Perguntas do paciente (1112)

  • Olá! Já tive quadros de ansiedade e uma psicóloga me descreveu que tive crises de pânico. Eu tive co

    Olá! Já tive quadros de ansiedade e uma psicóloga me descreveu que tive crises de pânico. Eu tive contato a 12 dias com um amigo que supostamente teve covid, e desde que ele me deu notícias da saúde da mãe dele venho sentindo um incômodo na garganta mas que não evolui para nada mais, e não está inflamada, inchada e nem dói quando bebo ou como. Só como se tivesse alguma coisa irritando, já senti minha garganta me incomodar outras vezes quando também tive muito medo de estar doente. É provável que esse incômodo seja da ansiedade? Não sinto nada além disso desde o contato.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    Sim, é provável que esse incômodo na garganta seja um sintoma de ansiedade, especialmente considerando seu histórico de crises de pânico e a associação que você já percebeu entre o medo de estar doente e o desconforto na garganta. Essa sensação é conhecida como "globus faríngeo" e é comum em momentos de ansiedade e estresse.

    Possíveis causas e explicações:

    A ansiedade pode aumentar a tensão muscular, afetando a região da garganta e causando a sensação de aperto ou de "bola na garganta". Reações emocionais como estresse e ansiedade podem causar a sensação de bolo na garganta. Em quadros de ansiedade, o corpo pode produzir uma descarga adrenérgica, causando a sensação de aperto ou sufocamento na garganta. Em momentos de estresse, é comum ficarmos mais atentos aos sintomas do nosso corpo, o que pode intensificar a percepção do desconforto na garganta.

    O que fazer:

    Adote estratégias para lidar com a ansiedade, como técnicas de relaxamento e respiração profunda, ou a prática de atividades que acalmem a mente, como meditação ou exercícios físicos. Consulte um psicólogo para avaliar a situação e orientar sobre o tratamento mais adequado. A terapia pode ajudar a entender o que está por trás da ansiedade e a lidar com ela de maneira mais leve. Embora a ansiedade seja uma causa provável, é importante descartar outras possíveis causas, como refluxo gastroesofágico ou problemas na tireoide. Um exame clínico pode ajudar a identificar ou descartar outras condições médicas.

    Lembre-se que a ansiedade pode se manifestar de diversas formas, e é importante buscar ajuda profissional para lidar com ela de forma eficaz.

    Estou à disposição para uma possível consulta, onde poderemos aprofundar as questões e encontrar o melhor caminho para o tratamento, utilizando a abordagem mais adequada às suas necessidades.


  • Tenho muito ansiedade isso pode causar desiquilibrio e sensação de desmaio....

    Tenho muito ansiedade isso pode causar desiquilibrio e sensação de desmaio....

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    A ansiedade pode, de fato, causar desequilíbrio e a sensação de desmaio. Durante uma crise de ansiedade, o corpo libera substâncias neuroquímicas, como a adrenalina, que podem afetar a pressão arterial e os batimentos cardíacos. Isso pode resultar em sintomas como tontura, fraqueza e até desmaios. A diminuição do fluxo sanguíneo para o cérebro, causada por essas alterações, pode levar a uma série de sintomas físicos desconfortáveis.
    Além disso, a ansiedade pode manifestar-se de diversas maneiras, incluindo falta de ar, palpitações e tensão muscular. Esses sintomas podem ser muito intensos e causar preocupação adicional, criando um ciclo de ansiedade que pode ser difícil de quebrar.
    É importante destacar que esses sintomas físicos podem ser confundidos com outras condições médicas mais sérias, como problemas cardíacos ou neurológicos. Portanto, se você está enfrentando esses sintomas frequentemente, é essencial consultar um médico para uma avaliação adequada. Um profissional poderá ajudar a descartar outras causas e fornecer orientações sobre como gerenciar sua ansiedade.
    Se a ansiedade estiver afetando sua qualidade de vida, considerar apoio psicológico pode ser muito útil. Terapias específicas podem oferecer estratégias para lidar com os sintomas e melhorar seu bem-estar emocional.


  • Frequentemente sinto uma sensação de gelo no peito é como se eu levasse um susto, logo após sinto um

    Frequentemente sinto uma sensação de gelo no peito é como se eu levasse um susto, logo após sinto uma dor leve no peito e tenho muita vontade de chorar e começo a pensar que vou morrer de ataque cardíaco. É um gelo muito forte como se faltasse ar. Seria ansiedade ou problema cardíaco?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    A sensação de "gelo" no peito, seguida de dor leve, vontade de chorar e medo de um ataque cardíaco, pode estar relacionada tanto à ansiedade quanto a um problema cardíaco. É importante investigar a causa desses sintomas, pois ambos podem ter manifestações semelhantes.

    Como diferenciar:

    A dor no peito causada pela ansiedade geralmente é aguda ou em pontadas, localizada no meio do peito e sem irradiação. Pode estar acompanhada de taquicardia, sudorese, tremores e dificuldade para respirar. Por outro lado, a dor no peito associada a problemas cardíacos, como o infarto, costuma ser opressiva, com sensação de aperto ou pressão, podendo irradiar para o pescoço, mandíbula, costas e braços. Outros sintomas incluem fadiga, náuseas, falta de apetite e suor frio.

    O que pode estar acontecendo:

    A liberação de adrenalina e cortisol durante crises de ansiedade pode causar diversas alterações físicas, como aumento da pressão arterial, arritmia, dores no peito e sensação de aperto na região torácica. Esses sintomas podem simular um problema cardíaco, gerando ainda mais ansiedade e medo.

