Perguntas do paciente (338)
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Boa noite É natural a menina ser demasiadamete apegada a mãe na fase da latencia e rejeitar o pai?
Boa noite
É natural a menina ser demasiadamete apegada a mãe na fase da latencia e rejeitar o pai? Quais as implicações para saúde psíquica da criança e suas escolhas amorosas futuras?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É muito interessante que você esteja explorando o desenvolvimento de seu filho durante a fase da latência. Conforme proposto pela teoria psicanalítica, essa é uma fase crucial no desenvolvimento infantil, na qual as crianças costumam formar laços mais fortes com um dos pais, tipicamente do sexo oposto, enquanto temporariamente se afastam da ligação com o pai do mesmo sexo. Essa dinâmica faz parte da complexa interação entre os instintos e a socialização. É importante lembrar que o desenvolvimento psicossexual de uma criança é apenas um aspecto do que influenciará suas escolhas amorosas futuras. As implicações para a saúde psíquica da criança e suas escolhas amorosas mais tarde são multifacetadas e profundamente influenciadas por inúmeros fatores, incluindo a dinâmica familiar, as experiências emocionais e o apoio oferecido pela família. O mais importante é que você continue a fornecer amor, apoio e aceitação ao seu filho, independentemente das complexas dinâmicas que possam surgir durante essa fase de desenvolvimento. Como psicanalista, estou aqui para auxiliá-lo na compreensão e na navegação dessa jornada, aprofundando nossa análise da psicodinâmica envolvida. Se você tiver mais perguntas ou preocupações, não hesite em compartilhá-las, pois estamos aqui para ajudá-lo a entender seu filho e apoiá-lo da melhor forma possível. O amor e a atenção que você oferece são essenciais para o crescimento saudável e emocional de seu filho.
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Por que escolher a abordagem da Psicanálise? Gostaria da opinião sincera de profissionais da áre
Por que escolher a abordagem da Psicanálise?
Gostaria da opinião sincera de profissionais da área. Nos meus estudos encontrei inúmeros artigos classificando a psicanálise como pseudociência, ou seja, sem comprovação cientifica. Me deparei também com dados indicando que essa abordagem já perdeu sua credibilidade em dezenas de países. Aqui no Brasil vejo que ainda é uma das linhas mais fortes mesmo com essa crescente descredibilização. O que leva um psicólogo a preferir uma abordam mais holística e não apoiada pela ciência a outras abordagens?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É verdade que a psicanálise enfrentou críticas em relação à sua falta de evidência científica e ao seu foco em teorias que podem ser difíceis de comprovar. No entanto, muitos terapeutas e pacientes ainda encontram valor na abordagem psicanalítica. Ela pode ser especialmente útil para aqueles que desejam explorar questões profundas, relacionadas a traumas passados, relacionamentos complexos e conflitos emocionais profundos.
É importante encontrar um terapeuta com quem você se sinta à vontade e confiante. Isso pode envolver a escolha de uma abordagem terapêutica com a qual você se sinta mais conectado. Se a psicanálise ressoa com você e você acredita que pode ajudá-lo, é importante continuar a explorá-la. Independentemente da abordagem escolhida, o relacionamento com seu terapeuta e sua disposição para se envolver no processo terapêutico são fatores cruciais para o sucesso da terapia. Se você tiver mais perguntas ou precisar de esclarecimentos adicionais, estou aqui para apoiá-lo ao longo de sua jornada de autoconhecimento e crescimento pessoal.
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Comecei o tratamento com escitalopram para ataques de ansiedade, porém a partir do segundo dia de us
Comecei o tratamento com escitalopram para ataques de ansiedade, porém a partir do segundo dia de uso comecei a sentir angústia, tristeza, procrastinação e falta de vontade para fazer as coisas que eu fazia. Hj faz 10 dias que uso o remédio, mas esses sintomas não desapareceram. Pode ser efeito colateral do remédio? Porque antes de usar o mesmo eu não tinha esses sintomas. O escitalopram pode causar depressão?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Compreendo suas preocupações e agradeço por compartilhar sua experiência. É importante lembrar que os medicamentos podem afetar as pessoas de maneiras diferentes, e o que você descreve pode, de fato, ser uma reação a esse medicamento. O escitalopram é um medicamento comumente usado para tratar a ansiedade e a depressão, mas, em alguns casos, pode causar efeitos colaterais que incluem tristeza, angústia e alterações no humor. Esses sintomas não são necessariamente uma "depressão", mas podem ser uma resposta desfavorável ao medicamento. É fundamental discutir esses efeitos colaterais com o seu médico ou psiquiatra, pois eles podem ajudar a avaliar se o escitalopram é a melhor opção para o seu caso. Pode ser necessário ajustar a dosagem, mudar para um medicamento diferente ou considerar outras abordagens terapêuticas. Lembre-se de que a saúde mental é uma questão delicada, e é essencial comunicar qualquer mudança nos seus sintomas ao seu profissional de saúde para receber o apoio adequado. Estou aqui para responder a quaisquer outras perguntas ou preocupações que você possa ter e para apoiá-lo em sua jornada de cuidados de saúde mental.
