Perguntas do paciente (1112)

  • Meu sobrinho acabou de me confidenciar que tem toc, percebi que é algo que está afetando ele, não se

    Meu sobrinho acabou de me confidenciar que tem toc, percebi que é algo que está afetando ele, não sei o que dizer para acalmá-lo e onde procurar ajuda, alguém pode me orientar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    É compreensível que você queira ajudar seu sobrinho que está lidando com o Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC). Aqui estão algumas orientações sobre como apoiá-lo e onde procurar ajuda.
    O Que Dizer para Acalmar Seu Sobrinho
    Valide Seus Sentimentos: Diga a ele que é normal sentir-se ansioso e que você está lá para ouvir. Isso pode ajudar a reduzir a sensação de isolamento.
    Ofereça Apoio: Informe-o de que ele não está sozinho e que você está disposto a ajudá-lo a encontrar soluções e apoio.
    Evite Minimizar os Sintomas: Evite frases como "não se preocupe" ou "isso não é tão sério". Em vez disso, reconheça que o TOC pode ser muito difícil de lidar.
    Onde Procurar Ajuda
    Profissionais de Saúde Mental: É essencial que seu sobrinho consulte um psicólogo ou psiquiatra especializado em TOC. Eles podem oferecer um diagnóstico adequado e desenvolver um plano de tratamento.
    Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC): A TCC é uma abordagem eficaz para o TOC, focando na exposição gradual aos pensamentos e situações que causam ansiedade, além da prevenção de rituais compulsivos.
    Medicamentos: Em alguns casos, medicamentos antidepressivos, especialmente os inibidores seletivos da recaptação de serotonina (ISRS), podem ser recomendados para ajudar a controlar os sintomas.
    Grupos de Apoio: Participar de grupos de apoio pode ser útil, pois permite que ele compartilhe experiências com outras pessoas que enfrentam desafios semelhantes.
    Considerações Finais
    Incentive seu sobrinho a buscar ajuda profissional o quanto antes, pois o tratamento pode levar algum tempo para mostrar resultados, mas é fundamental para melhorar sua qualidade de vida. Esteja presente para oferecer apoio emocional durante esse processo e ajude-o a se sentir mais confortável ao buscar o tratamento necessário.


  • Gostaria de saber gosto de ver video porno, não vejo todos dias, mas tenho mais vontade quando eu mi

    Gostaria de saber gosto de ver video porno, não vejo todos dias, mas tenho mais vontade quando eu minha esposa briga ou fica muito tempo
    Sem ter relação sexual. Preciso avaliar uso de mesicamento ou psicoterapia?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    O uso de pornografia pode ser complexo e impactar a vida sexual e emocional de uma pessoa de várias maneiras. Aqui estão algumas considerações sobre sua situação:
    1. Compreensão do Comportamento
    É comum que algumas pessoas recorram à pornografia como uma forma de lidar com emoções, como estresse ou conflito em relacionamentos. O fato de você sentir mais vontade de ver vídeos pornográficos durante brigas ou períodos sem relações sexuais pode indicar que está usando isso como uma válvula de escape para lidar com a tensão emocional.
    2. Efeitos da Pornografia
    O consumo excessivo de pornografia pode levar a uma série de consequências, incluindo:
    Desconexão emocional: Pode dificultar a intimidade real com o parceiro.
    Expectativas irreais: A pornografia muitas vezes apresenta uma visão distorcida da sexualidade, o que pode afetar sua satisfação sexual.
    Compulsão: A busca constante por pornografia pode se tornar um comportamento compulsivo, interferindo em outras áreas da vida.
    3. Avaliação Profissional
    Considerar a ajuda de um profissional, como um psicólogo, pode ser muito benéfico. A terapia pode ajudá-lo a explorar as razões subjacentes ao seu uso da pornografia e desenvolver estratégias para lidar com suas emoções e melhorar a comunicação com sua esposa.
    4. Medicação
    Embora o uso de medicamentos possa ser indicado em alguns casos, isso geralmente depende da presença de condições subjacentes, como ansiedade ou depressão. Um psiquiatra poderá avaliar se essa é uma opção adequada para você.
    5. Comunicação com Sua Esposa
    Conversar abertamente com sua esposa sobre como você se sente em relação à sua vida sexual e ao uso da pornografia pode ser um passo importante. Isso pode ajudar a criar um espaço seguro para ambos expressarem suas necessidades e preocupações.
    Conclusão
    Buscar ajuda profissional é um passo importante para entender melhor seus sentimentos e comportamentos. A terapia pode oferecer suporte valioso na construção de um relacionamento mais saudável e satisfatório, tanto emocional quanto sexualmente. Se precisar de mais informações ou orientações sobre como iniciar esse processo, estou à disposição para ajudar!


