A pessoa com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) pode ter uma "pessoa favorita" na sua roti

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A pessoa com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) pode ter uma "pessoa favorita" na sua rotina diária ?
Sim, é bastante comum que pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) tenham o que chamamos de uma “pessoa favorita” — alguém com quem desenvolvem um vínculo muito intenso e significativo. Essa figura costuma representar uma base emocional de segurança, alguém em quem confiam profundamente e de quem buscam proximidade e validação constantes.

No entanto, essa relação pode se tornar muito intensa e instável, especialmente quando há medo de rejeição ou abandono. Pequenas mudanças de comportamento da “pessoa favorita” podem ser interpretadas como sinais de afastamento, gerando angústia, reações impulsivas ou tentativas de reaproximação.

Por isso, é importante que tanto a pessoa com TPB quanto quem convive com ela busquem compreender esses padrões emocionais, aprendendo a estabelecer limites saudáveis e formas seguras de vínculo. O acompanhamento psicológico é fundamental para ajudar na regulação das emoções e na construção de relações mais equilibradas e estáveis.

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Sim, e isso é mais comum do que parece. Pode ser alguém do trabalho, da família, um amigo próximo, alguém que represente estabilidade e presença constante. O vínculo traz conforto, mas também dependência. Reconhecer isso é essencial pra que o afeto não se transforme em necessidade.
Sim. Pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) podem ter uma “pessoa favorita” presente na rotina diária, buscando proximidade constante, atenção e segurança emocional. Essa relação costuma ser marcada por intensidade, idealização e dependência afetiva, podendo gerar comportamentos de cobrança ou ciúme se houver sinais de afastamento. A presença frequente dessa pessoa ajuda a reduzir ansiedade e medo de abandono, mas também exige limites claros para que a relação permaneça saudável e equilibrada.

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