Perguntas do paciente (229)
-
Quem tem o Transtorno Da Personalidade Borderline (TPB) tem hipomania?
Quem tem o Transtorno Da Personalidade Borderline (TPB) tem hipomania?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A relação entre o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) e episódios de hipomania pode ser confusa, pois há algumas sobreposições sintomáticas importantes.
Primeiramente, é fundamental ressaltar que o TPB e o transtorno bipolar (no qual episódios de hipomania são típicos) são condições diferentes, mas frequentemente coexistem ou são confundidas clinicamente.
No TPB, podem ocorrer oscilações rápidas e intensas do humor, muitas vezes confundidas com hipomania devido à impulsividade, euforia momentânea ou irritabilidade acentuada. Essas alterações tendem a ser reativas e breves (horas ou poucos dias), frequentemente relacionadas a eventos interpessoais ou fatores ambientais imediatos. São menos sustentadas no tempo do que episódios típicos de hipomania, que normalmente duram pelo menos quatro dias consecutivos, segundo critérios diagnósticos (DSM-5).
Já episódios de hipomania, como parte do espectro bipolar, são períodos bem definidos de humor persistentemente elevado ou irritável, aumento de energia, autoestima elevada, diminuição da necessidade de sono, entre outros sintomas, durando dias ou semanas, independente dos contextos interpessoais imediatos.
Contudo, há evidências de significativa comorbidade entre TPB e transtornos do espectro bipolar, o que torna o diagnóstico diferencial essencial. Indivíduos com TPB podem, sim, apresentar episódios de hipomania genuínos caso tenham comorbidade com o transtorno bipolar tipo II, algo não incomum clinicamente.
Em resumo:
TPB isolado: alterações rápidas e reativas do humor, podendo parecer "hipomaníacas", mas geralmente curtas e contextuais.
Hipomania genuína: episódios prolongados, independentes dos contextos externos, mais característicos do transtorno bipolar tipo II.
É imprescindível realizar uma avaliação clínica detalhada para distinguir adequadamente esses quadros, já que o manejo terapêutico pode variar consideravelmente conforme o diagnóstico diferencial realizado.
Fico a disposição caso queira agendar uma consulta!
-
Tenho transtorno bipolar, faço uso de sertralina, depakene, Rivotril em desmame e trazodona para dor
Tenho transtorno bipolar, faço uso de sertralina, depakene, Rivotril em desmame e trazodona para dormir. Sinto indisposição, falta de concentração e memória. Fui à uma consulta com uma médica clínica e devido à esses sintomas, ela me passou Ginkgo Biloba. Gostaria de saber se posso tomar o Ginkgo Biloba junto com essas medicações.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sua dúvida é muito importante, vamos esclarecê-la de forma prática e simples:
O **Ginkgo Biloba** é um fitoterápico bastante usado para melhorar sintomas como dificuldades de memória, concentração e cansaço mental. Porém, quando combinado com medicamentos psiquiátricos, precisamos ter alguns cuidados específicos.
### Como ele interage com seus medicamentos atuais?
1. **Sertralina (antidepressivo)**:
* Usar Ginkgo Biloba junto com a sertralina pode aumentar discretamente o risco de sangramentos, pois ambos possuem efeitos anticoagulantes leves. Embora seja um risco pequeno, vale observar especialmente se você tem histórico ou tendência a sangramentos.
2. **Depakene (ácido valproico)**:
* Não há relatos significativos de interação direta entre Depakene e Ginkgo Biloba. Contudo, como o fígado metaboliza ambos, é recomendado monitorar periodicamente os níveis sanguíneos do Depakene caso decida começar o Ginkgo.
3. **Rivotril (clonazepam)** em desmame:
* Não existem interações importantes diretas entre o Ginkgo Biloba e o Rivotril. Entretanto, durante a retirada gradual do Rivotril, pode haver maior sensibilidade emocional e cognitiva. Nessa fase, talvez seja mais difícil perceber claramente os efeitos do Ginkgo.
4. **Trazodona (hipnótico/antidepressivo)**:
* Não há evidências sólidas de interação grave. No entanto, a combinação exige uma atenção extra devido ao leve risco aumentado de sangramentos, semelhante à situação com a sertralina.
### O que considerar antes de usar o Ginkgo Biloba?
* Apesar de popular, o Ginkgo Biloba tem resultados variados em estudos científicos rigorosos, mostrando eficácia limitada para melhora da memória e concentração.
* Geralmente, não há grandes riscos ao combinar o Ginkgo com as medicações que você usa, exceto a pequena chance de aumento do risco de sangramento com sertralina e trazodona.
### Recomendações práticas:
* Converse com seu psiquiatra antes de começar a usar o Ginkgo Biloba. Isso é essencial para ajustar medicamentos e acompanhar possíveis efeitos colaterais.
* Se decidir pelo uso, comece com uma dose mais baixa e fique atento a qualquer sinal incomum, como hematomas frequentes, sangramento nas gengivas ou mudanças na coagulação.
