O stress produzido ao assistir futebol faz mal pra
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O stress produzido ao assistir futebol faz mal pra saúde? Acelera envelhecimento, p. ex.?
É importante você ver até que ponto esse stress está afetando a sua vida. Você percebe se continua estressado após as partidas? Por quanto tempo? Ou são apenas em alguns jogos? Um estudo feito por uma Universidade da Inglaterra aponta que essa atividade (ver jogos esportivos) pode propiciar um exercício cardiovascular moderado. Ver o jogo pela TV e não no estádio também apresenta variáveis nesse índice.
Particularmente desconheço estudos de que "acelera o envelhecimento" mas o estresse causa sofrimento psíquico e perda de qualidade de vida. Também os efeitos psicológicos no humor (dependendo se o time perde ou ganha) e na pressão arterial são variáveis que merecem um olhar mais apurado.
Sugiro que tire suas dúvidas com um clinico e/ou cardiologista para identificar a intensidade e quantidade de vezes que vem percebendo esse stress, faça um chek-up assim que possível porque saúde também é prevenção.
Em relação ao stress sugiro acompanhamento psicológico para que possa ver o que mais está deixando você estressado; o futebol pode ter sido apenas um fator onde você conseguiu identificar de forma mais acentuada algo que já está latente (surgindo). Espero ter ajudado, um abraço.
Particularmente desconheço estudos de que "acelera o envelhecimento" mas o estresse causa sofrimento psíquico e perda de qualidade de vida. Também os efeitos psicológicos no humor (dependendo se o time perde ou ganha) e na pressão arterial são variáveis que merecem um olhar mais apurado.
Sugiro que tire suas dúvidas com um clinico e/ou cardiologista para identificar a intensidade e quantidade de vezes que vem percebendo esse stress, faça um chek-up assim que possível porque saúde também é prevenção.
Em relação ao stress sugiro acompanhamento psicológico para que possa ver o que mais está deixando você estressado; o futebol pode ter sido apenas um fator onde você conseguiu identificar de forma mais acentuada algo que já está latente (surgindo). Espero ter ajudado, um abraço.
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Olá!... Segundo a Psicóloga Kelly McGonigal, da Stanford University (EUA), há estudos que demonstram que o estresse é nocivo justamente quando a gente acredita (e sente, dentro de nós) que aquilo nos faz mal.
Então, dependeria mais do que você acredita que o futebol te causa. Reflita: eu acredito que me faz...? (bem ou mal?) Curioso é que, para te fazer mal mesmo, segundo a visão dela, dependeria se isso te preocupa demais; e como essa preocupação é percebida no seu organismo.
Caso queira saber mais, recomendo o site do TED TALKs com o vídeo dela explicando isso. É curtinho e tem legendas. Chama-se "How to Make Stress your Friend". E também tem um livro chamado "O Lado Bom do Estresse", da mesma Dra. Kelly McGonigal.
Saudações, Psicóloga Karina Yoshimura
Então, dependeria mais do que você acredita que o futebol te causa. Reflita: eu acredito que me faz...? (bem ou mal?) Curioso é que, para te fazer mal mesmo, segundo a visão dela, dependeria se isso te preocupa demais; e como essa preocupação é percebida no seu organismo.
Caso queira saber mais, recomendo o site do TED TALKs com o vídeo dela explicando isso. É curtinho e tem legendas. Chama-se "How to Make Stress your Friend". E também tem um livro chamado "O Lado Bom do Estresse", da mesma Dra. Kelly McGonigal.
Saudações, Psicóloga Karina Yoshimura
As reações de cada pessoa são muito particulares e variam de acordo com as experiências de vida dela. Se algum acontecimento negativo foi associado ao futebol, pode haver sim, o estresse provocado pelo esporte citado. Mas como falei, isso varia muito de acordo com a experiência de vida da pessoa. Como tudo na vida, existe sempre o lado negativo e o lado positivo e assim também, funciona com o estresse. Sendo negativo é chamado de Distress, onde ocorrem situações e acontecimentos tristes, infelizes e ruins, que gera automaticamente sofrimento em todos os aspectos da existência humana sendo elas: física, mental, social e espiritual(não no sentido religioso). São situações que provocam a liberação de substâncias no nosso corpo e possibilitam sim o envelhecimento precoce, tanto no aspecto físico quanto comportamental. Varia de pessoa para pessoa.
