Perguntas do paciente (1112)

  • Um criança de 4 anos com suspeita de tdah deve procurar qual especialista. A escola ajuda ou atrapal

    Um criança de 4 anos com suspeita de tdah deve procurar qual especialista. A escola ajuda ou atrapalha antes de um diagnóstico?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    Para uma criança de 4 anos com suspeita de TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade), o especialista mais indicado para realizar o diagnóstico é um neuropsicólogo. Esse profissional é capacitado para avaliar o desenvolvimento cognitivo e comportamental da criança, utilizando uma abordagem que considera tanto os aspectos neurológicos quanto os psicológicos. O diagnóstico envolve uma avaliação abrangente, que pode incluir observações comportamentais, histórico médico e informações fornecidas por pais e professores.
    A escola pode desempenhar um papel importante no processo de diagnóstico e intervenção. Professores podem fornecer informações valiosas sobre o comportamento da criança em um ambiente social e educacional, ajudando os profissionais a entender melhor os desafios que a criança enfrenta. No entanto, é crucial que a escola trabalhe em conjunto com os pais e os profissionais de saúde para garantir que as observações sejam interpretadas corretamente e que as intervenções sejam adequadas.
    Se a escola não estiver bem informada sobre o TDAH ou não tiver uma abordagem colaborativa, isso pode complicar a situação. Por isso, é importante que os pais mantenham uma comunicação aberta com os educadores e busquem orientação sobre como apoiar a criança durante esse período.
    Em resumo, ao suspeitar de TDAH em uma criança, procurar um neuropsicólogo é fundamental. A colaboração entre a família e a escola também é essencial para garantir que a criança receba o apoio necessário durante o processo de diagnóstico e tratamento. Se precisar de mais informações ou quiser discutir suas preocupações em mais detalhes, estou aqui para ajudar!


  • Normalmente vejo falando sobre TOC sobre pessoas que lavam as mãos toda hora, conferem se a porta es

    Normalmente vejo falando sobre TOC sobre pessoas que lavam as mãos toda hora, conferem se a porta está fechada, etc.
    Mas pensamentos obsessivos, como por exemplo, achar todo dia que minha mãe vai morrer, entre outros pensamentos que não consigo me livrar. Isso pode ser considerado TOC?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    Os pensamentos obsessivos que você descreve, como a preocupação constante de que sua mãe vai morrer, podem sim ser considerados sintomas de Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC). O TOC é caracterizado por obsessões, que são pensamentos, imagens ou impulsos intrusivos e indesejados que causam angústia e ansiedade. Esses pensamentos podem ser perturbadores e difíceis de controlar, levando a uma preocupação excessiva com situações específicas.
    Embora o TOC seja frequentemente associado a comportamentos compulsivos, como lavar as mãos repetidamente ou verificar se a porta está trancada, nem todos os casos envolvem compulsões visíveis. Muitas pessoas experimentam apenas obsessões, como os pensamentos que você mencionou, sem realizar rituais físicos para aliviar a ansiedade.
    É importante considerar que esses pensamentos obsessivos podem interferir na sua qualidade de vida e causar sofrimento significativo. Se você está lutando para lidar com esses pensamentos e eles estão afetando seu bem-estar emocional, pode ser útil buscar a ajuda de um profissional de saúde mental. A psicanálise pode oferecer uma abordagem profunda para entender os conflitos internos e as experiências passadas que podem estar contribuindo para esses pensamentos.
    Se você estiver interessada em explorar essas questões mais a fundo, estou à disposição para consultas e posso ajudá-la a encontrar um caminho para lidar com esses pensamentos obsessivos. Você não está sozinha nessa jornada, e há apoio disponível para ajudá-la a se sentir melhor.


  • Bom dia! Meu filho tem 11 anos e é super desorganizado. Constantemente tenho que lembrá-lo de ativid

    Bom dia! Meu filho tem 11 anos e é super desorganizado. Constantemente tenho que lembrá-lo de atividades que fazem parte de sua rotina (como arrumar a cama, arrumar o material, entre outros), não tem cuidado com os seus pertences, perde objetos, esquece de fatos que aconteceram recentemente, porém, tira notas boas e tem ótima memória para o que ele gosta, com localização e números. Na escola os professores reclamam da organização dos cadernos, que ele esquece de responder questões em prova (já deixou páginas em branco, disse q não viu), mas não tem problemas de disciplina. Se relaciona super bem com os colegas. Ele pode ter TDA? Obrigada

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    Com base nas informações que você forneceu sobre seu filho, é possível que ele apresente sintomas associados ao Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH). A desorganização, a dificuldade em lembrar de atividades rotineiras, o esquecimento de objetos e a falta de atenção em provas são comportamentos que podem indicar esse transtorno.
    Crianças com TDAH frequentemente apresentam dificuldades em manter a atenção em tarefas que não são de seu interesse, enquanto podem ter um desempenho excelente em atividades que realmente gostam, como demonstrado pelo bom desempenho dele em matérias que o interessam. Além disso, a desatenção e a impulsividade podem se manifestar na escola, onde ele pode deixar questões em branco ou não seguir as instruções corretamente.
    Embora ele se relacione bem com os colegas e não tenha problemas de disciplina, esses aspectos não excluem a possibilidade de TDAH. O diagnóstico deve ser feito por um Neuropsicólogo através de uma avaliação. Caso queira ingressar nessa jornada , estou à disposição.


  • Meu filho troca de hiperfoco o tempo todo é normal?

