Perguntas do paciente (1112)

  • As vezes eu imagino o acontecimento. Como por exemplo : alguma garota que gostaria de conhecer, ai c

    As vezes eu imagino o acontecimento. Como por exemplo : alguma garota que gostaria de conhecer, ai crio uma história na cabeça como se gente estivesse conversando. Eu imaginando que eu falaria tal coisa e ela responderia tal coisa. Isso estaria enquadrado em qual sintoma ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    Imaginar cenários e criar histórias na cabeça sobre interações sociais, como conversar com uma garota que você gostaria de conhecer, pode ser um comportamento comum e não necessariamente indicativo de um problema mental. Esse tipo de imaginação pode ser visto como uma forma de processamento emocional ou uma maneira de lidar com a ansiedade social.
    No entanto, se você percebe que essa imaginação se torna excessiva ou interfere em sua vida cotidiana, pode ser útil considerar algumas questões. A dificuldade em interagir socialmente, a preferência por se isolar e a criação de cenários fictícios podem estar relacionados a transtornos como a ansiedade social ou até mesmo o autismo leve.
    Pessoas com autismo leve podem ter dificuldades em situações sociais e podem usar a imaginação como uma forma de entender ou ensaiar interações que consideram desafiadoras. Embora isso não signifique necessariamente que você tenha autismo, é importante refletir sobre como esses comportamentos afetam sua vida e seu bem-estar.
    Se essas experiências estão causando angústia ou dificultando suas interações sociais, procurar a ajuda de um profissional de saúde mental pode ser um passo positivo. Um terapeuta pode ajudar a explorar esses sentimentos e desenvolver estratégias para melhorar suas habilidades sociais e lidar com a ansiedade.


  • Bom dia, sou um rapaz, 20 anos e fui diagnosticado com depressão e TAG em 2013 depois de uma mudança

    Bom dia, sou um rapaz, 20 anos e fui diagnosticado com depressão e TAG em 2013 depois de uma mudança bem traumática de cidade e desde 2015, tomei praticamente todos os ISRS e ISRSN disponíveis no mercado brasileiro, com pouca ou nenhuma melhora. Os principais sintomas sempre foram: tristeza, falta de vontade em realizar atividades, irritação, crises de choro, insônia, pânico, ansiedade extrema (premeditar 1 milhão de possibilidades para o futuro e ficar relembrando detalhes do passado), baixa concentração (não conseguia ler e fazer cálculos direito), pensamentos acelerados e obsessivos (sempre pensando em uma coisa atrás da outra ou em coisas que já aconteceram). Do meio pro final do ano passado, fiquei completamente apático. Não consigo chorar, não tenho libido, não sinto empolgação, não consigo assistir um filme ou qualquer atividade de lazer e nenhum acontecimento bom faz diferença pro meu cérebro. É como se eu tivesse parado de sentir emoções. Se no começo da depressão (em 2013) eu sentia principalmente tristeza, chorava etc, agora não consigo sentir tristeza, só restou um vazio que, pelo que eu pesquisei, é chamado de anedonia. Minha psiquiatra continua querendo empurrar ISRS e ISRSN e eles só pioram a minha anedonia. Alguma abordagem que eu poderia sugerir para um outro psiquiatra? Já pensei em: antipsicóticos, antiparkinsonianos ou outra substância que tenha relação com os receptores de dopamina, pois parece que o centro de recompensa do meu cérebro "se desligou", fora os outros sintomas antigos da depressão. Preciso urgentemente de ajuda, pois apesar de não ter pensamentos suicidas intensos, não consigo ver sentido em viver desse jeito, praticamente no piloto automático.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    Considerando seu histórico de depressão e TAG desde 2013, a falta de resposta aos ISRS e ISRSN, e o desenvolvimento de anedonia, é compreensível que você esteja buscando alternativas. É válido explorar outras abordagens com um novo psiquiatra. Aqui estão algumas opções que você pode discutir:

    O acompanhamento psicológico é fundamental para trabalhar pensamentos disfuncionais e emoções que causam prejuízo, promovendo bem-estar a médio e longo prazo. A psicanálise pode ser uma abordagem eficaz para explorar os conflitos internos que podem estar contribuindo para a sua depressão.

    Dada a sua suspeita de que o centro de recompensa do seu cérebro está "desligado", conversar sobre medicações que afetam a dopamina é razoável. Algumas opções incluem:

    Antipsicóticos atípicos: Alguns antipsicóticos, em doses baixas, podem aumentar a dopamina e ajudar na anedonia.

    Outras medicações: Existem outras medicações que podem influenciar os níveis de dopamina, mas devem ser consideradas e prescritas por um psiquiatra.

    Outras opções medicamentosas incluem antidepressivos tricíclicos (ATC) ou Inibidores da Monoamina Oxidase (IMAO), que são antidepressivos mais antigos que podem ser considerados se os ISRS e ISRSN não forem eficazes, e estimulantes que, em alguns casos, podem ser usados para aumentar a energia e motivação, mas devem ser usados com cautela.

    É crucial que qualquer mudança na medicação seja feita sob supervisão médica. Um novo psiquiatra poderá avaliar seu caso, considerar seu histórico detalhado e ajustar a medicação de acordo com suas necessidades individuais. Estudos têm demonstrado a eficácia da psicanálise no tratamento de transtornos de ansiedade, depressão e outros problemas emocionais. A psicanálise é muito eficiente no tratamento da ansiedade.

    Se você está enfrentando esses desafios, disponibilizo-me para uma consulta, onde poderemos aprofundar suas preocupações e delinear um plano de tratamento individualizado com foco na psicanálise.