### Conclusão:
Em resumo, não existe uma proibição absoluta ao uso de Ginkgo Biloba junto aos seus medicamentos atuais. Porém, é fundamental consultar seu psiquiatra antes, para garantir segurança e um tratamento mais eficaz.
Fico a disposição caso queira agendar uma consulta!
-
Olá bom dia! Faço uso de venlafaxina 75mg. Posso tomar o Orlistate? Ele não interfere no uso do ant
Olá bom dia!
Faço uso de venlafaxina 75mg. Posso tomar o Orlistate? Ele não interfere no uso do antidepressivo?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Boa noite,
Venlafaxina é um inibidor da recaptação de serotonina e noradrenalina, com absorção bastante elevada e distribuição sistêmica. É metabolizada principalmente pelo citocromo P450 (embora de maneira menos intensa do que outros antidepressivos) e não se espera que sua absorção seja afetada por modificações na digestão lipídica.
Orlistat, por sua vez, atua localmente no trato gastrointestinal, inibindo as lipases para reduzir a absorção de gordura. Ele não é significativamente absorvido sistemicamente, o que minimiza o risco de interação direta com medicamentos de ação central, como a venlafaxina.
Assim, com base em seus mecanismos, o orlistat não interfere na absorção ou no metabolismo da venlafaxina e, portanto, a probabilidade de interferência farmacocinética direta é muito baixa.
Considerações clínicas e de manejo
Apesar da ausência de uma interação direta reconhecida, é importante lembrar que:
O orlistat pode ocasionar efeitos gastrointestinais (como diarreia, flatulência e desconforto abdominal) que, em alguns casos, podem afetar a absorção de nutrientes. Embora esses efeitos não se traduzam em interferência na eficácia do antidepressivo, eles podem impactar o bem-estar geral do paciente.
Sempre é fundamental que a decisão de combinar terapias seja tomada com base em uma avaliação clínica completa. Cada paciente apresenta particularidades, e a resposta individual pode variar.
Recomendo monitorar a resposta clínica de forma sistemática, especialmente em períodos iniciais após a introdução do orlistat, para garantir que não ocorram alterações inesperadas no perfil de efeitos colaterais ou na eficácia do tratamento antidepressivo.
Opinião e abordagem prática
Como psiquiatra experiente, acredito que a combinação de venlafaxina com orlistat é, em geral, segura e não há evidências substanciais que indiquem interferência significativa do orlistat na ação da venlafaxina. Contudo, ressalto a importância de manter uma comunicação aberta com a equipe de saúde envolvida (por exemplo, nutricionista ou endocrinologista, quando o tratamento para perda de peso está em curso), para que o manejo seja integrado e os efeitos colaterais, se presentes, sejam tratados prontamente.
Caso o paciente apresente sintomas gastrointestinais intensos que possam comprometer a ingestão adequada de nutrientes, pode ser necessário ajustar a dieta ou revisar a dose do orlistat.
Em resumo, de acordo com o conhecimento atual e as evidências disponíveis, não há interação farmacológica relevante entre venlafaxina e orlistat que comprometa o uso do antidepressivo. Entretanto, a prática clínica sempre deve ser pautada na individualização do tratamento e na monitorização contínua da resposta e tolerabilidade.
Espero ter esclarecido sua dúvida. Caso deseje discutir algum aspecto adicional ou tenha mais questionamentos, estou à disposição para aprofundarmos essa discussão.
Atenciosamente,
Dr Vitor M Chaddad
-
Olá estou fazendo uso de Pondera XR faz aproximadamente 3 meses, agora Dr me deu Zetron XL e utilizo
Olá estou fazendo uso de Pondera XR faz aproximadamente 3 meses, agora Dr me deu Zetron XL e utilizo Rivotril apenas quando tenho crises de ansiedade… a questão é a mudança de humor, do nada as coisas me afetam e fico sem reação, seria normal? Essa falta de emoção?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Boa noite,
O que você descreve – mudanças de humor súbitas e uma sensação de "falta de emoção" – pode estar relacionada a diversos fatores, incluindo os efeitos dos medicamentos, a sua condição de base e até o próprio processo de adaptação ao tratamento.
>>>Sobre os Medicamentos:
1. Pondera XR (Paroxetina de liberação prolongada)
- Trata-se de um antidepressivo inibidor seletivo da recaptação da serotonina (ISRS). Pode, em algumas pessoas, gerar um certo "achatamento emocional", uma dificuldade em sentir emoções com intensidade, tanto positivas quanto negativas. Esse efeito pode ser transitório ou persistente.
2. Zetron XL (Bupropiona de liberação prolongada)
- Diferente da paroxetina, a bupropiona age aumentando a dopamina e noradrenalina, sendo um antidepressivo mais ativador. Em algumas pessoas, pode ajudar a recuperar a energia e a motivação, mas também pode gerar irritabilidade ou ansiedade, especialmente no início.