    O que fazer:

    É fundamental buscar orientação médica para avaliar o conjunto de sintomas e definir a causa do problema. Um cardiologista pode realizar exames, como o eletrocardiograma (ECG), para descartar problemas cardíacos. Caso a avaliação cardiológica não identifique problemas no coração, é importante buscar acompanhamento psicológico para investigar e tratar a ansiedade. A terapia pode ajudar a reconhecer os gatilhos das crises e a desenvolver estratégias para lidar com elas. Além disso, é importante reconhecer os gatilhos para as crises e evitar confundir um evento de cunho fisiológico com um acometimento emocional.

    Estou à disposição para uma possível consulta, onde poderemos aprofundar as questões e encontrar o melhor caminho para o tratamento, utilizando a abordagem mais adequada às suas necessidades.


  • Tenho ansiedade tenho sentido dores do peito esquerdo e falta de ar já fui no médico particular fiz

    Tenho ansiedade tenho sentido dores do peito esquerdo e falta de ar já fui no médico particular fiz exame de sangue ecocardiograma e raio x dos pulmões por causa da falta de ar os exames derao tudo certo e me foi receitado alprazolam
    Já estou tomando a 5 dias e ainda sinto os sintomas porém mais leves .
    Devo me investigar mais afundo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    Considerando que você já realizou exames como ecocardiograma, raio-x dos pulmões e exame de sangue, e que os resultados foram normais, é provável que seus sintomas estejam relacionados à ansiedade. A dor no peito e a falta de ar são sintomas comuns em crises de ansiedade e pânico.

    O fato de você já estar tomando alprazolam há 5 dias e sentir os sintomas mais leves sugere que a medicação está começando a fazer efeito. No entanto, é importante ter em mente que o alprazolam é um medicamento que alivia os sintomas da ansiedade, mas não trata a causa.

    O que fazer:

    Continue o tratamento com o alprazolam, seguindo as orientações do seu médico em relação à dose e à duração do tratamento. Não interrompa o uso do medicamento por conta própria. É fundamental complementar o tratamento medicamentoso com psicoterapia. A terapia pode te ajudar a identificar os gatilhos da sua ansiedade, a desenvolver estratégias para lidar com os sintomas e a modificar padrões de pensamento e comportamento que contribuem para o problema. Pratique técnicas de relaxamento, como respiração diafragmática, meditação ou yoga, para ajudar a reduzir a tensão muscular e a acalmar a mente. Adote um estilo de vida saudável, com uma dieta equilibrada, prática regular de exercícios físicos e sono adequado. Evite o consumo excessivo de cafeína e álcool, que podem piorar a ansiedade. Esteja atento aos seus sintomas e procure ajuda médica se eles piorarem ou se surgirem novos sintomas.

    Embora os exames tenham descartado problemas cardíacos ou pulmonares, é importante não negligenciar seus sintomas e buscar um tratamento adequado para a ansiedade. A combinação de medicação e psicoterapia costuma ser a abordagem mais eficaz para o tratamento da ansiedade a longo prazo.

    Estou à disposição para uma possível consulta, onde poderemos aprofundar as questões e encontrar o melhor caminho para o tratamento, utilizando a abordagem mais adequada às suas necessidades.


  • Ultimamente estou dormindo mal pq sinto meu pescoço e costa tudo duro, so melhora quando troca de po

    Ultimamente estou dormindo mal pq sinto meu pescoço e costa tudo duro, so melhora quando troca de posiçao na cama, sinto um relaxamento na tensao, mais depois de 10 minutos volta a tensao e me faz trocar de um lado pro outro toda vez e isso nao esta me fazendo dormir direito, ja troquei de

    colchao e tomo ibuprofeno mais nada esta resolvendo, sinto essa pressao so pra dormir, e

    psicologico

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    A sensação de rigidez no pescoço e nas costas, que se intensifica ao tentar dormir e melhora temporariamente com a troca de posição, pode estar relacionada a fatores físicos e emocionais. É comum que a tensão muscular, frequentemente associada ao estresse e à ansiedade, se manifeste fisicamente, dificultando o relaxamento durante o sono.

    Possíveis causas:

    A má postura ao dormir é uma das principais causas de desconforto na região cervical e dorsal. Se a posição adotada não favorece o alinhamento da coluna, isso pode resultar em rigidez e dor. Além disso, a escolha inadequada do colchão e travesseiro pode contribuir para o problema. Embora você tenha trocado de colchão, é importante garantir que ele ofereça o suporte necessário e que o travesseiro mantenha seu pescoço alinhado com a coluna.

    A tensão muscular provocada por estresse emocional também pode ser um fator significativo. O corpo tende a acumular tensão em momentos de ansiedade, resultando em dores musculares que podem se agravar durante a noite.

    O que fazer:

    É recomendável adotar posturas adequadas para dormir. Dormir de lado ou de costas, com um travesseiro que suporte adequadamente o pescoço e outro entre os joelhos (se estiver de lado), pode ajudar a manter a coluna em uma posição neutra. Evitar dormir de barriga para baixo é crucial, pois essa posição pode forçar o pescoço e agravar a rigidez.

    Praticar técnicas de relaxamento antes de dormir, como exercícios de respiração ou meditação, pode ajudar a reduzir a tensão acumulada. Além disso, considerar atividades físicas regulares e alongamentos pode contribuir para aliviar a rigidez muscular.

    Se os sintomas persistirem ou se agravarem, é importante consultar um médico ortopedista ou um fisioterapeuta especializado em coluna para uma avaliação mais detalhada. Eles poderão diagnosticar possíveis condições subjacentes e sugerir tratamentos adequados.

    Estou à disposição para uma possível consulta, onde poderemos aprofundar as questões e encontrar o melhor caminho para o tratamento, utilizando a abordagem mais adequada às suas necessidades.