  • Ola, crise de ansiedade pode causar dor no peito (não uma dor forte) uma sensação de aperto , sensaç

    Ola, crise de ansiedade pode causar dor no peito (não uma dor forte) uma sensação de aperto , sensação de algo na garganta( não chega a ser dor em engolir) e sensação de testa quente ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    Sim, a crise de ansiedade pode causar sintomas como dor no peito (geralmente uma sensação de aperto), sensação de algo na garganta e a sensação de testa quente. Esses sintomas são comuns durante episódios de ansiedade e podem variar em intensidade de pessoa para pessoa.
    Durante uma crise de ansiedade, o corpo reage a um aumento de adrenalina, o que pode levar a palpitações, dor leve no peito, falta de ar e tensão muscular. A sensação de aperto no peito é frequentemente relatada e pode ser acompanhada por outros sintomas físicos, como tontura e tensão na garganta. A sensação de "algo na garganta" pode ser descrita como um nó ou dificuldade em engolir, mas não necessariamente causa dor.
    É importante lembrar que, embora esses sintomas possam ser desconfortáveis e assustadores, eles geralmente não indicam um problema cardíaco sério, especialmente se você já foi avaliada por um médico e não foram encontrados problemas. No entanto, se os sintomas persistirem ou se agravarem, é sempre bom procurar orientação médica novamente.
    Se você está lidando com crises de ansiedade, considerar estratégias para gerenciar a ansiedade, como técnicas de respiração, meditação ou terapia, pode ser muito útil. Se precisar de mais informações ou apoio sobre como lidar com esses sentimentos, estou aqui para ajudar!


  • Boa noite, tenho 27 anos e sofro de ansiedade e pânico já em tratamento corro e já fiz todos os exam

    Boa noite, tenho 27 anos e sofro de ansiedade e pânico já em tratamento corro e já fiz todos os exames possíveis do coração, cardio diz que está tudo ok, agora retorno anualmente, corro de 4 a 5x por semana mas mesmo assim as vezes tenho taquicardia como hoje sentado do nada meu coração disparou a 140 bpm 30m pós almoço, tive que sair do trabalho e vir para casa descansar e tomar concardio “todo todos os dias 2.5mg” que era para controlar isso.
    Deveria olhar mais alguma coisa fazer mais algum exame?

    Muito obrigado isso me incomoda muito pois além da taquicardia o pânico e o medo tomam conta juntos.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    Os sintomas que você está enfrentando, como taquicardia, pânico e medo, são comuns em pessoas que sofrem de ansiedade e transtornos relacionados. O fato de você já ter feito todos os exames cardíacos e ter recebido um diagnóstico positivo é um bom sinal, indicando que suas palpitações podem estar mais relacionadas à sua condição de ansiedade do que a problemas cardíacos.
    A taquicardia que você experimenta, especialmente em momentos de estresse ou após refeições, pode ser uma resposta do seu corpo à ansiedade. O uso do Concórdia (bisoprolol) pode ajudar a controlar a frequência cardíaca, mas se você ainda está enfrentando episódios frequentes de pânico e taquicardia, pode ser útil discutir com seu médico a possibilidade de ajustar seu tratamento.
    Além da medicação, a terapia pode ser uma parte importante do seu tratamento. A psicanálise pode ajudar a explorar as raízes emocionais da sua ansiedade e pânico, permitindo que você compreenda melhor suas experiências e desenvolva estratégias para lidar com esses sentimentos. A psicanálise foca em entender os conflitos internos e as experiências passadas que podem estar contribuindo para o seu estado atual.
    Se você sentir que a medicação não está sendo suficiente ou se novos sintomas surgirem, pode ser sensato realizar exames adicionais ou consultar um especialista em saúde mental. Um acompanhamento contínuo com um psiquiatra ou psicólogo pode ajudar a identificar as melhores opções de tratamento para você.
    É importante cuidar da sua saúde mental e emocional. Se precisar de mais apoio ou informações sobre como lidar com esses sentimentos, estou aqui para ajudar!


  • Por que eu não sinto nada quando vejo alguém sofrendo, além de prazer??

    É normal eu não sentir nada quando vejo alguém sofrendo, além de prazer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    Sentir prazer ao ver alguém sofrendo, em vez de empatia ou preocupação, pode ser um sinal de indiferença emocional ou até mesmo de dificuldades em conectar-se com as emoções dos outros. A indiferença é caracterizada pela falta de interesse ou preocupação em relação aos sentimentos alheios, e pode se manifestar como uma escolha consciente ou inconsciente de não se envolver emocionalmente.
    Esse tipo de resposta emocional pode estar associado a várias questões psicológicas, incluindo traumas passados, estilos de apego inseguros ou até mesmo transtornos de personalidade. É importante considerar que esses sentimentos não são normais em contextos sociais saudáveis e podem indicar a necessidade de explorar suas emoções mais profundamente.
    Se você está preocupado com esses sentimentos e como eles afetam suas interações sociais, pode ser útil buscar a ajuda de um profissional de saúde mental. Um psicólogo pode oferecer um espaço seguro para discutir essas emoções e ajudar a entender melhor suas causas e implicações.
    Se precisar de mais apoio ou orientação sobre como lidar com essa situação, estou disponível para consultas e posso ajudá-lo a explorar suas preocupações de forma mais aprofundada.


