégias de enfrentamento e explorar opções para lidar com a dinâmica familiar. Lembre-se de que Você é Valioso! Sua identidade e orientação sexual não afetam seu valor como ser humano. Você merece ser amado, aceito e respeitado pelo que é e que as decisões sobre relacionamentos familiares podem evoluir com o tempo. Às vezes, o afastamento temporário pode permitir espaço para reflexão e possíveis mudanças na dinâmica familiar. Sua jornada é única, e você tem o direito de viver uma vida autêntica e feliz. A decisão de se afastar ou não de sua família é pessoal e depende de sua situação específica. Não hesite em buscar ajuda profissional para ajudá-lo a tomar decisões informadas e cuidar de seu bem-estar emocional. Você não está sozinho, e existem recursos e comunidades que podem oferecer apoio durante esse processo.


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    Aconselhamento Psicológico

  • Casada há 7 anos, tenho 28 anos, recentemente tenho sentido desejo de ter uma relação extra conjugal

    Casada há 7 anos, tenho 28 anos, recentemente tenho sentido desejo de ter uma relação extra conjugal, não sei o que fazer, não pretendo em hipótese alguma trair meu marido, sinto atração por outros homens com o físico muito parecido com meu marido. E temos uma vida sexual boa e ativa.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Valentina Rossi

    É normal ter pensamentos e desejos sexuais, mesmo quando estamos em um relacionamento comprometido. No entanto, é importante que você lide com esses sentimentos de maneira ética e saudável, especialmente quando eles envolvem a possibilidade de uma relação extraconjugal.
    A atração por outras pessoas é uma experiência humana comum e não significa necessariamente que você deseja trair seu marido. Pode ser útil explorar o que está por trás desses sentimentos e desejar entender melhor a si mesma. Algumas perguntas que você pode se fazer incluem:
    O que está causando esse desejo? É importante refletir sobre o que pode estar desencadeando esses sentimentos. Pode ser tédio, curiosidade, falta de variedade ou outras questões emocionais.
    Comunicação com o parceiro: Abrir uma comunicação honesta com seu marido sobre seus sentimentos pode ser benéfico. Dialogar sobre desejos, fantasias e expectativas no relacionamento pode fortalecer a conexão entre vocês.
    Terapia de casal: Se você estiver achando difícil lidar com esses sentimentos por conta própria, considerar a terapia de casal pode ser uma opção útil. Um terapeuta de casal pode ajudá-los a explorar questões dentro do relacionamento e desenvolver estratégias para lidar com os desafios.
    Compromisso e valores: Lembre-se dos compromissos que você fez com seu marido e dos valores que são importantes para você. Isso pode ajudá-la a tomar decisões éticas em relação aos seus desejos e a manter a integridade em seu relacionamento.
    Autoconhecimento: Explore suas próprias necessidades emocionais, físicas e sexuais. Às vezes, a busca por algo fora do relacionamento pode ser um reflexo de necessidades não atendidas dentro dele.
    É importante lembrar que a atração por outras pessoas é uma experiência normal, mas agir de forma ética e respeitosa em relação ao seu parceiro é fundamental. Se você estiver lutando com esses sentimentos ou considerando uma ação que possa prejudicar seu relacionamento, buscar orientação de um terapeuta ou conselheiro pode ser uma escolha sábia para ajudá-la a navegar por esses sentimentos e tomar decisões informadas.


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    Terapia de Casal

  • Vi mortes e assassinatos desde os 5 anos de idade. Perdi casa, pai e outros familiares e amigos. Cas

    Vi mortes e assassinatos desde os 5 anos de idade. Perdi casa, pai e outros familiares e amigos. Casei e perdi minha filha. Casei novamente e perdi saúde. Nesse período perdi três pessoas que me traziam conforto. E agora durante a PANDEMIA de covid perdi mais cinco parentes em um ano e meio. Estou sem afeto. Indiferente. Não sinto nada. Nenhum sentimento. O que pode ser?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Valentina Rossi

