A impulsividade pode ter benefícios? .
3
respostas
A impulsividade pode ter benefícios? .
Sim, a impulsividade pode ter benefícios, pois reflete a energia das pulsões que, quando canalizadas de forma adequada, permitem ação, criatividade e vitalidade. O problema surge quando esses impulsos não encontram mediação pelo ego e pelo superego, levando a comportamentos desadaptativos.
Tire todas as dúvidas durante a consulta online
Se precisar de aconselhamento de um especialista, marque uma consulta online. Você terá todas as respostas sem sair de casa.
Mostrar especialistas Como funciona?
Olá!
A resposta seria: depende. A impulsividade pode ser prejudicial ou benéfica, dependendo para onde ela está direcionada. Se for uma impulsividade que vai na direção da produção de algo, que desenvolva um lado criativo ou ainda que te impulsione a tomar uma decisão/fazer uma mudança que vá ser positiva, pode ser benéfica. Mas também pode ser prejudicial, principalmente quando são atitudes impulsivas que vão na direção de um comportamento autodestrutivo, por exemplo.
A resposta seria: depende. A impulsividade pode ser prejudicial ou benéfica, dependendo para onde ela está direcionada. Se for uma impulsividade que vai na direção da produção de algo, que desenvolva um lado criativo ou ainda que te impulsione a tomar uma decisão/fazer uma mudança que vá ser positiva, pode ser benéfica. Mas também pode ser prejudicial, principalmente quando são atitudes impulsivas que vão na direção de um comportamento autodestrutivo, por exemplo.
Olá, tudo bem?
Pode ter, sim, mas depende do que você está chamando de impulsividade. Existe uma diferença importante entre espontaneidade saudável e impulsividade desregulada. A espontaneidade costuma ser uma ação rápida, mas coerente com seus valores, com noção de contexto e com capacidade de frear se perceber que não faz sentido. Já a impulsividade desregulada é quando a urgência emocional manda e a reflexão sai da sala, e aí o custo costuma ser alto.
Os “benefícios” aparecem quando essa energia rápida vira iniciativa, criatividade, coragem para começar, disposição para experimentar e flexibilidade para não ficar paralisado(a) pelo medo. Em alguns perfis, agir com mais prontidão ajuda a aproveitar oportunidades e a sair de ruminações infinitas. O cérebro também pode sentir um alívio por interromper o ciclo de overthinking, e isso, em certas situações, é realmente útil.
O problema é quando o impulso vira a principal ferramenta de regulação emocional. Aí ele deixa de ser recurso e vira vício de alívio. Nesses casos, a pessoa começa a confundir intensidade com vida, urgência com verdade, e ação com solução. É como usar um acelerador para resolver qualquer problema, inclusive quando o carro está numa curva fechada.
Então eu te devolveria com algumas perguntas para você se localizar: quando você age “no impulso”, isso costuma te aproximar do tipo de vida que você quer, ou te afasta? Depois do ato, fica um orgulho tranquilo ou um rastro de arrependimento? Você consegue parar no meio e ajustar a rota, ou sente que, uma vez que começou, não consegue frear? E quais áreas são mais afetadas, relacionamentos, dinheiro, trabalho, comida, substâncias, redes sociais, sexo, brigas?
Se a sua impulsividade tem te trazido prejuízos, a terapia pode ajudar a preservar a parte boa, iniciativa e autenticidade, e reduzir a parte que machuca, a urgência, o risco e o “depois eu vejo”. Dá para construir um jeito de ser vivo e espontâneo sem ser refém do momento. Caso precise, estou à disposição.
Pode ter, sim, mas depende do que você está chamando de impulsividade. Existe uma diferença importante entre espontaneidade saudável e impulsividade desregulada. A espontaneidade costuma ser uma ação rápida, mas coerente com seus valores, com noção de contexto e com capacidade de frear se perceber que não faz sentido. Já a impulsividade desregulada é quando a urgência emocional manda e a reflexão sai da sala, e aí o custo costuma ser alto.
Os “benefícios” aparecem quando essa energia rápida vira iniciativa, criatividade, coragem para começar, disposição para experimentar e flexibilidade para não ficar paralisado(a) pelo medo. Em alguns perfis, agir com mais prontidão ajuda a aproveitar oportunidades e a sair de ruminações infinitas. O cérebro também pode sentir um alívio por interromper o ciclo de overthinking, e isso, em certas situações, é realmente útil.
O problema é quando o impulso vira a principal ferramenta de regulação emocional. Aí ele deixa de ser recurso e vira vício de alívio. Nesses casos, a pessoa começa a confundir intensidade com vida, urgência com verdade, e ação com solução. É como usar um acelerador para resolver qualquer problema, inclusive quando o carro está numa curva fechada.
Então eu te devolveria com algumas perguntas para você se localizar: quando você age “no impulso”, isso costuma te aproximar do tipo de vida que você quer, ou te afasta? Depois do ato, fica um orgulho tranquilo ou um rastro de arrependimento? Você consegue parar no meio e ajustar a rota, ou sente que, uma vez que começou, não consegue frear? E quais áreas são mais afetadas, relacionamentos, dinheiro, trabalho, comida, substâncias, redes sociais, sexo, brigas?
Se a sua impulsividade tem te trazido prejuízos, a terapia pode ajudar a preservar a parte boa, iniciativa e autenticidade, e reduzir a parte que machuca, a urgência, o risco e o “depois eu vejo”. Dá para construir um jeito de ser vivo e espontâneo sem ser refém do momento. Caso precise, estou à disposição.
Especialistas
Perguntas relacionadas
- Como o vínculo terapêutico pode ser interrompido de forma segura se necessário?
- Como lidar com quebra de vínculo de confiança causada por atrasos ou imprevistos do terapeuta?
- Qual é o papel da escuta ativa no fortalecimento do vínculo de confiança?
- Como o terapeuta pode manter uma postura profissional enquanto constrói um vínculo de confiança com o paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?
- O terapeuta pode demonstrar afeto em uma relação terapêutica com pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?
- O terapeuta deve ser rígido ou flexível no estabelecimento de limites com pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?
- O que o terapeuta deve fazer se perceber que o paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) começa a se distanciar ou se afastar emocionalmente?
- Como o terapeuta pode lidar com os testes de confiança feitos pelo paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?
- Como o terapeuta pode lidar com o medo de abandono que o paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) pode sentir durante momentos de conflito ou tensão na terapia?
- Como o terapeuta pode ajudar o paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) a lidar com as oscilações emocionais intensas sem prejudicar o vínculo terapêutico?
Você quer enviar sua pergunta?
Nossos especialistas responderam a 3261 perguntas sobre Transtorno da personalidade borderline
Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.