    Meu filho troca de hiperfoco o tempo todo é normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    É normal que crianças e adolescentes apresentem mudanças frequentes em seus hiperfocos. O hiperfoco é uma característica comum em indivíduos com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e também pode ser observado em pessoas com Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH). Aqui estão algumas considerações sobre o hiperfoco e suas variações:
    Hiperfoco e Suas Características
    Concentração Intensa: O hiperfoco é caracterizado por uma concentração intensa em uma atividade ou interesse específico, onde a criança pode ignorar estímulos externos e perder a noção do tempo15.
    Mudança de Interesses: É perfeitamente normal que uma criança troque de hiperfoco ao longo do tempo. Essa troca pode ocorrer à medida que novos interesses surgem ou conforme a curiosidade natural da infância se manifesta6.
    Fatores a Considerar
    Idade e Desenvolvimento: Na adolescência, é comum que os jovens explorem diferentes interesses, o que pode resultar em mudanças frequentes no foco. Essa curiosidade é parte do desenvolvimento normal6.
    Contexto Emocional: Mudanças nos hiperfocos também podem ser influenciadas por fatores emocionais ou sociais, como estresse, novas experiências ou mudanças na dinâmica familiar.
    Quando Prestar Atenção
    Embora a troca de hiperfoco seja normal, é importante observar se esses comportamentos estão interferindo na vida cotidiana da criança, como nas atividades escolares ou nas interações sociais. Se você notar comportamentos preocupantes, como dificuldades significativas em manter relacionamentos ou problemas de comportamento, pode ser útil buscar a orientação de um profissional de saúde mental.
    Conclusão
    Em resumo, trocar de hiperfoco é uma parte natural do desenvolvimento infantil e adolescente. No entanto, se houver preocupações sobre o impacto desses comportamentos na vida da criança ou se houver sinais de estresse emocional, considerar uma avaliação profissional pode ser um passo importante.


  • A Gestalt Terapia pode ser eficaz para tratar distimia? Já fiz TCC e não gostei, não gosto de fazer

    A Gestalt Terapia pode ser eficaz para tratar distimia? Já fiz TCC e não gostei, não gosto de fazer as atividades.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    A Gestalt Terapia pode ser uma abordagem eficaz para tratar a distimia, que é uma forma de depressão crônica caracterizada por um humor persistente e sintomas como tristeza, cansaço e baixa energia. Essa terapia foca no aqui e agora, ajudando o indivíduo a tomar consciência de suas emoções e experiências atuais, o que pode ser especialmente útil para aqueles que se sentem presos em ciclos de pensamentos negativos.
    Como a Gestalt Terapia Pode Ajudar na Distimia
    Foco no Presente: A Gestalt Terapia enfatiza a importância de viver no presente e de estar consciente das experiências emocionais atuais. Isso ajuda a diminuir a ruminação e os padrões negativos de pensamento, que são comuns na distimia. Ao explorar o que está acontecendo no momento, o terapeuta pode ajudar a pessoa a se conectar com suas emoções e ações.
    Exploração das Emoções: Muitas vezes, pessoas com distimia reprimem ou evitam emoções difíceis. A Gestalt Terapia trabalha para aumentar a consciência emocional, permitindo que o indivíduo explore sentimentos não expressos. Isso pode aliviar o peso emocional e melhorar o humor.
    Responsabilidade Pessoal: Um princípio fundamental da Gestalt Terapia é encorajar os clientes a assumirem responsabilidade por suas escolhas e comportamentos. Isso ajuda a pessoa a se perceber de forma mais objetiva e a tomar decisões mais autênticas.
    Ênfase na Relação Terapêutica: A relação entre terapeuta e cliente é central na Gestalt Terapia. Um ambiente seguro e empático pode facilitar a expressão emocional e ajudar a superar bloqueios nas interações sociais.
    Resolução de Conflitos Internos: A terapia também aborda questões não resolvidas do passado, ajudando o indivíduo a completar ou resolver essas "gestalts", o que pode aliviar a tristeza persistente associada à distimia.
    Considerações Finais
    A Gestalt Terapia pode ser uma alternativa valiosa, especialmente se você não se adaptou à Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e não gosta de atividades estruturadas. Essa abordagem mais fluida e centrada nas emoções pode oferecer um espaço seguro para explorar seus sentimentos e promover um crescimento pessoal significativo.
    Se você tiver mais dúvidas ou desejar mais informações sobre como essa terapia pode ajudá-la, estou à disposição!


  • Alguma dica para crises de ansiedade antes de dormir?

    Alguma dica para crises de ansiedade antes de dormir?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    Se você está enfrentando crises de ansiedade antes de dormir, aqui estão algumas dicas práticas que podem ajudar a acalmar sua mente e facilitar o sono:
    Dicas para Aliviar a Ansiedade Noturna
    1. Estabeleça uma Rotina Relaxante
    Crie um ritual noturno que sinalize ao seu corpo que é hora de desacelerar. Isso pode incluir atividades como tomar um banho morno, ler um livro ou ouvir música suave. A regularidade na hora de dormir também ajuda a ajustar seu relógio biológico.
    2. Evite Estímulos Antes de Dormir
    Desconecte-se de dispositivos eletrônicos pelo menos 30 minutos antes de ir para a cama. A luz azul emitida por telas pode interferir na produção de melatonina, o hormônio do sono, e aumentar a ansiedade. Além disso, evite consumir cafeína e alimentos pesados à noite.
    3. Pratique Técnicas de Relaxamento
    Experimente técnicas como a respiração profunda (por exemplo, o método 4-7-8: inspire contando até 4, segure por 7 e expire contando até 8) ou relaxamento muscular progressivo, onde você tensiona e relaxa cada grupo muscular do corpo.
    4. Escreva Seus Pensamentos
    Se sua mente estiver cheia de preocupações, anotar seus pensamentos pode ajudar a organizá-los e aliviar a ansiedade. Tente escrever sobre o que está causando sua preocupação ou faça uma lista das tarefas para o dia seguinte.
    5. Crie um Ambiente Propício para Dormir
    Certifique-se de que seu quarto seja confortável e tranquilo. Ajuste a temperatura, use cortinas blackout e considere o uso de ruído branco ou sons relaxantes para criar um ambiente propício ao sono.
    6. Pratique a Gratidão
    Antes de dormir, reflita sobre os aspectos positivos do seu dia, mesmo que sejam pequenos. A prática da gratidão pode ajudar a mudar o foco da mente para pensamentos mais positivos.
    7. Aceite a Incerteza
    Reconhecer que algumas coisas estão fora do seu controle pode ajudar a reduzir a ansiedade. Pratique aceitar a incerteza como parte da vida e concentre-se no presente.
    Se essas estratégias não forem suficientes ou se você continuar enfrentando dificuldades significativas com a ansiedade, considerar buscar apoio profissional pode ser uma boa opção. Um psicólogo pode ajudar a explorar as causas subjacentes da sua ansiedade e desenvolver um plano de tratamento adequado.
    Se precisar de mais informações ou orientações adicionais, estou à disposição para consultas!