    Primeiramente, quero dizer que sinto muito por todas as perdas e desafios que você enfrentou ao longo da vida. Você passou por experiências extremamente difíceis e traumáticas, e é completamente compreensível que essas experiências tenham um impacto profundo em suas emoções e bem-estar.
    O que você descreve, uma sensação de indiferença e uma falta de sentimentos, pode ser uma resposta natural à acumulação de traumas e perdas que você enfrentou. Isso pode ser um mecanismo de defesa que a mente utiliza para lidar com a intensidade emocional dessas experiências.
    No entanto, é importante entender que essa indiferença pode ser um sinal de que você está sobrecarregada emocionalmente e que pode ser benéfico buscar apoio profissional para ajudá-la a processar essas experiências e recuperar sua conexão com suas emoções.
    Um psicólogo ou terapeuta treinado em lidar com trauma e luto pode ajudá-la a:
    Explorar e compreender suas emoções: Trabalhar com um terapeuta pode ajudá-la a identificar e compreender suas emoções, mesmo que pareça que elas estão ausentes no momento.
    Processar o trauma e o luto: O acompanhamento terapêutico pode fornecer um espaço seguro para você explorar e trabalhar o impacto de todas as perdas e traumas que você experimentou ao longo da vida.
    Desenvolver estratégias de enfrentamento saudáveis: Um terapeuta pode ajudá-la a desenvolver estratégias para lidar com o estresse e o sofrimento de maneira saudável e eficaz.
    Recuperar o bem-estar emocional: Com o tempo e apoio, é possível recuperar a capacidade de sentir emoções e encontrar um senso de equilíbrio emocional.
    Lembre-se de que buscar ajuda não é sinal de fraqueza, mas sim de coragem e autocompaixão. É uma escolha valiosa que pode ajudá-la a lidar com as complexidades de sua história e a encontrar um caminho para a cura e o bem-estar emocional. Estou aqui para apoiá-la em sua jornada e encorajá-la a considerar a busca de ajuda profissional. Você merece apoio e cuidado para enfrentar esses desafios.


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    Primeira consulta psicanálise

  • Amnésia provocada por uma queda de bicicleta pode ser lembrada através da hipnose? (Se a causa da qu

    Amnésia provocada por uma queda de bicicleta pode ser lembrada através da hipnose? (Se a causa da queda foi um mal súbito ou foi provocada por alguém ?)

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Valentina Rossi

    Compreendo sua preocupação em relação à possibilidade de usar a hipnose para acessar memórias perdidas devido a uma queda de bicicleta. Situações como essa podem ser complexas e emotivas. A hipnose é uma ferramenta terapêutica que, em algumas situações, pode ajudar a pessoa a acessar memórias que estavam anteriormente inacessíveis. No entanto, é importante lembrar que os resultados podem variar de pessoa para pessoa e que a hipnose não é uma técnica infalível. Além disso, questões éticas e a influência das sugestões do terapeuta podem desempenhar um papel significativo. Antes de considerar a hipnose, é fundamental buscar assistência médica para avaliar e tratar qualquer lesão física resultante da queda. Em seguida, se desejar explorar a hipnose como uma opção para acessar memórias, é importante fazê-lo com um terapeuta qualificado em hipnose clínica que possa orientá-lo de forma ética e profissional. Lembrando que a recuperação de memórias é um processo complexo e sujeito a influências, é essencial que a abordagem seja cuidadosa e respeitosa. Se você tiver mais dúvidas ou preocupações, estou aqui para ajudá-lo a compreender e navegar por essa situação da melhor forma possível, sempre com foco no seu bem-estar emocional.


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  • Minha psicóloga me ofereceu o divã, mas como não consigo achar como realmente funciona estou com med

    Minha psicóloga me ofereceu o divã, mas como não consigo achar como realmente funciona estou com medo. O que realmente muda com a transição para o divã?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Valentina Rossi