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Ai gente, tou sentindo medo do que eu já vivi na pele há 4 anos atrás medo de ter novamente tantas d
Ai gente, tou sentindo medo do que eu já vivi na pele há 4 anos atrás medo de ter novamente tantas dúvidas no sentindo de fazer tantas perguntas sem respostas . Hoje me encontro com uma dúvida que é: O que significa valor de uma pessoa?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Compreendo suas preocupações em relação ao que aconteceu no passado e às dúvidas que você está enfrentando atualmente. O medo do desconhecido e a busca por significado são aspectos naturais da experiência humana. Vamos explorar a questão do valor de uma pessoa. O valor de uma pessoa é um conceito complexo e subjetivo, que varia de acordo com a perspectiva de cada indivíduo. Cada pessoa é única, com suas próprias qualidades, experiências e contribuições para o mundo. Esse valor pode ser percebido de várias maneiras. Pode começar com a forma como uma pessoa se vê e se valoriza. Pode ser observado nas interações com os outros e nas relações significativas que uma pessoa constrói. Pode ser alcançado através do desenvolvimento de habilidades, da realização de metas e da contribuição para a comunidade. Compreender a si mesmo e suas motivações é crucial para perceber o próprio valor. Valorizar os outros e demonstrar empatia e compaixão em relação às suas lutas e experiências também é uma maneira de refletir o valor pessoal. É importante lembrar que o valor de uma pessoa não está atrelado a padrões externos, como sucesso material ou aparência. Cada indivíduo tem um papel significativo a desempenhar no mundo e pode contribuir de maneira única. Se você está enfrentando dificuldades em encontrar um sentido de valor pessoal, considerar a ajuda de um psicólogo ou terapeuta pode ser um passo valioso. Eles podem auxiliá-lo a explorar suas preocupações e desenvolver uma compreensão mais profunda de si mesmo. Encontrar significado e valor em sua própria jornada é um processo pessoal contínuo, e o autoconhecimento desempenha um papel fundamental nesse processo.
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Boa noite, eu faço psicanálise com um psiquiatra iniciei há uns 4 anos, fiz um não direto, cheguei a
Quando o paciente vai ao divã?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo que você esteja curioso sobre o uso do divã em psicanálise e queira saber quando um paciente opta por usá-lo. A utilização do divã nas sessões de psicanálise é uma escolha pessoal que envolve tanto o paciente quanto o terapeuta. O divã é uma parte tradicional da psicanálise, concebido para criar um ambiente no qual o paciente possa se deitar, relaxar e falar livremente sobre seus pensamentos, sentimentos e memórias. A posição reclinada pode ajudar o paciente a entrar em um estado de relaxamento e facilitar a livre associação, onde pensamentos e sentimentos emergem sem censura. No entanto, é importante observar que nem todos os pacientes de psicanálise optam pelo uso do divã. Alguns preferem a configuração de sessão face a face, na qual o paciente e o terapeuta se sentam e têm uma conversa tradicional. A escolha entre o divã e a configuração face a face depende das preferências pessoais do paciente e da abordagem do terapeuta. É comum discutir essa escolha no início da terapia, permitindo que o paciente expresse suas preferências e dúvidas. Algumas pessoas se sentem mais à vontade usando o divã, enquanto outras preferem o contato visual direto com o terapeuta. Se você está considerando a psicanálise e tem interesse em usar o divã, é uma decisão que deve ser tomada em conjunto com o terapeuta. Converse com o terapeuta sobre suas preferências, preocupações e expectativas, e ele o orientará sobre como isso pode afetar o processo terapêutico. Lembre-se de que o objetivo da psicanálise é criar um espaço seguro e acolhedor para a exploração profunda de seus pensamentos, sentimentos e experiências. Independentemente de você optar pelo divã ou pela configuração face a face, o terapeuta estará lá para apoiá-lo em seu processo de autoconhecimento e crescimento pessoal.
