Perguntas do paciente (1112)

  • Olá. Tenho 33 anos. Comecei na faculdade agora a distância e não estou conseguindo me concentrar na

    Olá. Tenho 33 anos. Comecei na faculdade agora a distância e não estou conseguindo me concentrar na leitura e nem absorver o conteúdo. Já tive problemas de depressão ( ainda devo ter), minha empresa está em crise financeira, ando muito pra baixo e não sei o que fazer pra resolver essa situação.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    É compreensível que você esteja enfrentando dificuldades em se concentrar nos estudos, especialmente considerando o contexto emocional e financeiro que você mencionou. Aqui estão algumas sugestões que podem ajudá-lo a melhorar sua concentração e absorção de conteúdo na faculdade a distância:
    Crie um Ambiente de Estudo Adequado: É fundamental ter um local tranquilo e livre de distrações para estudar. Escolha um espaço bem iluminado, onde você possa se sentar confortavelmente e se concentrar. Evite estudar em lugares muito confortáveis, como a cama, pois isso pode diminuir sua produtividade.
    Estabeleça Rotinas: Defina horários regulares para estudar, criando uma rotina que inclua pausas. Tente usar técnicas como o método Pomodoro, que consiste em estudar por 25 minutos seguidos de uma pausa de 5 minutos. Isso pode ajudar a manter o foco e evitar a fadiga mental.
    Desconecte-se das Distrações: Mantenha longe do seu espaço de estudo aparelhos eletrônicos que não sejam necessários, como celular e televisão. Se precisar do computador para estudar, desative notificações de redes sociais e aplicativos que possam interromper sua concentração.
    Organize suas Tarefas: Utilize ferramentas como planners ou listas de tarefas para organizar seu tempo e suas atividades. Defina metas claras e alcançáveis para cada sessão de estudo, o que pode ajudar a manter o foco e a motivação.
    Pratique Atividades Físicas: Exercícios físicos podem ajudar a melhorar seu humor e aumentar sua capacidade de concentração. Tente incorporar atividades físicas à sua rotina, mesmo que sejam caminhadas curtas.
    Busque Apoio Emocional: Considerando seu histórico de depressão e os desafios atuais, é importante não hesitar em buscar apoio psicológico. Um terapeuta pode ajudá-lo a lidar com suas emoções e desenvolver estratégias para enfrentar as dificuldades.
    Alimente-se Bem: Uma alimentação saudável pode impactar diretamente sua energia e capacidade de concentração. Tente evitar alimentos processados e ricos em açúcar, que podem afetar seu humor e foco.
    Se você continuar a ter dificuldades com a concentração ou sentir que sua saúde mental está comprometida, considere procurar um profissional de saúde mental. Estou à disposição para discutir mais sobre suas preocupações ou ajudar com orientações adicionais. Sinta-se à vontade para entrar em contato!


  • Não sinto nenhum tipo de afeto pela minha família ou amigos, e quando sinto é temporário, não gosto

    Não sinto nenhum tipo de afeto pela minha família ou amigos, e quando sinto é temporário, não gosto de sair de casa não gosto de beijos nem abraço acho isso chato e cafona.
    Oque posso fazer para melhorar isso

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    Sentir uma falta de afeto ou conexão emocional com a família e amigos pode ser uma experiência desafiadora e dolorosa. É importante reconhecer que esses sentimentos podem ter raízes profundas e podem ser influenciados por várias experiências de vida. Aqui estão algumas considerações e sugestões sobre o que você pode fazer para melhorar essa situação:
    1. Reflexão Pessoal
    Identifique as Causas: Tente refletir sobre quando e por que você começou a sentir essa falta de afeto. Isso pode incluir experiências passadas, como relacionamentos difíceis ou falta de apoio emocional na infância.
    Entenda Seus Sentimentos: Pergunte a si mesma o que exatamente você sente em relação à sua família e amigos. É uma falta de amor, desconexão ou talvez um medo de se abrir para os outros?
    2. Comunicação
    Converse com Pessoas Próximas: Se você se sentir confortável, tente compartilhar seus sentimentos com alguém próximo. Uma conversa aberta pode ajudar a esclarecer suas emoções e fortalecer os laços.
    Expresse Suas Necessidades: Às vezes, as pessoas ao nosso redor não percebem que precisamos de mais afeto ou conexão. Explicar isso pode ajudar a criar um ambiente mais acolhedor.
    3. Busque Apoio Profissional
    Terapia: Considerar a terapia, especialmente a psicanálise, pode ser muito útil. Um terapeuta pode ajudar a explorar suas emoções mais profundas, entender as raízes da sua desconexão e desenvolver estratégias para melhorar suas relações.
    4. Pratique o Autocuidado
    Atividades que Tragam Prazer: Envolva-se em atividades que você goste e que possam ajudar a elevar seu humor, como hobbies, exercícios físicos ou meditação.
    Desenvolva Autoestima: Trabalhar na autoestima pode ajudar a melhorar sua percepção sobre si mesma e suas relações com os outros.
    5. Construa Conexões Gradualmente
    Inicie Pequenas Interações: Tente se envolver em pequenas interações sociais, como sair com amigos ou participar de atividades em grupo. Isso pode ajudar a reconstruir conexões emocionais.
    Demonstrações de Afeto: Pratique dar e receber afeto em pequenas doses, como abraços ou palavras gentis. Isso pode ajudar a criar um ambiente mais afetivo ao seu redor.
    6. Estabeleça Limites Saudáveis
    Se você se sentir sobrecarregada por relacionamentos que não trazem alegria, é importante estabelecer limites saudáveis para proteger seu bem-estar emocional.
    Conclusão
    A falta de afeto é uma questão complexa que pode ser abordada através da reflexão pessoal, comunicação aberta e busca de apoio profissional. Se você estiver disposta a explorar essas áreas, poderá encontrar maneiras de melhorar suas relações e aumentar seu bem-estar emocional. Se precisar de mais suporte ou quiser discutir suas experiências em um ambiente seguro, estou à disposição para agendar uma consulta! Você merece se sentir conectada e apoiada em sua vida.