  • Oi, estou tomando velinha para fibromialgia . Sempre tive pensamentos de suicídio desde os treze ano

    estou tomando veligia para fibromialgia . Sempre tive pensamentos de suicídio desde os treze anos e tem aumentado muito, me sinto mal e inútil pra minha família, sou mãe e tenho um casamento estável, também tenho dores nas articulações o tempo todo, nao queria tomar remedios mais fortes, como a terapia poderia me ajuda?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    Compreendo o que você está passando. Lidar com fibromialgia, dores nas articulações, pensamentos suicidas desde a adolescência e a sensação de inutilidade, mesmo tendo um casamento estável e sendo mãe, é extremamente desafiador. É importante que você saiba que não está sozinha e que existem opções de tratamento que podem te ajudar a melhorar sua qualidade de vida.

    A Relação entre Fibromialgia, Dor Crônica e Ideação Suicida

    A fibromialgia é uma síndrome caracterizada por dor crônica generalizada, que frequentemente envolve sintomas físicos e psicológicos. Estudos mostram uma forte correlação entre fibromialgia, depressão e ideação suicida. A dor crônica e os transtornos psicológicos, como depressão e ansiedade, podem alterar os neurotransmissores que controlam o humor e a dor, intensificando os pensamentos suicidas. A sensação de sobrecarga, não pertencimento e desesperança devido aos sintomas da doença também aumentam o risco de suicídio.

    Como a Terapia Pode Ajudar

    A terapia, especialmente a psicanálise, pode ser uma ferramenta eficaz para lidar com seus pensamentos suicidas, dores e a sensação de inutilidade. A psicanálise te ajuda a explorar os sentimentos de ansiedade e o inconsciente. Além disso, a terapia oferece um espaço seguro para explorar suas emoções, desenvolver estratégias de enfrentamento saudáveis e melhorar sua autoestima.

    Outras Abordagens de Tratamento

    Medicamentos: Em muitos casos, a combinação de terapia e medicação psicotrópica, como antidepressivos e estabilizadores de humor, pode ser recomendada para aliviar os sintomas depressivos subjacentes e regularizar o humor. No entanto, é fundamental que o tratamento seja personalizado para atender às suas necessidades específicas.

    Terapia de grupo: Participar de grupos de apoio ou terapia em grupo pode fornecer um senso de comunidade e apoio emocional, além de oportunidades para compartilhar experiências e estratégias de enfrentamento.

    Terapia familiar: A terapia familiar pode ser benéfica para ajudar os membros da família a entenderem melhor a fibromialgia e aprenderem como oferecer apoio.

    Cetamina: O uso da cetamina no tratamento e prevenção do suicídio tem sido objeto de interesse crescente na comunidade médica e pode proporcionar alívio em questão de horas, em alguns casos, sobretudo do planejamento e crise com intenção suicida.

    Ansiolíticos: A ansiedade pode estar diretamente relacionada aos pensamentos suicidas, aumentando a sensação de desespero e desamparo. Os ansiolíticos ajudam a reduzir os sintomas de ansiedade, proporcionando alívio imediato e diminuindo a intensidade dos pensamentos suicidas.

    Próximos Passos

    Consulte um médico psiquiatra: É fundamental buscar acompanhamento de um médico psiquiatra, especializado no diagnóstico e tratamento de transtornos mentais. O psiquiatra realizará uma avaliação completa, incluindo histórico médico, exame físico e avaliação psicológica, para desenvolver um plano de tratamento individualizado.

    Consulte um psicólogo: A terapia pode ser uma parte fundamental do tratamento e pode incluir diferentes abordagens, como terapia interpessoal ou terapia de aceitação e compromisso.

    Mantenha um acompanhamento regular: Além do tratamento direto, é crucial fornecer suporte contínuo, incluindo acompanhamento regular com o médico psiquiatra, sessões de terapia contínuas e envolvimento da família e da rede de apoio social. O cuidado contínuo e a monitorização são essenciais para prevenir recaídas e promover a recuperação a longo prazo.

    Lembre-se que o tratamento da ideação suicida é abrangente e envolve uma abordagem multidisciplinar que visa abordar tanto os aspectos médicos quanto psicossociais da condição. O apoio terapêutico e medicamentoso combinado com um ambiente de suporte são fundamentais para ajudar a superar os pensamentos suicidas e recuperar uma qualidade de vida saudável.


  • Tenho derpersonalizacao causada pela ansiedade. E normal o medo de cegar em crises de ansiedade ?

