Perguntas do paciente (242)

  • Bom dia, estou tomando venlafaxina a 6 meses , me sentia ótima, tive vontade de viver novamente,

    Bom dia, estou tomando venlafaxina a 6 meses , me sentia ótima, tive vontade de viver novamente, mais faz três dias que minhas crises voltaram, a angústia, coração acelerado , a cabeça dói, o entalo , oque fazer ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Wesley Henrique

    Olá, para sua resposta eu orientaria você procurar o médico psiquiatra da sua confiança, que te acompanha para que juntos vocês possam verificar o que houve nesse período do uso da medicação e seus efeitos. Em relação a psicologia, eu diria que só o remédio pode não dar conta de tudo, procure um profissional da psicologia para trabalhar seus sentimentos, pensamentos, hábitos e estilo de vida, que poderá ser eficiente, de maneira combinada, com sua medicação e o seu tratamento para você se sentir melhor.


  • Olá, boa noite. Eu tenho 18 anos, e ultimamente venho percebendo algumas coisas em mim mesmo que eu

    Olá, boa noite.
    Eu tenho 18 anos, e ultimamente venho percebendo algumas coisas em mim mesmo que eu não sei se é algo normal.
    Por exemplo, depois de momentos felizes, mesmo tendo sido genuínos, eles parecem como se fossem uma espécie de "atuação" pra mim, como se às vezes não tivesse acontecido comigo.
    Parece que tem um vazio dentro de mim que não passa, e quando parece que passa, só fica ali disfarçado, e quando volta eu fico sozinho com ele. Eu não fico com vontade de nada, o tempo fica passando e parece ser agonizante pra mim, porque eu não consigo ficar parado nele, e me assusta o que pode acontecer daqui algumas horas, dias ou anos, porque eu não tenho nada planejado e aí os pensamentos de só acabar com tudo aparecem, e o que eu tenho vontade de fazer parece muito distante e eu só aceito que talvez eu nunca realize o que eu quero.
    Eu deveria procurar ajuda?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Wesley Henrique

    Olá! Você não está "errado" em se sentir desta forma e é importante compreender o contexto que você está, o tempo que isso acontece com você e como isso te afeta a intensidade. Percebo que você relata estar em sofrimento e requer acolhimento. Não hesite em buscar ajuda. O psicólogo poderá oferecer um espaço livre de julgamento, com escuta qualificada para trabalhar essas questões, sem necessariamente diagnosticar, pois antes de tudo você é uma alma humana.


  • Por que investir em relacionamentos com amigos se a maioria das pessoas com quem tento vínculo e apr

    Por que investir em relacionamentos com amigos se a maioria das pessoas com quem tento vínculo e aprofundo vão embora ou por questões profissionais o por namoro? Penso que é melhor ser sozinho, o máximo autossuficiente possível e desapegado do que tentar investir em relacionamento com as pessoas que vem e vão embora das nossas vidas e ter que procurando outros amigos pra preencher lacunas.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Wesley Henrique

    Eu compreendo que se proteger possa parecer mais seguro depois de tantas perdas, mas você não precisa ser autossuficiente. Um relacionamento pode ser temporário, mas ainda assim pode haver reciprocidade, cuidado e confiança. O que pode ser importante é não ficar buscando evitar que as relações acabem, mas perceber onde os vínculos são recíprocos. Podemos explorar se o desejo de ficar sozinho é uma escolha ou uma forma de evitar novas decepções e o medo de sofrer.


  • Tenho um relacionamento aberto com meu esposo e vem funcionando bem para ambos por alguns anos, poré

    Tenho um relacionamento aberto com meu esposo e vem funcionando bem para ambos por alguns anos, porém por vezes surgem dúvidas e dilemas que nos motivaram a querer fazer terapia de casal.
    Estou com receio de marcar com um profissional e não nos sentirmos acolhidos ou compreendidos em nossa dinâmica por sermos abertos.
    A pergunta é: em geral, os terapeutas de casal estão preparados pra acolher essa demanda, ou preciso procurar indicações de quem trabalhe especificamente com esse nicho?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Wesley Henrique

    Olá! Acredito que seja interessante, se há dúvida, conversar com o/a profissional que vocês se identificarem e levarem um pouco o motivo da sua busca para se sentir um pouco mais confortável. O trabalho não deve focar somente na não-monogamia, mas compreender a dinâmica que vocês construíram, os acordos existentes, as dúvidas e dilemas que eventualmente aparecem e aquilo que vocês desejam construir juntos.


