A identidade no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) depende mais da memória emocional do qu

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A identidade no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) depende mais da memória emocional do que da memória autobiográfica?
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A identidade no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) tende a se apoiar mais na memória emocional do que na memória autobiográfica estruturada. O transtorno é marcado por um padrão persistente de instabilidade nos relacionamentos, na autoimagem e na regulação emocional, acompanhado de impulsividade significativa. As oscilações afetivas intensas e rápidas, como episódios de raiva, tristeza profunda ou ansiedade, podem provocar mudanças frequentes na percepção de si, nos objetivos pessoais e na própria identidade. Essa instabilidade emocional, característica central do TPB, reflete a dificuldade em integrar sentimentos, pensamentos e comportamentos de forma coerente, resultando em uma autoimagem fragmentada, flutuante e altamente dependente do estado emocional do momento.

Atenciosamente,
Psicólogo Fernando Segundo
@psifernandosegundo
Fernadosegundo.com
Atendimento em psicoterapia e neuropsicologia On-line e em Vitória-ES
Abraços

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No TPB, o que a pessoa sente no momento costuma ter mais peso do que a história organizada sobre si. Então a identidade pode “oscilar” conforme o estado emocional atual.
A memória autobiográfica até existe, mas é menos acessada/estável em momentos de intensidade emocional.
No Transtorno de Personalidade Borderline, a identidade tende a se apoiar mais na memória emocional do que na autobiográfica, pois os estados afetivos atuais reativam e reorganizam a experiência de si de forma intensa e imediata, enquanto a memória autobiográfica, que poderia oferecer continuidade narrativa, permanece menos integrada e menos capaz de estabilizar a autoimagem ao longo do tempo.

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