    Tenho derpersonalizacao causada pela ansiedade. E normal o medo de cegar em crises de ansiedade ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    Sim, é normal sentir medo de cegar durante crises de ansiedade, especialmente se você está lidando com despersonalização. A despersonalização pode causar uma sensação de desconexão da realidade, o que pode intensificar medos irracionais, como o medo de perder a visão ou de ter outros problemas físicos.
    A ansiedade pode provocar uma série de reações físicas e emocionais que podem incluir:
    Hipervigilância: Durante uma crise de ansiedade, você pode se tornar excessivamente consciente do seu corpo e dos seus sentidos, o que pode levar a preocupações sobre a saúde, incluindo a visão.
    Sensações Estranhas: A despersonalização pode fazer com que você se sinta como se estivesse observando seu corpo de fora, o que pode distorcer sua percepção e aumentar a ansiedade sobre o que está acontecendo com você.
    Medo de Perda de Controle: A ansiedade muitas vezes está ligada ao medo de perder o controle ou de ter uma experiência negativa. Isso pode incluir preocupações sobre a saúde física.
    É importante lembrar que esses medos são comuns entre pessoas que experimentam altos níveis de ansiedade e que não refletem necessariamente uma ameaça real à sua saúde. Se esses sentimentos persistirem ou estiverem afetando sua qualidade de vida, considerar buscar ajuda profissional pode ser muito benéfico. Um terapeuta pode ajudar a trabalhar esses medos e desenvolver estratégias para gerenciar a ansiedade e a despersonalização.


  • Como pode surgir o ódio de si mesmo? Ele pode estar por trás da falta de iniciativa em tomar decis

    Como pode surgir o ódio de si mesmo?
    Ele pode estar por trás da falta de iniciativa em tomar decisões para o futuro? E também por algumas lesões físicas ou estéticas, como quebrar fios de cabelo e começou unhas?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    O ódio de si mesmo pode surgir a partir de uma combinação de fatores, incluindo experiências passadas, traumas, comparações sociais e a internalização de críticas. Muitas vezes, esse sentimento se desenvolve ao longo do tempo, especialmente em resposta a situações como abuso, negligência, bullying ou críticas constantes. Quando uma pessoa passa por essas experiências, pode começar a ver a si mesma de forma negativa, levando a um ciclo de autodepreciação.

    Esse auto-ódio pode estar diretamente relacionado à falta de iniciativa em tomar decisões para o futuro. Quando alguém se vê de maneira tão negativa, pode sentir que não é digno de buscar melhorias ou que suas ações não terão um impacto positivo. Essa visão distorcida pode paralisar a capacidade de estabelecer metas e tomar decisões, resultando em um estado de inação e desmotivação.

    Além disso, comportamentos autodestrutivos, como quebrar fios de cabelo ou roer unhas, podem ser manifestações desse ódio interno. Essas ações podem servir como uma forma de lidar com emoções difíceis ou como uma tentativa inconsciente de externalizar o sofrimento interno. A autoagressão muitas vezes ocorre em momentos de intensa tristeza ou raiva e pode ser uma maneira de expressar o que não consegue ser verbalizado.

    É fundamental buscar ajuda profissional para explorar esses sentimentos e comportamentos. A terapia pode oferecer um espaço seguro para entender as causas subjacentes do auto-ódio e desenvolver estratégias para cultivar uma autoimagem mais positiva e saudável. A psicanálise, em particular, pode ajudar a investigar os conflitos internos e as experiências passadas que contribuíram para essa percepção negativa de si mesmo.


  • Ha algum tratamento para quem sofre de Apeirofobia ( medo do infinito e da eternidade )?

    Ha algum tratamento para quem sofre de Apeirofobia ( medo do infinito e da eternidade )?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    Sim, existem tratamentos disponíveis para quem sofre de apeirofobia, que é o medo do infinito e da eternidade. Assim como outras fobias, a apeirofobia pode ser abordada por profissionais de saúde mental, como psicólogos e psiquiatras.
    A psicanálise pode ser uma abordagem eficaz para tratar fobias, pois busca explorar as causas subjacentes do medo, ajudando a pessoa a entender os conflitos emocionais e pensamentos que alimentam a fobia. Esse processo pode levar a uma maior conscientização e resolução dos medos.
    Outra opção é o neurofeedback, que é uma técnica que utiliza tecnologia para treinar o cérebro a regular suas próprias ondas cerebrais. Essa abordagem pode ajudar a reduzir a ansiedade e melhorar a autorregulação emocional, o que pode ser benéfico para pessoas com apeirofobia.
    Em alguns casos mais graves, onde a fobia interfere significativamente na vida cotidiana, pode ser necessário considerar o uso de medicamentos em conjunto com a terapia. Os antidepressivos, especialmente os inibidores seletivos de recaptação de serotonina (ISRS), podem ajudar a controlar os sintomas de ansiedade.
    É importante procurar um especialista que possa avaliar sua situação específica e recomendar o tratamento mais adequado. O apoio profissional é fundamental para lidar com a apeirofobia e melhorar a qualidade de vida.