  • Eu sinto na pele o que as pessoas passaram. Por exemplo, se uma amiga disse que sofreu tal abuso, eu

    Eu sinto na pele o que as pessoas passaram. Por exemplo, se uma amiga disse que sofreu tal abuso, eu começo a imaginar como se eu tivesse ali vendo tudo e começo a chorar ou pensar nisso o dia inteiro, fazendo sons do nada e me debater. Também acontece com pessoas que não conheço, começo a imaginar como fosse eu no lugar dela e começo a chorar e ter falta de ar, o que pode ser? Obs.: Tenho isso há dois anos.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    O que você está descrevendo parece estar relacionado a uma intensa empatia e a uma resposta emocional exacerbada ao sofrimento dos outros. Essa capacidade de se conectar emocionalmente com as experiências alheias pode resultar em reações intensas, como choro e falta de ar.
    É possível que você tenha uma sensibilidade emocional elevada, o que faz com que sinta as emoções dos outros de forma profunda. Isso pode ser amplificado por ansiedade ou experiências pessoais passadas, levando a reações desproporcionais.
    Para lidar com isso, é importante reconhecer e validar seus sentimentos. Praticar técnicas de autocuidado, como meditação e exercícios físicos, pode ajudar a gerenciar a intensidade das emoções. Estabelecer limites em relação a tópicos que desencadeiam reações fortes também pode ser benéfico.
    Buscar apoio profissional, como terapia, pode oferecer um espaço seguro para explorar essas emoções e desenvolver estratégias de regulação emocional. Além disso, técnicas de respiração profunda podem ajudar a acalmar seu sistema nervoso em momentos de crise.
    Sentir as emoções dos outros de maneira intensa é desafiador, mas buscar apoio e entender melhor suas reações pode levar a um maior bem-estar emocional. Se precisar de mais informações ou quiser discutir suas experiências, estou à disposição para ajudar!


  • Olá , tenho uma filha de dois anos , mas sinto que nunca me curei da depressão pós parto , estou a c

    Olá , tenho uma filha de dois anos , mas sinto que nunca me curei da depressão pós parto , estou a cada dia mais triste e sem motivações , me sinto muito irritada o tempo todo e não sinto prazer em absolutamente nada , não tenho mais paciência com minha filha e sinto que estou começando a rejeita-la , minha vida não tem mais sentido e só ainda não cometi o suicídio por que não tem quem cuide da minha filha caso eu faça isso , mas odeio a minha vida com todas as forças e desejo morrer todos os dias , estou desesperada o que eu faço?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    Sinto muito por você estar passando por um momento tão difícil. A depressão pós-parto é uma condição séria que afeta muitas mulheres e pode se manifestar de diversas formas, como tristeza intensa, irritabilidade, falta de prazer nas atividades diárias e até pensamentos suicidas. É crucial que você saiba que não está sozinha e que existe ajuda disponível.

    O Que Fazer
    É fundamental buscar apoio profissional imediatamente. O tratamento da depressão pós-parto geralmente envolve:

    Psicoterapia: A psicanálise pode ser uma abordagem eficaz, ajudando você a explorar e entender suas emoções, medos e a culpa que pode estar sentindo.

    Medicação: Antidepressivos podem ser prescritos para ajudar a estabilizar seu humor. É importante discutir com um médico sobre as opções seguras, especialmente se você estiver amamentando.

    Sinais de Alerta
    Os sentimentos que você descreveu, como a falta de paciência com sua filha e o desejo de morrer, são sinais de que você precisa de apoio urgente. É essencial entrar em contato com um psiquiatra ou psicólogo o quanto antes. Eles poderão avaliar sua situação e recomendar o tratamento adequado.

    Rede de Apoio
    Além do tratamento profissional, é importante contar com uma rede de apoio. Converse com amigos ou familiares sobre como você está se sentindo. O apoio emocional pode ser um recurso valioso durante esse período.
    Estou à disposição para ajudá-la a encontrar o suporte necessário e discutir suas preocupações em mais detalhes. Se você sentir que é o momento certo para buscar ajuda profissional, considere agendar uma consulta. Sua saúde mental é prioridade, e existem caminhos para recuperar o prazer na vida e na maternidade.


  • Não tenho vontade de fazer nada não consigo me alimentar direito e tenho medo de sair de casa sinto

    Não tenho vontade de fazer nada não consigo me alimentar direito e tenho medo de sair de casa sinto que alguma coisa ruim vai acontecer, e acabo passando isso para meus filhos por achar que se eles saírem vai acontecer alguma coisa. Demoro a dormir e durmo pouco durante o dia percebi que estou perdendo peso. Vivo de um jeito que parece que nada mas faz sentido já desejei perder a memória e lembrar só dos meus. Se não fossem eles acho que nem aqui estaria mais.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    Sinto muito por você estar passando por um momento tão difícil. Os sintomas que você descreve, como falta de vontade de fazer coisas, dificuldade para se alimentar, medo de sair de casa e sentimentos de desesperança, são preocupantes e podem indicar uma depressão pós-parto não tratada. É fundamental reconhecer que esses sentimentos são sérios e que você merece apoio.

    O Que Fazer
    Busque Ajuda Profissional: É crucial consultar um médico ou um psicólogo. A depressão pós-parto pode ser tratada com uma combinação de psicoterapia e, em alguns casos, medicação. A psicanálise pode ser uma abordagem útil para explorar suas emoções e experiências.

    Converse com Alguém de Confiança: Compartilhar seus sentimentos com amigos ou familiares pode aliviar um pouco do peso emocional que você está carregando.

    Estabeleça uma Rotina: Tente criar uma rotina diária que inclua pequenas atividades que você possa realizar, mesmo que sejam simples. Isso pode ajudar a trazer alguma estrutura ao seu dia.