  • Desde criança, nunca gostei de andar na companhia de outras pessoas. Brincava com as crianças que já

    Desde criança, nunca gostei de andar na companhia de outras pessoas. Brincava com as crianças que já conhecia, mas na escola não falava com quase ninguém ,preferia ficar no meu canto. Nunca falei em público, não terminei a faculdade pra não fazer o TCC. Qdo criança e até hj, não gosto de abraçar e dar parabéns pra ninguém, até mesmo meus filhos, pais e esposo. Não gosto de receber visitas, só mesmo qdo vou dar uma festinha e vou beber, então pra mim é mais fácil. Sinto que me escondo atrás da bebida.No trabalho, não gosto de conversar. Tem muitas outras coisas que me impedem de ter uma vida normal, Será que tenho autismo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    É compreensível que você esteja refletindo sobre suas experiências e considerando a possibilidade de ter autismo, especialmente dado o histórico que você compartilhou. O autismo é um espectro, e cada pessoa pode apresentar uma combinação única de características. Aqui estão alguns pontos a considerar:
    Características Comuns do Autismo
    Dificuldades na Interação Social: Muitas pessoas no espectro do autismo têm dificuldades em interagir socialmente, o que pode incluir evitar conversas, preferir estar sozinhas ou ter dificuldades em entender normas sociais.
    Preferência por Rotinas: A preferência por ficar em casa ou evitar novas situações sociais pode ser uma característica comum.
    Sensibilidade a Contato Físico: A aversão a abraços e a proximidade física com outras pessoas também é algo que muitas pessoas autistas relatam.
    Desconforto em Situações Sociais: Sentir-se mais confortável em situações onde há consumo de álcool pode indicar uma tentativa de aliviar a ansiedade social.
    Reflexão Sobre Suas Experiências
    Embora suas experiências possam ressoar com características do autismo, é importante lembrar que apenas um profissional qualificado pode fazer um diagnóstico. Outras condições, como transtornos de ansiedade ou fobia social, também podem levar a comportamentos semelhantes.
    O Que Fazer a Seguir
    Buscar Avaliação Profissional: Considerar consultar um psicólogo ou psiquiatra que tenha experiência em diagnósticos de autismo e outras condições relacionadas. Eles podem fornecer uma avaliação abrangente e ajudar a entender melhor suas experiências.
    Explorar Terapias: A terapia pode ser útil para desenvolver habilidades sociais, lidar com a ansiedade e encontrar maneiras de se sentir mais confortável em situações sociais.
    Conectar-se com Grupos de Apoio: Participar de grupos de apoio para pessoas que enfrentam desafios semelhantes pode ser uma maneira valiosa de compartilhar experiências e aprender com os outros.
    Autoconhecimento: Continuar explorando seus sentimentos e comportamentos pode ajudar a identificar o que funciona melhor para você em termos de interação social e conforto pessoal.
    Conclusão
    É importante lembrar que cada pessoa é única e que as experiências são variadas. Buscar ajuda profissional é um passo fundamental para entender melhor sua situação e encontrar estratégias que possam ajudá-la a ter uma vida mais satisfatória e conectada. Se precisar de mais informações ou orientações sobre como iniciar esse processo, estou aqui para ajudar!


  • Eu quero sair pra trabalhar fora uma viagem de uns quatro dias e eu estou sentido uma desanimo e uma

    Eu quero sair pra trabalhar fora uma viagem de uns quatro dias e eu estou sentido uma desanimo e uma fraqueza, o que eu faso? Que me aconselham?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    Considerando o desânimo e a fraqueza que você está sentindo antes de uma viagem de trabalho de quatro dias, aqui estão algumas sugestões:

    Avalie seus sentimentos: Reconheça que sentir ansiedade antes de uma viagem é comum. Entenda que esses sentimentos são temporários e controláveis.

    Organize-se:

    Faça uma lista de tudo o que precisa ser feito antes da viagem, tanto para o trabalho quanto pessoalmente.

    Defina pequenas metas diárias para evitar se sentir sobrecarregado.

    Prepare seus itens essenciais, como passaporte e medicamentos, com antecedência.

    Pesquise sobre o destino: Informe-se sobre o local para onde vai viajar, incluindo a cultura e recursos disponíveis. Isso pode aumentar sua segurança e conforto.

    Cuide de si:

    Pratique atividades físicas para reduzir a tensão e o estresse.

    Use técnicas de respiração profunda para se acalmar.

    Mantenha uma rotina o mais normal possível.

    Estabeleça um propósito: Defina uma intenção clara para a sua viagem, seja para relaxar, explorar ou desconectar-se do estresse diário.

    Pratique a gratidão: Comece cada dia afirmando que boas coisas estão a caminho e agradeça pelas experiências positivas que espera ter.

    Considere ajuda profissional: Se o desânimo persistir, pode ser útil procurar um profissional para ajudar a gerenciar suas emoções e ansiedades. A terapia pode oferecer estratégias personalizadas para lidar com esses sentimentos.

    Se a viagem é importante para você, vá para a viagem.

    Se você está enfrentando esses desafios, disponibilizo-me para uma consulta, onde poderemos aprofundar suas preocupações e delinear um plano de tratamento individualizado.