3. Rivotril (Clonazepam) ocasionalmente
- Como é um benzodiazepínico, seu uso esporádico pode ajudar na ansiedade, mas, se utilizado com frequência, pode levar a uma sensação de embotamento emocional e até agravar oscilações de humor ao longo do tempo.
>>>O que pode estar acontecendo?
- Se a sensação de distanciamento emocional começou com o Pondera XR, pode ser um efeito do ISRS. Algumas pessoas experimentam uma espécie de "numbing" emocional (entorpecimento afetivo).
- Se a mudança foi mais recente, com a introdução do Zetron XL, pode estar havendo um desbalanço na sua química cerebral com a interação dos dois medicamentos.
- O próprio transtorno para o qual você está se tratando pode estar influenciando essa percepção – por exemplo, a depressão pode incluir períodos de embotamento emocional.
O que fazer?
-Observe padrões: essa falta de emoção acontece o tempo todo ou é mais intensa em certos momentos do dia? Alguma situação específica a desencadeia?
-Relate ao seu psiquiatra: a melhor abordagem pode envolver ajustes na medicação. Algumas pessoas se beneficiam de trocar a paroxetina por outro ISRS ou um ISRSN (como venlafaxina ou duloxetina), ou até reduzir a dose.
- Atenção ao Zetron XL: Se você sente mais instabilidade emocional desde a introdução da bupropiona, isso pode indicar que ela está ativando excessivamente o seu sistema nervoso. Novamente, ajustes podem ser necessários.
-Psicoterapia pode ajudar: Se possível, combinar o tratamento medicamentoso com acompanhamento psicológico pode facilitar a compreensão das mudanças emocionais e ajudar a recuperar um equilíbrio mais satisfatório.
O ideal é que você converse com o seu psiquiatra para avaliar se os ajustes são necessários ou se há outra explicação para esses sintomas.
Fico à disposição, caso queira marcar uma consulta.
Atenciosamente,
Dr Vitor M Chaddad
-
A minha mãe tomou paroxetina por 1 semana e agora está tremendo muito, já foi tirada a medicação del
A minha mãe tomou paroxetina por 1 semana e agora está tremendo muito, já foi tirada a medicação dela.
Demora quanto tempo para acabar essa reação?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Boa noite,
É importante lembrar que qualquer efeito colateral ou reação adversa a medicamentos deve ser cuidadosamente monitorado por um médico. No caso da paroxetina, que é um antidepressivo da classe dos inibidores seletivos da recaptação da serotonina (ISRS), efeitos colaterais como tremores podem ocorrer em algumas pessoas.
Geralmente, os efeitos colaterais devem começar a diminuir em alguns dias a uma semana após a interrupção do medicamento, mas isso pode variar de pessoa para pessoa. Se os tremores persistirem ou se agravarem, é crucial procurar orientação médica imediatamente. O médico poderá avaliar a situação específica da sua mãe e oferecer o tratamento ou suporte necessário.
Além disso, é importante não interromper ou modificar o uso de medicamentos sem a supervisão de um profissional de saúde, pois isso pode causar outros efeitos adversos ou complicações. Se houver outras preocupações ou efeitos colaterais, seria uma boa ideia discuti-los com o médico que está acompanhando o caso dela.
Se você tiver mais perguntas ou preocupações sobre a saúde mental da sua mãe ou sobre medicamentos, sinta-se à vontade para marcar uma consulta!
-
Quanto tempo e qual a dose do topiramato para tirar a fissura por coca?
Quanto tempo e qual a dose do topiramato para tirar a fissura por coca?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Boa noite,
O tratamento para reduzir a fissura por cocaína é complexo e precisa ser individualizado, geralmente envolvendo uma combinação de abordagens médicas e psicossociais. O topiramato, um medicamento anticonvulsivante, tem sido estudado como uma opção potencial para ajudar a reduzir o desejo por cocaína. No entanto, ainda não há consenso pleno sobre a dosagem ideal ou a duração do tratamento com topiramato para esse fim, e ele não é formalmente aprovado para esse uso específico.
Os estudos clínicos variam, mas algumas pesquisas sugerem que doses de topiramato podem começar em 25 mg por dia, com aumentos graduais, dependendo da tolerância do paciente e dos efeitos colaterais. A dose pode ser ajustada pelo médico, frequentemente indo até 200 mg por dia ou mais, dependendo do caso e da resposta do paciente.
A duração do tratamento também pode variar significativamente. Pode levar semanas ou meses para observar uma redução significativa na fissura, e o tratamento geralmente é parte de um plano de tratamento mais amplo que inclui terapia comportamental e apoio social.
É extremamente importante que qualquer uso de topiramato para tratar fissura por cocaína seja supervisionado por um profissional de saúde qualificado. Eles podem monitorar os efeitos colaterais, ajustar as doses conforme necessário e integrar o medicamento em um plano de tratamento abrangente. Se você ou alguém que você conhece está considerando essa opção, eu encorajo fortemente a consulta com um médico especialista em dependência química para discutir as opções de tratamento mais seguras e eficazes.