  • A Síndrome de Boderline pode ser o gatilho para o surgimento de uma Esquizofrenia?

    A Síndrome de Boderline pode ser o gatilho para o surgimento de uma Esquizofrenia?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    A Síndrome de Borderline (Transtorno de Personalidade Borderline) e a esquizofrenia são transtornos mentais distintos, cada um com suas características e sintomas específicos. Embora algumas pessoas possam ter ambos os transtornos simultaneamente, o que é conhecido como comorbidade, não há evidências que sugiram que o Transtorno Borderline possa ser um gatilho direto para o surgimento da esquizofrenia.
    Os sintomas do Transtorno Borderline incluem instabilidade emocional, impulsividade, problemas de identidade e comportamentos autodestrutivos. Já a esquizofrenia é caracterizada por psicoses, como alucinações, delírios e pensamento desorganizado. Embora haja alguma sobreposição em sintomas, como pensamentos desorganizados ou paranóia, as duas condições têm origens e tratamentos diferentes.
    É importante ressaltar que a presença de sintomas psicóticos em pessoas com Transtorno Borderline pode levar a confusões diagnósticas. Portanto, um diagnóstico adequado deve ser realizado por profissionais qualificados que considerem o histórico do paciente e a natureza dos sintomas.
    Se você ou alguém próximo está enfrentando sintomas relacionados a esses transtornos, é fundamental buscar ajuda profissional para uma avaliação precisa e um plano de tratamento eficaz. O acompanhamento de psiquiatras e psicólogos é essencial para lidar com essas condições de maneira adequada.


  • O pai e o irmão do meu marido tem dislexia , só que o meu marido não tem . Meu filho(a) tem chance d

    O pai e o irmão do meu marido tem dislexia , só que o meu marido não tem . Meu filho(a) tem chance de ser dislexo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    Sim, a dislexia tem uma forte componente hereditária, o que significa que há uma predisposição genética para o desenvolvimento desse transtorno. Estudos mostram que entre 30% a 50% das pessoas com dislexia têm familiares que também apresentam a condição. Isso sugere que, embora não haja garantia, seu filho(a) pode ter um risco aumentado de desenvolver dislexia, especialmente considerando que o pai e o irmão do seu marido têm a condição.
    A dislexia está associada a variações em certos genes e alterações cromossômicas que afetam o desenvolvimento das áreas do cérebro relacionadas à linguagem e à leitura. Se há casos de dislexia na família, isso pode aumentar a probabilidade de que outros membros da família também desenvolvam o transtorno.
    Além da genética, fatores ambientais, como complicações durante a gravidez ou a falta de nutrientes nos primeiros anos de vida, também podem influenciar o desenvolvimento da dislexia.
    Embora a presença de dislexia em familiares aumente as chances de seu filho(a) desenvolver a condição, isso não significa que será inevitável. Se você estiver preocupada com o desenvolvimento da dislexia em seu filho(a), é aconselhável monitorar suas habilidades de leitura e escrita e considerar uma avaliação profissional se notar dificuldades significativas. A detecção precoce pode ajudar a implementar estratégias de apoio eficazes.


  • olá! eu sou diagnosticada com ansiedade, mas faz alguns meses que eu estou sofrendo com alguns sint

    olá!
    eu sou diagnosticada com ansiedade, mas faz alguns meses que eu estou sofrendo com alguns sintomas do toc, como pensamentos compulsivos, isso atrapalha muito meu dia a dia, não consigo
    mais estudar, não consigo mais viver sem me sentir culpada por causa desses pensamentos
    parece que eu nunca vou conseguir me livrar deles, é uma angústia enorme...

    posso fazer terapia para que isso melhore?..

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    Os sintomas que você está enfrentando, como pensamentos compulsivos e a angústia associada a eles, são características comuns do Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC). É compreensível que essa situação esteja impactando sua vida diária e suas atividades, como estudar.

    A terapia é uma abordagem recomendada para lidar com o TOC. A psicanálise foca em explorar o inconsciente, buscando compreender as raízes dos problemas emocionais. Envolve sessões frequentes e de longo prazo, onde o paciente fala livremente sobre seus pensamentos e sentimentos. A psicanálise busca entender como as experiências passadas, especialmente as da infância, influenciam os comportamentos e sentimentos atuais.

    Além da psicanálise, é importante considerar que o tratamento do TOC pode incluir medicamentos, como os inibidores seletivos da recaptação de serotonina (ISRS), que têm mostrado eficácia na redução dos sintomas obsessivos e compulsivos. Um psiquiatra pode avaliar sua situação e prescrever a medicação adequada, se necessário.

    Práticas complementares, como técnicas de relaxamento, meditação mindfulness e exercícios físicos, também podem ser benéficas para ajudar a reduzir a ansiedade e melhorar seu bem-estar geral.

    É altamente recomendável que você busque acompanhamento profissional. Um psicólogo pode te ajudar a trabalhar os pensamentos obsessivos e desenvolver estratégias para lidar com eles de forma mais saudável. O suporte de um psiquiatra também pode ser valioso para discutir opções de medicação que podem aliviar seus sintomas.

    Estou à disposição para uma possível consulta, onde poderemos aprofundar as questões e encontrar o melhor caminho para o tratamento, utilizando a abordagem mais adequada às suas necessidades.