  • Bullying escolar, superproteção dos pais e ambiente familiar conflituoso, podem contribuir para o de

    Bullying escolar, superproteção dos pais e ambiente familiar conflituoso, podem contribuir para o desenvolvimento da fobia social?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    Bullying escolar, superproteção dos pais e um ambiente familiar conflituoso podem, de fato, contribuir para o desenvolvimento da fobia social. Esses fatores estão interligados e podem impactar significativamente a saúde mental de crianças e adolescentes.
    Bullying Escolar
    Experiências de bullying podem causar danos emocionais profundos, levando a sentimentos de inadequação e medo em situações sociais. A vitimização repetida pode resultar em ansiedade social, onde a pessoa começa a evitar interações sociais por medo de ser julgada ou humilhada novamente. Estudos mostram que o bullying está associado ao desenvolvimento de transtornos de ansiedade, incluindo a fobia social, especialmente se as experiências traumáticas ocorrem durante a infância ou adolescência 12.
    Superproteção dos Pais
    A superproteção dos pais pode limitar as oportunidades das crianças de desenvolverem habilidades sociais e enfrentarem desafios. Isso pode resultar em uma falta de confiança em suas próprias capacidades, aumentando o medo de situações sociais. Quando os pais são excessivamente protetores, as crianças podem não aprender a lidar com a rejeição ou o fracasso, o que é crucial para o desenvolvimento emocional saudável 3.
    Ambiente Familiar Conflituoso
    Um ambiente familiar conflituoso pode aumentar a ansiedade e o estresse nas crianças. Se os laços familiares são tensos ou inseguros, isso pode dificultar a formação de uma base sólida de autoestima e segurança emocional. Crianças que crescem em ambientes assim podem se tornar mais vulneráveis à fobia social, pois não têm modelos de comportamento social positivo para seguir 45.
    Conclusão
    Portanto, todos esses fatores — bullying escolar, superproteção dos pais e um ambiente familiar conflituoso — podem interagir e contribuir para o desenvolvimento da fobia social. É essencial que as crianças que enfrentam essas situações recebam apoio psicológico adequado para ajudá-las a superar esses desafios e desenvolver habilidades sociais saudáveis. O acompanhamento profissional pode ser fundamental para abordar esses problemas e promover um ambiente mais seguro e acolhedor.


  • É normal ter um sentimento passageiro de que o mundo não é real e você não tem controle sobre suas a

    É normal ter um sentimento passageiro de que o mundo não é real e você não tem controle sobre suas ações? Quando acontece minha visão fica toda embaçada e parece que estou olhando para minha vida como observador. Esses episódios estão acontecendo mais frequentemente nos últimos meses, não sei o que pode ser.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    Sentir que o mundo não é real e ter a sensação de não ter controle sobre suas ações pode ser angustiante e é um fenômeno que pode ocorrer em várias situações. Esses sentimentos podem estar associados a experiências de despersonalização e desrealização, que são condições em que a pessoa se sente desconectada de si mesma ou do ambiente ao seu redor.

    A despersonalização envolve a sensação de estar separado do próprio corpo, como se você estivesse observando suas ações de fora. Já a desrealização refere-se à percepção de que o mundo ao seu redor não é real, como se tudo estivesse distorcido ou embaçado. Esses episódios podem ser desencadeados por estresse intenso, ansiedade, traumas ou até mesmo fadiga extrema.

    Esses sintomas podem ser transitórios, mas quando começam a ocorrer com frequência, é importante considerar buscar ajuda profissional. A terapia pode ajudar a entender as causas subjacentes desses sentimentos e desenvolver estratégias para lidar com eles. É fundamental conversar com um psicólogo ou psiquiatra para uma avaliação adequada e para discutir as melhores opções de tratamento.

    Além disso, o estresse excessivo e a ansiedade podem amplificar esses sentimentos de desconexão, tornando mais difícil lidar com as pressões da vida cotidiana. Reconhecer esses sintomas e buscar apoio é um passo importante para recuperar o controle sobre suas experiências e melhorar sua qualidade de vida.À disposição caso decida uma sessão para tratar essas questões de forma mais aprofundada.


  • O treinamento cognitivo funciona para Adultos com TDHA?

    O treinamento cognitivo funciona para Adultos com TDHA?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    Funciona sim, mas a técnica de Neurofeedback tem maior eficácio por se tratar de um condicionamento do cérebro, ou seja, um treinamento na qual o cérebro funciona de maneira mais adequada. Caso interesse sobre o tratamento, estou à disposição.