Fico a disposição caso queira marcar uma consulta
-
Tomo venvanse de 50mg para compulsão alimentar, tive relação sexual e após o ato, fiquei me tremendo
Tomo venvanse de 50mg para compulsão alimentar, tive relação sexual e após o ato, fiquei me tremendo bastante, ao ponto de não conseguir escrever. É uma reação normal?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Bom dia,
O medicamento Venvanse pode causar tremopres, taquicardia e aumento da pressão arterial; porém, de maneira geral tais alterações são pequenas e transitórias. Caso vc tenha tremores, vc teria o dia todo e não somente após o ato sexual. Converse com seu médico, mas parece que não é relacionado ao medicamento; contudo vc deve passar por uma avalição clinica.
Atenciosamente,
Dr. Vitor Moreno Chaddad
-
Posso repartir o comprimido de Ansitec ao meio? Estou iniciando o tratamento e tenho receio dos efei
Posso repartir o comprimido de Ansitec ao meio? Estou iniciando o tratamento e tenho receio dos efeitos colaterais!
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Bom dia!
O medicamento ANSITEC tem recomendação do fabricante de não ser partido, pois afetará a absorção e ação do mesmo.
É importante saber qual efeito colateral vc está preocupado em ter, se vc já usou o medicamento previamente ou algum outro tratamento.
De maneira geral, o medicamento ASITEC é muito bem tolerado pelas pessoas e sintomas colaterais são incomuns.
Converse com seu médico.
Atenciosamente,
Dr. Vitor Moreno Chaddad
-
Depois de quantas horas que tomei fluoxetina posso tomar rivotril?
Depois de quantas horas que tomei fluoxetina posso tomar rivotril?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Boa noite!
Não há intervalo de tempo para se tomar estas duas medicações. Elas podem ser tomadas juntas.
Converse com seu médico.
Att,
Dr Vitor Moreno Chaddad
-
Qual o melhor antidepressivo para ansiedade generalizada paroxetina ou desvenlafaxina?
Qual o melhor antidepressivo para ansiedade generalizada paroxetina ou desvenlafaxina?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Boa noite,
Não é possível dizer melhor ou pior. A resposta melhor a este ou aquele medicamento para transtornos de ansiedade generalizada depende de fatores específicos de cada paciente. Como a história médica geral, idade, resposta prévia a outros tratamentos anteriores, presença de comorbidades clínicas, uso de outros medicamentos; enfim, e principalmente a genética relacionada com a farmacocinetica e farmacodinâmica e expressão de enzimas relacionadas a metabolização.
Converse com seu médico para achar o tratamento ideal para você.
Atenciosamente,
Dr Vitor Moreno Chaddad
-
Estou suspeitando que tenho algum grau de autismo, é possível descobrir já na fase adulta?tenho muit
Estou suspeitando que tenho algum grau de autismo, é possível descobrir já na fase adulta?tenho muito dos sintomas.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Boa tarde!
Sim, é absolutamente possível receber um diagnóstico de autismo na fase adulta. O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é uma condição de desenvolvimento neurológico que pode não ser reconhecida durante a infância, especialmente em casos onde os sintomas podem ser mais sutis ou mascarados por estratégias compensatórias que o indivíduo desenvolve ao longo da vida.
Adultos que suspeitam que podem estar no espectro autista geralmente relatam uma longa história de dificuldades em interações sociais, padrões de comportamento repetitivos e interesses intensos em tópicos específicos, entre outros traços. Além disso, podem ter enfrentado desafios contínuos relacionados à comunicação e ao processamento sensorial.
Para investigar um possível diagnóstico de autismo, é importante procurar um psiquiatra, psicólogo ou outro profissional de saúde mental qualificado que tenha experiência no diagnóstico de TEA em adultos. O diagnóstico é feito com base em uma avaliação clínica detalhada, que pode incluir:
Histórico de desenvolvimento: Entrevistas ou questionários sobre o desenvolvimento infantil e atual funcionalidade.
Observações clínicas: Avaliação das interações sociais, comunicação, interesses e comportamentos.
Avaliações psicológicas: Podem ser usadas para avaliar habilidades sociais, de comunicação e outros aspectos cognitivos e comportamentais.
Feedback de terceiros: Informações de parceiros, familiares ou amigos podem ser úteis para complementar a avaliação.
O diagnóstico de autismo na idade adulta pode oferecer muitos benefícios, incluindo um melhor autoconhecimento, acesso a serviços e apoios adaptados e a oportunidade de conectar-se com outras pessoas que têm experiências semelhantes. Se você acredita que pode estar no espectro, tomar a iniciativa de procurar uma avaliação é um passo importante.
Atenciosamente,
Dr. Vitor Moreno Chaddad
-
Como age o Equilid no TDAH, no narcisismo e na codependêcia?