  • Olá, gostaria de saber se a hipnose clínica é uma opção viável para o tratamento de fobia social. Se

    Olá, gostaria de saber se a hipnose clínica é uma opção viável para o tratamento de fobia social. Se sim, quanto tempo de tratamento ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    A hipnose clínica é uma opção viável para o tratamento da fobia social, oferecendo uma abordagem inovadora e eficaz. Essa técnica permite acessar o subconsciente, ajudando a identificar e desafiar crenças disfuncionais que contribuem para a ansiedade social. Através de sugestões positivas e visualizações, a hipnose pode promover mudanças significativas na maneira como a pessoa interpreta e reage a situações sociais.
    O tempo de tratamento pode variar, mas muitos pacientes começam a notar melhorias em poucas sessões. Em média, cerca de seis a dez sessões são necessárias para observar resultados significativos, dependendo da gravidade da fobia e da disposição do paciente para o tratamento. A hipnose pode ser utilizada em conjunto com outras abordagens terapêuticas, como a terapia cognitivo-comportamental, para maximizar os benefícios.
    Além disso, a hipnose clínica é eficaz no alívio da ansiedade e do estresse, que são fatores-chave na fobia social. Técnicas de relaxamento profundo ajudam a acalmar a mente e o corpo, permitindo que o paciente gerencie melhor sua ansiedade em situações sociais desafiadoras.
    Se você está considerando essa abordagem, é importante procurar um profissional qualificado que tenha formação específica em hipnose clínica para garantir um tratamento seguro e eficaz. Estou à disposição para consultas adicionais caso precise de mais orientações ou apoio nesse processo.


  • É normal o psicólogo dar diagnóstico de depressão e afirmar que será necessário calmantes já na prim

    É normal o psicólogo dar diagnóstico de depressão e afirmar que será necessário calmantes já na primeira consulta do paciente?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    É compreensível que você esteja se perguntando sobre a normalidade de um psicólogo dar um diagnóstico de depressão e sugerir o uso de calmantes já na primeira consulta. Vamos esclarecer alguns pontos importantes sobre esse processo.
    Diagnóstico e Tratamento
    A capacidade do psicólogo para realizar diagnósticos de transtornos mentais, incluindo a depressão, é bem estabelecida. Durante a primeira consulta, eles podem avaliar os sintomas, histórico e experiências do paciente para chegar a uma hipótese diagnóstica.
    Embora um psicólogo possa identificar a necessidade de tratamento e sugerir que o paciente busque uma avaliação psiquiátrica para considerar o uso de medicamentos, apenas um médico, como um psiquiatra, pode prescrever medicamentos. O psicólogo pode recomendar que o paciente consulte um psiquiatra para discutir a possibilidade de usar antidepressivos ou calmantes, especialmente em casos mais graves.
    É comum que uma avaliação mais aprofundada seja necessária antes de estabelecer um diagnóstico definitivo e iniciar qualquer tratamento medicamentoso. O tratamento ideal geralmente envolve uma combinação de terapia psicológica e, se necessário, medicação.
    Considerações Finais
    Portanto, enquanto é normal que um psicólogo faça uma avaliação inicial e sugira a possibilidade de medicação, o encaminhamento para um psiquiatra para a prescrição é o passo apropriado. Se você ou alguém que você conhece está passando por essa situação, é importante seguir as orientações do profissional e buscar o suporte necessário para um tratamento eficaz.
    Se precisar discutir mais sobre isso ou explorar opções de apoio, estou disponível para ajudá-lo em uma consulta.


  • Quando vou a eventos (principalmente quando é algo como sair com amigos do namorado) me sinto ansios