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Há quase um mês a médica trocou de fluoxetina para sertralina de 50 mcg...Desde então muitas dores d
Há quase um mês a médica trocou de fluoxetina para sertralina de 50 mcg...Desde então muitas dores de cabeça.insônia agitação. ..Será que paro e volto ao fluoxetina até o retorno da consúlta?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Compreendo as dificuldades que você tem enfrentado desde a mudança de medicamento, e quero tranquilizá-lo de que é totalmente normal experimentar alguns efeitos colaterais quando se inicia um novo tratamento. A transição de um medicamento para outro, como da fluoxetina para a sertralina, pode ser desafiadora para o corpo, e os sintomas que você mencionou, como dores de cabeça, insônia e agitação, podem ser efeitos temporários enquanto seu organismo se adapta. Entretanto, a decisão de continuar ou parar o uso da sertralina deve ser tomada com o auxílio do seu médico. É crucial que você relate esses efeitos colaterais a ele, pois eles têm o conhecimento necessário para ajustar o tratamento de acordo com suas necessidades individuais. Por favor, evite tomar decisões por conta própria, como interromper o medicamento, uma vez que isso pode resultar em sintomas de abstinência e não é aconselhável. Se a espera para a próxima consulta for difícil, entre em contato com seu médico o mais breve possível para discutir suas preocupações. Juntos, vocês podem explorar diferentes opções, ajustar a dosagem ou considerar alternativas. Lembre-se de que você não está sozinho nessa jornada, e estamos aqui para ajudá-lo a encontrar a melhor solução para o seu bem-estar.
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Como posso ver-me livre dos tiques? O que me recomandam por favor
Como posso ver-me livre dos tiques?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo que os tiques possam ser uma questão desafiadora e angustiante. É importante lembrar que você não está sozinho nessa jornada. Encontrar maneiras de lidar com os tiques pode ser um processo que exige paciência e autocompaixão. O primeiro passo é cultivar a autoconsciência, observando quando e em que situações os tiques costumam ocorrer. Essa conscientização pode ajudá-lo a identificar possíveis gatilhos emocionais ou ambientais. É útil também considerar o impacto do estresse em seus tiques, já que muitas vezes eles podem piorar em momentos de ansiedade. Explorar técnicas de relaxamento, como a respiração profunda, meditação ou ioga, pode ser uma estratégia valiosa para aliviar a tensão e reduzir os tiques. Buscar apoio de um profissional de saúde mental, como um psicólogo, é uma opção importante. A terapia pode ajudá-lo a compreender as origens emocionais dos tiques, fornecer ferramentas para lidar com eles de maneira mais saudável e oferecer apoio emocional durante o processo. Lembre-se de que você é único, e o que funciona para uma pessoa pode não funcionar da mesma forma para outra. O tratamento é personalizado de acordo com suas necessidades e circunstâncias individuais. A jornada de lidar com os tiques pode ser desafiadora, mas com o apoio adequado, você pode encontrar maneiras de administrá-los e melhorar sua qualidade de vida. Esteja aberto ao processo e cuide de si mesmo, valorizando a sua jornada de autocuidado e autodescoberta. Estou aqui para apoiá-lo em sua busca por bem-estar e crescimento pessoal.
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Meu marido começou a beber a pouco tempo, voltou pra casa violento, agressivo, falando palavrões, qu
Meu marido começou a beber a pouco tempo, voltou pra casa violento, agressivo, falando palavrões, querendo matar meu filho de 21 anos(ele não é o pai, é meu segundo casamento). Percebi que tudo que ele falou quando estava bêbado é o que ele não tem coragem de falar quando está sobrio, temo pelo meu filho. Aliás meus dois filhos pensam que devo me separar, também meus amigos pensam assim! O que faço?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Compreendo as preocupações profundas e o desafio emocional que você está enfrentando em relação ao comportamento de seu marido. A segurança e o bem-estar da sua família são fundamentais, e é natural que você esteja buscando orientação. É evidente que a relação com seu marido está passando por momentos difíceis, agravados pelo consumo de álcool e comportamento violento. Quando um ente querido enfrenta problemas de álcool, é comum que questões não resolvidas venham à tona. O que ele expressa quando está sob a influência do álcool pode ser uma manifestação das emoções reprimidas. É importante priorizar a segurança, especialmente a de seu filho, em qualquer situação. Se houver ameaças de violência ou agressão, considere medidas de proteção imediatas. Isso pode incluir procurar refúgio seguro e, se necessário, entrar em contato com as autoridades. Além disso, a comunicação aberta e a busca de ajuda profissional são passos significativos. Converse com seu marido sobre as preocupações e incentive-o a procurar apoio para lidar com o problema do álcool. A terapia individual e/ou familiar pode ser benéfica para explorar as dinâmicas subjacentes e desenvolver estratégias para enfrentar essas questões. A decisão de se separar ou continuar no relacionamento é uma escolha pessoal que depende de muitos fatores, incluindo a sua segurança, o bem-estar de seus filhos e a saúde emocional de todos os envolvidos. Buscar apoio de um terapeuta ou psicólogo pode ajudá-la a navegar por esse processo e a tomar decisões informadas. Lembre-se de que você não está sozinha nesse processo. Estou aqui para fornecer apoio e orientação à medida que você enfrenta esses desafios e toma decisões que são melhores para você e sua família. Se você tiver mais perguntas ou precisar de esclarecimentos adicionais, não hesite em perguntar.
