A pessoa com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) tem consciência de que a amizade é unilate
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A pessoa com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) tem consciência de que a amizade é unilateral?
Olá!
Na maioria das vezes, não de forma plena. A pessoa com Transtorno de Personalidade Borderline costuma perceber a relação a partir de uma lente emocional muito intensa. Ela pode sentir um medo profundo de rejeição e uma necessidade constante de proximidade, o que faz com que interprete o vínculo como recíproco, mesmo quando o outro já está sobrecarregado.
Essas oscilações emocionais tornam difícil perceber os próprios excessos ou reconhecer o quanto o outro está se doando mais. Não é falta de empatia, mas sim uma dificuldade em regular emoções e compreender limites afetivos.
Por isso, é fundamental que o outro lado da relação comunique seus limites com clareza e aprenda a MANTÊ-LOS.
E, se isso for difícil, buscar apoio psicológico pode ajudar a compreender melhor essa dinâmica e aprender a se proteger sem culpa, voce merece esse cuidado.
Na maioria das vezes, não de forma plena. A pessoa com Transtorno de Personalidade Borderline costuma perceber a relação a partir de uma lente emocional muito intensa. Ela pode sentir um medo profundo de rejeição e uma necessidade constante de proximidade, o que faz com que interprete o vínculo como recíproco, mesmo quando o outro já está sobrecarregado.
Essas oscilações emocionais tornam difícil perceber os próprios excessos ou reconhecer o quanto o outro está se doando mais. Não é falta de empatia, mas sim uma dificuldade em regular emoções e compreender limites afetivos.
Por isso, é fundamental que o outro lado da relação comunique seus limites com clareza e aprenda a MANTÊ-LOS.
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Na maioria dos casos, a pessoa com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) não tem consciência de que a amizade é unilateral. Isso acontece porque suas relações são guiadas pelo medo intenso de abandono, necessidade constante de validação e instabilidade emocional, fazendo com que ela foque nas próprias inseguranças e emoções intensas. Pequenos sinais neutros podem ser interpretados como rejeição, e a atenção dedicada ao amigo muitas vezes é percebida como natural, sem perceber que pode haver desequilíbrio na reciprocidade. A unilateralidade reflete, portanto, dificuldades emocionais e de percepção social, não intenção consciente de prejudicar o outro.
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