Como age o Equilid no TDAH, no narcisismo e na codependêcia?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Boa tarde!
Antes de responder à sua pergunta, é importante ressaltar que o uso de qualquer medicamento deve ser prescrito e acompanhado por um médico, considerando as especificidades de cada caso.
O Equilid, cujo princípio ativo é a sulpirida, é um medicamento que pertence à classe dos antipsicóticos. Ele é comumente prescrito para tratar esquizofrenia e, em doses mais baixas, para distúrbios de vertigem, vômitos e tonturas. Também pode ser utilizado para tratar distúrbios de ansiedade, depressão e transtornos do humor.
No contexto do Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), o Equilid não é um medicamento tradicionalmente usado. O TDAH é comumente tratado com estimulantes, como metilfenidato ou anfetaminas, ou não estimulantes, como atomoxetina, que ajudam a melhorar a atenção, a concentração e a controlar a hiperatividade.
Quanto ao narcisismo, que é um traço de personalidade e pode ser uma característica do Transtorno da Personalidade Narcisista, os medicamentos não são o foco principal do tratamento. O manejo do narcisismo geralmente envolve psicoterapia, como a terapia cognitivo-comportamental, que pode ajudar a pessoa a compreender e gerenciar seus comportamentos e atitudes.
Em relação à codependência, que é um padrão de comportamento em relacionamentos onde uma pessoa se torna excessivamente dependente das necessidades emocionais ou de substância de outra, o tratamento também é geralmente baseado em terapia. O foco está em ajudar o indivíduo a desenvolver um senso mais forte de autonomia e fronteiras saudáveis.
Portanto, o Equilid não é comumente indicado para TDAH, narcisismo ou codependência. O uso deste medicamento para qualquer condição deve ser cuidadosamente avaliado por um profissional de saúde mental, considerando os benefícios e riscos, e sempre acompanhado de perto durante o uso. Se você ou alguém próximo está lidando com alguma dessas condições, a orientação de um profissional de saúde mental é essencial.
Atenciosamente,
Dr. Vitor Moreno Chaddad
-
Tenho TAG. Gostaria de saber como são os pensamentos aleatórios. Acho que estou passando por isso e
Tenho TAG. Gostaria de saber como são os pensamentos aleatórios. Acho que estou passando por isso e tem me preocupado bastante. Ultimamente tenho recebido "insights" de coisas que não faz sentido em determinada ocasião. Ex: tava tomado banho em determinado momento veio um insight do nome de um filósofo na minha mente. O mais preocupante é que eu não lembro de ter visto nada parecido pra isso estar na minha cabeça. Oq pode ser? Me pergunto se estou enlouquecendo.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Boa noite,
Entendo que esses pensamentos aleatórios e "insights" podem ser preocupantes, especialmente se você tem Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG). É comum que pessoas com TAG experienciem pensamentos intrusivos ou preocupações excessivas que podem parecer não ter relação direta com o que estão fazendo no momento.
Sobre os pensamentos aleatórios que você mencionou, é importante entender que o cérebro humano é constantemente bombardeado por uma grande quantidade de informações, e nem sempre conseguimos controlar quais informações vão surgir em nossa consciência. É normal ter pensamentos aparentemente desconexos ou aleatórios, que podem ser resultado de associações subconscientes que nem sempre são evidentes para nós.
O fato de você ter tido um "insight"(Na verdade o que vc descreveu não é um insight) sobre o nome de um filósofo enquanto tomava banho não é necessariamente um motivo para preocupação. Isso pode ser simplesmente uma manifestação de como o seu cérebro está processando informações de forma inconsciente. Além disso, é comum que as pessoas tenham pensamentos mais criativos ou insights quando estão relaxadas, como durante um banho.
Pelo seu questionamento fica aparente um grande grau de preocupação que condiz com seu diagnóstico - TAG. E o que leva a uma perturbação da funcionalidade não é o tipo de pensamentos que vc está tendo mais a valência negativa que vc atribui e a intensidade de stress/preocupação que vc dedica aos seus pensamentos.
Dito isso, se esses pensamentos estão causando desconforto ou interferindo em seu dia a dia, eu recomendo que você converse com um profissional de saúde mental. Eles poderão ajudar a avaliar o que você está experienciando e fornecer orientações sobre como lidar com isso. E lembre-se, você não está enlouquecendo. Essas experiências são comuns e podem ser gerenciadas com o apoio adequado.
Atenciosamente,
Dr. Vitor M. Chaddad
-
E normal na depressão sentir medo de fazer algo contra si próprio. Ter sensações estranhas tbm? Dent
E normal na depressão sentir medo de fazer algo contra si próprio. Ter sensações estranhas tbm? Dentro do corpo?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Boa noite,
É comum que pessoas com depressão possam experienciar pensamentos de autoagressão ou medo de se machucarem. A depressão é uma condição médica séria que pode afetar a forma como a pessoa pensa, se sente e lida com as atividades diárias. Em casos graves, ela pode levar a pensamentos suicidas. Portanto, se você ou alguém que você conhece está experienciando esses sentimentos, é importante buscar ajuda de um profissional de saúde mental o quanto antes.
