A psicanálise é só falar do passado e da infância?

A psicanálise é só falar do passado e da infância?

40 respostas


Não, a psicanálise não é só falar do passado e da infância, embora esses temas possam aparecer no processo. Essa é uma ideia muito difundida, mas bastante simplificada do que realmente acontece na clínica psicanalítica. Vou explicar a partir da minha experiência clínica e acadêmica. A psicanálise trabalha com a noção de inconsciente, que é a parte da mente onde ficam conteúdos, emoções, conflitos e padrões que não estão totalmente acessíveis à consciência, mas que influenciam fortemente nossas escolhas, reações e sofrimentos atuais. Ou seja, o foco principal não é o passado em si, mas como o passado continua atuando no presente, muitas vezes de forma automática. A infância costuma ser abordada porque é o período em que nossa estrutura emocional começa a se formar. É ali que aprendemos, mesmo sem perceber, como nos relacionar, como lidar com frustrações, como nos sentimos amados ou rejeitados. Mas isso não significa ficar preso ao passado. O objetivo é compreender como essas experiências iniciais moldaram padrões que você repete hoje, nos relacionamentos, no trabalho, na forma como se vê e reage às situações. Na prática, a psicanálise trabalha muito com o aqui e agora. Com aquilo que você sente hoje, com seus conflitos atuais, com seus medos, suas repetições, seus relacionamentos presentes. A diferença é que, ao falar do presente, vamos percebendo conexões com experiências antigas que deram origem a esses padrões. Não é uma investigação histórica por curiosidade, mas um processo de compreensão profunda do funcionamento emocional. Outro ponto importante é que a psicanálise não é apenas “conversar”. Existe um método. O modo como você fala, o que esquece, o que evita, o que repete, o que emociona, tudo isso é material clínico. A relação com o terapeuta também é parte do trabalho, porque muitas dinâmicas emocionais antigas se reproduzem ali de forma inconsciente. Isso se chama transferência, que é quando sentimentos antigos são projetados na relação terapêutica sem que a pessoa perceba. O objetivo final não é culpar os pais, nem reviver dores sem propósito. É ganhar consciência, ampliar a liberdade emocional e deixar de ser governado por padrões automáticos. Quando você entende por que reage de determinada forma, passa a ter mais escolha e menos repetição. Então, resumindo, a psicanálise não é ficar presa ao passado. É usar o passado como chave para entender o presente e transformar o futuro. É um processo de autoconhecimento profundo, que pode ser muito libertador. Dr. Mário Neto, Phd

Dr. Mário Neto

Dr. Mário Neto

Psicólogo

Ribeirão Preto

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Não. A psicanálise não é “só falar do passado e da infância”. Ela até pode olhar para infância e história de vida, porque isso ajuda a entender como certos padrões se formaram. Mas o foco costuma ser: o que aparece no presente: sintomas, angústias, repetições, escolhas, relações como você vive e fala hoje (o jeito de contar, as emoções, os “travamentos”); o que se repete sem você querer e de onde isso pode vir; como dar sentido ao que está acontecendo agora e abrir possibilidades de mudança.

Sueli Simões

Sueli Simões

Psicanalista

São Paulo

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Não. A psicanálise não é só falar do passado ou da infância. Ela parte do que a pessoa vive hoje, do que se repete no presente, das emoções, dos sintomas e dos vínculos atuais. A infância aparece quando ajuda a entender a origem de certos padrões, mas sempre em relação ao que está acontecendo agora. O foco é compreender como a história se atualiza no presente e como isso influencia escolhas, relações e sofrimento, para que a pessoa possa se posicionar de forma diferente na própria vida.