  • Boa tarde, Eu namoro a 2 anos e três meses, no meu primeiro ano de namoro foi um sucesso, porém

    Boa tarde,

    Eu namoro a 2 anos e três meses, no meu primeiro ano de namoro foi um sucesso, porém desde o ano passados tivemos muitas brigas e discussões . Tanto eu quanto ele estamos esgotados, moramos longe, a distancia atrapalha bastante. No começo ate falamos em ter uma família, mas nos últimos meses não conseguimos ter um dialogo. Ele anda muito estressado, não tem paciência, não se coloca em meu lugar em determinadas situações. Eu sou sentimental, gosto de me sentir importante na vida das pessoas, ele esta fazendo eu me sentir uma pessoa horrível. O que devo fazer ? Acha que uma terapia ajudaria?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    Boa tarde! Lidar com desafios em um relacionamento, especialmente após um período inicial de sucesso, pode ser muito difícil. A distância, o estresse e a falta de comunicação podem contribuir significativamente para a tensão entre vocês. Aqui estão algumas sugestões sobre como abordar essa situação:
    Avaliação da Situação
    Reflexão Pessoal: Antes de tomar qualquer decisão, reflita sobre o que você realmente deseja para o relacionamento. Considere suas necessidades emocionais e se elas estão sendo atendidas.
    Identificação dos Problemas: Tente identificar os principais pontos de conflito. O que tem causado as brigas? Existem padrões que se repetem? Compreender as causas pode ajudar a abordar as questões de forma mais eficaz.
    Comunicação Aberta
    Converse com Ele: Tente ter uma conversa honesta e aberta sobre como você se sente. Escolha um momento calmo para discutir suas preocupações sem acusações. Use frases que comecem com "eu" para expressar como você se sente (por exemplo, "Eu me sinto triste quando...").
    Escuta Ativa: Esteja disposta a ouvir o que ele tem a dizer. Às vezes, a falta de paciência e compreensão pode ser resultado do estresse ou de outras pressões externas.
    Consideração da Terapia
    Terapia de Casal: A terapia pode ser uma opção valiosa para ajudar a resolver conflitos e melhorar a comunicação. Um terapeuta pode oferecer um espaço seguro para que ambos expressem seus sentimentos e preocupações, além de fornecer ferramentas para lidar com os desafios do relacionamento.
    Avaliação do Futuro
    Pense no Futuro: Se ambos ainda têm interesse em construir uma vida juntos, é importante discutir o que cada um espera do relacionamento e como podem trabalhar juntos para superar esses desafios.
    Defina Limites: Se a situação não melhorar e você continuar se sentindo mal em relação ao relacionamento, pode ser necessário considerar se esse é o melhor caminho para você. Lembre-se de que você merece estar em um relacionamento onde se sinta valorizada e respeitada.
    Conclusão
    Mudanças significativas exigem esforço de ambas as partes. Se você acredita que ainda há amor e potencial para o relacionamento, vale a pena investir tempo na comunicação e na busca por soluções. Se precisar de mais apoio ou orientação sobre como proceder, estou aqui para ajudar.


  • Meu marido se isola principalmente quando algo não sai como ele quer .Ele só se responsabiliza pelo

    Meu marido se isola principalmente quando algo não sai como ele quer .Ele só se responsabiliza pelo trabalho a parte financeira a casa e os filhos fica por minha conta e brigo se algo da errado quanto a mim ele não se importa nem um pouco. Que aconselham?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    O comportamento do seu marido, que se isola quando as coisas não saem como ele deseja e não se responsabiliza pelas tarefas relacionadas à casa e aos filhos, pode ser um sinal de dificuldades emocionais que ele está enfrentando. O isolamento emocional muitas vezes é causado por problemas de comunicação, falta de apoio mútuo e a incapacidade de lidar com o estresse e as frustrações.

    É importante considerar algumas abordagens para lidar com essa situação:

    Comunicação aberta: Tente estabelecer um diálogo honesto e aberto com ele sobre como você se sente em relação ao comportamento dele. Expresse suas preocupações sem acusá-lo, utilizando "eu" em vez de "você", para evitar que ele se sinta atacado.

    Identifique as causas do isolamento: Pergunte a ele sobre o que o faz se sentir assim. Às vezes, o isolamento pode ser uma resposta a sentimentos de inadequação ou estresse. Compreender as raízes desse comportamento pode ajudar a encontrar soluções.

    Incentive a responsabilidade compartilhada: Discuta a importância da divisão de responsabilidades na família. Isso pode incluir tarefas domésticas e cuidados com os filhos. Um equilíbrio nas responsabilidades pode aliviar a pressão sobre ambos.

    Busque apoio profissional: Se o comportamento dele persistir e afetar o relacionamento, considerar a terapia de casal pode ser uma opção. Um terapeuta pode ajudar ambos a entender melhor as dinâmicas do relacionamento e a melhorar a comunicação.

    Cuide de si mesma: É fundamental que você também cuide de sua saúde emocional. Envolva-se em atividades que lhe tragam prazer e busque apoio em amigos ou familiares.

    Essas estratégias podem ajudar a melhorar a dinâmica entre vocês e promover um ambiente mais saudável no relacionamento.

    Se você está enfrentando esses desafios, disponibilizo-me para uma consulta, onde poderemos aprofundar suas preocupações e delinear um plano de tratamento individualizado.


  • A algum tempo eu sinto que não me encaixo no "meu" grupo de amigos, sinto que eles não me querem por

    A algum tempo eu sinto que não me encaixo no "meu" grupo de amigos, sinto que eles não me querem por perto, que não gostam de mim, eu perdi um pouco de motivação mas dempre gostei de ficar bem isolado e recentemente no meio de uma aula eu fiquei pensando em querer morrer, em querer sumir, isso seria algo relacionado com depressão?
    Obs: eu já pensei em sumir algumas vezes, mas em morrer foi a primeira vez

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    Sim, o que você está sentindo pode estar relacionado com depressão. A ideação suicida, ou seja, pensar em querer morrer ou sumir, é um sintoma importante e que merece atenção. Outros sintomas que você descreve, como a sensação de não se encaixar no seu grupo de amigos, sentir que não te querem por perto, e a perda de motivação, também podem indicar um quadro depressivo.

    Outros sintomas comuns de depressão na adolescência incluem:

    Tristeza

    Irritabilidade

    Ansiedade

    Alterações de humor

    Cansaço constante

    Falta de interesse ou prazer nas atividades diárias

    Problemas de memória e concentração

    Alterações no sono e no apetite

    Sentimento de culpa

    Isolamento social

    É importante procurar ajuda profissional para que um médico ou psicólogo possa avaliar seus sintomas e fazer um diagnóstico preciso. O tratamento para depressão na adolescência geralmente envolve psicoterapia e, em alguns casos, o uso de medicamentos antidepressivos.