  • Olá boa noite, queria saber se é comum um jovem com 19 anos ñ ter decisão, nas escolhas ,hoje quer a

    Olá boa noite, queria saber se é comum um jovem com 19 anos ñ ter decisão, nas escolhas ,hoje quer algo, amanhã já não mais, sempre assim com frequência, se é comum ,ou se precisa de ajuda psicológica??

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    É comum que jovens de 19 anos apresentem indecisão nas escolhas e mudem de opinião com frequência. Essa fase da vida é marcada por um intenso processo de amadurecimento e autodescoberta, onde muitos ainda estão explorando suas identidades, valores e interesses. A pressão social e a autoexigência podem contribuir para essa incerteza, tornando difícil tomar decisões.
    No entanto, se essa indecisão está causando sofrimento emocional, ansiedade ou dificuldades significativas na vida cotidiana, pode ser útil procurar ajuda psicológica. Um psicólogo pode ajudar o jovem a entender melhor suas emoções, desenvolver autoconhecimento e habilidades de tomada de decisão mais assertivas.
    Se você sentir que a situação está impactando negativamente a vida do jovem, considerar a terapia pode ser um passo importante para ajudá-lo a navegar por essas questões e encontrar maior clareza em suas escolhas.
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  • Existe algum programa especifico de mindfulness para pessoas com TDHA?

    Existe algum programa especifico de mindfulness para pessoas com TDHA?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    Existem programas específicos de mindfulness que foram adaptados para pessoas com TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade). Esses programas geralmente incorporam técnicas de mindfulness e meditação, adaptadas para atender às necessidades e desafios específicos enfrentados por pessoas com TDAH. A prática de mindfulness tem demonstrado benefícios, como a diminuição da desatenção, hiperatividade e impulsividade.
    Além do mindfulness, o neurofeedback é outra abordagem que pode ser eficaz para pessoas com TDAH. O neurofeedback utiliza tecnologia para treinar o cérebro a regular suas próprias ondas cerebrais. Essa técnica pode ajudar a melhorar a atenção, o autocontrole e a autorregulação emocional, complementando os efeitos positivos do mindfulness.
    A combinação da prática de mindfulness com neurofeedback pode oferecer uma abordagem integrada para o tratamento do TDAH, potencializando os benefícios de ambas as técnicas. Se você está interessado em explorar essas abordagens, é recomendável procurar profissionais qualificados que ofereçam programas estruturados de mindfulness e neurofeedback adaptados para pessoas com TDAH.


  • Quais as principais diferenças entre o autismo clássico e a síndrome de asperger?

    Quais as principais diferenças entre o autismo clássico e a síndrome de asperger?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    As principais diferenças entre o autismo clássico e a síndrome de Asperger são significativas e envolvem aspectos como a gravidade dos sintomas, o desenvolvimento da linguagem e as habilidades sociais. Aqui estão os principais pontos de distinção:
    1. Intensidade dos Sintomas
    Autismo Clássico: Geralmente apresenta sintomas mais severos, incluindo comprometimento significativo em áreas como comunicação, interação social e comportamentos repetitivos. Crianças com autismo clássico podem ter dificuldades severas em se comunicar e interagir com os outros.
    Síndrome de Asperger: Os sintomas são considerados mais leves. Indivíduos com Asperger geralmente têm habilidades de linguagem desenvolvidas e podem se comunicar verbalmente, embora possam ter dificuldades em entender nuances sociais e interações.
    2. Desenvolvimento da Linguagem
    Autismo Clássico: Muitas vezes, há atrasos significativos na fala e na linguagem. As crianças podem não desenvolver a linguagem verbal até mais tarde ou podem ter dificuldade em usá-la de forma funcional.
    Síndrome de Asperger: Normalmente, não há atraso na linguagem; as crianças falam bem desde cedo, mas podem ter um estilo de fala peculiar ou mecânico.
    3. Habilidades Sociais
    Autismo Clássico: A falta de reciprocidade social é uma característica proeminente. As crianças podem não responder a interações sociais, evitar contato visual e não buscar interação.
    Síndrome de Asperger: Embora as pessoas com Asperger possam ter dificuldades sociais, elas geralmente desejam se conectar com os outros, mas podem não saber como fazê-lo adequadamente. Elas podem ter interesses intensos e focados, que podem dificultar a interação social.
    4. Idade do Diagnóstico
    Autismo Clássico: Os sinais são frequentemente percebidos mais cedo, geralmente antes dos 3 anos de idade.
    Síndrome de Asperger: Os sinais tendem a ser mais sutis e podem ser notados mais tarde na infância, o que pode levar a um diagnóstico tardio.
    5. Comprometimento Cognitivo
    Autismo Clássico: Pode haver comprometimento cognitivo significativo em muitos casos.
    Síndrome de Asperger: Geralmente, não há comprometimento cognitivo; muitas pessoas têm inteligência média ou acima da média.
    Conclusão
    Embora ambos façam parte do espectro do autismo e compartilhem algumas características comuns, as diferenças em intensidade dos sintomas, desenvolvimento da linguagem e habilidades sociais são fundamentais para entender cada condição. Se você ou alguém que você conhece está lidando com essas questões, considerar buscar apoio profissional pode ser muito útil para um diagnóstico adequado e intervenções eficazes.