    Entendo que a transição para o divã na psicanálise possa parecer um passo desconhecido e até mesmo um pouco assustador. Vou explicar o que essa mudança envolve e como pode afetar o processo terapêutico.
    O divã na psicanálise é uma ferramenta que pode ser usada pelo paciente para deitar-se durante as sessões em vez de sentar-se em uma cadeira. A decisão de usar o divã ou não é, em última instância, uma escolha do paciente, e você não deve se sentir pressionado a usá-lo se não estiver confortável com essa ideia.
    A transição para o divã pode ter algumas implicações:
    Mudança no posicionamento físico: Ao deitar-se no divã, você pode se sentir mais relaxado e à vontade para falar sobre seus pensamentos e sentimentos. Algumas pessoas acham que essa posição ajuda a acessar pensamentos e emoções mais profundos.
    Foco na escuta e reflexão: O uso do divã muitas vezes se concentra mais na escuta do analista e na reflexão do paciente. Pode criar um espaço para o pensamento livre, sem a pressão de manter contato visual constante.
    Acesso a conteúdos inconscientes: A posição deitada pode facilitar o acesso a conteúdos inconscientes e lembranças que podem não estar tão prontamente disponíveis quando estamos sentados cara a cara.
    Mudança na dinâmica da sessão: A transição para o divã pode afetar a dinâmica da sessão, mas não necessariamente a qualidade da terapia. Algumas pessoas sentem que é mais fácil se abrir e explorar questões profundas nessa posição, enquanto outras podem preferir a configuração de sessão tradicional.
    Lembre-se de que a psicanálise é uma abordagem terapêutica que se concentra em explorar o inconsciente e entender os processos mentais subjacentes. O uso do divã é apenas uma ferramenta para auxiliar nesse processo, e a escolha de usá-lo ou não deve ser baseada em seu conforto pessoal e preferência.
    Se você está considerando fazer a transição para o divã, é importante discutir isso abertamente com sua psicóloga. Ela pode explicar mais sobre como funciona na prática, responder a quaisquer perguntas ou preocupações específicas que você tenha e ajudá-lo a tomar uma decisão informada sobre o uso dessa ferramenta na terapia. O importante é que você se sinta à vontade e seguro em sua jornada terapêutica.


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  • Estou passabdo por muita instabilidase de humor e desenvolvi um medo voltar a trabalhar um pessimism

    Estou passabdo por muita instabilidase de humor e desenvolvi um medo voltar a trabalhar um pessimism9 de q não sei fazer nada tudo vai dar errado meio q travei e sempre fui competente e boa no q fazia agora tenho medo de tudo.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Valentina Rossi

    Sinto muito ouvir que você está passando por esse momento desafiador. As oscilações de humor e o medo de voltar ao trabalho são situações que podem afetar significativamente a sua qualidade de vida e autoestima. É importante lembrar que você não está sozinho nessa experiência. A instabilidade de humor e o medo são problemas que podem ser abordados com ajuda profissional. Um profissional de saúde mental, como um psicólogo ou psiquiatra, pode trabalhar com você para explorar as razões por trás desses sentimentos e ajudá-lo a desenvolver estratégias para lidar com eles de maneira mais eficaz. Lembre-se de que as pessoas enfrentam desafios e momentos difíceis em suas vidas, e buscar ajuda é um passo corajoso na direção do autocuidado. Com o apoio adequado, é possível recuperar a autoconfiança e lidar com esses medos e preocupações. Estou aqui para ouvir e apoiar você, e incentivo você a considerar a busca de ajuda profissional para trabalhar nas questões que está enfrentando. Se precisar de orientações sobre como encontrar um profissional de saúde mental, estou à disposição para fornecer informações.


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    Tratamento da depressão

  • Olá. Estou tomando 9 remédios diferentes para depressão há alguns anos. Porém, ainda me é muito difí

    Olá. Estou tomando 9 remédios diferentes para depressão há alguns anos. Porém, ainda me é muito difícil fazer a higiene corporal. Já fiz psicanálise por 7 anos e sou psicóloga e psicanalista. Existe alguma coisa que posso fazer?
    Obrigada

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Valentina Rossi

    Olá, entendo as dificuldades que você enfrenta, e é admirável que tenha buscado ajuda e tenha experiência na área de saúde mental. A luta contra a depressão pode ser complexa, mesmo para profissionais, e você não está sozinha nessa jornada. A dificuldade em realizar tarefas diárias, como a higiene corporal, é um desafio comum para muitas pessoas que enfrentam a depressão. É importante lembrar que o autocuidado pode ser um processo gradual. Algumas coisas que podem ajudar incluem estabelecer metas pequenas e alcançáveis, manter uma rotina diária que inclua um momento específico para a higiene, praticar a autocompaixão e, se possível, buscar apoio social de amigos, familiares ou colegas. Além disso, é essencial continuar trabalhando em colaboração com seu profissional de saúde. Compartilhe suas dificuldades com ele, pois eles podem ajustar sua medicação ou explorar outras opções terapêuticas que podem ser úteis. A terapia, que você já tem experiência, também pode ser um espaço para explorar essas questões. Lembre-se de que está fazendo um esforço significativo para enfrentar sua depressão, e é um processo. Dê a si mesma o tempo e o espaço necessários, e não hesite em buscar apoio quando necessário. Você merece cuidar de si mesma e está no caminho certo para o bem-estar. Estou aqui para apoiá-la em sua jornada.