O estresse ao assistir futebol pode, sim, ter impacto na saúde, mas isso depende muito da intensidade e da frequência da reação de cada pessoa. Em geral, emoções fortes durante um jogo ativam o sistema nervoso simpático e liberam adrenalina e cortisol, o que aumenta a frequência cardíaca e a pressão arterial de forma temporária. Para a maioria das pessoas saudáveis, isso é passageiro e não deixa “sequelas” por si só.
Quando esse estresse é muito intenso ou repetido com frequência, especialmente em pessoas com fatores de risco (hipertensão, doença cardiovascular, arritmias, ansiedade importante), ele pode piorar sintomas, desencadear palpitações, dor de cabeça, azia, insônia e aumentar a chance de picos de pressão. Há também pessoas mais sensíveis em que a vivência emocional do jogo se soma a outras fontes de estresse do dia a dia, e aí o organismo fica em um estado de “alerta” prolongado, que é o tipo de estresse mais associado a efeitos negativos.
Sobre “acelerar envelhecimento”: o que a medicina costuma associar a envelhecimento biológico mais rápido é o estresse crônico, contínuo, com sono ruim, sedentarismo, piora de hábitos (álcool, alimentação, tabaco), irritabilidade persistente e recuperação difícil após os gatilhos. O estresse agudo e ocasional de um jogo, isoladamente, tende a ser menos relevante. Ou seja, assistir futebol não “envelhece” por definição; o problema é quando vira um padrão de estresse frequente e mal manejado, com repercussões no sono, no humor e no controle de pressão e açúcar no sangue.
Vale procurar avaliação médica se durante ou após os jogos ocorrerem sinais de alerta, como dor ou aperto no peito, falta de ar importante, desmaio, fraqueza súbita, dor de cabeça muito intensa, palpitações prolongadas ou pressão muito elevada medida em casa. Fora isso, se a pessoa percebe que fica horas acelerada, dorme pior, tem crises de ansiedade ou brigas recorrentes, faz sentido conversar com um clínico ou cardiologista e, se necessário, com um profissional de saúde mental, para orientar formas seguras de reduzir o impacto do estresse no dia a dia.
Quando esse estresse é muito intenso ou repetido com frequência, especialmente em pessoas com fatores de risco (hipertensão, doença cardiovascular, arritmias, ansiedade importante), ele pode piorar sintomas, desencadear palpitações, dor de cabeça, azia, insônia e aumentar a chance de picos de pressão. Há também pessoas mais sensíveis em que a vivência emocional do jogo se soma a outras fontes de estresse do dia a dia, e aí o organismo fica em um estado de “alerta” prolongado, que é o tipo de estresse mais associado a efeitos negativos.
Sobre “acelerar envelhecimento”: o que a medicina costuma associar a envelhecimento biológico mais rápido é o estresse crônico, contínuo, com sono ruim, sedentarismo, piora de hábitos (álcool, alimentação, tabaco), irritabilidade persistente e recuperação difícil após os gatilhos. O estresse agudo e ocasional de um jogo, isoladamente, tende a ser menos relevante. Ou seja, assistir futebol não “envelhece” por definição; o problema é quando vira um padrão de estresse frequente e mal manejado, com repercussões no sono, no humor e no controle de pressão e açúcar no sangue.
Vale procurar avaliação médica se durante ou após os jogos ocorrerem sinais de alerta, como dor ou aperto no peito, falta de ar importante, desmaio, fraqueza súbita, dor de cabeça muito intensa, palpitações prolongadas ou pressão muito elevada medida em casa. Fora isso, se a pessoa percebe que fica horas acelerada, dorme pior, tem crises de ansiedade ou brigas recorrentes, faz sentido conversar com um clínico ou cardiologista e, se necessário, com um profissional de saúde mental, para orientar formas seguras de reduzir o impacto do estresse no dia a dia.
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