    Quando vou a eventos (principalmente quando é algo como sair com amigos do namorado) me sinto ansiosa e como se todos estivessem me olhando e falando de mim. Além disso também me sinto sozinha e com medo mesmo cercada de muita gente e parece que preciso de atenção ou então ficar num canto sozinha em silêncio. Tenho isso desde os tempos de escola quando não me sentia a vontade no recreio lotado. Isso seria um tipo de transtorno caracterizado como fobia social? Ou apenas ansiedade?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    A situação que você descreve é bastante comum entre pessoas que enfrentam dificuldades em ambientes sociais e pode estar relacionada à fobia social. Este transtorno de ansiedade é caracterizado por um medo intenso e persistente de ser julgado, humilhado ou envergonhado em situações sociais. Os sintomas que você mencionou, como sentir-se observada, a ansiedade em eventos sociais e a sensação de solidão mesmo em meio a outras pessoas, são indicativos desse transtorno.
    A fobia social não se limita apenas à timidez; ela pode levar a uma evitação sistemática de situações sociais, resultando em um impacto significativo na qualidade de vida. Os sintomas físicos, como sudorese, tremores e palpitações, também são comuns e podem ocorrer quando a pessoa se sente exposta a situações onde acredita que será avaliada negativamente.
    É importante considerar que a fobia social pode ser tratada com eficácia através de abordagens terapêuticas, como a terapia cognitivo-comportamental (TCC) e, em alguns casos, a hipnose clínica. O tratamento geralmente envolve várias sessões e pode levar semanas ou meses para que os resultados sejam notados, dependendo da gravidade do transtorno e da resposta individual ao tratamento.
    Se você está se sentindo sobrecarregada por esses sentimentos, procurar um profissional qualificado para uma avaliação completa pode ser um passo importante. O tratamento adequado pode ajudar a desenvolver estratégias para lidar com a ansiedade e melhorar sua experiência em situações sociais. Estou à disposição para consultas adicionais caso precise de mais orientações ou apoio nesse processo.


  • Sinto coração acelerado do nada uma agonia dor no vão das costas e uma quentura no sangue porém esse

    Sinto coração acelerado do nada uma agonia dor no vão das costas e uma quentura no sangue porém esses sintomas são passageiros e geralmente quando minha menstruação vai embora fiz eletro e deu taquicardia sinusal o que é isso?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    A taquicardia sinusal é uma condição em que a frequência cardíaca ultrapassa 100 batimentos por minuto. Essa arritmia pode ser uma resposta fisiológica normal do corpo a diversas situações, como estresse, ansiedade, dor ou esforço físico. Os sintomas que você está experimentando, como coração acelerado, dor nas costas e sensação de calor, podem estar relacionados a essa condição.
    Sintomas e Causas
    Os sintomas comuns da taquicardia sinusal incluem:
    Sensação de batimentos cardíacos acelerados ou mais fortes.
    Desconforto no peito.
    Falta de ar.
    Tontura ou vertigem.
    Fadiga.
    Esses sintomas podem ser desencadeados por fatores como ansiedade, estresse emocional, desidratação ou consumo excessivo de cafeína. A sensação de algo "quente" no corpo também pode estar relacionada à resposta do organismo ao estresse ou à ansiedade.
    Relação com o Ciclo Menstrual
    É interessante notar que muitas mulheres relatam mudanças na frequência cardíaca e outros sintomas físicos durante diferentes fases do ciclo menstrual. Isso pode ser influenciado por flutuações hormonais que afetam o sistema nervoso e a resposta do corpo ao estresse.
    Importância da Avaliação Médica
    Embora a taquicardia sinusal geralmente não seja considerada uma condição grave, é importante monitorar os sintomas. Se você está experimentando episódios frequentes de taquicardia ou se os sintomas se intensificam, é aconselhável consultar um cardiologista. O médico pode realizar exames adicionais, como um eletrocardiograma (ECG), para avaliar melhor a saúde do seu coração e descartar outras condições.
    Considerações Finais
    É fundamental entender que a taquicardia sinusal pode ser uma resposta normal do corpo a diversos estímulos, mas se os sintomas forem persistentes ou preocupantes, buscar ajuda profissional é essencial para garantir um diagnóstico adequado e um plano de tratamento eficaz.
    Estou à disposição para consultas ou esclarecimentos adicionais sobre sua saúde e bem-estar.


  • Sou lesbica estou em um relacionamento a quase dois anos, somos bem diferentes de personalidades mas

    Sou lesbica estou em um relacionamento a quase dois anos, somos bem diferentes de personalidades mas nos gostamos. Hoje estávamos com a família dela organizando os preparativos para o virada do ano.
    Discutimos no carro sozinhas e ela me deu um tapa na perna que deixou marca. Eu nunca recebi uma agressão de nem um relacionamento antes, estou em choque, nunca esperava isso dela. Gosto dela mas isso me deixou em pedaços, ela já pediu desculpa mas eu não consigo nem ouvir a voz dela. Sei que gosto dela mas não sei oque fazer sobre isso, minha voltade é de ir embora e deixar ela sozinha com a família dela, mas meu caráter não deixa, mas toda a minha alegria acabou.
    Minha pergunta é como devo lidar com isso?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    Lidar com uma situação de agressão, mesmo que tenha sido um tapa na perna, pode ser muito difícil e confuso, especialmente em um relacionamento que você valoriza. É compreensível que você esteja se sentindo em choque e magoada. Aqui estão algumas orientações sobre como lidar com essa situação:
    Reconheça Seus Sentimentos
    Valide Suas Emoções: É normal sentir-se ferida, confusa e até mesmo traída após uma agressão. Seus sentimentos são válidos e merecem ser reconhecidos. Não se sinta culpada por estar chateada ou por precisar de tempo para processar o que aconteceu.
    Dê a Si Mesma um Tempo: É importante permitir-se um espaço para refletir sobre seus sentimentos antes de tomar qualquer decisão sobre o relacionamento. Às vezes, a clareza vem com o tempo.
    Comunique-se
    Converse Sobre o Que Aconteceu: Quando você se sentir pronta, considere ter uma conversa aberta e honesta com sua parceira sobre o que aconteceu. Expresse como você se sentiu em relação ao tapa e como isso afetou sua percepção do relacionamento.
    Estabeleça Limites: É fundamental discutir limites no relacionamento, especialmente em relação ao que é aceitável em termos de comportamento e comunicação. A agressão, mesmo que não intencional, é um sinal de que algo precisa ser abordado.
    Avalie o Relacionamento
    Reflita Sobre a Dinâmica: Pense sobre a dinâmica do seu relacionamento até agora. Existem outros comportamentos que te incomodam? A comunicação entre vocês é saudável? Avaliar esses aspectos pode ajudar a entender melhor a situação.
    Considere a Possibilidade de Terapia: Se ambos estiverem dispostos, a terapia de casal pode ser uma opção útil para trabalhar questões de comunicação e resolução de conflitos.
    Cuide de Si Mesma
    Priorize Seu Bem-Estar: Faça atividades que te tragam alegria e conforto, seja passar tempo com amigos, praticar hobbies ou simplesmente cuidar de si mesma.
    Busque Apoio: Conversar com amigos ou familiares sobre o que aconteceu pode ajudar a aliviar a carga emocional. Você também pode considerar procurar um terapeuta individual para explorar seus sentimentos mais profundamente.
    Conclusão
    Lidar com uma situação como essa não é fácil, e é normal sentir-se perdida ou confusa sobre o que fazer a seguir. Dê a si mesma o tempo e o espaço necessários para processar suas emoções e considere as opções disponíveis para você. Se precisar discutir mais sobre isso ou explorar opções de apoio, estou disponível para ajudá-la em uma consulta. O mais importante é priorizar seu bem-estar emocional e físico neste momento difícil.