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Tenho 36 anos tenho ploblema com ereção quando uso camisinha no q eu faço
Tenho 36 anos tenho ploblema com ereção quando uso camisinha, preciso de terapia?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Compreendo que você esteja passando por uma situação que pode ser frustrante e desconfortável. Problemas de ereção ao usar camisinha são relativamente comuns e podem ocorrer por uma variedade de razões. É importante lembrar que você não está sozinho nisso, e há maneiras de abordar essa questão de forma respeitosa e cuidadosa. Primeiramente, é importante mencionar que essa dificuldade não é incomum e muitos homens enfrentam desafios semelhantes em algum momento de suas vidas. A ansiedade de desempenho é frequentemente uma das causas subjacentes, onde a pressão para "performar" bem durante o sexo pode criar tensão, afetando sua capacidade de manter uma ereção. Além disso, a escolha da camisinha pode influenciar a experiência. Experimentar diferentes marcas e tipos de camisinhas pode ser uma opção útil, pois algumas podem ser mais confortáveis e menos restritivas do que outras. No entanto, se essa dificuldade persistir e afetar sua qualidade de vida ou relacionamento, a busca por ajuda é uma escolha sábia. Terapia sexual ou terapia com um psicólogo especializado em questões sexuais pode ser benéfica. Um terapeuta pode ajudá-lo a explorar possíveis fatores psicológicos ou emocionais que podem estar contribuindo para o problema. Além disso, eles podem trabalhar com você para desenvolver estratégias de enfrentamento e reduzir a ansiedade de desempenho. Lembre-se de que a intimidade e o sexo são partes naturais e importantes de muitos relacionamentos, mas também é essencial focar na qualidade da conexão emocional com seu parceiro. Às vezes, ao se concentrar no prazer mútuo e na construção de uma relação de confiança, a pressão para "ter um bom desempenho" diminui, o que pode ajudar a melhorar a função erétil. Não hesite em buscar ajuda profissional quando sentir que é necessário. Um terapeuta pode oferecer apoio, orientação e estratégias para superar essa dificuldade, e você pode trabalhar juntos para melhorar sua qualidade de vida e a qualidade do seu relacionamento. Estou aqui para fornecer apoio e responder a qualquer pergunta adicional que você possa ter.
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Sinto falta de ar constante, ja fiz todo tipo de exame ( eletro, sangue, teste ergometrico, tireoide
Sinto falta de ar constante, ja fiz todo tipo de exame ( eletro, sangue, teste ergometrico, tireoide, testosterona) e tudo deu normal.....meus sintomas sao: pressão das mandibulas e falta de ar constante....quando faço algum esforço fisico...a sensação de desconforto aumenta.....estou tomando diazepan...que alivia os sintomas...isso pode ser Ataque de Pânico?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É muito importante que você tenha compartilhado seus sintomas e preocupações, e quero assegurar que estou aqui para oferecer apoio. Muito bom que você tenha procurado ajuda médica e realizado diversos exames para descartar qualquer causa física subjacente para seus sintomas. A sensação de falta de ar, pressão nas mandíbulas e desconforto durante o esforço físico são sintomas que podem ser associados a ataques de pânico. Os ataques de pânico são episódios intensos de ansiedade que podem causar sintomas físicos, como falta de ar, taquicardia e sensação de sufocamento. É importante notar que o diazepam (Valium) que você está tomando é uma medicação que pertence à classe de benzodiazepínicos e pode ser prescrito para ajudar a aliviar os sintomas de ansiedade, incluindo os relacionados a ataques de pânico. No entanto, é fundamental que você continue a trabalhar em conjunto com um profissional de saúde mental, como um psiquiatra ou psicólogo, para obter um diagnóstico preciso e um plano de tratamento adequado. A terapia, como a terapia cognitivo-comportamental (TCC), pode ser uma opção eficaz para ajudar a aprender estratégias de enfrentamento. A psicanálise pode identificar gatilhos e reduzir a frequência e intensidade dos ataques de pânico. Além disso, seu profissional de saúde mental pode ajustar seu tratamento com base nas suas necessidades individuais. Lembre-se de que você não está sozinho nessa jornada, e o tratamento pode ser muito eficaz na gestão dos sintomas de ansiedade. Continue trabalhando em estreita colaboração com seu profissional de saúde mental e compartilhe seus sentimentos e experiências durante o processo. Estou aqui para apoiá-lo, e estou torcendo por seu bem-estar.
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Sou muito ansiosa e fico nervosa com qualquer coisa que não dê certo Sofro insônia desde menina
Sou muito ansiosa e fico nervosa com qualquer coisa que não dê certo
Sofro insônia desde menina.Agora com a idade 63 anos está piorando ?