  • As vezes eu sinto nojo quando sou tocada seja na mão ou qualquer outro lugar, mesmo que não seja de

    As vezes eu sinto nojo quando sou tocada seja na mão ou qualquer outro lugar, mesmo que não seja de forma abusiva, por qualquer pessoa, até mesmo da família. Não gosto de conviver com pessoas e sempre tento me afastar de todos. Isso é normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    Sentir nojo ao ser tocada, mesmo que não seja de forma abusiva, pode estar relacionado a uma condição conhecida como afefobia, que é o medo intenso e irracional de ser tocado por outras pessoas. Essa fobia pode afetar significativamente a vida da pessoa, causando desconforto, ansiedade e evitação de situações em que o toque é inevitável.
    As causas da afefobia podem incluir experiências traumáticas envolvendo toque, como abusos físicos ou emocionais, que deixam marcas emocionais profundas. Além disso, a sensibilidade tátil aumentada e fatores sociais também podem contribuir para o desenvolvimento desse medo. Muitas pessoas que sofrem dessa fobia tendem a se isolar, acreditando que a solidão proporciona segurança ao evitar qualquer possibilidade de contato físico.
    Os sintomas podem variar, mas geralmente incluem reações de ansiedade intensa, como aumento da frequência cardíaca, sudorese e sensação de falta de ar ao se deparar com situações em que o toque é inevitável. Essa condição pode impactar não apenas a pessoa afetada, mas também suas relações familiares e sociais.
    É importante considerar buscar ajuda profissional para entender melhor suas emoções e desenvolver estratégias para lidar com esse desconforto. A psicanálise pode ser uma abordagem útil nesse processo, permitindo explorar as raízes emocionais do seu medo e trabalhar na construção de um relacionamento mais saudável com o toque.
    Se você estiver interessada em discutir suas experiências e buscar um tratamento adequado, estou à disposição para consultas. Você não está sozinha nessa jornada e há caminhos para encontrar alívio e compreensão.


  • Olá, tenho 13 anos, as vezes sinto como se tivesse uma pessoa dentro da minha cabeça falando comigo.

    Olá, tenho 13 anos, as vezes sinto como se tivesse uma pessoa dentro da minha cabeça falando comigo..isso pode ser algum tipo de problema mental?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    É compreensível que você esteja preocupado com a experiência de ouvir vozes em sua cabeça. Essa situação pode ser desconcertante, especialmente na adolescência, quando muitas mudanças emocionais e psicológicas estão ocorrendo.
    Ouvir vozes, também conhecido como alucinações auditivas, pode acontecer em várias circunstâncias e não é incomum entre crianças e adolescentes. Estudos indicam que cerca de 8% das crianças ouvem vozes que não existem no mundo real, e isso pode estar relacionado a estresse, trauma ou até mesmo a processos normais de desenvolvimento.
    Aqui estão algumas considerações importantes:
    Causas Possíveis: As vozes podem ser desencadeadas por estresse emocional, trauma ou até mesmo problemas médicos, como distúrbios do sono. Às vezes, essas experiências são passageiras e não indicam um problema mental sério.
    Importância de Conversar: É fundamental falar sobre o que você está sentindo com alguém de confiança, como um pai, professor ou conselheiro escolar. Eles podem ajudá-lo a encontrar apoio adequado.
    Buscar Ajuda Profissional: Um psicólogo ou psiquiatra pode avaliar suas experiências de maneira mais detalhada e fornecer orientações sobre o que está acontecendo. Eles podem ajudar a identificar se essas vozes são parte de um transtorno que requer tratamento ou se são uma fase normal do desenvolvimento.
    Não Se Sinta Sozinho: Muitas pessoas passam por experiências semelhantes e é importante saber que você não está sozinho. Com o apoio certo, é possível entender melhor essas vozes e aprender a lidar com elas.
    Se você continuar a se sentir angustiado ou se as vozes se tornarem mais frequentes ou perturbadoras, buscar ajuda profissional o quanto antes é essencial. Cuidar da sua saúde mental é muito importante, e existem recursos disponíveis para ajudá-lo.


  • eu comecei a ter dores de cabeça recentemente, fiquei bastante ansioso e a dor não passou. A ansieda

    eu comecei a ter dores de cabeça recentemente, fiquei bastante ansioso e a dor não passou. A ansiedade pode piorar a dor de cabeça?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    Sim, a ansiedade pode definitivamente piorar ou até causar dores de cabeça. Quando você está ansioso, seu corpo entra em um estado de tensão constante, o que pode afetar várias áreas, incluindo a cabeça, e gerar ou intensificar dores de cabeça.

    A ansiedade pode causar dores de cabeça das seguintes maneiras: a tensão muscular, provocada pela ansiedade, afeta especialmente as regiões do pescoço, ombros e mandíbula, o que pode resultar em dores de cabeça tensionais. Essas dores são descritas como uma sensação de pressão ou aperto ao redor da cabeça e podem ser agravadas por estresse emocional e físico. Durante um ataque de ansiedade ou uma crise de pânico, o corpo reage de forma intensa ao estresse, o que pode causar dores de cabeça. A tensão emocional pode levar a um aumento da frequência cardíaca e da pressão arterial, o que pode agravar a dor de cabeça. A ansiedade frequentemente afeta a qualidade do sono, o que pode causar ou piorar dores de cabeça. A falta de sono reparador pode deixar o corpo mais sensível à dor e contribuir para dores de cabeça crônicas. A ansiedade pode desencadear ou agravar esses episódios se você já tiver uma predisposição para enxaquecas ou cefaleias em salvas. A ansiedade pode tornar o sistema nervoso mais sensível, o que pode aumentar a probabilidade de uma dor de cabeça associada a esses distúrbios. Os pensamentos excessivos e as preocupações associadas à ansiedade podem afetar o equilíbrio químico no cérebro, o que pode se manifestar como dores de cabeça. O estresse emocional constante pode alterar os níveis de neurotransmissores como serotonina e dopamina, que desempenham um papel importante na modulação da dor.