Quanto às sensações estranhas dentro do corpo, isso também pode acontecer em quadros de depressão. A depressão pode se manifestar de diversas formas, incluindo sintomas físicos como cansaço, dores e sensações atípicas no corpo. Isso ocorre devido à conexão entre mente e corpo, e como as emoções podem afetar a nossa percepção física.
Reforço a importância de procurar ajuda profissional caso esteja passando por essas experiências. O tratamento adequado pode fazer uma grande diferença na sua qualidade de vida.
Atenciosamente,
Dr. Vitor M Chaddad
-
Tomo a 45 dias Sertralina , ela pode aumentar os leucócitos ?
Tomo a 45 dias Sertralina , ela pode aumentar os leucócitos ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Boa noite,
A sertralina é um medicamento antidepressivo pertencente à classe dos inibidores seletivos de recaptação de serotonina (ISRS). Não é comum que a sertralina cause um aumento significativo nos leucócitos (glóbulos brancos) no sangue. Na verdade, uma das preocupações associadas aos ISRS, como a sertralina, é a possibilidade de diminuição dos níveis de plaquetas no sangue, o que pode aumentar o risco de hemorragias em algumas pessoas. No entanto, qualquer alteração nos níveis de células sanguíneas, incluindo leucócitos, pode ocorrer em casos raros e deve ser monitorada pelo médico.
Se você notou uma alteração nos seus níveis de leucócitos ou está preocupado com isso, é importante que você informe o seu médico imediatamente. Eles poderão realizar exames de sangue adicionais e determinar se a sertralina pode estar relacionada a essa mudança ou se há outras causas subjacentes.
Lembre-se de que apenas um profissional de saúde qualificado pode fornecer orientação específica sobre seu tratamento com sertralina e qualquer possível impacto em seus níveis de leucócitos. Não ajuste sua medicação por conta própria; sempre siga as instruções do seu médico.
Att,
Dr Vitor
-
Como lidar emocionalmente com pessoas que tomam antidepressivos?
Como lidar emocionalmente com pessoas que tomam antidepressivos?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá,
Lidar emocionalmente com pessoas que tomam antidepressivos pode ser um desafio, tanto para a pessoa que está tomando o medicamento quanto para seus entes queridos. É importante lembrar que cada pessoa é única, e a experiência de tomar antidepressivos pode variar. Aqui estão algumas dicas para apoiar e interagir com alguém que está tomando antidepressivos:
Seja paciente: Pode levar várias semanas para que os antidepressivos comecem a fazer efeito, e a pessoa pode não se sentir melhor imediatamente. Seja paciente com o processo e permita que a pessoa tenha tempo para se ajustar à medicação.
Ofereça apoio: Deixe a pessoa saber que você está disponível para ouvir e ajudar quando necessário. Ofereça seu apoio de maneira empática e sem julgamentos.
Seja compreensivo: Tente entender os desafios que a pessoa enfrenta e reconheça que a depressão é uma doença real e complexa. Não minimize os sentimentos ou experiências da pessoa.
Informe-se: Aprenda mais sobre a depressão e os antidepressivos, para que você possa entender melhor o que a pessoa está passando e como ajudá-la. Isso também pode ajudá-lo a desmistificar alguns mitos comuns sobre depressão e tratamento medicamentoso.
Evite julgamentos: Não faça comentários negativos ou julgamentos sobre a pessoa que está tomando antidepressivos. A pessoa pode já estar se sentindo vulnerável, e seu apoio incondicional é crucial para ajudá-la a se sentir mais confortável e confiante em seu processo de recuperação.
Encoraje a comunicação: Incentive a pessoa a falar sobre seus sentimentos e experiências, tanto com você quanto com seu médico ou terapeuta. Isso pode ajudar a identificar qualquer problema em potencial com o tratamento e facilitar ajustes, se necessário.
Incentive a adesão ao tratamento: Incentive a pessoa a continuar tomando a medicação conforme prescrito e a participar de outras formas de tratamento, como terapia e atividades de autocuidado. Lembre-se de que a medicação é apenas uma parte do tratamento para a depressão, e outras abordagens também são importantes.
Esteja atento às mudanças de comportamento: Observe quaisquer mudanças significativas no humor, comportamento ou pensamentos da pessoa. Se você notar que a pessoa está piorando ou apresenta sinais de alerta, como pensamentos suicidas, encoraje-a a procurar ajuda profissional imediatamente.
Participe de atividades juntos: Faça um esforço para envolver a pessoa em atividades sociais e de lazer. Isso pode ajudá-la a se sentir mais conectada e apoiada, além de oferecer oportunidades para desfrutar de experiências positivas juntos.