    Cuide de Si Mesma: Priorize momentos para cuidar de si mesma, mesmo que breves. Isso pode incluir atividades relaxantes, como ler ou tomar um banho.

    Evite a Isolação: Embora possa parecer difícil, tente se expor a ambientes seguros e familiares, mesmo que isso seja gradual.

    Sinais de Alerta
    Os pensamentos suicidas são um sinal claro de que você precisa de ajuda imediata. Se você sentir que está em perigo ou tem planos concretos, procure assistência médica urgente.

    Disponibilidade para Consulta
    Estou à disposição para ajudá-la a encontrar o suporte necessário e discutir suas preocupações em mais detalhes. Se você sentir que é o momento certo para buscar ajuda profissional, considere agendar uma consulta. Sua saúde mental é prioridade, e existem caminhos para recuperar o prazer na vida e na maternidade. Você não está sozinha nessa jornada.


  • Olá prezado (a), estou sentindo uma leve pressão acima do externo na região da garganta, parece sens

    Olá prezado (a), estou sentindo uma leve pressão acima do externo na região da garganta, parece sensação de bolo, ou como se tivesse alguém pressionando essa área. Ela vai vem. As vezes mais fraca e as vezes mais forte. Já fiz todos os exames para descartar causas orgânicas e nada foi identificado. Um médico me recomendou ir até um psiquiatra ou psicologo. Minha dúvida é, isso realmente pode ter ligação psicológica?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    A sensação de pressão na garganta que você está sentindo, muitas vezes descrita como um "bolo" ou aperto, pode, sim, ter uma ligação psicológica. Esse tipo de sintoma é frequentemente associado a estados de ansiedade e estresse. Quando o corpo reage emocionalmente, pode manifestar essas tensões em áreas específicas, como a garganta, resultando em desconfortos físicos sem uma causa orgânica identificável.

    Possíveis Causas Emocionais
    Ansiedade: A ansiedade pode levar à tensão muscular na região da garganta, causando essa sensação de aperto.

    Estresse: O estresse crônico pode provocar reações físicas, incluindo a sensação de pressão na garganta.

    Repressão Emocional: Dificuldades em expressar emoções ou lidar com conflitos internos podem se manifestar fisicamente.

    O Que Fazer
    Dado que você já fez exames médicos que não mostraram anomalias, considerar uma avaliação psicológica é um passo importante. Um psicólogo ou psiquiatra pode ajudar a identificar os fatores emocionais que estão contribuindo para essa sensação e desenvolver estratégias para lidar com ela.

    A psicanálise pode ser uma abordagem eficaz para explorar essas questões emocionais mais profundas e entender como elas se manifestam fisicamente. Além disso, técnicas de relaxamento, como meditação e respiração profunda, podem ajudar a aliviar a tensão.
    Estou à disposição para discutir suas preocupações em mais detalhes e ajudá-lo a encontrar o suporte necessário. Se você sentir que é o momento certo para buscar ajuda profissional, considere agendar uma consulta. É fundamental cuidar da sua saúde mental e encontrar caminhos para lidar com esses sintomas de forma eficaz.


  • Tenho 2 meses que tive bebe, e estou cm crises de pensamentos negativos,isso pode ser pós parto?

    Tenho 2 meses que tive bebe, e estou cm crises de pensamentos negativos,isso pode ser pós parto?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    É bastante comum que novas mães experimentem crises de pensamentos negativos após o parto, e isso pode estar relacionado à depressão pós-parto (DPP). Essa condição afeta muitas mulheres e pode se manifestar de várias maneiras, incluindo tristeza intensa, irritabilidade, flutuações de humor e dificuldades em estabelecer um vínculo com o bebê.

    Os pensamentos negativos que você está enfrentando podem ser um sinal de que você está lidando com essa fase delicada. A DPP é mais do que o "baby blues", que envolve emoções temporárias; ela pode causar um impacto significativo na sua vida diária e no cuidado do seu filho. É importante reconhecer que esses sentimentos não são incomuns e que buscar ajuda é fundamental.

    A depressão pós-parto pode incluir sintomas como:

    Sentimentos de inadequação ou culpa em relação à maternidade.

    Dificuldade para dormir ou sono excessivo.

    Alterações no apetite, seja por comer muito pouco ou em excesso.

    Cansaço extremo e falta de energia.

    Pensamentos intrusivos ou obsessivos.

    Se você está sentindo que esses pensamentos estão afetando sua capacidade de cuidar do seu bebê ou de se cuidar, é essencial buscar apoio profissional. Um psicólogo ou psiquiatra pode ajudá-la a entender melhor o que está acontecendo e desenvolver estratégias para lidar com esses sentimentos.

    Estou à disposição para discutir suas preocupações em mais detalhes e ajudá-la a encontrar o suporte necessário. Se você sentir que é o momento certo para buscar ajuda profissional, considere agendar uma consulta. Cuidar da sua saúde mental é fundamental, e existem caminhos para superar essa fase desafiadora.