  • Sou casada a 3anos com meu marido e brigando muito vai e volta sempre.o que eu faço? Entanto amo ele

    Sou casada a 3anos com meu marido e brigando muito vai e volta sempre.o que eu faço? Entanto amo ele demais! E eu acho que ele tbm mim ama... preciso de ajuda o que eu faço pra viver uma vida com ele sem brigas?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    Lidar com brigas frequentes em um relacionamento pode ser desafiador, mas existem estratégias que podem ajudar a melhorar a situação e promover uma convivência mais harmoniosa. Aqui estão algumas dicas que podem ser úteis:
    Comunicação Aberta
    Fale sobre seus sentimentos: Expresse como você se sente em relação às brigas e ao relacionamento. Use frases que comecem com "eu" para evitar acusações, como "Eu me sinto triste quando brigamos".
    Escolha o momento certo: Tente conversar sobre os problemas quando ambos estiverem calmos, evitando discussões acaloradas.
    Estabelecimento de Regras
    Defina regras para as discussões: Concordem em não gritar, não ofender e não usar palavras que possam machucar um ao outro. Isso ajuda a manter a conversa produtiva.
    Evite generalizações: Em vez de falar "você sempre faz isso", tente ser específico sobre o comportamento que está causando desconforto.
    Empatia e Compreensão
    Pratique a empatia: Tente se colocar no lugar do seu parceiro e entender suas emoções e perspectivas. Isso pode ajudar a reduzir a tensão durante as discussões.
    Reconheça os erros: Esteja disposta a admitir quando você está errada e peça desculpas. Isso pode abrir espaço para o perdão e a reconciliação.
    Foco na Solução
    Concentre-se no problema, não na pessoa: Aborde as questões específicas que precisam ser resolvidas, em vez de atacar o caráter do seu parceiro.
    Busque soluções juntos: Trabalhem em conjunto para encontrar soluções que atendam às necessidades de ambos, em vez de competir para ver quem está certo.
    Consideração da Ajuda Profissional
    Se as brigas persistirem e afetarem seriamente o relacionamento, considerar a terapia de casal pode ser uma opção valiosa. Um terapeuta pode ajudar a mediar as conversas e fornecer ferramentas para melhorar a comunicação e resolver conflitos.
    Lembre-se de que é normal haver desentendimentos em um relacionamento, mas o importante é como vocês lidam com essas situações. Com esforço mútuo e disposição para trabalhar juntos, é possível construir uma vida mais harmoniosa. Se precisar de mais apoio ou orientação, estou disponível para consultas e posso ajudá-la a explorar suas preocupações de forma mais aprofundada.


  • Procurei uma terapeuta para resolver um problema de relacionamento extraconjugal, que vinha me traze

    Procurei uma terapeuta para resolver um problema de relacionamento extraconjugal, que vinha me trazendo muito sofrimento. A partir da 3 sessão, sempre que tento desviar meus pensamentos da garota com a qual me envolvi, acabo tendo pensamentos de cunho excluisivamente eróticos com a minha terapeuta. Como devo proceder?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    É compreensível que você esteja enfrentando um momento desafiador em sua terapia, especialmente considerando a complexidade dos sentimentos que surgem em relação à sua terapeuta. Aqui estão algumas orientações sobre como proceder:
    Entendimento dos Pensamentos Eróticos
    Reconhecer os sentimentos é fundamental. É normal que, durante o processo terapêutico, surjam sentimentos intensos em relação ao terapeuta. Isso pode ser parte do que se chama de transferência, onde o paciente projeta sentimentos e desejos inconscientes em relação ao terapeuta.
    Explorar esses pensamentos durante as sessões é essencial. Falar abertamente sobre o que você está sentindo pode ajudar a entender melhor a origem desses pensamentos e como eles se relacionam com suas experiências emocionais e relacionamentos passados.
    Estratégias para Lidar com a Situação
    A comunicação aberta é crucial. Converse com sua terapeuta sobre esses pensamentos. Um bom terapeuta estará preparado para lidar com essa situação de maneira profissional e ética, ajudando você a explorar esses sentimentos sem julgamento.
    Tente focar no processo terapêutico. Redirecionar seu foco para os problemas subjacentes que levaram ao seu envolvimento extraconjugal pode ser útil. Isso pode incluir questões de intimidade, comunicação e satisfação no relacionamento atual.
    Refletir pessoalmente sobre o que esses pensamentos eróticos podem indicar sobre suas necessidades emocionais ou insatisfações em seu relacionamento pode ser uma oportunidade para um autoconhecimento mais profundo.
    Considerações Finais
    Se você sentir que essa situação está dificultando seu progresso na terapia, considere discutir a possibilidade de mudar para outro terapeuta, caso isso seja necessário. O mais importante é garantir que você se sinta seguro e confortável no ambiente terapêutico.
    Estou à disposição para consultas adicionais, caso você precise de mais orientações ou apoio nesse processo. Se precisar de mais ajuda ou tiver outras perguntas, estou aqui para ajudar!