    Se você está tendo pensamentos suicidas, procure ajuda imediatamente. Você pode conversar com alguém de confiança, como um familiar ou amigo, ou procurar um profissional de saúde mental. Você também pode entrar em contato com o Centro de Valorização da Vida (CVV), através do telefone 188, para conversar com um voluntário.

    Se você está enfrentando esses desafios, disponibilizo-me para uma consulta, onde poderemos aprofundar suas preocupações e delinear um plano de tratamento individualizado.


  • Concretizar metas num esforço tem estabilidade? É possível que a maioria das pessoas com mentalidade

    Concretizar metas num esforço tem estabilidade? É possível que a maioria das pessoas com mentalidades diferentes estejam focando em algo nos fatores ambientais relacionado a ponto de se tornarem eficientes em tais objetivos saudáveis?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    Concretizar metas em um esforço pode, de fato, trazer estabilidade, especialmente quando essas metas são bem definidas e alinhadas com os valores e interesses pessoais. A busca por objetivos saudáveis pode promover não apenas o bem-estar físico, mas também o emocional e psicológico.
    A eficiência na realização de metas pode ser influenciada por diversos fatores ambientais e individuais:
    Mentalidade: A mentalidade de uma pessoa, como a mentalidade de crescimento (que enfatiza a capacidade de aprender e se desenvolver), pode impactar sua abordagem em relação a desafios e metas. Pessoas com mentalidades diferentes podem ter formas variadas de enfrentar obstáculos e buscar soluções.
    Ambiente: O ambiente em que uma pessoa está inserida — incluindo suporte social, recursos disponíveis e condições de vida — desempenha um papel crucial na capacidade de atingir objetivos. Um ambiente positivo e encorajador pode facilitar a concretização de metas.
    Motivação e Autodisciplina: A motivação intrínseca, ou seja, a vontade interna de alcançar algo por conta do prazer ou satisfação que isso traz, é fundamental. Além disso, a autodisciplina ajuda a manter o foco e a persistência diante das dificuldades.
    Estratégias e Planejamento: Ter um plano claro e estratégias específicas para alcançar as metas pode aumentar a eficiência. Isso inclui definir etapas menores, monitorar o progresso e ajustar as abordagens conforme necessário.
    Portanto, é possível que pessoas com mentalidades diferentes se concentrem em fatores ambientais que as ajudem a se tornarem mais eficientes na busca por objetivos saudáveis. O reconhecimento dessas variáveis pode ser um passo importante para criar um caminho mais sólido em direção ao sucesso pessoal.


  • Sou bastante ansiosa o que faço pro meu apetite voltar , pois não sinto fome ?

    Sou bastante ansiosa o que faço pro meu apetite voltar , pois não sinto fome ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    A falta de apetite devido à ansiedade é uma experiência comum, pois o estresse e a preocupação podem afetar os sinais naturais do corpo que regulam a fome. Aqui estão algumas sugestões para ajudar a melhorar seu apetite durante esse período:
    Coma pequenas porções com mais frequência: Em vez de tentar fazer grandes refeições, opte por porções menores e mais frequentes ao longo do dia. Lanches leves, como frutas, iogurte e castanhas, podem ser mais fáceis de ingerir.
    Escolha alimentos agradáveis: Opte por alimentos que são fáceis de digerir e que você gosta. Alimentos frescos e nutritivos podem melhorar sua disposição e ajudar a regular o apetite.
    Pratique a alimentação consciente (Mindful Eating): Preste atenção plena ao comer, saboreando cada mordida. Isso pode ajudar a reconectar você com os sinais de fome e saciedade do seu corpo.
    Controle do estresse e relaxamento: Técnicas de relaxamento, como meditação, respiração profunda ou yoga, podem ajudar a reduzir a ansiedade e, consequentemente, restaurar seu apetite.
    Alimentos ricos em triptofano: Considere incluir alimentos que ajudam a aumentar os níveis de serotonina no cérebro, como ovos, nozes, peixes, bananas e sementes. Esses alimentos podem melhorar seu humor e apetite.
    Terapia para tratar a ansiedade: Se a ansiedade é a principal causa da falta de apetite, buscar terapia pode ser fundamental. A terapia psicanalítica pode ajudar a entender e trabalhar as emoções subjacentes que afetam seu apetite.
    Consideração de medicamentos: Se a falta de apetite e a ansiedade estiverem intensas, consulte um profissional para discutir opções de tratamento que podem incluir medicamentos ansiolíticos ou antidepressivos.
    Se a falta de apetite persistir por um longo período ou se estiver afetando significativamente sua saúde física e emocional, é importante procurar ajuda profissional. Lembre-se de que cuidar da alimentação deve ser uma forma de autocuidado, e gradualmente, ao tratar a ansiedade, você pode perceber uma melhora no apetite.


  • Eu tenho ansiedade, mas tenho dificuldade de diferenciar de sintomas da TPM, tristeza e estresse. Al