Já tomo rivotril 2 mg
E ecitalopram 10 mg
Terapia pode me ajudar?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A ansiedade e a insônia são desafios comuns que muitas pessoas enfrentam em diferentes estágios da vida. É encorajador que você esteja considerando a terapia como uma opção para lidar com essas questões. A terapia pode ser um recurso valioso para ajudá-la a desenvolver estratégias de enfrentamento e melhorar sua qualidade de vida. A terapia cognitivo-comportamental (TCC) é frequentemente recomendada para tratar a ansiedade e a insônia, pois se concentra em identificar e modificar padrões de pensamento e comportamento que contribuem para esses problemas. Um terapeuta treinado pode trabalhar com você para desenvolver habilidades de enfrentamento e promover um sono mais repousante. Além da terapia, é importante que você continue consultando seu médico para revisar sua medicação, como o Rivotril e o Escitalopram, e garantir que ela esteja adequada às suas necessidades. E adotar hábitos de estilo de vida saudáveis, como manter uma rotina de sono consistente e praticar técnicas de relaxamento, pode ser benéfico. Independentemente da idade, a ansiedade e a insônia podem ser desafiadoras, mas são questões que podem ser gerenciadas com o apoio adequado. Estou aqui para fornecer orientação e apoio ao longo desse processo, se você decidir buscar terapia ou tiver mais perguntas. Lembre-se de que é um caminho gradual, e você está tomando passos importantes em direção ao seu bem-estar emocional.
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Eu tenho o hábito de olhar nos olhos das pessoas sempre, gosto de demonstrar que estou prestando ate
Eu tenho o hábito de olhar nos olhos das pessoas sempre, gosto de demonstrar que estou prestando atenção, pois me irrita perceber que as pessoas não estão prestando atenção (por exemplo dentro de uma igreja no momento da palavra). Mas no meio da minha atenção as vezes meu olhar cruza com o olhar se alguém, e isso acaba se repetindo, quando um olhar me chama atenção eu não consigo evitar, eu tento não olhar mas acabo olhando principalmente quando sinto que a pessoa está me olhando, sou casada e não tenho a intenção de trair meu marido. As vezes as pessoa pra quem olho nem me atrai, também não tenho pensamentos nem fantasias com a pessoa, mas o olhar não consigo evitar.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Obrigada por compartilhar essa preocupação. É bom que você esteja atenta aos seus comportamentos e se preocupe em manter os limites adequados no seu relacionamento. O fato de você olhar nos olhos das pessoas para demonstrar atenção e respeito é uma prática positiva, e é natural que, em meio a essa atenção, seus olhos cruzem com os de outras pessoas. O comportamento que você descreve, de olhar quando sente que alguém está olhando para você, também pode ser uma resposta natural ao contato visual. Às vezes, olhamos para alguém que está nos observando como uma forma de reconhecimento ou resposta ao estímulo visual. É importante notar que a atração ou o interesse não estão necessariamente relacionados a esse tipo de comportamento. Você mencionou que não tem intenções de trair seu marido, e isso é fundamental. Ter fantasias ou pensamentos não é incomum, mas o que importa é como você lida com essas situações. Se esse comportamento de olhar nos olhos de outras pessoas estiver causando desconforto ou preocupação, pode ser útil refletir sobre o que está por trás desse padrão. Às vezes, esses comportamentos podem ser uma manifestação de ansiedade, necessidade de validação ou outros sentimentos. Considerar a ajuda de um psicólogo ou psicanalista pode ser benéfico para entender melhor suas motivações e aprender a lidar com isso de maneira mais tranquila, se for necessário. Lembre-se de que ter um espaço seguro para discutir essas preocupações pode ajudar a esclarecer e trabalhar com elas de uma forma saudável, enquanto mantém a integridade do seu relacionamento. Seu comprometimento com seu casamento é uma parte importante dessa equação, e é louvável que você queira mantê-lo forte.