  • Olá! Bom dia! Sabendo que embotamento afetivo é a incapacidade de sentir emoções, quais são os medic

    Olá! Bom dia! Sabendo que embotamento afetivo é a incapacidade de sentir emoções, quais são os medicamentos mais indicados para tratar esse transtorno?? A estimulação magnética transcraniana seria uma boa opção também??

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    O embotamento afetivo, caracterizado pela incapacidade de sentir emoções, pode ser um sintoma de diversos transtornos mentais e frequentemente está associado ao uso de certos medicamentos. Aqui estão as opções de tratamento e considerações sobre a estimulação magnética transcraniana (EMT):
    Medicamentos Indicados
    Antidepressivos:
    Inibidores Seletivos da Recaptação de Serotonina (ISRS): Medicamentos como sertralina, fluoxetina e escitalopram são comumente usados, mas podem causar embotamento emocional como efeito colateral em alguns pacientes45.
    Inibidores da Recaptação de Serotonina e Noradrenalina (IRSN): Medicamentos como venlafaxina e duloxetina também podem ser utilizados, embora possam ter efeitos semelhantes45.
    Antipsicóticos:
    Antipsicóticos atípicos, como risperidona, olanzapina, e quetiapina, são frequentemente utilizados para tratar sintomas psicóticos e podem ajudar no embotamento afetivo associado a condições como esquizofrenia12.
    Estabilizadores de Humor:
    Medicamentos como lítio, valproato e carbamazepina são usados principalmente no tratamento do transtorno afetivo bipolar, mas também podem ser considerados dependendo da apresentação clínica17.
    Estimulação Magnética Transcraniana (EMT)
    A estimulação magnética transcraniana é uma técnica não invasiva que tem mostrado benefícios no tratamento de transtornos depressivos, especialmente em casos resistentes ao tratamento. Embora a EMT tenha sido utilizada com sucesso para tratar a depressão, sua eficácia específica para o embotamento afetivo ainda está sendo estudada. Ela pode ser considerada uma opção adicional ou complementar ao tratamento medicamentoso, especialmente se os medicamentos não estiverem proporcionando alívio adequado dos sintomas13.
    Considerações Finais
    É fundamental que qualquer tratamento seja supervisionado por um profissional de saúde mental qualificado, como um psiquiatra, que pode avaliar a situação específica do paciente e ajustar o tratamento conforme necessário. O embotamento afetivo pode ser complexo e multifacetado, exigindo uma abordagem personalizada para cada indivíduo. Se você ou alguém que você conhece está lidando com esses sintomas, buscar ajuda profissional é um passo importante.


  • Oi,tenho muita ansiedade e já fui diagnosticado com transtorno de ansiedade e tenho vontade de fazer

    Oi,tenho muita ansiedade e já fui diagnosticado com transtorno de ansiedade e tenho vontade de fazer xixi em minutos mais sai pouca urina,quando estou distraído não acontece nada e sempre que lembro volta tudo,tento pensar que isso é só da minha cabeça,mas ai vem os pensamentos negativos involuntários dizendo que não vou conseguir esquecer isso e que não vai passar,fico martelando o dia todo isso.Oque posso fazer para parar com Isso?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    A vontade frequente de urinar, especialmente em momentos de ansiedade, pode estar relacionada a um quadro de ansiedade patológica. Quando você está ansioso, o corpo pode reagir de maneiras que incluem a necessidade urgente de ir ao banheiro, mesmo que a quantidade de urina seja pequena. Isso pode ser frustrante e desconfortável, especialmente quando você percebe que a vontade de urinar aumenta à medida que se concentra nisso.
    Aqui estão algumas estratégias que podem ajudar a lidar com essa situação:
    1. Pratique Técnicas de Relaxamento
    Exercícios de respiração profunda, meditação e mindfulness podem ajudar a reduzir a ansiedade e, consequentemente, a frequência da vontade de urinar. Tente dedicar alguns minutos do seu dia para relaxar e se concentrar na respiração.
    2. Treinamento da Bexiga
    Considere estabelecer um horário regular para ir ao banheiro, mesmo que não sinta vontade. Isso pode ajudar a treinar sua bexiga e reduzir a urgência. Gradualmente, você pode aumentar o intervalo entre as idas ao banheiro.
    3. Evite Estímulos
    Reduzir o consumo de cafeína e álcool pode ajudar a diminuir a irritação da bexiga e reduzir a urgência urinária. Além disso, evite beber grandes quantidades de líquidos antes de sair ou em situações que você sabe que podem causar ansiedade.
    4. Foco em Atividades Distrativas
    Quando você sentir vontade de urinar, tente se distrair com outra atividade ou pensamento. Quanto mais você se concentrar na vontade de ir ao banheiro, mais intensa ela pode parecer.
    5. Considere Apoio Profissional
    Se a situação persistir e estiver afetando sua qualidade de vida, buscar ajuda profissional pode ser essencial. Um psicólogo pode ajudá-lo a trabalhar suas ansiedades e desenvolver estratégias para gerenciá-las.
    6. Exercícios do Assoalho Pélvico
    Exercícios como os de Kegel podem fortalecer os músculos do assoalho pélvico e melhorar o controle sobre a bexiga. Esses exercícios envolvem contrair e relaxar os músculos que controlam a micção.
    7. Avaliação Médica
    Se você ainda não fez isso, é importante consultar um médico para descartar qualquer condição médica subjacente que possa estar contribuindo para seus sintomas.
    Lembre-se de que é possível melhorar essa situação com o tempo e com as abordagens corretas. Buscar apoio e implementar algumas dessas estratégias pode ajudar a aliviar sua ansiedade e o desconforto associado à vontade frequente de urinar.