    Eu tenho ansiedade, mas tenho dificuldade de diferenciar de sintomas da TPM, tristeza e estresse. Alguns dias antes da menstruação eu fico extremamente irritada e com muita vontade de comer, e a partir do dia em que vem o corrimento eu perco totalmente a fome e fico ainda mais irritada e com dores na garganta por causa da tensão. Eu não tomo nenhum tipo de remédio e não faço acompanhamento psicológico, nem com um ginecologista. Devo atribuir esses sintomas apenas a TPM, ou é hora de procurar um psicólogo ou algo assim?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    A sua dúvida sobre a relação entre ansiedade, sintomas da TPM e a possibilidade de um transtorno é bastante pertinente. Os sintomas que você descreve, como irritabilidade, vontade de comer antes da menstruação e perda de apetite acompanhada de irritação e dor na garganta durante a menstruação, podem estar relacionados à Tensão Pré-Menstrual (TPM) ou até mesmo ao Transtorno Disfórico Pré-Menstrual (TDPM).
    Diferença entre TPM e TDPM: A TPM é caracterizada por uma variedade de sintomas físicos e emocionais que ocorrem antes da menstruação, incluindo irritabilidade, ansiedade e mudanças no apetite. Já o TDPM é uma forma mais severa da TPM, com sintomas que podem incluir alterações extremas de humor, depressão acentuada e ansiedade, afetando significativamente a qualidade de vida.
    A flutuação hormonal que ocorre durante o ciclo menstrual pode causar alterações no humor e no apetite, e isso pode ser exacerbado por fatores emocionais como estresse ou ansiedade. É importante observar se os seus sintomas são cíclicos e se ocorrem principalmente nos dias que antecedem a menstruação.
    O que fazer: Considerando que você está enfrentando dificuldades significativas com esses sintomas, pode ser útil procurar ajuda profissional. Um psicólogo pode ajudar a explorar suas emoções e desenvolver estratégias para lidar com a ansiedade, enquanto um ginecologista pode oferecer orientações sobre a TPM e o TDPM, além de discutir opções de tratamento.
    Registrar seus sintomas ao longo dos ciclos menstruais pode ser uma ferramenta valiosa para entender melhor sua situação e facilitar a conversa com os profissionais de saúde. Isso permitirá que eles tenham uma visão mais clara do que você está enfrentando.
    Se precisar de mais orientações ou apoio nessa jornada, estou à disposição para ajudar. Você não está sozinha, e há recursos disponíveis para melhorar sua qualidade de vida.


  • Olá! Tenho dificuldades para abordar outras pessoas, me expressar em público, demonstrar afeto e sou

    Olá! Tenho dificuldades para abordar outras pessoas, me expressar em público, demonstrar afeto e sou bastante inseguro. Também costumo ter a sensação de estar sempre sendo julgado pelas pessoas que me observam, o que me deixa bastante ansioso. Qual especialista devo procurar?

    Obrigado!

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    Para lidar com dificuldades de comunicação, insegurança em situações sociais e a sensação de estar sendo julgado, é recomendável procurar um psiquiatra ou um psicólogo especializado em transtornos de ansiedade, especialmente em fobia social.
    Psiquiatra: Um psiquiatra pode diagnosticar o transtorno de ansiedade social e avaliar a necessidade de tratamento medicamentoso, que pode incluir antidepressivos ou ansiolíticos para ajudar a controlar a ansiedade. O acompanhamento psiquiátrico é importante, especialmente se os sintomas forem intensos e estiverem impactando significativamente sua vida diária.
    Psicólogo: A terapia, como a psicanálise ou terapia cognitivo-comportamental (TCC), pode ser muito eficaz. A terapia ajudará você a explorar as raízes de suas inseguranças e desenvolver estratégias para enfrentar situações sociais. Um psicólogo pode trabalhar com você para melhorar suas habilidades de comunicação e autoconfiança.
    Ambos os profissionais podem oferecer suporte valioso e ajudar a criar um plano de tratamento personalizado. É importante buscar ajuda para melhorar sua qualidade de vida e suas interações sociais.


  • Tenho uma leve fobia social e tenho problemas de lidar com dois traumas de meu passado (uma traição

    Tenho uma leve fobia social e tenho problemas de lidar com dois traumas de meu passado (uma traição ha 7 anos e episódios de assalto/sequestro ha 5 anos).Normalmente estas coisas ficam dormentes em meu consciente mas em algumas épocas elas se tornam agudas. Qual tipo de terapia eu deveria procurar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    Para lidar com a leve fobia social e os traumas do passado, como a traição e os episódios de assalto/sequestro, a psicanálise pode ser uma abordagem valiosa. Essa forma de terapia se concentra em explorar os pensamentos, emoções e experiências passadas que podem estar influenciando seu comportamento e suas reações atuais. A psicanálise pode ajudar a trazer à tona questões inconscientes relacionadas aos traumas e permitir que você as processe de maneira mais profunda.
    Além disso, a terapia de exposição pode ser benéfica, pois permite que você enfrente suas ansiedades em um ambiente controlado. Essa técnica ajuda a dessensibilizar as reações emocionais associadas a situações que provocam medo, sendo útil para lidar com a fobia social.
    Se você estiver lidando com traumas específicos, como os que mencionou, pode ser interessante considerar terapias focadas em traumas, como a Terapia EMDR (Dessensibilização e Reprocessamento por Movimento Ocular), que é projetada para ajudar na recuperação de experiências traumáticas.
    É importante buscar um profissional de saúde mental que possa personalizar o tratamento de acordo com suas necessidades. Se você estiver enfrentando dificuldades significativas ou se os sintomas estiverem impactando sua vida diária, não hesite em procurar ajuda profissional.
    Estou aqui para ajudar caso você tenha mais perguntas ou precise de mais informações!


  • A Fobia Social tem tratamento através da psicanálise?