Cuide-se: Lembre-se de que cuidar de alguém que está tomando antidepressivos também pode ser emocionalmente desgastante para você. É importante cuidar do seu próprio bem-estar emocional e procurar apoio, se necessário.
Lidar emocionalmente com pessoas que tomam antidepressivos requer compreensão, empatia e paciência. Ao fornecer apoio e incentivar a comunicação aberta, você pode ajudar a pessoa a se sentir mais apoiada em sua jornada de recuperação. Ao mesmo tempo, é crucial que você também cuide do seu próprio bem-estar emocional e estabeleça limites saudáveis, para que possa ser um recurso eficaz e sustentável para a pessoa em questão.
Esteja disposto a aprender e crescer ao longo do processo. Acompanhe a pessoa em suas consultas médicas, se possível, e faça perguntas para entender melhor o tratamento e os desafios que ela enfrenta. Seja flexível e esteja aberto a mudanças na abordagem do tratamento, conforme necessário.
Por fim, lembre-se de que a recuperação da depressão pode ser um processo longo e não linear. Algumas pessoas podem experimentar altos e baixos ao longo do caminho, e é importante estar preparado para apoiá-las durante todo o processo. Ao ser compreensivo, paciente e solidário, você pode fazer uma diferença significativa na vida da pessoa que está tomando antidepressivos.
Atenciosamente,
Dr Vitor M Chaddad
-
A perda da memória do esquizofrênico volta com o tempo ?
A perda da memória do esquizofrênico volta com o tempo ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá,
A esquizofrenia é um transtorno mental crônico e complexo que afeta o pensamento, o comportamento e as emoções de uma pessoa. Embora a perda de memória não seja um sintoma central da esquizofrenia, muitos pacientes com esquizofrenia apresentam problemas cognitivos, incluindo dificuldades de memória, atenção e concentração.
A recuperação da função cognitiva, incluindo a memória, em pacientes com esquizofrenia pode variar de pessoa para pessoa e depende de vários fatores. Entre os fatores que podem afetar a recuperação estão a gravidade dos sintomas, a duração da doença, o tratamento recebido e a adesão ao tratamento.
Algumas abordagens que podem ajudar a melhorar a função cognitiva em pacientes com esquizofrenia incluem:
Tratamento medicamentoso: O uso de medicamentos antipsicóticos pode ajudar a controlar os sintomas psicóticos e, em alguns casos, também pode ter um impacto positivo na função cognitiva.
Reabilitação cognitiva: Terapias focadas na melhoria das habilidades cognitivas, como treinamento de memória, atenção e resolução de problemas, podem ajudar a melhorar a função cognitiva em pacientes com esquizofrenia. A reabilitação cognitiva geralmente envolve exercícios e atividades estruturadas que visam melhorar o desempenho em áreas cognitivas específicas.
Terapia cognitivo-comportamental (TCC): A TCC pode ajudar pacientes com esquizofrenia a desenvolver habilidades para gerenciar melhor os sintomas e pensamentos negativos, o que, por sua vez, pode melhorar a função cognitiva.
Psicoeducação: Ensinar aos pacientes e seus familiares sobre a esquizofrenia, seus sintomas e tratamentos pode ajudar a melhorar a adesão ao tratamento e o autocuidado, o que pode ter um efeito positivo na função cognitiva.
Intervenções psicossociais: Grupos de apoio, terapia familiar e treinamento de habilidades sociais podem contribuir para o bem-estar emocional e social do paciente, o que pode indiretamente melhorar a função cognitiva.
Estilo de vida saudável: Adotar um estilo de vida saudável, incluindo exercícios regulares, uma dieta equilibrada e sono adequado, pode ter um impacto positivo na saúde geral, incluindo a função cognitiva.
É importante lembrar que cada caso de esquizofrenia é único, e a recuperação da função cognitiva varia entre os indivíduos. A abordagem mais eficaz geralmente envolve uma combinação de tratamentos farmacológicos e não farmacológicos, adaptados às necessidades específicas de cada paciente.
A colaboração entre profissionais de saúde mental, pacientes e suas famílias é fundamental para desenvolver e implementar um plano de tratamento abrangente e eficaz.
A recuperação da função cognitiva pode ser um processo lento e gradual, e nem todos os pacientes com esquizofrenia experimentam melhorias significativas na memória e em outras habilidades cognitivas. No entanto, o tratamento adequado e o apoio contínuo podem ajudar a melhorar a qualidade de vida e o funcionamento geral dos pacientes com esquizofrenia.
É importante que os pacientes sejam acompanhados regularmente por seus profissionais de saúde mental para avaliar a eficácia do tratamento, fazer ajustes conforme necessário e garantir que estão recebendo o apoio adequado.
Além disso, é fundamental que os pacientes e suas famílias sejam educados sobre a natureza da esquizofrenia e a importância da adesão ao tratamento para alcançar os melhores resultados possíveis.