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Ola meu nome Pricila estou sofrendo com está sindrome fora a pressão no ovido os zumbidos as vertige
Ola meu nome Pricila estou sofrendo com está sindrome fora a pressão no ovido os zumbidos as vertigens que algumas das vezes não me deixao nem levantar da cama.queria. saber o que posso fazer para amenizar meus sintomas já que o médico falou que tinha que aprender a conviver com tudo isso
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Lamento muito saber que você está passando por sintomas tão desconfortáveis. Compreendo o quão desafiador isso pode ser. Sintomas como pressão no ouvido, zumbidos e vertigens podem impactar significativamente a qualidade de vida. É importante buscar ajuda e considerar várias abordagens para aliviar seus sintomas. Primeiramente, é fundamental que você tenha consultado um médico, o que é um passo importante. Se o seu médico sugeriu que você "aprenda a conviver" com esses sintomas, talvez seja prudente buscar uma segunda opinião médica ou procurar um especialista em otorrinolaringologia que possa avaliar sua situação de forma mais abrangente. Enquanto isso, é importante cuidar de seu bem-estar emocional. Sintomas crônicos podem ser emocionalmente desgastantes. Considerar o apoio de um psicólogo ou terapeuta pode ser benéfico para ajudá-la a enfrentar o impacto emocional desses sintomas. Mantenha-se informada sobre os sintomas e as opções de tratamento, e lembre-se de que você não está sozinha nessa jornada. Muitas pessoas encontram maneiras de gerenciar e aliviar os sintomas ao longo do tempo. A persistência e a busca por soluções adequadas são passos fundamentais para melhorar sua qualidade de vida. Estou aqui para oferecer apoio e informações adicionais, se necessário. Cuide-se e saiba que sua saúde física e emocional são importantes.
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Não gosto dos cortes em sessão que o analista faz . Me sinto muito mal . Isso é necessário , se sim
Não gosto dos cortes em sessão que o analista faz. Me sinto muito mal. Isso é necessário, se sim, por que?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Compreendo a sua preocupação em relação aos cortes feitos em sessão durante a terapia psicanalítica. É importante saber que esses cortes, muitas vezes chamados de interpretações, fazem parte do processo terapêutico na psicanálise. Eles têm o propósito de promover a reflexão e o autoconhecimento. Quando o analista faz um corte, está buscando direcionar a atenção para aspectos do seu pensamento, sentimentos ou comportamentos que podem ser relevantes para a compreensão de padrões emocionais ou questões subjacentes. Essas interpretações podem ajudar a revelar pensamentos ou emoções que estão ocultos no inconsciente e que podem estar influenciando a maneira como você se sente e age. No entanto, é fundamental que você se sinta confortável e seguro durante as sessões de terapia. Se os cortes estiverem causando desconforto excessivo, é importante discutir isso com o seu analista. A terapia deve ser um espaço de apoio e crescimento pessoal, e é crucial que você e o terapeuta trabalhem juntos para encontrar uma abordagem que funcione melhor para você. Comunique suas preocupações ao seu analista e discuta como você se sente em relação às interpretações. O diálogo aberto e a colaboração entre vocês são fundamentais para um tratamento eficaz. O objetivo da terapia é ajudá-lo a compreender-se melhor e a encontrar maneiras saudáveis de lidar com os desafios emocionais que enfrenta.
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Meu marido sofre de insônia crônica há mais de 10 anos e tem piorado. Faz 3 noites consecutivas que
Meu marido sofre de insônia crônica há mais de 10 anos e tem piorado. Já fez vários tratamentos com especialistas do sono, psiquiatras, neurologistas, psicólogos, mas nenhum resolveu seu problema. Já tomou, rivotril, diazeoan,L triptofano, mitarzapina,
fluoxetina, zolpidem, melatonina, chás e biomassa, meditacao e nada resolve.
O exame de polissonografia não acusou apneia e ele tambem nem conseguiu atingir o grau 2. Quais recursos a psicanalise e a psicologia podem trazer para ajudar ele?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Compreendo a frustração e a angústia que você e seu marido estão enfrentando devido à insônia crônica dele, apesar de todos os esforços e tratamentos que já foram tentados. Lidar com um problema de sono persistente pode ser emocionalmente desgastante, afetando não apenas a qualidade de vida, mas também os relacionamentos e a saúde mental. É importante reconhecer que a insônia pode ter causas multifacetadas, incluindo fatores físicos e psicológicos. Em alguns casos, fatores emocionais, como o estresse, a ansiedade e a depressão, podem contribuir para a dificuldade em adormecer ou manter o sono. A abordagem da psicologia, incluindo a terapia cognitivo-comportamental, a psicanálise e a psicoterapia, pode ser benéfica para explorar esses aspectos emocionais que podem estar relacionados à insônia. Um terapeuta pode ajudar seu marido a compreender melhor os pensamentos e as emoções que podem estar interferindo no sono e a desenvolver estratégias para lidar com eles. Além disso, a terapia pode fornecer um espaço seguro para explorar o impacto emocional da insônia em sua vida e relacionamento. É importante que seu marido continue a buscar ajuda profissional e considere uma abordagem multidisciplinar que envolva especialistas em sono, psicólogos e outros profissionais de saúde. A combinação de diferentes abordagens terapêuticas pode oferecer uma perspectiva mais abrangente para abordar a insônia. Lembre-se de que esse é um desafio que vocês enfrentam juntos, e o apoio mútuo e a paciência são fundamentais para enfrentar essa situação. Continuem buscando soluções e, se desejarem, considerem o apoio de um terapeuta ou psicólogo especializado em distúrbios do sono para auxiliá-los nessa jornada.