Caroline Gonçalves

Caroline Gonçalves

Psicanalista

Belo Horizonte

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Não. Essa é uma ideia comum, mas bastante limitada do que é a psicanálise. Na psicanálise, o foco não é “voltar ao passado por voltar”, nem ficar preso à infância. O que importa é o que do passado está vivo no presente, aparecendo hoje nos seus sintomas, nas repetições, nos relacionamentos, nas escolhas e na forma como você sofre. A infância pode aparecer porque é onde muitas das primeiras formas de amar, desejar e lidar com a falta se constituem. Mas ela só entra em cena quando ajuda a entender por que algo se repete agora. Muitas vezes, a análise trabalha muito mais com o que está acontecendo no momento atual — nas angústias, nos impasses e nos vínculos de hoje. Psicanálise não é dar explicações prontas nem reconstruir uma história “correta”. É um trabalho de escuta que permite ao sujeito perceber seu próprio modo de funcionamento e, a partir disso, construir novas posições diante da vida. Se algo do presente está te fazendo sofrer, a análise parte daí. O passado só aparece quando ajuda a dar sentido ao que insiste hoje.

Dra. Fernanda Gamba

Dra. Fernanda Gamba

Psicanalista

Santo André

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Não. A psicanálise é muito mais profunda. Obviamente, o passado é uma parte importante a ser tratada na psicanálise pois é onde a maior parte das experiências que influenciam no nosso comportamento atual se encontram. Mas também falamos do momento atual e tudo mais o que o paciente deseja trazer para discussão.


Não. A psicanálise não é apenas falar do passado, mas compreender como a história de vida se inscreve no presente. A infância e a adolescência ocupam um lugar importante porque são períodos em que o sujeito se constitui psiquicamente, a partir das relações, dos vínculos afetivos, das perdas, dos limites e das experiências de cuidado ou de falta dele. A psicanálise se interessa por esses períodos não para fixar o sujeito ao passado, mas para compreender como certas experiências continuam atuando de forma inconsciente no presente. O trabalho analítico permite reconhecer repetições, dar sentido ao sofrimento atual e criar a possibilidade de novas formas de relação consigo e com os outros. Como psicanalista, coloco-me à disposição para acompanhar esse processo de escuta e elaboração, respeitando a singularidade de cada história e auxiliando na construção de novos caminhos psíquicos, mais conscientes e menos marcados pela repetição do sofrimento.


Não. Essa é uma ideia comum, mas incompleta. A psicanálise não é apenas falar do passado ou da infância. Ela trabalha com o presente, com o que se repete hoje — nos sintomas, nas relações, nas escolhas e nos sofrimentos atuais. Por que o passado aparece? Porque muitas formas de sentir, reagir e se relacionar foram construídas lá atrás. O passado não é revisitado por curiosidade, mas quando ele insiste em se manifestar no presente. O foco real da psicanálise é: O que te faz sofrer agora Os padrões que se repetem na sua vida Os conflitos inconscientes que influenciam suas escolhas Aquilo que ainda não encontrou palavras A infância não é um fim, é um meio. Ela ajuda a compreender como certos modos de funcionamento psíquico se estruturaram — para que possam ser elaborados e transformados no presente. Em psicanálise, não se trata de ficar preso ao passado, mas de se libertar do que nele ainda te aprisiona hoje.

Dra. Ramone Santos

Dra. Ramone Santos

Terapeuta complementar

Americana

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Psicanálise possui várias abordagens diferentes. Mas não se baseia em apenas isso. Passado e infância são pontos importante para compreender movimentos que eram feitos e que continuam a aparecer. A psicanálise utiliza da fala como motor da terapia, onde o trabalho é feito por meio do que se tem para falar.

Victor Macedo

Victor Macedo

Psicanalista

São Bernardo do Campo

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Olá, como você está? Não! Embora a infância seja uma etapa importante na trajetória do sujeito, ela se ressignifica no presente, na forma como a pessoa vivencia seus afetos e na repetição de padrões. É no momento atual que o analista atua.

Jô Araújo

Jô Araújo

Psicanalista

Osasco

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Olá, bom dia! Não necessariamente. Nas sessões de análises, o que é a princípio utilizado é o que chamamos de Associação Livre, onde o paciente fala o que quiser, como quiser. Sem interferências ou juízo de valor... Abço.


