A impulsividade pode ter benefícios? .
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A impulsividade pode ter benefícios? .
Sim, a impulsividade pode ter benefícios, pois reflete a energia das pulsões que, quando canalizadas de forma adequada, permitem ação, criatividade e vitalidade. O problema surge quando esses impulsos não encontram mediação pelo ego e pelo superego, levando a comportamentos desadaptativos.
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Olá!
A resposta seria: depende. A impulsividade pode ser prejudicial ou benéfica, dependendo para onde ela está direcionada. Se for uma impulsividade que vai na direção da produção de algo, que desenvolva um lado criativo ou ainda que te impulsione a tomar uma decisão/fazer uma mudança que vá ser positiva, pode ser benéfica. Mas também pode ser prejudicial, principalmente quando são atitudes impulsivas que vão na direção de um comportamento autodestrutivo, por exemplo.
A resposta seria: depende. A impulsividade pode ser prejudicial ou benéfica, dependendo para onde ela está direcionada. Se for uma impulsividade que vai na direção da produção de algo, que desenvolva um lado criativo ou ainda que te impulsione a tomar uma decisão/fazer uma mudança que vá ser positiva, pode ser benéfica. Mas também pode ser prejudicial, principalmente quando são atitudes impulsivas que vão na direção de um comportamento autodestrutivo, por exemplo.
Olá, tudo bem?
Pode ter, sim, mas depende do que você está chamando de impulsividade. Existe uma diferença importante entre espontaneidade saudável e impulsividade desregulada. A espontaneidade costuma ser uma ação rápida, mas coerente com seus valores, com noção de contexto e com capacidade de frear se perceber que não faz sentido. Já a impulsividade desregulada é quando a urgência emocional manda e a reflexão sai da sala, e aí o custo costuma ser alto.
Os “benefícios” aparecem quando essa energia rápida vira iniciativa, criatividade, coragem para começar, disposição para experimentar e flexibilidade para não ficar paralisado(a) pelo medo. Em alguns perfis, agir com mais prontidão ajuda a aproveitar oportunidades e a sair de ruminações infinitas. O cérebro também pode sentir um alívio por interromper o ciclo de overthinking, e isso, em certas situações, é realmente útil.
O problema é quando o impulso vira a principal ferramenta de regulação emocional. Aí ele deixa de ser recurso e vira vício de alívio. Nesses casos, a pessoa começa a confundir intensidade com vida, urgência com verdade, e ação com solução. É como usar um acelerador para resolver qualquer problema, inclusive quando o carro está numa curva fechada.
Então eu te devolveria com algumas perguntas para você se localizar: quando você age “no impulso”, isso costuma te aproximar do tipo de vida que você quer, ou te afasta? Depois do ato, fica um orgulho tranquilo ou um rastro de arrependimento? Você consegue parar no meio e ajustar a rota, ou sente que, uma vez que começou, não consegue frear? E quais áreas são mais afetadas, relacionamentos, dinheiro, trabalho, comida, substâncias, redes sociais, sexo, brigas?
Se a sua impulsividade tem te trazido prejuízos, a terapia pode ajudar a preservar a parte boa, iniciativa e autenticidade, e reduzir a parte que machuca, a urgência, o risco e o “depois eu vejo”. Dá para construir um jeito de ser vivo e espontâneo sem ser refém do momento. Caso precise, estou à disposição.
Pode ter, sim, mas depende do que você está chamando de impulsividade. Existe uma diferença importante entre espontaneidade saudável e impulsividade desregulada. A espontaneidade costuma ser uma ação rápida, mas coerente com seus valores, com noção de contexto e com capacidade de frear se perceber que não faz sentido. Já a impulsividade desregulada é quando a urgência emocional manda e a reflexão sai da sala, e aí o custo costuma ser alto.
Os “benefícios” aparecem quando essa energia rápida vira iniciativa, criatividade, coragem para começar, disposição para experimentar e flexibilidade para não ficar paralisado(a) pelo medo. Em alguns perfis, agir com mais prontidão ajuda a aproveitar oportunidades e a sair de ruminações infinitas. O cérebro também pode sentir um alívio por interromper o ciclo de overthinking, e isso, em certas situações, é realmente útil.
O problema é quando o impulso vira a principal ferramenta de regulação emocional. Aí ele deixa de ser recurso e vira vício de alívio. Nesses casos, a pessoa começa a confundir intensidade com vida, urgência com verdade, e ação com solução. É como usar um acelerador para resolver qualquer problema, inclusive quando o carro está numa curva fechada.
Então eu te devolveria com algumas perguntas para você se localizar: quando você age “no impulso”, isso costuma te aproximar do tipo de vida que você quer, ou te afasta? Depois do ato, fica um orgulho tranquilo ou um rastro de arrependimento? Você consegue parar no meio e ajustar a rota, ou sente que, uma vez que começou, não consegue frear? E quais áreas são mais afetadas, relacionamentos, dinheiro, trabalho, comida, substâncias, redes sociais, sexo, brigas?
Se a sua impulsividade tem te trazido prejuízos, a terapia pode ajudar a preservar a parte boa, iniciativa e autenticidade, e reduzir a parte que machuca, a urgência, o risco e o “depois eu vejo”. Dá para construir um jeito de ser vivo e espontâneo sem ser refém do momento. Caso precise, estou à disposição.
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