    Para lidar com as dores de cabeça causadas ou agravadas pela ansiedade, você pode tentar algumas abordagens: controle da ansiedade, com técnicas de relaxamento como respiração profunda, meditação ou mindfulness. A terapia, como a psicanálise, pode ajudar a pessoa a identificar e mudar padrões de pensamentos que ajudam a desenvolver ansiedade e criar meios para reagir aos gatilhos de forma mais adaptativa e sem sofrimentos adicionais. Em alguns casos, a medicação pode ser eficaz para aliviar os sintomas.

    Se as dores de cabeça forem muito intensas ou persistirem por um período prolongado, é importante procurar um médico para avaliar as possíveis causas e garantir que não haja outro problema subjacente. Além disso, se você perceber que a ansiedade está interferindo significativamente na sua vida diária, é altamente recomendável buscar ajuda de um psicólogo ou psiquiatra para tratar os sintomas ansiosos.

    Estou à disposição para uma possível consulta, onde poderemos aprofundar as questões e encontrar o melhor caminho para o tratamento, utilizando a abordagem mais adequada às suas necessidades.


  • Olá fui no médico não tenho nada no coração no pulmão estou muito bem inclusive fui no médico do hos

    Olá fui no médico não tenho nada no coração no pulmão estou muito bem inclusive fui no médico do hospital e particular. E as vezes me acelera o coração sensação de aperto no peito respiração fica ruim e o médico disse que é ansiedade. Agora estou
    tomando remédio hj é o 6 dia já já faz efeito né? As vezes sente ruim a garganta tanto para engolir e também para comer comida fica parece que algo preso ali incomodando, seria interessante fazer acompanhamento com psicologo pra ajudar a passar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    Sim, é muito interessante fazer acompanhamento com um psicólogo para ajudar a lidar com a ansiedade. Mesmo que os exames médicos tenham descartado problemas cardíacos ou pulmonares, os sintomas que você descreve, como aceleração do coração, aperto no peito, dificuldade para respirar e a sensação de algo preso na garganta, são consistentes com manifestações de ansiedade.

    Tempo para o remédio fazer efeito:

    Geralmente, os antidepressivos começam a agir no corpo desde o início, com alguns efeitos colaterais como boca seca que podem ser sentidos nos primeiros dias. Para diminuição da ansiedade, pode-se começar a sentir uma melhora em poucos dias. No entanto, para perceber uma diminuição mais significativa nos sintomas de depressão, pode demorar cerca de 2 semanas. O efeito total do antidepressivo pode ser atingido por volta de 4 a 6 semanas. É importante tomar o medicamento diariamente, conforme a prescrição médica, e ter paciência para que ele funcione. É comum que, no início do tratamento, o médico peça um retorno dentro de 1 ou 2 meses para avaliar se o medicamento é o ideal para você.

    Acompanhamento psicológico:

    A psicoterapia pode ser muito útil para tratar a causa dos sintomas, e não apenas aliviá-los. Um psicólogo pode te ajudar a identificar os gatilhos da sua ansiedade, desenvolver estratégias para lidar com os sintomas e modificar padrões de pensamento e comportamento que contribuem para o problema.

    A combinação de medicação e psicoterapia costuma ser a abordagem mais eficaz para o tratamento da ansiedade a longo prazo.

    Estou à disposição para uma possível consulta, onde poderemos aprofundar as questões e encontrar o melhor caminho para o tratamento, utilizando a abordagem mais adequada às suas necessidades.


  • Constantemente quando fico com raiva me vem uma vontade absurda de socar coisas (e fazendo isso eu m

    Constantemente quando fico com raiva me vem uma vontade absurda de socar coisas (e fazendo isso eu me sinto aliviada, de verdade) e às vezes eu nem estou com raiva, apenas não estou sentindo nada, só um vazio tão grande que incomoda, aí a
    dor é um tipo de válvula de escape, não sei bem. Fui diagnósticada com depressão e ansiedade faz uns anos, mas não sei se esses sentimentos fazem
    parte dos sintomas, preciso fazer um acompanhamento psicologico para ajudar?
    Desde já, agradeço!

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    Sentir uma vontade intensa de socar coisas quando está com raiva ou mesmo em momentos de vazio emocional pode ser um sinal de descontrole emocional, que pode estar relacionado tanto à depressão quanto à ansiedade. Esses comportamentos podem servir como uma válvula de escape para lidar com emoções difíceis, mas também podem indicar a necessidade de um suporte psicológico mais estruturado.
    Comportamentos e Sintomas
    A raiva e a irritabilidade são sintomas comuns em pessoas que lidam com depressão e ansiedade. Muitas vezes, esses sentimentos podem se manifestar de maneira explosiva, levando a comportamentos como quebrar objetos ou agir impulsivamente. Essa resposta pode ser uma forma de expressar a frustração acumulada ou o desespero que você sente internamente.
    Além disso, o vazio emocional que você mencionou pode ser um sintoma da depressão, onde a falta de emoção é acompanhada por uma sensação de desconexão. A dor física, como socar objetos, pode proporcionar um alívio temporário, mas não resolve as questões subjacentes.
    A Necessidade de Acompanhamento Psicológico
    Considerando seu histórico de depressão e ansiedade, procurar acompanhamento psicológico pode ser extremamente benéfico. Um terapeuta pode ajudar você a explorar essas emoções e comportamentos, identificando gatilhos específicos e desenvolvendo estratégias saudáveis para lidar com a raiva e o vazio emocional.
    A terapia pode oferecer um espaço seguro para você expressar seus sentimentos sem julgamento e trabalhar em técnicas para controlar impulsos e melhorar sua saúde mental geral. Além disso, um profissional pode ajudar a diferenciar entre reações normais a estressores emocionais e comportamentos que podem precisar de atenção mais profunda.
    Conclusão
    É importante lembrar que você não está sozinha nessa experiência e que muitos enfrentam desafios semelhantes. Buscar ajuda é um passo corajoso e fundamental para encontrar formas mais saudáveis de lidar com suas emoções. Se precisar de mais informações ou orientações sobre como proceder, estou aqui para ajudar.