  • Estou em tratamento de ansiedade com paroxetina há 9 dias. Minha médica recomendou que tomasse meio

    Estou em tratamento de ansiedade com paroxetina há 9 dias. Minha médica recomendou que tomasse meio comprimido por 4 dias e após tomasse um comprimido inteiro de 10 mg, porém tive muitos efeitos colaterais e não consegui mudar a dose. Nos últimos dois dias estou sentindo uma tristeza profunda, sensação de estar vendo a vida como um filme após tomar o remédio, e a ansiedade voltou. Isso pode ser causado por eu não ter aumentado a dose do remédio? Devo aumentar a dose?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    Os sintomas que você está enfrentando, como tristeza profunda, sensação de estar vendo a vida como um filme e o retorno da ansiedade, podem estar relacionados ao início do tratamento com paroxetina. É comum que, nas primeiras semanas de uso desse tipo de antidepressivo, os pacientes experimentem um aumento temporário da ansiedade e outros efeitos colaterais. Isso pode ocorrer especialmente quando a dose é baixa ou quando o corpo ainda está se ajustando ao medicamento.
    A paroxetina pode levar algum tempo para mostrar seus efeitos completos, e muitas vezes os médicos recomendam um aumento gradual da dose para otimizar os resultados. No entanto, aumentar a dose não é uma decisão que deve ser tomada sem consultar seu médico. É fundamental discutir com ela os efeitos colaterais que você está sentindo e sua atual condição emocional. Somente um profissional poderá avaliar se é apropriado aumentar a dose ou se outras intervenções são necessárias.
    Se você está se sentindo muito mal e esses sentimentos persistirem, é essencial entrar em contato com sua médica o mais rápido possível. Ela pode oferecer orientações sobre como proceder e ajustar seu tratamento conforme necessário. Não hesite em buscar ajuda; seu bem-estar é a prioridade.


  • Toda vez que alguém demonstra sentimentos eu acabo fugindo, de alguma forma eu abalo a pessoa e ela

    Toda vez que alguém demonstra sentimentos eu acabo fugindo, de alguma forma eu abalo a pessoa e ela vai embora, por mais que eu goste dela, mas quando fica próxima demais eu acabo fugindo, por que?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    A sua tendência a fugir de relacionamentos quando alguém demonstra sentimentos pode estar relacionada a vários fatores emocionais e psicológicos. Essa reação é comum e pode ser influenciada por experiências passadas, medos de vulnerabilidade e questões de autoestima.

    Possíveis Causas
    Medo da Vulnerabilidade: Aproximar-se emocionalmente de alguém pode ser assustador, pois envolve abrir-se e expor-se. O medo de ser julgado ou rejeitado pode levar à evasão.

    Baixa Autoestima: Se você não acredita que merece amor ou que é capaz de manter um relacionamento saudável, pode acabar se afastando como uma forma de se proteger de possíveis rejeições.

    Experiências Passadas: Relações difíceis ou traumas anteriores podem fazer com que você associe a intimidade a dor ou sofrimento, levando à fuga quando alguém se aproxima.

    Necessidade de Autonomia: A sensação de que se entregar a um relacionamento significa perder a liberdade pode fazer com que você se afaste para preservar sua independência.

    O Que Fazer
    Considerar buscar apoio profissional, como um psicólogo ou terapeuta, pode ser muito útil. A terapia pode ajudar a explorar esses padrões de comportamento, entender suas raízes e desenvolver estratégias para lidar com suas emoções e relacionamentos de maneira mais saudável.
    Estou à disposição para discutir suas preocupações em mais detalhes e ajudá-lo a encontrar o suporte necessário. Se você sentir que é o momento certo para buscar ajuda profissional, considere agendar uma consulta. É fundamental cuidar da sua saúde emocional e encontrar caminhos para construir relacionamentos mais satisfatórios.


  • Boa noite tenho 33 anos tive dois casamentos e não deram certo,não consigo ter afeto canso rápido da

    Boa noite tenho 33 anos tive dois casamentos e não deram certo,não consigo ter afeto canso rápido da pessoa. Gosto muito de viver sozinha é normal isso ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    É normal ter preferências pessoais em relação à solidão e à convivência social, e muitas pessoas se sentem mais confortáveis vivendo sozinhas. O fato de você ter tido dois casamentos que não deram certo e sentir que não consegue ter afeto pode indicar que você está em um processo de autodescoberta sobre suas necessidades emocionais e relacionais.

    Viver Sozinha é Normal?
    Autonomia e Independência: Muitas pessoas valorizam a autonomia e preferem estar sozinhas, o que pode ser uma expressão de independência. Isso não é necessariamente um problema, desde que você se sinta bem com essa escolha.

    Traços de Personalidade: Algumas pessoas são naturalmente mais introvertidas e podem encontrar prazer em passar tempo sozinhas, refletindo sobre suas próprias experiências e sentimentos. Isso pode ser um sinal de inteligência emocional e autoconhecimento.

    Relações Passadas: As experiências de relacionamentos anteriores podem influenciar sua percepção sobre a intimidade e a convivência com os outros. Se você se sente cansada rapidamente das pessoas, pode ser útil explorar esses sentimentos em um ambiente terapêutico.

    Considerações Finais
    Se você gosta de viver sozinha e isso traz satisfação, não há nada de errado nisso. No entanto, se você sente que essa preferência está afetando sua capacidade de formar laços significativos ou está associada a sentimentos de tristeza ou solidão, pode ser interessante buscar apoio profissional. A terapia pode ajudar a compreender melhor suas emoções e a desenvolver relacionamentos mais saudáveis.

    Estou à disposição para discutir suas preocupações em mais detalhes e ajudá-la a encontrar o suporte necessário. Se você sentir que é o momento certo para buscar ajuda profissional, considere agendar uma consulta.


  • Estar sempre com vergonha e medo de erros do passado.Que não se repetem.Mas não me deixam seguir em