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    Tratamento da depressão

  • Como a psicanálise funciona/ ajuda? Estou fazendo a 8 meses e não sei se estou vendo mudança.

    Como a psicanálise funciona/ ajuda?
    Estou fazendo a 8 meses e não sei se estou vendo mudança.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Valentina Rossi

    Entendo suas preocupações e dúvidas sobre como a psicanálise funciona e se está trazendo mudanças visíveis em sua vida. A psicanálise é um processo terapêutico profundo que pode ser muito diferente de outras formas de terapia, e o progresso muitas vezes ocorre de maneira sutil e gradual. Vou explicar como a psicanálise funciona e como ela pode ajudar:
    1. Exploração do Inconsciente: A psicanálise se baseia na ideia de que muitos de nossos pensamentos, sentimentos e comportamentos são influenciados por processos inconscientes, que estão fora de nossa consciência. O terapeuta psicanalítico ajuda você a explorar esses aspectos ocultos de si mesmo, o que pode exigir tempo e paciência.2. Autoconhecimento Profundo: Ao longo do processo psicanalítico, você pode ganhar um profundo autoconhecimento, compreendendo melhor seus padrões de pensamento, emoções, relacionamentos e comportamentos. Isso pode ajudá-lo a fazer escolhas mais conscientes em sua vida.3. Identificação de Padrões e Conflitos: A psicanálise busca identificar padrões repetitivos e conflitos internos que podem estar afetando sua vida e bem-estar. Ao compreender esses padrões, você pode começar a abordá-los de maneira mais eficaz. A relação entre você e o terapeuta é fundamental na psicanálise. É um espaço seguro e acolhedor onde você pode explorar seus pensamentos e sentimentos mais profundos. O terapeuta atua como um guia, ouvindo, interpretando e fazendo perguntas para ajudá-lo a compreender a si mesmo. A psicanálise é um processo de longo prazo que exige consistência e comprometimento. Mudanças significativas podem levar tempo para se manifestar, e muitas vezes são percebidas após meses ou anos de terapia. A psicanálise encoraja a reflexão pessoal e a autorreflexão. À medida que você trabalha em suas questões com o terapeuta, é importante levar essas reflexões para sua vida diária. Se você não tem certeza se está vendo mudanças após 8 meses de psicanálise, é válido discutir essas preocupações com seu terapeuta. Eles podem ajudá-lo a avaliar seu progresso, definir metas terapêuticas e ajustar o tratamento, se necessário. Lembre-se de que a terapia é um processo individual e altamente personalizado, e o ritmo de mudança varia para cada pessoa. Continue a explorar suas emoções e pensamentos na terapia e mantenha o diálogo com seu terapeuta. Às vezes, as mudanças podem ser mais sutis do que você imagina, e o autoconhecimento adquirido na psicanálise pode se traduzir em mudanças significativas em sua vida ao longo do tempo. Estou aqui para apoiá-lo em sua jornada de autodescoberta e crescimento pessoal.


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  • Bom dia! Sempre fui gay não afeminado. É possível ser hetero? Tipo, nunca me relacionei com mulheres

    Bom dia! Sempre fui gay não afeminado. É possível ser hetero? Tipo, nunca me relacionei com mulheres mas nem eu me aceito ser assim. É possível deixar de ser gay e gostar de mulher? É meu maior desejo. Obg.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Valentina Rossi

    Entendo que você esteja passando por um período de reflexão sobre sua orientação sexual, o que é um processo muito pessoal e significativo. É fundamental lembrar que a orientação sexual é uma parte intrínseca da identidade de cada pessoa e não é algo que possa ser alterado voluntariamente. É importante respeitar e aceitar a si mesmo da maneira que você é, independentemente da orientação sexual. Tentar mudar sua orientação sexual ou reprimi-la pode causar danos significativos à sua saúde mental e emocional. Além disso, a terapia de conversão, que busca alterar a orientação sexual, é amplamente condenada por profissionais de saúde mental devido aos riscos que apresenta. Cada orientação sexual - seja ela homossexual, heterossexual, bissexual ou qualquer outra - é uma expressão válida da diversidade humana. É importante encontrar paz e aceitação em sua orientação sexual e abraçar quem você é. Se você está lutando com a aceitação de sua orientação sexual, pode ser benéfico procurar o apoio de um terapeuta, psicólogo ou conselheiro especializado em questões LGBTQ+. Eles podem ajudá-lo a explorar seus sentimentos, entender sua identidade e trabalhar na aceitação de si mesmo. Lembre-se de que o caminho para o bem-estar emocional envolve aceitar e abraçar sua identidade, encontrando maneiras de construir relacionamentos saudáveis e significativos que estejam alinhados com quem você é. Aceitar-se e ser fiel a si mesmo é um passo fundamental em direção à felicidade e ao bem-estar. Se você tiver mais perguntas ou precisar de mais apoio, estou aqui para ajudar. Você não está sozinho nessa jornada, e muitas pessoas passam por situações semelhantes enquanto exploram sua identidade sexual.