  • Eu já fui diagnosticado com depressão e borderline, vi que tenho sintomas sim dos dois, mas tem uma

    Eu já fui diagnosticado com depressão e borderline, vi que tenho sintomas sim dos dois, mas tem uma coisa que eu sou, muito ansioso, queria saber se isso é normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    É completamente normal que uma pessoa diagnosticada com depressão e transtorno de personalidade borderline (TPB) também experimente sintomas de ansiedade. Esses três quadros frequentemente estão interligados e podem se alimentar mutuamente. A ansiedade pode surgir como uma resposta emocional aos medos e à dificuldade em lidar com situações, especialmente em contextos de instabilidade emocional e preocupações constantes.

    A depressão muitas vezes vem acompanhada de sintomas de ansiedade, como preocupações excessivas e medo constante. Isso pode intensificar a sensação de desesperança, tornando a pessoa mais vulnerável a episódios de ansiedade. No caso do TPB, a instabilidade emocional e o medo intenso de abandono podem gerar uma ansiedade constante, já que a pessoa pode sentir que tudo está fora de controle.

    A interação entre esses transtornos pode fazer com que os sintomas de ansiedade se intensifiquem ou pareçam difíceis de controlar. É importante reconhecer que sentir ansiedade em sua situação é uma resposta natural ao estresse emocional que você está enfrentando.

    Buscar terapia é uma excelente opção para lidar com esses sintomas. Um psicólogo pode ajudar a explorar as raízes da sua ansiedade e desenvolver estratégias para gerenciá-la. O tratamento adequado pode melhorar significativamente seu bem-estar emocional e ajudar a viver de maneira mais tranquila.

    Estou à disposição para uma possível consulta, onde poderemos aprofundar as questões e encontrar o melhor caminho para o tratamento, utilizando a abordagem mais adequada às suas necessidades.


  • Boa noite, venho sofrendo bastante com ansiedade, tais sintomas como falta de ar, pensamento no que

    Boa noite, venho sofrendo bastante com ansiedade, tais sintomas como falta de ar, pensamento no que ainda vai acontecer. Fui no clinico geral que me receitou o uso do Rivotril para ansiedade. Só que à noite eu não consigo dormir vem a minha mente pensamentos de que vou morrer, fico com falta de ar, as vezes dores de cabeça. Tenho os piores pensamentos de que a qualquer momento vou morrer, as vezes acontece de ter sonhos que me deixa mais desesperada ainda e isso me deixa muito desesperada. Eu só consigo dormir a partir das 4h da manha porque sei que o dia já está a caminho. Preciso que algum especialista me oriente o que possa ser isso.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    A ansiedade noturna pode ser bastante desafiadora e impactar significativamente a qualidade do seu sono e bem-estar geral. Os sintomas que você descreve, como falta de ar, pensamentos de morte e dificuldade para dormir, são comuns em quadros de ansiedade.

    É importante considerar que o uso de medicamentos, como o Rivotril, pode ajudar a aliviar os sintomas de ansiedade, mas não resolve a raiz do problema. O fato de você ainda estar enfrentando dificuldades para dormir e ter pensamentos angustiantes indica que um acompanhamento psicológico pode ser muito benéfico.

    A psicoterapia, especialmente a psicanálise, pode ajudar a explorar as causas subjacentes da sua ansiedade e desenvolver estratégias para lidar com esses pensamentos. Além disso, algumas práticas podem ser úteis para melhorar a qualidade do sono e reduzir a ansiedade:

    Técnicas de relaxamento: Incorporar exercícios de respiração profunda, meditação ou ioga na sua rotina noturna pode ajudar a acalmar a mente antes de dormir.

    Higiene do sono: Estabelecer horários regulares para dormir e acordar, criar um ambiente relaxante e evitar o uso de dispositivos eletrônicos antes de dormir são práticas que podem melhorar a qualidade do sono.

    Atividades físicas: A prática regular de exercícios físicos é benéfica para reduzir os níveis de ansiedade e promover um sono mais reparador.

    Apoio psicológico: Conversar com um psicólogo pode proporcionar alívio emocional e ajudá-lo a desenvolver formas práticas de lidar com suas preocupações.

    É fundamental buscar ajuda profissional para entender melhor sua situação e encontrar o tratamento adequado. A combinação de terapia e, se necessário, medicação pode oferecer uma abordagem mais eficaz para lidar com a ansiedade noturna.

    Estou à disposição para uma possível consulta, onde poderemos aprofundar as questões e encontrar o melhor caminho para o tratamento, utilizando a abordagem mais adequada às suas necessidades.