    Estar sempre com vergonha e medo de erros do passado.Que não se repetem.Mas não me deixam seguir em frente.Que posso fazer para deixar de estar sempre escondido dentro do meu mundo onde não deixo ninguém entrar, nem mesmo os especialistas. Obrigada.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    Sentir vergonha e medo de erros do passado é uma experiência comum, mas pode ser muito limitante e dolorosa. Esses sentimentos podem criar barreiras que dificultam a sua capacidade de se abrir para novas experiências e relacionamentos. Aqui estão algumas sugestões sobre como você pode começar a superar esses desafios e permitir-se seguir em frente:
    1. Reconheça Seus Sentimentos
    O primeiro passo é reconhecer e aceitar seus sentimentos de vergonha e medo. É importante entender que esses sentimentos são válidos, mas não devem definir quem você é ou limitar suas ações. Permita-se sentir essas emoções sem se julgar.
    2. Reflexão sobre o Passado
    Considere refletir sobre os erros do passado de uma forma construtiva. Pergunte a si mesma o que você aprendeu com essas experiências e como elas contribuíram para seu crescimento pessoal. Essa mudança de perspectiva pode ajudar a transformar a vergonha em aprendizado.
    3. Pratique a Autocompaixão
    Seja gentil consigo mesma. A autocrítica muitas vezes exacerba sentimentos de vergonha. Pratique a autocompaixão, tratando-se com a mesma gentileza que você ofereceria a um amigo que está passando por dificuldades.
    4. Busque Apoio Profissional
    Embora você tenha mencionado dificuldades em se abrir até mesmo para especialistas, encontrar um terapeuta com quem você se sinta confortável pode ser um passo crucial. Um profissional pode ajudá-la a explorar esses sentimentos em um ambiente seguro e sem julgamentos, oferecendo ferramentas para lidar com eles.
    5. Estabeleça Pequenos Passos
    Comece a se abrir gradualmente para as pessoas ao seu redor. Isso pode incluir compartilhar pequenos aspectos da sua vida ou experiências passadas com amigos ou familiares de confiança. À medida que você se sentir mais confortável, pode expandir essa abertura.
    6. Desafie Seus Pensamentos
    Identifique pensamentos negativos automáticos que surgem quando você pensa em seus erros do passado. Pergunte-se se esses pensamentos são baseados em evidências ou se são distorções da realidade. Trabalhar para reformular esses pensamentos pode ajudar a reduzir o medo e a vergonha.
    7. Envolva-se em Atividades Positivas
    Participar de atividades que lhe tragam alegria ou satisfação pode ajudar a mudar seu foco e aumentar sua confiança. Isso pode incluir hobbies, esportes ou grupos sociais onde você possa conhecer novas pessoas em um ambiente mais descontraído.
    Conclusão
    Superar sentimentos de vergonha e medo do passado leva tempo e esforço, mas é possível. Ao trabalhar nessas áreas, você pode começar a se sentir mais livre para se conectar com os outros e explorar novas oportunidades na vida. Se precisar de mais apoio ou orientações sobre como lidar com essa situação, estou aqui para ajudar.


  • Chorar desesperado é um dos sintomas de ansiedade?

    Chorar desesperado é um dos sintomas de ansiedade?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    Chorar desesperado pode, de fato, ser um sintoma de ansiedade. Quando a ansiedade se torna intensa, ela pode provocar uma sobrecarga emocional que leva a crises de choro. Esse tipo de choro pode ocorrer em momentos de grande angústia, quando a pessoa sente que não consegue lidar com a situação. A ansiedade pode gerar reações emocionais intensas, como o choro, além de outros sintomas como tensão, palpitações e dificuldade de concentração.

    É importante notar que o choro desesperado também pode estar associado a outras condições de saúde mental, como depressão ou transtorno de estresse pós-traumático (TEPT). Se você está enfrentando esses sintomas com frequência ou se eles estão afetando sua qualidade de vida, é aconselhável procurar ajuda profissional. Um psicólogo ou psiquiatra pode ajudar a entender melhor suas emoções e desenvolver um plano de tratamento adequado.

    Se você está se sentindo sobrecarregado por esses sentimentos, não hesite em buscar apoio. Estou à disposição para discutir suas preocupações e ajudá-lo a encontrar o suporte necessário.


  • Estou iniciando um relacionamento (3 meses). Vi ele comentar a foto de uma outra mulher , mais boni

    Estou iniciando um relacionamento (3 meses).
    Vi ele comentar a foto de uma outra mulher , mais bonita, mais independente , mais interessante, bem mais estruturada etc… tbm vi ela retribuir o comentário , ele demonstra gostar de mim mas agora estou muito insegura com auto estima baixa, me causa ansiedade, fico stakeando ela, oq me deixa me sentindo mais pra baixo ainda

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    É compreensível que você esteja se sentindo insegura e ansiosa após observar a interação do seu namorado com outra mulher, especialmente quando você a compara a si mesma. Esses sentimentos são comuns em relacionamentos, especialmente nos estágios iniciais, quando ainda estamos construindo confiança e segurança.
    Primeiramente, é importante reconhecer que a comparação com os outros pode ser prejudicial e muitas vezes não reflete a realidade completa. Cada pessoa tem suas próprias qualidades e características únicas, e o que pode parecer atraente em alguém não diminui o valor que você tem como pessoa. A autoestima pode ser afetada por esses pensamentos, mas é essencial lembrar que seu valor não é definido por comparações externas.
    Uma abordagem construtiva seria conversar abertamente com seu namorado sobre como você se sente. Expresse suas inseguranças de maneira honesta, mas sem acusá-lo. Você pode dizer algo como: "Eu vi você comentando sobre outra mulher e isso me deixou um pouco insegura. Eu gostaria de entender melhor o que isso significa para nós." Essa conversa pode ajudar a esclarecer sua posição no relacionamento e fortalecer a comunicação entre vocês.
    Além disso, trabalhar na sua autoestima é fundamental. Tente focar nas suas próprias qualidades e conquistas. Praticar a autocompaixão e reconhecer seus pontos fortes pode ajudar a melhorar sua percepção de si mesma. Envolver-se em atividades que você gosta ou que lhe trazem prazer também pode ajudar a desviar o foco da comparação e aumentar sua confiança.
    Evitar "stalkear" a outra mulher é crucial para sua saúde mental. Esse comportamento tende a intensificar a ansiedade e as inseguranças. Tente limitar o tempo que passa verificando as redes sociais dela e redirecione essa energia para cuidar de si mesma.
    Lembre-se de que todos os relacionamentos passam por fases de adaptação e construção de confiança. Se você continuar se sentindo ansiosa ou insegura, considerar buscar apoio profissional pode ser uma boa ideia. Um terapeuta pode oferecer ferramentas para lidar com essas emoções e ajudá-la a desenvolver uma autoestima mais sólida.
    Se precisar conversar mais sobre isso ou explorar outras formas de ajuda, estou aqui para apoiar você.