    A Fobia Social tem tratamento através da psicanálise?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    A fobia social pode ser abordada através da psicanálise, que se concentra em compreender as origens dos medos e ansiedades do paciente. Essa abordagem terapêutica permite explorar experiências e conflitos internos, muitas vezes inconscientes, que podem ter raízes na infância ou em interações interpessoais significativas. Durante as sessões, o paciente é incentivado a compartilhar seus pensamentos e emoções mais profundos, o que pode ajudar a identificar padrões de comportamento e crenças que alimentam a fobia social.
    A psicanálise busca promover um entendimento mais profundo de si mesmo, ampliando a autocompreensão e a liberdade emocional. Esse processo pode levar a uma transformação gradual e duradoura, ajudando o paciente a lidar com os sintomas da fobia social de maneira eficaz.
    Além disso, a psicanálise oferece um ambiente seguro e confidencial, onde o paciente pode explorar livremente seus pensamentos e sentimentos sem a interferência de questionários ou testes, como ocorre em outras abordagens terapêuticas. Essa exploração profunda é fundamental para resolver conflitos internos e melhorar a qualidade de vida.
    Embora a psicanálise seja uma opção valiosa, é importante lembrar que cada pessoa é única. Portanto, pode ser benéfico considerar uma combinação de abordagens terapêuticas, incluindo terapia cognitivo-comportamental (TCC) e suporte farmacológico, dependendo das necessidades individuais.
    Se você está considerando a psicanálise como um tratamento para fobia social, consultar um profissional qualificado pode ser um passo importante para iniciar esse processo. Estou à disposição para consultas adicionais caso precise de mais orientações ou apoio nesse processo.


  • Boa tarde. Tenho 21 anos e fui diagnosticada com transtorno bipolar. Fui internada por estar com muito

    Boa tarde. Tenho 21 anos e fui diagnosticada com transtorno bipolar. Fui internada por estar com muito medo de morrer de taquicardia e de q me
    machucariam, insonia, sem comer eu pensava que queriam pegar as minhas coisas, além da morte da minha avó um pouco antes. Esses sintomas são de bipolar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    Os sintomas que você descreve, como medo intenso de morrer, taquicardia, insônia, falta de apetite e preocupações obsessivas sobre a segurança e as intenções de outras pessoas, podem estar associados ao transtorno bipolar, especialmente durante episódios de mania ou depressão. O transtorno bipolar é caracterizado por mudanças extremas de humor que incluem episódios de euforia (mania) e episódios de depressão.
    Durante os episódios maníacos, as pessoas podem experimentar aumento da energia, irritabilidade, diminuição da necessidade de sono e pensamentos acelerados. Já nos episódios depressivos, os sintomas podem incluir tristeza profunda, perda de interesse em atividades, alterações no apetite e ideação suicida. Os sentimentos de medo e insegurança que você mencionou também podem ocorrer durante esses episódios.
    A morte da sua avó pode ter sido um evento desencadeante que contribuiu para o agravamento dos sintomas. O luto pode intensificar a vulnerabilidade emocional e agravar os sintomas do transtorno bipolar.
    É importante que você continue a buscar tratamento com um profissional qualificado, como um psiquiatra ou psicólogo, que pode ajudar a gerenciar esses sintomas e desenvolver estratégias para lidar com eles. O tratamento geralmente envolve uma combinação de terapia e medicação para estabilizar o humor e reduzir a intensidade dos sintomas.
    Se você sentir que seus sintomas estão se intensificando ou se estiver em crise, é fundamental procurar ajuda imediatamente. Estou à disposição para consultas adicionais caso precise de mais orientações ou apoio nesse processo.


  • Preciso descobrir porque parece que não pertenço a lugar nenhum, porque estou sempre quieta sem vontade

    Preciso descobrir porque parece que não pertenço a lugar nenhum, porque estou sempre quieta sem vontade de falar com ninguém, porque essa Angústia que sinto, essa vontade de explodir e pelo contrário me implodo? Porque nunca término nada que começo, porque tenho tanto medo de conflito?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    A sensação de não pertencer a lugar nenhum, o isolamento, a angústia e a dificuldade em concluir tarefas podem estar associados a um quadro de depressão ou outros transtornos emocionais. Esses sentimentos são comuns em pessoas que enfrentam dificuldades emocionais e podem ser um sinal de que você precisa de apoio.

    A depressão pode se manifestar de várias formas, incluindo:

    Tristeza persistente e falta de interesse em atividades que antes eram prazerosas.

    Dificuldade em se conectar com os outros e sentimentos de isolamento.

    Angústia intensa e vontade de "explodir", mas que se transforma em autossabotagem ou implosão emocional.

    Medo de conflitos, que pode levar à evitação de situações sociais ou à incapacidade de expressar suas necessidades.

    Esses sintomas podem impactar sua vida diária, suas relações e seu bem-estar geral. É fundamental buscar ajuda profissional para uma avaliação adequada. Um psicólogo ou psiquiatra pode ajudar a identificar as causas subjacentes desses sentimentos e desenvolver um plano de tratamento que pode incluir terapia, apoio emocional e, se necessário, medicação.

    Além disso, algumas estratégias que podem ajudar incluem:

    Reflexão pessoal: Tente entender melhor suas emoções e o que pode estar causando esses sentimentos. Manter um diário pode ser uma ferramenta útil.

    Conexões sociais: Embora você possa sentir vontade de se isolar, tentar manter contato com amigos ou familiares pode ajudar a aliviar a sensação de solidão.

    Atividades prazerosas: Envolva-se em atividades que você costumava gostar, mesmo que não sinta vontade. O simples ato de participar pode ajudar a melhorar seu estado emocional ao longo do tempo.

    Se você está enfrentando esses desafios, disponibilizo-me para uma consulta, onde poderemos aprofundar suas preocupações e delinear um plano de tratamento individualizado.


  • Olá sou uma pessoa indecisa, principalmente no que diz respeito a area profissional. As vezes tenho

    Olá sou uma pessoa indecisa, principalmente no que diz respeito a area profissional.
    As vezes tenho vontade de fazer uma faculdade mas alguns dias depois quero ser empreendedor, ja desejei
    ser palestrante, mas nunca consigo tomar uma decisão. O eu que faço?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    A indecisão que você descreve, especialmente em relação à sua área profissional, é uma experiência comum, principalmente quando se tem muitas ideias e interesses. A falta de clareza sobre qual caminho seguir pode gerar ansiedade e frustração, mas existem algumas estratégias que podem te ajudar a tomar decisões mais alinhadas com seus objetivos e valores:

    Autoanálise: Dedique um tempo para refletir sobre seus interesses, habilidades, valores e paixões. Pergunte-se o que realmente te motiva e o que você busca em uma carreira.