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Tenho pensamentos como se eu fosse parar de respirar...então fico prestando atenção na respiração to
Tenho pensamentos como se eu fosse parar de respirar...então fico prestando atenção na respiração toda hora achando que vou parar ...fico puxando o ar de vez em quando e isso me dá pânico...devo fazer terapia?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sinto muito ouvir que você está passando por essa preocupação e ansiedade relacionada à sua respiração. É importante cuidar da sua saúde mental, e a terapia pode ser uma ótima opção para ajudar a lidar com esses pensamentos e sentimentos. Ter um espaço seguro para discutir suas preocupações com um profissional de saúde mental pode ser muito benéfico. A terapia pode ajudá-lo a entender melhor esses pensamentos, suas causas subjacentes e a desenvolver estratégias para lidar com a ansiedade. Um terapeuta pode ensinar técnicas de relaxamento, como a respiração profunda, que podem ser úteis para controlar a ansiedade. Não hesite em procurar ajuda terapêutica. Falar com um profissional pode proporcionar alívio e orientação, e você não precisa passar por isso sozinho. Estou aqui para apoiá-lo, e espero que você encontre o auxílio necessário para superar esses desafios. Se precisar de mais informações sobre terapeutas ou tipos de terapia, fique à vontade para perguntar.
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Tenho muito medo de ficar perto de pessoas que não conheço medo das pessoas n gostarem de mim, medo
Tenho muito medo de ficar perto de pessoas que não conheço
medo das pessoas n gostarem de mim, medo de eu ser chata....
Uma terapia seria uma boa ideia, mas como conversar com os pais sobre isso?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo que compartilhar com seus pais a ideia de buscar ajuda terapêutica possa ser um passo desafiador, mas também muito corajoso. É importante lembrar que seus pais, provavelmente, estão preocupados com o seu bem-estar e vão querer entender como podem apoiá-lo da melhor maneira possível. Quando você decidir falar com eles sobre a terapia, escolha um momento tranquilo para a conversa, onde todos possam se sentir à vontade e sem pressa. Abra o diálogo com honestidade, explicando seus sentimentos e preocupações, como o medo de interações sociais e a sensação de ser chato. Compartilhe o desejo de trabalhar nesses desafios e acreditar que a terapia pode ser um caminho para isso. Explique por que acredita que a terapia pode ser benéfica para você, destacando os resultados positivos que espera alcançar, como desenvolver habilidades para lidar com a ansiedade social e melhorar sua autoestima. Esteja disposto a responder a perguntas que seus pais possam ter e forneça informações sobre como a terapia funciona. Mostre que você está comprometido em participar ativamente da terapia e que esse é um passo que você está disposto a dar para melhorar sua saúde mental e bem-estar. Lembre-se de que pedir ajuda é um ato de coragem e autoconhecimento, e a terapia pode ser um recurso valioso para ajudá-lo a superar seus medos e inseguranças nas interações sociais. Seus pais, em última análise, desejam o seu bem-estar e felicidade, e quando percebem sua determinação e comprometimento, é mais provável que ofereçam seu apoio. Não hesite em lembrá-los de que você os valoriza e que a busca por ajuda é uma maneira de melhorar a qualidade de vida, permitindo que você se sinta mais confiante e à vontade nas relações sociais. Lembre-se de que você não está sozinho nessa jornada, e seus pais podem ser uma fonte valiosa de apoio durante esse processo.
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Possuo diagnóstico de Transtorno de Personalidade Borderline. Hoje ao 30 anos, meu comportamento est
Possuo diagnóstico de Transtorno de Personalidade Borderline. Hoje ao 30 anos, meu comportamento está menos intenso porém convivo com uma tia narcisista, vivo "fugindo" das provocações já que sou reativa, o que mais posso fazer para manter o meu equilíbrio?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Compreendo que enfrentar um Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) e interagir com uma tia narcisista pode ser desafiador e emocionalmente desgastante. O fato de você estar buscando maneiras de manter seu equilíbrio é um sinal de sua determinação e resiliência. Primeiramente, é importante reconhecer o progresso que você já fez em relação ao seu TPB. Chegar aos 30 anos e perceber uma redução na intensidade dos comportamentos é uma conquista significativa. No entanto, é compreensível que interagir com pessoas desafiadoras, como sua tia narcisista, possa despertar sentimentos difíceis. Continuar trabalhando no autoconhecimento e na regulação emocional é uma parte fundamental desse processo. A terapia desempenha um papel importante nessa jornada, fornecendo um espaço seguro para explorar suas emoções, compreender padrões de pensamento disfuncionais e desenvolver habilidades de enfrentamento. Ao interagir com sua tia narcisista, estabelecer limites saudáveis é essencial. Isso não significa que você está sendo "chato", mas sim que está cuidando de sua saúde mental. Lembre-se de que a comunicação assertiva pode ajudar a expressar suas necessidades de maneira respeitosa. Manter uma rede de apoio forte é crucial. Amigos, familiares ou grupos de apoio podem oferecer o suporte emocional necessário e proporcionar um espaço para compartilhar suas experiências e desafios. À medida que prossegue nesse caminho, saiba que a jornada de autodescoberta e crescimento pessoal é única para cada indivíduo. É normal encontrar obstáculos e altos e baixos, mas lembre-se de que você está trabalhando na construção de um futuro mais equilibrado e saudável. Sua jornada é uma demonstração de força e resiliência, e você merece todo o apoio e compreensão ao longo do caminho. Continuar cuidando de sua saúde mental e emocional é um investimento valioso em seu bem-estar. Se tiver mais perguntas ou precisar de orientação adicional, saiba que estou aqui para apoiá-lo em sua jornada. Você não está sozinho.
