a dor no peito causado por ansiedade pode durar dias? tenho medo de infartar ou ter um ataque cardía
3
respostas
a dor no peito causado por ansiedade pode durar dias? tenho medo de infartar ou ter um ataque cardíaco, mesmo já tendo feito todos os exames, eu sou saudável, pode ocorrer um infarto? tenho 19 anos.
Olá! A dor no peito causado por ansiedade pode durar dias e sem tratamento específico até meses ou anos. Com o tratamento psiquiátrico correto passa em poucos dias, 2 ou 3 semanas no máximo e fazendo o tratamento de manutenção nunca mais sentirá tal desconforto. Um infarto nunca ocorrerá com a pessoa com as circunstâncias citadas, a não ser que ela apresente alguma patologia cardíaca e não faça o devido tratamento cardiológico.
Tire todas as dúvidas durante a consulta online
Se precisar de aconselhamento de um especialista, marque uma consulta online. Você terá todas as respostas sem sair de casa.
Mostrar especialistas Como funciona?
Olá, a ansiedade pode causar sintomas físicos, sendo a dor no peito, ou aperto no peito, um dos sintomas muito frequentes. Alguns pacientes podem apresentar esses sintomas diariamente, caso não procurem um tratamento adequado. Além disso, devido ao quadro ansioso, pode ocorrer preocupações excessivas de que algo muito ruim poderá acontecer, como um infarto. Casos de infarto nessa idade são muito raros e não ocorrem pela ansiedade - ocorrem em pessoas que já possuem algum problema cardíaco grave. Caso tenha dúvidas sobre a sua condição cardiológica, um cardiologista poderá excluir essa possibilidade.
A dor no peito causada por ansiedade pode sim durar dias, oscilando ao longo do tempo. Costuma vir junto de tensão muscular na região torácica, respiração curta, sensação de aperto e atenção excessiva ao próprio corpo, o que retroalimenta o sintoma. Aos 19 anos, sem fatores de risco e com exames normais, a chance de infarto é extremamente baixa, e o que costuma acontecer é justamente o oposto: o medo de infartar mantém o corpo em estado de alerta e perpetua a dor, criando um ciclo de hipervigilância difícil de romper sozinha.
Esse padrão tem nome, é frequente, e responde bem quando olhado com profundidade, indo além de só repetir exames em busca de tranquilização. Se quiser entender o que está sustentando essas crises e como sair desse ciclo, será um prazer conversarmos.
Esse padrão tem nome, é frequente, e responde bem quando olhado com profundidade, indo além de só repetir exames em busca de tranquilização. Se quiser entender o que está sustentando essas crises e como sair desse ciclo, será um prazer conversarmos.
Especialistas
Perguntas relacionadas
- Mirtazapina 30 mg causa dependência? Tomo mirtazapina a uns oito meses,posso parar s desmame?
- "Como o medo de falhar pode levar tanto a um transtorno de ansiedade social quanto a uma dificuldade em estabelecer metas profissionais?"
- Olá, estou sempre com os batimentos acima de 100 em repouso. Sou mulher e tenho 26 anos. Já vai fazer 1 ano que o coração quase todo dia está mais acelerado. A uns 8 meses atrás fiz exames cardiológicos.. eletro e eco deram normais, fiz também da tireóide e tudo normal. Sinto bem quando o coração…
- Eu fico com as mãos tremendo quando tomo café, sempre pergunto as pessoas se elas sentem a mesma coisa, só que ninguém nunca sente.
- . É possível prevenir o Transtorno de Ansiedade por Doença?
- Qual é a relação entre Luto e Transtorno de Ansiedade por Doença ?
- O Transtorno de Ansiedade de Morte (TAM) e o Transtorno de Ansiedade por Doença (TAD) podem ocorrer juntos?
- Quais doenças mentias que podem ser confundidas com ansiedade?
- . O que causa o Transtorno de Ansiedade por Doença?
- O Transtorno de Ansiedade de Doença (TAD) é um transtorno de ansiedade específico ou um mecanismo comum de ansiedade?
Você quer enviar sua pergunta?
Nossos especialistas responderam a 499 perguntas sobre Transtornos de ansiedade
Seu caso é parecido? Esses profissionais podem te ajudar.
Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.