A reconstrução da identidade no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) exige mais estabilizaçã
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A reconstrução da identidade no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) exige mais estabilização afetiva ou elaboração narrativa?
Oi, é um prazer te ter por aqui.
A reconstrução da identidade no TPB envolve dois processos complementares, estabilização afetiva e elaboração narrativa, que atuam em níveis diferentes, mas interdependentes.
A estabilização afetiva reduz a confusão cognitiva e permite que a pessoa reconheça seus estados internos sem ser dominada por esquemas emocionais intensos. Já a elaboração narrativa possibilita reorganizar cognitivamente a própria história, dando sentido às experiências e permitindo construir uma identidade mais clara e integrada.
Ambos os processos são essenciais para o tratamento, pois juntos sustentam a recuperação e a formação de um senso de self mais contínuo e coerente.
Atenciosamente,
Psicólogo Fernando Segundo
@psifernandosegundo
Fernadosegundo.com
Atendimento em psicoterapia e neuropsicologia On-line e em Vitória-ES
Abraços
A reconstrução da identidade no TPB envolve dois processos complementares, estabilização afetiva e elaboração narrativa, que atuam em níveis diferentes, mas interdependentes.
A estabilização afetiva reduz a confusão cognitiva e permite que a pessoa reconheça seus estados internos sem ser dominada por esquemas emocionais intensos. Já a elaboração narrativa possibilita reorganizar cognitivamente a própria história, dando sentido às experiências e permitindo construir uma identidade mais clara e integrada.
Ambos os processos são essenciais para o tratamento, pois juntos sustentam a recuperação e a formação de um senso de self mais contínuo e coerente.
Atenciosamente,
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Não é um “ou/ou”, mas uma sequência funcional. A estabilização afetiva vem primeiro como condição de possibilidade: sem regulação, a narrativa colapsa. Depois, a elaboração narrativa integra experiências e consolida identidade.
No Transtorno de Personalidade Borderline, a estabilização afetiva é mais prioritária, pois sem alguma regulação dos estados emocionais a elaboração narrativa não se sustenta, tendendo a oscilar e fragmentar, de modo que a narrativa de si se torna mais consistente à medida que os afetos podem ser tolerados, simbolizados e integrados.
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