Não. A psicanálise faz uma ponte com o passado porque compreende que aquilo que foi enterrado ou camuflado não desaparece simplesmente, mas se repete no presente, de forma renovada, ainda que disfarçado em novas situações, relações e sofrimentos atuais. Não se trata de somente escavar origens, mas de mapear como essas repetições bloqueiam os fluxos do desejo hoje. A análise trabalharia no sentido de mapear e desfazer esses bloqueios para que a vida possa se reinvestir em novas conexões, afetos e possibilidades de existência no agora, em um trabalho de invenção de si. No momento atual do analisando, e no aqui e agora da sessão, esses padrões também ganham vida e podem ser elaborados numa análise.

Sarah Pereira

Sarah Pereira

Psicanalista

Campina Grande

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É muito mais que isso e muitas vezes as coisas da infância nem do passado são lembradas... trabalhamos com o que acontece hoje e em sessão... é muito mais complexo do que as pessoas imaginam... por que vc não experimenta?!

Ana Fernandes

Ana Fernandes

Psicanalista

São Paulo

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A psicanalise não se limita em falar apenas do passado e da infância e sim em como o passado se atualiza no presente, nos sentimentos, escolhas e relações. Também no que se repete, insiste, o que gera angustia e conflitos. Trazer isso e perceber hoje, sim, com um olhar de mais maturidade para todas essas experiências.


Não. A sua infância e/ou passado podem aparecer para ajudar a entender por que algumas coisas se repetem em sua vida. A psicanálise parte do que você vive hoje (angústias, dores, repetições) e a ideia é aliviar seu sofrimento psíquico para que você tenha mais liberdade (das repetições) e poder de escolha no presente. Marque uma sessão diagnóstica para falarmos melhor. Abs

Alexandra Baez

Alexandra Baez

Psicanalista

Campinas

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Não, a psicanálise não se limita a isso. Embora o passado e a infância tenham um papel fundamental na formação do indivíduo, a psicanálise busca compreender também o presente, os conflitos atuais, os padrões de relacionamento e as manifestações do inconsciente no dia a dia. É uma análise holística que considera toda a experiência humana. O que eu quero dizer é que a psicanálise busca conectar as experiências passadas, como as da infância, com os desafios do presente. Por exemplo, um trauma na infância pode influenciar a forma como um adulto se relaciona hoje. O foco não é apenas remoer o passado, mas entender como ele molda a vida atual e, assim, possibilitar mudanças.


Olá. Não, a psicanálise pode ser abordada com diversas práticas para percepção do corpo, cognitivo e emoções, essas práticas são ótimas para perceber, fisicamente, a interação das crenças, traumas, sentimentos e pensamentos nos comportamentos. E ao experimentar a interação em ambiente seguro, a pessoa pode praticar novos comportamentos sendo livre dos traumas. Abraço.


Não. Isso é uma caricatura da psicanálise. A psicanálise não é arqueologia do passado. É clínica do presente do sujeito. O passado só aparece quando insiste agora. Não se fala da infância por nostalgia ou curiosidade. Fala-se quando ela atua, quando governa escolhas, repetições, sintomas, impasses. O foco é: por que você repete, por que trava, por que sofre, por que deseja o que deseja, por que foge justamente do que diz querer. A infância entra porque ali se estruturam: a relação com o desejo, a posição diante do Outro, a forma de amar, trabalhar e se frustrar. Mas a análise acontece no aqui e agora: na fala, no silêncio, na resistência, no sintoma que se repete hoje. Psicanálise não é “culpar os pais”. É assumir responsabilidade pelo próprio desejo, mesmo quando ele nasceu lá atrás. Em resumo, direto ao ponto: psicanálise não vive no passado. Ela usa o passado para libertar o presente. Fico à disposição