  • Meu filho tem 8 anos e vem apresentando quadros de ansiedade. Acelera o coração, ele fica gelado e c

    Meu filho tem 8 anos e vem apresentando quadros de ansiedade. Acelera o coração, ele fica gelado e com tontura. E sempre a noite. Quanto o celular, nessa quarentena(sem escola e só dentro de casa) pode influenciar em desencadear a ansiedade?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    A ansiedade infantil pode se manifestar de diversas formas, e os sintomas que seu filho está apresentando, como aceleração do coração, sensação de frio e tontura, são preocupantes, especialmente se ocorrem à noite. É importante considerar o impacto que a quarentena e o uso excessivo de celular podem ter contribuído para esses quadros de ansiedade.
    O uso prolongado de dispositivos eletrônicos pode afetar a saúde mental das crianças. A exposição a telas, especialmente antes de dormir, pode interferir no sono e aumentar a ansiedade. Além disso, a falta de interação social face a face e a mudança na rotina escolar podem intensificar sentimentos de insegurança e estresse.
    Durante esse período de isolamento, as crianças podem sentir uma perda de controle sobre suas vidas, o que pode levar a um aumento da ansiedade. A falta de atividades físicas e interações sociais presenciais também pode contribuir para o desconforto emocional.
    É fundamental que você converse com seu filho sobre como ele está se sentindo e considere buscar ajuda profissional. Um psicólogo infantil pode avaliar a situação e oferecer estratégias para lidar com a ansiedade. Além disso, é importante promover momentos de desconexão das telas e incentivar atividades que estimulem o bem-estar emocional, como exercícios físicos, leitura ou jogos em família.
    Se os sintomas persistirem ou se agravarem, não hesite em procurar um profissional para garantir que seu filho receba o apoio necessário.


  • Cometi um grande erro no passado e não consegui me perdoar e isso me consome muito, tenho traumas em

    Cometi um grande erro no passado e não consegui me perdoar e isso me consome muito, tenho traumas em relação ao sexo, auto estima baixa e sinto que destruí minha vida por conta desse erro, devo procurar ajuda através de terapia?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    Sim, definitivamente procurar ajuda através da terapia é uma excelente decisão para lidar com a situação que você descreve. Sentimentos de culpa persistentes, traumas relacionados ao sexo, baixa autoestima e a sensação de ter destruído sua vida por causa de um erro no passado são sinais de que você pode se beneficiar muito do apoio de um profissional.

    Como a terapia pode ajudar:

    A terapia pode te ajudar a entender o erro, reconhecer o que você gostaria de ter feito diferente e aprender com a situação. Ela te ensina a se olhar com carinho e compaixão, da mesma forma que você trataria um amigo. A autocompaixão é uma ferramenta poderosa para o acolhimento emocional. Colocar os sentimentos negativos para fora é essencial. A terapia oferece um espaço seguro para expressar suas emoções, seja através do choro, da fala ou de outras formas de expressão, como a arte ou o esporte.

    A terapia pode auxiliar na identificação e reestruturação de pensamentos automáticos relacionados à culpa, ajudando a trabalhar o perdão a si mesma. Ela te proporciona um caminho para o autoconhecimento e cura.

    A terapia é um ambiente seguro para praticar o autoconhecimento e trabalhar traumas e amarras, sejam do presente ou do passado. Buscar ajuda profissional é um ato de coragem e um passo importante para se libertar da culpa e construir uma vida mais leve e feliz. A psicoterapia é recomendada para te ajudar a lidar com esses pensamentos e sentimentos. A terapia pode ajudar a reduzir a intensidade da depressão e proporcionar mais alívio emocional.

    Disponibilizo-me para uma consulta, onde poderemos aprofundar suas preocupações e delinear um plano de tratamento individualizado.


  • Cometi um erro e não consigo tirar da minha cabeça, não consigo me perdoar, entrei em depressão agor

    Cometi um erro e não consigo tirar da minha cabeça, não consigo me perdoar, entrei em depressão agora não estou conseguindo sair dela. A pessoa envolvida diz já ter me perdoado mas eu não consigo me perdoar, tenho TOC nível hard será que isso pode estar relacionado a eu não conseguir me perdoar? Tem algum tipo de tratamento que possa me ajudar? Obrigada

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    Sentir dificuldade em se perdoar por um erro, mesmo quando a outra pessoa já o fez, é algo que pode estar relacionado ao perfeccionismo, à autocrítica elevada e, no seu caso, ao Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC). O TOC pode amplificar pensamentos intrusivos e repetitivos sobre o erro, gerando um ciclo de culpa e sofrimento que dificulta o perdão a si mesma.