  • Estou passando por uma fase de muita dúvida em relação aos meus sentimentos pelo meu namorado. Estam

    Estou passando por uma fase de muita dúvida em relação aos meus sentimentos pelo meu namorado. Estamos juntos há quase 3 anos e, ultimamente, sinto que não tenho mais aquela animação ou aquela sensação gostosa que sentia antes. Isso tem me deixado muito ansiosa, porque eu não quero machucá-lo e também não quero terminar. Ao mesmo tempo, não me sinto desconfortável ou presa ao lado dele. Quando conversamos, muitas vezes é bom e consigo ficar conversando até tarde. Eu reconheço que ele é uma pessoa que me ama, cuida de mim, se preocupa comigo e demonstra isso muito pelas atitudes.

    Tenho me perguntado se ainda o amo ou se estou confundindo amor com carência, rotina ou ansiedade. Quero entender meus sentimentos e, se for possível, quero recuperar o carinho e a conexão que sinto que perdi. Não quero fingir nem obrigar meus sentimentos, só queria entender o que está acontecendo comigo e saber se é possível voltar a sentir amor e entusiasmo pela pessoa que amo.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Wesley Henrique

    Olá! Agradeço por sua partilha e informo que não sua dúvida é genuína e um ambiente acolhedor, com cuidado, você poderá trazer maiores detalhes da sua experiência, ter a possibilidade de ser escutar, sem uma tentativa de resolver essa situação com um término ou uma continuação, mas compreender como está essa dinâmica, o que muda ou mudou em você nesse período. Ao longo dos anos dentro de uma dinâmica interacional com o parceiro/a, os sentimentos podem mudar, a paixão, o amor, entre outros sentimentos podem ganhar outros significados. Te ouvir poderá trazer uma maior compreensão dentro das suas possibilidades.


  • Olá! Eu sou timida e sinto uma certa ansiedade social eu não sei se chega a ser o transtorno. Atualm

    Olá!
    Eu sou timida e sinto uma certa ansiedade social eu não sei se chega a ser o transtorno. Atualmente eu sou operadora de caixa e quando comecei foi bem difícil estava me sentindo muito ansiosa e travada foi muito difícil mesmo, eu cresci sendo muito timida eu quase não enteragia com as pessoas na escola sofria bullying o que me fez me fechar cada vez mais. Hoje depois de 6 meses nesse trabalho eu sei que estou bem melhor mesmo nas interações a ansiedade diminuiu, mas ainda sinto uma cobrança muito grande quando falam que sou séria, quieta e que não falo. Eu acredito que tenho falado o que quero falar, mas esses comentários me fazem duvidar da minha evolução. O que posso fazer para lidar com esses comentários? Eu sentir isso significa que não estou me curando? Me curando da ansiedade social eu vou parar de ouvir esses comentários e de ser quieta ou apenas aprender a conviver com eles?
    Eu também tenho a sensação de não pertencimento
    O que de fato é está se curando?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Wesley Henrique

    Olá. Eu agradeço por compartilhar sua experiência. Você já está em um processo significativo de mudança, sentir desconforto com a opinião das pessoas não deve significar que você não esteja “se curando”. A terapia pode ajudar você a compreender que ouvir os comentários, talvez você vá, realmente, mas não deva se tornar refém deles. É importante compreender se a ansiedade social foi diagnosticada por um profissional da psiquiatria/psicologia? Atualmente há muitas informações sobre tudo nas redes sociais e isso pode agravar os sentimentos e pensamentos acerca da sua timidez. Antes de qualquer diagnóstico, um espaço acolhedor onde você possa falar sem julgamentos, sem sentir que precisa ser perfeita, poderá ajudar você aprender a lidar com os comentários sobre você e se isso requer mesmo uma “cura” como você está trazendo. Você ser em sua subjetividade não significa que você esteja adoecida, exceto quando você quer mudar algo em você que sente não fazer sentido.


  • Tenho depressão e toda vez que estou passando por um momento difícil começo a pesquisar sobre sintom

    Tenho depressão e toda vez que estou passando por um momento difícil começo a pesquisar sobre sintomas de doenças,dessa vez foi sobre fobia social,já tinha dificuldade de ter interações sociais mais depois que comecei a pesquisar começei a dar crises quando saio de casa,daí me isolei, começei a tomar escitalopram mais ainda não deu resultados,ainda tenho medo de ter crises se eu for sair de casa, pesquisar sintomas atrapalha no meu tratamento?
    A terapia pode me ajudar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Wesley Henrique

    Olá! Respondendo a sua pergunta sobre o uso da tecnologia para compreender os sintomas que esteve sentindo, e pensando sobre a questão da ansiedade, é possível que o estado de alerta que você se perceba antes de pesquisar, acabe intensificando e atrapalhando, sim. Não há dados suficientes para afirmar uma cibercondria, mas é possível responder que a terapia pode ajudar você a compreender os gatilhos, os padrões, a possíveis causas e proporcionar um ambiente seguro que você consiga se sentir bem em falar sobre suas dificuldades sociais e como lidar com elas.