  • Eu presenciei um problema familiar em 2017, no ano seguinte não presenciei nada de problemas psicoló

    Eu presenciei um problema familiar em 2017, no ano seguinte não presenciei nada de problemas psicológicos, mas daí pra frente em 2019 venho sentindo tristeza chorava por tudo em 2020 comecei a ficar pensante pelo ocorrido de 2017

    sinto dores musculares nós ombros especificamente, preocupações em relação ao futuro em que profissão vou exercer após sair da
    escola ps: tenho 15 anos. E de uns tempo pra cá não houve situações igual essa somente a vontade de chorar por qualquer coisa. Gostaria de saber se é normal.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    Sentir tristeza intensa, chorar com frequência e ter preocupações sobre o futuro são sintomas que podem indicar um quadro de depressão, especialmente na adolescência. É comum que adolescentes enfrentem dificuldades emocionais, especialmente após vivências traumáticas, como problemas familiares. A dor muscular, como a que você menciona nos ombros, também pode ser um sintoma físico associado à depressão.
    A depressão na adolescência pode manifestar-se de várias formas, incluindo mudanças de humor, isolamento social e falta de interesse em atividades que antes eram prazerosas. Além disso, a preocupação com o futuro e a escolha profissional é uma questão comum nessa fase da vida e pode intensificar a ansiedade e a tristeza.
    É importante lembrar que esses sentimentos não são incomuns entre adolescentes, mas quando se tornam persistentes e afetam sua qualidade de vida, é essencial buscar ajuda. A terapia pode ser uma ferramenta valiosa para explorar suas emoções e desenvolver estratégias para lidar com esses sentimentos.
    Se você estiver se sentindo sobrecarregado ou em crise, considere falar com um profissional de saúde mental. Estou à disposição para consultas e posso ajudá-lo a encontrar um caminho para lidar com essas questões. Você não está sozinho, e há apoio disponível para ajudá-lo a superar esses desafios.


  • Tenho TDHA e os remédios n funcionaram cmg, então eu não tomo , tenho dificuldade em socializar e in

    Tenho TDHA e os remédios n funcionaram cmg, então eu não tomo , tenho dificuldade em socializar e interagir puxa assunto enfim, tenho essas dificuldades por causa do TDHA. Com terapia é possivel melhora bastante essas minhas dificuldade de socializar ,interagir e puxa assunto?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    Sentir dificuldades em socializar e interagir devido ao TDAH é uma experiência comum, mas é possível melhorar essas habilidades com o tratamento adequado. O neurofeedback tem se mostrado uma das abordagens mais eficazes para o TDAH. Essa técnica consiste em um treinamento que visa melhorar o funcionamento cerebral por meio da autorregulação da atividade elétrica. Estudos demonstram que o neurofeedback pode promover melhorias significativas na concentração, na capacidade de atenção e na redução dos sintomas do TDAH.
    Pesquisas indicam que o neurofeedback não apenas ajuda a regular a atividade cerebral, mas também pode ter um impacto positivo nas habilidades sociais, permitindo que os indivíduos se sintam mais confortáveis em interações sociais e desenvolvam melhores estratégias para puxar assunto e manter conversas. Essa abordagem é especialmente benéfica para aqueles que não respondem bem a medicamentos ou que preferem evitar os efeitos colaterais associados.
    Se você está enfrentando dificuldades significativas em socializar e interagir, considere explorar o neurofeedback como uma opção de tratamento. Estou à disposição para consultas e posso oferecer esse serviço, ajudando você a desenvolver as habilidades necessárias para melhorar sua qualidade de vida e suas relações interpessoais. Você não está sozinho nessa jornada, e há caminhos para alcançar seus objetivos sociais.


  • Olá. Há alguns meses tenho notado o surgimento de uma ansiedade muito intensa (quase um ataque de pâ

    Olá. Há alguns meses tenho notado o surgimento de uma ansiedade muito intensa (quase um ataque de pânico, eu diria) toda vez que faço ingestão de bebidas alcoólicas mesmo em pequenas quantidades. Não após beber, mas durante. Sinto taquicardia, palpitação e aquele mal-estar típico da ansiedade, com sensação de falta de ar (somente sensação), leve tremedeira, pensamentos extremamente acelerados, midríase e sensação de estar perdendo o controle, enlouquecendo. Não sou alcoólatra e nem tenho histórico. O álcool pode produzir efeitos paradoxais/contrários? Isso pode ser indicativo de algum problema fisiológico ou psicológico?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    Sim, o álcool pode produzir efeitos paradoxais e contrários, e a experiência de ansiedade intensa (quase como um ataque de pânico) durante o consumo de bebidas alcoólicas, mesmo em pequenas quantidades, pode ser influenciada por fatores fisiológicos e psicológicos.

    Possíveis causas e explicações:

    O álcool, apesar de ser um depressor do sistema nervoso central, pode causar efeitos paradoxais, especialmente em pessoas com predisposição a transtornos de ansiedade. Ele afeta o equilíbrio de neurotransmissores como GABA, serotonina e dopamina, podendo exacerbar a ansiedade em vez de aliviá-la. Algumas pessoas são mais sensíveis aos efeitos do álcool, reagindo intensamente mesmo a pequenas quantidades. Além disso, o álcool pode interferir na função do sistema nervoso autônomo, que regula a frequência cardíaca, respiração e pressão arterial, causando taquicardia, falta de ar e outros sintomas de pânico.

    A experiência de ansiedade associada ao álcool pode gerar preocupação antecipada só de pensar em beber. Também é importante considerar que algumas pessoas metabolizam o álcool de forma diferente, resultando em reações mais fortes a pequenas quantidades. Por fim, os efeitos da ressaca podem desencadear um estado de estresse fisiológico, elevando os níveis de cortisol (hormônio do estresse), pressão arterial e frequência cardíaca, fenômenos comuns também associados à ansiedade.

    O que fazer:

    É importante consultar um médico para descartar problemas fisiológicos e entender como seu corpo está reagindo ao álcool. Um profissional de saúde mental pode ajudar a identificar gatilhos emocionais e desenvolver estratégias para lidar com a ansiedade. A psicanálise pode ajudar a identificar e modificar padrões de pensamentos que contribuem para a ansiedade. Se o álcool está desencadeando esses sintomas, pode ser prudente evitar ou moderar o consumo. Adotar hábitos saudáveis, como exercícios físicos, alimentação equilibrada e sono regular, pode ajudar a reduzir a ansiedade.