  • Ha 2 meses estou com despersonalizaçao meio fraca,tenho medo de ficar assim para sempre,fico o dia i

    Ha 2 meses estou com despersonalizaçao meio fraca,tenho medo de ficar assim para sempre,fico o dia inteiro ruminando pensamentos sobre isso,penso que pode ser algo pior,ou nunca melhorar,oque posso fazer pra voltar a ser quem eu era ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    A despersonalização é um transtorno mental no qual a pessoa sente um distanciamento do próprio corpo e pensamentos, como se fosse um observador externo da sua vida. Junto a ela, pode ocorrer a desrealização, onde o ambiente parece irreal ou artificial. É comum que esses sintomas causem grande incômodo e afetem o dia a dia.

    Sentir-se apreensivo com a persistência da despersonalização é compreensível. O transtorno pode ser desencadeado por estresse grave, ansiedade, depressão, uso de substâncias ou eventos traumáticos.

    Para lidar com essa situação e buscar uma melhora, as seguintes medidas podem ser úteis:

    Procure avaliação profissional: Um profissional de saúde mental pode diagnosticar corretamente a causa dos seus sintomas e descartar outras condições médicas.

    Psicoterapia: A terapia cognitivo-comportamental (TCC) é uma abordagem eficaz para identificar e reestruturar padrões de pensamento disfuncionais. Técnicas comportamentais também podem ajudar a direcionar o foco para atividades que o distraiam da sensação de irrealidade.

    Técnicas de ancoragem: Utilize os cinco sentidos (audição, tato, olfato, paladar e visão) para se sentir mais conectado consigo e com o mundo ao seu redor. Tocar música alta ou segurar um cubo de gelo são exemplos.

    Gerenciamento do estresse: Pratique técnicas de relaxamento, como mindfulness, meditação e ioga.

    Estilo de vida saudável: Exercite-se regularmente, mantenha uma dieta equilibrada e garanta um sono adequado.

    Evite substâncias: Abstenha-se do uso de álcool e drogas recreativas, pois podem agravar os sintomas.

    Lembre-se que algumas pessoas se recuperam da despersonalização ao saírem de situações de estresse, mas outras precisam de ajuda profissional para evitar que o problema se torne crônico. O tratamento geralmente envolve uma combinação de psicoterapia e, em alguns casos, medicamentos.

    Se você está enfrentando esses desafios, disponibilizo-me para uma consulta, onde poderemos aprofundar suas preocupações e delinear um plano de tratamento individualizado.


  • Existe laudo para fobia social? Se sim, qual profissional pode emitir esse documento, psiquiatra, ps

    Existe laudo para fobia social? Se sim, qual profissional pode emitir esse documento, psiquiatra, psicólogo ou os dois?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    Sim, existe laudo para fobia social, e tanto o psiquiatra quanto o psicólogo podem emitir esse documento. O laudo é um resultado de uma avaliação profissional que descreve o diagnóstico do transtorno e pode ser necessário em diferentes contextos, como para tratamentos ou solicitações de apoio.
    Ambos os profissionais têm a capacidade de diagnosticar a fobia social, mas a abordagem pode variar. O psiquiatra pode fornecer um diagnóstico médico e prescrever medicamentos se necessário, enquanto o psicólogo pode utilizar testes e avaliações psicológicas para corroborar o diagnóstico e oferecer terapia.
    É importante também considerar o propósito do laudo, pois isso pode influenciar qual profissional é mais adequado para emiti-lo. Se você está buscando um laudo para fins administrativos, judiciais ou médicos, é essencial discutir isso com o profissional que você escolher.
    Se você ou alguém que você conhece está enfrentando dificuldades relacionadas à fobia social, estou à disposição para consultas e posso ajudar a encontrar o tratamento adequado. Você não está sozinho nessa jornada, e há apoio disponível para ajudá-lo a se sentir melhor.


  • Bom dia! Meu nome Carlos sou muito nervoso gostaria de tratamento mas não sei pó onde começar?