Olá! Essa é uma ideia muito comum, mas é uma simplificação. Na psicanálise, o passado aparece porque ele está vivo no presente: nos seus sintomas, nas repetições, nas escolhas afetivas, na forma como você ama, se defende, se culpa, se cala ou se exige demais. Mas a análise não é ficar cavando infância. Ela trabalha principalmente com o que está acontecendo agora: o que te angustia hoje, o que se repete, o que te trava, o que retorna nos sonhos, no corpo, nas relações e até no vínculo com o analista. A infância entra quando é necessário, porque ali se formam marcas importantes, mas o objetivo não é “culpar os pais” nem explicar tudo por um evento antigo. É dar sentido ao que você vive e ampliar sua liberdade de escolha. Em outras palavras: a psicanálise não é só passado. É o passado, atuando no presente, para que você possa viver com mais consciência e menos repetição. Rode Ziembick - Psicanalista @rodeziembick

Rode Ziembick

Rode Ziembick

Psicanalista

São Paulo

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Obrigada pelo questionamento, o qual pode esclarecer muitas pessoas. Mas respondendo a sua pergunta: Não, não é só isso — e é importante esclarecer isso, porque muita gente pensa que a psicanálise se resume a “ficar revirando traumas da infância”. A psicanálise se ocupa de como a nossa história (infância, relações passadas, experiências marcantes) influencia nossos pensamentos, sentimentos e comportamentos atuais, mas o foco não é só o passado. O objetivo é entender como padrões, conflitos e desejos inconscientes se manifestam na sua vida hoje. Ou seja: Passado: ajuda a compreender de onde vêm certos sentimentos, medos ou comportamentos. Presente: observa como esses padrões aparecem agora, em relacionamentos, trabalho, autoestima, etc. Autoconhecimento e mudanças: permite encontrar formas de lidar melhor com dificuldades, tomar decisões mais conscientes e se conhecer de verdade. Então, é mais sobre conectar passado, presente e emoções atuais, não só “falar da infância”.

Liliane Dardin

Liliane Dardin

Psicanalista

Jundiaí

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A psicanalise é a ciência que direciona a escuta ao paciente referente a monções que relatam queixas, inquietações ou que foram inscritas no passado e que se repete no presente, a fase edipiana é e constitui esse momento dual do passado refletido no presente, entendê-las conforme elas se apresentam posiciona o papel do analista em suas funções.

Joelson Miguel

Joelson Miguel

Psicanalista

São Luís

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Essa é uma dúvida muito comum e faz todo sentido. Na psicanálise, o passado e a infância podem aparecer, sim, mas não como um fim. Eles surgem porque ajudam a compreender como certos modos de sentir, amar e sofrer se repetem no presente. O foco não é “reviver o passado”, mas sim entender como ele se manifesta hoje, nas escolhas, nos conflitos e nos sintomas atuais. Ainda assim, não existe uma resposta absoluta, ou seja, cada análise é única, assim como cada pessoa e sua história. Por isso, buscar ajuda profissional é fundamental, escolhendo um analista com quem você se identifique e se sinta à vontade para falar.

Felipe Firenze

Felipe Firenze

Psicanalista

Rio de Janeiro

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Não. A psicanálise não é só falar do passado ou da infância — embora eles apareçam. O foco da análise é o que se repete no presente: nos sintomas, nas relações, nas escolhas, nas dificuldades que insistem. A infância entra não como lembrança cronológica, mas como algo que continua operando hoje, muitas vezes sem ser percebido. Em análise, fala-se do passado quando ele se atualiza no agora — no modo como você se posiciona, deseja, evita, sofre. Não é reconstruir uma história por curiosidade, mas entender por que certas cenas continuam se repetindo. Se fizer sentido, a análise pode ajudar a ligar o que acontece hoje com aquilo que ficou sem palavra lá atrás. Caso queira marcar, estou à sua disposiçao.

Rosana Britva

Rosana Britva

Psicanalista

São Paulo

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Não. Na Psicanálise da Sombra, o passado não é um fim, é uma chave. A infância importa, mas o foco está em como experiências não elaboradas seguem atuando hoje, nos seus relacionamentos, escolhas e repetições. O que dói no presente quase sempre vem do que foi reprimido, negado ou silenciado. Falar é só o começo. O trabalho é trazer consciência, integrar a sombra e devolver autonomia emocional.