  • Como superar a dor de um término de relacionamento? Isso pode ser considerado um luto?

    Como superar a dor de um término de relacionamento? Isso pode ser considerado um luto?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Wesley Henrique

    Olá! Compreendo que não esteja sendo fácil. Antes de qualquer intervenção é importante um espaço e uma escuta qualificada para ouvi-lo e levantarmos algumas informações acerca do seu término, o tempo, a intensidade e outros aspectos, sem desconsiderar a forma como você está lidando com tudo. Um término de relacionamento também é considerado um luto, sim. Antes de pensar em superar, oriento uma ajuda profissional para você poder se sentir acolhido nesse processo.


  • Tenho vontade de fazer caminhada e correr, mas devido e TAG desenvolvi certos gatilhos que quando es

    Tenho vontade de fazer caminhada e correr, mas devido e TAG desenvolvi certos gatilhos que quando estou caminhando me fazem pensar um monte coisas e drenam a minha capacidade física. Interessante que ontem mesmo senti isso ao sair de casa até um restaurante. Não conseguia me desligar dos sintomas e já estava ficando cansado. Na volta, que era a mesma distância, vinha conversando com uma pessoa e nem percebi quando terminei o percurso. Não senti qualquer cansaço. Isso aponta para ansiedade? Ainda não fiz exames médicos.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Wesley Henrique

    Olá, primeiro é importante não se autodiagnosticar, busque sempre um profissional. Você apresenta sinais de ansiedade, sim. Porém, existe a ansiedade que é comum, importante para preparar, evitar e assegurar. Nesse caso, quando interfere, causa hiperviglância, o corpo e a mente não relaxa, é importante buscar exames médicos para descartar qualquer hipótese, depois pensar na possibilidade da terapia com Psicólogo para compreender: Você trouxe primeiramente foco no exercício físico, a atenção ao corpo, distância... Se o corpo adquiri um hábito novo, isso também possa ser comum ocorrer. Na volta seu foco já estava fora dele, o que lhe trouxe conforto e estado de presença no diálogo.


  • O tratamento do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) busca apenas reduzir sintomas?

    O tratamento do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) busca apenas reduzir sintomas?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Wesley Henrique

    Olá! O tratamento de uma pessoa com Transtornor de Personalidade Borderline não consite apenas em reduzir os sintomas, mas tem alguns objetivos importantes como promover a estabilidade emocional e a qualidade dos relacionamentos interpressoais. Compreender e fortalecer a identidade do paciente, assim como ampliar a capacidade de regulação emocional.


  • O Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) afeta igualmente a empatia cognitiva e afetiva?

    O Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) afeta igualmente a empatia cognitiva e afetiva?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Wesley Henrique

    Não! Pesquisas realizadas por autores como Peter Fonagy e Anthony Bateman sugerem que pessoas com TPB podem apresentar prejuízos na capacidade de mentalizar adequadamente em contextos de intensa ativação emocional e indicam que, no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), a empatia cognitiva e a empatia afetiva podem ser afetadas de maneiras diferentes. Em muitos casos, a empatia afetiva (capacidade de sentir ou compartilhar emoções de outra pessoa) pode estar preservada ou até aumentada, enquanto a empatia cognitiva (capacidade de compreender a perspectiva, intenções e estados mentais do outro) tende a apresentar mais dificuldades. Entretanto, isso não ocorre da mesma forma em todos os indivíduos, pois fatores como intensidade dos sintomas, história de vida e contexto emocional também influenciam o funcionamento empático.


  • “Quais são as limitações do construto diagnóstico do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) no

    “Quais são as limitações do construto diagnóstico do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) no que se refere à sua validade construtiva e à ausência de correlações neurocognitivas consistentes entre seus critérios sintomáticos e domínios funcionais específicos?”

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Wesley Henrique

    Olá! As limitações são percebidas pelo fator humano de somos diferentes uns dos outros, nem todos possem os mesmos sintomas, as mesmas questões emocionais. Apesar da identificação pelo DSM V, pessoas apresentam de maneiras diferentes o TPB.