    Bom dia!
    Meu nome Carlos sou muito nervoso gostaria de tratamento mas não sei pó onde começar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    Psicanálise
    A psicanálise é uma abordagem profunda e eficaz para tratar o nervosismo e a ansiedade. Essa terapia busca explorar as causas inconscientes que podem estar gerando os seus sintomas. Muitas vezes, o nervosismo está relacionado a conflitos internos não resolvidos ou experiências passadas que influenciam suas emoções no presente.
    Durante as sessões psicanalíticas, você terá a oportunidade de falar livremente sobre seus pensamentos, sentimentos e memórias. O analista ajudará a identificar padrões emocionais e comportamentais que podem estar contribuindo para o seu nervosismo. O objetivo é trazer esses conteúdos inconscientes à consciência, promovendo autocompreensão e alívio emocional.
    Esse processo pode levar algum tempo, mas é extremamente transformador, pois atua na raiz do problema, ao invés de apenas aliviar os sintomas.
    Medicamentos (Quando Necessário)
    Embora a psicanálise seja uma abordagem não medicamentosa, em casos em que os sintomas de nervosismo e ansiedade sejam muito intensos, pode ser necessário buscar a avaliação de um psiquiatra. Ele poderá prescrever medicamentos para ajudar a estabilizar os sintomas enquanto você trabalha nas causas profundas por meio da psicanálise. A combinação de ambas as abordagens é bastante eficaz.
    Atividades Complementares
    Como complemento à psicanálise, práticas que ajudam a regular o sistema nervoso podem ser muito úteis:
    Atividades físicas regulares, como caminhadas ou exercícios leves, ajudam a liberar endorfinas e reduzem os níveis de estresse.
    Técnicas de respiração profunda e relaxamento auxiliam no controle imediato do nervosismo.
    Momentos de introspecção, como escrever sobre seus sentimentos ou praticar mindfulness, podem complementar o trabalho terapêutico.
    Estilo de Vida
    Manter uma rotina equilibrada é fundamental. Tente priorizar o sono adequado, uma alimentação saudável e momentos de lazer. Evitar estimulantes como cafeína em excesso também pode ajudar a reduzir o nervosismo.
    Próximos Passos
    Se você está buscando um profissional para iniciar seu processo terapêutico, estou à disposição para consultas. Como especialista em psicanálise, posso ajudá-lo a explorar suas preocupações e desenvolver um plano de tratamento personalizado. Sinta-se à vontade para entrar em contato para agendar uma conversa ou tirar dúvidas sobre como podemos trabalhar juntos nesse processo.
    Estou aqui para apoiá-lo!


  • Medir a pressão várias vezes ao dia faz mal , porque sou muito ansiosa e por esse motivo eu verifico

    Medir a pressão várias vezes ao dia faz mal , porque sou muito ansiosa e por esse motivo eu verifico muitas vezes a pressão no meu aparelho digital , gostaria de saber se isso faz fica cada vez mais ansiosa ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    Medir a pressão arterial várias vezes ao dia, especialmente se você já está ansiosa, pode de fato aumentar sua ansiedade. A prática de verificar a pressão com frequência pode criar um ciclo de preocupação, onde você mede a pressão, observa resultados que podem ser mais altos do que o esperado e, em seguida, fica ainda mais ansiosa.
    A ansiedade pode causar um aumento temporário da pressão arterial. Quando você mede a pressão e vê números elevados, isso pode reforçar sua preocupação com a saúde, levando a um estado contínuo de estresse e ansiedade. Essa situação pode se tornar um ciclo vicioso: a ansiedade aumenta a pressão arterial, e a medição frequente da pressão leva a mais ansiedade.
    Além disso, é importante lembrar que a pressão arterial pode variar naturalmente ao longo do dia devido a diversos fatores, como atividade física, alimentação e emoções. Portanto, medir a pressão repetidamente pode resultar em leituras que não refletem sua saúde geral.
    Para evitar esse ciclo de ansiedade:
    Defina horários específicos para medir a pressão: Em vez de medir várias vezes ao dia, escolha um momento fixo para verificar sua pressão. Isso pode ajudar a reduzir a compulsão de medir constantemente.
    Confie no seu médico: Se você está preocupada com sua pressão arterial, confie nos exames realizados por profissionais de saúde. Se não houver sinais de hipertensão em medições regulares, pode ser útil diminuir a frequência das aferições em casa.
    Considere buscar apoio psicológico: Um terapeuta pode ajudá-la a lidar com os sentimentos de ansiedade e desenvolver estratégias para gerenciar suas preocupações sobre saúde.
    Se os sintomas persistirem ou se tornarem mais intensos, é aconselhável consultar um médico para uma avaliação mais detalhada. Estou à disposição para consultas ou esclarecimentos adicionais sobre como lidar com esses sentimentos e comportamentos.


  • Olá, tenho 24 anos. Tenho pensamentos ruins que envolvem homicídios e ultimamente tá muito dificil d

    Olá, tenho 24 anos. Tenho pensamentos ruins que envolvem homicídios e ultimamente tá muito dificil de controla-los, é como existisse uma outra pessoa dentro de mim. A psicoterapia pode ajudar esses pensamentos sumirem ou pelo menos reduzirem?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    Sim, a psicoterapia pode ajudar a lidar com pensamentos ruins, incluindo aqueles que envolvem homicídios. Muitas pessoas que experimentam esses pensamentos encontram alívio e estratégias para gerenciá-los por meio da terapia.
    Como a Psicoterapia Pode Ajudar
    Identificação dos Pensamentos: Um psicólogo pode ajudar a identificar a origem desses pensamentos e como eles afetam sua vida. Compreender o que está por trás desses sentimentos é um passo importante para controlá-los.
    Técnicas de Controle: Terapias como a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) são eficazes para lidar com pensamentos intrusivos. A TCC ensina a questionar e reestruturar padrões de pensamento disfuncionais, ajudando a reduzir a intensidade dos pensamentos perturbadores.
    Exploração Emocional: A terapia oferece um espaço seguro para explorar emoções subjacentes que podem estar contribuindo para esses pensamentos, como raiva, frustração ou medo.
    Desenvolvimento de Estratégias de Enfrentamento: O terapeuta pode trabalhar com você para desenvolver estratégias práticas que ajudem a lidar com esses pensamentos quando surgirem, promovendo uma maior sensação de controle.
    É importante lembrar que ter esses pensamentos não significa que você deseja agir de acordo com eles. Muitas vezes, esses são pensamentos intrusivos que surgem sem aviso e podem ser desconfortáveis. Buscar ajuda profissional é um passo positivo e pode levar a melhorias significativas na sua qualidade de vida.
    Se você estiver pronto para iniciar esse processo ou precisar de mais informações sobre como encontrar um terapeuta, estou disponível para ajudar.


Perguntas frequentes

Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.