  • Existe um meio mais fácil ou comum de comunicar a minha terapeuta que estou apaixonado por ela? Sei

    Existe um meio mais fácil ou comum de comunicar a minha terapeuta que estou apaixonado por ela? Sei que o ideal e falar sobre esse sentimento com ela, mas não sei como dizer isso sem constrangimentos para as partes.
    Além disso, também possuo desejos eróticos com ela, o que dificulta um pouco mais essa comunicação.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    Comunicar sentimentos de atração ou paixão por sua terapeuta pode ser desafiador, mas é uma parte importante do processo terapêutico. Aqui estão algumas sugestões sobre como abordar essa conversa de maneira respeitosa e construtiva:
    Preparação para a Conversa
    Reflexão Pessoal: Antes da sessão, reserve um tempo para refletir sobre seus sentimentos. Pergunte a si mesmo o que esses sentimentos significam para você e como eles estão impactando sua terapia.
    Escolha do Momento: Tente trazer o assunto durante uma sessão em que você se sinta confortável e em um ambiente seguro. Evite momentos em que você ou sua terapeuta possam estar apressados ou distraídos.
    Como Comunicar
    Seja Direto e Honesto: Você pode começar a conversa dizendo algo como "Eu gostaria de compartilhar algo que tem me incomodado e que está afetando minha terapia". Isso prepara o terreno para uma discussão aberta.
    Use a Linguagem da Experiência Pessoal: Fale sobre seus sentimentos de maneira pessoal, usando "eu" em vez de "você". Por exemplo, "Eu tenho sentido uma atração por você e isso tem sido difícil para mim".
    Reconheça a Dinâmica Terapêutica: É importante reconhecer que esses sentimentos podem complicar a relação terapêutica. Você pode dizer algo como "Eu entendo que isso pode ser complicado, mas sinto que é importante discutir isso".
    Esteja Aberto à Resposta: Esteja preparado para ouvir a perspectiva da sua terapeuta. Ela pode oferecer insights sobre a dinâmica da transferência e ajudar a explorar o significado desses sentimentos.
    Conclusão
    Lidar com esses sentimentos pode ser desconfortável, mas é uma parte natural do processo terapêutico. A comunicação aberta pode ajudar a fortalecer a relação terapêutica e permitir um espaço seguro para explorar suas emoções.
    Se você precisar de mais apoio ou quiser discutir essa situação antes de abordá-la com sua terapeuta, estou disponível para consultas e posso ajudá-lo a se preparar para essa conversa.


  • Tenho Síndrome do Pânico! Tomo Alprazolan 1 mg e citalopram. Ultimamente mesmo tomando a medicação,

    Tenho Síndrome do Pânico! Tomo Alprazolan 1 mg e citalopram. Ultimamente mesmo tomando a medicação, eu tenho algumas crises. Fico dias sem querer sair da cama! Sei que estou precisando de ajuda! Mas não consigo decidir entre um Psicólogo ou Terapeuta.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    Compreendo sua indecisão entre um psicólogo e um terapeuta para lidar com a síndrome do pânico, especialmente considerando que você já está em tratamento medicamentoso com Alprazolam e Citalopram, mas ainda enfrenta crises. A escolha entre as abordagens terapêuticas é crucial para complementar seu tratamento.

    Psicanálise para Transtorno do Pânico
    Considerando que você está enfrentando crises de pânico mesmo com a medicação, a psicanálise pode ser útil para explorar as causas subjacentes da sua ansiedade e desenvolver estratégias de enfrentamento a longo prazo31. A psicanálise busca entender os conflitos inconscientes e as experiências passadas que influenciam seus sentimentos e comportamentos atuais3. É um processo mais exploratório, que visa não apenas a diminuição dos sintomas, mas a retomada do desenvolvimento emocional3.

    Como a Psicanálise Pode Ajudar
    Subjetivação do Desamparo: A psicanálise procura criar condições para que o paciente possa dar sentido aos ataques súbitos de pânico, a partir de sua própria história5.

    Exploração do Inconsciente: A terapia psicanalítica visa dissipar conteúdos reprimidos no inconsciente que causam sofrimento psíquico, inclusive com a manifestação de sintomas físicos6.

    Desenvolvimento Psíquico: O trabalho psicanalítico é uma experiência que pode auxiliar no desenvolvimento psíquico, expandindo o mundo interno com maior participação de fantasias e sentimentos4.

    Ressignificação da Vida: Através do tratamento analítico, é possível reavaliar e ressignificar a própria vida, promovendo importantes mudanças no processo3.

    Próximos Passos
    Agendar uma consulta com um psicanalista pode ajudar a avaliar suas necessidades específicas e recomendar a melhor abordagem terapêutica para o seu caso. A combinação do tratamento medicamentoso com a psicanálise tem sido uma escolha frequente de terapeutas e pacientes quando há disponibilidade1.

    Estou à disposição para discutir suas preocupações em mais detalhes e ajudá-la a encontrar o suporte necessário. Se você sentir que é o momento certo para buscar ajuda profissional, considere agendar uma consulta. Cuidar da sua saúde mental é fundamental, e existem caminhos para melhorar sua qualidade de vida.


  • Tive uma crise nervosa e não consigo lembrar do que aconteceu. Mas há quem diga que fiquei violento,

    Tive uma crise nervosa e não consigo lembrar do que aconteceu. Mas há quem diga que fiquei violento, mas sempre fui uma pessoa pacífica. Isso é possível?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    É possível que a crise nervosa que você teve esteja relacionada a fatores emocionais e psicológicos, como estresse intenso ou ansiedade. Durante episódios de sobrecarga emocional, algumas pessoas podem reagir de maneiras inesperadas, incluindo comportamentos que não condizem com sua personalidade habitual. Isso pode ocorrer devido a uma "desconexão" momentânea entre as emoções e o controle consciente das ações.