    Experimentação: Experimente diferentes áreas de interesse, seja através de cursos online, projetos voluntários, estágios ou conversas com profissionais que atuam nas áreas que te atraem. A experiência prática pode te ajudar a descobrir o que você realmente gosta e no que você se destaca.

    Defina seus critérios de decisão: Liste os fatores que são mais importantes para você em uma carreira, como salário, flexibilidade, desafios, oportunidades de crescimento, impacto social, etc.

    Consulte profissionais: Converse com um orientador de carreira ou terapeuta pode te ajudar a explorar suas opções, identificar seus pontos fortes e fracos, e desenvolver um plano de carreira que faça sentido para você.

    Analise as possibilidades: Busque informações sobre as diferentes carreiras que te interessam, incluindo o mercado de trabalho, as habilidades necessárias, a formação exigida e as perspectivas de futuro.

    Considere seus medos: Identifique seus medos e crenças limitantes em relação à tomada de decisão. Muitas vezes, o medo do fracasso, do julgamento ou de fazer a escolha errada pode te paralisar.

    Relativize suas opções: Lembre-se que a escolha de uma carreira não precisa ser definitiva. Você pode mudar de área, fazer cursos complementares, empreender em paralelo e reinventar sua trajetória profissional ao longo do tempo.

    Pequenos passos: Comece dando pequenos passos em direção aos seus objetivos. Faça um curso online, participe de um evento, converse com um profissional, leia um livro sobre o assunto.

    Lembre-se que a jornada de autoconhecimento e descoberta profissional é um processo contínuo. Permita-se experimentar, aprender com seus erros e acertos, e ajustar seu rumo ao longo do caminho.

    Se você está enfrentando esses desafios, disponibilizo-me para uma consulta, onde poderemos aprofundar suas preocupações e delinear um plano de tratamento individualizado.


  • Olá, gostaria de saber se a fobia social instalada já a muito tempo é mais difícil de tratar?

    Olá, gostaria de saber se a fobia social instalada já a muito tempo é mais difícil de tratar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    A fobia social, também conhecida como transtorno de ansiedade social, pode se tornar mais difícil de tratar se estiver instalada há muito tempo. Isso ocorre porque o tempo pode levar à cristalização dos comportamentos de evitação e dos padrões de pensamento negativos associados a essa condição.
    Fatores que Influenciam o Tratamento
    Cristalização dos Comportamentos: Quanto mais tempo a pessoa convive com a fobia social sem tratamento, mais enraizados se tornam os comportamentos de evitação e as crenças disfuncionais. Isso pode dificultar a superação do transtorno, pois a pessoa pode ter desenvolvido uma rotina que evita situações sociais, reforçando o medo e a ansiedade.
    História Pessoal: A trajetória de vida do indivíduo, suas experiências passadas e como ele lida atualmente com a fobia são fatores cruciais. Cada pessoa tem um processo único, e o engajamento no tratamento é fundamental para o sucesso.
    Tempo de Tratamento: Embora a fobia social possa ser tratada com sucesso em qualquer estágio, o tratamento pode ser mais prolongado se os sintomas não forem abordados rapidamente. O apoio psicológico é essencial para ajudar o paciente a desenvolver novas estratégias de enfrentamento e habilidades sociais.
    Abordagens de Tratamento
    O tratamento da fobia social geralmente envolve uma combinação de psicoterapia e, em alguns casos, medicação. A psicanálise é uma das abordagens que pode ser utilizada. Ela busca explorar os conflitos internos e as dinâmicas inconscientes que podem estar contribuindo para a ansiedade social. Através do processo terapêutico, o paciente pode ganhar insights sobre suas experiências passadas e como elas influenciam seu comportamento atual.
    Além disso, em casos mais severos, medicamentos como antidepressivos podem ser prescritos para ajudar a controlar a ansiedade. A combinação de medicação e terapia tende a ser mais eficaz.
    Considerações Finais
    Embora o tratamento da fobia social possa ser desafiador quando instalada há muito tempo, ele é possível e muitas vezes bem-sucedido. O importante é procurar ajuda profissional o quanto antes para iniciar um plano de tratamento adequado.
    Se você ou alguém que você conhece está lidando com essa condição, considere buscar um profissional de saúde mental qualificado para avaliação e orientação. Estou à disposição para consultas e para ajudar no processo de superação da fobia social.


  • Olá, ha mais de sete anos que vivo isolada do mundo pois tenho fobia social, me incomoda o contato

    Olá, ha mais de sete anos que vivo isolada do mundo pois tenho fobia social, me incomoda o contato até com as pessoas mais próximas, exemplos (cunhadas, tias, primos) Será que fazendo terapia seria possível eu me sentir confortável em público algum dia, visto que estou nessa situação a tanto tempo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    É compreensível que você se sinta apreensiva em relação ao contato social, especialmente após viver isolada por tanto tempo devido à fobia social. A boa notícia é que a terapia pode ser uma ferramenta eficaz para ajudá-la a se sentir mais confortável em público e a lidar com a ansiedade associada a interações sociais.
    A psicanálise pode ser uma abordagem valiosa para explorar as causas subjacentes da sua fobia social. Essa terapia permite que você compreenda melhor suas emoções, pensamentos e comportamentos, ajudando a identificar padrões que podem estar contribuindo para a sua ansiedade em situações sociais. A psicanálise frequentemente envolve uma reflexão profunda sobre experiências passadas e como elas influenciam suas reações no presente.
    Além da psicanálise, o acompanhamento psicológico pode incluir técnicas de relaxamento e estratégias de enfrentamento que podem ser úteis no dia a dia. Em alguns casos, o uso de medicamentos ansiolíticos ou antidepressivos pode ser recomendado para ajudar a controlar os sintomas de ansiedade, especialmente se eles forem severos. Um psiquiatra pode avaliar sua situação e discutir essas opções com você.
    É importante lembrar que cada pessoa é única e que o tratamento pode levar tempo. Com comprometimento e apoio profissional, muitas pessoas conseguem superar suas dificuldades sociais e melhorar significativamente sua qualidade de vida. Buscar ajuda é um passo fundamental para iniciar essa jornada de recuperação.
    Se você está pronta para dar esse passo, considere procurar um psicólogo ou psiquiatra em sua área. Você não está sozinha nessa luta, e há recursos disponíveis para ajudá-la a se sentir melhor e mais confiante em situações sociais.