    Estou à disposição para uma possível consulta, onde poderemos aprofundar as questões e encontrar o melhor caminho para o tratamento, utilizando a abordagem mais adequada às suas necessidades.


  • Boa tarde me chamo Rosicleia ,e ando sentido muita ansiedade creio eu que e ansiedade, todos os dias

    Boa tarde me chamo Rosicleia ,e ando sentido muita ansiedade creio eu que e ansiedade, todos os dias eu sinto ,muito falta de ar,dor no peito, fadiga ,angustia .tristeza , boca seca, vontade excessiva de fazer xixi,calafrios constantes uma tristeza tão
    grande que me doi o corpo , tenho chorado o tempo todo ,tenho ficado irrita muito irrita ,isso tem me atrapalhano muito no serviço pq ando muito sem ação ,chego atrasada pq nao ando dormindo com
    insonia , e uma tristeza tão grande que so tenho vontade de chorar e ficar deitada , o psicologo ou psiquiatra podem me ajudar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    Boa tarde, Rosicleia. Os sintomas que você está enfrentando, como falta de ar, dor no peito, fadiga, angústia, tristeza intensa, boca seca, vontade excessiva de urinar, calafrios constantes e irritabilidade, são sérios e podem estar associados a um quadro de ansiedade ou depressão.

    É fundamental entender que tanto a ansiedade quanto a depressão podem se manifestar com sintomas físicos e emocionais. A falta de ar e a dor no peito, por exemplo, são frequentemente relatadas em episódios de ansiedade. A sensação de tristeza profunda e a irritabilidade podem ser sinais de depressão. Esses quadros muitas vezes se sobrepõem e podem coexistir, dificultando o diagnóstico e o tratamento.

    A consulta com um psicólogo ou psiquiatra é altamente recomendada para você. Um psicólogo pode ajudá-la a explorar suas emoções e pensamentos, oferecendo suporte para lidar com a ansiedade e a tristeza. A terapia pode ajudar a identificar os gatilhos dos seus sintomas e desenvolver estratégias para enfrentá-los.

    Um psiquiatra pode avaliar a necessidade de medicação para ajudar a controlar os sintomas mais intensos. O tratamento pode incluir antidepressivos ou ansiolíticos, dependendo da avaliação profissional. É importante lembrar que ambos os profissionais trabalham juntos para oferecer um tratamento mais eficaz.

    Além do acompanhamento profissional, algumas práticas podem ajudar a aliviar os sintomas:

    Exercícios físicos: A atividade física regular pode ajudar a reduzir a ansiedade e melhorar o humor.

    Técnicas de relaxamento: Práticas como meditação, yoga ou exercícios de respiração podem ser benéficas.

    Estabelecer uma rotina: Ter horários regulares para dormir e acordar pode ajudar a melhorar a qualidade do sono.

    Buscar ajuda é um passo importante e corajoso. Estou à disposição para uma possível consulta, onde poderemos aprofundar as questões e encontrar o melhor caminho para o tratamento, utilizando a abordagem mais adequada às suas necessidades.


  • Meu marido tem comportamento estranho quando bebe e sadio será q é bipolar?

    Meu marido tem comportamento estranho quando bebe e sadio será q é bipolar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    O comportamento do seu marido quando ele bebe pode ser influenciado por vários fatores, e é compreensível que você esteja preocupada com a possibilidade de ele ter um transtorno bipolar. No entanto, é importante considerar que mudanças de comportamento relacionadas ao consumo de álcool podem não estar necessariamente ligadas ao transtorno bipolar, mas sim a como o álcool afeta o cérebro e o comportamento.
    Comportamento e Álcool
    Efeitos do Álcool: O álcool é um depressor do sistema nervoso central e pode causar alterações significativas no comportamento. Isso inclui desinibição, mudanças de humor e, em alguns casos, comportamentos agressivos ou estranhos. Muitas pessoas podem se tornar mais emocionais ou agir de maneira diferente quando estão sob a influência do álcool14.
    Possíveis Sintomas de Alcoolismo: Se o seu marido apresenta um padrão de consumo excessivo de álcool, isso pode indicar um problema com alcoolismo. Sintomas como a necessidade compulsiva de beber, dificuldade em controlar o consumo e alterações no comportamento são sinais que podem exigir atenção23.
    Relação com Transtornos Mentais: O consumo excessivo de álcool pode exacerbar ou mimetizar sintomas de transtornos mentais, incluindo o transtorno bipolar. Pessoas com transtornos de humor podem apresentar comportamentos extremos quando consomem álcool, tornando difícil distinguir entre os efeitos do álcool e os sintomas do transtorno46.
    Próximos Passos
    Avaliação Profissional: É aconselhável que seu marido consulte um psiquiatra ou um profissional de saúde mental para uma avaliação completa. Eles podem ajudar a determinar se ele tem um transtorno bipolar ou se os comportamentos estão relacionados ao uso do álcool.
    Considerar a Terapia: A terapia pode ser útil tanto para ele quanto para você, ajudando a lidar com os desafios que surgem do uso do álcool e dos comportamentos associados.
    Apoio Familiar: Participar de grupos de apoio para familiares de pessoas com problemas relacionados ao álcool ou saúde mental pode oferecer suporte emocional e estratégias para lidar com a situação.
    Conclusão
    Embora o comportamento do seu marido possa ser preocupante, é importante abordar a situação com compreensão e buscar ajuda profissional para uma avaliação adequada. Estou disponível para uma consulta se você quiser discutir mais sobre essa situação ou explorar opções de apoio. Buscar ajuda é um passo importante para entender melhor a situação e encontrar soluções eficazes.


Perguntas frequentes

Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.