A gente pode falar do passado sim, mas não é para ficar preso nele. O que mais importa é o que está acontecendo com vc hoje - suas emoções, relações e dificuldades. Se a infância aparecer, é pq ela ajuda a entender melhor o que vc vive e sente no presente. Se fizer sentido para vc, podemos agendar uma sessão para conversar com calma sobre isso. Vai ser um espaço seguro para vc olhar para o que está vivendo no seu tempo.

Amanda Morales

Amanda Morales

Psicanalista

Sorocaba

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Uma psicanálise se dá com o psicanalisante falando em associação livre sob a atenção flutuante do seu psicanalista - como você pode ver, é falar mas não é "só"...


Não, a psicanalise não aborda somete esses aspectos. Existem varias escolas de fundamentação. A melhor linha de tratamento é a que o paciente mais se adapta e tem melhora observável. Ou seja o paciente vem a frente, tem prioridade e não do método do analista.

Ricardo Tadeu Falcade

Ricardo Tadeu Falcade

Psicanalista

Santa Bárbara D'Oeste

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Olá, Não, esta é uma percepção equivocada do processo analítico. Embora a infância seja fundamental, a psicanálise trabalha com o presente do sujeito, com o modo como o passado resvala nos vínculos, nos sintomas, nas escolhas e nos impasses atuais.


Não, a psicanálise não se resume a falar apenas sobre o passado ou a infância — embora esses temas apareçam frequentemente, eles são usados para entender padrões emocionais, relações e conflitos que influenciam o presente. Alguns pontos para esclarecer: Exploração de padrões emocionais: Muitas vezes, experiências passadas ajudam a compreender como pensamos, sentimos e nos relacionamos hoje. Mas a psicanálise também se concentra no presente, nas dificuldades atuais, nos sonhos, pensamentos e comportamentos repetitivos. A relação terapêutica é central: O processo envolve observar como você se conecta com o analista, como reage às interpretações e o que isso revela sobre suas relações e emoções atuais. Não é só “falar do passado”: Pode incluir reflexões sobre relacionamentos atuais, trabalho, autoestima, ansiedade, desejo, frustrações, tomada de decisões e até sonhos. A ideia é tornar conscientes processos inconscientes que moldam seu dia a dia, ajudando a lidar melhor com emoções e comportamentos. Objetivo final: Mais do que relembrar eventos, a psicanálise busca ajudar você a compreender e transformar padrões que limitam sua vida, aumentando autonomia emocional e autoconhecimento. Em resumo: passado, presente e experiências internas estão todos envolvidos, mas o foco principal é o que esses conteúdos dizem sobre você hoje e como você pode se relacionar melhor consigo mesmo e com os outros


A psicanálise inclui falar da infância e do passado porque muitas experiências emocionais se formam ali e continuam influenciando a forma como sentimos e nos relacionamos hoje. Ao recordar e refletir sobre essas histórias, a pessoa começa a perceber padrões de medo, culpa, desejo ou defesa que surgem no presente. Esse processo ajuda a dar novos significados ao que foi vivido e amplia a consciência sobre si mesmo e sobre as próprias escolhas. Um acompanhamento terapêutico pode ajudar a explorar essas experiências com cuidado e compreensão. Se sentir que precisa de um espaço online seguro, acolhedor e sem julgamentos para conversar sobre o que você está passando, aqui na plataforma você pode encontrar excelentes profissionais da área terapêutica, caso queira buscar apoio. Se tiver qualquer dúvida, fique à vontade para me enviar uma mensagem. Terei prazer em ajudar no que for possível. Fique bem.


Olá, Não, a psicanálise não te fala nada, ela é um instrumento, como a bengala de alguém impossibilitado de enxergar.