    A amnésia ou dificuldade em lembrar o que aconteceu durante a crise é comum e pode ser classificada como amnésia dissociativa. Esse tipo de lapsos de memória pode ser desencadeado por estresse agudo, onde o cérebro entra em um estado de "luta ou fuga", resultando em respostas automáticas que podem ser diferentes do seu comportamento normal. Isso significa que, mesmo que você sempre tenha sido uma pessoa pacífica, em momentos de grande estresse, pode agir de forma contrária ao seu padrão habitual.

    É importante buscar apoio psicológico para entender melhor as causas desse episódio e desenvolver estratégias para lidar com situações de alta pressão de maneira mais saudável. Um psicólogo ou psiquiatra pode ajudar a identificar os fatores emocionais ou físicos envolvidos e a trabalhar em técnicas para gerenciar o estresse e a ansiedade.

    Lembre-se de que ter uma crise não define quem você é. Buscar ajuda é um passo importante para cuidar da sua saúde emocional e compreender melhor o que aconteceu. Se precisar de suporte, estou à disposição para ajudá-lo a encontrar o caminho certo.


  • Ola boa tarde Estou passando por uma situação que me deixa mal Eu e minha ex namorada temos uma fi

    Ola boa tarde
    Estou passando por uma situação que me deixa mal
    Eu e minha ex namorada temos uma filha, mas eu sempre sou presente desde quando ela engravidou, inclusive tento ter a melhor relação possível com a mãe dela. Recentemente tivemos uma conversa que eu iria contar uns vínculos com ela por que poderiamos misturar as coisas, e combinei que mandaria um video de no máximo 15 segundos todo dia para minha bebe e fazer uma ligação de video todo dia rápida só isso e claro pegar ela as finais de semana
    Porem minha ex faz pouco caso sobre mostrar o video e dar informações da minha filha e isso me deixa muito mal, eu mando todo dia as 8 horas, e ela abre 17 horas, quando pergunto algo nao responde e demora
    Isso me deixa sem animo as vezes por que só quero ser um pai presente
    Mas queria saber se isso e um exagero, se devo parar de mandar os videos e ligar todo dia, pq quando não faço essas coisas eu me cobro por que parece que não estou sendo um bom pai
    Como eu devo me comportar sobre essas situações, confesso que gosto um pouco dela mas não me vejo com ela mais
    Queria saber só como agir perante a essas situações

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    É compreensível que você esteja se sentindo frustrado e desanimado com a situação envolvendo sua ex-namorada e a relação com sua filha. Ser um pai presente é importante, e é natural querer ter uma comunicação saudável com a mãe da sua filha para facilitar isso. Vamos explorar algumas estratégias para lidar com essa situação.
    1. Reconheça Seus Sentimentos
    É normal sentir-se mal quando você percebe que seus esforços não estão sendo correspondidos. Reconhecer e validar seus sentimentos é um primeiro passo importante. Você se preocupa com sua filha e quer ser um pai ativo, o que é admirável.
    2. Comunique-se de Forma Clara
    Considere ter uma conversa franca com sua ex-namorada sobre como você se sente em relação à situação. Expresse seu desejo de ser um pai presente e explique por que os vídeos e as ligações são importantes para você. Tente abordar a conversa de maneira calma e aberta, evitando acusações.
    3. Estabeleça Limites
    Se a situação continuar a ser desgastante, pode ser útil estabelecer limites para si mesmo. Isso não significa que você deve parar de se importar ou deixar de se comunicar, mas talvez você possa reduzir a frequência dos vídeos ou das ligações, se isso ajudar a aliviar a pressão que você está sentindo.
    4. Foque na Qualidade do Tempo Juntos
    Quando você estiver com sua filha, concentre-se em fazer desse tempo algo especial e significativo. A qualidade do tempo que vocês passam juntos pode ser mais importante do que a quantidade de interações diárias.
    5. Busque Apoio
    Conversar com amigos ou familiares sobre suas preocupações pode ajudar a aliviar o peso emocional que você está carregando. Além disso, considerar o apoio de um terapeuta pode ser uma excelente maneira de explorar esses sentimentos e desenvolver estratégias para lidar com eles.
    6. Mantenha o Foco na Sua Filha
    Lembre-se de que, independentemente da dinâmica com sua ex-namorada, seu foco deve ser sempre o bem-estar da sua filha. Continue mostrando amor e apoio a ela da melhor forma possível.
    Conclusão
    A situação é complexa, mas o mais importante é que você continue sendo um pai presente e amoroso para sua filha. Se precisar de mais apoio ou quiser discutir suas experiências em um ambiente seguro, estou à disposição para agendar uma consulta! Você está fazendo o melhor que pode, e isso é valioso para sua filha.


  • Ola tenho claustrofobia estou gravida e com muito medo de fazer cesaria como poderia vencer isso.

    Ola tenho claustrofobia, estou gravida e com muito medo de fazer cesaria, como poderia vencer isso?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    É compreensível que a perspectiva de passar por uma cesariana possa gerar medo, especialmente se você já sofre de claustrofobia. Aqui estão algumas estratégias que podem ajudá-la a lidar com essa situação:

    Converse com Seu Médico
    É fundamental informar seu obstetra e anestesista sobre sua claustrofobia. Eles podem oferecer sugestões específicas para ajudá-la a se sentir mais confortável durante o procedimento. Saber como será o processo, o que esperar antes, durante e depois da cesariana pode ajudar a reduzir a ansiedade.

    Técnicas de Respiração
    Aprender e praticar técnicas de respiração profunda pode ser muito eficaz para controlar a ansiedade. Tente inspirar profundamente pelo nariz, contando até cinco, e depois expirar lentamente pela boca. Isso pode ajudá-la a se acalmar antes e durante a cesárea.