  • Sob a perspectiva da neuropsicologia contemporânea, como a aliança terapêutica contribui para a reor

    Sob a perspectiva da neuropsicologia contemporânea, como a aliança terapêutica contribui para a reorganização de padrões disfuncionais de regulação emocional e comportamento autoagressivo em pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Wesley Henrique

    Aliança terapêutica pode promover experiências seguras que favorecem a neuroplasticidade e o fortalecimento dos mecanismos de regulação emocional. Em pacientes com TPB, isso contribui para a redução da impulsividade, dos comportamentos autoagressivos e da instabilidade interpessoal.


  • Estou muito desanima sem vontade de fazer as coisas e sem vontade de trabalhar depois q comecei a to

    Estou muito desanima sem vontade de fazer as coisas e sem vontade de trabalhar depois q comecei a tomar o sertralina oq eu faço ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Wesley Henrique

    Cada organismo reage de forma específica e singular em cada pessoa. O melhor caminho é observar o tempo que isso está ocorrendo e a dosagem, dentro também, do contexto que está inserido, suas atividades, responsabilidades e levar todas suas observações para o seu psiquiatra e estar em acompanhamento com Psicólogo.


  • Escrever uma qualidade que quero ter na mente perto de adormecer será mais efetivo do que repetir a

    Escrever uma qualidade que quero ter na mente perto de adormecer será mais efetivo do que repetir a frase mentalmente até apagar o que a escrita faz no cérebro?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Wesley Henrique

    Escreve internaliza aquilo que gostaria cultivar em si, mesmo. O cérebro tende a processar a ideia com mais atenção e profundidade. A repetição também é positiva, mas tende a se tornar automática. No escrever, a intenção se torna mais clara, acessível e estável para a mente. Se possível combine os dois. Escreva de forma descontraída, depois leia sem pressa, dia após dia.


  • Por que o paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) pode alternar entre “controle to

    Por que o paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) pode alternar entre “controle total” e “descontrole total”?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Wesley Henrique

    Olá! O paciente com TPB possui dificuldade de regulação emocional e seu mundo interno processa de maneira mais sensível aos sentimentos. O cérebro funciona de forma diferente, o estado de vigilância é maior. O pensar demais gera um certo controle primeiramente, seguido após um desgaste uma explosão, como se um interruptor no humor falhasse. A terapia o paciente a perceber os contextos, os momentos e a manejar melhor suas interações.


  • Como a psicoterapia ajuda o paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) a se tornar ma

    Como a psicoterapia ajuda o paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) a se tornar mais independente?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Wesley Henrique

    A psicoterapia é um espaço acolhedor, sem julgamentos e que ajuda o paciente que sofre com TPB (neste caso, já diagnosticado) a compreender a sua construção de identidade, sua forma de ser consigo mesmo e com os outros. A responsabilidade sobre suas próprias decisões e a estruturar a autonomia emocional entre outras formas psicoterapicas-.


  • Como o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) é compreendido na teoria das relações objetais?

    Como o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) é compreendido na teoria das relações objetais?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Wesley Henrique

    Olá! Começando pela infância, podemos pensar no objeto bom (o acolhimento, o abraço, o cuidado) e o objeto mau (ser ignorada...). Quando ocorre uma falta desta integração no desenvolvimento da criança, na fase adulta ocorrerá essa desregulação e os sentimentos ficam desorganizados acerca das percepções que a pessoa tem de si e do mundo.


  • O rompimento de vínculos no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) é mais interno (emocional)

    O rompimento de vínculos no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) é mais interno (emocional) ou externo (comportamental)?”

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Wesley Henrique

    No TPB, o rompimento acontece primeiro no mundo interno — o externo é só uma tentativa (muitas vezes desorganizada) de lidar com isso


  • O que é o "resgate do encantamento" no hiperfoco? .

    O que é o "resgate do encantamento" no hiperfoco? .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Wesley Henrique

    Olá. Essa pergunta é trabalhada comumente entre os especialistas em TEA (transtorno do Espectro Autista) e TDAH (transtorno do déficit de atenção e hiperatividade), quando há um retorno vívido ao que desperta interesse para a experiência que está sendo sentida pela pessoa. Ou seja, no hiperfoco há uma atenção intensa e que dura mais tempo pelo fato de despertar interesse, identificação, curiosidade, trazendo regulação emocional, organizando o self (imagem de si), quando dentro do resgate. Fora do resgate, pode ser exaustivo e cansativo para quem vivencia.


Perguntas frequentes

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