Atenciosamente,
Dr Vitor M Chaddad
-
Olá, qual a diferença de clonazepam para o cloridrato de buspirona? E a buspirona pode causar síndro
Olá, qual a diferença de clonazepam para o cloridrato de buspirona? E a buspirona pode causar síndrome de abstinência igual a Desvenlafaxina?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Clonazepam e cloridrato de buspirona são dois medicamentos diferentes que são usados para tratar transtornos mentais.
Clonazepam é um benzodiazepínico que é usado para tratar ansiedade, transtornos do sono e convulsões. Ele age no sistema nervoso central para produzir efeitos sedativos e ansiolíticos.
Já o cloridrato de buspirona é um medicamento usado para tratar a ansiedade geral e a ansiedade social. Ele funciona como um inibidor da recaptação de serotonina e norepinefrina, que são neurotransmissores importantes na regulação da ansiedade.
Quanto à buspirona causar síndrome de abstinência, é importante lembrar que todos os medicamentos psiquiátricos podem causar síndrome de abstinência se interrompidos abruptamente. A síndrome de abstinência pode incluir sintomas como ansiedade, insônia, náusea, dor de cabeça e sudorese. No entanto, a buspirona é geralmente considerada uma opção de tratamento com menos risco de síndrome de abstinência em comparação com alguns outros medicamentos, como benzodiazepínicos e desvenlafaxina.
Se você está considerando interromper o uso de buspirona, é importante discutir isso com o seu médico para obter instruções precisas sobre como interromper o uso do medicamento de forma segura e evitar a síndrome de abstinência.
Atenciosamente,
Dr Vitor M Chaddad
-
Problemas psicológicos como ansiedade generalizada, depressão, insônia crônica, estresse constante,
Problemas psicológicos como ansiedade generalizada, depressão, insônia crônica, estresse constante, TOC, fobia social, não se relacionar com as pessoas e viver isolado, uso de medicamentos para dormir como o zolpidem, são fatores de risco para o alzheimer precoce, ou tardio que ocorre após os 60 anos?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá,
A presença de problemas psicológicos, como ansiedade, depressão, estresse constante, TOC, fobia social e isolamento social, tem sido associada a um maior risco de desenvolver doenças neurodegenerativas, incluindo a doença de Alzheimer. Acredita-se que isso esteja relacionado a alterações no funcionamento do cérebro que ocorrem em resposta a essas condições psicológicas, incluindo inflamação, estresse oxidativo e disfunção mitocondrial. No entanto, é importante ressaltar que esses fatores de risco não garantem o desenvolvimento da doença de Alzheimer e que a prevenção da doença envolve múltiplos fatores, incluindo uma dieta saudável, atividade física regular e manutenção de atividades intelectuais estimulantes ao longo da vida. É importante consultar um profissional de saúde para obter mais informações e orientações sobre como prevenir a doença de Alzheimer.
Atenciosamente,
Dr. Vitor Moreno Chaddad
-
Tenho 28 anos e suspeito que tenho algum transtorno do neurodesenvolvimento (autismo ou TDAH). Fui a
Tenho 28 anos e suspeito que tenho algum transtorno do neurodesenvolvimento (autismo ou TDAH). Fui ao psiquiatra e ele me receitou Quetiapina e também Escitalopram, não entendi muito bem a funcionalidade dos medicamentos, mas o Quetiapina acabou com minha energia, me senti extremamente sonolenta, com falta de atenção, falta de coordenação motora, indisposição, dificuldade de concentração, falta de motivação... É normal? Quanto ao TDAH ou Autismo, como iniciar a investigação?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá,
Se você está experimentando efeitos colaterais indesejados com os medicamentos que o seu médico prescreveu, é importante discutir isso com ele ou ela o mais rapidamente possível. Alguns medicamentos podem ter efeitos colaterais que são temporários e melhoram com o tempo, enquanto outros podem requerer ajustes na dosagem ou uma mudança de medicamento. Seus sintomas descritos, como sonolência, falta de atenção, falta de coordenação motora e falta de motivação, podem ser efeitos colaterais de um dos medicamentos ou de ambos, e é importante discutir isso com o seu médico para obter o melhor tratamento.
Quanto ao TDAH ou autismo, a investigação começa com uma avaliação clínica por um profissional de saúde mental ou médico. Eles podem realizar testes psicológicos e neurológicos para avaliar seus sintomas e determinar se você tem algum transtorno neurodesenvolvimental. Além disso, eles podem considerar sua história de desenvolvimento, histórico de saúde mental e outros fatores relevantes para chegar a uma conclusão precisa.
Converse com seu profissional de saúde mental.
Atenciosamente,
Dr Vitor M Chaddad
Autor
Perguntas frequentes
-
Doente com Cardiomiopatia Hipertrófica Apical e Insuficiência Cardíaca, 68 anos, pode viajar avião?
Em muitos casos a viagem aérea é possível quando a insuficiência cardíaca…