    A culpa muitas vezes se torna uma fonte constante de dor e sofrimento. Essa sensação de ter cometido um "erro imperdoável" pode consumir sua energia emocional e levar a sintomas como ansiedade, depressão e baixa autoestima. A dificuldade em seguir em frente pode fazer com que você sinta que não tem controle sobre sua vida, como se o erro do passado fosse uma barreira intransponível.

    A terapia pode ser um processo profundamente transformador para ajudar você a lidar com esses sentimentos e a reconstruir sua autoestima e bem-estar emocional. A psicoterapia é recomendada no tratamento dos Transtornos Obsessivos e pode ser muito eficaz para ajudá-la a lidar com esses pensamentos e sentimentos. É importante trabalhar a compreensão do que está por trás dessa dificuldade em se perdoar e explorar formas de mudar esse padrão de pensamento.

    Além disso, entender quais são as causas dos padrões emocionais envolvidos nessa culpa é fundamental para a cura. Um terapeuta pode ajudá-la a explorar o erro cometido, identificar suas causas e ajudá-la a entender que todos cometemos erros. Você pode aprender a perdoar a si mesma e a libertar-se da culpa.

    Se você está enfrentando esses desafios, disponibilizo-me para uma consulta, onde poderemos aprofundar suas preocupações e delinear um plano de tratamento individualizado.


  • Qual especialidade em psicologia devo procurar para um paciente com afasia? Ele tem muita dificuldad

    Qual especialidade em psicologia devo procurar para um paciente com afasia? Ele tem muita dificuldade em articular as palavras, até mesmo na escrita, mas precisa muito de um especialista.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    Para um paciente com afasia, é recomendável procurar um neuropsicólogo. Essa especialidade é fundamental na reabilitação cognitiva, pois o neuropsicólogo está capacitado para avaliar e tratar as funções cognitivas afetadas pela afasia, como a linguagem e a comunicação. Através de uma avaliação neuropsicológica, é possível identificar quais domínios cognitivos estão preservados e quais estão comprometidos, permitindo um plano de tratamento individualizado.
    Além do neuropsicólogo, a fonoaudiologia também desempenha um papel crucial no tratamento da afasia. O fonoaudiólogo é responsável por avaliar e reabilitar as funções linguísticas prejudicadas, utilizando técnicas específicas para ajudar o paciente a melhorar a articulação das palavras e a escrita.
    É importante que o tratamento seja realizado de forma multidisciplinar, envolvendo tanto o neuropsicólogo quanto o fonoaudiólogo, para garantir uma abordagem holística que aborde tanto os aspectos cognitivos quanto os comunicativos da afasia. O apoio psicológico também pode ser benéfico para lidar com as emoções e expectativas associadas à condição.
    Se você ou alguém que você conhece está lidando com afasia, buscar esses profissionais pode ser um passo importante para a reabilitação e melhoria da qualidade de vida.
    Caso precise, sou Neuropsicólogo e estou à dispocição para agendamento de cconsulta.


  • Boa tarde! Gostaria de saber se é normal, eu querer fazer tudo de uma vez, como; Falar rápido dem

    Boa tarde!
    Gostaria de saber se é normal, eu querer fazer tudo de uma vez, como;
    Falar rápido demais, as pessoas acabam não entendendo o que eu falo. Escrever acontece a mesma coisa, sempre quero acelerar as coisas. Isso é normal? Fico impaciente quando vou fazer as coisas.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    Sentir a necessidade de fazer tudo de uma vez, falar e escrever rapidamente, além de ficar impaciente, pode estar relacionado a sintomas de hiperatividade e impulsividade, frequentemente associados ao Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH). Essa condição pode se manifestar em adultos com dificuldades em manter o foco, desorganização e uma sensação constante de inquietação.
    A impulsividade, que se manifesta na fala rápida e na dificuldade de articular pensamentos de forma clara, é um dos sinais comuns do TDAH. Muitas vezes, isso resulta em interrupções durante conversas e na dificuldade em concluir tarefas, pois a pessoa pode se distrair facilmente ou sentir-se compelida a mudar de atividade rapidamente.
    Além disso, a impaciência que você descreve pode ser um reflexo da dificuldade em lidar com situações que exigem espera ou foco prolongado. Esses comportamentos podem ser frustrantes e impactar suas interações sociais e a realização de tarefas diárias.
    Se esses sintomas estão afetando sua qualidade de vida, pode ser útil procurar um profissional de saúde mental para uma avaliação mais aprofundada. Um psicólogo ou psiquiatra pode ajudar a determinar se você tem TDAH ou outra condição subjacente e discutir opções de tratamento adequadas.
    Estou à disposição para consultas e posso ajudá-la a encontrar um caminho para lidar com essas questões. Você não está sozinha nessa jornada, e há apoio disponível para ajudá-la a se sentir melhor.


Perguntas frequentes

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