Essa é uma ótima pergunta e muito comum. Não, a psicanálise não se resume apenas a falar do passado e da infância, mas o nosso passado está sempre presente e não tem como evitar ele. Você está aqui hoje por conta de tudo o que você viveu, as pessoas que conviveu, os lugares que passou, os filmes, músicas, alegrias e tristezas. Quando você chega em uma análise tudo isso está junto de você, mesmo que você fale do seu dia ou da sua semana, o passado sempre está presente. Então não é que a psicanálise só fale sobre isso, mas ela entende a importância do passado na nossa vida do presente.

Giulia Rayel

Giulia Rayel

Psicanalista

São Paulo

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Não, é falar sobre o que realmente esta machuncado, incomodando, ferindo ou alertando o seu inconsciente


Não , a psicanálise é um caminho terapêutico que leva você a um autoconhecimento e a se conectar melhor consigo mesma . Quando o inconsciente se torna consciente ,voce compreende melhor suas emoções reprimidas e não repete certos padrões. Voce passa a escolher por uma vida mais saudável e com leveza . Posso te ajudar . Maria Auxiliadora Psicanalista


Não. A psicanálise considera a infância porque muitas formas de sentir e se relacionar começam ali, mas o foco também está no que acontece no presente. O passado é retomado apenas quando ajuda a compreender conflitos, repetições, escolhas e dificuldades atuais.


Não, a psicanálise é falar do passado sim, mas também como afeta o presente e o futro. Além disso, abordagens contemporâneas como a psicanálise relacional não vêm as relações atuais apenas como transferência e repetição de relações passadas, mas tmabém como relações novas que te afetam hoje. Psicanálise é tmabém sobre se autoconhecer, ser autônomo e descobrir por si mesmo quais os seus desejos, anseios, limites e identidade. É um processo que te ajuda a ser o que realmente se é. Ser autêntico.


Não. A psicanálise não é apenas falar do passado ou da infância. O passado é importante porque muitas experiências anteriores podem influenciar a maneira como uma pessoa pensa, sente, deseja e se relaciona no presente. Mas o foco da análise está justamente em compreender como essas experiências continuam aparecendo na vida atual.


Não, a psicanálise trata dos seus anseios e traumas atuais, porém analisando o porque esses problemas se repetem, se há traumas na infância e adolescência que moldam seu comportamento que por mais vezes te traz situações repetitivas, mesmo você tendo consciência de que não quer mais viver dessa forma. A psicanálise é a cura pela fala.


Não. Embora a psicanálise dê importância às experiências da infância e à história de vida, o trabalho não se resume a ficar falando sobre o passado. A partir das questões que surgem no presente, busca-se compreender conflitos, sentimentos, padrões de comportamento e aspectos inconscientes que podem influenciar a maneira como a pessoa pensa, sente e se relaciona. E isso não significa que o paciente precise ficar revivendo ou detalhando acontecimentos do passado o tempo todo. O passado é explorado quando pode ajudar a compreender melhor o que está acontecendo no presente e as dificuldades que a pessoa enfrenta hoje.


Olá, tudo bem? Bom, sua pergunta é boa, é uma ideia que se tem da psicanálise. Mas, na verdade, a psicanálise parte da história de cada pessoa, inclusive da infância, mas não para ficar presa ao passado. O que aconteceu antes pode ajudar a compreender aquilo que se repete hoje: nos relacionamentos, na forma como lidamos com nossas emoções, nos conflitos, nas escolhas e até na maneira como nos relacionamos com nós mesmos. Na análise, o passado aparece a partir do presente, do que você fala e vive atualmente. É naquilo que você sente, fala, evita, repete ou não consegue entender sobre si que vamos encontrando pistas da sua história. E então, mais do que descobrir “por que eu sou assim?”, a psicanálise pode ajudar a construir novas possibilidades para aquilo que, até então, parecia não ter saída.


Não. A psicanálise pode olhar para a infância e para o passado, mas também trabalha com o que você sente e vive hoje. A ideia é entender como sua história pode estar influenciando seus pensamentos, escolhas, relações e sentimentos no presente.

Lidiane Peixoto

Lidiane Peixoto

Psicanalista

São Paulo

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Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.