    Visualização
    Praticar visualização positiva pode ser uma ferramenta poderosa. Imagine um lugar seguro e tranquilo enquanto se prepara para a cirurgia. Isso pode ajudar a desviar sua mente de pensamentos negativos.

    Apoio Psicológico
    Considerar a terapia, especialmente a psicanálise, pode ser muito benéfico. Um psicólogo pode ajudá-la a explorar as raízes de sua claustrofobia e desenvolver estratégias para enfrentá-la. A terapia pode oferecer um espaço seguro para discutir seus medos e preocupações em relação ao parto.

    Considerar o Apoio de uma Doula
    Uma doula pode fornecer suporte emocional e físico durante o parto. Ela pode ajudá-la a se sentir mais segura e informada sobre o que esperar na cesárea, além de oferecer apoio contínuo.

    Sedação
    Em casos mais graves de ansiedade e claustrofobia, seu médico pode discutir opções de sedação leve durante a cesárea, o que pode ajudar a tornar o procedimento mais confortável.

    Lembre-se de que é normal sentir medo, mas buscar apoio e se preparar adequadamente pode fazer uma grande diferença na sua experiência. Estou à disposição para discutir suas preocupações em mais detalhes e ajudá-la a encontrar o suporte necessário. Se você sentir que é o momento certo para buscar ajuda profissional, considere agendar uma consulta. Cuidar da sua saúde mental é fundamental durante essa fase da vida.


  • Oi no começo de dezembro tive a minha primeira crise e não sei como mim controlar muitas das vezes v

    Oi no começo de dezembro tive a minha primeira crise e não sei como me controlar, muitas das vezes vou pra o hospital e tomo diazepam na veia.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    É compreensível que você esteja se sentindo angustiado após ter sua primeira crise de ansiedade. Aqui estão algumas estratégias que podem ajudá-lo a lidar com esses episódios e a controlar os sintomas:
    Controle da Respiração: Durante uma crise de ansiedade, a respiração descompensada é um sintoma comum. Praticar exercícios de respiração pode ser muito eficaz. Tente inspirar pelo nariz contando até quatro, segure a respiração por quatro segundos e expire lentamente pela boca contando até oito. Repita esse exercício até sentir que sua respiração está mais calma.
    Mude de Ambiente: Se possível, busque um local tranquilo e aberto quando sentir que uma crise está se aproximando. Mudar de ambiente pode ajudar a acalmar sua mente e reduzir os sintomas.
    Distrair a Mente: Tente desviar o foco dos pensamentos ansiosos. Você pode listar as cores ao seu redor, contar de 1 a 10 várias vezes ou se envolver em uma atividade que exija concentração, como assistir a um filme ou ouvir música.
    Relaxamento Muscular: A tensão muscular pode aumentar o desconforto durante uma crise. Tente fazer pequenos alongamentos e relaxar os músculos enquanto controla a respiração.
    Converse com Alguém: Ter alguém de confiança para conversar sobre o que você está vivenciando pode ser muito útil. Nomear suas sensações e compartilhar seus sentimentos pode ajudar a estabilizá-lo.
    Busque Ajuda Profissional: Considerando que você já teve crises frequentes e está utilizando medicamentos como diazepam, é importante procurar um profissional de saúde mental. Um psicólogo pode ajudá-lo a entender melhor suas crises e desenvolver estratégias para gerenciá-las. Um psiquiatra também pode ser necessário para avaliar se há necessidade de ajustes na medicação.
    Essas estratégias podem ajudar a minimizar os efeitos das crises de ansiedade e melhorar seu bem-estar emocional. Se você continuar enfrentando dificuldades, não hesite em buscar ajuda profissional para um suporte mais aprofundado. Estou à disposição para discutir mais sobre sua situação ou oferecer orientações adicionais. Sinta-se à vontade para entrar em contato!


  • Como posso sentir prazer sensação de bem estar com depressão e ansiedade estou tomando as medicações

    Como posso sentir prazer sensação de bem estar com depressão e ansiedade? estou tomando as medicações e ainda não tenho melhorado

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    Para reconquistar o prazer e o bem-estar em meio à depressão e ansiedade, mesmo com o uso de medicações, algumas abordagens podem ser úteis.

    A psicanálise pode ajudar a reconectar você com partes de si mesmo que estão bloqueadas pela angústia, explorando conflitos internos e ressignificando o que está acontecendo. A terapia oferece um espaço para explorar emoções, resgatar a capacidade de desejar e aprender a lidar com os sentimentos trazidos pela ansiedade e depressão.

    Estabelecer pequenas metas diárias, como arrumar a cama ou tomar um banho relaxante, pode criar uma sensação de progresso. Reserve momentos para cuidar de si, seja ouvindo música, lendo um livro ou praticando um hobby. Exercícios leves, como caminhadas ao ar livre, podem liberar endorfinas e trazer alívio emocional.

    Expressar seus sentimentos escrevendo sobre eles, desenhando ou conversando com alguém de confiança pode aliviar o peso emocional. Praticar técnicas de respiração profunda ou meditação guiada também pode ajudar a reduzir a ansiedade e trazer calma.

    Conversar com amigos, familiares ou participar de grupos de apoio pode fazer você se sentir compreendido. Adotar uma atitude positiva e focar nos aspectos bons da vida é fundamental. Manter uma lista de gratidão, anotando cinco coisas pelas quais você é grato, pode ser uma prática poderosa.

    Lembre-se de que a melhora leva tempo e pode não ser linear. Se os sentimentos de desesperança persistirem, procure ajuda imediata. Estou à disposição para discutir suas preocupações em mais detalhes e ajudá-lo(a) a encontrar o suporte necessário. Se você sentir que é o momento certo para buscar ajuda profissional, considere agendar uma consulta.


Perguntas frequentes

Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.