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    Consulta sexologia

  • Estou agindo com muita agressividade com todos a minha volta. Eu me abro com meus amigos, mas ningué

    Estou agindo com muita agressividade com todos a minha volta. Eu me abro com meus amigos, mas ninguém se importa e me tratam mal. Estou me isolando de todos. Pretendo me matar, pq não aguento mais ser infeliz. Como não me importar com a opinião dos outros? Como ter amigos que se importam? Como ser feliz sozinha?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Valentina Rossi

    Entendo que você esteja passando por um momento muito difícil e doloroso. É importante lembrar que a sua vida é valiosa, e estou aqui para ajudar e oferecer apoio. A agressividade e o isolamento podem ser reações a sentimentos profundos de dor e frustração, e é natural querer se proteger quando nos sentimos magoados. No entanto, é fundamental buscar ajuda profissional imediatamente. Um terapeuta ou psicólogo pode ser uma presença confiável para discutir esses sentimentos e trabalhar em direção a soluções. Quanto à questão de não se importar com a opinião dos outros e encontrar amigos que se importam, é um processo gradual. Primeiro, é importante focar em cuidar de si mesmo e buscar ajuda para enfrentar esses sentimentos intensos. Ter um profissional de saúde mental ao seu lado pode ajudar a desenvolver estratégias para lidar com as emoções e aprender a valorizar a sua própria opinião sobre si mesmo, independentemente do que os outros possam pensar. Quanto à felicidade, é possível ser feliz sozinho, mas muitas vezes isso requer um processo de autoaceitação e autodescoberta. A terapia pode ser uma ferramenta valiosa para explorar suas necessidades, desejos e interesses pessoais, bem como aprender a cultivar um relacionamento positivo consigo mesmo. Por favor, procure ajuda imediatamente, fale com alguém em quem confia e lembre-se de que existem recursos e apoio disponíveis para você. Sua jornada para a felicidade e a paz interior é importante, e você não precisa enfrentá-la sozinho.


  • É possível o paciente fazer análise mas experimentar a Terapia do Esquema com outro profissional mas

    É possível o paciente fazer análise mas experimentar a Terapia do Esquema com outro profissional mas sem deixar o profissional nem abandonar o prosseguimento da terapia?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Valentina Rossi

    Certamente, entendo sua preocupação. É possível que um paciente participe da análise com um profissional e, ao mesmo tempo, explore a Terapia do Esquema com outro terapeuta sem abandonar completamente o tratamento inicial. Isso pode acontecer quando o paciente sente que diferentes abordagens terapêuticas podem oferecer benefícios complementares. No entanto, é fundamental destacar a importância da comunicação aberta e transparente entre você, seus terapeutas e seus objetivos terapêuticos. Essa colaboração é essencial para garantir que ambas as abordagens terapêuticas sejam harmônicas e contribuam positivamente para o seu bem-estar. A análise e a Terapia do Esquema têm enfoques distintos e técnicas específicas. A análise explora aspectos profundos do inconsciente e das dinâmicas interpessoais, enquanto a Terapia do Esquema se concentra na identificação e modificação de padrões disfuncionais de pensamento, sentimentos e comportamentos. Se você acredita que ambas as abordagens podem ser benéficas para o seu progresso terapêutico e se seus terapeutas concordam, essa pode ser uma abordagem válida. Lembre-se de que a terapia é um processo pessoal e emocionalmente envolvente. Certifique-se de que essa decisão esteja alinhada com suas necessidades e esteja disposto a investir tempo e esforço em ambas as terapias. Mantenha a comunicação aberta e honesta com seus terapeutas para que eles possam colaborar e ajustar o tratamento conforme necessário para atender às suas necessidades específicas. Estou aqui para apoiá-lo enquanto você navega por esse caminho terapêutico.


Perguntas frequentes

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