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Quais perguntas posso fazer na sessão de psicanálise em relação ao meu tratamento? Tenho muitas dúvi
Tenho muitas dúvidas e não sei como e se devo perguntar tudo que eu quero na sessão de psicanálise.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo completamente suas dúvidas e hesitações em relação a fazer perguntas durante a sessão de psicanálise. É perfeitamente normal sentir-se assim, e quero assegurar que a terapia é um espaço seguro e acolhedor para você expressar suas preocupações, perguntas e pensamentos. Na psicanálise, é encorajado que você fale livremente sobre o que está em sua mente. Não há perguntas inadequadas, e não há limite para o que você pode discutir. A psicanálise é um lugar para explorar suas emoções, experiências e questões de maneira aberta e honesta. Se você tem dúvidas ou se algo está incomodando, é importante compartilhar isso com seu analista. Perguntas e reflexões podem levar a insights valiosos e a um maior entendimento de si mesmo. Lembre-se de que seu analista está lá para ajudá-lo a navegar por essas questões e fornecer apoio durante sua jornada de autodescoberta. Não hesite em levar todas as suas dúvidas para a sessão, pois isso pode enriquecer o processo terapêutico e ajudá-lo a alcançar seus objetivos. Estou aqui para apoiá-lo em suas reflexões e perguntas, sempre com respeito e compreensão.
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Olá,eu sempre achava que sou louca por me sentir assim,tenho duas filhas,uma de 23 e uma de dezoito
Olá,eu sempre achava que sou louca por me sentir assim,tenho duas filhas,uma de 23 e uma de dezoito nunca consegui sentir esse arrebatamento de mãe,sou bem fria com elas,inclusive elas reclamam que não abraço ou beijo constantemente.Não consigo sentir falta delas quando viajam,e mais velha quando casou,todos ficaram esperando que eu fosse chorar,ou algo assim.Mas não senti nada.Tenho muita culpa por isso e sempre pesquiso pra saber se mais pessoas tem esse problema.Devo fazer psicanálise pra descobrir o motivo desse desapego?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Primeiramente, quero dizer que é muito corajoso da sua parte compartilhar seus sentimentos dessa maneira. Cada pessoa é única e todas nós vivenciamos a maternidade de formas diferentes. Não existe uma única maneira "certa" de ser mãe, e sentimentos de desapego não são necessariamente incomuns.
É importante lembrar que os relacionamentos familiares e as emoções são complexos. Não sentir um arrebatamento emocional intenso em relação aos filhos não significa que você não os ama ou se importa com eles. As emoções variam de pessoa para pessoa e podem ser influenciadas por várias circunstâncias, experiências de vida, personalidade e outras questões.
Se você está sentindo culpa em relação a isso, é compreensível, mas também é importante ser gentil consigo mesma. A psicanálise pode ser uma opção interessante para entender mais profundamente seus sentimentos e talvez descobrir os motivos por trás desse desapego aparente. Um profissional de psicanálise pode ajudá-la a explorar suas emoções, sua história de vida e possíveis fatores que possam estar contribuindo para esses sentimentos.
Lembre-se de que buscar ajuda não significa que há algo "errado" com você. É uma oportunidade de autodescoberta e autoconhecimento, o que pode ser benéfico em várias áreas da vida. Independentemente da direção que você escolher, seja aberta consigo mesma e permita-se explorar esses sentimentos de forma saudável.
Seja paciente com você mesma e lembre-se de que você está buscando maneiras de entender e melhorar seu relacionamento com suas filhas. O importante é trabalhar em direção a um entendimento mais profundo de seus próprios sentimentos e, possivelmente, encontrar maneiras de se conectar com suas filhas de maneira que seja autêntica para você.
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