  • Sempre fui uma pessoa organizada e pró-ativa, mas depois de passar por uma crise de pânico e vários

    Sempre fui uma pessoa organizada e pró-ativa, mas depois de passar por uma crise de pânico e vários ataques de ansiedade - motivo pelo qual iniciei um tratamento psiquiátrico que tem me ajudado muito - sinto que não consigo organizar meus pensamentos como antes. Fica tudo embaralhado. Como resolver?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    É comum sentir dificuldade em organizar os pensamentos após passar por crises de pânico e ataques de ansiedade, mesmo com o tratamento psiquiátrico em andamento. A ansiedade pode impactar a capacidade de concentração e clareza mental, resultando em uma sensação de desorganização.
    Para ajudar a recuperar sua organização mental, aqui estão algumas estratégias que podem ser úteis:
    Técnicas de Atenção Plena (Mindfulness): Práticas de mindfulness ajudam a focar no presente e a acalmar a mente. Meditações guiadas e exercícios de respiração podem ser eficazes para reduzir a ruminação e trazer mais clareza.
    Dividir Tarefas em Passos Menores: Quebrar grandes tarefas em etapas menores pode facilitar o gerenciamento. Faça listas simples e estabeleça prioridades, marcando as tarefas concluídas para sentir um senso de controle.
    Técnicas de Organização Mental: Utilize ferramentas como mapas mentais para organizar ideias visualmente ou listas de “brain dump” para liberar os pensamentos sem se preocupar com a ordem. Isso pode ajudar a clarear a mente.
    Exercícios Físicos: A atividade física é excelente para reduzir a ansiedade e melhorar a clareza mental. Exercícios regulares ajudam a liberar endorfinas, promovendo bem-estar.
    Estabelecer Limites para Pensamentos Anxiosos: Aprender a "desconectar" dos pensamentos ansiosos pode ser útil. Técnicas como reformulação cognitiva podem ajudar a interromper padrões negativos.
    Manter uma Rotina Estruturada: Ter horários regulares para acordar, dormir, trabalhar e relaxar pode trazer ordem ao dia a dia, reduzindo a sobrecarga mental.
    Falar com Seu Terapeuta: Continuar o acompanhamento psicológico é essencial. Converse com seu terapeuta sobre suas dificuldades atuais; eles podem oferecer técnicas específicas que ajudem na organização do pensamento.
    Se você sentir que precisa de suporte adicional ou quiser explorar essas estratégias em um ambiente seguro, estou à disposição para agendar uma consulta. Juntos, podemos trabalhar para recuperar sua clareza mental e bem-estar emocional.


  • Tenho fobia social muito grave, como faço pra me livrar deste problema? será o que existe algum exercício

    Tenho fobia social muito grave, como faço pra me livrar deste problema? será o que existe algum exercício ou outra maneira que posso praticar em casa para amenizar isso? tenho pavor de sair de casa, passo muito mal so de pensar em ter contato com alguém. me ajudem

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    A fobia social pode ser um desafio significativo, mas existem abordagens que podem ajudar a amenizar os sintomas e facilitar a superação desse problema. Aqui estão algumas estratégias e tratamentos que você pode considerar:
    Terapia
    A terapia é uma das opções mais eficazes para tratar a fobia social. A psicanálise pode ajudar a explorar as raízes emocionais e os conflitos subjacentes que contribuem para a sua ansiedade em situações sociais. Essa abordagem permite que você examine seus pensamentos e emoções mais profundos, ajudando a identificar padrões de comportamento que alimentam a fobia social.
    Exercícios Práticos
    Para praticar em casa, você pode começar com pequenos passos:
    Exposição Gradual: Inicie conversas com pessoas de confiança ou participe de atividades em grupo em ambientes familiares. Gradualmente, aumente a dificuldade das interações sociais.
    Técnicas de Relaxamento: Pratique respiração profunda, meditação ou mindfulness para ajudar a controlar a ansiedade em momentos de desconforto social.
    Diário de Pensamentos: Mantenha um diário onde você registra suas experiências sociais, suas emoções e os pensamentos que surgem. Isso pode ajudar a identificar padrões e trabalhar neles.
    Medicamentos
    Em alguns casos, o tratamento pode incluir medicamentos prescritos por um psiquiatra, como antidepressivos ou ansiolíticos, que ajudam a controlar os sintomas de ansiedade.
    Autocuidado
    Investir em atividades que proporcionem prazer e relaxamento é fundamental. O autocuidado pode incluir exercícios físicos regulares, hobbies ou qualquer atividade que ajude a aliviar o estresse.
    Buscar Ajuda Profissional
    É importante considerar buscar ajuda profissional. Um psicólogo ou psiquiatra especializado em fobia social pode oferecer abordagens terapêuticas específicas e adequadas ao seu caso.
    Lembre-se de ser gentil consigo mesmo(a) e respeitar seus limites. Com o tempo, apoio profissional e perseverança, é possível superar a fobia social e encontrar maneiras de se sentir mais confortável em situações sociais. Se precisar de mais informações ou tiver outras perguntas, estou aqui para ajudar!


Perguntas frequentes

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